Momentos Evangélicos com Marcel Mariano – Coragem na luta

Mansão do Caminho 18/01/2026 (há 2 meses) 59:53 9,962 visualizações 1,570 curtidas

Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec #VidaGloriosa #JoannadeÂngelis #MarcelMariano #Coragemnaluta *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Meus amigos, minhas amigas, caros internautas que nos acompanham pela TV Web Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. em um lançamento realizado por nossa casa há alguns anos, de uma das obras que compõe o acervo da série psicológica da veneranda, do venerando espírito Joana de Ângeles. Ela teve ocasião de, resgatando um coã da velha China, narrar que um monge, um discípulo, atravessando o deserto em direção às montanhas para se dirigir ao encontro com Buda. Portanto, está vinculado à cultura indiana. Ananda se viu diante de um deserto a ser atravessado causticante e de sol inclemente até atingir as montanhas onde o monastério budista se encontrava encravado entre as rochas. Homens exclusivamente fizeram votos de celibato, castidade, pobreza e buscavam a iluminação pela meditação, pelas concentrações, pelos testemunhos, pelas renúncias a tudo do mundo que representava tentação. nada chegara a uma situação em que ao enfrentar o deserto à sua frente, ele deu-se conta de que existia uma árvore mirrada com algumas folhas oferecendo uma pequena sombra e um poço que mãos generosas haviam cavado naquele lugar. Ele se recolheu à árvore, repousou um pouco porque o sol dardejava naquele horário, quando de no aparece uma moça jovem e de uma beleza peregrina. A moça nota a presença do rapaz, enrubece a face, mas atira ao fundo do poço um vaso com uma corda e dentro vai o puxando para subtrair do solo a água fresca. coloca num vaso maior, volta a lançar o vaso e faz isso sucessivas vezes até encher o cântaro que trazia certamente para abastecimento de seu lar. Em certo momento que ela estava com o vaso menor, cheio de água, ela vê, ela percebe que a Nanda se movimenta, levanta-se e quebra o silêncio que pesava entre os dois. Dá-me de bebê. A moça fica inquieta, intranquila e se voltando para ele consegue romper a garganta que estava travada. Mas como é possível que você me peça água? Eu estou notando por sua indumentária, que tu és um filho de Buda, portanto um monge. Eu sou uma pária.

ra ele consegue romper a garganta que estava travada. Mas como é possível que você me peça água? Eu estou notando por sua indumentária, que tu és um filho de Buda, portanto um monge. Eu sou uma pária. A Índia, as castas se dividem os que nasceram dos pés de brama, os párias, os réprobos, os infelizes, os sem ventura, aqueles que são do tronco de Brama, classe mediana, e os que são da cabeça de Brama, os avatares, os gurus, os monges, aqueles que são os pensadores. Eu, portanto, sou tão impura que até a minha sombra se banhar alguém contamina. E você me dirige a palavra querendo água. Ananda afitou e o seu olhar ao quebrou mais ainda o ânimo da moça. Eu só conheço uma casta, a casta da humanidade. Dá-me de beber porque vou enfrentar o deserto e tenho sede. Mas eu não tenho aqui nenhuma vasilha menor. Faz com as tuas mãos unidas um vasilhame, eu solverei a água e seguirei adiante. Ela uniu mãos, desceu a água e o monge sorveu duas ou três vezes, agradeceu, juntou as mãos e namastê. O Deus que há em mim reverencia o Deus que há em você. A moça ficou ruborizada porque em algum momento o rosto de Ananda tocou-lhe os dedos e houve uma espécie de eletricidade que percorreu as emoções daquela donzela. Ananda tomou o caminho do deserto e as montanhas nevadas bem ao longe. Eis que ele vai desaparecendo na poeira do deserto e a moça volta para casa ali perto num só pé de rochas com o vaso de água. Ele três dias depois atinge as montanhas, descobre o monastério, bate na porta e é recebido por Buda. Adentrando-se ao sua o seu pequeno quarto, onde apenas uma esteira no chão é tudo que ele tem. Ananda fatigado, deita para sua primeira noite de repouso. Naquela residência ao longe, a moça chegara aturdida na casa da mãe três dias antes. Aguardou a mãe chegar à noite de alguns que fazeres e junto com a mãe moravam só as duas. disse: "Mãe, hoje eu encontrei a felicidade aqui nesse deserto. Onde pode haver felicidade? No deserto só temos nós duas. Um monge, um discípulo de Buda passou

es e junto com a mãe moravam só as duas. disse: "Mãe, hoje eu encontrei a felicidade aqui nesse deserto. Onde pode haver felicidade? No deserto só temos nós duas. Um monge, um discípulo de Buda passou por aqui e ele parece ter a brisa da primavera e o encanto da manhã nevada. Mãe, eu tenho que conquistar esse homem." Mas cadê ele? foi para as montanhas, então esquece. Não era para ser teu, passou e foi embora. Mas mãe, tu acreditas, tu manejas as forças da goércia, da magia negra. Faz algum sortilégio para que Ananda foi o nome dele, ele se enamore de mim e possamos ficar juntos. Minha filha, tu és sonhadora, mas agora eu estou diante de uma filha louca. O homem nem está aí, como é que você quer que eu o conquiste? A senhora faz essas atividades habituais aqui à noite. Envolve-o no vé de Maia, a deusa da ilusão e do sexo no pantel indiano. E Maiaará para mim. Esquece, minha filha. A Nanda já havia chegado, conforme dissemos no monastério, e a moça ficou insistindo de noite, até que uma noite, a mãe, sem aguentar mais os petitórios da filha alucinada, colocou uma toalha estranha na mesa, uns estranhos objetos, entrou em concentração profunda e lançou uma onda de perturbação e de sensualidade. para capturar o pensamento de Ananda há muitos quilômetros dali. Era noite também no monastério. Ananda havia deitado depois de um dia fatigante na agricultura, no contato com os irmãos de Ideal, havia se deitado na sua esteira e dentro de instantes adormeceu. Naquele momento ocorria a reunião estranha. na casa da senhora com a presença da filha. E a Nanda se viu fora do corpo no monastério no seu quarto, quando observou que aquela jovem que ele encontrara no poço adentrara-se o quarto com uma túnica transparente, atrás dela uma claridade. Pela transparência da túnica, se entrevia os menios daquele corpo de gazela. E ela, como numa dança suave do ventre, ia para lá, ia para cá, levando Nanda a viver ilusões da mocidade. Só que no quarto, ao lado dele, Buda meditava. E na meditação ele percebeu que uma onda

zela. E ela, como numa dança suave do ventre, ia para lá, ia para cá, levando Nanda a viver ilusões da mocidade. Só que no quarto, ao lado dele, Buda meditava. E na meditação ele percebeu que uma onda perturbadora vinda de fora adentrava adentrara seu monastério e envolvia perigosamente o discípulo amado. Buda se dirige a Brama, suplica a Juda e descem luzes que fulminam as sombras e os tentáculos de trevas que ameaçavam equivocar o jovem. A onda é rechaçada porque não existe treva. A treva, a sombra, a escuridão é a ausência da luz. A luz tem uma ciência. A luz pode ser examinada, tem uma velocidade de 300.000 km/s no vácuo, mas a treva é a ausência desta. A onda foi rechaçada e a mulher teve um impacto lá quando voltou assim: "Desiste?" O mestre dele percebeu a minha artemanha e o blindou. Esquece esse homem. Já que a senhora não consegue com seus sortilégios trazer a Nanda para mim, eu vou atrás dele. A mulher tava decidida mesmo. A mulher largou a mãe, colocou uma alfge com alguma coisa, uma peça de roupa, uma água, algumas frutas desidratadas e adentrou-se o deserto em direção àquelas montanhas geladas distante. Peregrinou até atravessar o deserto. Mas onde era o monastério, ela não sabia. Peregrinou, peregrinou quase uma semana já mortificada de cansaço, de fome, noites endormidas, frio de madrugada, o sol inclemente durante o período matutino, vespertino, ela chega à porta do monastério e cai, desmaia. Horas mais tarde, recupera os sentidos, percebe que a porta do monastério bate, um monge abre uma janelinha, uma mulher, que queres aqui? Eu vim atrás de Ananda e não sairei daqui enquanto não consegui a mão dele. Nós estamos no monastério onde lutamos contra as imperfeições, as tentações. Não admitimos mulheres entre nós, pois diga ao seu mestre que se ele não abrir a porta, eu morrerei na porta aqui. O monge avisa o Buda e Buda abre a porta. Mas Senhor, uma mulher aqui entre nós, abre. O problema não é ela está aqui, é o que cada um de nós sente em relação a ela está aqui.

morrerei na porta aqui. O monge avisa o Buda e Buda abre a porta. Mas Senhor, uma mulher aqui entre nós, abre. O problema não é ela está aqui, é o que cada um de nós sente em relação a ela está aqui. A gente sempre faz mecanismo de transferência. O problema parece que é do outro. Não existe lugar mal assombrado. Mal assombrado são as pessoas. Os lugares são o que são. Eis que ela dentra e é levada à presença do Buda em estado de lotos meditando. Ele abre os olhos e afita com doçura. O que é que você veio atrás? Eu vim atrás do Senhor para me dar a mão de Ananda em casamento. Você quer aquela mão que vai apodrecer? Aqueles olhos que vertem lágrimas? Aquelas forças nasais por onde saem substâncias repugnantes, aqueles orifícios conservando podridão interna. É isso que você quer? É. Eu quero a Ananda como marido. Vejo que você ainda não tem condições de desposar a Nanda, meu discípulo, pois eu não sairei do monastério enquanto não ouvi isso dele. Mas eu tenho uma proposta para ti. Tu fica entre nós e tu vais meditar por 5 anos. Se depois de 5 anos se submetendo às mesmas austeridades dos monges, tu lograres perceber a loucura que tensionas, nó darei a mão de Ananda em casamento. A moça aceitou, tousou os cabelos, ficou quase careca para se para se parecer com os monges, adotou os hábitos, um quarto foi providenciado e ela fazia as mesmas tarefas agrícolas, limpeza, lavagem de roupa, cuidar de animais que os monges. 5 anos se passaram. A moça, então no naquele dia do 5º ano procurou Buda. Ele atendeu no crepúsculo de fogo. Mestre, já faz 5 anos. E o que queres? A mão de Ananda em casamento. Não te vejo ainda em condições. Volta ao quarto e medita mais três. 8 anos de meditação. 3 anos depois ela volta. Que queres? A mão de Ananda volta ao quarto e medita mais dois. 10. 10 anos depois de meditação, a mulher não voltou para procurar Buda. Cadê a monja que admitimos entre nós? Chama ela a minha presença. Ainda queres a mão de Ananda? Não. Depois de uma década meditando,

0 anos depois de meditação, a mulher não voltou para procurar Buda. Cadê a monja que admitimos entre nós? Chama ela a minha presença. Ainda queres a mão de Ananda? Não. Depois de uma década meditando, compreendi o que é o verdadeiro amor e já me sinto consorciada com Ananda. Não necessito mais da libido, da força da citocina, do impulso sexual. Estamos unidos no meio ideal, pois eu te concedo a mão de Ananda para ser o teu fugurante pai em direção ao samadi ou à plenitude ou ao Nirvana, como se queira. Isso retrata, pois, o clima de luta com que este coã selecionado por Joana de Angeles, a benfeitora, que todos nós aprendemos a amar enternecidamente, como retrata as lutas internas que se contrapõem ou se sobreajustam às lutas externas. falando destas lutas que a maioria das criaturas empreendem no mundo para conquistar o mundo. No último mês de dezembro, quando o governo federal ofereceu ao povo brasileiro a possibilidade de pegar na mão em 1 bilhão e70 milhões de reais da mega cena da virada. Ai, que saudade. Milhões de foi tanta gente que jogou que nem a Caixa Econômica e seus sofisticados computadores deram conta na mesma noite. Foram 125 milhões de apostas. Nem computador deu conta. Teve que se fazer o sorteio no dia seguinte, às 10 horas da manhã. Quem quem quem ganhou? cinco ou seis pessoas, cinco. Cada uma levando 181 milhões de reais para casa. E um deles não fui eu. Deixo logo claro para não ficar dúvidas. Certamente na cabeça de muita gente, ah, com esse dinheiro acabaram-se meus problemas. ledo, engano. Agora que os problemas começaram ou vão se agravar, tem uma estrutura psicológica, emocional para lidar de uma hora para outra com a fortuna desse quilate? O que é que eu posso adquirir com tamanha fortuna de uma hora para outra? Eu devo contar todo mundo a começar do papagaio, do periquito, do cachorro, do gato em casa, dizendo que eu tô podre de rica. Depois a vizinhança e depois metade das redes sociais que eu faço parte, corro o risco. Se ficar calado,

meçar do papagaio, do periquito, do cachorro, do gato em casa, dizendo que eu tô podre de rica. Depois a vizinhança e depois metade das redes sociais que eu faço parte, corro o risco. Se ficar calado, não aguento. Morro de ansiedade. Antes de pegar o prêmio, ansiedade me mata. Aí eu fico dividido entre a cruz e a espada. O quanto isso vai transtornar quem não sabe lidar com a súbita chegada de recursos tão vultosos em que bem trabalhado, bem aplicado nas lutas do cotidiano, quantas vidas pode ajudar? Tirará aquele amigo do aluguel, aquele ganhará uma prótese, aquele fará uma cirurgia. Este aqui vai ter a garantia de um trabalho. Aquele vai sobreviver. A quantas vidas poderei auxiliar? Ou vida nenhuma. Agora que tenho, somo, desapareço, evaporo de onde nasci. Porque aquele povo onde eu nasci não passa de gentalha, gentalha, gentalha. Aí eu vou para um mundo novo, onde o qual não estou habituado, não estou acostumado. O bairro Gran Fino, o condomínio de luxo, onde ali com hábitos ainda raiz, com hábitos singelos, aquele povo vai dizer: "Meu Deus, o que é que esse cidadão tá fazendo aqui num lugar onde só tem o filé minhon da sociedade?" Ele vai tá onde tá o osso, buco, o chambarilo, né? ou cruz machado, essas carnes mais grosseiras que se faz caldo é para lá, não para cá. E a pessoa vai se sentir um estranho no ninho. Começa um desafio, porque nem sempre se pode ultrapassar, romper fronteiras para adquirir os hábitos daquelas pessoas ou verniz que aquelas pessoas possuem. Por isso mesmo, talvez para muita gente seria uma um conflito muito grande, para outros seria solução. Depende como o indivíduo saberá lidar com essa ferramenta. As lutas externas, todas elas se caracterizando muitas vezes por promessas. Quantas promessas fizemos nós ou fazemos nós a cada final de ano? Esse ano novo vou fazer academia, vou perder 10 kg, vou aprender inglês, vou tocar violão, vou fazer isso. Entra o ano e solenemente esses projetos são desconsiderados em cima de outras prioridades,

? Esse ano novo vou fazer academia, vou perder 10 kg, vou aprender inglês, vou tocar violão, vou fazer isso. Entra o ano e solenemente esses projetos são desconsiderados em cima de outras prioridades, em cima de outras demandas mais urgentes, mais angustiosas que chegam arrastando o indivíduo para outro patamar de luta. E aquilo fica no final do ano, nossa, o indivíduo não conseguiu levar nenhum daqueles projetos. O que me leva a recordar esses humoristas das redes sociais, o homem que chega na academia, cadê a gerente? É ali, senhora dá, faz favor aqui. A gerente humilde chega. Pois não. Eu quero saber o que é que está acontecendo. Olha a pança, olha o bucho como é que tá. Olha os braços. 10 kg eu estou a mais. 6 meses que eu pago a academia. Não vi nenhum resultado. Senhora, pode me dar uma explicação? Calma, moço, calma. Eu sei que o senhor paga direitinho, mas o senhor tem vindo para as aulas? Ah, tem que vir. A piada é meio infame, né? Ele não sabia que tinha que frequentar a academia. Ele só tava pagando em casa, aguardando um resultado online virtual que aparecesse assim por mágica, torrando gordura, queimando camadas adiposas do pneu Fireestone ou Pirelli, ou de um lado ou de outro. esqueceu de ir para as máquinas, malhar, suar, sofrer, batalhar, não para ter o corpo escultural que a ditadura da estética de nó dos tempos exige, ter qualidade de vida, ter um pouco mais de saúde, saindo daquela situação que lamentava ou deplorava em relação ao carro físico. Então, quantas lutas externas nós temos e elas se multiplicam, mas há lutas internas. Como estamos do ponto de vista da capilaridade de amigos? Quantos novos amigos? Não estou falando de seguidores, não estou falando de internautas, não é abrir uma rede social e dizer como outro agora um que eu sou admirador. Ele foi, começou a chorar. Eu quero agradecer a todos vocês. Quando abri o meu canal para contar pequenas piadas, eu imaginava chegar apenas entre 10 e 15.000 1 seguidores. Quero dizer a vocês que ontem

e foi, começou a chorar. Eu quero agradecer a todos vocês. Quando abri o meu canal para contar pequenas piadas, eu imaginava chegar apenas entre 10 e 15.000 1 seguidores. Quero dizer a vocês que ontem a meta nos Estados Unidos me avisou: "Eu tenho 1 milhão de seguidores." É um rapaz que fica dando risada de situações constrangedoras do cotidiano e a risada dele é simplesmente contagiante. Ele foi para 1 milhão de seguidores, todos virtuais. No dia que ele deixar de rir ou fazer rir, os seguidores batem em retirada. Como eles são rápidos, eles deletam a gente. Então são virtuais. Nós estamos nos referindo a amigos, aqueles a quem Jesus se referiu. Já não vos chamo os servos. João 15:15. Chamo-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu pai vos tenho dado a conhecer. Ele fez daquele colegiado seus verdadeiros amigos. Ele conhecia a disposição de cada um, as lutas internas que cada um trava. Depois se travou o contato com Jesus para ser melhor. A sombra que se demorava em Iscariotes. Sempre pensando nisso, o triunfo de Jesus virá pelo dinheiro e pela política. Pedro, pedra 90, só enfrenta quem aguenta. Só andava armado. É pescador, a arma tem que tá do lado, a peixeira para desbastar o peixe. Mas se brincasse com ele, ele desbastava também a pessoa. Tanto que cortou a orelha de um soldado. Olhou a Tomé, aquele só acredito vendo. É o teste São Tomé. Tiago, Simão, Tiago Maior, Tiago Menor, Alfeu, João e todos os outros discípulos. Cada um carregava uma dificuldade, mas o Cristo recebeu aquele material do pai, 10 pescadores, um coletor de impostos e um comerciante. Imagino, só imagino que em algum momento numa sala da casa de Simão Pedro ou na praia à noite, Jesus reuniu os 12, olhou assim para os 12: "Esse é o material que eu tenho para trabalhar boa nova na terra". 10 pescadores analfabetos de pai e mãe. Nem sabe ler, nem sabe escrever. só sabe lidar com peixe. Pescou, limpou, vendeu, pegou o dinheiro, comprou gêneros alimentícios, outro traz para casa e mais nada. Um comerciante de escariotes e um

e. Nem sabe ler, nem sabe escrever. só sabe lidar com peixe. Pescou, limpou, vendeu, pegou o dinheiro, comprou gêneros alimentícios, outro traz para casa e mais nada. Um comerciante de escariotes e um coletor de impostos culto falava vários idiomas, o Levi, mais tarde, Mateus, meu pai, é com esse material que eu vou revolucionar a terra. Foi o que eu pude arranjar, mas se você quiser, eu arranjo o pessoal do templo. Quer Anás, Caifás, eh, Bartimeu, Bartolomeu e outros lá como Nicodemos. Você quer essa turma tudo raposa? Não, senhor, deixa essa turma aqui, porque ruim com eles, >> pior sem eles, do que convocar raposa para tomar conta de galinheiro. Seria o mesmo que convidar Drácula para administrar o emoba e esperar que Drácul, não, agora eu sou vegano, só bebo suco de uva, não conheço vampiro vegano. É fantasia. deixa esse material. Aí ele foi, tenho 3 anos para aperfeiçoar esse material humano e ele foi à luta. Lição em um. Pedro, aprendeste Pedro em Baahinha tua espada. João, Mateus. E foi advertindo os encontros que a gente não sabe das narrativas. Amélia Rodrigues trouxe muitos desses encontros. Ele preparou o material no Pentecostes. Forças espirituais dão aqueles espíritos possibilidades mediúnicas inimagináveis de cura, de línguas, de transformação da matéria para que eles sensibilizassem um povo que precisava ver para acreditar. é um nível bem primário de de observação da vida, porque o fenômeno pode enganar. Depois ele prepara os 72, depois ele prepara os 500 da Galileia. Ele vai preparando e soltando esse povo no mundo como formiguinhas para preparar o advento da nova era. Não era suficiente. Jesus percebe que ele pegou só judeus e que os judeus estava restrito, circunscrito ao seu próprio povo. Vamos pregar o evangelho para quem é adepto de Moisés. É muita luta. Eu preciso de alguém que vá aos gentios, aos não judeus. Vá a gregos, a fenícios, vá a egípcios, a romanos, a árabes. Aí Jesus segue um homem num cavalo e na porta de Damasco. Cavalo não, um dromedário, um camelo.

alguém que vá aos gentios, aos não judeus. Vá a gregos, a fenícios, vá a egípcios, a romanos, a árabes. Aí Jesus segue um homem num cavalo e na porta de Damasco. Cavalo não, um dromedário, um camelo. Um camelo, derruba o homem do camelo, joga ele na areia para ele comer a areia. E quando o homem cai de joelhos, Saulo, Saulo, por que me persegues? Quem és tu? Eu sou Jesus a quem você persegue. Covades domini, que queres que eu faça, Senhor? Entra em Damasco e lá te será dito o que convém fazer. Não é o que você quer, não é o que convém. Não recalcitre contra os aguilhões. Cega Saulo para que ele fique vendo na acústica da alma o tempo todo a mesma imagem, um túnel, um homem majestoso caminhando e chegando nimbado de luz na frente dele para repetir até hoje é uma pergunta que aguarda a resposta. João, Pedro, Maria, Teresa, Marília, Olávio, por que você me persegue? que cada um responda no seu íntimo. Saulo conseguiu responder com trabalho três dias em Damasco, numa numa estalagem sozinho. Três dias em que ele viu a mesma ouviu a mesma voz e viu a mesma imagem. Quem ele ia perseguir, vem visitá-lo. A ovelha perseguida visita o lobo vorais. Restitui-lhe a visão, retirando-lhe as escamas dos olhos, conforme está na narrativa de Atos dos Apóstolos. Saulo recupera a visão, converte-se e vai pagar durante sua vida toda até o seu testemunho o preço de uma conversão. Perde o cargo de doutor da lei, o pai o expulsa de casa e ele volta a trabalhar com o tear, volta às suas origens. Eu antes de doutor era tecelão, não desaprendia o ofício, comprou as ferramentas com que o dinheiro, o pai deu o dinheiro. O pai deu, apesar de desterrá-lo, mandou um pacote, sentiu que não, não podia deixar o filho morrer de fome. mandou uma bolsa cheia de dinheiro por anésio o servidor da casa. Ele compra um TEA e agora o doutor da lei é uma seta do deserto de Dan, na região de Palmira, trabalhando o couro e as fibras durante o dia para no final da tarde subir uma duna de areia e meditar em sua trajetória até ali, até

doutor da lei é uma seta do deserto de Dan, na região de Palmira, trabalhando o couro e as fibras durante o dia para no final da tarde subir uma duna de areia e meditar em sua trajetória até ali, até aquele momento. Lentamente, em 2 anos, ele desintegra, ele dilui o homem velho, começa a nascer o homem novo que Jesus queria. Era um vaso rachado, mas o Senhor se vale de vasos rachados para espalhar um suave perfume de nardo no mundo. E esse homem vai percorrer 25.000 1000 km a pé até a Macedônia, região então da Yugoslávia, chega aí até a Península Ibérica na Espanha, vai à Grécia, vai a Roma, Tessalônica, regiões imensamente distantes, raramente usando qualquer tipo de veículo, quase sempre a pé. Dorme em qualquer lugar onde a noite o encontre. A noite me pegou aqui, deito no chão e durmo entre escorpiões e víboras altamente venenosas. No dia seguinte, estou a caminho da próxima aldeia espalhando as eclésias, escrevendo as epístolas entre lágrimas e sofrimentos. Eram suas lutas. Trago um espinho nas carnes da alma. uma expressão dele, uma talvez dando as mais dolorosas impressões, mas a alma não tem carne. Mas ele colocou carne na alma, porque é quando o espinho entra que dói. Quando a gente pisa num espinho, em questões de milissegundos, sobe uma informação até o cérebro. Tem alguma coisa lá que tá furando a epiderme. O cérebro manda uma ordem, levanta o pé e tira o espinho. Depois mandra manda anticorpos combaterem um adversário que entrou na perfuração do espinho. O sistema linfático entra em ação mandando para lá células killers, macrófidos e outros agentes para combater os inimigos internos. Fecha o local se tiver sangramento, manda fibrinas para criar o coágulo tampão e evitar uma hemorragia. Tudo isso o cérebro faz por automatismo, porque ele tem uma memória celular. E a gente então prossegue, doloroso local, mas sobrevive, não dá para viver com o espinho. E ele viveu com o espinho, na car porque era luta contra suas próprias imperfeições. Até que ao final da vida ele é preso em

prossegue, doloroso local, mas sobrevive, não dá para viver com o espinho. E ele viveu com o espinho, na car porque era luta contra suas próprias imperfeições. Até que ao final da vida ele é preso em Roma, oferta o próprio pescoço e no momento da decaptação, o carrasco treme. Já Paulo e não mais Saulo olha pro homem e exclama: "Cumpra com seu dever, porque o meu eu já cumpri. O seu é cortar meu pessoa e ele entra no além para encontrar a verdadeira vida". Então, a coragem na luta, a coragem não está em fugir do mundo. Uberto Roden, o criador da doutrina universa, teve ocasião de afirmar: "O cristão que vive no mundo e se enxarca das coisas do mundo é mundano, é vulgar. O cristão que foge do mundo com medo de se contaminar com o pecado do mundo é covarde. O verdadeiro cristão vive no mundo, experimenta as coisas do mundo no limite do necessário e serve ao mundo sem se deixar contaminar. E as tentações. Ena definiu o que é tentação? Tentação é tudo aquilo de que fugimos com vontade de que nos pegue. Isso aqui é tentação. Conta-se nas na biografia nas biografias de Chico Xavier. Até no filme dele, do Chico, que o pai dele, frequentador habitual de bordéis e meretrícios, na então pequena Pedro Leopoldo, pegou o filho com 17 anos de idade, Chico, e seu Francisco, vendedor de bilhetes da loteria federal, levou o filho ao bordel para que uma das mulheres lá desse iniciação sexual a Chico Xavier. Chico obedeceu o pai e foi. Vem comigo. Levou. Quando ele entrou, todas as meninas saudaram seu Francisco, o pai de Chico, já era habituê dali. E aí disse: "Tá aqui meu filho, uma de vocês aí, torne ele homem". Quando as meninas olharam para o Chico, aquela coisa miúda, olhar estrábico. Chico tinha um olhar esquerdo direto, mas o o direito era meio fora. Ele era estrábico. Aquela cabeleira, imagine que deve ser a cabeleira dos anos 40, quando ele era bem mais novo, 20 e pouco, 17 para 18 anos de idade. As meninas olharam assim: "Ô, seu Chico, hoje a gente tá tão desanimada. A gente tá sem coragem para nada. A

cabeleira dos anos 40, quando ele era bem mais novo, 20 e pouco, 17 para 18 anos de idade. As meninas olharam assim: "Ô, seu Chico, hoje a gente tá tão desanimada. A gente tá sem coragem para nada. A outra ali também sem ânimo, sem ânimo. Chico olhou as mulheres do bordel desanimadas para o ofício. Ele então disse: "Vamos fazer um culto?" Uma dela disse: "É isto." Uma correu, foi buscar uma toalha, jogou numa mesa, quatro cadeira, pegou uma garrafa de água, botou uns copos. Daqui a pouco tá Chico orando com as mulheres. Levar Chico a bordel é prejuízo. Ou ele converte as meninas ou ele fecha o bordel. Ainda quebra o trabalho do amo. Quebra o serviço. As mulheres preferir naquele dia. A ânsia delas é sair desse ofício de exploração em que vendemos o corpo como se ele fosse uma mercadoria. E censurável não são elas. Censuráveis não são elas. são quem as compra, porque por detrás de uma mulher poluída tem um homem que a poluiu. Portanto, Chico deu dignidade, olhou o que elas tinham de melhor. A essência não tá corrompida. A aparência pode estar em uso indevido, contrário às leis de Deus, mas a essência tá querendo uma razão para viver. Vamos fazer um culto. Então, todas as vezes, isso nos remete a uma reflexão. Todas as vezes que a coragem pareça nos faltar no âmbito da luta, importante que se faça uma pausa, uma pausa para refazer as energias e redefinir estratégias. Todos os grandes vultos da sociedade, os mártires, os grandes, os santos, os homens e as mulheres nobres tiveram estratégia. Eis que Teresa de Ávila saiu do seu monastério em direção a uma comunidade distante e foi surpreendida por uma chuva torrencial. Diante dela um rio caudaloso, a chuva alimentando o rio, as águas volumosas, impetuosa, arrastando tudo. E uma pinguela, nome que se dá uma pontezinha, aquelas ponte estreita de madeira com aqueles cordões aguisa de corrimão. Ela viu aquela estreita pontezinha levando de uma margem a outra. Ela foi se segurando nas cordas e atravessando. Houve um grande relâmpago e de onde ela

adeira com aqueles cordões aguisa de corrimão. Ela viu aquela estreita pontezinha levando de uma margem a outra. Ela foi se segurando nas cordas e atravessando. Houve um grande relâmpago e de onde ela partiu, quebrou-se a ponte. A pinguela foi até o barranco seguinte e ela se agarrou às madeiras, que era o piso da ponte. Se agarrou em desespero e ficou ali chuva, o barranco caiu em cima dela, barro e a chuva, os relâmpagos. E ela segurando ali começou a orar, achando que era o fim de sua vida. Na oração, ela vê uma nuvem se formar ao lado dela e a figura aparece a figura de Jesus. Teresa, é assim que eu trato os meus amigos. Ô senhor, é por isso que são tão poucos. Passou a chuva, ela subiu e tornou-se uma doutora ceráfica. a que conseguiu o título de doutora em teologia e foi arrebatada por inúmeras visões em que ela conversou com Jesus, com entidades venerandas e deixou uma vida extremamente mística. Teresa de Ávila, justamente porque não se abateu. Será muitas vezes no meio da tormenta onde vamos descobrir forças, vamos descobrir aptidões que desconhecemos. Será no meio de dores e de testemunhos que o indivíduo se autosupera. Se como o sândalo que perfuma o machado que o fere. Como essa frase é antiga, quanto mais o machado dá no tronco do sândalo, mais ele recende perfume. O indivíduo que pisa uma flor e ela é portadora de esporos de nascimento ou sementes, ele só tá enterrando antecipadamente sementes no chão. flor esmagada pode ser momentaneamente destruída, mas logo depois novas vergonteas brotarão do solo em momento oportuno, florescendo para gerar uma nova primavera. Por isso, a luta está em todos os campos e especialmente nos dias que estamos atravessando, onde 8 bilhões, 264 milhões de pessoas hoje na Terra, segundo o relógio da ONU em Nova York. Estamos todos lutando pelo pão, pela água, por uma casa. Os ucranianos nesse instante tem a maior parte da sua capital bombardeada pelo adversário, já conhecido de todos há 4 anos. E o povo está sem calefação,

odos lutando pelo pão, pela água, por uma casa. Os ucranianos nesse instante tem a maior parte da sua capital bombardeada pelo adversário, já conhecido de todos há 4 anos. E o povo está sem calefação, sem aquecimento. A temperatura na Ucrânia está em menos 20º. Sabe o que é se refugiar numa casa e dizer: "Eu não tenho aquecimento, não tenho gás porque o inimigo veio e o alvo dele é justamente as fontes energéticas, os reatores, tudo aquilo que possa produzir energia. Ele não vai me matar, o frio me matará". Aí morre o velhinho, daqui a pouco a criança sucumbe congelada, vai o outro indivíduo morre dentro de casa como se tivesse num grande freezer, o freezer doméstico em Gaza, no Sudão, em vários lugares do mundo, há conflitos. Nesse momento há mais de 42 conflitos na Terra e tudo prenuncia um armamento que recorda aqueles dias iniciais da primeira ou da Segunda Guerra Mundial. Investimento em armas, investimento em drones, investimento em mísseis, em armas nucleares. Não brinque comigo não, viu? Tô com minha mala aqui. Se apertar um botão, acabo com você. Eu também tenho uma mala. Se você apertar a sua, também aperto a minha. Aí fica essa disputa e milhões e bilhões e trilhões de recursos financeiros nesta ou naquela moeda, se destinam para a indústria da arma. Será que estes líderes, homens ou mulheres que ocupam postos, estão recordando que só nós nós só temos essa terra? Se ela for destruída, arrasada, nós não temos de imediato uma nave que possa nos levar para Pandora para viver Avatar 4, o retorno de Jedai. Não dá para ir, é muito longe, não temos tecnologia. Vamos paraa Marte, muito frio. Vamos para Vênus, 500º de calor à superfície de Vênus. Esqueça, não tem nenhum outro local no sistema solar que possa nos abrigar de imediato de de uma ecatombe. A terra toda contaminada, a raça humana desapareceria por completo. Eles sabem disso, sabem. Mas se eles sabem intelectualmente, não sentem emocionalmente que além dos palácios reluzentes de poder, da casa rosada, da casa branca, da casa amarela,

receria por completo. Eles sabem disso, sabem. Mas se eles sabem intelectualmente, não sentem emocionalmente que além dos palácios reluzentes de poder, da casa rosada, da casa branca, da casa amarela, da casa azul, o nome que se dê ao local onde se manda, lá fora tem gente lutando por um pão, por um prato de sopa, por um emprego. tá lutando por uma garrafa de água, um cobertor que ele afugente o frio, um remédio para as suas doenças, um atendimento. Quando não tem, se vale da companhia de um cão, como nós vimos na Avenida Garibalde aqui em Salvador. Era um homem numa cadeira de rodas, passava de lugar em lugar recolhendo material reciclado. E de onde eu coloquei o carro para ir trabalhar? Fiquei olhando naquele asfalto da Avenida Garibald aqui de Salvador, aquele homem com as duas mãos fazendo as rodas da cadeira de roda girar e um cão seguindo desses caramelo de rua, mas era dele e lambia ele e brincava. Aí o rabinho ia para lá e para cá e eu olhando disse: "Mas que amigo, né? Todos dois na miséria, mas não abandona o amigo, não deixa ele ali. Se vai passar fome, passo fome com você. Quanta ternura encontramos às vezes num animal doméstico que nos olha assim e se derrete depois de um carinho. A gente chega de viagem e aquele animal parece quase arrancar o rabo de alegria. Gane como se fosse de saudade, porque a gente chega e às vezes de uma de uma pessoa com quem convivemos quando a gente aparece. Cheguei. Você tá fazendo o que aqui? Quem mandou você entrar? chega, esfria, chega, mata o ânimo, né? Então, é o momento de revermos emoções, fazermos reflexões sobre as amizades que conquistamos, quantas foi que nós conservamos. Eu ouvi aquele um cantor muito famoso que compôs, participou de festivais antigos e ele compôs uma música sobre, você lembra de seus amigos há 10 anos atrás, os grandes, né? Os Montenegro. Ele contou que fez aquela música e viajou para um show em Portugal com a música pronta, sem gravar. No aeroporto de Portugal em Lisboa, ele encontrou com Nana Caime,

ás, os grandes, né? Os Montenegro. Ele contou que fez aquela música e viajou para um show em Portugal com a música pronta, sem gravar. No aeroporto de Portugal em Lisboa, ele encontrou com Nana Caime, a extraordinária voz filha de Dorival Caim. Ela tava fazendo show em Lisboa, os dois se encontram. Ele disse que se sentou com ela no banco ali, dedilhou o violão, faça uma lista de grandes amigos quem você mais via há 10 anos atrás e cantou para ela. Ele ele disse, ela ficou assim parada. Ô Nanã, eu queria lhe oferecer essa música. Eu acho que cai melhor na sua voz. Ela disse: "Não, Osvaldo ela cai melhor na sua voz de compositor. Grave que vai ser um sucesso. Não na minha voz, será na sua." E ele gravou: "Quais são os meus amigos de 10 anos até? Onde estão? Quem ainda conserva um amigo de infância, um amigo do colégio, mantém um contato qualquer com alguém que nos foi caro? A luta em preservar as amizades, porque elas estão tão líquidas, diria Zigmund Bman, o sociólogo polonês. Estamos vivendo na época de relacionamentos líquidos. O relacionamento é ligeiro, é passageiro, é temporário, é fugaz. Conheço daqui a pouco desconheço manter uma velha amizade. Que coisa difícil. árdua são as a coragem de continuar lutando. Quando todos desistam, o indivíduo prossegue como a Nanda. Minha meta é chegar em Buda. Aquela moça queria aquele corpo para lhe satisfazer a libido. O mestre deu-lhe uma década de meditação junto aos monges. Ela meditou tanto que transcendeu e percebeu que já estava unida a Ananda em sânscrito. Felicidade. já estava unida a ele. Não precisava unir carnes, porque os seus ideais eram comum, subindo para a ideia da unificação com Brama, que não é a cerveja. Não confundi brama, a divindade principal do panteão indiano, unir-se com ele e atingir o estado de Nirvana, de Samadi, da plenitude que Jesus chamava o reino dos céus. A luta para ele nunca cessou. Hoje eu dizia a uma amiga, normalmente quando tem certos momentos no ano, o centro espírita fecha e deve fechar

e Samadi, da plenitude que Jesus chamava o reino dos céus. A luta para ele nunca cessou. Hoje eu dizia a uma amiga, normalmente quando tem certos momentos no ano, o centro espírita fecha e deve fechar mesmo. 24 de dezembro é família, fica em casa. 31 de dezembro fica em casa, é família. Nesse dia a gente compreende, mas logo no início de janeiro o centro deve reabrir, porque eu fico preocupado se uma hora Jesus disser assim: "Meu pai, me dê 30 dias de licença prêmira. que a coisa na terra tá difícil. Tem bilhões de anos que eu labuto por esse povo e é penoso, é vagaroso evolução. Eu vou dar uma descansada. O que seria de nós se Jesus tirasse 30 dias de férias ou se Deus, conforme algo que Divaldo contou no Campo Grande, no movimento Seapaz, de muitos anos atrás, Deus reuniu os anjos. Meus amigos, eu ando cansado de tanto petitório. Da terra, de todo espaço, só vem pedido para mim. Chega, eu quero tirar um período de descanso. Veja aí um local onde eu possa ficar incomunicável. Aí um anjo disse: "Senhor, dá um pulo em Plutão". Aí Deus disse: "A ideia é boa, mas vai lá que a terra manda uma nave lá, cai me acha, senhor na terra. se esconde debaixo do mar, desce lá as profundezas das fossas das marianas, 12 km de profundidade. Serve não. Eles vão mandar um submarino para fazer pesquisa com gente dentro me acha. E fui na fotografa, eu deitado. Serve não. Ah, senhor, vai pra lua. Fica na lua. É deserto lá. Não, eles já povoaram, já mandaram sei quantos astronautas lá, 12, 18 astronautas já estiveram na lua. Uma hora eles me acham numa cratira daquelas. Cada anjo, até que chegou um anjo assim, afrodescendente, cabelo rastafare, baiano. Você é amigo, diga, anjinho. Meu pai, tem um lugar onde o senhor pode se esconder que ninguém vai lhe achar porque quase nunca é visitado. Oh, encontrei a solução do enigma. Todos os anjos parados. E tem esse lugar, tem. Desça o coração da criatura humana. Raramente ela vai ali e ali tu encontrarás repouso. Asala vista baby. Vamos então nos preparar para o

ução do enigma. Todos os anjos parados. E tem esse lugar, tem. Desça o coração da criatura humana. Raramente ela vai ali e ali tu encontrarás repouso. Asala vista baby. Vamos então nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Eu convido os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Senhor e Mestre Jesus, amigo incondicional de todas as horas, há uma grande necessidade, Senhor, de todos nós, de estarmos um pouco contigo e nesses diversos locais Onde podemos te encontrar hoje, aqui? Agora pensamos que é a nossa oportunidade de poder estar alguns instantes contigo. Nos afirmastes a longa data atrás, que se dois ou mais se reunisse, lá estaria entre eles. Assim, Senhor, nós acreditamos e cremos. que pode estar neste instante entre todos nós. Abençoa-nos, pois, pois todos somos almas aflitas, necessitadas, carentes, de amparo, de proteção. Necessitamos de alguém que nos ou ossa, alguém que nos traga carinho, amor, gratidão, reconhecimento. Sim, sabemos que os vossos benfeitores, os espíritos nossos amigos possam trazer nesse instante o aquecimento para as nossas almas, a diluição dos nossos sofrimentos, o encantamento para as nossas ações na esperança de estar contigo. Sim, Senhor, somos teus irmãos da longa jornada da vida e sabemos que sem ti perdemos o rumo. Não sabemos onde estamos, mas tu nos apontas o caminho, nos direcionas o pensamento e nos trazes a esperança dos dias melhores. Conduze Adivaldo e a Nilson e a benfeitora Joana de Angeles, a nossa penhorada gratidão. Abençoa os nomes dos encarnados. e desencarnados. Na entrada desse cenáculo fluidifica a água para que ao sorvê-lo possamos sentir os benefícios do mundo espiritual. Com a alma pacificada, com a mente dulcificada, conduz-nos de retorno ao lar, pensando em ti, levando a boa nova do Evangelho para aqueles que lá nos esperam. Abençoa-nos, Senhor. Se conosco hoje e por todo sempre e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. A nossa

o lar, pensando em ti, levando a boa nova do Evangelho para aqueles que lá nos esperam. Abençoa-nos, Senhor. Se conosco hoje e por todo sempre e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. A nossa gratidão a todos. Jesus nos abençoe.

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