NÃO DEITAR SOB A TEMPESTADE - Angela Collares [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração Paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à comunhão espírita. de Brasília. Saúdo a todos que estão aqui presencialmente no Salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet. Tem mensagens aqui da Emiliana, a Ananda, Raquel, a Rosana, Denise, Fernanda, Cristina, Isabela, Douglas. Sintam-se todos abençoados, bem recebidos e aqueles também que nos assistirão posteriormente de forma gravada. fiz o convite de seguir o canal da Comão Espírita de Brasília, ativar as notificações para ser avisado, né, das próximas palestras e por que não também compartilhar, né, com alguém da família, algum amigo, alguma amiga para fazer com que essa a mensagem do Cristo, proposta do Espiritismo, né, alcance também novos corações. Estamos aqui hoje com a nossa irmã Ângela Colares, que vai trazer o tema não deitar sob a tempestade. Comé de PR, eu vou ler um trecho do capítulo Conselhos úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela médio Alonso. Esse livro ele foi editado aqui pela comunhão espírita de Brasília, né, editora comunhão. E algo que é bem peculiar nele é que a Hilda Pri Magalhães fora mãe da Hilda Alonso, né? Então são conselhos maternais que também vem nos ajudar, né, até os dias atuais. O título que caiu aqui foi tarefas difíceis. Um dia foste chamada ao papel de filha, dando obediência àqueles que te deram a
são conselhos maternais que também vem nos ajudar, né, até os dias atuais. O título que caiu aqui foi tarefas difíceis. Um dia foste chamada ao papel de filha, dando obediência àqueles que te deram a vida material. Depois, novas tarefas te aguardavam na vida conjugal e procuraste conciliar-te com teu companheiro, ajudando teus interesses aos deles em benefício do lar, da família. Posteriormente, precisastes atender as necessidades dos filhos que de ti dependiam e aos quais devias solicitude e dedicação incondicionais. Como vez, a vida terrena vai apresentando tarefas cada vez mais difíceis, exigindo maiores habilidades e enormes trabalhos. São as exigências obrigatórias que convém ao teu crescimento. Ao der cabar o desempenho a essas funções, estará dando provas do bom aproveitamento da oportunidade da reencarnação. Não te iludas pensando que a idade vai te exonerar de novos empreendimentos, outros esforços e maiores lutas. sempre terás muito a executar e muito te será solicitado. É bom que isso aconteça. É sinal de que Deus acredita no teu valor, na tua capacidade. Então, nossa irmã Hilda, né, trazendo essa reflexão que sempre vamos ser convidados a tarefas novas que a gente em algum momento vai achar que são tarefas, né, difíceis. A gostei muito do final que ela diz que pra gente se preparar, né, que a gente vai ter realmente tarefas difíceis e que a gente louve a Deus por isso. É bom que isso aconteça, porque é sinal de que Deus acredita no nosso valor e na nossa capacidade, né? Como diz o jargão popular, né? Eh, ninguém carrega uma cruz que não é possível carregar. Se Deus permite, é porque ele tá confiando em nós naquele momento. Bem, após essa reflexão, agradecendo a nossa irmã Hilda pela mensagem, nos ajudar nessa reflexão das tarefas do nosso dia a dia, nessas tarefas que podem que pareçam difíceis no início, mas que tenham o objetivo de nos aprimorar, tem objetivo que a gente possa aprender alguma coisa. ou aplicar algo que a gente já aprendeu e precisa colocar em prática.
que pareçam difíceis no início, mas que tenham o objetivo de nos aprimorar, tem objetivo que a gente possa aprender alguma coisa. ou aplicar algo que a gente já aprendeu e precisa colocar em prática. Agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente, preparando o ambiente, nos acompanhando, nos auxiliando. A ti, mestre Jesus, também fica o nosso agradecimento por todos os ensinamentos. E o pedido que esteja conosco neste momento, porque tu dissestes que onde dois ou mais estiverem presentes em teu nome, você também aqui estaria. Pedimos humildemente que ampare nossa irmã Ângela em seus pensamentos, em suas reflexões, na condução da palestra desta manhã. Que assim seja. Boa palestra. >> Bom dia novamente. Já somos bem-vindos e abençoados por estar aqui, por procurar o esclarecimento e as orientações sobre o evangelho do Cristo, sobre aquilo que nos faz caminhar de uma forma mais fácil. Eh, o tema de hoje, não deitar sobre a tempestade para as nossas reflexões, para a nossa conversa. trata também da passagem sobre a tempestade no mar da Galileia, que trouxe muitas atribulações e muitas eh muito medo aos discípulos, mas não é sobre exatamente a tempestade acalmada por Jesus. O tema está relacionado ao livro Vinha de Luz, no item 129. E ele trata de fortaleza, não propriamente da tempestade. E a não deitar sobre a tempestade é uma frase, é uma orientação, é uma reflexão trazida por Emmanuel neste tema, fortaleza. Eu achei extremamente extraordinária essa visão, porque sob a passagem da tempestade no mar da Galileia, estando Jesus e os discípulos no barco, tantos evangelistas falaram, Marcos, Mateus, Lucas, mas tratando da firmeza moral do Cristo. sobre as intemperes, sobre o próprio tempo, sobre as forças da natureza. A reflexão de Emânio é sobre nós, sobre como nós devemos nos portar diante da tempestade e não se deitar sobre a tempestade parece uma expressão estranha. como não se deixar afetar so eh por uma tempestade, mas não é não é absolutamente uma
como nós devemos nos portar diante da tempestade e não se deitar sobre a tempestade parece uma expressão estranha. como não se deixar afetar so eh por uma tempestade, mas não é não é absolutamente uma observação apenas, nem uma vontade somente. É realmente uma reflexão que Emanuel traz para nós, que Chico coloca didaticamente para que a gente compreenda que as tempestades são necessárias e a onde vir. Exatamente. De acordo com a a leitura feita, a leitura inicial para nossa reflexão, as atribulações e as dificuldades, elas estão e conosco na nossa realidade, na nossa experiência durante toda a nossa vida. Muito pouco provável que algum de nós não vá passar por atribulações e dificuldades da infância até a idade avançada. nos nossos 80, 90 anos, 90, 100 anos de experiência no planeta, haveremos de enfrentar diversas dificuldades. Mas o que Emanuel diz sobre isso? Ele está fazendo reflexão sobre a carta de Paulo aos Romanos quando Paulo diz: "Sabendo que a tribulação produz fortaleza e sim, Emânio está falando sobre fortaleza no item que nós citamos do livro Vinha de Luz, mas no contexto ele está nos falando sobre como nos portar sob a tempestade, em atribulações, em dificuldades, como devemos nos portar. Parece simples e até muito discutido, muito falado, mas a análise que ele faz é muito apropriada para que a gente compreenda não só como nós devemos estar firmes, principalmente na nossa fé, principalmente na nossa clareza espiritual, no nosso conhecimento de nós mesmos do evangelho do Cristo, porque ele não está posto no papel, nos livros, na Bíblia, para que a gente aprecie o que está escrito, mas é que cada palavra que está lá, se nós nos debruçarmos sobre o Novo Testamento, só sobre ele, nós já teremos ali condições de enfrentar todas as atribulações que tivermos. que passar, porque ali é dali que nós vamos extrair em cada detalhe. E aí nós vamos chegar na passagem do mar da Galileia, no evento que ali aconteceu, na firmeza de Jesus diante da tempestade e anterior à ação dele no descanso que ele
ós vamos extrair em cada detalhe. E aí nós vamos chegar na passagem do mar da Galileia, no evento que ali aconteceu, na firmeza de Jesus diante da tempestade e anterior à ação dele no descanso que ele estava durante a tempestade. Emuel diz no livro: "Ai daqueles que se deitarem sob a tempestade. Os detritos projetados do monte pelas correntes do aguaceiro poderão sufocá-los, arrastando-os para o fundo do abismo. Quereis fortaleza? Não vos esquiveis a tempestade. Então, como nós já vimos em diversos em diversas assuntos e temas que conversamos, assim como de outros inúmeros colegas que aqui vieram, companheiros de jornada, de ideal, palestrantes, não nos é dado nos esquivar daquilo que que é o nosso cardinho, da parte que nos cabe, Porque mais dia, menos dia, nós estaremos confrontando de novo a situação qualquer que seja. Ela é difícil, com certeza, porque nós estamos aqui aprendendo, mas nós não somos mais aqueles cristãos que atiçaram os leões, aqueles contra cristãos que atiçaram os leões contra os cristãos. Nós não somos mais aquela sociedade, não fazemos mais parte daquele grupo. E hoje temos que enfrentar, que aprender a estar sob a tempestade, porque elas virão. E a gente tem visto isso. A gente tem visto irmãos nossos passando por situações que nós imaginávamos que a sociedade não enfrentaria mais, que nó episódios tristes e avaçaladores que nós pensávamos não sermos mais capazes de produzir, mas ainda estão acontecendo. E pela graça de Deus, nós não estamos como atores desses episódios, mas ainda assim somos agentes nessas situações. E sendo agentes, nós temos que ter a orientação necessária, a firmeza necessária para que fortalecendo o íntimo, fortalecendo o espírito, a gente tenha condições de sob a tempestade estarmos de pé para que esses detritos, para que a enchurrada não nos abalhe de forma determinante. atrasando mais uma jornada inteira nossa é não se deixar abater, aniquilar tristezas, eh arrependimentos, medos e até mesmo temor mais profundo é normal da nossa natureza, do estado em
a determinante. atrasando mais uma jornada inteira nossa é não se deixar abater, aniquilar tristezas, eh arrependimentos, medos e até mesmo temor mais profundo é normal da nossa natureza, do estado em que nós estamos. Mas nos aniquilar sob a tempestade ou as tempestades temporais, isso não nos é dado fazer. Isso não é possível para nós. Não diante de tantas informações, não diante deste evangelho que Jesus nos deixou, não diante destes exemplos que ele nos traz. Não diante deste amor que nos sustenta, que nos sustenta a vida, ainda quando não tenhamos consciência absoluta ainda de que somos criados por Deus e que a centelha divina está em nós e que este firmeza diante da tempestade nós temos onde buscar. Como fomentar, como alentar. Mesmo assim, nós ainda caminhamos juntos, ainda somos vistos, somos observados, somos percebidos diante das nossas lutas, com todo o nosso sofrimento, com todos os avanços, com todas as tentativas. Nós somos vistos. Isso é inevitável para nós. Nos conservar de pé, apesar das rajadas, elas são aparentemente devastadoras. Mas no mesmo capítulo, no mesmo estudo, na mesma reflexão, Emmanuel alerta que se retirar do campo de batalha e se recolher para não enfrentar não nos resolve, não nos adianta, não traz aquilo que nós podemos trazer. eh extrair de bom, porque há há em tudo, mesmo num evento da natureza analisado de forma mais simples, sem correlacionar com a a profundidade do tema que ele traz, uma chuva muito forte e mesmo uma tempestade, ela traz os fluídos benfazjos, ela traz os benefícios necessários para a natureza. Então, de tudo há que se extrair e é possível porque tudo é evento de Deus, porque tudo diz respeito à criação. E ele diz: "Chegada à preciosa oportunidade de testemunhar a fé, internam-se os crentes de maneira geral pelos caminhos largos da fuga, acreditando-se em segurança. Entretanto, mais dia, menos dia, surge a ocasião dolorosa em que abrem falência de si mesmos. Então, nos entregar diante da tempestade é uma opção das mais tristes que pode
creditando-se em segurança. Entretanto, mais dia, menos dia, surge a ocasião dolorosa em que abrem falência de si mesmos. Então, nos entregar diante da tempestade é uma opção das mais tristes que pode acontecer para o ser em crescimento, em evolução. Essas experiências que nós vamos chamar, que são colocadas como tempestades, nos são necessárias, no mais das vezes consequências de alguma ação nossa, talvez. Mas ainda que assim não seja, ainda que esta ação não seja por nós conhecida, temos o nosso pretérito e não sabemos por misericórdia de Deus o que fizemos. E nem é bom que saibamos, porque a gente pode se deparar com uma versão nossa, com um passado nosso tenebroso, que nos pode trazer desequilíbrio absoluto. Por isso, a misericórdia de Deus nos nos abençoa com o esquecimento na reencarnação. diante dessas atribulações, diante dessas tempestades das nossas vidas, não nos é dado fugir, porque o pior que pode existir para todos nós são as calamidades morais que podem nos abater. sim podem nos atrasar a caminhada, podem mesmo nos impedir de avançar sobre todos os aspectos. Muitas vezes nós somos explosivos, nós somos combativos, nós somos eh incisivos nas nossas ideias, nas nossas colocações e etc, mas é só um jeito de ser. Não necessariamente você tem o íntimo inflado ou insuflado contra uma ou outra pessoa. Às vezes o que nos abate de verdade é a calamidade moral que nós possamos causar. É a tempestade que nós possamos provocar, que nós tenhamos eh impingido a alguém. para que nos suporte ou que suporte o nosso ponto de vista, as nossas ações. Essa é a calamidade, essa é a tempestade mais grave, mais preocupante, porque as atribulações a gente não vai deixar de passar por hora. Ainda não vamos, talvez na nossa próxima experiência no planeta, talvez daqui a 100 anos, 150, daqui a alguns anos, inevitavelmente o planeta estará melhor, ele não terá acabado. E vejam que Deus nos colocou em uma terra maravilhosa. Às vezes eu fico pensando, nossa, nós estamos num planeta de provas e
alguns anos, inevitavelmente o planeta estará melhor, ele não terá acabado. E vejam que Deus nos colocou em uma terra maravilhosa. Às vezes eu fico pensando, nossa, nós estamos num planeta de provas e expiações. O planeta é belíssimo. Nós somos imperfeitos, mas o planeta é belíssimo. Ele levou milênios para ser organizado pelos espíritos benfeitores, uma pleia de espíritos superiores comandados por Jesus para preparar cada detalhe do planeta pra gente. E a gente vem, baixa a cabeça e olha para o chão e só vê as pedras do caminho e só vê que não tá fácil e só vê as dificuldades. não consegue enxercar os benefícios, não consegue experienciar o que é bom, porque está com a mente embotada, porque está cheio de remorço, cheio de arrependimentos, cheio de dificuldades íntimas, cheio de tempestades. Mas diante da tempestade nos cabe ficar em pé, erguidos, fortalecidos. Mas essa fortaleza vem da onde? E é de fortaleza que Emmanuel está falando. Essa fortaleza vem da nossa fé e a nossa fé vem da nossa evolução. Então, como a gente trabalha isso? Será que nós trabalhamos isso nos entregando a essas dificuldades e nos achando? Não merecedores da misericórdia de Deus, abandonados, sozinhos no planeta, de provas e expiações e em grande sofrimento. Nós estamos num planeta de provas para espiar e o planeta nos é favorável, absolutamente maravilhoso. as paisagens do nosso planeta, o que ele nos oferece, as condições de vida que temos aqui são fantásticas. As tempestades espalham sementes, as sementes produzem, as sementes frutificam. Então, há que haver uma razão e uma positividade mesmo diante da tempestade. E aí nós temos eh alertas que são colocados no texto por Emânel, que nos diz que haveremos de passar pelas provas e não seremos livrados do aprendizado, assim como foi com os discípulos. E aí ele faz uma breve memória do episódio no mar da Galileia, da tempestade que assolava o barco e que trouxe verdadeiro pavor aos discípulos. Eram os discípulos de Jesus. eram as pessoas que estavam vendo Jesus
uma breve memória do episódio no mar da Galileia, da tempestade que assolava o barco e que trouxe verdadeiro pavor aos discípulos. Eram os discípulos de Jesus. eram as pessoas que estavam vendo Jesus e ouvindo e tiveram medo absoluto. Isso também nos diz que nós somos cristãos, lemos, ouvimos, analisamos e debatemos o evangelho de Jesus, os ensinamentos, as experiências e os episódios que ele passou, todos relatados para nosso benefício e não entendemos ainda. E naquele momento eles estavam na mesma condição que a gente de aprendizado. E eles também não tiveram a firmeza diante da tempestade. Jesus estava dormindo. A gente pode até imaginar, mas ele era Jesus, ele tava dormindo. Jesus trabalhava incessantemente. Não há relato no evangelho que diga que ele tenha chegado e deitado por 8 horas seguidas e restabelecido as forças para continuar a tarefa. Há sim relatos que ele caminhava de cidade em cidade, andava por morros, pelos montes, pelas cidades, pelos caminhos, trabalhando. E ali naquele episódio está muito bem descrito por Marcos, por Lucas, por Mateus. Jesus deitou-se para descansar e dormiu. Ah, mas então Jesus deitou sobre a tempestade? Sim, Jesus deitou sobre essa a tempestade por conhecer absolutamente a sua origem, a sua divindade e não precisava ter medo do que viria no correr do descanso, no correr do sono. Por isso ele deitou sob a tempestade. Por isso ele dormiu. estava fazendo, recobrando as forças do físico. Jesus estava encarnado. Nós também temos obrigações para conosco. Nós também não devemos nos entregar à exaustão física. Nós também temos. Vejamos que cada episódio do Evangelho não é um relato, não é uma história para você contar. é uma análise, é um aprendizado, é pra gente observar todos os detalhes e perceber. E isso a gente só consegue com o estudo, com a leitura, com a reflexão. Ele estava ali, ele acalmou a tempestade e alertou aos discípulos que estavam tendo naquele momento falta de fé. que é uma coisa que nos acontece porque estamos no caminho.
a leitura, com a reflexão. Ele estava ali, ele acalmou a tempestade e alertou aos discípulos que estavam tendo naquele momento falta de fé. que é uma coisa que nos acontece porque estamos no caminho. Então, na mesma proporção da nossa fé, serão as tempestades que nos assolam, as consequências dela, devastadoras ou mais ou menos, regeneradoras, mais ou menos, esclarecedoras, mais ou menos, de acordo com a nossa fé. E a nossa fé estará mais forte e mais firme de acordo com a nossa evolução moral. Isso é didático. Isso tá no evangelho. Tá no que Emânel nos faz refletir, tá na passagem bíblica. Está em todas as advertências, em todas as reflexões que a espiritualidade bemfazer já nos traz para que a gente compreenda o que foi isso. Então, não se trata apenas da autoridade moral de Jesus sobre os fenômenos da natureza. Trata-se em cada detalhe de como nos portarmos sob a tempestade, de não nos deixarmos abater, de não nos deixarmos eh de não ficarmos inertes sob a tempestade, de extrair dela o que nos é possível de nos manter firme, de ter fé, de ter confiança. Eh, Chico Xavier nos traz uma reflexão também inspirado por Emmanuel no livro Confia e Segue. Ele nos diz que na desilusão, na incerteza, na crítica, na ausência de assistência dos entes queridos, na crítica destrutiva, obviamente aquela que nos afeta o íntimo, nas palavras amargas, na descrença, na doença do corpo físico, no sofrimento mais profundo. E mesmo diante da morte do físico, da falência do corpo físico, pensa em Deus, confia em Deus, espera por Deus, porque acima de todas as tempestades e quedas, tribulações e desenganos, Deus nos sust entará. É assim que a gente encerra a nossa reflexão, sabendo que, apesar, né, das rajadas aparentemente devastadoras, nós temos toda uma assistência e nós já temos em nós conhecimento, experiência. Sabemos ciência nós temos da nossa centelha divina. Nós ainda não temos eh certeza absoluta como Jesus teve da divindade dele, de simplesmente ser acordado, levantar e ordenar a
ecimento, experiência. Sabemos ciência nós temos da nossa centelha divina. Nós ainda não temos eh certeza absoluta como Jesus teve da divindade dele, de simplesmente ser acordado, levantar e ordenar a tempestade que cessasse. Nós ainda não temos autoridade moral sobre fenômenos da natureza. Não temos ainda autoridade moral nem sob aquilo que nos afeta, mas essa evolução moral nós já podemos eh alcançar. Nós já podemos trabalhar essa fé diante das atribulações, diante das dificuldades que nos mantém firme e em pé para não nos para não sermos arrastados pela enxurrada. Essa nós já temos condições de perseguir, nós já temos condições de buscar, porque nós temos já certeza da nossa origem. Nós já sabemos, nós já reconhecemos a paternidade, a nossa paternidade divina. Nós já reconhecemos que somos origem, nós temos a mesma, a mesma origem. É o mesmo amor que criou Jesus. Foi o que nos criou a todos. É certo que estamos ainda em jornadas absolutamente diferentes, mas nós já temos condições de melhorar muito a nossa resposta diante das atribulações, das tempestades da nossa jornada, da nossa existência. Muito obrigada a todos. Muito obrigado também a Ângela pelas reflexões, né, desta manhã. Eh, saudando Gabriele, eh, Maria Madalena, Isabela, tantos outros que tiveram aqui deixando suas mensagens aqui no chat. Eu vi até um diálogo que aconteceu aqui entre a Mayana e a Rosana, né, e elas falando sobre a importância da fé, da coragem, né? E aí eu lembrei até de uma música chamada Coragem e Fé, que eu conheci inclusive pelo coral aqui, Elos de Luz, da Com Espírito de Brasília, né? E eu acho que vai bem ao encontro do da mensagem eh desta manhã. Eh, tenho um recado aqui para deixar e um convite, né, para quem se tiver passando por alguma aflição interna, sentiram a necessidade de conversar, passando por alguma tempestade, nós temos aqui na Comprita de Brasília todos os dias o atendimento fraterno, né, ele é individual. Eh, hoje, terça-feira, né, ele acabou de começar às 8:30 e vai até às 10:30,
o por alguma tempestade, nós temos aqui na Comprita de Brasília todos os dias o atendimento fraterno, né, ele é individual. Eh, hoje, terça-feira, né, ele acabou de começar às 8:30 e vai até às 10:30, depois retorna às 15:30 e vai até às 21 horas. Eh, para os demais dias e horários, nós convidamos para acessar o site da Comunão Espírita de Brasília, mas também temos a opção de atendimento online. E aí, nesse atendimento online, eh, o horário ele é agendado via e-mail, né? Então, a dao@comunhãoespírita.org.br. BR. Então, essas informações e e outras vocês podem também consultar no site da Como espírito de Brasília. É sempre bom reforçar essa questão do atendimento fraterno que a gente precisa, né, às vezes tá dialogando, conversando, alguma aflição que a gente gostaria de de externar, né? a gente sempre tem uma equipe de trabalhadores ali eh, preparados, né, para esse momento e orientar a gente, né, qual é o melhor caminho a seguir. Então, eu volto a agradecer a presença de todos, né, e principalmente aqui da nossa irmã Ângela por trazer essas reflexões desta manhã. E o mais importante, né, agradecer a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso amigo, nosso irmão mais velho. Agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente, por todas as bênçãos que estejam derramando diante de nós. que possamos em pensamento pensarmos no nosso ambiente de trabalho, no nosso ambiente de estudo, no nosso lar. Que essas bênçãos também recaiam sobre todos esses lugares, que possamos refletir também nos corações amigos e que eles possam também receber todas essas bênçãos, estejam a eles encarnados. ou desencarnados. Que essas bênçãos se multipliquem em torno de nós, façam renovar nossas energias e nos fortalecer diante das tempestades para que a gente continue em movimento, que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,
ue Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.
nidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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