O TRABALHO COMO INSTRUMENTO DE EVOLUÇÃO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/03/2026 (há 2 meses) 42:51 369 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração. A paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui eu [música] entendi. Qual o valor dessa [música] missão foi nessa casa? >> Meus amigos, boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos nessa tarde tão linda à nossa comunhão espírita de Brasília. Hoje, para que a gente possa iniciar o nosso trabalho, para que a gente vá se ambientando, eu vou ler uma mensagem que eu pedi pro nosso amigo Regiton abrir ao acaso do livro Gotas de Esperança do Lorival Lopes. E é uma mensagem que com certeza todos nós precisamos escutar e refletir sobre ela. E nos diz assim: "A fé é tranquila. Não há necessidade de longas explicações, nem de se vestir de mistério, ou de ser pregada impositivamente. Tudo nela é calma e docilidade. Sou manso e humilde de coração afirmou Jesus. Evite a fantasia, a exterioridade, a aparência. A fé é íntima, não tem roupagens próprias. Você tem uma fé que ninguém mais tem. Cultive essa fé. Ponha a serviço dos outros. Vibre com o Deus que age dentro de você. Nunca desfaleça. Compreenda sempre. A felicidade é a filha do casamento entre o amor e a fé. Que mensagem linda. Então, meus amigos embalados por essa mensagem que nos convida a buscar essa fé que todos nós trazemos, mas que precisa ainda ser por nós desenvolvida e cultivada. Vamos fazer a nossa prece. Quem quiser e se sentir à vontade pode fechar os olhos e vamos nesse instante agradecer. a Deus nosso Pai, ao nosso querido mestre e amigo Jesus, pela oportunidade que nos foi concedida de estarmos aqui neste momento tão sagrado para os nossos corações, porque é o momento em que nós procuramos priorizar a reflexão, o aprendizado, a crítica sobre as nossas condutas. lutas e procuramos também os mecanismos de empregar as lições de luz que tu nos deixaste, mestre Jesus, as nossas vidas.

uramos priorizar a reflexão, o aprendizado, a crítica sobre as nossas condutas. lutas e procuramos também os mecanismos de empregar as lições de luz que tu nos deixaste, mestre Jesus, as nossas vidas. nos auxilia na compreensão dos teus ensinamentos, nos auxilia na perseverança para que coloquemos essas lições em prática, que não esmoreçamos, Senhor, e que possamos ter renovada a nossa esperança, a nossa responsabilidade, porque como filhos de Deus nos colocamos também como participantes dessa imensa tarefa de amor. para a qual todos nós somos convocados. E assim, Mestre Jesus, nos dá a tua permissão e a tua proteção para o início da nossa atividade dessa tarde. Graças a Deus, meus amigos. Interessante essa mensagem. sempre fica para nós muito clara a conexão da espiritualidade com o planejamento dos nossos trabalhos. Porque vocês sabem, o tema é escolhido pela nossa dirigente que é a Rute Daia, que não poôde estar aqui hoje. Então, ela escolhe um livro. Nós estamos estudando aquele livro lindo em torno do mestre que nos é trazido por Vinícius. Então, nós temos um planejamento do que que a gente vai estudar. E é impressionante como essa lição ao acaso sempre desperta para alguma coisa daquilo que nós vamos refletir hoje. E essa lição fala dessa tranquilidade da fé operante. Vai dizer para nós que a fé deve ser colocada a serviço dos outros. E não é por acaso que a nossa a nossa lição de hoje é sobre o trabalho como instrumento para a nossa evolução. Esse trabalho que nós realizamos, seja seja o trabalho material que a gente precisa para o sustento nosso, né, para o nosso dia a dia, além desse trabalho, outros trabalhos que nós desempenhamos. Então, a vivência da nossa fé é colocá-la a serviço de nós mesmos e dos outros. Porque o nosso tempo aqui na Terra ele é precioso demais. Cada um de nós para chegar até aqui não foi fácil. Foi todo um planejamento, uma equipe inteira nos ajudando, esperando o melhor momento para que nós pudéssemos encontrar essa aquela criatura do nosso passado e

nós para chegar até aqui não foi fácil. Foi todo um planejamento, uma equipe inteira nos ajudando, esperando o melhor momento para que nós pudéssemos encontrar essa aquela criatura do nosso passado e refazer os nossos laços que às vezes ficaram comprometidos, ficaram ali eh contaminados de alguma maneira por atitudes que não foram as melhores nossas, por sentimentos que não foram os melhores que a gente poderia ter. Então, essas ligações elas permanecem e nós precisamos purificar essas relações, transformar. E como nós fazemos isso? através da transformação do nosso próprio mundo interior. E o nome disso é trabalho. E Vinícius vem nos falar nessa lição, que nós possamos parar um pouquinho e pensar sobre a natureza do nosso trabalho, porque a gente vive assim num momento, ele não viveu nesse tempo, né, que nós vivemos agora, já desencarnou, mas nós vivemos num momento em que é tanta correria, em que a gente às vezes é tão assim atropelado pela velocidade ade como a vida acontece pelas informações, as coisas mudam tão rápido e a gente vai ali como que tentando tomar um fôlego para se colocar diante dessa dessa velocidade de acontecimentos, dessa demanda para que a gente faça isso ou aquilo, né? demandas muitas vezes externas, outras vezes até internas nossas que têm uma exigência de que tenhamos um padrão eh que nós ainda não temos, um padrão de de eh alcance de conquistas materiais, que muitas vezes a gente fica ali correndo atrás daquilo, ah, mas eu queria ter isso, eu queria ter aquilo. E a gente vai se estafa e se estressa em busca de algo que muitas vezes quando chega a gente vai se deparar com o vazio que a gente traz. Porque não estávamos utilizando a nossa energia para perseguir o que realmente nós precisamos para aquecer o nosso coração, o que realmente nós precisamos para a nossa completude, que é o desenvolvimento da nossa capacidade amorosa, que é o que nós viemos fazer aqui na Terra. Então, Vinícius vai nos falar nessa lição que nós não devemos deixar que a nossa vida,

ossa completude, que é o desenvolvimento da nossa capacidade amorosa, que é o que nós viemos fazer aqui na Terra. Então, Vinícius vai nos falar nessa lição que nós não devemos deixar que a nossa vida, que a nossa existência transcorra através de uma luta acirrada, por vezes até feroz, no terreno rigorosamente utilitário. Ele está nos falando do trabalho, que a gente não se deixa assim atropelar por esse ritmo alucinante do trabalho, perseguindo esse algo que muitas vezes a gente não sabe nem o que é. Eu quero ser reconhecida, eu quero ter um status, eu quero ter alguma coisa material. E muitas vezes a gente fica ali naquela correria e ele nos diz que nós paremos um pouquinho e voltemos à nossa atenção para uma historinha que é conhecida de todos nós, que é a fábula da cigarra e da formiga. Vocês lembram dela? Aquela aquela historinha conhecida que a formiga tava ali no verão trabalhando, juntando ali os alimentos com aquela disciplina, né? com aquela aquela aquele método que ela tinha, aquela vontade, trabalhando muito e a cigarra tava por ali cantarolando, feliz da vida, né? Preocupada com nada. E aí quando chega o inverno, a formiga tem os seus mantimentos lá organizados lá na sua na sua casinha, no seu formigueiro. E a cigarra então vai pedir ajuda e percebe que ela não cuidou de se precaver, não cuidou de trabalhar para que ela pudesse ter ali do que viver durante aquele período de inverno. Essa história é bastante conhecida, né, da cigarra e da formiga. E muitas vezes a gente pensa assim: "Bom, então o bonito é a gente ser então com uma formiguinha, né? Trabalhar, fazer aquelas tudo direitinho, com previdência, com cuidado, porque a cigarra ficou só cantarolando, ela se deu mal, porque quando o inverno chegou, ela não tinha o que comer e ela foi buscar ajuda, né? E essa fábula, ela é contada por várias pessoas e muitas vezes o final é alterado. A formiga ajudou, a formiga não ajudou, né? E o que importa para nós é que nós possamos fazer um tempero dessas duas maneiras de

la, ela é contada por várias pessoas e muitas vezes o final é alterado. A formiga ajudou, a formiga não ajudou, né? E o que importa para nós é que nós possamos fazer um tempero dessas duas maneiras de encarar a vida. E é sobre isso que Vinícius nos fala. Ele vai dizer para nós que não convém nós sermos exclusivamente formigas trabalhando sem parar. Precisamos ter alguma coisa de cigarras. Combos esses insetos, nós temos muito a aprender. Então, ele nos fala que a gente aprende com a formiga. A gente aprende a perseverança, a disciplina, a ordem, o método de trabalho. Isso é importante para que a gente alcance os nossos objetivos. Claro que é. A gente não vai alcançar nenhum objetivo e nenhuma área se a gente não tiver uma disciplina, um método, se a gente for realizar alguma tarefa e a gente pensar assim: "Ah, hoje não quero, não, tô com preguiça, ah, não, não vou fazer isso não." Já pensou o caos que a gente ia viver? Então, a gente precisa quando tem algum objetivo, ter aquele método, aquela disciplina. Ah, mas eu não tenho. Viemos aqui para construir, para nos reformar. A gente não veio nesse planeta para falar assim: "Ah, não é assim que eu sou". Eu vou, é assim mesmo, que é o que temos para hoje. Não, a gente veio aqui para se perceber e ver que aspectos do nosso mundo interior já pode ser modificado e assim modificar nossa atitude perante a vida, perante o outro. Então, a formiga tem muita coisa para nos ensinar, mas Vinícius fala assim: "A cigarra também tem, porque a cigarra ela vai representar também um processo de amenizar a aspereza das provações. Ela não cantava o tempo inteiro. Como que é maravilhoso que a gente se deixe preencher também pela arte, pela beleza, pelo que nos traz prazer. Como é importante isso na nossa vida. Então, a cigarra vai representar que a na hora das dificuldades, né, das vicissitudes que a palavra que o evangelho usa, dos conflitos, dos problemas, que a gente possa também trazer essa leveza da cigarra. E como que a gente vai fazer

e a na hora das dificuldades, né, das vicissitudes que a palavra que o evangelho usa, dos conflitos, dos problemas, que a gente possa também trazer essa leveza da cigarra. E como que a gente vai fazer isso? Procurando nas nossas tarefas abrir esse espaço para essa espontaneidade que a gente traz, que a gente possa sair um pouco dessa rigidez de ver o trabalho como se ele fosse eh um castigo, uma obrigação, uma coisa chata. Ai que chato ter que trabalhar, né? Antigamente eu vi as pessoas eh quererem eh trabalhar e se aposentarem logo, né? E eu lembro que o meu filhinho muito pequenininho ali, com 3 anos de idade entrou no colégio e o avô dele tava numa fase em que ele falava muito de aposentadoria e o meu filho entrou no colégio com três aninhos e com quatro ele me falou assim: "Mamãe, eu já posso me aposentar". Sabe porque falaram que eu já sei ler e escrever. Tão dizendo do colégio que eu já sei ler e escrever. Então quero me aposentar. Aquele ouviço do avô, né? e tava também perseguindo, tá longe disso, né? Claro, mas perseguindo esse objetivo, como se a o não trabalhar fosse um valor. É interessante isso porque tem algo que vem falar da nossa própria cultura. Qual o valor que a gente dá para o trabalho? Será que nós entendemos o trabalho como algo a ser evitado, como um castigo? Vejam que a gente veio de uma cidade, de uma cidade de de um de um de um país, né, de um de uma sociedade em que nós, infelizmente, temos no nosso passado histórico a mancha da escravidão. Então, por quanto tempo trabalhar era feio, não é digno, não é valorizado? E nós viemos aqui para trabalhar, não só trabalhar materialmente, mas trabalhar em prol de nós mesmos. E por isso que Vinícius vem nos falar que a gente procure eh observar o trabalho e executar o nosso trabalho, seja ele qual for, um prazer. Aí a gente pode pensar assim: "Como é que eu vou fazer isso? Meu trabalho é tão chato. E outro dia eu conversava com uma pessoa que trabalha na área de tribunal, né, com processo. Você sabe

um prazer. Aí a gente pode pensar assim: "Como é que eu vou fazer isso? Meu trabalho é tão chato. E outro dia eu conversava com uma pessoa que trabalha na área de tribunal, né, com processo. Você sabe que qualquer tribunal a pessoa não tem que ser da área para imaginar que processo só aumenta, né? Só vai chegando. Pessoa eh manda um processo embora, ele chega outro. E aí eu falava para esse amigo: "Olha, mas ainda bem, né, porque você não trabalha nessa área, já pensou se acaba os processos? Você tava demitido, ia fazer o quê?" Então é essa tranquilidade que a gente precisa ter. Aí eu lavo a louça, todo dia tem mais louça para suja mais louça. Eu lavo roupa, a roupa tá de novo amontoada. Gente, mas isto é estar encarnado no plano material. E se a gente tivesse só no plano espiritual, será que tinha trabalho? Claro que sim, porque nós fazemos uma tarefa e outra se apresenta. E a gente realiza aquela tarefa e outra se apresenta. Por isso que Vinícius vai nos falar assim, que o meio da gente conseguir executar as nossas tarefas, sejam elas quais forem, com prazer, é a gente, o quanto possível tentar reduzir o aspecto egoístico daquela tarefa. Que que ele quer dizer com isso? Eu não vou trabalhar só porque eu tenho ou porque eu preciso ou que eu preciso daquele salário ou então a ganhar bonus hora lá na espiritualidade. Vocês já ouviram isso? Eu vou trabalhar porque aí eu tenho mais mérito. Ou aí se a gente for católico, ah, é para ir pro céu. Olha, tô tô cavando meu lugarzinho ali no céu, viu? Fazendo aqui essa ajuda, essa doação de cesta. E ele nos pede para fazer o contrário disso, é que a gente possa descobrir a alegria do servir. Seja o nosso trabalho na área material, que é o do nosso sustento, que é da organização da nossa vida, da nossa casa, seja no trabalho que a gente faz em prol do outro e de nós mesmos, que a gente possa esquecer um pouquinho esse aspecto egoístico de pensar só no ganho que a gente vai ter com aquilo. Isso é o aspecto egoístico. tô fazendo esse

e faz em prol do outro e de nós mesmos, que a gente possa esquecer um pouquinho esse aspecto egoístico de pensar só no ganho que a gente vai ter com aquilo. Isso é o aspecto egoístico. tô fazendo esse trabalho porque aí eu vou conseguir tal coisa, mesmo que seja o salário, que seja o reconhecimento, que seja lá o que for, mas que a gente procure sair um pouquinho desse padrão e que a gente possa procurar então pensar eh na finalidade do trabalho. Como que ele quer dizer isso? Que o objeto do trabalho não está só no lucro. Além desse aspecto, que é o do que ele chama de utilitarismo, tem também um outro que é a finalidade essencial desse trabalho, que é o seu motivo elevado, que é encorajar a nossa evolução. Tal é em realidade a razão superior do trabalho. Aí a gente vai lá no livro dos espíritos e vai perceber exatamente isso, porque Kardec começa a perguntar para os espíritos sobre o trabalho. Primeira coisa de todo de tudo, o trabalho é uma lei da natureza, é uma lei divina. Isso tá na questão 674 para quem quiser ir lá estudar. E aí Kardec pergunta assim: "Nós que que é, o que que a gente deve entender por trabalho? É só aquela ocupação material do dia a dia e os espíritos vão responder: "Não, o espírito trabalha. Então, minha gente, não adianta a gente: "Ah, eu vou desencarnar porque aí não vou mais trabalhar." É aposentadoria direto, não é isso. Nós vamos trabalhar sempre. Então, o espírito também trabalha, assim como o corpo, toda ocupação útil é trabalho. Então, nós temos, precisamos para o nosso desenvolvimento estar engajados numa ocupação útil que sirva a nós e ao outro. Não importa qual seja essa ocupação, a mais complexa, a mais pomposa, a mais simples, todas as ocupações têm a sua a sua utilidade. Então, na questão seguinte, que é a 67, nós vamos aprender que o trabalho ele é uma expiação e, ao mesmo tempo um meio de aperfeiçoar a nossa inteligência. Sem o trabalho, dizem os espíritos, para nós, o homem permaneceria na infância intelectual. Então o trabalho é para nós

le é uma expiação e, ao mesmo tempo um meio de aperfeiçoar a nossa inteligência. Sem o trabalho, dizem os espíritos, para nós, o homem permaneceria na infância intelectual. Então o trabalho é para nós uma bênção, para desenvolver a nossa inteligência, a nossa capacidade. Nós aprendemos quando estamos trabalhando. E aí Vinícius segue para nós dizendo assim: "Nenhum trabalho, não importa qual seja, nenhum trabalho ele é em vão, nenhum trabalho fica sem remuneração. Por mais que aquele trabalho nos gerecar, nós sempre temos o proveito do trabalho estar nos melhorando, nos ensinando, nos modificando. Então ele vai dizer para nós assim: se o resultado pecuniário falha, ou seja, não é o que a gente queria, tem um outro resultado que nunca falha, é a compensação divina do esforço ou da obra realizada. Isso é uma moeda que jamais o obreiro deixa de receber. Por isso que nós aprendemos que as nossas boas ações elas são, aprendemos isso lá no livro dos espíritos, a nossa melhor prece. Porque quando Kardec vai perguntar aos espíritos sobre a eficácia da prece, adianta eu fazer uma prece para pedir perdão? Adianta eu me arrepender? E os espíritos vão dizer assim: "Olha, sim, adianta, mas tem uma coisa, a melhor prece é o trabalho no bem, porque as ações valem mais do que as palavras." Isso é tão importante para nós, porque quantas vezes a gente tá assim tão eh eh desequilibrado por alguma coisa, chateado, e a gente ouve as pessoas falando no atendimento fraterno, já aconteceu comigo também de tá uma situação tão difícil, a gente fala assim: "Meu Deus, eu não consigo nem rezar. O pensamento parece que não não não se forma, não concatena direito. E é nessas horas que nós podemos descobrir outras maneiras de fazer a nossa prece, ou seja, outras maneiras de estabelecer a nossa ligação com Deus, que é através do trabalho, através das boas obras. Eu eu não sei se eu contei aqui para vocês da última vez que a gente se encontrou. Se eu contei, vocês me desculpem, mas que eu vou contar de novo, que eu não tô

s do trabalho, através das boas obras. Eu eu não sei se eu contei aqui para vocês da última vez que a gente se encontrou. Se eu contei, vocês me desculpem, mas que eu vou contar de novo, que eu não tô resistindo. Tem uma história que é contada sobre uma cidade que foi destruída na época da Segunda Guerra na Europa. E nessa cidade havia uma estátua de Jesus. Embaixo dessa estátua tinha tinha os dizeres: "Vinde a mim". E aquela estátua era o Cristo com as mãos assim abertas como que nos convidando e nos aguardando. E teve a guerra, a cidade foi destruída e muitos monumentos, muitas construções foram destruídas e aquela estátua também foi. Terminada a guerra, iniciou-se o trabalho então de reconstrução da cidade, dos monumentos e da estátua. E aí na hora de reconstruir estátua, foram ali chamando os melhores artistas para que eles pudessem colaborar naquela construção. Mas tinha uma dificuldade. Eles conseguiram reconstruir toda a estátua com exceção das mãos. E agora a gente cria novas mãos. Que que a gente faz? A gente não tá encontrando aqui as peças necessárias. E aí a estátua seria inaugurada e se aproximava o dia daquela inauguração. E os moradores curiosos para ver porque era uma estátua muito querida de todos ali. E na hora da inauguração a estátua tava ali coberta com com pano, com lençol, né? E aí na hora da inauguração, então aquele lençol é retirado. E aí pra surpresa de todos, a estátua está totalmente reconstruída, a exceção das mãos que estão faltando. Mas detalhe, em vez dos dizeres: "Vinde a mim", eles colocaram os dizeres: "Vós sois as minhas mãos". E essa mensagem é lindíssima, porque vem nos lembrar do chamado do Cristo para o nosso trabalho. Ele conta conosco. Poderia contar com espíritos mais elevados? Poderia e com certeza conta, mas conta conosco também do jeito que nós estamos. podemos sempre ser útil, trazendo a nossa alegria, a nossa boa vontade em qualquer tarefa que a gente estiver desempenhando. E é interessante que como quando nós vamos lá no livro dos espíritos

tamos. podemos sempre ser útil, trazendo a nossa alegria, a nossa boa vontade em qualquer tarefa que a gente estiver desempenhando. E é interessante que como quando nós vamos lá no livro dos espíritos novamente, aí é na questão 132, nós vamos estudar sobre o objetivo da encarnação. Por que que nós encarnamos? Não era melhor a gente ficar sempre só lá na espiritualidade? evoluindo por lá mesmo, sem passar tanta coisa que a gente passa aqui, doença, fome, a própria morte é um sofrimento para nós, os nossos entes queridos que partem, a gente fica com saudade, fica eh com dor no coração. Quer dizer, são tantas dificuldades, não era mais fácil ficar por lá mesmo? Kardec perguntou pros espíritos: "Qual o objetivo da encarnação?" E aí eles respondem que Deus impõe a encarnação com o fim de nos fazer chegar à perfeição. Então a encarnação é um instrumento para que a gente vá se trabalhando para um dia chegar à perfeição de que nós humanos somos capazes, que é a nossa perfeição relativa. Mas olha o detalhe. Mais adiante nessa resposta, os espíritos vão dizer assim: "A encarnação ainda tem outra finalidade". Então não é só fazer a gente chegar à perfeição, tem outro detalhezinho ali que a gente às vezes passa meio sem perceber. A outra finalidade da encarnação é a de pôr o espírito em condições de cumprir a sua parte na obra da criação. Nós temos uma parte para cumprir. Não é a gente ficar ali esperando. Deus faz tudo, tudo ele resolve. Nós temos uma parcela na obra da criação. Cada um de nós tem a sua parte especial. E isso é tão lindo, porque nós lemos no na mensagem que foi aberta ao acaso sobre a fé. E a fé tem uma, como é que diz aqui a mensagem de Lorival Lopes, a fé de cada um de nós é diferente. A fé é íntima. Você tem uma fé que ninguém mais tem. Então nós temos não só a fé, mas características que são somente nossas. E cada um de nós tem uma tarefa a cumprir na criação. Ah, mas isso aí tá longe demais. Isso aí até eu chegar nesse ponto, ixe, mas passou tempo. Mas a gente pensa, todos nós

as que são somente nossas. E cada um de nós tem uma tarefa a cumprir na criação. Ah, mas isso aí tá longe demais. Isso aí até eu chegar nesse ponto, ixe, mas passou tempo. Mas a gente pensa, todos nós estamos aqui reunidos para fazer esse estudo e a gente com certeza está pensando, né? Todos nós estamos. Est estamos sentindo coisa boa, coisa ruim. a gente lembra de uma coisa, fica chateado, aí lembra de outra coisa, sente assim uma um calorzinho bom no coração. Então a gente tá pensando e sentindo esse esses nossos pensamentos e sentimentos, eles produzem uma energia que impacta o nosso ambiente, criando uma psicosfera, que é um ambiente espiritual no qual a gente está envolvido. Então, a gente está efetivamente, literalmente, toda hora criando. A gente tá pensando, a gente tá sentindo, a gente tá fazendo planos, a gente tá tendo lembranças, estamos então produzindo algo. E aí, que que nós temos produzido? De que será que nós temos nos cercado? Nós vivemos em um momento muitíssimo especial do nosso planeta, que é esse momento de transição, em que às vezes a gente olha para fora e fala: "Meu Deus, não vai ter jeito. Como tá difícil quando a gente se depara como notícia ruim e de uma tragédia, de uma guerra, de um sofrimento. A gente já tem o nosso coração sensível bastante para se importar com isso, para sentir, para sofrer. já temos essa essa condição. Mas o que essa constatação da realidade que nos cerca produz no nosso coração? Produz uma atitude de não se achar responsável, de não se implicar, de não se sentir capaz de fazer algo pela mudança. Ah, mas eu não consigo fazer nada assim a nível mundial. Realmente só pessoa tão pequenininha não, não consegue. Mas a gente consegue fazer algo na nossa esfera de ação ou no nosso quadrado. A gente não tem todo mundo no seu quadrado, tá ali na sua família, no seu trabalho, na sua, na sua esfera ali de convivência, a gente tem sempre algo a fazer. E o nome disso é também trabalho. Estamos trabalhando as pessoas que estão ao nosso redor, fornecendo a

lia, no seu trabalho, na sua, na sua esfera ali de convivência, a gente tem sempre algo a fazer. E o nome disso é também trabalho. Estamos trabalhando as pessoas que estão ao nosso redor, fornecendo a elas material para o crescimento. Não quer dizer que a gente se coloque numa posição de que agora eu sou a pessoa evoluída, eu aqui do alto da minha da minha evolução vou te ajudar e te oferecer o material pro seu crescimento. Não é isso. Mas nós estamos fornecendo ao outro amorosidade, compreensão, paciência, incentivo ou estamos oferecendo só críticas, projetando no outro aquilo que a gente às vezes não quer ver na gente? Aquela história que Jesus falou, a gente vê o cisquinhozinho no olho do outro, aquele defeitinho mínimo, ah, incomoda, mas os nossos defeitos a gente não vê. Então é um trabalho que nós precisamos também fazer de conscientização, de trazer para nós a responsabilidade. Nós somos criaturas criadoras. Nós criamos o tempo inteiro. O que que nós estamos criando ao nosso redor? O que que nós estamos difundindo? Nós saímos daqui dessa casa emitindo que tipo de energia e até que momento? O que nos desestabiliza quando nós nos desestabilizamos, que é, infelizmente comum no nosso nível ainda de evolução, porque a gente tá aprendendo qual é a nossa atitude, é de se deixar arrastar às vezes pelo desânimo ou pela revolta ou pela mágoa ou a gente procura lutar com os nossos instrumentos que a gente tem, com o aprendizado que a gente tem do evangelho para alcançarmos novamente o nosso equilíbrio. É a nossa tarefa. É o nosso trabalho também. Por isso, meus amigos, que Vinícius vai nos falar que quem trabalha sempre enriquece, sempre enriquece. não é de bens materiais, a gente está se desenvolvendo. E a palavra desenvolvendo é tão interessante, porque ela lembra para nós retirar o involtório de algo. E não é isso que a gente está fazendo, se desenvolvendo ou se despindo das camadas de insensibilidade que a gente ainda traz, de egoísmo, de orgulho para ir ali aprofundando e chegar na nossa essência

E não é isso que a gente está fazendo, se desenvolvendo ou se despindo das camadas de insensibilidade que a gente ainda traz, de egoísmo, de orgulho para ir ali aprofundando e chegar na nossa essência divina. Tem uma frase muito interessante que eh foi falada um querido palestrante, o Alberto Almeida, e ele, eu nunca esqueci, eu vi isso numa palestra e essa frase eu acho ela maravilhosa e eu queria dividir com vocês. Ele diz assim: "Vocês conhecem a a o ditado popular, né? Eh, de perto todo mundo é meio doido, mas diz ele de perto, mas mais de pertinho ainda, todos nós somos divinos. E é essa a nossa essência que a gente precisa desenvolver e cultivar através do nosso trabalho. Então, vamos ter a coragem de assumir o nosso papel na criação. Isso aí não é orgulho, não é a gente ser prepotente, mas é a gente ser responsável. É, eu aqui na minha condição, do meu tamanhinho, o que que eu posso fazer? É como aquela criancinha que a mãe fala assim: "Meu filho, você não consegue ainda trabalhar, se sustentar, arrumar a casa, fazer uma comida, mas você já consegue trazer o seu pratinho que você acabou de comer e botar ali na pia. A mamãe lava ou o papai lava, porque você ainda não alcança, mas você consegue fazer essa partezinha. Então, nós temos a nossa partezinha para fazer. estamos fazendo ou a gente está ainda naquela posição de criança ainda mimada, sem perceber o nosso potencial de trabalho, nosso poten para nós e assumir essa tarefa com gratidão, com amorosidade, com certeza nós seremos os maiores beneficiados dessa nossa escolha. Meus amigos, eu agradeço a vocês esse esse momento de reflexão, que nós possamos ter um pouquinho de formiga, né, como diz o nosso irmão Vinícius, mas também um pouquinho de cigarra, desempenhando as nossas tarefas com alegria, com gratidão, porque com certeza tiraremos muito proveito dela se assim o fizermos. Então, vamos fazer a nossa prece. Quem quiser novamente fechar os olhos, fica à vontade e vamos agradecer ao nosso mestre Jesus. Obrigada, querido amigo, pela

muito proveito dela se assim o fizermos. Então, vamos fazer a nossa prece. Quem quiser novamente fechar os olhos, fica à vontade e vamos agradecer ao nosso mestre Jesus. Obrigada, querido amigo, pela oportunidade da reflexão. Obrigada pelo teu exemplo de luz, por todo o teu trabalho que trouxe para todos nós a bênção do entendimento, a bênção da esperança. Obrigada, Senhor, pela confiança que depositaste e depositas em cada um de nós. que nós possamos ser merecedores da tarefa que a vida nos apresenta, encarando cada situação como uma oportunidade de crescimento. Nos ajuda, mestre Jesus, para que não nos falte o bom ânimo, para que não nos falte a coragem e para que possamos aprender a cultivar dentro de nós a gratidão pelas oportunidades que nos são renovadas. E assim, querido amigo, nós pedimos as tuas bênçãos para esse momento de encerramento da nossa tarefa desta tarde, dizendo graças a Deus. Então, com o comando nosso irmão Antônio, né, para nos conduzir até o passe. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos

presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre

mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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