CAUSA E EFEITO? - João Leal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Uma excelente tarde a todos, a todos que estão aqui conosco. na nossa comunhão espírita de Brasília, estão aqui no auditório, tanto aqueles que estão de posse do nosso maravilhoso escafandro de trabalho espiritual, que é a nossa estrutura física. Da mesma forma como todos aqueles que ainda estão no plano espiritual e que estão aqui conosco, que são trazidos em caravanas para poder escutar um pouco, porque nem sempre quando nós estamos no plano espiritual, nós estamos observando as coisas que acontecem nessa morada física do Pai. Então, quando às vezes estamos prestes a retornar ou estamos ensaiando a possibilidade de retornar para o plano material para cumprir as nossas tarefas nessa escola maravilhosa da vida física, nós começamos a fazer também algumas visitas. Do mesmo jeito, quando nós adormecemos, nós fazemos viagens no plano espiritual. às vezes somos levados para locais de estudo, eh visitamos pessoas, somos visitados, não é diferente. Só que nós temos a bênção do esquecimento pra gente poder desenvolver as nossas tarefas aqui com força, com coragem, com muita determinação, independente da gente saber o que fomos em outras épocas, mas apenas o que temos o compromisso de fazer nessa escola que nós estamos de novo com a oportunidade de vivenciar. E naturalmente o auditório está lotado desses eh amigos que estão aqui eh para escutar um pouco, não daquilo que nós temos para orientar, não vou eh colocar aqui essa pretensão, mas para que eles possam observar exatamente as coisas e as dificuldades que são inerentes quando nós estamos de posse da matéria. como tratar, como enfrentar os compromissos e, naturalmente saber dosar a nossa escolha
possam observar exatamente as coisas e as dificuldades que são inerentes quando nós estamos de posse da matéria. como tratar, como enfrentar os compromissos e, naturalmente saber dosar a nossa escolha quando temos a oportunidade, o livre arbítrio de aqui voltar, saber que a gente precisa dosar para não ter que trazer muita coisa achando que vai fazer e depois não consegue. até aquelas mais básicas, quantas vezes nós ainda não conseguimos. Quanto mais na intranquilidade, na angústia de querer resolver aquilo que a gente sabe pela consciência que precisa ser solucionado por nós, a gente agrega uma bagagem muito maior do que pode carregar. Mas o criador sempre dosa, né? não nos dá um fardo maior do que aquele que a gente pode carregar naquela oportunidade reencarnatória. Mas é isso. Então, a todos vocês que eu já citei aqui, eh, sejam bem-vindos e aqueles que nos ouvem pela TV Comunhão e que nos escutam também pela rádio ou outro mecanismos outros mecanismos de tecnologia que estão disponíveis também o nosso agradecimento pela audiência. E hoje nós temos uma data comemorativa também muito expressiva para nós que temos o ideário espírita, que foi a data de nascimento de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, inclusive o nosso patrono, nasceu 29 de agosto e de 1900 1831 e desencarnou em abril de 1900. Então, viveu aqui conosco, quer dizer, no plano material, 79 anos de vida de posse da matéria. E a ele o nosso agradecimento pelo trabalho que faz de direção da nossa casa na espiritualidade e por todas as tarefas e orientações que t passado para todos nós à medida que a gente se torna sensíveis para isso. Então, eh, era essa lembrança. Os nossos parabéns ao Dr. Bezerra de Menense, o sempre citado Dr. Bezerra de Menezenes, que naturalmente tem que se virar em muitos para atender tantos pleitos em tantas casas espíritas ou em tantos corações que quando estão em agonia imediatamente mentalizam e pede a ajuda do amigo Bezerra de Menez. Mas eh esse trabalho da nossa tarde, ele eh é muito
leitos em tantas casas espíritas ou em tantos corações que quando estão em agonia imediatamente mentalizam e pede a ajuda do amigo Bezerra de Menez. Mas eh esse trabalho da nossa tarde, ele eh é muito interessante. É uma reflexão que eu faço muito para mim, quer dizer, um trabalho de de questionamento para que a gente entenda tudo aquilo que é passado para nós como ensinamento eh da espiritualidade em tantas obras, as obras básicas, as obras de desdobramentos, outras eh aquilo tudo que foi psicografado pelo amigo Francisco Xavier, e tantos outros, não é, que quando encontram o espaço nos transmitem sempre com o desejo e a ansiedade de que as suas experiências, aquilo que foi vivenciado, os tropeços ou não, possam ser passados para que nos auxilie. Nós temos absoluta certeza que cada um de nós é segundo as nossas obras, tá? Isso é básico, mas às vezes se a gente usar a inteligência e o livre arbítrio, que são conquistas nossas, né, isso não foi doado, jogado para nós, não. Conquistamos ao longo de milênios e sei lá quantos e quantos séculos aí vividos, inclusive em outras moradas e que a gente eh foi aos poucos amadurecendo, evoluindo e tomando consciência. E hoje já temos o livre arbítrio e a inteligência à nossa disposição. E quando utilizamos ela bem, nós às vezes escutando o que nos dizem, lendo o que escrevem, prestando atenção, estando atentos, nós conseguimos tirar de nós às vezes muitas angústias e intranquilidades, porque a experiência do próximo, ela é fundamental. Então, a gente é importante escutar o processo evolutivo, ele é totalmente eh solitário, nãoé? O meu a mim pertence e cada um de vocês que estão aqui me ouvindo, o de vocês também, a vocês pertence, é totalmente solitário, ninguém interfere nele. Agora, nós temos uma situação que nos gratifica muito, que foi passada para nós como um elemento que vincula todos esses processos, que é a solidariedade. E essa solidariedade, ela se apresenta para nós de diversas formas. Não é só você socorrer com alguma coisa de cunho
para nós como um elemento que vincula todos esses processos, que é a solidariedade. E essa solidariedade, ela se apresenta para nós de diversas formas. Não é só você socorrer com alguma coisa de cunho material, mas a solidariedade de passar a transferir e procurar eh mostrar a aqueles que nos rodeiam a vivência que nós estamos tendo ou a experiência que de uma forma ou de outra já vivenciamos naquela situação em que esse parceiro em jornada está que pode ajudá-los a se movimentar. É por isso, inclusive que nós temos as nossas relações familiares que ela tem uma base bastante expressiva para ser considerada nesse aspecto. Outra coisa, esse processo eh evolutivo solitário eh requer a nossa grande atenção para que a gente possa trabalhar da melhor forma possível, para que a gente consiga receber as informações e evitar os chamados sofrimentos, que eu não chamo de sofrimento, eu tiro essa palavra do meu entendimento, eu chamo ações educativas, as situações que nos alertam para diversos aspectos tanto físicos como espirituais como emocionais, são ações educativas nos convidando a fazer reflexões por que aquele momento está se passando na nossa existência e não simplesmente ou repudiar ou transferir, terceirizar ou culpar, como a gente acaba fazendo em última instância, não é? O que é que eu fiz a Deus para merecer isso? Ora, chegamos a esse absurdo. E isso não é incomum, não. Isso é constante acontecer. Quantas vezes eu presencio, eh, escuto pessoas do relacionamento que eu tenho dizer isso, que é que eu fiz a Deus ou o que é que eu fiz a Jesus? Você não fez nada, né? Até porque o criador que está na nossa essência não está nem um pouco preocupado com essas emoções. Ele não se chateia com aquilo que você faz ou deixa de fazer. A lei está estabelecida. Você é que vai seguir da forma que você deseja. É o teu livre arbítrio e a tua inteligência. Então você tem que olhar e dizer o seguinte: "O que é que eu estou fazendo a aqueles que me rodeiam?" Aí é diferente. Aí você começa a já fazer uma
deseja. É o teu livre arbítrio e a tua inteligência. Então você tem que olhar e dizer o seguinte: "O que é que eu estou fazendo a aqueles que me rodeiam?" Aí é diferente. Aí você começa a já fazer uma reflexão diferente e começando a interpretar, entender melhor o teu processo de vida. E com isso a gente corre o risco de melhorar, corre o risco de trabalhar melhor sobre essas situações que exigem de cada um de nós em algum momento um pouco mais, um pouco menos da nossa atenção, um pouco mais das nossas intranquilidades, mas que faz parte dessa escola, desse trabalho de crescimento. E assim as coisas acontecem. Então eu às vezes falo, eh, hoje nem tanto, mas quando ela era jovem, eu falava muito pra minha filha o seguinte: "Olha, porque você é inteligente e tem livre arbítrio, faça o seguinte, olhe aqueles que estão caminhando na estrada já há algum tempo eh a mais do que você. Seu pai, por exemplo, deu uma olhada para mim, veja, todas as pedras que eu pisei e escorreguei, não pise não, porque você vai escorregar também. Inevitavelmente você vai escorregar. São pedras com limo, são pedras escorregadias. Aquelas que eu pisei com firmeza e não escorreguei, considere, pise também, porque a tendência é que ela dê mais aderência aos seus pés e você não escorregue. Agora vai chegar um ponto que esse cidadão aqui vai parar de caminhar nessa estrada que você pode observar. E quando eu parar de caminhar nessa estrada, você tem que tá o quê? fazendo agora a sua própria estrada, pisando em pedras firmes ou escorregadias, procurando seguir exemplos e orientações que você recebeu, como eu também recebi, naturalmente daqueles que foram os meus educadores. Então, a gente tem que usar todos os argumentos de inteligência para que a gente tire proveito em benefício daquilo que a gente procura. A gente procura felicidade, mas não sabe como ir atrás dessa felicidade. A gente quer buscar felicidade através de peditórios, quer buscar a felicidade através de posições ginuflexas, quer buscar felicidade
e procura felicidade, mas não sabe como ir atrás dessa felicidade. A gente quer buscar felicidade através de peditórios, quer buscar a felicidade através de posições ginuflexas, quer buscar felicidade através daqueles que a gente acha que são gurus, seja lá de que ordem for, e que podem colocar as mãos na nossa nossa cabeça ou segurar nas nossas mãos e a gente sair caminhando sem nenhum esforço em direção a essa felicidade. Isso não vai acontecer nessa altura do campeonato 2025 anos pós Cristo. Nós não podemos tratar essas coisas com esse nível de entendimento. Sinto muito, não dá. Nós já amadurecemos bastante para ter que olhar para isso com o nível de de consciência diferenciada. E essa doutrina que nós abraçamos, ela exatamente tem esse papel fundamental que é tirar o vel da ignorância. O que que é tirar o vel da ignorância? É tirar da nossa visão opaca ou às vezes aquela que a gente não quer enxergar as coisas para que a gente caminhe em busca de um ambiente de luz, de equilíbrio, sem fazer absolutamente por merecer. Isso não vai acontecer. O universo não é feito de privilégios ou de injustiças. É tudo justo, equilibrado, adequado do tamanho correto que cabe a cada um de nós. Até porque, se a gente procurar, e eu vou aqui fazer um quadro pra gente imaginar, vamos pensar que nós temos um um território muito grande com um número específico de pessoas. Então, nós vamos dividir esse território, vamos chamar isso de um de reforma agrária, que é um termo que todo mundo sabe, vamos dividir em tamanhos iguais. Iguais. Aí eu recebo um pedaço e fico lá dentro. Cada um de vocês recebe o seu pedaço, fica lá dentro. Eu recebo algumas sementes, como todos vocês, o mesmo número de semente, a mesma condição e vou ali fazer o meu plantio. Bom, vai depender de mim. Tô ali dentro, não faço nada. Meu celeiro tá lá vazio, vou ter fome, vou ter sede, não vou lá. Aí eu vou depois da agonia, quando eu olho pro lado, o terreno do meu vizinho tá exuberante, produzindo sementes, água, e o celeiro cheio,
celeiro tá lá vazio, vou ter fome, vou ter sede, não vou lá. Aí eu vou depois da agonia, quando eu olho pro lado, o terreno do meu vizinho tá exuberante, produzindo sementes, água, e o celeiro cheio, repleto para aguentar as intemperes. Aí eu olho e digo: "Ó, me ajude, eu não fiz aqui, me ajude." Aí ele vai fazer o quê? Ele pode solariamente debruçar na sua cerca e dizer: "Que pena! Eu vou lhe dizer o que eu posso fazer. Vou lhe dar todo o incentivo para que você comece a fazer a primeira leira para você plantar as sementes que lhe foram oferecidas. Mas eu não tenho a lei. A lei do universo não permite que eu pule aí para dentro para fazer o trabalho por você. Não vai acontecer. Então, é importante a gente registrar isso pra gente sempre adequar a vida que nós temos, a responsabilidade que nós temos, a força e o trabalho que nos é devido ser feito, precisa ser feito por nós. Não vai ser delegado. Eu posso pedir ajuda, sou incentivado. Eu peço socorro, sou auxiliado. Mas a gente tá sempre procurando a cura sem fazer por merecer o sucesso sem se esforçar para isso. O sucesso, quando eu digo, não tô só me referindo a sucesso material, porque às vezes isso é uma questão eh momentânea, temporária e que não tem a justificativa que a lei do universo nos proporciona. É importante fazer esse divisor de água. Então é um trabalho nosso. Por que que eu tô chamando a atenção para isso? Porque a gente, na experiência que tem dentro da doutrina que abraçamos, a gente percebe muitas pessoas caminhando, levando essas ilusões e aí não vai conseguir aquilo que tá querendo, porque não está fazendo por onde. E aí vem o quê? frustração. E quando vem a frustração, você não vai assumir a responsabilidade dela. Imediatamente você vai buscar um culpado. Se não busca a culpa da casa que você está, ali não. Ali não tem um trabalho forte, ali não tem uma atividade que me socorra. Ali não tem um trabalho que me satisfaça. Aí você já já tá terceirizando. É cômodo terceirizar porque eu não quero assumir,
ão. Ali não tem um trabalho forte, ali não tem uma atividade que me socorra. Ali não tem um trabalho que me satisfaça. Aí você já já tá terceirizando. É cômodo terceirizar porque eu não quero assumir, tipo assim, eu não fiz. Eu não estou fazendo. Ou então achando que precisa ser um instrumento perfeito para dar alguma produtividade. Negativo. Se eu tenho uma chácara para plantar e etc, eu posso ter lá uma pá enferrujada que só tem a metade. Pode ser que ela não me dê a produção de transferir terra o a metragem cúbica que eu desejo e no tempo que eu desejo, mas ela vai sendo usada por mim, que é a que eu tenho, vai levar a quantidade que eu posso, mas vai levar até que eu possa um dia estar uma par completa em em condições de fazer um trabalho mais eficiente. Esse é o processo evolutivo nosso, decisão nossa, compromisso nosso não é de ninguém. Então esse é um aspecto que a gente precisa amadurecer na nossa intimidade, porque quando a gente absorve isso, a gente se torna, inclusive mais forte. Porque eu passo a perceber que eu não dependo dos gurus. O mestre nunca disse: "Ah, eu tô te curando, eu tô fazendo". Não, a tua fé fez. Então você realizou, você assumiu a responsabilidade, mas a gente sempre quer passar adiante. Então esse é o que eu chamaria de uma introdução pra gente perceber do assunto que eu vou tratar agora, que é a pergunta: Sim. Você sabe efetivamente o que é a lei de causa e efeito, ação e reação? Muita gente responde: "Sim, claro, até porque ela não é religiosa, ela não é doutrinária, é física pura. E o universo é um componente de todas essas regras e conceitos e entendimento. Se eu bater na parede com uma força, ela vai retornar para mim com a mesma intensidade. Ação, reação. Isso nós aprendemos na escola, no básico, né, de de de ciência ali ensinava isso, a lei de ação e reação. Bateu, volta, fiz, retorna. E no plano do espírito evolutivo não é diferente. Ou a gente passa a entender isso dessa forma, ou nós vamos ficar infantilizando essa lei e procurando atribuir essa lei
o. Bateu, volta, fiz, retorna. E no plano do espírito evolutivo não é diferente. Ou a gente passa a entender isso dessa forma, ou nós vamos ficar infantilizando essa lei e procurando atribuir essa lei de uma forma distorcida. Eu vou fazer aqui uma umas considerações para que a gente perceba da grandeza dessa lei, talvez, na minha visão, sem sombra de dúvida, a mais importante desse processo. Então, tá aqui, eh, a lei de causa e efeito, ela em primeiro lugar, é um conceito fundamental, básico, organizado e citado dentro da nossa crença da espiritualidade, do nosso ideário espírita, de entender esse processo do espírito no plano espiritual e espírito no plano material, encarnados como muitos de nós que aqui estamos. Então, vamos lá. Ela é citada inclusive em obras básicas de extrema importância, no Evangelho de Kardec, né, no livro dos espíritos, na Gênese. Ela é citada causa e efeito, ação e reação. Para você ver o nível de importância desse aspecto. Quer dizer, é um princípio que a gente considera divino, né, que rege esse universo. O universo, não tô falando do órbito terrestre, não. Se alguém, a gente imaginar o universo, não nem concebe, né? A gente não consegue eh dimensionar o que que é a nossa galáxia, né? Então aí instrumentos cada vez mais buscando se aprofundar nesse chamado infinito que não existe, né? Mas sair imenso? Não, nós estamos falando do universo. É um princípio de universo. T dizer é uma lei tão potente que ela é para o universo, para poder se manter um equilíbrio de forças e de conduta em todos os estágios. no ominal, na hora que nós estamos no aspecto ainda do agregado mineral, daquele do instinto animal na nossa condição na escala de crescimento evolutivo e em outras ações do plano mais puro da espiritualidade pelos processos de conquista. Para você ter uma ideia, é uma uma é uma lei universal, né? Então, eh eh ela trata de uma forma muito forte, porque ela vem fazer uma mexida na nossa, eh, transformação moral, que é o agregado da essência do
cê ter uma ideia, é uma uma é uma lei universal, né? Então, eh eh ela trata de uma forma muito forte, porque ela vem fazer uma mexida na nossa, eh, transformação moral, que é o agregado da essência do sentimento do espírito. É a sensibilidade. É onde está residindo ali a gratidão, o afeto, as discordâncias, ou seja, tá no nosso caldo moral. Essa é a força dessa lei que precisa ser entendida de forma adequada e não fantasiosa, né? Ah, não. A causa efeito só funciona pros outros. Para mim não. Hã, nós temos esse entendimento. Causa efeito só pros outros. Quando alguma coisa nos acontece, não foi lá, não foi aqui. Tudo tem uma ligação. Foi lá porque foi aqui. Foi aqui porque foi lá. Quando a gente começa a perceber essas coisas de maneira mais clara e mais dentro da nossa intimidade, a gente vai fazendo uma transformação no nosso processo de percepção. Vamos ficando mais sensíveis, mais suaves, aceitando melhor as coisas e sabendo como trabalhar cada uma delas da melhor forma possível. Aí, nessa hora, éonde entra outro aspecto que a gente não consegue exercitar, que chama-se o perdão. Perdão tá dentro dessa linha, porque quando a gente percebe causa efeito aonde nós nos colocamos como ator também do processo, aí a gente imediatamente trata do aspecto perdão, aceitação, eh transformação. Você vê que essa lei ela traz tudo, ela vai buscar tudo da nossa intimidade e coloca para fora para que a gente olhe sobre cada uma delas da melhor maneira possível. Quando nós amadurecemos o entendimento da doutrina por esse viés, retirando dela aquelas churumelas, me desculpem essa expressão, eu sou nordestino, tô fora de lá há muito tempo, mas eu carrego ainda na minha causa e efeito, ação e reação, os termos, né? Aquelas churumelas apelativas chamadas religiosas. Aí a gente começa a ser um ser pensante, começa a ser integral. na nossa forma de perceber as coisas, maduros da maneira de trabalhar o nosso processo de entendimento das oportunidades que a vida tem nos oferecido. Então, vamos lá.
pensante, começa a ser integral. na nossa forma de perceber as coisas, maduros da maneira de trabalhar o nosso processo de entendimento das oportunidades que a vida tem nos oferecido. Então, vamos lá. Então, é uma determinação do nosso destino. Esse aspecto é a chamada justiça do universo. Então, eu vou contar aqui uma história meio fantasiosa, mas que ela ilustra bem esse aspecto. Diz que tinha um indivíduo e eu vou me colocar na condição desse indivíduo para ilustrar. João Leal, agoniado com as minhas situações de vida, sentei nesse banco aqui da comunhão, um banco aqui que é um local que tá aqui, um ambiente onde tem alguns companheiros do plano espiritual, às vezes até de plantão, esperando que alguém chegue aqui com as suas agonias e tá e ele tenta, pela mediunidade universal, que é intuitiva, auxiliar na sua transformação, na tentar passar uma ideia. Aqui é um local propício. Aí eu aqui cheguei. Quando eu cheguei, eu me situei ali quieto e comecei a resmungar. Meu Deus, meu Deus, meu Deus. Venha, venha. Levou uma fração de segundo. Quando eu olhei pro lado, um ser se apresentou. Tô contando uma história fantasiosa. Eu olhei para ele assustado. Eu não tenho vidência, mas eu disse: "O que isso?" Ele falou: "Ué, você tava me chamando? Você tava me chamando. Como assim? Ué, eu sou Deus. Aí eu digo: "Ah, é, é, você não me chamou?" Pois é, eu só quero lhe pedir desculpas porque eu levei fração de segundo, porque pedidos igual iguais ao teu, eu tava atendendo no universo inteiro. Você sabe o que é o universo? Não. Você só entende o seu planeta e a sua galáxia. Eu estava no universo que ainda não está pronto. Estamos fazendo inclusive com a sua ajuda. Eu assustado, olhei e falei: "Ah, é, é. Agora eu só vim aqui para lhe dizer o seguinte: não precisa nem me dizer qual é o seu pedido, porque eu já sei, porque eu estou na sua intimidade. Você é parte de mim, eu parte de você." Você lembra quando um dos irmãos nossos e filhos da lei disse: "Sois deuses?" Foi Cristo que falou quando passou por
já sei, porque eu estou na sua intimidade. Você é parte de mim, eu parte de você." Você lembra quando um dos irmãos nossos e filhos da lei disse: "Sois deuses?" Foi Cristo que falou quando passou por aqui. Então, sois deuses. Acredite nisso. Então, é nessa condição que eu estou aqui conversando com você. Agora, uma coisa eu quero lhe dizer, é impressionante. Quando eu terminei, todos nós concluímos o o universo do menos infinito ao mais infinito, nós pensamos numa lei, nós todos juntos, qual é a lei que pode nos dar sossego para que a gente não erre nas nossas tomadas de posição e não seja injusto com quem quer que seja, em que universo for. a lei de causa e efeito, ação e reação, não é isso? É. Então, vocês são engraçados. É a única lei que vocês passam o tempo inteiro querendo que eu revogue. Revogar por quê? para lhe atender, para atender aqueles que não querem cumprir com as determinações de fazer por onde para merecer, de busca para achar. Tudo isso foi passado para nós de uma maneira muito direta. O Cristo foi interessante. Ele não trouxe nada complicado. Quem complicou o processo todo fomos nós escrevendo livre, livre, tratado e mais tratado e regras, tal. Ele trouxe uma base de ética. Ele e outros que transitaram no órbit terrestre, como 2.500 anos antes ou 3 antes de Crist. Um cidadão chamado Pitarrotep, que era um um orientador de faraós, trouxe as primeiras regras de ética, ou seja, dando posições de conduta ajustada para que a lei de causa e efeito fosse exercitada, nos favorecesse na nossa intimidade e nos desse nos deixasse à vontade para caminhar em busca daquilo que todos nós desejamos, que é a tal da felicidade. Então é isso. Ele disse, essa eu não posso mexer. Precisaria existir um outro Deus. E isso não existe para chegar aqui e dizer, então vamos mudar ela por conveniência desse membro, desse universo criador de inteligência, amor, fraternidade, dignidade, perdão, gratidão. Você acha que isso vai acontecer? Não. Então eu posso fazer na condição de na
la por conveniência desse membro, desse universo criador de inteligência, amor, fraternidade, dignidade, perdão, gratidão. Você acha que isso vai acontecer? Não. Então eu posso fazer na condição de na condição de Deus que estou fora de você nesse instante dialogando com você, é lhe incentivar, lhe abraçar com afeto, com respeito e dizer: "Vai em frente, faça a sua parte, cumpra com as determinações que estão estabelecidas, que você as conhece, pois ela tá na sua intimidade. Sois deuses. isso e faça as suas mudanças. Não espere ficar batendo nos cantos das paredes do processo evolutivo, esperando que a lei de causa e efeito seja modificada em teu favor. Eh, era essa a reflexão que eu gostaria de ter passado para todos vocês. Eu espero ter sido claro, porque o que eu tentei fazer aqui é conversar com vocês o que eu estava conversando com a minha intimidade, me mostrando esse cenário, esse desejo. E se eu não assim fizer, eu posso ficar passando o tempo inteiro pedindo, pedindo, pedindo, pedindo, pedindo e só vou me decepcionando, decepcionando. Mas com quem? Não é com terceiros, é comigo mesmo. Então, se abrace, se reconheça Deus, se reconheça a luz, se reconheça a possibilidade, se reconheça tudo aquilo que efetivamente nós somos. Nós somos. Não é? É da mesma forma quando nós sentamos para tomar um passe, nós ali nos posicionamos como se uma ação milagrosa fosse resolver tudo ali, pá, tal, e saio. Quando eu dou três passos fora do ambiente que tomamos o passe e jogamos fora, fazendo todas as atitudes que fazíamos até ir ali buscar aquele passe. Então, tirem proveito de tudo. A hora é essa. dias e as a contagem de tempo é diferente no universo, mas para nós cada dia das horas marcada pelos nossos relógios, inclusive o que aqui está me dizendo que eu tenho que concluir já o trabalho porque são 30 minutos, essas passam, não é? e muito rápido. Então, que esse Deus que está na nossa intimidade abrace a todos nós. Muito, mas muito grato por terem tido paciência de ouvir essas reflexões.
que são 30 minutos, essas passam, não é? e muito rápido. Então, que esse Deus que está na nossa intimidade abrace a todos nós. Muito, mas muito grato por terem tido paciência de ouvir essas reflexões. Espero que ela sirva para cada um de vocês, do mesmo jeito que eu tenho procurado ir nessa direção para que sirva para mim também. Muito grato a todos que estão nos assistindo. Que Deus nos proteja, proteja a todos vocês na sua vida e no seu coração. Esse é o nosso desejo, nosso abraço fraterno. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares,
Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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