NÃO ME IDENTIFICO COM A MINHA FAMÍLIA - João Leal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/07/2025 (há 9 meses) 38:05 442 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Uma excelente tarde a todos. Nós estamos aqui a nossa comunhão espírita de Brasília e nesse horário, são 13 horas, nós temos uma palestra e naturalmente por força até do horário, do momento, nós não temos o padrão de ter um dirigente fazendo a abertura e naturalmente encaminhando o trabalho para aquele que recebe a incumbência de estar aqui nesse momento para falar a todos vocês. Então, ah, a direção também é de responsabilidade de cada um que recebe essa incumbência e hoje, no caso, eu estou aqui com vocês. Então, o nosso agradecimento à aqueles que nos ouvem pela nossa TV Comunhão, os que nos escutam, os que nos assistem pela TV Comunhão, os que nos escutam, pela rádio comunhão e por todos os outros instrumentos de tecnologia, de redes sociais, que está à disposição para que a gente possa fazer essa divulgação. E na tarde de hoje, eu vou aqui fazer uma abertura com uma observação que eu acho que cabe e é muito interessante. Aqueles que estão aqui, nós estamos no auditório da comunhão, um auditório com muitas disponibilidade de lugar e nós estamos com poucas pessoas aqui conosco, é normal, por conta do horário, mas isso me chama a atenção de uma situação muito curiosa que aconteceu numa época em que eu recebi a responsabilidade de abrir um trabalho lá nas imediações do Parano lugar muito distante e o trabalho acontecia às 20 horas todas as sextas-feiras e eram com muita dificuldade que alguém conseguisse chegar até lá, mas nós resolvemos que íamos dar início a esse trabalho, independente se tivéssemos ou não público, porque não tendo o público que está de posse da estrutura carnal, nós temos naturalmente um público do plano espiritual, muitos que vêm para nos assistir, para

dependente se tivéssemos ou não público, porque não tendo o público que está de posse da estrutura carnal, nós temos naturalmente um público do plano espiritual, muitos que vêm para nos assistir, para fazer os estágios que precisam fazer, se preparando muitas vezes para um novo processo reencarnatório, que é algo que nós vamos tratar aqui um pouco nessa tarde. E quando eu cheguei na sexta-feira eh organizada para iniciar o trabalho, quando eu cheguei no salão, não tinha absolutamente ninguém. Então eu fui à frente, como estou aqui diante de vocês, abri o evangelho e disse: "Não importa, nós vamos começar o trabalho hoje." Fiz uma leitura de um capítulo do Evangelho. Quando terminei, apareceu na entrada do salão um cidadão e ele ficou me olhando assim distante, ficou quieto pensando o que é que esse cidadão tá fazendo aqui sozinho, falando para quem? dava para perceber essa curiosidade dele. E aí eu parei a palestra e falei assim: "Amigo, por gentileza, tenha bondade, procure um lugar para você participar da nossa tarefa". O salão está lotado de espíritos, mas deve ter algum lugar ainda vazio. Sente também conosco. Aí é que piorou a situação. Ele me olhou assim e deve ter dito: "Além de tudo, esse cidadão tá dentro da normalidade. Aí ele entrou, veio pra parte interna do salão e olhou assim pro banco, o último banco, olhou e sentou. e ficou quieto. Aí eu falei assim: "Você tá percebendo até você tá sentindo que o salão está cheio de amigos da espiritualidade participando da nossa tarefa? Que você sentou preocupado em não sentar em cima de ninguém." Aí ele riu e tal e tudo bem. Passou e me assistiu até o final. Chegou no final, ele veio, me cumprimentou e disse: "Interessante, o senhor acredita nisso? De verdade?" Eu falei: "Não só eu, você também. Você esperou até agora. Então você estava interessado e com vontade de saber um pouco mais dessas coisas que acontecem no nosso plano espiritual e na nossa própria estrutura carnal. Quando espírito estamos de posse do corpo

Então você estava interessado e com vontade de saber um pouco mais dessas coisas que acontecem no nosso plano espiritual e na nossa própria estrutura carnal. Quando espírito estamos de posse do corpo físico para fazer o nosso trabalho de transformação, para cumprir com alguns compromissos fundamentais e importantes pra gente poder dar passos adiante na nossa história evolutiva. Era só para deixar esse registro, porque me lembrei muito desse dia por conta de que muitos nos assistem pelos instrumentos eletrônicos, mas naturalmente por conta do horário, nós não temos pessoas às vezes com muita disponibilidade de estar aqui conosco, mas depois podem assistir naturalmente. Mas vamos lá. Então, eu vou fazer uma leitura pequena pra gente iniciar o nosso trabalho do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes. Isso é um livro, um livrinho bastante antigo e muito importante de algumas sugestões básicas pra gente perceber o nosso dia a dia e a vida que se apresenta. A verdadeira religião é a do coração. Um coração puro, uma religião pura. Uma fé limpa, uma religião limpa. Não mascare a fé, nem a compare a coisas materiais, nem a compare a outras situações que não seja o equilíbrio, a tranquilidade e a oportunidade do seu crescimento. Deus é todo espírito, está em nós, vivencia na nossa intimidade e como disse o próprio mestre quando por aqui passou, sois deuses. E a gente tem que procurar entender o que isso foi dito, passado para nós. E a gente tem que abraçar isso de uma maneira bastante objetiva, que passa a fazer com que a gente entenda, interprete e viva a vida com toda a intensidade que precisa ser vivida. Ponha o amor em ação. Ponha essa energia positiva que está nos dando a estrutura da vida. Colocar isso em ação é importante. E não apenas fazer pedidos, apelos, orações, rezas infindadas, achando que nós receberemos um passe de mágica que não seja pelo trabalho, pela transformação, pela vontade de ser aquilo que nós pedimos. Então, se você quer equilíbrio, quer saúde, quer vida,

dadas, achando que nós receberemos um passe de mágica que não seja pelo trabalho, pela transformação, pela vontade de ser aquilo que nós pedimos. Então, se você quer equilíbrio, quer saúde, quer vida, quer tranquilidade, quer ajuste no seu ambiente de vida, faça isso na própria eh orientação do mestre, tá lá. Faça por onde que você será ajudado. Busque que você encontra. Não fique esperando como um carro novo, motor ligado, o tanque cheio e você não tem coragem de botar no seu radar um destino a seguir e você acaba destruindo aquele carro novo que tá pronto para uma boa viagem, seja ela de que instância for, que você está jogando fora essa oportunidade, porque não usa a alavanca de avanço em direção a algum destino. E o destino nosso é o destino do equilíbrio, da tranquilidade, da reflexão a respeito da nossa existência, dos nossos compromissos e o que podemos fazer para transformar as coisas que só dependem de nós. Não adianta terceirizar, é nossa. Processo evolutivo é individual. Ação que nós temos uns com os outros é de solidariedade para que a gente possa se auxiliar colocando ombro a ombro no trabalho de crescimento, de luta e de busca por aquilo que nós esperamos. Ouça a voz de Deus. Essa voz que está na nossa intimidade, aquela que nos chama, que nos diz o que fazer e para onde seguir. Cultive a esperança sem desfazercimento. Acredite sempre numa vida melhor. Eu vou parar por aqui do texto. agradecer naturalmente a espiritualidade que tá aqui conosco, que nos assiste e aqueles que vê também para nos ouvir, como nós paramos para ouvir a todos eles, através de tantas formas que eles se expressam para nós pela psicografia, pela psicofonia, pela mediunidade universal, que é a intuição que essa todos nós temos. É só parar um pouco, refletir, se acalmar, que essas informações, essas intuições parceiras, elas chegam até nós para nos convidar a gente fazer as coisas que assumimos compromissos de fazer quando reencarnamos com um processo de consciência, como nós vamos tratar aqui

as intuições parceiras, elas chegam até nós para nos convidar a gente fazer as coisas que assumimos compromissos de fazer quando reencarnamos com um processo de consciência, como nós vamos tratar aqui agora. E o tema de hoje, eu acho que ele é extremamente oportuno, porque nós temos tido a chance de fazer um trabalho sobre processo depressivo, automutilação e ideário suicida. E dentro das chances e oportunidades de estar com pessoas de todas as idades, adolescentes, às vezes até podemos chamar crianças adultos e além de adultos, quer dizer, famosa terceira idade ou mais, nós escutamos muitas coisas, muitas dúvidas são passadas para nós. Nós precisamos refletir sobre isso. E uma delas é o seguinte, principalmente no ambiente com os jovens. É dito muitas vezes para nós o seguinte: "Eu não me identifico com a minha família". Isso é uma colocação muito frequente, não só dos jovens, mas dos jovens adultos. Não me identifico com a minha família. Pronto. Então eu sou um apêndice naquele processo. Aquela família ela não tem nada a ver com a minha existência, me incomoda, me atrapalha. Não é essa família que eu gostaria. Então, não me identifico com ela. E a partir daí eu vou eh colocando no meu íntimo razões de toda ordem para ser intolerante, agressivo e indesejável dentro daquele ambiente vibratório que a gente chama os laços de família, para que a gente possa resgatar os nossos compromissos mais marcantes nessa oportunidade de trajetória que estamos aqui. vivenciando e recebendo. Então, aqueles também que estão no plano espiritual, que estão prestes a reencarnar, estagiando para saber quais são as dificuldades quando nós aqui chegamos pelo processo e a bênção do esquecimento temporário, é importante que isso fique bem desenhado da família, do grupo espiritual que você está escolhendo para aqui chegar e fazer o seu trabalho. Até porque duas partes desse processo aceitam a sua vinda, lhe recebem, lhe dão o seio de sustentação, lhe dão às vezes uma trajetória de vida para que

olhendo para aqui chegar e fazer o seu trabalho. Até porque duas partes desse processo aceitam a sua vinda, lhe recebem, lhe dão o seio de sustentação, lhe dão às vezes uma trajetória de vida para que você faça o seu trabalho, porque sem isso não aconteceria. Se não houvesse a concordância, nada chega. você não estaria aqui como eu nesse exato momento estou aqui presente, porque recebi essa oportunidade de duas partes, dois espíritos encarnados, né, que me permitiram pela eh gestação aqui chegar e tá diante da vida para procurar aprender a crescer com todos os erros e acertos que são inerentes à nossa trajetória e o nosso estágio ainda de incompreensões. Mas vamos lá. E outros outros tem um exemplo bastante marcante. Uma vez eu estava em a eh Brazlândia, me convidaram para fazer uma palestra para uma escola no 100 alunos e eu pedi que dividisse em duas turmas porque você conversar com os jovens 1500 de uma vez, difícil você segurar uma conversa. Então assim foi feito e eu passei o dia com eles. A primeira turma aconteceu algo interessante quando nós tratávamos do ambiente familiar, um deles levantou o dedo e disse: "Se eu falar uma coisa pro senhor?" Eu disse: "Diga ele falou: "Tudo isso que o senhor tá falando é interessante, mas por que que eu tenho fazer isso se eu não pedir para nascer? Foi isso que ele me colocou. Eu não pedi para nascer. E aí eu vou adiantar um pouco isso. Quantos de nós, de vocês que estão me ouvindo, que em algum momento da sua vida, em alguma situação de insatisfação no seu ambiente familiar, ou seja, lá onde foi, você disse isso? Eu não pedi para nascer. E falamos isso com extrema arrogância, como se fôssemos os cobradores daquilo que nós não fizemos de escolha e que estamos passando por situações que não gostaríamos de passar. Reflitam sobre isso. Pensem se vocês em algum momento não fez isso. É comum. Aí eu olhei para ele, eu pedi silêncio à turma e disse: "Pessoal, o colega de vocês fez uma colocação fantástica, cheia de razão. Ele na hora ficou assim todo orgulhoso.

momento não fez isso. É comum. Aí eu olhei para ele, eu pedi silêncio à turma e disse: "Pessoal, o colega de vocês fez uma colocação fantástica, cheia de razão. Ele na hora ficou assim todo orgulhoso. Disse: "Opa, achei um que vai me dar uma resposta para isso." Eu disse, ele acabou de dizer o que eu acredito que muitos de vocês também falam. Eu não nasci, não pedi para nascer. Aí eu olhei para ele, eu disse: "Você tá coberto de razão. Você tá totalmente certo no que você falou. Você não pediu, você apenas implorou para nascer. Implorou para nascer. Você desejou nascer? Você pediu, você entrou numa fila no processo reencarnatório, você fez diversas gestões para que lhe fosse permitido esse momento você retornar o plano material e e prisei bem nesse grupo familiar que você está, nessa comunidade que você está inserido, nesse espaço físico chamado país, nas divisões geográficas e econômicas que nós temos no planeta Terra, que você pediu para vir e aí você está, você conseguiu e agora que você conseguiu, você diz que não pediu para nascer. Então, realmente nós não pedimos, nós imploramos, nós ficamos de joelho, nós fizemos todas as gestões para aqui estar com aquelas características específicas, apropriadas, devidas, para que a gente pudesse com aquele contexto, naquela situação, inseridos naquele momento que nós estamos precisando poder fazer o exercício necessário para as nossas transformações espirituais. Essas é que tem que ser valorizadas. transformações, porque nós não viemos aqui, hipótese alguma, a passeio. A enfermidade quando bate a nossa porta não é para maltratar. Ela muitas vezes faz com que a gente pareia parar para fazer uma reflexão do por que nós estamos enfrentando aquelas situações, mas simplesmente ainda nos revoltamos, repudiamos e jogamos fora a oportunidade da serenidade e da percepção, da confiança de saber que aquilo é uma ação educativa colocada no nosso caminho para que nos chame para um eixo de atitudes e transformações que são importantes e

unidade da serenidade e da percepção, da confiança de saber que aquilo é uma ação educativa colocada no nosso caminho para que nos chame para um eixo de atitudes e transformações que são importantes e necessárias nesse momento do processo evolutivo. Estão vivendo 2025 anos pós Cristo e ainda estamos aqui batendo cabeça nas nossas lamentações. Estamos aqui ainda cheio de revoltas, sem perceber que no dia que tirarmos essas nuvens do nosso campo mental, quantas coisas nos serão ofertadas, quantas coisas nós já recebemos tantas oportunidades no processo, às vezes quem sabe sem ter até merecimento. Ontem eu falava para um amigo quando a gente discutia, ele disse: "Será que nós merecemos as coisas?" Digo: "Não merecemos tanto, mas já estamos merecendo alguma. A lei do universo já abriu para nós a anestesia. Já pararam para pensar o que significa a anestesia? Já imaginaram como eram feitos os procedimentos antigamente? Não, muito antigamente. Era um negócio tosco, difícil. Hoje nós já temos esse benefício que nos adormece, nos afasta da sensibilidade e nos permite que sejam feito trabalhos de tratamento nessa estrutura carnal, quando ela precisa dos reparos específicos e dos chamamentos necessários para que a gente baixe a nossa cabeça, avalie o processo da da do crescimento, agradeça a lei do criador que está de causa e efeito, ação e reação, funcionando em plena atividade na nossa intimidade de todos. Então, nem as enfermidades elas são problemas. Porque muitas vezes nós colocamos assim: "Ah, eu tenho um problema". Você não tem um problema? Porque quando a gente diz, "Eu tenho um problema, parece que alguém pegou um pacote de situações difíceis e jogou nas nossas mãos e disse: "Resolva, isso não lhe pertence, mas resolva." E aí você vai mergulhar num sofrimento, numa intranquilidade para tentar resolver. Não. São ações educativas sendo colocadas no seu caminho, na sua trajetória, porque aquilo ali é que você precisa para poder fazer alguma correção de rumo na sua existência.

dade para tentar resolver. Não. São ações educativas sendo colocadas no seu caminho, na sua trajetória, porque aquilo ali é que você precisa para poder fazer alguma correção de rumo na sua existência. Esse é o sentido da vida, o trabalho pela reestruturação espiritual, que ela já vem de muito, muito, muito, muito tempo. E nós entendemos que aqui nesse órb, nessa morada do Pai, o planeta Terra é uma das moradas ainda de muita intranquilidade, não porque seja assim colocado para nós, mas porque é a força do nosso pensamento, das nossas atitudes que fizeram com que a gente migrasse até aqui para recomeçar na Escola da Vida com todas as peças e oportunidades que estão aqui à nossa disposição. processo evolutivo é individual, mas nós estamos aqui na grande coletividade. Precisamos uns dos outros para nos ajudarmos. Precisamos uns dos outros para podermos caminhar em direção e criar complementos no processo do crescimento e da vida, que nem fazemos isso. Somos na maioria das vezes egoístas, distantes de qualquer possibilidade. Tudo eu. Tudo eu. Primeiro eu, sempre e aqueles que nos rodeiam, que é quem fazem com que o sempre eu, o tudo eu e o que eu desejo aconteça. Porque às vezes nós estamos aqui sentados nesse instante, tenho certeza que nos alimentamos ou ainda vamos nos alimentar, mas nós não plantamos. Tenho certeza que a maioria aqui não fez esse plantil para ir lá colher e tal, mas alguém está fazendo. Mas nós estamos, por outro lado, fazendo outras coisas para que ajude, para que aqueles que plantam, que nos forneçam aquilo que a gente precisa pra nossa estrutura física estar em pé, também precisam de nós. E nós não conseguimos ainda parar para perceber que é um elo de ligação. Se a gente olhar paraa corrente, é um exemplo tranquilo disso. Cada elo junto tem uma força de competência de segurar uma embarcação, de fazer com que os ventos e as marés não arraste, porque ela tá ali vinculadas. Se você botar um elo só, não serve para nada. Pode ele ter a força, a competência que tiver, mas se torna uma

barcação, de fazer com que os ventos e as marés não arraste, porque ela tá ali vinculadas. Se você botar um elo só, não serve para nada. Pode ele ter a força, a competência que tiver, mas se torna uma peça vazia, individual. E assim nós temos agido durante toda a nossa existência. E a doutrina que nós abraçamos, ela não é uma uma relação apelativa. Ela não tá aqui para dizer assim: "Olha, você fica ali de joelho, venha tomar passe, 10 passes, 20 passes, 100 passes, vai ficar passado de tanto passe, mas se você não fizer o mínimo, se você não fizer a luta das suas transformações, não tem sentido que isso vá ter resultado, porque a cada um, segundo as suas obras." Quem falou isso? o mestre faça por onde. Então, tudo coloca nas nossas mãos a responsabilidade de ser e não simplesmente de receber. Isso é fundamental. Aí quando nós falamos desses aspectos dos laços de famílias, é onde nós temos as relações mais fortes de compromisso nesse estágio nosso. Alguns casos dentro do ambiente familiar existe uma relação de afinidade, não tem menor dúvida, mas na grande maioria são diferenças que a consanguinidade do jeito que ela acontece nos faz nos faz a ter ensaios de tolerância, de compreensão e parar para refletir porque ali estamos. Então, tem duas perguntas muito interessantes que eu vou colocar aqui pra gente fazer como um fechamento, porque essa palestra são 25, 30 minutos e o nosso horário já está vencendo. Uma delas é o espírito. O espírito sempre participa da escolha do meio em que haverá de viver na terra. Essa é uma pergunta. Vou dar uma resposta rápida. Se temos consciência, se já temos sensibilidade e sabemos o livre arbítrio, sim, nós fazemos escolhas, acertamos compromissos e aqui vamos. Mas quando não temos ainda nenhuma sensibilidade, nenhuma percepção, que estamos muito baseados no instinto, não. Nós aqui chegamos para cumprir compromissos e somos colocados nas situações específicas por acréscimo da energia do bem, do universo, para que ali a gente aprenda, para que ali a

dos no instinto, não. Nós aqui chegamos para cumprir compromissos e somos colocados nas situações específicas por acréscimo da energia do bem, do universo, para que ali a gente aprenda, para que ali a gente comece a se sensibilizar, para que ali o peso das situações complexas colocadas no nosso caminho, elas tenham que ser trabalhadas e reorganizadas. Mas à medida que a gente vai usando melhor o livre arbítrio, a inteligência, a sensibilidade, o sentimento, a gente começa a fazer as escolhas e aí os mais esclarecidos escolhem as provas. Nós podemos escolher as provas que eu preciso passar. Quando não temos esclarecimentos nenhum, aí as circunstâncias provacionais elas chegam, como a gente percebe em muitas situações. Eu não vou fazer narração disso agora, até por conta do nosso tempo, mas vale cada um pesquisar sobre isso para sentir um pouco mais o que quer dizer reencarnar e desencarnar. Não é apenas algo espírita, mas é uma coisa da vida, da essência, da oportunidade. E a outra é o que determina que os espíritos venham a formar grupos familiares na terra. O que é que determina? Tá aqui. É basicamente os seus compromissos cármicos, a sua afinidade ou desafinidade. Dentro das desafinidades, das diferenças, nós vamos criando tolerância dentro do nosso ambiente de convívio pessoal, familiar. Essa tolerância no primeiro momento, ela é difícil, mas depois ela vai sendo abrandada com o tempo. E se uma encarnação não for suficiente, vem duas, vem três, vem quatro. O universo não tem pressa. Quem tem que ter pressa somos nós. O tempo é nosso. Nós precisamos chegar a algum lugar. E se queremos chegar, inteligente que somos, livre arbítrio que já temos, por que que nós não vamos usar isso a nosso favor? É fundamental usar. Então, na forja, na luta da vida, muitas vezes nas animosidades, nos desencontros de ideias de postura entre grupos, até no próprio ambiente social, é que a gente vai desenhando uma mudança de trajetória, vão tendo leis, aspectos, abrandamentos externos para fazer com que a gente

s de ideias de postura entre grupos, até no próprio ambiente social, é que a gente vai desenhando uma mudança de trajetória, vão tendo leis, aspectos, abrandamentos externos para fazer com que a gente tenha uma ação de convívio aceitável e desejando chegar ao tal planeta de regeneração que não vai cair do céu, não tem dado data marcada. A data tá marcada na intimidade de cada um de nós. Então, a reencarnação ela faz ruir todas as torneiras de ideologia. O espírito durante séculos cristaliza em seu mundo íntimo as situações que a gente hoje tem que descristalizar. Então, a ideia é essa. Família é a marca principal. Procurem olhar para de cada um de vocês. Por mais chamadas dificuldade que existam, procurem tirar o máximo proveito dessas relações, porque elas não são simples, mas são necessárias, são importantes, precisam ser valorizadas por cada um de nós. Agradeço a todos que tiveram a paciência de nos ouvir. Tomara que tenham tenhamos conseguido convidar vocês a essa reflexão, que ela é muito profunda, ela não se encerra aqui. Nós poderíamos ficar aqui fazendo palestras e palestras e palestras e debate, que eu adoro debate, para que no debate aquilo que tá se passando no pensamento de cada um de vocês seja colocado para que a gente possa tirar proveito e criar situações de busca de entendimento, que é o que nós mais precisamos para o nosso crescimento espiritual. que a espiritualidade que tá aqui conosco já tenha atendido vocês, e eu tenho certeza disso, e que aqueles que vieram nos ouvir do plano espiritual, porque estão prestes a reencarnar, o nosso convite encorajador vale a pena. A nós que estamos aqui já de posse desse escafandro, ainda ele está útil. Não importa até as dificuldades que ele tenha de locomoção, seja lá do que for, mas ele ainda é uma peça fundamental pra gente abrandar o coração, se tornar mais dócil, olhar para as pessoas diferente, não custar, com toda a sinceridade dar um bom dia, um boa tarde, um boa noite, olhar de forma afetiva, porque é isso

ra gente abrandar o coração, se tornar mais dócil, olhar para as pessoas diferente, não custar, com toda a sinceridade dar um bom dia, um boa tarde, um boa noite, olhar de forma afetiva, porque é isso que nós cobramos quando fazemos as nossas preces. Aí a lei do universo diz: "E tu, poeta, o que fazes para as pessoas daquilo que desejas para você?" Excelente tarde, muito obrigado a todos e que o mestre nos proteja. Graças a Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e

rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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