Natureza, tu me amas? | 2ºENER
2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo Tema-geral: “Pedro, tu me amas?” (Jo 21:15) Local e data: Federação Espírita Brasileira — 19 a 21 de setembro de 2025 🎤 Palestra Título: Natureza, tu me amas? Expositor(a): Geraldo Campetti Este vídeo integra a série de publicações individuais do 2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo, realizado na sede da Federação Espírita Brasileira (FEB). O encontro promoveu confraternização, avaliação e aprofundamento da metodologia do projeto O Evangelho ...
Então, meus amigos, continuando rumo à luz, convidamos agora o amigo irmão Geraldo Campete Sobrinho, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira na área de divulgação doutrinária, autor, editor, palestrante e apresentador de programas da FEB TV, que nos brindará com a palestra interativa Natureza, tu me amas. Geraldo Campete. >> Boa tarde. Olha aqui, depois desse pessoal cantando maravilhosamente bem, quem ouviu ontem também o fio que está aqui me ajudando com esse bonito aqui que vai ficar aqui. Obrigado, fio. A gente vê esses artistas são muito bons, não é tão gostoso. A gente se sente elevado e inelevado. Eu vou fazer uma pergunta para vocês. Posso? volta e meia cai um lenço, né? Mas são manifestações fenomenológicas de materialização ou de efeitos físicos, né, queridos? Vamos pensar numa palavra que vai responder a uma pergunta que eu vou fazer. Todo mundo em silêncio, vocês vão saber qual é essa palavra. Eu estou absolutamente convencido de que todo mundo vai pensar na mesma palavra. E a pergunta é a seguinte, nós estamos aqui nesse espaço tão gostoso, envoltos pela Agora que vocês pensaram, alguns pensaram alto, né? Imagine, >> a gente vai responder. Nós todos estamos envoltos aqui pela >> Gente, boa tarde. >> Uma satisfação enorme estarmos juntos aqui neste momento, nesse ambiente tão gostoso nesse auditório acolhedor. Estamos aqui em quantas? 295 pessoas, mais ou menos, né? 280 pessoas. alguns não puderam estar conosco, mas assim, quase todas as cadeiras tomadas, né, de uma maneira deliciosamente confortável e reconfortante. E o nosso tema desta tarde pra gente começar, a proposta é que todos nós ficássemos bem despertos, como a gente já desde manhã começou, não é? Acorda, acorda. A gente fez um almoço delicioso, não fez? A a Carmen é minha é minha assim amiga e irmã fica me ajudando com a alimentação. Acredita nisso? Ela leva coisa lá para eu comer, né? Que gracinha. Uma delícia. é que ela também não come carne, então a gente vai trocando as figurinhas.
ga e irmã fica me ajudando com a alimentação. Acredita nisso? Ela leva coisa lá para eu comer, né? Que gracinha. Uma delícia. é que ela também não come carne, então a gente vai trocando as figurinhas. Que bom, gente. A gente aqui tem essa proposta de trazer um tema que é uma paráfrase sobre o tema central do nosso evento. É uma chamada, eles até cantaram aqui o grupo, não é? Lindamente cantaram Pedro, não é? Como é que é o nome aqui do nosso encontro do evangelho Rede Vivo? Vamos repetir. >> Pedro. >> Então, propuseram aqui uma pergunta paráfrase, que é o seguinte: natureza, tu me amas? Gente, é a primeira vez que eu vejo a Elane Venson na minha vida presencialmente. Eh, a gente se conhece há uns 4 anos, pelo menos, né? O evangelho Rede Vivo do CESP, do centro espírita sem fronteiras. E hoje a gente se encontra pela primeira vez. Umas coisas curiosas, né? Quem tá se encontrando pela primeira vez aqui? Olha, é maioria. Que coisa, não é? >> É. Eu agora vou reformular um pouquinho essa pergunta. Quem é que está se reencontrando pela primeira vez aqui nesta vida? Certo. A gente tem certeza que é um reencontro? Quem tem? >> É, quem não tem tá fazendo o quê aqui? Todos nós, né? Nós estamos cientes e conscientes que é uma coisa muito boa. Reencontro. Natureza, tu me amas? Que pergunta curiosa, não é? Como a natureza responderia para mim? Sim, sim. Ela responderia afirmativamente: >> "A natureza me ama. A natureza nos ama. Como é que ela demonstra o seu amor para conosco? Olha isso aqui tá parecendo um pentecostes. Como é que ela responderia para mim que me ama? Vamos pensar como é que a natureza me responderia. Vamos sentir como é que a natureza me responderia. Vamos refletir como é que a natureza me responderia. Vamos agir. Dê um exemplo, amigo, de que a natureza te ama. Um exemplo de hoje foi preciso no horário porque essa chuva a gente ouviu, mas que hora era não sabíamos. Parabéns. Quando a gente gostar de alguma coisa, se quiser espontaneamente aplaudir, pode ficar à vontade, tá bom?
oi preciso no horário porque essa chuva a gente ouviu, mas que hora era não sabíamos. Parabéns. Quando a gente gostar de alguma coisa, se quiser espontaneamente aplaudir, pode ficar à vontade, tá bom? Eu vou falar de novo porque o pessoal vai meio num delay, né? Vamos aplaudir o nosso amigo espontaneamente, por favor. Um outro exemplo de que a natureza me ama. Exemplo de ontem para hoje, de hoje mesmo. Quem mais? >> O sol nasceu para todos. A gente tá vendo o sol. Tá sentindo o sol? Tá refletindo o sol? Hum, que coisa maravilhosa, não é? Sol é vida, chuva é. >> Olha. Oi. Ah, é? Mas você tá vendo o ar? Ah, a gente não vê, mas a gente sente. A natureza é pródiga no ar, no oxigênio. Falando nisso, a gente almoçou como sobremesa, não foi? Todo mundo almoçou, comeu doce também? Não. Sim. Não. Sim. Não. Sim. Alguns comeram pelos outros. Não entremos no mérito. Olha, a natureza é tão pródiga nesse tal do oxigênio que nós vamos fazer um exercício aqui de respiração. Nosso tempo é só de 30 minutos, então a gente tem que ser ágeis. Por favor, todo mundo de pé. Que delícia. Ótimo. >> Olha, nós vamos inspirar pelo nariz. e expirar pela boca, tá? Não sei se vocês todos estão me vendo, pessoal tá vendo aí? OK. Pessoal do fundão não dá para ver para cá, para cá, porque ela tá filmando. Ah, bem aqui no centro dá para ver. Ok. Então, quem não tiver me vendo, por favor, acione a mediunidade dividência. Olha que gostoso. Vamos inspirar pelo nariz e expirar pela boca, OK? Vamos lá, todo mundo juntos. Que bonitinho. Nem passamos assim, digamos, alguns recados orientativos de técnicas respiratórias e o pessoal já fez direitinho. Vamos então fazer assim, aquela respiração que é mais de ombro, quando a gente enche o pulmão e sonta tudo de uma vez assim, ó, gente. Cuidado aí para não destroçar e nem deslocar o perespírito. Vamos mais uma vez. Terceira vez. OK. Muito bem. Agora nós vamos inspirar lentamente e expirar lentamente. Expira pela pelo nariz e solta pela boca. Só que a gente vai fazer como se fosse uma
spírito. Vamos mais uma vez. Terceira vez. OK. Muito bem. Agora nós vamos inspirar lentamente e expirar lentamente. Expira pela pelo nariz e solta pela boca. Só que a gente vai fazer como se fosse uma bicicleta murchando o seu pneu ou uma bexiga soltando o ar na hora de expirar. Ok? Nós vamos semicerrar os dentes e fazer aquele barulhim bonito. Então nós vamos inspirar profundamente, reter esse oxigênio por 5 segundos e eu vou estar com a mão aqui no alto. Eu for baixando assim os dedos, quando chegar assim a gente começa a soltar o ar. Tudo bem? Se alguém for desencarnar antes, pode soltar o ar, tá bom? Por favor. Então, vamos lá. Olha, gente, valorizar o oxigênio. Esse é um oxigênio da natureza que é tão bom para nós. A gente muitas vezes não percebe assim, quem já respirou aqui hoje? todo mundo, né? Quantas vezes nós respiramos já hoje aqui? A gente não conta porque é espontânea, é natural, não é? Então, mais uma vez, por favor, assim aqui nós temos pessoal especializado aí em meditação, em, como é que é? Yoga, né? altas madrugadas, 5 horas da manhã, fazendo pra gente lá naquele 10º lá no Paraná, né? Quem que é? Eu ali a dupla linda. Então vamos, gente, inspirando profundamente, segurando o ar por 5 segundinhos e soltando bem devagarzinho, valorizando esse oxigênio. Começando. Que gostoso, né? Pode se sentar. Quando a gente inspira e expira da maneira que valoriza o ar, nós nos sentimos como que se oxigenados. Alguém senti um pouco de tontura? É porque nós oxigenamos os cérebros, não temos costume de oxigenar o cérebro, né? Quem sentiu assim com sono? Ah, algumas pessoas, porque também relaxa, não é? Então, quando a gente observa a natureza, quantos benefícios a natureza nos faz? Quantas inúmeros incontáveis? A natureza é pródiga. O tempo todo ela está nos ofertando recursos paraa nossa sobrevivência e a nossa vivência de uma forma saudável, de uma forma rica. Daí, você já está aqui, querido amigo, irmão, seja bem-vindo. E aí a gente se sente bem em contato com
o recursos paraa nossa sobrevivência e a nossa vivência de uma forma saudável, de uma forma rica. Daí, você já está aqui, querido amigo, irmão, seja bem-vindo. E aí a gente se sente bem em contato com a natureza. Quem já colheu uma manga no pé? É. Quem já colheu uma goiaba no pé? >> Quem já subiu num pé de goiaba? >> No pé de manga >> jabuticaba. Senhora já subiu no pé de jabuticaba? Ah, gente, a jabuticaba dá na folha ou no caule? Tem >> tudo bem. E a manga dá no cacho na flor, não é isso? Depois dá lá o semente e vê o fruto. Muito bem. Olha, o mano, não me deixa mentir sozinho, mano. Cal, que a gente subia no pé de manga e a gente chamava pé de mangueira, né? Que beleza. Era todo mundo oculto, né? Já a mangueira é o pé da manga, não é? E a gente subia, chupava a manga por bom, não era, mano? Não tinha um fiapo, uma delícia. E a gente não sei o que fazia, jogava as cascas lá para fora, o chão, jogava também o caroço e nem precisava lavar a mão, nem escovar os dentes. Você se lembra, mano, depois de ter chupado manga quando você era criança, escovar os dentes. Não escovar os dentes. Tá vendo? Aí a gente seguiu o exemplo do irmão mais velho, não é? Era uma delícia. A gente brincava na natureza, botava o pé no chão, mínimo de 12, né? A gente às vezes fazia disputa para ver quem chupava mais laranja assim colhendo no pé, não precisava nem levantar o pé, aí descascava e chupava laranja. Era a base assim de algumas dues, não é? E depois passava bem, que era uma delícia. Porque a gente não precisa exagerar. é o exemplo de como a gente está se alimentando aqui. Café da manhã, almoço, né? Vai ter ainda lanche, vai depois vai ter jantar, não precisa exagerar. A natureza nunca exagera. Na natureza tudo é sob medida. Até a destruição, ela é programada, é planejada e faz parte da lei natural. Porque o que se destrói é para transformar. Então, a natureza me ama. >> Alguém tem dúvida disso? Agora, a pergunta foi propositiva para que ela seja feita na sua inversão. A questão é:
a lei natural. Porque o que se destrói é para transformar. Então, a natureza me ama. >> Alguém tem dúvida disso? Agora, a pergunta foi propositiva para que ela seja feita na sua inversão. A questão é: Eu amo a natureza. Ah, alguém é capaz de dizer que não ama a natureza aqui? Pode vir aqui à frente agora se justificar. Todos nós vamos responder que amamos a natureza. Nós amamos a natureza. Agora, a natureza nos ama e ela nem precisa falar porque ela aplica a lei, o método do evangelho rediv vivo de maneira natural, porque ela é natureza. Ela é uma criação divina, ela nunca erra. Então, ela tem todo o conhecimento que Deus oferta. Certamente ela reflete para si tudo que é necessário e ela sente pulsando tudo isso que nós podemos usufruir paraa nossa própria vida, ensejando-nos a existência. Isso é a natureza que nos ama. Ela não só vai dizer como ela vai testemunhar. A natureza não precisa falar, a natureza é. Agora nós dizemos que amamos a natureza, o que nos falta é o que nós temos feito com a natureza, como é que a gente tem tratado o nosso planeta. Olha, tantas coisas que a gente observa que até parece que este mundo não é nosso e que exatamente não é nosso. Imagina se ele fosse. Quantas coisas a gente faz que não deveria fazer? Quantas decisões nós tomamos achando que não vamos interferir no meio ambiente. A gente acha que pode desmatar. Eu vou dar um exemplo tão interessante que nós estávamos numa comissão regional no ano de 2025. Qual é o ano que a gente tá? Ah, então foi este ano, era ainda no primeiro semestre deste ano, está numa comissão regional centro, aqui é centro, né? Distrito Federal. E foi tão interessante que a gente estava comunicando, conversando em cada uma das áreas da casa espírita, que são nove áreas ou área de dirigentes são 10, vocês sabem, né? área, por exemplo, >> é, é, são essas áreas aí, a área da mediunidade, né? Área da, do atendimento espiritual, área da família ou área da comunicação, área dos estudos, né? Área da arte, né? área da evangelização da
lo, >> é, é, são essas áreas aí, a área da mediunidade, né? Área da, do atendimento espiritual, área da família ou área da comunicação, área dos estudos, né? Área da arte, né? área da evangelização da criança e do jovem, a área da que que faltou mais aí? >> Atendimento fraterno, eh, área da mediunidade, rage, né? E aí, é interessante, a gente tava entrando nas áreas assim para falar da campanha espírita permanente de conscientização ecológica. Já ouviram falar? Uma campanha que foi aprovada pelo Conselho Federativo Nacional da FEB em 2022, que foi lançada ao público em 2023 no Festival da Terra em Brasília. Foi um evento maravilhoso. Quem esteve lá presente? Algumas pessoas, né? Que delícia, ó. Que gostoso. E aí foi muito assim, bacana mesmo. E tivemos a oportunidade, inclusive de lançar alguns livros, dentre eles este livro aqui do Carlos Vila que é Desenvolvimento Sustentável, papel dos Espíritas na Agenda 2030. OK? Dá para filmar daí, né, querida? Olha que lindo esse livro aqui. Fala dos ODSs que são os objetivos de desenvolvimento sustentável. Cada capítulo é um ODS que vai trazer o desenvolvimento dos assuntos, vai trazer assim questões reflexivas para nós sobre o nosso papel, a nossa importância e sugestões práticas do que a Casa Espírita pode fazer em termos de cada um dos ODSs, né? Por exemplo, a erradicação da pobreza. Como é que a gente pode colaborar com isso, né? tá certo? e vários outros que tem ali que vai colocando para nós sobre o nosso papel, a nossa atividade. Isso aconteceu nesse festival da terra e nós estávamos então passando nas regionais, aproveitando, não é, e visitando cada área. E eu sentia em cada área que eu entrava uma presença espiritual ligada à área. Senti isso na arte, eu senti, não é, no atendimento espiritual, senti na na assistência e promoção social, eh, senti na infância e juventude, na comunicação, na família e por aí vai, não é? Quando chegou na área da mediunidade, não senti nada. Uma coisa assim estranha. É, Elan, é isso mesmo. Não senti nada, imagina. E
infância e juventude, na comunicação, na família e por aí vai, não é? Quando chegou na área da mediunidade, não senti nada. Uma coisa assim estranha. É, Elan, é isso mesmo. Não senti nada, imagina. E aí, então eu entrei, o pessoal tava falando sobre a questão de sintonia, de equilíbrio, dos pensamentos, da harmonia, para que pudesse se estabelecer uma conexão, né, medianímica, de forma então ajustada, equilibrada, enfim, educada. Eu fui acompanhando aquilo e quando então me passaram a palavra, eu comecei a falar. E aí eu falei sobre desmatamento. Não tinha programado falar sobre desmatamentos. Aconteceu que quando eu estava falando, um senhor tomou a palavra e ele disse assim: "A partir do momento que você entrou nessa sala, você trouxe um indígena. Ele entrou com você aqui, um representante com aquela vestimenta toda característica, não é? A caráter assim bem interessante. Ele como médium tinha percebido. Eu falei: "Interessante, eu não tinha realmente percebido." E aí quando ele falou, me deixei envolver mais. E aí eu falei, "Sabe quem é que tá aqui?" Aí ele falou: "É um representante indígena que preserva a terra". Eu falei: "Exatamente, e sabe as terras da onde?" Aí ele falou: "As terras da onde?" Falei: "Lá do seu estado, das terras onde você trabalha, das terras das quais temporariamente você é proprietário?" Ele começou a chorar. Ele disse assim: "Semana passada eu fiz um desmatamento e do que você falou aqui, eu percebi que eu fiz o desmatamento de um jeito que eu não deveria fazer. Semana que vem vou fazer outro, mas já vou fazer de forma diferente. Proprietário de terras poderoso, com muitas terras com poder de fazer muitas coisas. Uma informação fez a diferença. Depois, passado algum tempo, estivemos no estado, foi este ano ainda, né? uns seis meses desse evento, a gente teve lá no estado desse nosso irmão e estávamos comentando isso num grupo e ele estava presente. Ele disse assim: "Ô, Geraldo, depois vamos conversar ali em particular, porque eu não tô me
to, a gente teve lá no estado desse nosso irmão e estávamos comentando isso num grupo e ele estava presente. Ele disse assim: "Ô, Geraldo, depois vamos conversar ali em particular, porque eu não tô me lembrando nada do que você tá falando". Eu falei: "Meu Deus do céu, e agora?" Por sorte, havia uma outra pessoa que também estava na sala do grupo da mediunidade naquele evento. Ele falou: "Eu testemunho tudo que o Geraldo está falando". Falei: "Graças a Deus, não precisaria de testemunho porque eu não estaria mentindo." Aí sabe o que ele disse? Esse senhor proprietário de terras que é médium, ele disse: "Geraldo, aqui conosco está repleto de irmãos indígenas. A sala está com a presença deles. Aí eu pensei, daqui a pouco ele vai esquecer tudo isso, porque médio tem dessas coisas. Eles não se lembram, né, mano Marco, né, Manu Cal, né, Moroni? Cadê aí o pessoal? o Zé Valdo aqui conosco, às vezes você não tem aquela lembrança, mas foi tão significativo o evento porque ele de uma semana para outra ele mudou a atitude dele. Isso significa que nós conseguimos mudar, nós conseguimos fazer algo diferente. A gente dá conta, basta alguma informação, né? A Silvana fala onde ela mora, o pessoal às vezes vai cortar a árvore, né, Silvana? Corta tudo errado. Eu fico reparando onde eu moro também. Coitada das árvores. As árvores são nossas, irmãs. Os rios são nossos. As árvores são nossas. Os rios são nossos. Enquanto a gente tratar, a natureza é a natureza é minha mãe. Eu faço parte da natureza. Airton Krená, ele diz que enquanto a gente coloca a natureza à parte, nós nos distanciamos. Mas quando a gente entende que o rio é o nosso parente, que a árvore é nossa irmã, a gente se aproxima, porque aí nós temos uma ideia mais exata do que exatamente significa este ambiente no qual estamos inserido, de biodiversidade, de tanta riqueza que nós temos condições de usufruir de forma responsável. Allan Kardec diz, perguntando aos espíritos se a natureza poderia oferecer todos os elementos para
serido, de biodiversidade, de tanta riqueza que nós temos condições de usufruir de forma responsável. Allan Kardec diz, perguntando aos espíritos se a natureza poderia oferecer todos os elementos para que todos os seres pudessem nela natureza terra sobreviver. E ele, os espíritos respondem que sim. A questão é que normalmente a gente não se contenta com o a gente não se contenta com o >> Como é que vocês sabem disso? E a gente acaba abusando, acabamos querendo mais coisas. E aí a gente passa dos limites. A natureza não tem excessos, é tudo sobre medida, é tudo certinho, é tudo equilibrado. Mesmo que a gente vê um ambiente que parece assim, às vezes, nossa, eu fico vendo um animal devorando outro, aquela coisa toda. Essa destruição faz parte do equilíbrio. Quando a gente tira, por exemplo, às vezes, um predador de um meio ambiente natural, as vítimas daquele predador vão se multiplicar e vão causar dano ao meio ambiente. Então, tudo é propositado. O ser humano quando vem, tira um ambiente natural para botar uma pastaria, por exemplo, a pastagem, ou vai criar, por exemplo, elementos para construção ou para criação de agricultura, o que que acontece? Se a gente passa dos limites, a gente acaba abusando e a gente acaba sofrendo as consequências. O que tem que ter é bom senso. Ninguém tá dizendo que não deva fazer, mas a gente precisa fazer com responsabilidade, porque a natureza nos ama. Paraa gente amar efetivamente a natureza, a gente precisa respeitá-la, porque essa que nos dá tanto e a gente acaba praticamente não dando nada em troca, é como se nós fôssemos ingratos. Então, tudo que a gente puder fazer, a gente precisa fazer. Hoje eu vou confessar a vocês, para eu matar uma formiga, dá trabalho. No meu quarto, de vez em quando, vem umas formiguinhas, elas saem não sei da onde. Impressionante. Aí vai ver porque a gente come alguma coisa, não acontece com os meninos, né, noio. Aí você come alguma coisa, deixa ali, fica aquela coisinha, é a formiga vem, né? Açúcar, qualquer coisinha interessante,
ai ver porque a gente come alguma coisa, não acontece com os meninos, né, noio. Aí você come alguma coisa, deixa ali, fica aquela coisinha, é a formiga vem, né? Açúcar, qualquer coisinha interessante, impressionante como vem. E tem umas formigas maiores. Essa a gente consegue ver mais e tudo. Aí a gente vai e faz o que com elas? Mata. Não, conversa. >> Sério? >> Conversa com a formiga. A minha mãe conversa com as plantas, não é, Cau? Conversa com as plantas. Aí volta e meia no Evangelho lá, Dona Maria. A gente coloca lá a mamãe conversando com as plantas. Eu falei: "Mãe, qual é o segredo dessas plantas serem tão bonitas?" Ela tem planta de mais de 40 anos, dando flor até hoje. Ela fala: "Ai, meu filho, é tratar com amor". Falou: "Mas como é que a senhora trata com amor, mãe?" "É que eu faço um carinho nelas, elas gostam de carinho e aí eu converso com elas". Eu falei: "Como é que é, mãe?" É, eu converso com as plantas. Ah, e elas respondem, respondem. Tinha um livro de São José, eu não sei quanto tempo não dava flor. Agora ele tá lá de novo sem dar flor. Mas da última vez ela conversou, já fazia, sei lá, uns 3 anos que não dava flor. Passaram um, dois meses no máximo, aí começou a dar flor. Ela conversou, planta, a planta é sensível, é uma coisa impressionante. Então, tem um jeito, inclusive, de podar, de cortar. Quando eu vejo essa maneira como esse pessoal tá fazendo, que treinamento eles têm? E a gente vai dizer: "É um comportamento animal". Nem assim a gente deve se referir mais com respeito aos nossos irmãos animal animais. São nossos irmãzinhos, não é assim? Que a gente tem que tratar com carinho. Por exemplo, aí aparece um perne longo, o que que a gente vai fazer? É, é. Se for aquele bem caprichadinho, né, da dengue, toda incrementada, que lá você tem que dar um jeito de dar um final nele. O outro também se te picar, você dá um jeito. Olha aí, gente, passa um repelente, dá um jeito, manda esse bicho embora, não é? Deixa ele para lá, a gente evita atraí-los, essas coisas
r um final nele. O outro também se te picar, você dá um jeito. Olha aí, gente, passa um repelente, dá um jeito, manda esse bicho embora, não é? Deixa ele para lá, a gente evita atraí-los, essas coisas todas. Aí vem uma abelha. Abelha é um dos seres mais importantes da natureza no papel que tem. E é toda delicadinha. A gente tem que tomar muito cuidado com esses seres aqui. Vocês viram aqui aquela gatinha? Alguém chegou a ver a gatinha? Quem que fez carinho naquela gatinha? Folgada, não é? A gatinha na folgadinha não. O nome dela é full. Como é que é? Ninguém vai se lembrar o nome, né? Fumiginha, alguma coisa assim. Aí agora de manhã a gente veio e tinha um gato. O gato era macho, a gatinha é fêmea. Ambos castrados, pelo que eu entendi, se é que o gato era castrado porque ele estava machucado na orelha. É, vocês viram, né? Provavelmente de noite, porque gato é um bicho meio noturno, né? Brigou com outro bicho. Acontece. A gata tava lá deitada na poltrona toda linda assim. Aí você vai, ela se preguiça toda, mas mansa. Às vezes o bicho é bruto e ele vai provocar essas questões na natureza. Que violência a gente traz dentro de nós ainda? Que estado animalesco está aqui que a gente vai destruir as coisas? O que é isso? Como é bom a gente ter um olhar paraa natureza em que a gente possa ajudar a preservar, viver em conjunto, viver com, porque nós fazemos parte. A natureza somos nós. Nós somos a natureza. Quando a gente diz, a natureza está lá, a gente separa como se não fizesse parte de nós. E aí a gente vai aprender a olhar com olhar diferente. Quando eu era criança, eu andava descalço pisando os pés no chão. Era tão gostoso, não é? Quem anda descalço aqui? Olha, bastante gente. Muito bem, gostei. Quem abraça a árvore aqui? Olha que maravilha. É, o nível de sanidade tá aumentando. Ótimo. Quem anda de ré aqui, por favor? Aí tem algumas pessoas. Olha, gente, tudo tem sentido, tudo tem alguma técnica. E o que o Espiritismo faz conosco? Faz uma integração de bom senso, de lógica, de razão. Leão Deni
e ré aqui, por favor? Aí tem algumas pessoas. Olha, gente, tudo tem sentido, tudo tem alguma técnica. E o que o Espiritismo faz conosco? Faz uma integração de bom senso, de lógica, de razão. Leão Deni encontrou Deus na natureza. Ele se aproximava da natureza sempre. Allan Kardec nos traz os exemplos, as parábolas de Jesus, que hoje a gente a luz do Evangelho Rede Vivo e a questão da campanha espírita permanente de conscientização ecológica, nós vamos ver de uma maneira mais integrada. Veja, e o semeador saiu a semear. Não exagereis na conservação dos seus silos. Os pássaros não plantam, não colhem, no entanto vivem bem. Tantas passagens que tem. Jesus andando, Jesus caminhando, conversando com outro, olhando pra figueira. A figueira que secou, na verdade não era tempo de frutos, mas era uma árvore. Jesus trazendo o exemplo da natureza da pesca, os peixes no lago de Genesaré, ou senão no mar do Tiberíades, ou senão no mar da Galileia, tudo o mesmo lago. Então os nomes são diferentes, aquela riqueza natural oferecendo oportunidades e o mestre convivendo de maneira espontânea para dizer para nós que nós precisamos nos integrar para que a gente possa ser feliz. Então, eu queria deixar como convite para vocês a campanha espírita permanente de conscientização ecológica que tem, viu, queridos, tem um site específico, viu, professor Celestino, tá disponível no www.net.org.br. Ou vocês podem só colocar conscientizaçãoecologica.febnet.org.br, sem os assentos. E tem um programa dia eh semanal, toda quinta-feira, Marlú integra aí a equipe, não é? Toda quinta-feira 7:30 da noite, 30 minutinhos do programa Conscientização Ecológica. Para quem tiver interesse em assistir, é a campanha que está em curso com o trabalho da Federação Espírita Brasileira do Conselho Federativo Nacional. E quem tiver interesse na sua federativa de implantar essa campanha, basta nos procurar. Acessar o site tem como fazer o cadastro das experiências das suas casas espíritas inclusive. Então, gente, a natureza nos ama?
eresse na sua federativa de implantar essa campanha, basta nos procurar. Acessar o site tem como fazer o cadastro das experiências das suas casas espíritas inclusive. Então, gente, a natureza nos ama? >> Sim. >> A natureza me ama? >> Sim. >> Eu amo a natureza, >> nós amamos a natureza. Então vamos refletir sobre o que nós podemos fazer para não só dizer que amamos, mas dar o testemunho de que realmente a natureza merece o nosso amor, porque esse é o nosso planeta, essa é a nossa morada, esse é o nosso habitar e essa biodiversidade existente aqui na Terra é uma maravilha de Deus para que a gente possa evoluir e ser feliz, plenos e plenificados. Muito obrigado pela atenção.
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