O NATAL CABE NO NOSSO TEMPO ATUAL? - Claudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
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mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição. [música] Aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. >> Boa tarde, queridos companheiros da comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos os nossos ouvintes do YouTube, do Instagram. Sejam todos muito bem-vindos nesta tarde de sábado. Vamos dar início à harmonização para a palestra da nossa amiga Cláudia Piva, com uma breve leitura do livro Receitas para a Alma de Vanderlei Oliveira, pelo espírito Hernance do Fô. Confie no bem. Se os seus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Mateus, capítulo 6, versículo 22. Não amontoe mais sofrimento, permitindo-se a fixação nas faixas pessimistas. Há comentário Xavão da rotina que funciona como códigos de destruição e ruína para suas aspirações superiores. Aprenda a analisar os focos promissores de tudo e de todos. Se você não consegue essa nobre semeadura nas verbalizações, preserve sua paz interior no silêncio, defendendo-se das pragas magnéticas discriminada por toda parte. Assuma consigo mesmo o compromisso de elevação pela postura vigilante e pelo pensamento alinhado com o bem. Ore quando você oscilar no seu equilíbrio. Otimismo é a aura da saúde e da alegria para todos os acontecimentos a todo instante. Confiemos no bem. Então, meus amigos, convido a todos agora para que possamos nos acomodar em nossos assentos, fechar os nossos olhos. Vamos elevar o nosso pensamento ao mestre Jesus, trazendo a nossa tela mental. Vamos iniciar a nossa oração envolvendo todo esse ambiente, agradecendo por mais uma semana de muitas vitórias, por mais uma semana em que todo mal não chegou até nós e aos nossos familiares. Vamos agradecer ao Deus Pai de infinita misericórdia pela nossa saúde, pelo nosso trabalho, pelos desafios que chegam a nossa vida. E pedind somos, vamos rogar aos nossos irmãos que se
sos familiares. Vamos agradecer ao Deus Pai de infinita misericórdia pela nossa saúde, pelo nosso trabalho, pelos desafios que chegam a nossa vida. E pedind somos, vamos rogar aos nossos irmãos que se encontram nos hospitais, naquelas camas, sem ver a luz do sol ou à noite. Vamos rogar para que chegue a cura quem for de cura. Vamos rogar pelos nossos idosos que se encontram nas casas ou então nas mãos de cuidadores. Vamos rogar pelas crianças, aquelas que estão sobre custódia do juiz, por causa que a família ainda não tem aquele amor e aquela atenção com aquela criança. Vamos pedir a todos nossos irmãos em estado de drogadição, aos encarnados e aos desencarnados que ainda não conhecem o amor de Deus. não conhecem o amor de Jesus. Vamos pedir por esses irmãos que ainda se encontram envolto ao vício, seja da bebida, da droga, do excesso de jogos, de alimento, da viciação sexual, todos os vícios que perbulam pelo nosso órbit terrestre. Vamos rogar por todas as mães que se encontram neste momento em aflição por causa dos seus filhos. Vamos rogar a Virgem Maria Santíssima que possa abrandar o coração dessas mães, trazendo a coragem e a fé e que elas possam acreditar que o melhor acontecerá nas suas vidas e na vida dos seus filhos. Vamos rogar pelos nossos irmãos presidiários, que a que chegue até eles a palavra amiga de Deus, do nosso mestre Jesus, e que eles possam ter uma nova vida ao saírem de lá. E pedinte que somos, não vamos nos esquecer dos locais que ainda se encontram em guerra. Vamos pedir para o nosso mestre Jesus para que a Virgem Maria Santíssima possa abrandar o coração desses governantes e fazê-los enxergar o egoísmo das suas lutas. E vamos pedir também para todos os lares que Jesus possa estar com cada um de nós hoje e sempre. Graças a Deus. Agora passo a palavra paraa nossa amiga Cláudia Piva com a palestra sobre o Natal. >> Muito obrigada, Andreia. Eh, obrigada a todos que se encontram aqui no salão Dr. Bezerra de Menezes. Uma boa tarde. Boa tarde para quem nos acompanha pelas
láudia Piva com a palestra sobre o Natal. >> Muito obrigada, Andreia. Eh, obrigada a todos que se encontram aqui no salão Dr. Bezerra de Menezes. Uma boa tarde. Boa tarde para quem nos acompanha pelas redes sociais. Hoje a gente vai falar sobre o Natal, mas é uma reflexão interessante sobre será que o Natal ainda cabe nas nossas vidas, nos dias atuais, o Natal com aquele sentido do nascimento de Jesus. A gente vai conversar um pouquinho sobre isso. Eh, tiramos essa lição de vários livros, mas o principal é desse último livro aqui de Divaldo Franco, Psicografia de Joana de Angeles. É uma publicação pós desencarnação de Divaldo. São mensagens eh que ele psicografou e não teve tempo de publicar em livro e foi lançado agora tem menos de um mês. e também do livro Antologia mediúnica do Natal, um livro antigo de Chico Xavier, é psicografia de Chico e diversos espíritos, mas de outros vários livros, né? Bem, meus queridos, a gente tem no Brasil, no mundo, nós vamos falar do Brasil, porque a gente vive aqui, mora aqui, eh, uma epidemia muito grande de saúde mental. O Brasil é o primeiro país em ansiedade. Nós somos o país mais ansioso do mundo. Nós somos o segundo país mais adoecido por burnout. Burnout é aquela doença eh psicológica, mental, que a pessoa se afasta do trabalho, né, adoecida mentalmente por conta do das questões do trabalho. É o segundo no mundo de maior afastamento por Barnal. E o quinto país com maior número de depressão, são números que realmente nos impressionam e mostram que a nossa sociedade mundial, mas a os os brasileiros estão bastante adoecidos. dois motivos que os estudiosos nos falam. O principal, dois principais, quer dizer, a pandemia, que trouxe diversas questões, né, da da gente ficar mais dentro de casa, de estarmos em contato mais com a gente mesmo e também com as redes sociais. O Brasil é o país que mais que os que os brasileiros ficam mais tempo em tela. então nos traz esse essa questão da rede social, das redes sociais, das notícias, desse
mo e também com as redes sociais. O Brasil é o país que mais que os que os brasileiros ficam mais tempo em tela. então nos traz esse essa questão da rede social, das redes sociais, das notícias, desse dessas dessa velocidade das notícias e das coisas que acontecem que o cérebro humano ainda precisa se adaptar. Então, não é de se estranhar que um fenômeno mais moderno, ele venha chamando atenção dos dos estudiosos em saúde mental nessa época do final do ano. É a chamada síndrome do final do ano ou desembrite, como chamam. E o que que é essa síndrome do final do ano? Eu não sei vocês, mas assim, até uns dois, tr anos atrás, eu ficava muito triste na época do Natal, principalmente ali quando chegava realmente o Natal, o primeiro do ano. E assim como eu, muitas pessoas ficam dessa forma, ou mais ansiosas ou também mais irritadas e também eh com insônia e outros. outros sentimentos, outras questões mentais aprofundadas e que às vezes não conseguem nem curtir esse período que a gente vai ver aqui. É um período sim que a gente fica mais feliz e por isso a gente tem essas comemorações todas. Nós vamos entender aqui espiritualmente falando. E muita angústia, muita ansiedade, né? O os o tem uma uma reportagem aqui de dezembro do ano passado no site G1, os especialistas em saúde mental perceberam um crescente impacto desse fenômeno, né, dessa síndrome aí do final do ano na saúde mental da população brasileira, vem aumentando a cada ano e confirmam esses mesmos profissionais que eh o pedido ali, a demanda por ajuda psicológica ou psiquiátrica aumenta substancialmente. no final do ano, justamente por conta disso, desses sentimentos que começam a aflorar de forma mais intensa. Então, realmente, a gente tem que adotar estratégias aí para driblar esses sentimentos para que a gente se sinta melhor, inclusive para estar eh em melhor convivência com a nossa família, no nosso trabalho, preservando a nossa saúde mental, a nossa qualidade de vida, né? E tudo isso se agrava, gente, nessa
sinta melhor, inclusive para estar eh em melhor convivência com a nossa família, no nosso trabalho, preservando a nossa saúde mental, a nossa qualidade de vida, né? E tudo isso se agrava, gente, nessa lição aqui de Jon deângeles, se agrava, Jonângeles nos fala por esse quadro mundial de muitas coisas que acontecem. São guerras, guerras que nós achávamos que eh todo mundo fala muito: "Ah, não, mas tem mais de 50 focos de guerra ou quase 50 focos de guerra no mundo ainda, mas realmente países ditos civilizados estarem em guerras, em guerras que inclusive ameaçam a população mundial inteira, abala psicologicamente muitos de nós a sensação de insegurança, a sensação de que a coisa tá perdida, aquela aquele medo. Então esse quadro agrava se agrava muito nesse período. O aquele disque vida, não sei como é que é o nome que o pessoal liga quando tá com ideação suicida e liga para pedir ajuda. Eh, esqueci agora. CVB, centro de valorização, centro de valoriz CV, né? Centro de valorização da vida. Aumenta muito a quantidade de ligações no dia 24 pro dia 25 e no dia 31 pro dia primeiro. Pessoas pedindo ajuda porque estão sozinhos, estão realmente sozinhos, solitários. E esses sentimentos foram aflorando ao longo de dezembro, principalmente, e naquela noite eh se assentou profundamente. Então, eh e ainda de acordo com o levantamento feito aqui no Brasil por uma por uma associação internacional, o nível de estress e ansiedade do brasileiro aumenta cerca de 75% em dezembro. Então é muito alto esse nível de estress. Hoje mesmo eu tava vendo ali um jornal de na TV e tava falando que hoje já começa o comércio lá de São Paulo, que tem lá o BRS, né? Já começa a abrir 8 horas da manhã e vai até 6 horas da tarde. Então, justamente para as compras de Natal e tava assim burburinho de gente, um burburinho de gente, né? Eh, realmente as pessoas começam já com uma ansiedade muito grande e às vezes até sem entender o propósito. E os especialistas explicam também que isso acontece olhando o lado material, as
gente, né? Eh, realmente as pessoas começam já com uma ansiedade muito grande e às vezes até sem entender o propósito. E os especialistas explicam também que isso acontece olhando o lado material, as explicações científicas eh da Terra, porque existe uma expectativa emocional muito grande as pessoas das festas de final de ano. Então, a melancolia, né, acerca do que já passou, a gente olha o ano, às vezes olha para trás e vê que a gente talvez não tenha realizado tanta coisa quanto gostaria, às vezes fica com um pouco de frustração, ainda tem as metas pro próximo ano, que a gente tem esse hábito, né, cultural da humanidade, desenhar metas pro pro próximo ano. E às vezes, gente, isso é não é tão simples para algumas pessoas, porque às vezes a pessoa tá desempregada, às vezes a pessoa ela não tem muita perspectiva, ela caiu num fundo do poço da depressão e não consegue dar aquela alavancada. E chega essa época do ano em que fica tudo isso na cabeça, a as redes sociais, a TV, tudo pedindo comportamentos e atitudes de metas propositivas, às vezes as pessoas podem sim se desequilibrar. Então, esses são alguns dos gatilhos, né, que fazem a gente sentir esse stress maior no final do ano. Além disso, a sociedade nos pressiona para que a gente faça festas familiares, que estejamos todos em família, felizes, com toda a família reunida. E isso pode intensificar mais em nós a sensação de solidão, porque nem todos a gente tem, a gente sabe, as famílias estão bastante desestruturadas. Eh, tem um mês mais ou menos um jovem de 19 anos comentou comigo, com a minha família, que a sua família disse: "Arranja um lugar aí para passar o Natal e Ano Novo, porque aqui em casa você não fica." E assim, eh, ele é jovem, pode ser que isso não tenha afetado a sua cabeça, mas e se isso é com uma pessoa mais velha, uma pessoa adulta, uma pessoa que gosta de reunir com a família, então existe essa cobrança para que a gente, para que todo mundo fique reunido em festas de família e não é tão simples para muitos.
a, uma pessoa adulta, uma pessoa que gosta de reunir com a família, então existe essa cobrança para que a gente, para que todo mundo fique reunido em festas de família e não é tão simples para muitos. É, é, eh, às vezes é desafiador para as pessoas estarem em família, por incrível que pareça, e também as redes sociais, né? Se a gente olha todo aquele monte de foto, aquele monte de pessoas postando, eh, sempre se posta a felicidade, a alegria em que pese, a gente sabe que nem sempre é assim. E nós nos sentimos às vezes frustrados porque não estamos acompanhando aquele mesmo ritmo daquelas outras famílias que estão se reunindo no Natal. Então, eh, essa pressão pra gente atender a todos esses padrões também pode potencializar esse sentimento de inadequação ou de frustração nessa época do ano. E a gente nem consegue entender direito o que é isso, porque muitos de nós não fazemos terapia, muitos de nós nem entendemos, daqui a pouco passa, passou dezembro, passa tudo isso e seguimos em frente, mas machucados de alguma forma a cada ano, né? Então, eh, os especialistas em saúde mental têm chamado atenção de tudo isso que acontece e se acentua muito em dezembro. E aí vem a pergunta: será que existe algo mais do que isso, né, do que os os estudiosos estão colocando para nós aqui em dezembro? Eh, o esse essa nossa lembrança aqui religiosa do nascimento de Jesus, de comemorarmos o nascimento de Jesus no dia 24 pro dia 25 de dezembro. Será que ainda acabe? Considerando tudo isso que eu falei, considerando que a nossa busca é bastante consumista, considerando que muitos, muito poucos de nós lembramos de Jesus no dia, do nascimento de Jesus, do que nós estamos comemorando de fato. E os espíritos nos dizem que sim, existe sim algo mais. E nós vamos nos valer então de histórias reais contadas pelos espíritos nesse livro. Antologia mediúnica do Natal aqui por irmão X, que foi Humberto de Campos. Quem quiser depois pesquisar quem foi Humberto de Campos, foi um grande eh escritor brasileiro, né? Então ele
os nesse livro. Antologia mediúnica do Natal aqui por irmão X, que foi Humberto de Campos. Quem quiser depois pesquisar quem foi Humberto de Campos, foi um grande eh escritor brasileiro, né? Então ele trouxe depois de desencarnado a história do Natal do Apóstolo, que nos conta o que que acontece na espiritualidade nessa época do ano de dezembro. Então ele começa contando que lá quando Simão Pedro saiu da prisão para ir pro seu eh sacrifício, né, quando tiraram Simão Pedro da prisão para ir pro seu sacrifício, o derradeiro sacrifício aqui na terra, ele em que pese o o andar firme, o olhar, né, firme. Ele estava varado de angústia, lógico, de tristeza. Porque ele estava indo pro sacrifício. Todos nós sabemos como que ele foi eh morto, foi crucificado, né? De cabeça para baixo. Ele já tinha mais de 80 anos, gente. Imaginemos que naquela época as pessoas tinham uma vida muito pior que a nossa. Então, uma pessoa de 80, mais de 80 anos naquela época era muito mais judiado, vamos falar assim, física e psicologicamente do que uma pessoa de 80 anos de hoje. E todos ali que acompanhavam ele, né, começou aquela caminhada até o local em que ele ia ser flagelado e morto. Os cristãos estavam acompanhando ele com muita tristeza, né, escondendo ali o próprio medo, o próprio desespero. As mulheres, as crianças sempre, como quando Jesus foi crucificado, também acompanharam Jesus e elas também acompanharam Pedro e tentavam, né, beijar as mãos de Pedro numa última tentativa de demonstrar o carinho e o respeito. Pedro era muito respeitado. mesmo ali com todo o medo que as pessoas tinham, ele ainda eh as pessoas demonstravam muito respeito por ele e até os soldados romanos, né? Porque ele foi crucificado ali, flagelado pelos romanos. Todos eles também tinham bastante respeito por Pedro. E exceto um um dos pretorianos que ele se chamava sertório anisseto, ele realmente era muito desrespeitoso e vinha o tempo todo xingando e falando desrespeito, palavras de bastante desrespeito para para Pedro, né? xingava
etorianos que ele se chamava sertório anisseto, ele realmente era muito desrespeitoso e vinha o tempo todo xingando e falando desrespeito, palavras de bastante desrespeito para para Pedro, né? xingava ele de velho, de judeu sujo, de judeu safado, de lixo humano, de ladrão e e que eh daqui a pouco ele ia ser desmascarado, eh que chegou ao fim dele. Então, fazendo toda uma pressão psicológica de um senhor de mais de 80 anos que tava indo pra morte, completamente desnecessário, mas ele fazia isso, né? E só que Pedro mal ouvia aquilo ali, né? Ele compreendia que chegou a sua hora, ficou preocupado inicialmente com a continuidade da boa nova e começou a orar a Jesus pedindo que tivessem novos trabalhadores que levassem o trabalho de Jesus à frente. Enquanto caminhava, ele começou a rever as passagens lá do início da caminhada de Jesus na terra, o lago de Genezaré, as o cheiro das romanzeiras, o cheiro das flores, o o a brisa, chegava a sentir a brisa do do mar de do mar de Cafarnaum, né? E apesar de tudo isso, de tudo aquilo que ele tava vivendo, de toda aquela experiência indo para um flagelo, indo para um sacrifício, ele não via mais aquela aqui aquilo tudo que tava acontecendo ali. Quando atingiu o local lá do suplício, passou, parou a caminhada, né? Ele se entregou aos aos soldados automaticamente e mal sentiu quando, lembremos, né, gente? a gente não consegue nem imaginar um negócio desse nos dias de hoje, mas mal sentiu quando pregaram, né, que não era um prego desse tamanho, né? Era um prego desse tamanho para atravessar um pé, para atravessar uma mão e para pregar a pessoa tem que ser algo grande e grosso para realmente deixar a pessoa presa naquele madeiro. Então, mas ele mal sentiu quando começou a sua tortura. E ali foi mesmo de cabeça para baixo, a morte tardava, ele não morria. E Aniceto, aquele pretoriano furioso, se enfureceu de tal forma que pegou um pedaço de pau, um pedaço de pedra e jogou na cabeça de Pedro ali finalizando. Então, jogou de forma muito
, ele não morria. E Aniceto, aquele pretoriano furioso, se enfureceu de tal forma que pegou um pedaço de pau, um pedaço de pedra e jogou na cabeça de Pedro ali finalizando. Então, jogou de forma muito pesada, né, de forma muito um pedaço de pedra desse tamanho que realmente partiu, né, a cabeça dele rompeu o crânio e ele então veio a morrer sem quase sentir. Percebeu assim o sangue, mas quando viu já estava fora do corpo. E quando viu, já não sentia mais aquele peso daquele corpo velho, daquele corpo cansado, daquele não sentiu o suplício físico, mas eh agradeceu a ao corpo que ele ficava. E quando ele vê, ele só enxerga uma luz muito grande vindo em sua direção, que era o mestre vindo recebê-lo, obviamente depois de tantos anos de entrega ao cristianismo. E feliz, muito feliz, ele se entrega ao mestre que o leva então para as paragens para repousar, para se recuperar e mais à frente voltar a trabalhar. E isso era eh tinha passado ali era era o ano de 69, se não me engano. Isso, junho, junho de 67. Então, considerando, há algumas divergências históricas sobre se Jesus nasceu em dezembro ou não, vamos nos abster das divergências dos historiadores e vamos considerar a data de dezembro. Então ele assim que ele desencarnou se recuperou e narra a história aqui que ele ficou eh visitando as paragens, né, de luz, se recuperando de todo o período aqui na Terra, conversando com Jesus, com os apóstolos, com os familiares, reavendo então a sua vida espiritual plena após todos os anos de sacrifício aqui na Terra. Mas chegado dezembro, justamente no dia 24, ele feliz recebe a visita de Jesus que diz: "Pedro, vou ter que me ausentar por um período porque eh, mas não tem problema. você fica aí, continue se recuperando, continue vendo os seus amores, os seus afetos, mas eu vou precisar me ausentar por um período. E Pedro então diz: "Nossa, mestre, mas assim a gente mal se encontrou e já vamos se separar?" Ele falou: "Não, eu preciso, eu preciso voltar pras minhas ovelhas, as ovelhas perdidas da casa de
eríodo. E Pedro então diz: "Nossa, mestre, mas assim a gente mal se encontrou e já vamos se separar?" Ele falou: "Não, eu preciso, eu preciso voltar pras minhas ovelhas, as ovelhas perdidas da casa de Israel, que simbolicamente Jesus chama a casa de Israel. Mas sabemos que é toda a população de espíritos encarnados e desencarnados que Jesus recebeu para guiar-nos a todos nós. E Pedro diz: "Não, então se for possível, eu quero seguir com o Senhor." E Jesus permite. E eles vêm, então, isso era o ano de 67, os cristãos estão nos cemitérios. Se nós lembrarmos, os cristãos se escondiam nos cemitérios. estão ali cantando e eh louvando a Jesus numa simbólica comemoração ao seu nascimento. Quando eles chegam nesse local, Jesus fala para Pedro: "Pedro, ouve, alguém te chama". E Pedro, então, afia, né, seu ouvido. Ele ainda está aprendendo a lidar com o mundo espiritual, mundo material, como ele, o mundo ele desencarnado, lidar com o mundo material. Ele afina então o seu ouvido e percebe um homem triste, um homem novo, muito triste, desesperado mentalmente, suando muito e com filhinho nos braços que estava uma febre muito alta à beira da morte por conta da altura da febre e que não passava. Era aquele pretoriano de alguns meses atrás que justamente tinha tido aquela crise de fúria e atirou uma pedra na cabeça de Pedro e disse: "Morre, bruxo com tanto ódio que". E, mas Pedro não percebeu isso e nunca, obviamente, guardou mágoa, rancor ou sequer algum algum pontinho de tristeza para com o anisseto. Quando ele percebe esse pedido mental do Aniceto que estava fazendo uma prece naquele momento com filho nos braços, ele não hesita em momento algum dá um beijo na testa do seu antigo inimigo, coloca a mão na cabeça do filhinho que logo a febre cede e que então eles seguem a vida ali pra frente, eh, sem aquela doença que tinha eh afligido o seu filho. E ele então, Anisseto, no íntimo, entende que a sua prece tinha sido atendida e eh os cantos juntos junto com os outros cristãos, né, de glória a Deus nas
ela doença que tinha eh afligido o seu filho. E ele então, Anisseto, no íntimo, entende que a sua prece tinha sido atendida e eh os cantos juntos junto com os outros cristãos, né, de glória a Deus nas alturas, paz na terra aos homens de boa vontade, em comemoração ao Natal do Cristo. E para o Rude legionário de César, que era Nisseto, que era um pretoriano, começava uma vida nova. E para Simão Pedro, o serviço continuou e continua até hoje. Esses foram os foram as primeiras essas foram as primeiras vindas de Cristo e seus e os espíritos amigos neste período do Natal aqui na terra, neste período de dezembro aqui na Terra. Eles vêm, como nos relatam os espíritos, e fazem essas visitas espirituais aqui neste mês em específico, porque estamos com o coração mais aberto, via de regra, boa parte da população, não obstante alguns ainda, com esses sentimentos depressivos, com esses sentimentos eh de não acreditar nesse nesse período. E muitos podem perguntar, mas os os que não são cristãos sentem também? Sentem também não por pelo Cristo ou pelo motivo do Cristo, mas aqueles que são, que têm um coração voltado ao bem, vão sentir essa vontade de ser melhor, que nós sentimos vontade de ser melhor, sentimos vontade de fazer mais caridade, sentimos, temos mais esperança nas coisas, nos deixamos envolver. Se nós nos deixarmos nos envolver minimamente, minimamente por esse período Natal, a gente sente mais alegria, a gente sente vontade, como eu falei, de fazer caridade. a gente pega as cartinhas dos correios, as cartinhas de tem várias ONGs que distribuem cartinhas diversas e muitas vezes aquilo ali nos acende essa vontade de começar um trabalho de caridade, de começar um trabalho com uma ONG, com, enfim, eh, a fazer o bem, mesmo que depois a gente pare. Mas é essa aproximação da espiritualidade que Jesus manda esses espíritos de luz para mais perto de nós. e fazemos planos, inclusive materiais, cursos, faculdade, tirar carteira de motorista, enfim, fazemos planos porque estamos com aquela aquele influxo de
esses espíritos de luz para mais perto de nós. e fazemos planos, inclusive materiais, cursos, faculdade, tirar carteira de motorista, enfim, fazemos planos porque estamos com aquela aquele influxo de energia positiva da espiritualidade que vem até nós. Eh, e isso para os espíritos mais sensíveis, essa aproximação dos espíritos superiores pode causar o quê? uma sensação de melancolia, como tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo. Ele nos diz assim, ó: "Sabeis por às vezes uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? é que vosso espírito, aspirando a felicidade e à liberdade, se esgota jungido ao corpo que lhe serve de prisão em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo. E como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lacidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e vos julgais infelizes. A depressão. Então, nós sentimos esse anseio, nós sentimos essa vontade de ser melhor, nós sentimos essa vontade de fazer o bem, nós sentimos essa vontade de sucesso material, espiritual, de sermos melhores, mas é é o espírito tá ali lutando. Daqui a pouco ele olha uma TV, daqui a pouco ele olha o celular e vê a guerra, a morte, feminicídio, o aumento. Taxa de feminicídio aumenta, taxa de violência aumenta. Eh, ricos da Faria Leimers que são não são presos, enquanto que o pobre coitado que passa fome e rouba meio kg de carne, é morto no mercado espancado. E aí nos abatemos, e aí nos sentimos tristes e aí pensamos: "Não consigo mudar o mundo". Mas o convite não é mudar o mundo, é mudar a nós. E lá nessa lição, os espíritos continuam nos dizendo: "Credeme-me, resistir com energia a essas impressões que vos enfraquecem à vontade. São inatas no espírito de todos os homens as aspirações por uma vida melhor, mas não as busqueis neste mundo. Lembrai-vos de que tendes de desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou. Então, às vezes nós
te mundo. Lembrai-vos de que tendes de desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou. Então, às vezes nós pensamos: "Não, eu tenho que fazer mudar o mundo, eu tenho que acabar com a fome que seja no meu bairro, eu tenho que acabar com os os as pessoas em situação de rua". Não, aqui tá muito claro no Evangelho Segundo Espiritismo, nós temos uma tarefa dada pela espiritualidade amiga antes da gente reencarnar de acordo com as nossas potencialidades. E muitas vezes está ali na nossa família, no nosso trabalho, naquele nosso dia a dia. Vejamos a quantidade de desafios que nós temos para nos vencer, para nos eh sermos mais empáticos com aquele que está lá dentro da nossa casa. com aquele que está lá no nosso trabalho, na nossa escola, aonde quer que a gente esteja. E esse é o nosso passo de formiguinha que vai nos dando vibra moral. Do mesmo jeito que eu já falei algumas vezes aqui que na academia a gente começa com pesos pequenininhos, mas a gente, se formos com frequência, ao final de 1, 2, 5 anos, nós estamos com pesos razoáveis, mas também nunca vamos pegar pesos muito altos. é de acordo com a nossa capacidade, com a nossa força. Da mesma forma, a musculatura espiritual, a musculatura da nossa capacidade de enfrentar os desafios começa devagar. E de que forma angar forças pra gente olhar para as nossas promessas não cumpridas do ano que se acaba, do ano de 2025, que a gente prometeu um monte de coisa, coisas materiais, coisas espirituais, as novas promessas que a gente quer fazer e não se sentir deprimido e não se sentir arrasado, frustrado, quando a gente não se sente um fracasso, quando a gente não se olha e diz: "Nossa, Mas assim, esse ano eu não fiz nada. Esse ano eu sou uma completa fracassada. Um completo fracassado. É olhando para este momento de final de ano com a perspectiva que é para olharmos, não para nos culparmos e sim para vermos o que podemos fazer de melhor. Com a
eta fracassada. Um completo fracassado. É olhando para este momento de final de ano com a perspectiva que é para olharmos, não para nos culparmos e sim para vermos o que podemos fazer de melhor. Com a ajuda de quem? Com a ajuda da espiritualidade amiga. Com a ajuda de Jesus. A Joana de Angeles diz que a gente tem que tirar Jesus da cruz, daquela nós nós colocamos Jesus naquela cruz e enxergamos ele nessa distância muito longe de nós. Mas não, ele está perto e principalmente em dezembro, ele está mais perto ainda. Esse dezembro e todos os outros dezembros, é importante que a gente lembre o que que é o Natal, por que estamos comemorando esse dia 24 para 25, que é o nascimento de Jesus. Mas historicamente, como é que era nessa época quando Jesus nasceu? É importante que a gente faça esse para fazer essa conexão com aquela época, para fazer essa conexão que nós estávamos lá, possivelmente, porque somos espíritos imortais e estamos aqui hoje num conhecimento espírita, ou seja, temos uma maturidade espiritual para compreender esses ensinamentos. Então, muito possivelmente, como mais daqui a pouco estará aqui, nos afirma, estávamos lá. mas não reverenciando os ensinamentos do Cristo. Estávamos lá apedrejando os seguidores de Jesus, muito possivelmente, porque ainda estamos aqui lutando com dificuldade frente a seguir o evangelho ou não. E naquela época a maioria do povo era constituída de judeus pobres, sobrecarregados de impostos, de Roma, de Jerusalém. Eles eram cheios de medo, cheio de ódio. Eles trabalhavam muito para ganhar muito pouco a maioria da população, muito preconceito, uma religiosidade que tava aí abalada pela hipocrisia dos sacerdotes, dos dos sacerdotes ali da religião eh judaica, do não seguiam o o a religião romana. Eu me distraí um pouco porque acendeu lá a luz vermelha, mas não é não, né, Andreia? [risadas] E, ou seja, os espíritos nos dizem que tinha uma uma similaridade muito grande com a época em que nós vivemos hoje, uma época de dificuldades financeiras para muitos, em que pese
é, Andreia? [risadas] E, ou seja, os espíritos nos dizem que tinha uma uma similaridade muito grande com a época em que nós vivemos hoje, uma época de dificuldades financeiras para muitos, em que pese tudo que nós evoluímos em termos sociais, em termos de leis trabalhistas, em termos de evolução, mas ainda temos fome no mundo, ainda temos pessoas com uma situação de pobreza extrema, inclusive no Brasil, ainda temos locais no Brasil viu que não tem água, que a água não chega. Em dezembro de 2016, eu fui visitar meu tio em Fortaleza. Ele faz um trabalho no interior do Ceará e nós somos nesse sertão. É assustador a gente pensar que isso existe ainda para quem mora em cidade grande, eu vim, eu vim do interior do Rio Grande do Sul, mas numa cidade de 200.000 habitantes. É uma cidade que já tem tudo, né? E nunca morei em cidade sem acesso a esgoto, agapotável. E lá nós vimos casa de barro, de verdade, de barro mesmo, sem água, água a 200 km de distância. A casinha que as pessoas mal conseguiram, uma pessoa mais alta não consegue ficar em pé no olho do sol porque não tem árvore, né? Aquele aquela catinga mesmo. E morando ali 15, 20 pessoas dentro da mesma casa. E nós vimos esse trabalho que ele fazia ali na casa espírita levando trabalho, porque tinha um polo de uma panificadora para essas pessoas. Eh, aí tinha poço artesiano, enfim, né? Cesta básica, essas coisas todas. E nós não somos capazes de imaginar o sofrimento dessas pessoas, porque o sofrimento vem antes, né? é um sofrimento material muito grande. É um, é uma uma falta de tudo do que a própria Constituição diz que nós temos direito, que é direito a uma casa, direito à água, direito à energia, direito a saneamento básico. Mas essas pessoas não têm e são muitas pessoas no nosso Brasil, principalmente no interior do Nordeste e no interior do norte do nosso país. Então, quando nós vemos esse quadro, se assemelha muito ao quadro de quando Jesus nasceu. E os espíritos nos dizem isso. Por isso que relembrar a essência do Natal, mesmo
erior do norte do nosso país. Então, quando nós vemos esse quadro, se assemelha muito ao quadro de quando Jesus nasceu. E os espíritos nos dizem isso. Por isso que relembrar a essência do Natal, mesmo que depois a gente vá pras festas e troque os presentes e beba um pouquinho, nada de excesso, não é pecado, né? É só a gente parar um pouquinho para refletir no momento, um pouco antes, às vezes, né, muitas pessoas vão na missa aqui, tem dia 24, uma sessão especial de Natal, a gente conectar um pouco mais com o verdadeiro significado do Natal, não somente pela festa material, porque aí nós vamos perceber essa aproximação de Jesus, da espiritualidade amiga. Nós vamos nos permitir essa aproximação carinhosa de Jesus para conosco. O nosso psiquismo, o nosso psiquismo alcança essa aproximação da espiritualidade amiga. Eh, os espíritos nos convidam, então, essa vivência evangélica nesse momento. Mas, Cláudio, eu tenho que ficar ali o o dezembro inteiro rezando? Não, não, não é isso. É pararmos para refletir. Os espíritos nos convidam a refletirmos 5 minutos por dia. E quem sabe 5 minutos para alguém que precisa mais do que nós. Não sei se vocês viram o caso, já tem um tempinho já, de uma pessoa lá do de Manaus, era uma moradora de rua e viciada em drogas, que que dançou e cantou uma música da Madona. Essa mulher, quando a gente olha esse vídeo, ela era o exemplo do que não é ser humano. Só pele e osso, cabelo desgrenhado, suja, sem dentes. E ela canta e dança uma música da Madona. Sabe aonde que esse vídeo, por causa das redes sociais, foi parar? Nas mãos da Madona e possivelmente ela gastou 5 minutos do seu tempo e apadrinhou essa senhora. Quando ela apadrinhou essa senhora, ela foi levada para onde? Para um tratamento psiquiátrico. É o que os usuários de droga precisam. tratamento psiquiátrico, tratamento psicológico. Essa senhora que perdeu o filho de 18 anos, ela dançava naquele momento cheia de droga, consumindo seu cérebro e homenageava seu filho, que tinha morrido assassinado nas ruas de Manaus.
o psicológico. Essa senhora que perdeu o filho de 18 anos, ela dançava naquele momento cheia de droga, consumindo seu cérebro e homenageava seu filho, que tinha morrido assassinado nas ruas de Manaus. Madonna possivelmente perdeu 5, 10 minutos, uma hora de sua vida e apadrinhou essa moça. Ela fez o seu tratamento psiquiátrico, ela fez o seu tratamento psicológico e transformou a sua vida. Ela saiu de 32 anos paz vem de droga, o que não é fácil. É muito difícil para um usuário, realmente um usuário que tá há muitos anos com droga pesada sair desse vício. Hoje ela está se formando em psicologia porque ela quer ajudar outros irmãos de rua a saírem do vício. Ela quer dar essa oportunidade. Ela vai conseguir dar essa oportunidade para 100 para todos. Talvez ela consiga ajudar um, dois, mas é dentro do que ela conseguirá fazer. E esse é o convite da espiritualidade. Mas alguém filmou, espalhou pra internet. Olha aí o lado bom da internet. espalhou, viralizou, começou a rodar o mundo e alguém mostrou paraa Madona e ela se condoeu. Olha que bonito. A gente não sabe, muitas celebridades fazem a caridade sem que a gente saiba. Nós não sabemos, mas eles estão fazendo a caridade. como nos conta Divaldo, que irmã Dulce numa época de Natal para pagar o 13º das eh das pessoas das freiras ali que eram contratadas, né, no seu na lá no seu no seu instituto que ela tinha, eu acho que ainda tem, e ela não tinha dinheiro, não tinha da onde tirar. E ela recebe uma ligação de um famoso chamado Roberto Carlos, que diz: "Olha, irmã, eu tenho aqui alguns algumas centenas de milhares de sei lá que moeda era na época e eu gostaria de fazer uma doação. Senhora, aceita?" Oh, glória, né? Aceito. E ali ela recebeu. Ele pediu para que ela não contasse para ninguém. Ela contou para Edivaldo, eu assisti a primeira palestra ou as primeiras palestras que Divaldo não contava que era Roberto Carlos, mas Divaldo nos últimos anos de vida resolveu contar que era Roberto Carlos essa pessoa que possivelmente faz muitas
palestra ou as primeiras palestras que Divaldo não contava que era Roberto Carlos, mas Divaldo nos últimos anos de vida resolveu contar que era Roberto Carlos essa pessoa que possivelmente faz muitas outras caridades que a gente não sabe. E nós podemos também fazer nos tocar desse amor, nos tocar desse sentimento que nesse nessa época do ano nos aflora mais. E agora a gente sabe por quê? Porque Jesus está mais perto de nós. Jesus nunca se afasta de nós. Mas em dezembro ele chega um pouquinho mais perto. E a gente precisa também deixar conectar o nosso psiquismo ao dele. Nesses 5 minutos que a gente faça de reflexão sobre a vida dele na época do seu nascimento. Por que será que ele nasceu entre animais? Nasceu na natureza, não tinha ninguém ali lá na estrebaria, como relata, só os anjos chegam e chamam os pastores que estavam ali pastoreando. Então vem os pastores. Para onde a gente vai, gente, hoje em dia quando a gente quer relaxar a nossa mente para o campo, para uma praia, sem ninguém, mais deserto possível, não é assim? é lá sob o manto da natureza, acolhido por Deus e pelos anjos do Senhor, que nada mais são do que espíritos luminares, espíritos que vieram ali, estiveram com Jesus durante todo o tempo da sua missão aqui na terra. Mas isso só pode ser num local calmo, tranquilo, com as energias da natureza, o prana da natureza. Então, tudo faz sentido quando a gente começa a conectar com os ensinamentos que a gente tem hoje e não deixa só no místico, só no religioso. E aí começa tudo a fazer muito mais sentido e isso passa a se tornar algo um pouco mais natural. E como os espíritos nos dizem, só 5 minutos basta, como os médicos nos dizem que só meia hora de academia basta pro bem-estar da saúde física, é assim que a gente pode começar. E para responder então à nossa questão aqui, se o Natal cabe nos dias atuais, esse Natal de relembrar o Cristo, de relembrar o seu nascimento, cabe sim. E se a gente começar a prestar atenção? E se a gente começar a ler um pouco mais
estão aqui, se o Natal cabe nos dias atuais, esse Natal de relembrar o Cristo, de relembrar o seu nascimento, cabe sim. E se a gente começar a prestar atenção? E se a gente começar a ler um pouco mais sobre isso, a olhar séries, filmes que falem sobre o Natal, as estudos dos estudiosos aí da mente falam que olhar filmes de Natal, aqueles filmezinhos bobos lá de Natal, nos faz muito mais feliz e muda muito a nossa a nossa mente, a nossa mente negativa que tá vendo a toda hora no nosso celular. esse esse essa onda de pessimismo, essa onda de coisa ruim e que a gente acaba conectando e a gente acaba se perturbando e se deprimindo muito e às vezes até não acreditando no bem, não acreditando que a vida faz sentido, não acreditando que a gente pode ser melhor, não acreditando que as pessoas possam ser melhores. Se nós começarmos a fazer isso e principalmente em dezembro, prestar atenção nos nossos sonhos, prestar atenção nas nas mensagens que nos chegam, quem frequenta grupo mediúnico, nas mensagens dos amigos espirituais, nas palestras aqui, naquilo que a gente ouve na acústica de nossa alma, a gente vai ver que Jesus está presente conosco, mesmo que a gente não perceba. Para finalizar, nós vamos trazer uma história também do livro Antologia Mediúnica do Natal, que nos conta a história de um cavaleiro da época medieval, que era um seguidor do Cristo e que a vida dele era seguir o Cristo. E ele realmente era um um nobre na época das cruzadas, ele se chamava Darsonvall. Se a gente procurar na internet, essa esse esse sobrenome aqui existe ainda. E ele então era francês, morava na França, mas não em Paris, né? E ele então era um um pouco era um senhor, já era casado, tinha filhos e foi viajar, se se localizava ali na na nos arredores de Paris. Ele teve algumas viagens internacionais, todas elas, para encurtar um pouco a história da do nosso tempo, todas elas, quando ele saía de casa e passava por uma determinada curva do caminho, ele via um mendigo leproso que lhe pedia,
acionais, todas elas, para encurtar um pouco a história da do nosso tempo, todas elas, quando ele saía de casa e passava por uma determinada curva do caminho, ele via um mendigo leproso que lhe pedia, que l que lhe estendia a mão e lhe pedia então eh alguma esmola. Ele sempre, né, muito poderoso, muito luxuoso, aquela aquelas armaduras, né, daquela época, como ele era muito religioso e realmente queria seguir o Cristo, ele sempre deu alguma alguma coisa para aquele mendigo, mas dava coisas assim, né? Não era uma esmola. Primeira primeira coisa que ele deu foi um um saco de dinheiro, depois ele deu um brilhante, um diamante. E assim ele foi em todas as suas viagens. Mas ele mal olhava pra cara do mendigo. A gente nem faz isso, né, gente? Ele ia lá e jogava pro pro mendo, coitado do mendigo, fazia a caridade. Quando mais paraa frente ele ficou, durante essas viagens, a vida dele material foi ficando bem ruim, até que ele foi para uma cruzada, foi convocado por uma cruzada. E nessa cruzada, então, ele luta valorosamente, só que ele vai preso pelos pelos mouros, né, que o prenderam e ele fica preso, todo mundo volta, é dado como morto. Fica anos e anos e anos e anos e anos. Os anos passam muitos anos preso, até que ele consegue ser solto e aí já tá muito envelhecido, muito adoecido, quase cego. E volta para França e vai então primeira coisa, vai em busca da sua casa. Que que vocês acham que aconteceu? Sua esposa já tinha outro marido. Seus filhos achavam que era um mendigo. Botaram os cachorros nele para correr. Ele vai em busca dos antigos amigos. Vocês sabem o que que acontece quando a gente perde poder, quando a gente perde dinheiro, quando a gente perde juventude, quando a gente perde esse poder momentâneo que nós temos na Terra, nenhuma alma mais se levanta, né? nenhuma mão amiga se estende e ele fica então vagando por aqueles arredores ali, tento uma última vez ir até em casa e quando ele é escorraçado, só que dessa vez os cachorros o atingem, cachorros ferozes o atingem
miga se estende e ele fica então vagando por aqueles arredores ali, tento uma última vez ir até em casa e quando ele é escorraçado, só que dessa vez os cachorros o atingem, cachorros ferozes o atingem e ele ali já velho, adoecido, quase cego e ainda todo ferido do do das mordidas do cachorro, vai pela mesma estrada. que ele ia quando era jovem, mais jovem, bem mais jovem e cheio de dinheiro e poder, encontra quem? O mendigo. E quando ele encontra o mendigo, ele tem aquele ímpeto de pegar alguma coisa para dar, para doar, porque ele era muito caridoso de de fato. Só que ele pensa: "Meu Deus, o que que eu vou dar para esse mendigo? Eu sou um mendigo agora". E a única coisa que ele podia dar um abraço. E ele vai e abraça esse mendigo. E esse mendigo então fala para ele: "Finalmente, finalmente você me deu o que eu esperava, que era o seu coração e não os seus bens materiais". Nesse momento, ele vê uma luz muito grande e vai em direção dessa luz. É. Nesse momento que ele desencarna, que Jesus vem buscá-lo, ele desencarna. Jesus que ele sempre seguiu de uma forma equivocada, mas com muita fé dentro do seu coração. E quando ele deu realmente o que Jesus pedia, que era o seu coração, Jesus vem buscá-lo naquela, naquele período natalino, porque Jesus estava mais próximo na terra, Jesus o resgata. E no outro dia pela manhã encontram o corpo de um mendigo que nada mais foi do que um senhor poderoso, um senhor feudal que lutou. Senhor feudal Darsoval, que lutou pelo Cristo nas cruzadas, mas que quando entregou o seu coração a Jesus, recebeu o maior presente que ele poderia receber, que foi Jesus vir buscá-lo aqui na terra para levá-lo para as paragens siderais, para o campo espiritual de luz que ele tanto buscou. Então, meus queridos, Jesus está assim entre nós. Não podemos duvidar disso. As nossas intenções muitas vezes são muito boas e permaneçamos com ela, como esse nobre Darsonv, mas demos mais do que a gente entende de bens materiais ou de tempo. do nosso coração, do nosso
disso. As nossas intenções muitas vezes são muito boas e permaneçamos com ela, como esse nobre Darsonv, mas demos mais do que a gente entende de bens materiais ou de tempo. do nosso coração, do nosso sentimento, principalmente nesses momentos de dezembro, que os espíritos nos esclarecem, nos trazem diversas lições e a gente então fica com esse coração mais aberto. Ficamos então com o psiquismo, se a gente sintonizar mais conectado a Jesus, continuemos com a vontade de crescer moralmente, espiritualmente, materialmente. Amos as nossas promessas para o ano que se inicia. Daqui a pouco é só um ciclo, é só uma passagem, mas é simbólica. E essa simbologia os espíritos aproveitam para nos incentivar ao bem, para nos incentivar a cumprirmos as nossas tarefas, para nos incentivar a vencermos essa reencarnação, porque estamos aqui para crescermos espiritual, intelectualmente e sairmos daqui melhores, todos nós melhores, para retornarmos aonde? A casa de Israel, da onde a gente saiu, mas a casa de Israel simbólica, que é o reino de Deus, o reino de Jesus, os ensinamentos do Cristo, ele continuará nos pedindo, nos orientando, nos esclarecendo, porque ele falou que nenhuma ovelha se perderá. Nenhuma, nem nenhum de nós, nem aquele mais criminoso se perderá. Quem dirá nós que já estamos aqui sentados, encarnados e desencarnados, querendo ouvir um pouco sobre o Cristo, querendo fazer um pouco mais de bem? A gente sim, já estamos sim um passo além, mas que a gente possa reforçar um pouco mais esse passo, apressar um pouco mais ele, robustecer a nossa musculatura moral, nossa musculatura espiritual e neste dezembro deixar as nossas energias do bem florescerem mais, a nossa empatia fica maior, o nosso amor, a nossa esperança em dias melhores se fortalecer e contagiar a tantos irmãos nossos, a tantos irmãos nossos que na noite do Natal ou na noite do ano novo estão sozinhos, estão deprimidos, estão tristes, estão jogados numa valeta, num numa rua, cobertos às vezes de sujeira, sem
nossos, a tantos irmãos nossos que na noite do Natal ou na noite do ano novo estão sozinhos, estão deprimidos, estão tristes, estão jogados numa valeta, num numa rua, cobertos às vezes de sujeira, sem nenhuma família. Lembremos que lembremos dessas pessoas, talvez naquele momento em que a gente esteja lá cercado da família, cercado de energias boas, cercado de coisas materiais, 5 minutos de pensamento por eles reverberá em anos de luz de coisas boas para nós. Que Jesus nos acompanhe, que a gente consiga ser melhor, que nós possamos ter boas energias. O mundo precisa muito da nossa esperança. O mundo precisa muito da nossa energia no bem. O mundo precisa muito de cristãos honestos, de cristãos corajosos para fazer o bem, de pessoas que façam o bem e conectem psiquicamente com os ensinamentos de Jesus, principalmente nesse momento em que o mundo carece de tanto amor, em que o mundo tem tanta violência, em que o mundo tem tanta coisa ruim, que sejamos nós a fazer a diferença que a gente quer pra nossa sociedade e pro nosso planeta. Um bom final de semana a todos. Que se a gente não se falar nesse dezembro ainda, todos tenham um excelente Natal, um ano novo de muita paz e que nossas famílias sejam abençoadas pelo amor do nosso mestre Jesus. Que assim seja. Pois é, queridos amigos, palestra maravilhosa, né, essa tarde de reflexões sobre o Natal que a nossa irmã Cláudia Piva nos trouxe, onde nós vamos poder, né, trazer não só para o dia 24, pro dia 25, mas todos os dias que findam agora 2025 e os dias de 2026 vamos fazer todos os dias que sejam Natal, não somente em nosso coração, mas no coração dos do nosso próximo, dos nossos familiares e daqueles que nós vemos durante a nossa semana, durante o dia no nosso trabalho, na escola. Vamos fazer esse Natal todos os dias em nossa vida. Convido todos agora a fechar os olhos e aproveitar este clima de harmonia, de paz, onde cada qual já foi tratado pela espiritualidade amiga. Vamos fazer um Pai Nosso, mas um Pai Nosso, aonde o
a vida. Convido todos agora a fechar os olhos e aproveitar este clima de harmonia, de paz, onde cada qual já foi tratado pela espiritualidade amiga. Vamos fazer um Pai Nosso, mas um Pai Nosso, aonde o nosso coração possa envolver todo o planeta Terra, todos os lares, todos os hospitais, os abrigos, os presídios. Que não fique um canto sequer sem a luz do nosso amor, sem a luz do nosso Cristo. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como estamos aprendendo a perdoar a quem nos tem ofendido. E não nos deixes, Senhor, cairmos em tentação, pois teu é o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Queridos irmãos que estão aqui no auditório Bezerra de Menezes, aqueles que estão no YouTube, no Instagram, convido a vocês que estão nas redes sociais para aguardar o passe virtual e aos que estiverem aqui no auditório podem aguardar que serão chamados calmamente. Em breve teremos a palestra de Maí e Braga. Um bom final de semana a todos, um excelente Natal e um próspero ano novo. >> Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do
, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.
[música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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