João Leal/Marcus Marques | TIRANDO DÚVIDAS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 26/04/2025 (há 11 meses) 1:10:46 323 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda Belê. Uma excelente noite a todos os que estão aqui conosco na nossa comunhão espírita, os que nos ouvem pela rádio comunhão, os que nos assistem pela TV Comunhão. o nosso agradecimento pela audiência. Nós estamos na nossa quarta, sexta, não é, Marcos? A última, quarta, quarta, sexta-feira do mês é quando acontece esse nosso trabalho, o tirando dúvidas, ele tem um compromisso de trazer um assunto, trazer um tema que é feita uma abertura de 20 a 30 minutos, para que depois a gente possa abrir para as perguntas o que quiserem questionar para que a gente possa se aprofundar, avançar e tentar esclarecer muitas coisas que às vezes nós escutamos, lemos e é importante questionar para que a gente receba esse estímulo de reflexão. e a gente possa entender melhor a doutrina que abraçamos, tudo aquilo que é passado para nós, que às vezes ficam algumas dúvidas. E o objetivo desse trabalho é exatamente esse. E hoje eh quem vai fazer essa abertura que a gente chama de o tema de provocação, né, Marcos? É o Marcos. E nós vamos ficar aqui para exatamente dar o suporte após esse período de abertura, nós ficamos à disposição. Vocês podem perguntar o que quiser, da forma que for, que a gente vai tentar aqui conversar com vocês, com os que nos assistem, nos ouvem, que estão aqui conosco presencialmente. Vou fazer uma leitura rápida de abertura do livro Agenda Cristã, pelo espírito de André Luiz, psicografia de Chico Xavier. Algumas definições. O benfeitor é o que ajuda e passa. Um amigo é o que ampara em silêncio. O companheiro é o que colabora sem constranger. Renovador é o que se renova para o bem. O forte é o que sabe esperar no trabalho específico. O esclarecido é o que conhece. O corajoso é o que nada teme de si mesmo. O defensor é o que coopera sem perturbar. O eficiente é o que age em benefício de todos. E o vencedor é o que vence a si mesmo. Então, nós agradecemos a

hece. O corajoso é o que nada teme de si mesmo. O defensor é o que coopera sem perturbar. O eficiente é o que age em benefício de todos. E o vencedor é o que vence a si mesmo. Então, nós agradecemos a espiritualidade companheira que está aqui conosco sempre, naturalmente, com cada um de vocês, tirando proveito desse período que vocês vão ficar mais sensíveis para que eles possam, através da intuição ou do envolvimento, nos auxiliar na nossa saúde física, nas nossas eh questões nas nossas ansiedades, enfim, estão dispostos quando nós abrimos esse canal de permissão, porque como temos livre arbítrio, se nós não permitimos, nada acontece, mas se nós abrimos o coração, eles conseguem chegar até nós. E aí muitas coisas que às vezes a gente tá se questionando começa a surgir como abrindo uma clareira e nos mostramos nos mostrando um caminho a ser seguido. Então o Marcos, ele vai conversar conosco sobre um tema que é muito interessante, que são os conflitos íntimos. E conflitos íntimos nós temos aos montes e como superá-lo. São essas situações que nos levam às vezes à angústia, intranquilidade, muitas vezes no encaminhamento para o processo depressivo e outras coisas mais que surgem a partir daí. Então o Marcos com a palavra e agradecidos como sempre ao mestre e aqueles que nos assistem no plano espiritual. Mais uma vez, boa noite a todos. Nós estamos na nossa quarta sexta-feira do mês, então o quarto encontro do ano, mês de abril. Esse projeto, tirando dúvidas, ele é temático. Temos um tema geral ao longo do ano e vamos em cada encontro pontuando ideias, partes desse tema geral. Para quem, só para nos situar, no ano passado, nós estudamos cuidar-se, amar-se, terapia do amor. Pautados no evangelho de Jesus, que quando resumiu a lei os profetas, disse: "Ama a Deus sobre todas as coisas. Repare no triângulo que eu vou fazer e ao próximo como a ti mesmo." Aqui é um triângulo do amor. Deus, o próximo e você. Então, ano passado estudamos como eu posso me amar, como esse amor por mim pode ser

re no triângulo que eu vou fazer e ao próximo como a ti mesmo." Aqui é um triângulo do amor. Deus, o próximo e você. Então, ano passado estudamos como eu posso me amar, como esse amor por mim pode ser verdadeiro, produtivo e transformador da minha essência e modulador do meu destino. Neste ano, nós estamos estudando guerra e paz. Só não usei paz e guerra para não virar o livro de Tostoi. Então, guerra e paz no sentido de como encarar conflitos, desafios, já que estamos em um mundo de provas e expiações. Porém, a doutrina de Cristo nos pede paz interior, estabilidade, tranquilidade. Ora, se eu vivo uma situação conflituosa, transformadora, desafiadora, como eu tenho a paz interior? Por que que Jesus me pediu isso? Por que que isso é a meta de um ser que é que se diz cristão? Então, estamos pontuando esses temas. Só para lembrar, em janeiro foi feita a introdução do tema pelo Leal. Depois em fevereiro nós falamos do tudo passa, tudo muda. E eu, como é que eu reacho? Às vezes desencarna uma pessoa querida sua. Alguém chega para você e diz: "É a vida. A vida é assim mesmo. Tá aí, daí. Isso resolve o meu estado interior, essa impermanência. Aí, Márcio nós Leal nos trouxe: "O que eu faço com a minha liberdade? Eu sou livre. Eu me julgo livre. Eu quero ser livre. E os bôus decorrentes da liberdade, eu consigo assumi-los? E hoje nós vamos falar de conflitos íntimos, como alcançar a paz interior, a estabilidade. Nosso trabalho se dá com a obra Autodescobrimento, uma busca interior. É uma das um dos livros da série psicológica que Joana de Angeles ditou por meio de do nosso irmão Divaldo Franco. Conflitos íntimos. O que é conflito? De um modo geral, conflito para nós significa briga, rinha, oposição, desacordo, certo? Países em conflito significa que países estão brigando, peleando em rinha por algum alguma razão, algum objetivo, algum motivo. Mas conflito também significa uma certa instabilidade, um desarromo. Algo não está no lugar certo, não está acomodado. Imaginem um quebra-cabeça, aqueles de 1000 peças,

, algum objetivo, algum motivo. Mas conflito também significa uma certa instabilidade, um desarromo. Algo não está no lugar certo, não está acomodado. Imaginem um quebra-cabeça, aqueles de 1000 peças, por exemplo. Imagine que uma pecinha não está se encaixando bem, ela não se encaixa, ela não se situa. Então, o conflito não é apenas o embate violento, ele também nos remete a um desarranjo, a algo que não está acomodado. E quando falamos de conflitos íntimos, vamos falar de nós, espíritos encarnados, é um mundo de provas e expiações, onde seria raríssimo, seria uma excepcionalidade que nós não tivéssemos nenhum conflito íntimo. Exatamente. Porque o mundo de prova expiação é o anoitecer, a noite escura, digamos, tipo 3 horas da manhã, se transformando numa alvorada, num amanhecer. As trevas vão se dissipando lentamente, vai se clareando e daqui a pouco o sol brilha, está o céu azul. Então, seres que estão nesse processo de transição tem que ter conflitos íntimos. Seria impossível não tê-los. Então, todos nós temos. A questão é, eu tenho, eu tenho consciência disso, eu estou lidando com isso? Ou eu os ignoro como se nada acontecesse, ou estou empurrando com a barriga? Ambas as opções seriam extremamente contraproducentes, porque vão nos trazer problemas, inclusive saúde física. E nesse capítulo, Joana de Angeles enfatiza muito a relação que ela chama de espírito, corpo ou pensamento e mente, como quiser, alertando que doenças físicas nascem dessa instabilidade emocional, psicológica, que todos nós temos, inclusive doenças gravíssimas. Muita gente tem uma vida saudável, tem uma conduta alimentar disciplinada, se dedica à atividades esportivas, também as atividades mentais, porque não adianta só trabalhar o corpo e a mente não funcionar de forma produtiva, iluminada, coerente, né? E de repente a pessoa aflora nela alguma coisa. Ué, mas por quê? As raízes estão no espírito. Você é espírito. Tudo está em você. Você que moda o seu corpo, você que moda a sua vida, você que escreve a

de repente a pessoa aflora nela alguma coisa. Ué, mas por quê? As raízes estão no espírito. Você é espírito. Tudo está em você. Você que moda o seu corpo, você que moda a sua vida, você que escreve a sua história, você que traça o seu destino. E começando esse estudo aqui, um parágrafo que eu vou lê-lo, é uma bonita definição da encarnação, objetivos. e vai tocar num aspecto chamado família, que curiosamente foi o tema que trabalhamos quarta-feira quando fazemos o estudo livro dos espíritos. O tema de quarta-feira foi família, parentesco, filhação, né? O que que nos faz estar com alguém em determinada encarnação? Por que que por aquele espírito tornou-se meu pai? Por que que aquele espírito tornou-se minha mãe? Que que aquele espírito é meu irmão ou tio ou filho? Qual o a razão de ser? Acaso não. Pessoas não se encontram por acaso, não pelo processo da reencarnação. Então aqui Joana nos diz assim: "As reencarnações comuns, ou seja, nós, né, eh, sem destaques missionários, quem que seriam os missionários?" Um Francisco de Assis que veio mandado por Cristo para um propósito, um Confúcio, um Lautissé, eh o próprio Cristo amando de Deus. Então nós comuns, pessoas comuns, uma vida comum, né, que não estamos em missões, embora todo mundo pode fazer da sua vida uma missão, pode e deve fazê-la, inclusive para que ela tenha valor e sentido. Invariavelmente são programadas pelo automatismo leis, ou seja, nós estamos aqui por força da lei de causa efeito, ação e reação. Se nessa encarnação eu nasci com uma deficiência física, há uma razão. Não é Deus brincando comigo. Se essa encarnação eu nasci com algum entrave de expressão do meu eu, há uma razão. Se eu nasci palpérrimo, há uma razão. Se eu nasci riquíssimo, também há uma razão. Então, nunca atribuam ao acaso ao processo reencarnatório, jamais. Que levam em conta dever diversos fatores que respondem pelas afinidades ou desjasustes entre os seres, assim como pelas realizações éticomorais, unindo-os ou não, de forma a darem cumprimento aos imperativos

m em conta dever diversos fatores que respondem pelas afinidades ou desjasustes entre os seres, assim como pelas realizações éticomorais, unindo-os ou não, de forma a darem cumprimento aos imperativos responsáveis pela evolução individual ou dos grupos humanos. Por isso que nós temos um porquê de estarmos com certas pessoas naquilo que chamamos família. Pode ser afeto, pode ser desafeto. Pode ser cumplicidade no bom sentido da palavra, espíritos afins, como pode ser também ódios, inimizades, rancores pretéritos, que só tem uma forma de serem dissipados, colocando os dois juntos pelos laços familiares. Ah, mas família é um conceito conservador. Sim, é. Gosto de você ou não é? Mas, porém, sem família não existe civilização, não existe humanidade. Os espíritos dizem que sem família nós votaríamos a barbárie da pior espécie, pior até que os animais. E os animais têm família. Você tem aqueles bandos, as manadas, onde cada um tem seu papel, é que se protegem, se cuidam. Até os animais têm famílias. Então, não é um conceito conservador, é uma lei divina e é imutável. Se imutável é conservador, sim, é. As leis de Deus não mudam, elas são perfeitas. Então, a família, aliás, não existe evolução solitária. E se você é o ser que você é hoje, passado por, sei lá, milhões de reencarnações, é porque sempre houve nessas reencarnações uma família que trabalhou de alguma forma para você chegar a ser a pessoa que você é hoje. Houve essa colaboração. Você não é não é não é um ser solitário vagando pelo universo infinito, não. Estamos sempre em grupo. Vida é a palestra de quarta-feira que dá mais subsídios para compreender esse tema. Só que essas uniões podem ser positivas ou não positivas. E aí já vem os primeiros conflitos de nossa vida, os conflitos externos, exteriores, que são no âmbito familiar. E é muito raro você ter a família perfeita. Como diz o ditado popular, família só muda de endereço. Se você contar tua história familiar, teus problemas de família, é igual a minha, a dela, a dele, a dele, a dele. Só muda o

a família perfeita. Como diz o ditado popular, família só muda de endereço. Se você contar tua história familiar, teus problemas de família, é igual a minha, a dela, a dele, a dele, a dele. Só muda o endereço. Parece que é uma é uma uma novela que que passa em todos os canais ao mesmo tempo. Então isso tem uma razão de ser. São processos de reajuste que só se dão pela família. A obra que nós sempre fazemos referência, vem cáismundo, capítulo 13, missionários da luz. Você tem um assassino e a vítima. Um se arrepende profundamente, que é que é o perdão, que é o amor daquele a quem ele feriu. O outro vítima tem pavor de quem o matou, tem pavor psicologicamente, emocionalmente. Ele é traumatizado. Como é que Deus, como é que a natureza, como é que a vida consegue unir seres com tanta oposição, com tanta animosidade? Apaga as memórias, põe um de pai, outro de filho ou mãe ou filho e daqui a pouco um pega o outro no colo. Ah, que coisinha bonitinha. Que coisinha fofa do papai. Cadê nenê da mamãe? É a sabedoria da natureza. Como ninguém sabe quem é quem, o instinto fala alto, que o instinto também é sabedoria. E aí começa a harmonização e medida que o espírito reencarna, que demora 7 anos, vai depois vai voltando à sua plenitude de mente e consciência, de repente começa a desenvolver rancores, mágoas, desafetos que não tinha quando criança, porque criança era o espírito p encolhido, diminuído, acoplado para poder reencarnar. Mas medida que ele vai crescendo, como uma planta que cresce, chega a maturidade, a maioridade, rancores podem surgir. Então não estranhe dentro de uma família, por um período não haja conflitos, mas chega a idade adulta, a famosa idade da razão, podem surgir conflitos, que é o espírito já amadureceu. Mas se você como pai ou mãe, por exemplo, acolheu e deu carinho, aí ele vai ter um conflito interior. Ele vai sentir um ódio, digamos assim, mas ao mesmo tempo ele tem uma lembrança de um amor. Veja a sabedoria da natureza. Quando surge a agressividade, o rancor,

, aí ele vai ter um conflito interior. Ele vai sentir um ódio, digamos assim, mas ao mesmo tempo ele tem uma lembrança de um amor. Veja a sabedoria da natureza. Quando surge a agressividade, o rancor, a mágoa ou qualquer coisa negativa do passado, se pai e mãe cumprir o seu papel como pai e mãe, eles envolverem amor igual aranha tecendo, envolvendo lá o inseto, digamos. Então, o que acontece? Nossa, eu sinto uma coisa estranha na presença da minha mãe. Meu meu meu pai me desagrada. São exemplos, mas isso são exemplos factuais. Pô, mas meu pai tão legal, minha mãe tão bacana. Então o que acontece? começa a superpor. E aí vem aquela famosa frase de Jesus: "O amor uma multidão de pecados, mas você não deixa de viver um conflito íntimo. Você percebe que existe algo que desagrada, mas ao mesmo tempo você tem uma lembrança da sua infância, da sua adolescência, de acolhimento, de amor, de presença. Mas aí a sabedoria divina, ela começa a criar, é como se fosse jogando leite na água, digamos assim. Você vai mudando a cor da coisa e a pessoa começa a trabalhar seus sentimentos e unindo-os ou não de forma a darem cumprimento aos imperativos responsáveis pela evolução individual ou dos ou dos grupos humanos. Em outras circunstâncias são planejadas por técnicos no mister. Mister quer dizer na função, na obra. No caso de reencarnos mundos são 100 espíritos para um reencarne. Havia 100 espíritos trabalhando, desde engenheiros genéticos até psicólogos e magnetizadores que aproximam as criaturas formando os clãs, nem sempre, porém, levando em consideração a afetividade existente entre eles, mas também situando os próximos na mesma consaconeidade, a fim de serem limitadas às arestas corrigidas às imperfeições morais desenvolvidos processos de resgate próprios os estágios em que permanecem. Portanto, família é o palco dos nossos primeiros conflitos. Aí a tendência é só se expandir em termos espaciais. você cresce, sai de casa, vai viver a vida já, por exemplo, na escola, na sociedade, no ambiente de trabalho, na

co dos nossos primeiros conflitos. Aí a tendência é só se expandir em termos espaciais. você cresce, sai de casa, vai viver a vida já, por exemplo, na escola, na sociedade, no ambiente de trabalho, na na faculdade, os conflitos vão surgir. Não é uma determinismo tem que ter conflito, não faz parte do processo de vida. Nós aqui somos seres que estamos saindo de uma noite escura para o amanhecer. Então nós vivemos uma transição e isso é normal em nós aqui, né? Então nada ocorre na vida por acaso o descuido da consciência cósmica em se referindo às relações interpessoões. Seja atento e vigilante com quem esteja perto de você. E que o que que você sente? O que que você percebe? Sentimento. Você chega perto de alguém, você não não fica confortável. Outra pessoa, você olha, parece que já tá reencontrando um amigo de 1000 anos atrás. Perceba isso no em você. Portanto, nós devemos adquirir consciência no sentido mais profundo para resolver os nossos conflitos. e que nós dissemos há pouco, a gente pode ignorar ou empurrar com a barriga. Se eu, por exemplo, sou uma pessoa que me sinto incomodada no sentido assim, eu não me sinto feliz. Eu digo para mim mesmo, eu não me sinto feliz, me falta alguma coisa. Isso é um conflito. Então, não use a palavra problema ou doença ou enfermidade. Chame de conflito. Me falta algo. Certo? Você já sabe o que que tá te faltando? Não. Então você tem que saber. E claro, por favor, em certas situações, procure um profissional, ajuda terapêutica. Tá? Esse é um caminho que requer muitas vezes intervenção de um profissional. Mas o importante é que você saiba, eu sou uma pessoa ansiosa ou eu tenho medo, eu tenho fobias. Por exemplo, isso é um fato real. Conheço uma senhora hoje que já tá chegando aos 90 anos. Ela nunca, nesses 90 anos dormiu só. Ela não, ela ela é incapaz de dormir só na cama. Desde criança, eh, os pais tiveram que prover uma cama maior, tipo cama de casal, mesmo sendo pequena, porque nunca dormiu sozinha. uma pessoa que precisa ter

, ela ela é incapaz de dormir só na cama. Desde criança, eh, os pais tiveram que prover uma cama maior, tipo cama de casal, mesmo sendo pequena, porque nunca dormiu sozinha. uma pessoa que precisa ter alguém do lado dela, como já tornou-se viúva durante muitos anos de casamento, um longo casamento, tinha um esposo. Hoje, sem o esposo, é preciso que um filho, um uma cuidadora, a secretária da casa, deite-se e durma com essa pessoa. Eu falei: "Olha, isso não é normal, esse medo do do sono." E nós já estudamos o sono no ano passado. Você tem medo de de encontrar alguma coisa quando você se desdobra? Você tem medo de um encontro com com alguma coisa. Isso precisa ser trabalhado. Ah, mas e fica no ar mais. A gente não pode deixar essas coisas a irem paraa frente porque elas podem se agravar, vai piorar, pode gerar doença física. E quando nós envelhecemos, inclusive esse ensinamento de André Luiz no livro eh da mediunidade, não não é os domínios da mediunidade, é o os mecanismos da mediunidade, quando a gente começa a envelhecer fisicamente, não é leal, fisicamente, né, a gente começa a envelhecer, o corpo vai ficando mais assim, menos resistente. Essas coisas mal resolvidas em nós, espírito, afloram. Então, muitas vezes a pessoa envelhecida fica com transtornos, tipo caduco, tipo essas enfermidades da moda aí, que eu não quero citar, como apenas reflexo daquilo que está dentro dela, que quando jovem com maior intereza física, o corpo reteve, mas que o corpo vai ficando, né? Outro dia ali, minha inquir, tava vendo as pelancas, falei: "Jesus, cadê os músculos? Parecendo pescoço de peru". Aí essas coisas vão aflorando. Isso está em André Luiz, quando ele fala no mediunidade, que inclusive isso pode virar patologia senil, cuja causa está em quê? num conflito. Se eu tenho pavor de alguma coisa, velho, esse pavor vai crescer. Daqui a pouco eu tô olhando assim, vendo aranhas gigantes, baratas gigantes, sei lá, essas coisas que a gente vê em filme e depois vai ser diagnosticado como

guma coisa, velho, esse pavor vai crescer. Daqui a pouco eu tô olhando assim, vendo aranhas gigantes, baratas gigantes, sei lá, essas coisas que a gente vê em filme e depois vai ser diagnosticado como esquizofrenia, qualquer coisa assim, nada mais é do que algo que aflora. Então a gente deve se tratar e como diz meu amigo Leal que aqui está também não terceirize. Procure se conhecer, se trabalhar e não empurra com a barriga, não. É você te palestra, tomar passe e já resolve. Não, não é só isso. Ajuda bastante palestra passe. Mas vê lá o que tá acontecendo, porque essa razão de você reencarnar. Além de trabalhar, aprender, progredir, é resolver seus problemas para você cortar os laços do passado e alcançar uma liberdade que te proporcionará uma felicidade integral. Certo? O ser consciente é um indivíduo livre e realizador do bem operante em si e nos outros. Quanto mais me capacito a ficar melhor ou resolvo meus problemas, melhor eu me torno para dizer: "Pessoal, estou aqui à disposição, contem comigo, abrir as mãos ao mundo e dizer: "Cheguei em que posso colaborar. Mas uma vez que eu faça isso, primeiro comigo, certo? E para isso, Joana deângeles vem nos alertar também, já indo paraa parte final da nossa apresentação, a necessidade que cada um tem de digerir os próprios problemas, ou seja, resolva seus problemas, trabalhe, corra atrás deles, não deixe para amanhã. Procure ver, porque o que que Jesus nos ensina? Paz interior, equilíbrio, amor, doçura, brandura. Isso modifica pessoas imperfeitas como nós. Mas para que isso aconteça é necessário muita ação para que a gente tire as imperfeições que estão dentro de nós. Tipo assim, eu tô com um balde de água suja, eu jogo isso fora, puft, dou uma enxaguada e coloco água limpa dentro. Como Jesus disse, né? Você não coloca vinho novo em odre velho, porque senão o odre, né, aquele jarro, aquela ânfara de barro que usava-se antigamente para guardar vinhos, quebra, explode. Então você tem que fazer uma renovação dentro de você para que tudo

velho, porque senão o odre, né, aquele jarro, aquela ânfara de barro que usava-se antigamente para guardar vinhos, quebra, explode. Então você tem que fazer uma renovação dentro de você para que tudo que o Cristo preconiza esteja em nós. E aí vamos também compensar como espíritas. Não vamos ficar vendo o cristianismo apenas como uma religião para nós um dia morrermos e batemos asinhas e irmos pro céu. Não. Vamos ver Cristo como um ser que nos ensinou a viver a nossa vida que é imortal, com saúde plena. Saúde não tem nada a ver com religião. Saúde tem a ver com as leis divinas. É o que a Joana de Anes nesse livro, nessa coleção, busca nos ensinar chamando de homem integral, um ser pleno ou um ser iluminado. Mas não é só a saúde. Saúde não é só física, é também você se transformar numa pessoa com sabedoria, com luz, com amor, com caridade, com valores, com ética, com moral, com atitudes finas e nobres, refletindo Deus e nós mesmos. Também ao fazermos a nossa autoanálise muito honesta, vamos tirar os disculpmos, tá? Não fique se justificando. Ah, eu sou nervoso porque quando eu era pequeno meu pai fazia isso ou minha mãe fazia aquilo. Não, teu pai fez isso, tua mãe fez aquilo, aquilo. Pode ser até um gatilho, um motivador. Mas hoje você fazer algo, você não é robô, você não é autômbítrio. Então você pode dizer: "Pera aí, meu pai errou, mas eu também não tenho que errar porque ele errou". Se meu pai foi alcólotra, eu não tenho que ser alcólatra. Por isso que na doutrina espírita não existe determinismo e nessas fatalidades não. Você sempre tem a opção de fazer a escolha. Eu não tenho que ser igual a alguém porque a pessoa foi daquela forma, a não ser que seja uma pessoa inspiradora de virtudes para nós, como Jesus, por exemplo, mas os erros não, eu não tenho que copiar o erro de ninguém e nem reproduzi-los. Então, nós temos que fazer de uma forma honesta uma autoanálise sem se nos justificar e também não nos condenar. Não se justifique e não se condene. Essa condenação a gente falou muito ano

roduzi-los. Então, nós temos que fazer de uma forma honesta uma autoanálise sem se nos justificar e também não nos condenar. Não se justifique e não se condene. Essa condenação a gente falou muito ano passado. Ama a ti. Ah, eu errei. Eu sou a pior das pessoas do mundo, tá? Todo mundo sabe. Deus é que torcida do Flamengo sabe. Mas Jesus não te condena. Ele diz apenas o seguinte: "Segue-me, venha, dê um passo, vem". Não me interessa como você é. A única coisa que eu quero que você que você de você que você dê um passo. Venha, dá um passo, caminha. Ou seja, inicia um processo de mudança. Então, não se condene. Percebeu? Poxa, quanta besteira, quanta bobagem eu fiz. Eu destruí meu casamento. Eu eu joguei fora uma fortuna. Eu perdi meu emprego. Eu mergulhei nos vícios e perdi oportunidades. Não chore o leite derramado, como dizia a vovó. Não se não se julgue, não seja cruel consigo mesmo. Porque se você não for amigo de você, quem que vai ser amigo de você se você não for amigo de você mesmo? Então Jesus apenas disse, ó. Vem cá, vem. Dá um passe. Caminha, venha, venha. Que ele fazia com as pessoas. Segue-me. Eu sabia muito bem quem era cada um que estava ali, sabe muito bem quem nós somos. Mas constantemente ele nos chama. Venha, vamos. Comece a mudar. Deê o primeiro passo. Então, identificar o erro, os problemas e vamos chamar de conflitos, tá? Vamos chamar de doença, de pecado, não. Meus conflitos, aquilo que não tá harmonizado em mim por algum motivo. E sem eh culpar ninguém, sem transferir responsabilidades, como diz meu amigo Leal, e caminhar, como Jesus diz, venha conduzir, esse processo, procurando reparar se você tem débitos com alguém. Pô, eu fui agressivo, eu fui estúpido, maltratei alguém. Chega lá e peça desculpas. A pessoa não quero te perdoar. Bom, problema seu, eu vim pedir desculpas. Minha parte tá feito. Agora você fica com a sua. Devolvi a batata quente para você. Você pedindo desculpas, mesmo que alguém não te dê o perdão, você já se desculpou. Nós não somos responsáveis

ulpas. Minha parte tá feito. Agora você fica com a sua. Devolvi a batata quente para você. Você pedindo desculpas, mesmo que alguém não te dê o perdão, você já se desculpou. Nós não somos responsáveis pelo que os outros pensam e fazem. Somos responsáveis pelo que nós pensamos e fazemos. Tá bom? Então, mesmo que alguém não te perdoe, não quero ver você. Tá, tá, tá. Tudo bem. Eu tô pedindo desculpa. Se você não quer me dar, eu tô em paz. Eu vim aqui e e te e disse isso. Tá registrado perante a vida. Fica você com o teu ódio, com tuas margas, que no futuro vai virar doença. Pode ter certeza. Doença nasce do ódio. A grande maioria. Por fim, pessoal, a cuidadosa autoanálise sem caráter exigente, não se massacrando, não se se liciando, pegando chicote e se batendo, se matando, tá? Eh, nem condenatório, abrirá possibilidades inúmeras para o equilíbrio e ajudará a desenvolver a tolerância em relação aos outros, produzindo harmonia interior. Eu estando bem, eu vou colaborar melhor pro mundo. O que eu dou pra vida, a vida me retorna, porque é lei de ação e reação. Esse é o caminho de ter uma vida feliz, em paz, com saúde integral. cuide os seus conflitos interiores. Vamos passar agora paraa segunda parte. Leal, tem algumas coisas muito interessantes que Marcos falou que vale a gente pontuar. Eh, eu fui esses dias fazer uma palestra lá em Valparaíso e o tema levava um pouco nessa direção, entendeu, Marcos? E quando Marcos fala pra gente não se martirizar e não criar os processos de culpa que a gente vai buscar com isso âncoras e cria impossibilidade determinada por nós mesmos a gente avançar. Eu estava dizendo, nós somos tão estranhos nesse aspecto, temos um prazer muito grande de não buscar forças para sair das situações que eu digo não são problemas, são ações educativas. E isso você deixou claro aí. São ações educativas que nos auxiliam à transformação. Quando a gente acha que carrega problema, é aquela situação, alguém me jogou isso, sei lá quem, uma divindade ou uma lei do universo e eu tô

aí. São ações educativas que nos auxiliam à transformação. Quando a gente acha que carrega problema, é aquela situação, alguém me jogou isso, sei lá quem, uma divindade ou uma lei do universo e eu tô tendo que administrar isso. Não é uma ação educativa lhe chamando a responsabilidade para que você possa rever passos a dar. Então eu falava lá o seguinte, nós somos somos tão estranhos nesse aspecto que até os hábitos de prece muitas vezes, e eu sinto um incômodo muito grande quando eu vejo alguém fazendo uma prece já começa dizendo assim: "Meu Deus, eu não sou ninguém. Marcos, isso me dá um desespero, porque eu fico imaginando a lei criadora do universo com a competência que a gente não consegue nem avaliar, como o próprio Kardec lá se expressa quem é Deus. Não, não é quem é Deus, é o que é Deus, né? Quer dizer, não é uma figura que está amarrada à nossa percepção e limitação que nós temos no nosso estágio evolutivo, mas você já começa a se depreciar como se você não fosse coisa nenhuma. Eu fico imaginando numa situação assim, o criador, vamos olha para você e diz: "Que cara mal agradecido, olha a porqueira que eu criei". Quer dizer, você se coloca e por aí vai, se rebaixando, se rebaixando, se rebaixando, achando o que? Você fazendo isso, se tornando cada vez menor diante da grandeza do criador que tá na sua intimidade. Próprio Cristo disse isso. Sois deuses, não é? Vocês têm essa força, vocês podem fazer o que for. você precisa é andar mais rápido para chegar a ter essa competência, essa capacidade de fazer com que essa energia que existe na sua intimidade aflore. E é isso que a gente tá buscando o tempo inteiro aqui. Quando nós estamos aqui num trabalho desse, nós não estamos na condição de est falando coisas para que depois toma um passe, sai do passe, chega ali fora, nada aconteceu. É ou não é, irmãos? Então são coisas que a gente tem que rever a gente tem que pensar nesses conflitos de uma maneira proativa. Eu vou ter e tenho porque o processo evolutivo caminha nessa direção. São

ou não é, irmãos? Então são coisas que a gente tem que rever a gente tem que pensar nesses conflitos de uma maneira proativa. Eu vou ter e tenho porque o processo evolutivo caminha nessa direção. São essas ações educativas que vão nos chamando à responsabilidade. Umas a gente percebe, outras a gente demora mais. Mas é assim que ocorre. Tanto é que nenhum de nós está no mesmo patamar, apesar de estarmos na mesma oportunidade de morada do pai, que é o orbit terrestre, né? Marcos falou de uma situação de até os 7 anos de idade, por exemplo, a gente tá vivendo aquele sentimento de afeto e já com algumas rusgas, né? Eu às vezes observo meu meus netos, um tem cinco e o outro tem 12. Há um um uma diferença imensa de percepção do convívio com aquele grupo familiar que somos nós. A gente percebe isso. Tem horas que ele se sensibiliza o menor e do nada vem e me dá um abraço, uma coisa afetuosa. Passo o seguinte, em outro momento me olha com que eu percebo uma tremenda distância. Eu fico imaginando esse conflito de não perceber isso, mas a gente que já tá um pouco mais adiante percebe que são as relações que têm que ser reorganizadas. E é por isso que está nesse núcleo que o Marcos referiu, núcleo familiar, né? A importância desse aspecto e a gente perceber isso, né? Eu me lembro bastante eh, para eu encerrar, quando a a minha mãe estava para desencarnar, ela tava com um câncer muito severo e sabia. E eu brincava muito com ela, eu dizia: "Você tá com aviso prévio, né? Pode ser que eu vá antes, mas você tá com aviso prévio. E uma vez nos reunimos, pedimos a a esposa, ao genro e tal, foi eu, ela e e os meus irmãos e nos reunirmos num num quarto de flete, aonde a gente só não se enxergava quando alguém entrou no entrava no banheiro, né? Que aí também é a intimidade de cada um. Mas o resto nós conviv passamos 20 dias e a proposta que eu fiz foi o seguinte: vamos conversar tudo que nós precisamos conversar das nossas insatisfações que fomos acumulando, como você mesmo falou, a idade vai chegando,

v passamos 20 dias e a proposta que eu fiz foi o seguinte: vamos conversar tudo que nós precisamos conversar das nossas insatisfações que fomos acumulando, como você mesmo falou, a idade vai chegando, você vai absorvendo, absorvendo, vai ficando com a textura desse escafandro frágil e aí você começa a deixar com que o líquido vá permeando e você vai ficando adoecido, não é? Então a gente conversava e botava para fora. É isso, é aquilo, aquilo outro e tal. Às vezes derramava lágrimas. Eu me lembro que uma das vezes eu brincando, nós estávamos assim no restaurante, eu disse para ela, eu eu era guitarrista, entendeu? E naquela época o cara ser roqueiro não era como hoje, que todo mundo empurra, vá ser roqueiro, vai ser jogador de futebol, vá ser como é que é influência. Mas naquela época, por roqueiro, ela olhava e dizia: "Eu não criei filho para ser tocador de viola ainda". depreciava também a viola. E aí naquela confusão eu disse assim: "Poxa, você não me deixou ser roqueiro". Ela olhou assim e disse: "Até isso eu impedi." Aí eu olhei para ela e falei: "Não, você colocou a sua opinião extremamente válida. Agora, se eu tivesse competência para ser roqueiro mesmo, eu nem ia lhe escutar". Então, a senhora ter me dito aquilo, a senhora tirou um péssimo roqueiro do mercado, entendeu? E botou uma pessoa para com para seguir outro caminho na vida. Aí ficava rindo e tal. Ou seja, nós temos esses conflitos que eles precisam ser rompidos com a inteligência, com essa capacidade que nós temos de perceber as coisas e procurar abrir o coração. É fácil? Não é fácil. A gente por natureza é travado diante das coisas que a gente tem intuição, mas não consegue movimentar para tirar essa barreira para poder buscar o diálogo. Era isso que eu queria. Beleza. Obrigado. Nós vamos agora para as perguntas. Qualquer um pode fazer qualquer pergunta dentro do âmbito da doutrina espírita, por favor. Tema de hoje. Qualquer outro tema? curiosidade, aprofundamento sobre alguma coisa que leu, que viu, alguma palestra

er um pode fazer qualquer pergunta dentro do âmbito da doutrina espírita, por favor. Tema de hoje. Qualquer outro tema? curiosidade, aprofundamento sobre alguma coisa que leu, que viu, alguma palestra da comunhão. Vamos conversar. O tema é apenas provocativo, né, pra gente poder adentrar numa linha de raciocínio e refletir. Mas qualquer situação sobre a doutrina espírita será bem-vinda. Quem vai ser a primeira pessoa? Ou eu? Por favor, pode falar daí mesmo que eu repito daqui. Boa noite para mim retornar. Seus mentores podem fazer o quê? Desculpe. Ah, certo. Nosso irmão Sérgio pergunta, se identifica se os mentores podem eh nos colocar em situações que influenci a nossa vida ou mudar a nossa vida. As nossas mudanças, Sérgio, são nossas escolhas. As pessoas que mais nos amam são as pessoas que nos respeitam. Por exemplo, Deus, Deus não se impõe a ninguém. Deus dá sinais. Ele fica jogando, sabe, tipo sementinhas assim que nos atrai, como se fosse as balinhas daquele ponto de fadas das crianças na floresta. Ele nos atrai. Você olha para uma planta, você olha para um ser humano, você olha para uma uma beleza, um pô do sol. Então, o bem tá sempre ao nosso redor. Aliás, nós estamos dentro dele, que é Deus. Só que a gente tem a capacidade de se fechar o bem. Embora estejamos dentro dele, a gente, pum, se fecha como se fosse uma ostra. Então, os mentores que vêm em nome de Jesus, eles nunca vão nos impor situações. Eles nos intuem, eles nos falam: "Sérgio, não pega, não desce nessa parada, não, desce na outra". Você entende? Hoje liga para fulano, eh, não vai por aqui, vai por ali. Olha, não, não, não, não reclama não, não, tipo assim, não escuta. Se alguém hoje brigar com você, você fala: "Beleza, é isso mesmo". Então eles nos intuem, mas cabe a nós acolher essa essa intuição e pelo nosso livre arbítrio fazer nossas escolhas. Eu tenho um exemplo que é trágico. Eu vi uma cena assim brutal dessas de de internet que eu já até fiz referência em palestras. Aconteceu num estado do Nordeste vizinho brigando por

r nossas escolhas. Eu tenho um exemplo que é trágico. Eu vi uma cena assim brutal dessas de de internet que eu já até fiz referência em palestras. Aconteceu num estado do Nordeste vizinho brigando por música alta. O vizinho da frente, do lado de cá da casa, atravessou a rua, foi lá brigar com o vizinho que tava com som alto. Aí o vizinho sai e fica aquele, como é imagem, né? A gente não tem som. Você vê os dois discutindo. Aí chega um rapaz do lado de cá, pega o o fulano e vem, não, vamos, vamos, vamos. Aí o cara vem, chega na na porta de casa, aí daqui a pouco ele sai e vai pá pá em cima do outro, o outro vem em cima dele. Aí o cara que tava lá vem, não vem, vem, puxa, leva a pessoa pra porta de casa. Eu sei que isso foi umas cinco vezes. Até que na sexta vez aí o cara pegou e xingou o outro de uma forma que ele não gostou, tipo assim, chamou de qualquer coisa que a pessoa não desagradou. Que que ele fez naquela hora? Só fez assim, puf, meteu um tiro na cara. Aí o cara, pum, cai duro, o vizinho do lado de cá. Quer dizer, ele foi seis vezes. Nas cinco primeiras, o rapazinho que tava junto dele o trouxe de volta, praticamente colocou na porta de casa. Mas o cara, em vez de entrar, fica quieto, ele sai e vai. Quem procura acha. Certo? Então é isso, Sérgio. Aquele aquele rapazinho que tava ali foi foram os foi o mentor dele que puxou ele cinco vezes. Na sexta ele xingou o cara de uma forma que o cara não gostou. O cara tava armado na e na cinco primeira vez ele não puxa a arma não. Tava na cintura, mas ele ele não, ele só discutiu, falou, falou, falou, mas na sexta ele se sentiu, sei lá, agredido, puxou e pum ali, pam. Isso é um videozinho de videozinho de internet no sentido de pequeno um pequeno conteúdo, mas deixa uma lição pra gente. Então os mentores fazem isso na hora do vamos ver, a decisão final é sua, a responsabilidade é nossa. Que a gente sempre, a gente comentou no encontro passado que o Leal falou sobre liberdade traz responsabilidade. Eu até me lembrei

hora do vamos ver, a decisão final é sua, a responsabilidade é nossa. Que a gente sempre, a gente comentou no encontro passado que o Leal falou sobre liberdade traz responsabilidade. Eu até me lembrei daquela fase do daquele primeiro filme do Homem-Aranha. Ele diz: "Power brings responsibility". Poder traz responsabilidade. Embora o tema foi liberdade, né? Mas liberdade é poder. Poder de escolha. Então, toda forma de poder traz responsabilidade. Tá bom? Vamos lá. Quem levanta a mão? Eu só preciso que fale para eu repetir, porque a gente não pode gravar vocês por causa da lei, senão a gente punha a câmera e o microfone, mas não pode, tem que ter direito de imagem. Então vocês perguntam daí, a gente responde daqui, repete e conversa. Vamos lá. Esse núcleo aqui, uma perguntinha. Vocês sabem tudo espiritismo? Tá tudo, todos os temas aí. Oi. Você se sente mais sensível na parte espiritual? Seria interesse de estudar ou você tá sentindo fisicamente, emocionalmente algo? Percepções? Tá. Você nunca foi muito religiosa. Eu também te trouxe aqui. Primeira doutrina espírita não é religião. Você não está numa religião. Você está no local que se estuda os ensinamentos universais, as leis que regem o universo, que vale paraa Terra, para Júpiter, para Orando. Valeram há 10.000 anos atrás, vão valer daqui 100.000, que são as leis de Deus. E a mediunidade é um desses fatores, tá? Então você está aqui e tá sentindo algo, pode ser motivação no sentido intelectual. Pô, interessante. Acho que eu vou ler que Kardec nos diz: "Fale daquilo que você saiba." Então, se você diz que o espiritismo é bom ou não é, você tem que estudar muito para chegar a uma conclusão, certo? Primeiro estude para se pronunciar. Se você não sabe, fica quieto. Como diz no Nordeste, um ditado que eu amo. Quem fala demais dá bom dia, jumento. Adoro esse ditado do Nordeste. Segundo, você pela sua idade, você deve estar na fase da adolescência. Nessa fase, sensibilidade mediúnica, ela é intensa, porém ela é pontual por causa

om dia, jumento. Adoro esse ditado do Nordeste. Segundo, você pela sua idade, você deve estar na fase da adolescência. Nessa fase, sensibilidade mediúnica, ela é intensa, porém ela é pontual por causa do crescimento do corpo físico e consequentemente o espírito vai se desabrochando mais. Então, se você sentir alguma coisa que eu te recomendo é: tome passe, faça sua prece dentro daquilo que você crê e e não provoque nada. deixa fluir. Se daqui algum tempo permanecer, ah, você tem características mediúnicas, vai buscar uma forma de viver com essa realidade, de educá-la, porque ela flora de uma forma intensa. Então, a gente calibra, a gente coloca dentro de certo patamar considerado adequado, tá? Porque não ah, eu vi um, eu tô aqui no supermercado, tô vendo espírito. Não, isso daí não é normal. Você tem que ver espírito a hora que você for trabalhar. Hora que você faz uma precepí. Acabou o trabalho, encerra. Não tem que ficar vendo espírito, tem que ver espírito encarnado nós entendeu? Então tudo na hora certa, no na dose certa. Então recomendo o passe, porque na tua idade é normal que isso aconteça. Aí depois nos 18, 19, 20 pode ser que suma e nunca mais volte. Ou pode ser que permaneça. Aí se permanecer a gente conversa. que aí já é necessário um processo educativo para você viver uma sensibilidade mediúnica, que pode ser desde fazer uma pintura a ser uma escritora, a ser psicofônica, entendeu? É criação, é expressão. Ela tem uma, ela tem uma, um viés artístico também. Então, por hora, passe. Se você tem interesse na doutrina, conhecê-la, estudá-la. Tem evangelização do sábado que se reú jovens, o pessoal tá reunindo, inclusive esse ano o número de inscrições foi muito alto, Léo. E trabalho de amanhã, sábado, de evangelização bastante grande. Então, tem um grupo aí jovem também que você pode vir trocar ideias, procura com o pessoal de azul ali o caminhamento. é um grupo jovem, porém com as diretrizes doutrinárias de orientar e orientar pra vida, né? O que se aprende aqui, como se diz, como a

trocar ideias, procura com o pessoal de azul ali o caminhamento. é um grupo jovem, porém com as diretrizes doutrinárias de orientar e orientar pra vida, né? O que se aprende aqui, como se diz, como a doutrina não é religião, ela se ela está acima disso, é paraa vida. O que você aprender aqui, você vai te servir e nada que você vai aprender aqui vai ser ruim para você, vai ser sempre útil e sempre ter como meta a tua felicidade, a tua existência plena, um ser feliz, um ser saudável, sabe? Cabeça boa e em paz espírito. Tá bom? Esse grupo aí, ó, tem um grupo ali que eu tô louco para ver uma perguntinha saindo daqui. Aqui também. Ah, saiu. Vamos lá. que podear na sua mente na terra, mas também prova senhor propõe aarnação alguma pessoa seja nosso irmão nos pergunta sobre questão de provas expiações. Pessoas vivem situações difíceis, limitações, guerras, violência, mortes violentas. Como nós trabalhamos e tratamos isso? como a doutrina se pronuncia, as duas coisas, provas e expiações. Que que é prova? Prova é o que o Leal, qual o tema que você usou? Você gosta de usar? Ação educativa, né? Ação educativa que todos nós teremos. Do dia que nós saímos do princípio môn até chegarmos à plenitude máxima, nós vamos ter provas. prova é a processo de aprendizado que vai te estimular. São estímulos que vem situações, pessoas para você desenvolver algo, que é o que esse livro fala, desenvolver a plenitude. Cada etapa que você vence, você resolve o conflito íntimo, você vai descobrir forças interiores para aquela situação. Você vai descobrir como o Leal disse, você nunca vai dizer: "Eu não sou ninguém". Você vai dizer o que Paulo apóstol nos ensinou. Tudo posso naquele que me fortalece. Só que a gente não acredita em nós mesmos que nós passamos pelas religiões nas encarnações anteriores. Tinha sacerdote, então tinha alguém que fazia tudo e nós só pagávamos por esse serviço ou comprávamos de alguma forma e não fazíamos nada. Aí vem Jesus e diz: "Vós também sois deuses, sois sacerdotes da ordem de

dote, então tinha alguém que fazia tudo e nós só pagávamos por esse serviço ou comprávamos de alguma forma e não fazíamos nada. Aí vem Jesus e diz: "Vós também sois deuses, sois sacerdotes da ordem de Melquizedec". Ou seja, todo mundo levanta e vamos trabalhar, cresça. Então, prova sempre existirá. Expiação já é reajuste. As duas coisas se interpõem, tanto individual como coletivamente. Por exemplo, a famosa guerra do Paraguai, certo? Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai entraram em conflito. Na literatura espírita. O Brasil não era para ter entrado nessa guerra, mas intrometeu onde não devia e achou os dele, entendeu? Então não era nem prova e nem expiação, não era um conflito para nós. Isso tá no livro Brasil, coração do mundo, pá do evangelho. Nós não eramos para ter enfrentado essa guerra, mas aconteceu, entramos, aconteceu, tiramos as lições. No Brasil não tinha nem marinha na época. Você sabia disso, né? precisaram importar comandantes da britânicos para montar uma marinha. As pressas que o Brasil não tinha nem marinha. Marinha foi criada assim em três em uma um mês para poder encarar o conflito. Seria nosso lar, Segunda Guerra Mundial. tava assim pronto para explodir a espiritualidade, as primeiras obras de André Luiz, nosso lar, os mensageiros, eh, missionários da luz, nessas três primeiras, você vê o trabalho dos espíritos para que até Segunda Guerra Mundial não acontecesse. a intervenção deles, eles trabalhavam, todas as colônias ao redor da Terra estavam mobilizadas falando uma com outra, tentando intervir por meio da intuição, Sérgio, influenciando as pessoas até que certo momento as pessoas optaram por quê? Pelo conflito. Não era para ter havido Segunda Guerra Mundial. Fatalidade nenhuma. escolha humana aconteceu. É o ditado que a minha avó dizia: Deus escreve certo por linhas tortas. Os fatos vão de alguma forma servirem para nós se nós soubermos aprender com eles. Que que a Europa fez depois do Segunda de Guerra Mundial? Viver uma era de paz que até agora durou até agora.

tortas. Os fatos vão de alguma forma servirem para nós se nós soubermos aprender com eles. Que que a Europa fez depois do Segunda de Guerra Mundial? Viver uma era de paz que até agora durou até agora. Agora acabou. A Europa não tá em paz não, mas podemos dizer que de 45 até agora, 3 4 anos atrás, ela ficou em paz, mas já começou a minar. Então, a fatalidade do mal não existe. Se eu nasço carregando em mim alguma situação, por exemplo, muita gente me pergunta assim: "Ah, na minha família tem alguém que precisa de cuidados 24 horas por dia?" Tipo assim, uma pessoa com Alzheimer, com alguma doença degenerativa, progressiva, que a pessoa não tem mais autonomia, não se cuida. Será que eu tenho forças de encarar isso? Vou colocar essa situação. Uma pessoa que precisa de alguém 24 horas por dia e aquela pessoa que tá próxima, que você vê que é ela que vai assumir aquilo ali. A pessoa pergunta: "Será que eu tenho força?" Aí se pergunta: "Quem que tá em prova? Quem que tá em expiação?" Muitas vezes a pessoa que tá ali naquela doença, aquele Alzheimer, aquela doença degenerativa, é um espírito que assumiu aquele papel para gerar condições de você crescer no amor. Não é ele que tá em provas ou expiação, é você que está aprendendo a amar. Como o tempo tá tá tá correndo, quero saber se se eu tô sendo claro para você. Então a gente as duas coisas se confundem e muitas vezes o que você acha que é uma expiação, não. a pessoa tá lá, digamos, mente sem consciência, apagada, zerada, digamos assim, sentido de autonomia, para que você que está do lado dela aprenda a amar, a cuidar e descubra a tua força interior, que quando aquela pessoa desencarnar partir, você que cuidou dela vai sentir um vazio, vai sentir saudades. Todos aqueles dias, aquelas noites de hospital, na cabeceira da cama cuidando de alguém, cansaço, passa e uma lágrima escorre do teu rosto, você fala: "Poxa, saudade de alguém que eu tava aqui cuidando você aprendeu a amar". Então, às vezes não é como a gente pensa. Então, a gente estuda

cansaço, passa e uma lágrima escorre do teu rosto, você fala: "Poxa, saudade de alguém que eu tava aqui cuidando você aprendeu a amar". Então, às vezes não é como a gente pensa. Então, a gente estuda profundamente essa situação, mas tudo converge na evolução do ser humano. E se você tiver que enfrentar uma situação terrível, tire dela as melhores lições. Se for expiação, transforme em prova. Nela você vai crescer, porque a expiação correr ao dia não tem valor. A prova com aprendizado vai te fazer crescer, evoluir. Gente, o tempo já deu. A câmera tá braba comigo lá, gente. Um beijo. Até semana, mês, mês que vem. E mesmo que não esteja gravando mais, Vittor, deixa eu falar um negócio aqui que é é simples. Eu às vezes costumo usar isso como esclarecimento para essas coisas. na quiromancia, leitura de linhas de mão, que todo mundo já ouviu falar nisso, nós temos uma linha mestra que às vezes as pessoas que têm alguma sensibilidade para fazer esse tipo de leitura, ela faz um um relato de possibilidades, tudo bem? Mas aonde é que você mexe em isso? usando dois instrumentos fantásticos que nós já adquirimos por conquista, livre arbítrio e inteligência. Então você pode mudar trajeto, né, usando esses dois dois pontos importantíssimos. E é isso que faz com que a gente nesse nosso estágio evolutivo, apesar de causa efeito que essa vai funcionar sempre, a gente pode fazer movimentos de transformação, entendeu? Isso é onde vai as nossas conquistas através do que ele te falou, do aprendizado, né, da formação, daquilo que você vai adquirindo de conteúdo, que não importa se ele tenha tom doutrinário, religioso ou não, mas ele é de conteúdo efetivo para as suas e as nossas transformações, tá? E aí eu brinco sempre, até porque inteligentes somos, vamos usar essa possibilidade que é a melhor que tem. É isso. Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos

ue tem. É isso. Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos

es bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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