O PERDÃO É FUNDAMENTAL MAS NÃO NOS INSENTA DA REPARAÇÃO - João Leal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Uma excelente tarde a todos os que nos assistem pela TV Comunhão, os que nos ouvem pela Rádio Comunhão e por todos os outros instrumentos de tecnologia. que estão à disposição da nossa casa e também a vocês que estão aqui no auditório. Eh, esse horário é um horário um pouco ingrato. Nós estamos a 1 hora da tarde, mas eu vou contar para vocês uma história interessante até para ilustrar que como nós não estamos com auditório cheio, aparentemente eu me lembro que nós criamos um trabalho numa região de muito difícil acesso. era num antigo Parano era um local bastante bastante difícil de chegar até lá, mas nós tínhamos um compromisso de criar uma atividade para aquela comunidade e ficávamos sempre esperando um número razoável de pessoas para que a gente pudesse iniciar o trabalho. Bom, aí um determinado dia eu cismei e falei: "Vai ser hoje". Não importa se o auditório estiver vazio, eu vou abrir os trabalhos. E aí era uma sexta-feira às 20 horas e eu me desloquei para lá e era difícil o acesso. Tava até chovendo, tinha muita lama e não era asfaltado no meio dos eucaliptos lá para cima. Hoje já tá tudo mais urbanizado. Então quando eu cheguei tinha ninguém, só o o vigia do galpão que nós tínhamos aquela atividade para acontecer. Aí eu fui lá à frente, como eu estou aqui com vocês, abri o evangelho, fiz uma leitura e ninguém tinha ninguém no auditório. E eu comecei a abrir os trabalhos. Não demorou muito, apareceu um senhor na entrada do salão e ficou assim me olhando e pensou naturalmente, ele tá falando para quem e com quem? Não estava sendo transmitido, não tínhamos essa essa condição de tecnologia à disposição. Aí ele ficou olhando, olhando. Quando eu vi que ele já tava ali tipo desconfiado, disse: "Esse camarada tá falando para quem? Aí eu olhei para ele e falei: "Meu amigo, tenha bondade, pode entrar também". Quando eu falei pode entrar também, aí é que ele ficou mais desassossegado. Aí ele veio entrando no salão, olhou assim para os bancos de madeira que nós tínhamos. Aí ele escolheu um cantinho e
ambém". Quando eu falei pode entrar também, aí é que ele ficou mais desassossegado. Aí ele veio entrando no salão, olhou assim para os bancos de madeira que nós tínhamos. Aí ele escolheu um cantinho e sentou. E eu fiz ali a palestra. Quando terminou a palestra, aí ele virou para mim e disse: "Fazer uma perguntinha pro senhor. O senhor tava falando para quem aqui que o senhor disse que tinha muita gente?" Eu digo: "Ah, sim, você aqui e eu e o vigilante que tá lá fora somos os únicos que ainda estamos encarnados. Todos os outros que estavam sentados aqui já estão no plano espiritual e vieram prestigiar a palestra". Aí ele olhou para mim e falou: "Sim, o senhor acredita nisso mesmo?" Eu falei, não só eu, mas você também, porque quando eu disse para você, procure um cantinho para sentar, você ficou olhando desconfiado para não sentar em cima de ninguém. Então você também acreditou que estava o salão cheio. Aí ele riu e tal e falou: "É, é uma forma de ver". Eu digo, e é assim que eu enxergo, apesar de não ter essa vidência toda. Então, é para ilustrar que quando nós estamos eh disponíveis para falar, para convidar as pessoas à reflexão, naturalmente nós temos muitos que procuram nos ouvir. E não é diferente no plano espiritual. Quando nós estamos falando sobre algum assunto de interesse, a espiritualidade às vezes se aproxima porque eles precisam fazer estágios para entender o que nós pensamos, a nossa postura e as dificuldades que eles já esqueceram de como é estar de posse desse escafandro que nós estamos aqui utilizando para o nosso crescimento espiritual. Então eles vêm sim e ficam junto conosco participando, escutando um pouco e nos passando aquilo que a gente precisa, que é um estímulo vibratório. Então assim, eu começo o nosso trabalho dessa sexta-feira às 13 horas. Então, eh, nós falamos na semana retrasada ou um pouco mais, também numa sexta-feira às 13 horas, nós conversamos muito sobre uma lei que é, no meu ver, a que dá origem a todos os processos de justiça
Então, eh, nós falamos na semana retrasada ou um pouco mais, também numa sexta-feira às 13 horas, nós conversamos muito sobre uma lei que é, no meu ver, a que dá origem a todos os processos de justiça do universo. Olha que eu tô dizendo do universo. Não estou falando só do nosso orbit terrestre, que é a lei de causa e efeito, ação e reação, que é também, se a gente parar para pensar, é uma lei física. Nós sempre aprendemos isso na escola. Quando a gente imprime uma força na parede, ela vai nos dar o retorno com a mesma intensidade. Então, essa é uma lei estabelecida que promove toda a justiça das nossas ações e das nossas vidas, causa e efeito, ação e reação, que a partir daí eu acho que derivam todas as outras, que é a lei de progresso, a lei do amor, até porque eh essa para mim é a maior lei do amor, que é a lei que não ela não dá a possibilidade de ser injusta. com que elemento for, com quem quer que seja no universo. Então, ela é impecável. A partir daí, as outras eh se sucedem, né? eh outras leis que estão aí de progresso e tantas situações que a gente precisa levar em consideração. Mas fazendo essa essa chamada, o trabalho de hoje é sobre o perdão. E o perdão ele está nessa linha da causa e efeito. O perdão ele está exatamente instalado com essa base de causa efeito, ação, reação, o bumerangue da vida quando jogado, em algum momento, ele vai nos encontrar de volta. E é importante a gente parar um pouco para fazer essa reflexão sobre o perdão. E aí eu vou procurar ser bem objetivo e mexendo um pouco nesse escaninho do entendimento sobre o perdão, que é muito distorcido por muitos de nós, de diversas formas, pelas próprias religiões que por conveniência atribuíam o perdão, né, das indulgências, eh, o excesso ou de preces, de rezas feitas para que aquelas ações que nós naturalmente percebemos que não foram muito adequadas em relação ao próximo ou a nós mesmos. E a gente exercitando o pedido do pertão, que é fundamental, bastaria com que a gente fizesse aquelas penitências
lmente percebemos que não foram muito adequadas em relação ao próximo ou a nós mesmos. E a gente exercitando o pedido do pertão, que é fundamental, bastaria com que a gente fizesse aquelas penitências todas, né, as promessas pagas para que a gente pudesse se livrar dos compromissos de reorganizar os nossos atos. Então nós vamos procurar olhar o perdão de uma forma bem objetiva e com o sentido, na minha visão, mais lógico. Então, perante a lei divina, é importante a gente colocar isso, que perante a lei divina, essa lei organizada do universo, que eu vou dizer que ninguém mexe, tá impecável, perfeita e bem dosada em todos os sentidos. O perdão, ela é uma oportunidade. Esse exercício, essa verbalização, esse sentimento que ele é um complexo das atitudes que nós tomamos em relação a pessoas. E quando temos alguma sensibilidade, nós percebemos que extrapolamos. Por quê? Porque o jogar de um dardo em direção a alguém ou a alguéns, é lógico que a gente vai ter a nítida sensação do quanto que aquilo foi incômodo e o quanto que aquilo feriu, desagradou e tantas outras coisas mais. Quando a gente toma essa consciência que a gente percebe esse processo que atingiu a pessoas, então a gente consegue exercitar esse perdão, que é uma reflexão de constrangimento pessoal. E a gente quando consegue ainda ser um pouco mais adiante, a gente verbaliza isso para essa pessoa ou para essas pessoas ou paraas situações que nós agimos desse jeito. Então é uma nova oportunidade e eu vou colocar aqui uma palavra bem marcante que é é uma nova oportunidade para nós os infratores do processo da vida. Então essa oportunidade ela faz com que a gente vá trabalhar para se redimir daquele processo. Outra situação também pra gente considerar em relação ao perdão, porque ele precisa ser bem entendido e sedimentado na nossa intimidade. Outro aspecto é que o perdão ele não pode e não vai ser atendido ou resolvido na nossa existência apenas pela verbalização, pelo uso da palavra perdoe, por essa expressão inicial de
nossa intimidade. Outro aspecto é que o perdão ele não pode e não vai ser atendido ou resolvido na nossa existência apenas pela verbalização, pelo uso da palavra perdoe, por essa expressão inicial de uma atitude quando ela é sentida efetivamente. Porque muitas vezes nem assim é. A gente apenas verbaliza por uma questão de querer se livrar às vezes do sofrimento, daquela situação que nós promovemos ou às vezes não temos nem consciência de que promovemos, mas exercitamos isso. Então não basta isso. É importante que a gente perceba isso. Não basta. A palavra tem que vir carregada e com intenções de ação transformadora, de mudança total, de postura, da gente querer restabelecer aquele processo daquilo que nós fizemos e contar naturalmente que os segmentos, as pessoas que foram atingidas, elas já tenham alguma sensibilidade para fazer o exercício desse perdoar, porque é fundamental talém para que a gente descolhe as ações agressivas do processo que é comum na nossa existência. Eu não tô falando aqui nada de novidade. É o que a gente mais faz é magoar. É o que a gente mais faz é não respeitar. é o que a gente mais faz e o que mais temos dificuldade de recompor nessa nossa história de crescimento espiritual essas nossas ações. Isso é básico. Resolvendo esse aspecto, todas as outras lamúrias, elas perdem o sentido, porque nós já organizamos a força maior, que é o não fazer mais ou reconstruir, recompor o processo dos desagrados que nós fizemos na nossa existência, muitas vezes com a nossa própria individualidade, o maltrato que fazemos com nós, com a nossa eh intimidade. espiritual. Então, é importante entender isso. São ações, precisam ser feitas e não é só as palavras que são eh ditas por nós com o objetivo de apenas dar uma justificativa para aquilo que não tem justificativa. Mas isso é comum. Então tem que vir a ação de reparação, tem que vir o trabalho e aí onde a gente vai na lei de causa efeito que eu citei no início, e que ela sempre é oportuna, que seja colocada e dentro da da nossa
. Então tem que vir a ação de reparação, tem que vir o trabalho e aí onde a gente vai na lei de causa efeito que eu citei no início, e que ela sempre é oportuna, que seja colocada e dentro da da nossa da doutrina que abraçamos, do ideário espírita, da estrutura eh colocada para nós por tantos que psicografam nos mostram. Isso é um amadurecimento. Não é só a gente ficar envolvido por palavras doces. Ah, tudo bem, tudo não, não tá tudo bem. Não me desculpem dizer assim: que tudo esteja bem. É um trabalho árduo. E nós estamos fazendo isso há milênios e especificamente no orb terrestre. Há quanto tempo, antes do Cristo e pós Cristo, quantos deram regras de boa conduta, de ética, de comportamento. E nós negligenciamos quando fazemos isso até hoje. Nós observamos aí as ações nossas no tal do do mundo moderno, os confrontos, as guerras, as situações todas que criam um campo de energia, de muita angústia. E o que eu tô dizendo aqui tá evidente nos meios de comunicação, todos os dias nos mostramos as agressões que fazemos, as agressões que fazemos no nosso pequeno mundo, né, no nosso ambiente doméstico. Isso é tão forte, eu não tô dizendo aqui nenhuma novidade, no nosso ambiente social, quando nós estamos dentro de um veículo, nos transformamos num bólido de agressões. Quantas vezes a gente percebe isso? As pessoas não têm a sensibilidade de perceber o quanto que nós precisamos se sensibilizar com aqueles que nos rodeiam para que haja um processo natural de que outros também se sensibilizem com a nossa existência e a gente consiga transitar com segurança e equilíbrio em busca daquilo que faz parte de todos nós, que é encontrar a luz, o equilíbrio e a chamada felicidade, que é muito distante aí. ainda da gente atingir, mas esse é o trabalho, esse é o compromisso, esse é o crescimento, esse é o processo que estamos vivenciando nessa morada do pai chamada planeta Terra. E que nós todos espíritos que estamos aqui encarnados ou desencarnados nesse ambiente de aceitação do planeta, nós estamos aqui
cesso que estamos vivenciando nessa morada do pai chamada planeta Terra. E que nós todos espíritos que estamos aqui encarnados ou desencarnados nesse ambiente de aceitação do planeta, nós estamos aqui trabalhando em busca desse processo. Senão, não adianta, não adianta pedir, não adianta ficar genoflexo, não adianta passar o tempo inteiro eh pede a espiritualidade, pede a isso, pede aquilo outro. Tudo nos está ofertado. Tem que ir lá e botar a mão no cesto para tirar o alimento que nós estamos precisando e não simplesmente ficar esperando como a criança que alguém venha com uma colher fazer aviãozinho para nos dar o alimento. Não. Nesse estágio da nossa existência, temos que buscar na prateleira da vida todos os aspectos e situações estão ofertadas pra gente fazer o nosso trabalho de crescimento espiritual. Esse é o sentido. Na minha visão, não tem outro. Eu não saberia me expressar de outra forma. Outra coisa também, eh, quando nós ficamos esperando que as coisas apenas aconteçam, não é assim. Nós temos que imprimir o trabalho de resistência, de crescimento, de dignidade, de procurar sentir o alcance do que nós fizemos, porque nós passamos o dia inteiro reclamando de situações que são direcionadas a nós. Se a gente parar numa rodinha de conversa e ficar do lado de fora, você não conhece aquele grupo de pessoas, estão sempre lamentando situações, tipo assim, fizeram isso comigo, fizeram aquilo comigo. Então parece que nós somos aquele indivíduo que reencarnou só para levar flechada. Não é assim. Não é assim hipótese alguma. Às vezes nós é que somos os flecheiros, né? Muitas vezes sim. E a gente precisa tomar consciência disso, senão a gente não avança, não é? Depois, eh perdoar nós estamos exercitando, né, através das sucessivas reencarnações. Esse é o exercício da transformação. Vai demorar o tanto que a gente quiser, porque temos livre arbítrio, inteligência e escolha. Vai demorar o tanto que a gente quiser, porque não é feita essa medida. Você tem 10, você tem
ransformação. Vai demorar o tanto que a gente quiser, porque temos livre arbítrio, inteligência e escolha. Vai demorar o tanto que a gente quiser, porque não é feita essa medida. Você tem 10, você tem 20, você tem 30. Vá fazer, vá se transformar, vá buscar o equilíbrio da tua vida no trabalho e na velocidade que você vai imprimir para o seu crescimento espiritual no perdão, no exercício da reparação, que é fundamental. O Cristo, vamos lá, quando ele estava sendo colocado no madeiro por todos nós, de uma forma ou de outra, ele teve um gesto de pedir que o Pai nos perdoasse, porque nós não sabíamos o que estavam fazendo. Tudo bem, ele já tinha uma elevação espiritual que interpretava e sentia aquela situação dessa forma. Eu estou aqui, mas isso não está me doendo. Eu fico triste por eles. Perdoe-os. Eles não sabem o que fazem. Tudo bem, tá dito isso. Grande mérito dele. Mas não foi tirado de nós o trabalho contínuo de encarnação, pós-encarnação, pra gente se reorganizar. Ou seja, o perdão é um estímulo, é um processo, mas sem a reparação não acontece. Senão seria, seria muito fácil e nós estaríamos trazendo a justiça do universo a um lugar totalmente comum, adequado e ajustado às nossas necessidades de interpretação errada da vida. Apenas isso aconteceria. Podem ter certeza. Então esse é um aspecto, as através dessas reencarnações sucessórias é que a gente vai se reorganizando. A velocidade vai depender de cada um, né? Então, eh, nós é que precisamos eh trabalhar isso de uma maneira bastante, eh, consciente, tomando eh um entendimento de tudo isso. E a reparação é é esse exercício, é o aprendizado. Por isso que a gente diz, não jogue uma encarnação fora. Procure tirar dessa encarnação o maior nível de proveito é uma sala de aula. E quando a gente não faz por onde o melhor exercício, a gente vai repetir o ano e as pessoas vão passando e a gente vai ali ficando. Quantas vezes a gente fala para um filho, um neto: "Olha, se você não estudar, se você não aproveitar isso, você vai ter o dissabor de ver os
o ano e as pessoas vão passando e a gente vai ali ficando. Quantas vezes a gente fala para um filho, um neto: "Olha, se você não estudar, se você não aproveitar isso, você vai ter o dissabor de ver os seus amigos amanhã numa outra situação adiante e você recebendo os que estão chegando e achando que você é o sabido, mas você não fez a tua parte, você não caminhou". É simples. A vida nos mostra isso o tempo inteiro. Eu não tô aqui precisando inventar coisa alguma, né? Então, eh, a história do perdão é o seguinte: nós somos perdoados, mas não estamos limpos. Não estamos limpos. Por quê? Se a gente pegar o livro psicografado Chico Xavier de Emmanuel, o livro chamado Livro da Justiça Divina, ele coloca isso de forma muito pontual. Nós estamos perdoados, mas não limpos. Ou seja, mais uma vez eu volto, causa efeito, reparação, bumerangue chegando pra gente ter que administrar. Então esse é um aspecto muito interessante, né? A a chaga que abrimos no coração das pessoas, elas precisam ser por nós resolvidas. É fundamental que a gente faça isso. Isso é fundamental. É esse perdão com a reparação que vai fazendo a gente se reorganizar ao longo da nossa existência. Eu vou eh eu vou fazer aqui, vou contar duas pequenas histórias para fazer o fechamento por conta do nosso horário que eu eu tinha tenho ainda, mas esse amigo desencarnou, era um fisioterapeuta de uma sabedoria fantástica e nós conversávamos muito sobre temas dessa ordem. E um dia a gente falando sobre perdão, sobre as agressões, ele disse: "Eu vou lhe contar uma história da de plumas ao vento". Então ele disse: "Olha, existia um cidadão e não é muito difícil a gente, talvez eu mesmo seja um cidadão desse, que você prejudica tantas pessoas que chega uma hora que isso te incomoda tanto que você vai atrás de pedir perdão." Aí um cidadão era muito religioso, procurou um padre da paróquia dele e disse: "Padre, eu preciso me confessar. Padre, eu fiz isso, isso, isso, isso. Como é que eu posso ter o perdão? Falou: "Você já deu o primeiro
era muito religioso, procurou um padre da paróquia dele e disse: "Padre, eu preciso me confessar. Padre, eu fiz isso, isso, isso, isso. Como é que eu posso ter o perdão? Falou: "Você já deu o primeiro passo, você pediu perdão. Padre, qual é a penitência para eu resolver isso?" Disse: "Olha, você tem travesseiro em casa?" "Tenho. O seu travesseiro é de plumas?" Ele disse: "É de plumas. Traga esse travesseiro aqui." Aí o cara foi para casa desconfiar para eu pegar um travesseiro de plumas, vai ser minha penitência. voltou com travesseiro de pluma, chegou padre, tá aqui o travesseiro. Aí o padre disse: "Agora você vai subir, vai lá para o campanário da igreja mais alto, ponto mais alto. Tá ventando muito, é importante hoje. Corte a a a boca do travesseiro, sacuda as penas ao vento." Aí ele falou: "E aí, padre?" E aí você estará perdoado quando você conseguir trazer até a última de volta. Vocês perceberam a sutileza? Ou seja, você vai ter que buscar todas aquelas penas que foram exatamente as ações que você fez em direção às pessoas. é a reparação, é a busca e você vai ter que se dedicar a isso. Essa é uma história. A outra história também era um pai tinha dois filhos, um muito correto com a vida, o outro era um agressor eh primoroso. Era tanta agressão que ele fazia durante um dia que aquilo incomodava todo mundo. Um dia aniversário ele disse pro pai de forma arrogante: "Eu quero um bom presente nunca me deu um bom presente, ainda cobrava o bom presente. Pai disse: "Eu vou lhe dar um bom presente, vou lhe dar um bom presente". Pode ter certeza disso. Aí saiu e trouxe à noite uma caixa. E quando ele abriu essa caixa, era uma caixa de pregos e um martelo. Aí ele disse: "Ué, eu lhe peço um presente, você me traz isso? Eu vou ser maceneiro? Ele falou: "Não, tá vendo aquela porta ali? Você vai, cada agressão que você fizer, você vai bater um prego nessa porta. Ora, aquela caixa de pregos, por mais prego que tivesse ali, foi micha para ele. Em três dias ele já tinha batido
orta ali? Você vai, cada agressão que você fizer, você vai bater um prego nessa porta. Ora, aquela caixa de pregos, por mais prego que tivesse ali, foi micha para ele. Em três dias ele já tinha batido prego na porta toda, porque era o que ele mais sabia fazer, era agredir. Aí ele olhou pro pai, disse: "E agora?" Ele disse agora para você merecer o presente, você vai ter que cada ação positiva que você fizer daquela mácula que você criou ali, você vai ter que ir lá e tirar o prego. Você só tira o prego quando você tiver uma ação positiva. Para bater os pregos, ele levou três dias. para poder tirar os pregos, ele levou um ano e meio fazendo um esforço e foi tirando. Chegou ao final, o pai disse: "Pois é, tá bom, vamos conversar agora sobre a porta". Você viu as agressões todas que você fez, você conseguiu tirar, mas tá lá a mancha. A mancha está lá. Então você tirou o prego, mas ficou a mácula na madeira. Então, essas pessoas simbolicamente é que vão ter que exercitar o perdão para que elas consigam tirar do coração aquela marca que você fez. Então, essa é a reflexão da tarde de hoje. O perdão é fundamental, a reparação é inexoral. Então, a gente tem que começar isso o mais rápido possível para que a gente não faça muitas manchas no campo da agonia das pessoas que nos rodeiam, seja de que forma for, pra gente ter que ter um trabalho imenso de reparação e que muitas vezes a gente reclama quando a vida nos dá oportunidade de fazer um exercício de maior dificuldade das coisas, a Gente, ainda chama isso de problema, não é problema. Isso é uma ação educativa que nos está mostrando que os gestos e as atitudes que nós tomamos precisam ser reparadas. Então, a doutrina que nós abraçamos tem esse sentido, nos dá a sensibilidade para perceber que o processo evolutivo, o bem-estar pessoal, reside única e exclusivamente na nossa intimidade, nas nossas ações, na forma como a gente deve passar a enxergar a vida e não fazer as lamentações que fazemos ou as promessas todas que fazemos, que não são
única e exclusivamente na nossa intimidade, nas nossas ações, na forma como a gente deve passar a enxergar a vida e não fazer as lamentações que fazemos ou as promessas todas que fazemos, que não são cumpridas. Eu vejo quando chega no final do ano a gente observa as pessoas, né, as superstições. É milho jogar no jardim da casa de alguém que tem dinheiro, é a roupa amarela, é a roupa branca, é não sei quê, é tanta presepada. E aquilo que é fundamental a gente fazer numa passada de um ano pro outro, que é a disposição de se modificar sem nenhuma dessas alegorias, a gente não faz. Então, que Deus naturalmente abençoa a todos nós, não tem a menor dúvida porque está na nossa intimidade. A aqueles do plano espiritual que estão aqui assistindo conosco, participando dessa nossa manifestação sobre o perdão e a reparação. A vocês que estão aqui no auditório também, o nosso agradecimento à TV Comunhão, aos que nos assistem pela TV e os que nos ouvem pela rádio. uma excelente tarde de sexta-feira e que a gente comece mais rapidamente possível a recolher essas plumas e retirando os pregos dessa porta para que justifique a nossa abençoada reencarnação educativa. Uma excelente tarde a todos e muito obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da
biente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre
egues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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