O DESERTO EM MIM - Angela Collares [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/09/2025 (há 6 meses) 45:15 405 visualizações

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Transcrição

Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos à Comunhão Espírita de Brasília, tantos que estão aqui presencialmente no Salão Berra de Menezes, tanto também aqueles que nos acompanham pela internet agora ao vivo. Eu vejo aqui no chat Jon Dark, a Paola, a Rosana, né? ão dando saúdo todos, né? E também aqueles que vão ver o a palestra posteriormente de forma gravada, né? Sintam-se todos muito bem acolhidos. A Rosana até tá dando um beijo pra Ângela, né, desejando uma boa palestra. Bom dia também a Jennifer. para como é de costume, né? A gente sempre lê um trecho de um livro com a proposta de ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos, serenar nosso coração, porque eh acho que o principal desafio da tarefa é a gente tá prestando atenção, né, observando o que tá sendo dito e aplicar em nossas vidas. Só que a gente vem da rua, né, e às vezes vem no trânsito, acontece alguma coisa, a cabeça fica um pouco atordoada. Nossos problemas do dia a dia, né? Então é natural que às vezes nossa cabeça, nossa mente fique oscilando. Então a leitura inicial ela tem essa proposta de acalmar nossos pensamentos, né, e ajudar a gente se concentrar na palestra. E hoje eu trouxe o livro Conselhos Úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela médium Hilda Alonso. Esse livro foi editado aqui pela Com Espírita de Brasília, né? Então, traz pequenas mensagens, né, para utilizarmos nosso dia a dia. A estrada do Mestre busca no evangelho o itinerário para a tua caminhada terrena. Não percas tempo, percorrendo atalhos perigosos, desvios ameaçadores. A estrada traçada pelo mestre pode ser mais longa, mais mais complicada e penosa, mas é segura. Ela te garante o encontro do teu destino redentor. Por ela caminhando, não te faltarão o

os ameaçadores. A estrada traçada pelo mestre pode ser mais longa, mais mais complicada e penosa, mas é segura. Ela te garante o encontro do teu destino redentor. Por ela caminhando, não te faltarão o socorro e a ajuda dos mensageiros do bem. verdadeiras sentinelas apostos para te designar a melhor pousada para o teu descanso, o melhor abrigo nas interpreses, o melhor ponto de reabastecimento. Quando te faltarem as forças, terás permanentemente a assistência de entidades que te estimam e se regogizam com teu prosseguimento célere e feliz. Ao fim da jornada, Cristo estará à tua espera, estendendo-te os braços ternos e acolhedores. Olha, uma linda mensagem da da Hilda, que acho que vai até o encontro da palestra. Vamos após essa breve reflexão, esse convite de sermos fiéis ao Cristo, a ao seguirmos, né, aos ensinamentos dele, a aplicarmos em nosso dia a dia o que ele nos ensinou, como indicado pela nossa irmã Hilda, que por mais penosa, por mais difícil que seja essa estrada, nós nós não estaremos sozinhos. Há toda uma legião de espíritos que torcem por nós, que tentam nos ajudar, nos auxiliar. E se a gente tiver na estrada do Cristo, a ajuda deles será mais fácil de ser executada. Então, agradeço, agradecemos, né, toda essa ajuda da espiritualidade que aqui também se faz presente, nos amparando, nos acolhendo. agradecer a Jesus, nosso mestre, por todos os ensinamentos, por todo o amparo que ele dedica a nós como governador deste planeta e nosso irmão mais velho. e principalmente agradecer a Deus, nosso pai por mais este dia que se apresenta diante de nós, cheio de oportunidades, cheio de desafios, mas que a gente possa renovar dentro de nós a esperança e a certeza de dias melhores. Pedimos humildemente que ampare nossa irmã Ângela para na sua palestra ser intuída em seus pensamentos, trazendo a mensagem e cada um de nós esteja precisando neste momento. Que assim seja. Bom dia, estejamos à vontade. O tema de hoje fala muito sobre mim, sobre cada um de nós, mas ele nos remete

entos, trazendo a mensagem e cada um de nós esteja precisando neste momento. Que assim seja. Bom dia, estejamos à vontade. O tema de hoje fala muito sobre mim, sobre cada um de nós, mas ele nos remete a uma ideia de dificuldades e de fato também diz respeito a isso. O tema é o deserto em mim, mas não se trata apenas da sensação, né, do sentimento de introspecção ou de individualidade ou do das lutas do dia a dia. Quando eu pensei sobre isso e já tem algum tempo, mais de um mês, eu nem sabia ainda qual era o tema que eu ia escolher pra gente conversar no dia de hoje. Aí me vieram algumas situações graves para lidar, situações diversas de doença, de sentimentos, de pessoas ao meu redor, pessoas muito queridas, muito ligadas a mim. E eu cheguei a conversar com uma delas dizendo: "Ah, olha, fica firme que as coisas são assim. Você tá atravessando um deserto". Aquela palavra veio assim na minha mente. Você tá atravessando um deserto e todos nós que estamos aqui temos um deserto a atravessar e as dificuldades são assim, elas vão aparecer. vai, a gente vai ter que dar um jeito, a gente vai encontrar uma saída de superar essas coisas, todos esses eventos, todos esses fatos e as consequências dele. E falando sobre isso, e a palavra ficou na minha cabeça um deserto. E eu pensei na passagem bíblica, fui buscar o que os 40 dias que Jesus passou no deserto, o que ele, o que está relatado, que ele sentiu no deserto, o que ele enfrentou, o que ele disse, mas não tava faltando alguma coisa. Pesquisando um pouco mais, eu encontrei uma passagem de Marcos que fala assim sobre o deserto, que diz mais, diz muito mais sobre o que é o deserto em nós, o que vem a ser para mim é o que retrata melhor. Tá em Marcos, capítulo 6, versículo 31. E ele lhes disse: "Vinde vós aqui a parte a um lugar deserto e repousai um pouco." Isso me tocou mais do que as atribulações relatadas na estadia de Jesus dos 40 dias no deserto. Nós temos essa oportunidade, na verdade. Então, o deserto em nós, aqui no me percepção,

ousai um pouco." Isso me tocou mais do que as atribulações relatadas na estadia de Jesus dos 40 dias no deserto. Nós temos essa oportunidade, na verdade. Então, o deserto em nós, aqui no me percepção, isso me trouxe até um alívio, porque quando pensava no deserto, pensava em muitas dificuldades para serem ultrapassadas. Mas o deserto em nós também significa o nosso retiro, a nossa a nossa pausa para o refazimento. Então, criar esta pausa, este afastamento, este ir a um lugar deserto também faz a diferença e pode nos trazer um alento. Vamos enfrentar as dificuldades que a nossa caminhada traz, vamos. Mas estar a par de vez em quando é muito importante. Então na minha simples percepção, achei que era isso e fui pesquisar um pouco mais a respeito desse dessa ideia de que o deserto aqui é o deserto em nós. Não é a solidão, não é a tristeza, não é a apatia, não são só as lutas. Talvez esses fatos, estes sentimentos nos tornem ou nos abatam o ânimo, nos dificultem o o bemagir ou o agir de forma eficaz em favor dos outros e em favor da gente. É mais que isso. E pode ser exatamente isso que Marcos relata sobre o que Jesus disse. E foi muito claro e muito objetivo porque as palavras estão lá. Vim de vós aqui à parte. Então, saiamos de nós nesse momento e entremos no nosso íntimo. Vamos nos afastar das dificuldades momentâneas. E é possível fazer isso. Por quê? Porque tudo que nós temos em nosso benefício está dentro de nós. Então esse deserto aqui de que Jesus fala, um lugar deserto e repousa um pouco. E quem de nós hoje, principalmente não precisa disso? Então, é verdade que a gente quase começou pelo final na nossa no nossa conversa aqui, mas é porque realmente é o final que importa aqui, porque a gente sabe o que desencadeia em nós, as sensações de tristeza, de desânimo, de apatia, de falta de forças. E quem de nós encarnado neste planeta, neste período em que nos encontramos com as experiências que o mundo está passando, não tem esses sentimentos. Não há quem não os tenha em qualquer

ta de forças. E quem de nós encarnado neste planeta, neste período em que nos encontramos com as experiências que o mundo está passando, não tem esses sentimentos. Não há quem não os tenha em qualquer lugar que esteja, em qualquer círculo social que este a qualquer culo social que esteja ligado em qualquer situação familiar ou de trabalho ou de relações sociais quaisquer, não esteja não enfrente um uma situação que lhe provoca esse sentimento. E aí esse sentimento que nos faria entrar no deserto das aflições, das tentações, das dificuldades. Também pode ser o momento de entrarmos no deserto do refazimento, no recolhimento, no lugar à parte, a que Jesus nos chama para irmos a um lugar à parte, um lugar separado. E aí, pesquisando um pouco mais sobre essa ideia de como nos refazer dessa da alma cansada que a gente tem, dessa sensação de peso que nos abate, eu encontrei uma uma palestra na revista O Consolador de da Leda Maria FL Floborea, o nome, um nome diferente. E ela fala que os sentimentos contraditórios que permeiam entre a luz e a sombra atormentam os nossos corações. Em momento algum Jesus se referiu aos desertos do mundo ou a lugares comuns na Terra. Ela está se referindo a esta passagem de Marcos. Ela fala sobre este chamamento que Jesus fez para que nós fôssemos a um lugar deserto repousar um pouco. E aí ela diz: "Em em momento algum se referiu Jesus aos desertos do mundo ou a lugares comuns na terra que favoreçam a meditação. Ele vai além." Muito além, refere-se ao lugar silencioso dentro de nós mesmos, onde ouviremos sua voz doce e amorosa para o reconforto do nosso espírito. Não devemos nos entregar as aflições. Não devemos achar que não conseguiremos o entendimento da lição. A luz na alma é a condição que deve ser buscada em exercício de caridade, em seu próprio benefício. E de novo, nós somos convocados a agir em nós e a agir em favor do outro trabalhando. E a gente sabe bem o que é isso. A gente sabe, nós aqui presentes, os amigos que nos ouvem, que são espíritas,

io. E de novo, nós somos convocados a agir em nós e a agir em favor do outro trabalhando. E a gente sabe bem o que é isso. A gente sabe, nós aqui presentes, os amigos que nos ouvem, que são espíritas, principalmente, que sabem do exercício da caridade para a demonstração, para a comprovação da compreensão do evangelho de Jesus. E não que a gente precise comprovar para ninguém, mas é porque é assim que a gente age e é assim que a gente se sente realmente cristão neste exercício também deve ser aplicado em favor de nós mesmos. Então esse trabalho de recolhimento é em nós, de afastamento. É óbvio que nós estamos falando de afastamento de sentimento, porque no mais das vezes raríssimos de nós poderão se afastar do meio para entrar numa introspecção ou numa ação de de recolhimento íntimo. fato, retirando-se do ambiente, retirando-se da convivência. Isso para nós, para a maioria de nós, não é possível. Mas esse recolhimento íntimo, essa certeza de saber aonde buscar este refrigério é importante. Por isso, não devemos abandonar, nem nos assustar, nem nos escandalizar, nem nos amorfinar diante do deserto que pode se instalar em nós. Não é o desalento, não é a sensação de impotência, não é o medo, é o recolhimento para o refazimento das forças íntimas. Por quê? Porque neste momento nós não teremos um planeta onde vamos encontrar apenas aqueles que estão vibrando para ser melhor, para fazer melhor, para pensar melhor. Nós mesmos, cada um de nós, ainda não conseguimos fazer isso. Então, se se acumulam as atribulações ao nosso redor, se acumulam a os escárnios, se se acumulam as guerras, se acumulam os conflitos íntimos, os conflitos bélicos, então não há como não estar atravessando um caminho difícil, um deserto de aflições. Elas têm, elas existem e nós ainda não podemos nos livrar delas. Mas o recolhimento no nosso deserto íntimo, no nosso lugar afastado, é necessário e neste lugar e nessa prática ter a certeza do auxílio da espiritualidade benfazja, porque nós não temos somente amigos

as o recolhimento no nosso deserto íntimo, no nosso lugar afastado, é necessário e neste lugar e nessa prática ter a certeza do auxílio da espiritualidade benfazja, porque nós não temos somente amigos aqui encarnados e inimigos que nos cobram. que nos eh que nos buscam o retorno de mais ações que nós fizemos no passado. Não é dessa forma. Nós temos muitos amigos do outro lado, do outro lado da vida ou do lado da vida verdadeira. E esses amigos estão com as mãos estendidas. E nesse recolhimento é possível que a gente consiga ver essas mãos estendidas, encontrar refrigério, encontrar solução, encontrar na reflexão a certeza de que a gente vai continuar aqui, porque ninguém de verdade quer sair. Aí, caminhando um pouquinho mais no tema que já tava me intrigando bastante porque dizia muito sobre mim, inclusive eu encontrei uma palestra onde o palestrante, de uma forma muito positiva, ele declamava um verso em eh construído no estilo de cordel, mas ele contava a história de um palestrante espírita. de um espírita, não diz exatamente se era da mesma casa, mas que a história desse espírita foi eh dada, né, foi informada em psicografia para Elizabeth Lacerda, que musicou a letra. E eh o espírito comunicante da letra foi Renato Russo. E eu já gostava muito da música, mas eu não tinha a menor ideia de que a música tinha sido uma psicografia que Elizabeth Lacerda fez eh por eh pelo espírito de Renato Russo. Eu não sabia. E isso me pareceu bem bem estranhamente coincidência, porque a gente sabe que coincidência não existe. Na verdade, nós temos sintonia e a gente esquece disso. No mais das vezes, a gente esquece e acha que vai passando pelos assuntos e pelas coisas eh por coincidência. E coincidências não existem. E ele conta, a letra da música conta eh como a a explanação que o palestrante estava fazendo. A música chama Um deserto em mim. Eu já tinha pensado no tema de o deserto em mim, porque eu estava pensando sobre mim e sobre cada um de nós. E ela fala aí sim de um outro aspecto do deserto, dos

do. A música chama Um deserto em mim. Eu já tinha pensado no tema de o deserto em mim, porque eu estava pensando sobre mim e sobre cada um de nós. E ela fala aí sim de um outro aspecto do deserto, dos dois aspectos do deserto, da experiência do deserto que nós passamos, é que ele sai de casa, deixa a mãe, tá completamente perdido, inclusive com ideias suicidas, completamente vazio, desesperançoso, achando que não conseguiria vencer nada do que se apresenta, mas e o que pior, não tinha Na realidade dele, ele morava com a mãe, com a família, não tinha, na realidade nele uma um fato ou alguns fatos que justificassem aquela sensação que ele tava tendo, aquele sentimento de abandono de si mesmo. Ele refletia que estava se sentindo assim, mas ele não sabia porquê. Então ele resolveu sair de casa e enfrentar coisas diversas de sentimentos pelo mundo. Então ele fez a a empreendeu a caminhada dele e foi até um dia entrar num centro espírita numa cidade e outra. eh, morava no Nordeste, mas veio para o Centro-Oeste, entrou e ouviu uma palestra. E aí, a partir daí ele só começou a frequentar, começou a ir, começou a ouvir, começou a refletir, começou a despertar e entrou neste recolhimento íntimo para ir buscar o que tinha causado aquela sensação nele. e venceu isso, venceu as ideias suicidas e até relata essa a música a experiência dele no desencarne, no desencarne dele, a assistência. Ele ficou então ciente da assistência que ele teve durante toda essa dificuldade dos mentores, porque havia para ele uma programação que ele precisou passar pelo deserto de si mesmo para poder encontrar e encontrou. Então são muitos detalhes, são muitas nuances da mesmo do mesmo assunto. Quando a gente fala em deserto e aí quando a gente chegou e conversou, exatamente a gente pensa nas dificuldades. são as atribulações, são as tentações, são as reflexões, mas é também o o vencer, o ultrapassar essas dificuldades. A gente não pode caminhar no deserto o tempo inteiro. A gente não pode se sentir sozinho andando

ulações, são as tentações, são as reflexões, mas é também o o vencer, o ultrapassar essas dificuldades. A gente não pode caminhar no deserto o tempo inteiro. A gente não pode se sentir sozinho andando naquele lugar inóspito dentro de nós mesmos para sempre. Tem que ter um motivo para estar ali e tem que saber como buscar ajuda para para estar ali. Quando Jesus diz, vem e te recolhe, ele está dizendo vem a quem? Vem a mim. E para quem não tem esse recurso, as coisas sim ficam muito mais difíceis. Por isso, nós devemos nos considerar privilegiados nesse sentido. Nós quem nós somos cristãos e conhecemos mais diretamente o evangelho. Não, somente nós, não. Todos nós criaturas de Deus. todos nós reconhecidos como filhos, reconhecedores e eh conscientes da paternidade. E quem ainda não o tiver, um dia vai chegar ou um dia vai refletir. Então, temos ainda sobre o mesmo tema, uma reflexão eh do livro Vinhas de Luz, onde André Luiz fala. Só um minutinho aqui, me perdi. Eh, fala que esse deserto é uma pausa e que essa pausa deve nos serável, que essa pausa deve ser uma introspecção. E em mais de um tema fala-se sobre isso. Emânuel também fala sobre isso no livro Fonte Viva. É no item 147. Como acontecia nos tempos da permanência de Jesus no apostolado, a maioria dos homens permanece no vai e vem dos caminhos, entre a procura desorientada e o chamado e o achado falso, entre a mocidade leviana e a velice desiludida, entre a saúde menosprezada e a moléstia sem proveito, entre a encarnação perdida e a desencarnação em desespero. Refugia-te no templo à parte dentro da tua alma, porque somente aí encontrarás as verdadeiras noções da paz e da justiça, do amor e da felicidade reais que o Senhor te destinou. Pensei eu, então, quando tava que isso tem muito a ver, esse refúgio dentro de nós mesmos, eh, tem a ver com o deserto, o deserto em nós que não nos deve ser desfavorável, que não nos deve trazer tristeza e nem um sentimento de inferioridade, porque eu não consigo enfrentar as coisas, porque não consigo dizer, porque

, o deserto em nós que não nos deve ser desfavorável, que não nos deve trazer tristeza e nem um sentimento de inferioridade, porque eu não consigo enfrentar as coisas, porque não consigo dizer, porque não consigo Consigo ser positivo 100%. Ninguém é positivo 100%. Assim como ainda não temos a condição de felicidade, todos enfrentamos dificuldades, mesmo aqueles avatares da humanidade que chegaram aqui em missão de auxílio para todos nós, de exemplo para todos nós, de prática de evangelho, prática do bem, prática do amor, conhecedores e conscientes de cada passo que deveria ser dado em direção à felicidade. Ainda assim, todos eles enfrentaram dificuldades imensas, inclusive físicas, como Chico, que teve diversas doenças que açoitaram o corpo físico, que demandaram dele uma disposição e um amor maior ainda do que se exigiria para a tarefa que ele tinha. E todos os outros. Bezerra de Menezes enfrentou dificuldades e nós estamos falando daqueles que nós conhecemos, que são da nossa realidade, que alguns de nós, com certeza até conviveram, conheceram, tiveram uma alguma relação pessoal. Maria Modesta, antes de ser um exemplo dentro da caminhada espírita. foi diagnosticada como esquizofrênica e tratada como uma pessoa que estava desequilibrada mentalmente para depois ser essa pessoa que foi exemplificando o evangelho de Jesus à luz do Espiritismo. Tantos outros, tantos Euripides Bassanu, na missão que ele teve, o que ele enfrentou, não nasceu em berço espírita e veio veio conhecer o Espiritismo muito tempo depois. Então, nós não estamos também dizendo que o espiritismo é o a única saída e a única forma de se chegar a superar as dificuldades do deserto. Absolutamente. Ele é uma das formas que o Cristo colocou à nossa disposição. É um dos é uma um dos caminhos que a gente pode optar. E que bom que a gente pode optar por isso, que bom que a gente pode enfrentar todas essas dificuldades. E a luz do Espiritismo, ler uma passagem dessa e dizer: "Nossa, mas é isso mesmo. Eu não tinha pensado sobre isso. Eu não

e optar por isso, que bom que a gente pode enfrentar todas essas dificuldades. E a luz do Espiritismo, ler uma passagem dessa e dizer: "Nossa, mas é isso mesmo. Eu não tinha pensado sobre isso. Eu não tinha pensado que atravessar um deserto é bom, que estar afastado e recolhido é bom, que me faz ter condições de ter sintonia com os benfeitores, com aqueles que estão do meu lado, com aqueles que vibram pela humanidade e assim eh superar as dificuldades do caminho, que são só aquelas que a nossa visão alcança agora, nesse momento. Então, na verdade, a o nosso tema é sobre aproveitar o deserto em nós e não nos entregar a desalento, ao desânimo ou dificuldade e outros tantas sentimentos que abatem o nosso ânimo e sim agir, trabalhar no bem. no bem em nosso benefício e em benefício dos outros. é a forma mais eficaz e mais eh correta da gente viver as dificuldades que a gente das quais a gente não vai ser liberado. dificuldades que se apresentam e se apresentam para nos tornar mais conscientes, mais firmes, mais eh crentes nas máximas do cristianismo e do Cristo e com mais fé naquilo que nós temos dentro de nós de centelha divina. Não é verbalizar somente, é agir para que isso se estabeleça em definitivo dentro de nós e os desertos então do nosso íntimo serão mais facilmente superados. Muito obrigado a todos. >> Muito obrigado também a Ângela pelas reflexões desta manhã, né? ótimas reflexões sobre esse deserto, né, que às vezes a gente sente dentro de nós mesmos. Agradecer também todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes, que nos acompanham também aqui pela internet, eh, em especial a Fernanda, Emiliana, Gilberto, né, que são membros aqui do canal, que é uma forma de estar contribuindo aqui paraa Comão Espírita de Brasília. Eh, quem tá online fica o convite de eh quem não for inscrito se inscrever, ativar as notificações, dar aquele joinha, né, deixar o seu comentário. Também é uma forma de mostrar pra plataforma, né, eh, da rede social de que o conteúdo ele é

quem não for inscrito se inscrever, ativar as notificações, dar aquele joinha, né, deixar o seu comentário. Também é uma forma de mostrar pra plataforma, né, eh, da rede social de que o conteúdo ele é relevante. Saúdo também Manuele, Gabriele, Ananda, eh, Gilmar. Eu vi uma Colares aqui, Gabriele Colares dando bom dia. Eh, a Rosana fala: "Desenvolver o autoconhecimento ajuda a perceber esse deserto e aí poder sair no crescimento, na coragem, na superação, mais ciente de nós mesmos. Pedir ajuda bom também." E aí eu vi uma mensagem aqui também da Regina, né, falando do deserto que tá sentindo. Eh, fica o convite assim tanto aqui paraa Regina, para quantos estão se sentindo nesse deserto, nessas dificuldades. Quem for de Brasília, vem presencialmente aqui na comunhão Espírita de Brasília e procurar o atendimento fraterno, né? Aqui na comunhão ela acontece todos os dias de forma presencial. Hoje, terça-feira, começou agora 8:30 e vai até às 10:30 e depois volta às 15:30 e vai até às 21 horas. Os demais dias com os horários tem no site da Comum Espírita de Brasília. Caso quem esteja assistindo pela internet não seja de Brasília, fica convite procurar uma um centro espírita próximo, né, para solicitar ajuda. Ou então aqui na comunhão também nós oferecemos o atendimento online, atendimento fraterno online. Eh, e aí para agendar o horário tem que mandar um e-mail para, né, soletrando dao@comunhãoespirírita.org.br. BR. E na nessa perspectiva de atendimento fraterno, nós temos três grupos de apoio fraterno aqui, acontece aqui na comunhão. O grupo Acolher, que acontece quinta e sexta às 19 horas, o grupo Viver, valorização da vida às quartas às 19 horas e o grupo de dependência química, segunda e quarta às 19 horas. Também todas as informações estão no site. Eu tô aqui refazendo essa essa esse aviso, né? Porque como a Ângela falou no final aqui da palestra, eh, o deserto que a gente tende a passar, ele não vai ser retirado de nós, né? Ele tem um propósito e a gente precisa é se fortalecer, né? A Rosana

orque como a Ângela falou no final aqui da palestra, eh, o deserto que a gente tende a passar, ele não vai ser retirado de nós, né? Ele tem um propósito e a gente precisa é se fortalecer, né? A Rosana até colocou aqui, né, sobre pedir ajuda. Então, eh, a gente deve sim solicitar ajuda, né? A espiritualidade tá para nos ajudar também, mas vamos procurar ajuda, né? Eh, no campo material. Não, não, a gente não precisa passar por o deserto, né, próprio sozinho. A gente vai precisar refletir, entender o porquê, para que que tá passando no deserto. Mas eu gostei de eh reforçar, né, que a gente não precisa estar sozinho, né? Então tem esse aviso aqui do atendimento fraterno. Todos aqueles que sentirem necessidade, né, eh procurem, né, a gente tem uma frase que fala que a gente pode até ir rápido, né, e sozinho, mas a gente vai muito mais longe se tiver acompanhado, né? Então a gente tá aqui para ajudarmos uns aos outros. Então volto a agradecer a presença de todos, principalmente das reflexões que a Ângela nos trouxe, né, trazendo esse olhar diferente para o deserto, né, e a gente sempre tem algo, né, a aprender a refletir. Voltamos a agradecer toda a espiritualidade que aqui se faz presente, que nos amparou durante toda a palestra, renovando nossas energias e nos preparando para o momento do passe que acontece depois da palestra. que tem como objetivo de reorganizar as energias, reforçar pontos que precisamos ajustar para que a gente possa sair daqui mais forte do que chegamos, que a gente possa estarmos fortalecidos nessa batalha, nos desertos que tendem a se apresentar em nossas vidas, que a gente possa estar fortalecido no nosso ambiente de casa, com a nossa família. no nosso ambiente de trabalho, diante de tantas dificuldades que possam surgir, nessa certeza de que nunca estamos sozinho, que Deus é o nosso pai e ninguém está órfão sobre a terra. Que possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,

Deus é o nosso pai e ninguém está órfão sobre a terra. Que possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.

nidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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