Momentos Evangélicos com Lusiane Bahia • O Aprendiz Sincero
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho #deus #jesus #alegria
Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente, mas também aqueles que nos acompanham virtualmente, a equipe da TV Mansão do Caminho. Cumprimentamos a nossa querida tia Rose e vamos juntos nas vibrações que essa casa nos traz, nesses instantes que aqui estaremos juntos esses melhores eflúvios desse ambiente adremamente preparado para nos receber. Gamal, Abdu Gamal, vivia nas cercanias de Jerusalém. Era um vendedor de cavalos. E por conta de aspectos de patriotismo e de religião, os judeus apresentavam alguns preconceitos, algumas separatividades, mas por ser comerciante gozava de algumas facilidades concedidas por Herodes Antipas, permitindo, por exemplo, que ele frequentasse altas rodas da convivência. daquela cidade, que até mesmo pudesse estar no templo de Jerusalém, mas com algumas restrições, com alguns recintos nos quais ele não poderia estar. A personalidade de Gamal, introspectiva e sempre buscando aspectos interiores, fez com que ou fazia com que ele tivesse processos meditativos corriqueiros. Então, era muito natural ter pausas nas suas atividades, na infinidade da vida, para meditar em torno das coisas da existência, de situações e de assuntos valorosos para a vida. E assim não passou despercebido dele todo o processo reacionário da última Páscoa, todo o turbilhão e o que veio a trazer a um Nazareno a crucificação. Ele meditou bastante sobre estes fatos e também não passou despercebido dele, que este crucificado, erguido na cruz entre dois ladrões, teve oportunidade de conceder o perdão à humanidade. E isso o tocou profundamente, porque ele, que era vítima de escárnios dos judeus, não se apresentava em condições de compreender, de entender, de mesmo desculpar. Entendia que aquele homem era um enviado dos céus, era alguém que veio para trazer aspectos diferentes ao contexto social. e de alguma maneira buscava entender e de uma forma intrigante sentia-se aproximar. Ele se sentia próximo, de uma
iado dos céus, era alguém que veio para trazer aspectos diferentes ao contexto social. e de alguma maneira buscava entender e de uma forma intrigante sentia-se aproximar. Ele se sentia próximo, de uma certa forma tocado, de uma certa forma encantado pelo rai que foi assassinado. O que em nós nos encantaৈul deste rabi? De que forma nós nos encantamos com este Messias, com este mestre? Conhecer a história de Jesus nos toca de que maneira? Gamal identificava-se com esta forma de vivência que fazia com que ele admirasse o mestre. O que nos encanta, o que nos chama atenção em Jesus são os seus milagres. Ele ter podido trazer a água o sabor do vinho, ele fazer multiplicar pães e peixes e saciar a fome de muitas pessoas. O que é que nos encanta? as suas predições, os seus anúncios, as suas profecias e ele ter acertado e ser assertivo nessas profecias. Nos encanta ele direcionar a pesca, enxergar onde estavam os peixes, enquanto ninguém percebia onde se encontrava o alimento, o que nos encanta em Jesus. seriam as curas, paralíticos, endemoniados, que com o contato com o mestre, na companhia do mestre, modificavam seu estado íntimo e reverberavam para o mundo exterior aspectos diversos de sanidade, de saúde, de paz. O que nos encanta, o discurso do Sims sim. e do não, não. A verdade por ele vivenciada, ele ser um exemplo vivo de tudo aquilo que ele pregou. O que mais nos encanta, minhas irmãs, meus irmãos, em relação a Jesus de Nazaré, ao carpinteiro simples da manjedoura, cuja primeira e última lição, tracejando toda a sua existência, tem o eclodir da humildade, lastreado, sem dúvida alguma, por todos os demais valores e notadamente o amor. O espírito Joana deângeles no livro Vidas Vazias, que é um livro que foi lançado no dia 5 de maio de 2020. Nós estávamos alvorecidos por conta da pandemia. Não sabíamos o que significava aquele afastamento, aquelas dores, muitos desesperos, muitas desencarnações, adoecimentos. E nós fomos consolados pelo livro Vidas Vazias, que no capítulo oitavo a benfeitora nos
mos o que significava aquele afastamento, aquelas dores, muitos desesperos, muitas desencarnações, adoecimentos. E nós fomos consolados pelo livro Vidas Vazias, que no capítulo oitavo a benfeitora nos sinaliza sobre a psicografia do nosso querido Tio Divaldo, de que sob aspecto que identifiquemos Jesus, iremos nos encantar com ele. Diz a benfeitora que olhá-lo como filósofo de uma rara doutrina, e essa doutrina é do amor, faz com que adotemos para nós uma filosofia de vida sustentada na verdade, que se fundamenta naquilo que se pode ser vivenciado, experimentado, olhá-lo sobre o aspecto, sobre o aspecto de um grande revolucionário do bem. também nos encanta porque diante de uma sociedade onde o olho por olho, o dente por dente, onde a barbárie e as condições primitivas tinham mais proeminência, falar sobre o bem, mas não somente falar, vivê-lo, promover uma revolução também nos encanta. E também ele é o terapeuta inconfundível. Porque antes mesmo de nos adentrar ao coração qualquer dificuldade no aspecto psicológico, ele já nos traz uma proposta preventiva do perdão e nos diz que por esta via nós temos a oportunidade de trazer para nós a manutenção da saúde e identificar nos percalços da existência mecanismos para nos libertarmos. Seria ele também um mestre incomparável? Sem dúvida alguma. Porque mestre é aquele que consegue fazer da complexidade a suavidade na lição e fazer com que todos compreendam nos gestos simples, nas mensagens simples. E ele é um mestre que vem nos trazer a busca da compreensão do reino dos céus. E para tanto, ele equiparou o reino dos céus ao campo. Trouxe-nos elementos como grão de mostarda, tesouro, pérola, peixes, rede, para nos ensinar as coisas de como conquistar esse tal reino dos céus, que é a chave de toda a vida e que é o grande propósito para o qual nós aqui estamos. Mestre incomparável. por trazer na singeleza, na simplicidade, aspectos que são tão profundos e que sejam até os dias de hoje discussões, elocubrações, reflexões, filosofias
a o qual nós aqui estamos. Mestre incomparável. por trazer na singeleza, na simplicidade, aspectos que são tão profundos e que sejam até os dias de hoje discussões, elocubrações, reflexões, filosofias e tantas outras buscas que o ser entende empreender. Ah, mas ele também é o orador por excelência. e imaginar Jesus chegando no monte e dizendo: "Bem-aventurados!" E aquela multidão espalhada, escutar o reverberar daquelas palavras, não na acústica do ouvido material, mas na acústica da alma, na profundidade do ser, de escutar dentro de si bem-aventurados os aflitos. os misericordiosos, os que têm fome e sede de justiça, escutar dentro de si, porque a sua oratória é para a alma, é um mecanismo que ao escutar sobre as suas lições e vislumbrar, fechar os olhos e tentar reproduzir na mente as palavras que ele proferiu, é permitirse inundar por uma energia e psiquismo que somente nós no contato com ele somos capazes de sentir, onde podemos até buscar em outras circunstâncias, mas é somente nesse contato que temos a oportunidade de ouvir, de sentir, de perceber as vibrações verdadeiras e mais íntimas de Jesus. É também, diz a benfeitora, um cidadão perfeito, cumpridor das leis. É devido o imposto, pergunta Jesus, de quem é a face que tá na moeda? De César. Então, dai a César o que é de César, mas a Deus o que é de Deus. Justiça, cumprimento dos deveres materiais. Quantas e quantas profecias o próprio mestre cumpriu entrando na cidade no dia do domingo de Ramos, montado no jumentinho, porque estava descrito que assim o Salvador adentraria, cumprindo nas mínimas questões, nos mínimos detalhes para atender os parâmetros cognitivos nossos aquela época. cidadão perfeito, amigo fiel. Todos aqueles que conseguiram entender a amizade de Jesus, seiscuíram, compartilharam da mais pura fidelidade, porque jamais um só dito seu não foi cumprido. cidadão perfeito, amigo fiel, humildade como ninguém, diz a benfeitora, por trazer nos seus comportamentos a simplicidade de se colocar como filho de Deus e Deus,
mais um só dito seu não foi cumprido. cidadão perfeito, amigo fiel, humildade como ninguém, diz a benfeitora, por trazer nos seus comportamentos a simplicidade de se colocar como filho de Deus e Deus, como o absoluto, como pai, como a razão de tudo, como aquele que o enviou. E por fim, diz a benfeitora, advogado dos infelizes, porque encantava os corações daqueles que se sentiam desprovidos de atenção. Aqueles que eram naquele contexto, mas que hoje, em outros contextos ainda permanecem na invisibilidade. Mas Jesus, sendo os seus advogados, torna-os vistos aos nossos olhos. por nos fazer enxergar a nossa condição de fraternidade de uns para com os outros. O que é que nos encanta em Jesus? E Joana nos convida, conheçamos ainda mais Jesus. Busquemos nos aprofundar ainda mais nessa personalidade, nessa identidade que intriga a humanidade até os dias de hoje. Quantos livros biografaram Jesus falando bem e falando mal, duvidando da sua vinda. Mas quanto impacto trouxe e traz, porque nós aqui estamos reunidos por conta dele, que administrou e administra toda a coordenação deste planeta e cuida de cada um de nós com a amorosidade e de forma singular, que à medida que nos enveredamos nesse conhecimento, buscamos ainda mais vivenciar a realidade da sua mensagem dentro de nós, sentindo-a e percebendo-a. Gamal caminhava os seus dias e começara a escutar acerca das ressurreições. Jesus estava vivo. Ele ouviu que as mulheres que foram ao sepulcro não encontraram seu corpo e que uma delas, aquela equivocada dos sete demônios, ela o fitou e é testemunha agora da sua vida. Então, o que ele falou era verdade, que ele iria retornar no terceiro dia. E ele começa a escutar as aparições de Jesus. Aparições no sinédrio ou no cenáculo, aparições aos discípulos, aparições na estrada de Emaús, aparições na pesca. E ele começa a sentir uma vontade de também ir ao encontro dessas histórias, desses capítulos. Mas quando ele pensava que ele tinha e sofria esses escárnios dos judeus, ele lamentava o não poder estar ali e
começa a sentir uma vontade de também ir ao encontro dessas histórias, desses capítulos. Mas quando ele pensava que ele tinha e sofria esses escárnios dos judeus, ele lamentava o não poder estar ali e compartilhar destas aparições. Mas quando ele pensava também na viagem que devia empreender naqueles dias que estavam tão tumultuados e que apresentavam para aqueles seguidores do Messias situações ainda nebulosas, ele permanecia na sua pátria e não ia ao encontro destas experiências. Mas o seu era um coração puro e a sua moralidade é proba. pensava e agia de forma correta, então começa a buscar cada vez mais conhecer sobre Jesus, sobre as suas lições e vai estudar buscando com um com o outro informações acerca daquele homem enigmático. E ele começa a perceber que à medida que ele o busca, cada vez mais ele o ama. Ele o ama sinceramente e ele começa a notar que constantemente há um chamado deste rabiam até que ele recebe a notícia de que Jesus, de que o Mestre havia ascendido aos céus, entre nuvens douradas a chamado do Pai. E ele então neste dia retorna para casa cabes baixo e é invadido por um grande choro. Chora copiosamente e permite e deixa que a escuridão da noite que vai se iniciando o envolva naqueles pensamentos, naquela tristeza. E o seu sofrimento maior é que ele não tinha tido a coragem de renunciar a tudo, seguir correndo ao encontro de Jesus e entregar-lhe o seu coração e a dúvida que pairava em sua mente no que ele errou nessa busca em relação a Jesus. E aí a gente também se pergunta como como nós buscamos Jesus? Onde nós buscamos Jesus? De que forma queremos encontrar o Messias? Estabelecemos condições, existem cenões, existem horas, lugares, condições. O que é que nos motiva? O que é que nos impulsiona nessa busca a Jesus? O próprio mestre nos ensinou: "Buscai e achareis, pedi e obtereis. Batei e abre sirvosar. Todas as mensagens de Jesus são lastreadas pela verdade. Se ele disse que era possível buscar e achar, é veraz, é verdadeiro. E isso é tão verdade, porque se buscamos
obtereis. Batei e abre sirvosar. Todas as mensagens de Jesus são lastreadas pela verdade. Se ele disse que era possível buscar e achar, é veraz, é verdadeiro. E isso é tão verdade, porque se buscamos mágoas, iremos encontrar mágoas. Se buscamos rancores, iremos encontrar rancores. Se buscamos dúvidas, iremos encontrar medos. Se buscamos oscilações comportamentais, iremos encontrar perturbações de retorno. Se buscarmos Jesus, iremos encontrar Jesus. acontece que na nossa caminhada dessa busca ao mestre, inúmeras vezes buscamos ele e o que nos vem de retorno parece que não é ele. O que nos vem, o que nos assalta como imprevistos, como situações inusitadas, não parece ser Jesus, não parece que está condizente com aquilo que nós estamos buscando. E a lição que está no Evangelho para esses três verbos buscar, pedir e bater. E o retorno que também nós iremos encontrar é saber buscar. é saber o que se busca, é entender que a resposta não necessariamente vem da forma fantasiosa que em alguns contextos na tradição Jesus se apresenta, mas que vem para cultuar de dentro para fora aquilo que é necessário que encontremos. Quando nós oramos, e tá lá na no Evangelho de Mateus, no capítulo sexto, no trecho, nos capítulos em que Mateus nos traz as as bem-aventuranças do sermão do monte, capítulo 5to ao sétimo do evangelista Mateus, o primeiro evangelho do Novo Testamento, nós encontramos ali a prece dominical, a prece que muitos de nós fazemos diariamente. Às vezes quando a gente acorda, às vezes ao longo do dia, às vezes quando a gente vai repousar, mas que é a prece por excelência completa, ensinada por Jesus para esse solilóquio nosso com o pai, onde ali existe o louvor, existe o pedido, existe o agradecimento e compõe essa prece aquilo que nós podemos buscar quando o contato é essa evocação. do bem, da verdade, da justiça. É essa evocação ao divino. E lá nessa oração, encontramos o pão nosso de cada dia. Dá-nos hoje. E é um pedido que a gente formula: o pão nosso de cada dia dá-nos hoje.
do bem, da verdade, da justiça. É essa evocação ao divino. E lá nessa oração, encontramos o pão nosso de cada dia. Dá-nos hoje. E é um pedido que a gente formula: o pão nosso de cada dia dá-nos hoje. O que que nós pensamos quando pedimos isto? Às vezes são as oportunidades para levarmos o sustento para casa. para que não nos falte a oportunidade do trabalho, da dignificação humana, de termos a oportunidade de através dos nossos talentos recebermos algo que também possa nos sustentar e nos trazer para a nossa existência, a nossa e dos nossos, o mínimo muitas vezes. E tudo que vier a mais trazendo como oportunidade de crescimento. Então, muitas vezes, ao pedir o pão nosso de cada dia, o que nós esperamos é esse retorno de não nos faltar, de não nos faltar o pão. O pão que eu alimento, o pão que eu sustento, o pão que é a sobrevivência, aquilo que vai nos trazer a oportunidade de nos mantermos em pé e de darmos continuidade àilo que precisamos fazer aqui no contexto da existência, por termos o pão de cada dia. Agora imagina se a gente faz essa oração e sai de casa. Quando a gente sai de casa, é aquele dia em que tá tudo errado e uma atrás da outra as situações vão dando errado e não são da forma como nós esperávamos. Não é da maneira que nós estávamos pensando, nem programamos aquele dia. Às vezes é um dia que esperamos com tanta antecedência, que projetamos, que programamos, que cultivamos sentimentos, emoções, mas que chega o dia e dá tudo errado. E quando chegamos no final do dia, a gente faz a prece, mas a gente às vezes não entende por que eu busquei Jesus e me veio toda essa adversidade, todas estas que pareciam ser provocações, todas estas situações que pareciam que estavam me testando. E aí vem Emanuel sobre a psicografia de Francisco Cândido Xavier na coleção Fonte Viva e trazendo-nos a reflexão sobre o pão nosso de cada dia, diz-nos que o pão nosso de cada dia é o nosso quinhão de alimento por dia. O alimento nem sempre é saboroso. Quando nós fazemos uma dieta programada,
endo-nos a reflexão sobre o pão nosso de cada dia, diz-nos que o pão nosso de cada dia é o nosso quinhão de alimento por dia. O alimento nem sempre é saboroso. Quando nós fazemos uma dieta programada, seja por questão de saúde, seja por necessidade de nos sentirmos nos melhores com que estamos consumindo, nem sempre aquilo com que nós nos alimentamos nos é agradável ao paladar, mas nós sabemos que é necessário para que naquele coeficiente de nutrientes, de proteínas, aqueles elementos vitamínicos estão calculados para que a gente consiga manter-se. Pois bem, o pão nosso de cada dia não somente nos traz aquilo que nós imaginamos ser o alimento paraa nossa alma, as satisfações, as alegrias, as conquistas que massageiam o nosso mundo íntimo e que nos colocam numa condição de ânimo e de felicidade. Um dia difícil traz o pão nosso da paciência, que é o pão que precisava com que nós nos alimentássemos naquele dia. Era o que precisávamos sorver naquele dia e talvez no outro dia e talvez em muitos outros dias, porque é o quinhão de cada dia que se transforma em um queão de cada existência. Perdirmos isto a cada dia é o mesmo que fazemos na oração de São Francisco. Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde tiver ódio, que eu leve o amor. Eu estou pedindo que onde exista ódio, eu leve o amor. Então, diante da situação de ódio, eu saio. Mas não fui eu mesmo que pedi. Não fui eu mesmo que encontrei nesta rogativa uma forma de buscar Jesus e de nesses caminhos perceber como é que se encontra com o mestre. E aí os benfeitores espirituais dizem-nos que para nos encontrarmos com Jesus e buscarmos ele, prestemos a atenção nos encontros que ele mesmo empreendeu. E quantas vezes o mestre estava buscando ou estava sendo buscado ser recepcionado por aquelas pessoas de destaques sociais, enquanto que ele ia buscar um leproso, alguém sem condições na saúde, nas questões financeiras, alguém rechaçado socialmente, um samaritano que era olhado de soslaio, vítimas de preconce prestarmos a atenção onde Jesus
a buscar um leproso, alguém sem condições na saúde, nas questões financeiras, alguém rechaçado socialmente, um samaritano que era olhado de soslaio, vítimas de preconce prestarmos a atenção onde Jesus depositava o seu interesse e o interesse estava no outro, no servir. E é por isso que em várias histórias da literatura encontramos aqueles que saem buscando Jesus e aí encontra alguém que lhe pede um alimento, alguém que lhe pede um auxílio, alguém que lhe para na jornada para lhe pedir algum socorro, para lhe solicitar algo, enquanto que chega no final do dia entristecido, dizendo: "Não encontrei Jesus". E o próprio Jesus diz, mas todo o dia teve a oportunidade de encontrar-se comigo? Então essa pergunta, como buscar Jesus? Ela também deve ser um mote nosso reflexivo para que à medida que nós vamos buscando o pão de cada dia seja naquelas experiências muitas vezes dolorosas o mecanismo de nós nos encontrarmos com Jesus e de forma tão íntima e de forma tão particular. Gamal envolvido naquela noite adormece. chorou tanto, tantas foram as suas lágrimas que ele adormeceu e de repente ele percebeu naquele ambiente porque ele viu-se no próprio na sua própria casa, no espaço onde ele se encontrava, desenhar-se perto dele uma imagem que ia ficando clara, que ia tomando forma e de repente era um homem de uma beleza. invulgar com uma serenidade no olhar, apesar de uma tristeza, sabendo ele ser momentânea, porque o que ele percebia daquele homem era algo que nunca antes ele tinha contemplado. E antes mesmo que ele pudesse pensar o que quer que fosse ou ensaiar falar algumas palavras, aquele homem então lhe disse com uma voz doce e muito suave: "Para que me queres, Gamal?" Gamal então pergunta: "Quem sois, Senhor?" E ele diz: "Jesus, o amigo que você ama de longe." Gamal, então, foi tomado de uma efusividade porque ele estava diante de Jesus, era tudo que ele tinha buscado. E ele então começa a pensar o que que ele vai falar, concentra-se e diz: "Senhor, eu sei que o Senhor é enviado
do de uma efusividade porque ele estava diante de Jesus, era tudo que ele tinha buscado. E ele então começa a pensar o que que ele vai falar, concentra-se e diz: "Senhor, eu sei que o Senhor é enviado dos céus. É aquele que todas as tradições falam a respeito e eu o esperava. E diante de ti, eu quero saber o que eu tenho de fazer aqui na terra para que eu tenha a felicidade eterna no paraíso. Jesus o contempla recheado de amor e de misericórdia e diz a Gamal: "Amar, o que você tem de fazer é amar. amar de tal forma e sem condições, a tal ponto que adversário se confunda com amigo, perdoando de tal maneira que aquele ofensor também seja confundido com benfeitor. Gamal, então tem uma reação natural, volta-se para Jesus e diz: "Mas isso é possível? É possível isso, senhor? Ele disse: "Sim, Gamal, não há nada de demasiado nisso. É possível e foi para isso que eu vim. É o que eu vivi para demonstrar a maneira de alcançar a felicidade. mal, minhas irmãs, meus irmãos, teve aquele ímpeto de justificar-se e quando ele pensava em trazer condições, trazer aspectos reflexivos e dizer que talvez não fosse possível que daquela maneira não conseguisse realizar, Jesus desapareceu. E aí ele assusta-se e desperta. E percebe então que no seu quarto, na sua casa, ele estava a sós, levantou-se e aquela noite ficou pequena paraas suas reflexões. Passou a madrugada inteira meditando. Quando o dia foi clareando, as pessoas tiveram notícias daquele ismaelita, vendedor de cavalos, que possuía boas propriedades e que simplesmente deve ter tido uma crise de loucura, porque saiu distribuindo seus bens aos pobres e seguindo para viver aquilo que o carpinteiro de Nazaré havia o convocado. Anos se passaram e lá nas redondezas e diante do povo ismaelita, ouvia-se de que há um tempo existiu naquelas cercanias um cão infiel que ao invés de seguir o patriotismo e a religião que todos aqueles iselitas professam, preferiu buscar o carpinteiro nazareno. Então, diante de tanta adversidade, o Sheik tomou uma postura corretiva,
que ao invés de seguir o patriotismo e a religião que todos aqueles iselitas professam, preferiu buscar o carpinteiro nazareno. Então, diante de tanta adversidade, o Sheik tomou uma postura corretiva, atou a dois corséis selvagens e ali cumpriu-se a sentença. Mas com certeza enlouquecido, porque antes de tudo isso acontecer, perguntaram-lhe: "Quais seriam as suas últimas palavras? E ele disse: "Amar-vos e perdoar-vos em nome do nosso Senhor Jesus Cristo." O que Jesus quer de nós? O que é que ele almeja? O que é que ele espera de cada um de nós? O que ele quer? Ele nos quer. Ele quer a cada um de nós por inteiro. Assim foi no diálogo dele com o jovem rico, o mancebo rico, em que o jovem diz: "Eu sou capaz de entregar tudo. Eu renuncio, eu entrego todos os meus bens. Eu compartilho tudo. E Jesus disse: "Dê-me você. Jesus quer o cristão. Jesus quer a cada um de nós. E para tanto, algo é necessário que nós façamos, porque nós nos colocamos nesta postura de encantados por Jesus, de buscarmos Jesus. E quando estamos diante dele, ele vai nos perguntar: "Para que me queres? O que é que nós queremos dele? Precisamos saber o que ele quer, o que a gente quer dele. E ele vai nos responder o que ele respondeu a Gamal. E nós buscamos atender a ele de que maneira, de que forma. E aí nós vamos também no Evangelho de Mateus, no capítulo 16, versículo 24, e encontramos o próprio Jesus dizendo o que é que ele quer de nós. Se nós quisermos ir após ele, que renunciemos a nós mesmos, tomemos da nossa cruz e sigamos ele. Ele quer que nós renunciemos a nós mesmos. E essa renúncia a nós mesmos é o silêncio que nós temos de fazer das nossas fragilidades, dos nossos aspectos que são ainda nebulosos e que nos trazem peços ou dificuldades que nós chamamos de imperfeições, para que diante deste silêncio consigamos enxergar o que precisamos fazer. Porque quando nos quando permanecemos senhores daquilo que nós queremos, imaginando que nós já temos tudo e há em nós um depósito de sabedoria e de construção, temos dificuldade de
e precisamos fazer. Porque quando nos quando permanecemos senhores daquilo que nós queremos, imaginando que nós já temos tudo e há em nós um depósito de sabedoria e de construção, temos dificuldade de identificar o que nos falta e fazer essa renúncia de si mesmo é silenciar, é conseguir perceber no processo meditativo. identificando aquilo que nos falta, se é a humildade, se é a fraternidade, se é a caridade, se é a solidariedade e encontrarmos meios de buscarmos estes fatores, mas só identificamos se renunciamos esses pontos egoicos que ainda vijam em nós como se fossem as verdades absolutas. É como se nós quiséssemos, mas quiséssemos impor a forma daquilo nos retornar como lições, como aprendizados, enquanto que renunciando permite-nos uma entrega, uma confiança de identificarmos quais são as mensagens que advém do Pai através do evangelho de Jesus a nos sinalizar as orientações. Quando Jesus diz: "Tomai a cruz" e nós nos lembramos que a cruz é um madeiro na verticalidade, na horizontalidade. Nós nos lembramos que ao pedir que tomemos da cruz, ele nos chama com as nossas fragilidades da horizontalidade, com os nossos impeços, imperfeições, mas também com os nossos ganhos da verticalidade. aquilo que nós já fazemos e que merece uma alcunha de verdade, de consciência, de aspectos corretos e determinantes dentro do contexto do que significa o reino dos céus. Mas tomar da cruz também traz a ideia de testemunho, porque a cruz simbolizou o testemunho do mestre, não somente dele, de tantos que foram seus seguidores. E está cara a cara com o testemunho é naquele momento não tergiversar, é não olhar pro testemunho e dizer: "Eu não quero agora, não, talvez depois". Mas todas as vezes que dizimos para o testemunho, agora não, talvez depois, incrementamos cargas de sofrimento, de dores que não seriam necessárias se tivéssemos anuído naquele momento com aquilo que nos cabe fazer, com o dever que precisa ser cumprido, com a realidade que precisa ser seguida. Tomar da cruz também é Jesus nos dizer,
m necessárias se tivéssemos anuído naquele momento com aquilo que nos cabe fazer, com o dever que precisa ser cumprido, com a realidade que precisa ser seguida. Tomar da cruz também é Jesus nos dizer, venha vivendo o testemunho, exemplificando, não é para ninguém, é para a própria consciência. Porque todos nós vivemos na existência testemunhos menores ou maiores, que vão significar exatamente o momento em que nós estamos face a face conosco, com aquilo que precisamos deixar ou que precisamos amealhar, com a escolha que precisamos fazer, com a decisão que precisamos ter, porque tudo o mais vai ter um significado expressivo a partir daquele testemunho se ele foi vivenciado ou se ele foi deixado e abandonado. E finaliza o mestre, segue-me então. Ele que é o modelo e guia, modelo para ser observado, guia para ser para os passos serem no encalço deste guia, deste orientador. Então ele nos pede esta forma e fala a Gamal que a adica é o amar e o perdoar. E a gente pensa, mas isso eu já sei, isso é simples, é amar e perdoar. Mas quando nós vamos para a prova do dia a dia, nós vemos o quão não é simples. E ainda vemos que mesmo sabendo o que temos de fazer, muitas vezes fazemos exatamente o contrário. Ao invés de amar, ao invés de perdoar, não adentramos nesse mecanismo, porque ainda imaginamos que a vida nas trilhas do Senhor, nas trilhas de Jesus, pode ter encantos e facilidades. Joana deângeles fala no livro Liberta-te do Mal, que atravessar as trilhas de Jesus precisa ter imbuído em si a decisão, mas ter muita fé no coração, muita coragem para que diante das intemperes não queramos abandonar aquela trilha que é a trilha do caminho que ele tracejou e que nós somos tão encantados com o evangelho que nos diz amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. O evangelho que nos diz para não perdoarmos somente sete, mas 70 vezes sete vezes. E Emanuel que nos diz cada situação que nos aconteça. E vamos identificando que este é o inadiável movimento a ser feito.
angelho que nos diz para não perdoarmos somente sete, mas 70 vezes sete vezes. E Emanuel que nos diz cada situação que nos aconteça. E vamos identificando que este é o inadiável movimento a ser feito. Rose na sua prece, falou que amanhã a gente tem uma data muito importante. E é mesmo, independência do Brasil, 7 de setembro de 1822, o Brasil tornou-se independente. É uma data importante pros brasileiros, mas é uma data infinitamente importante para os cristãos, para as pessoas de bem, para as pessoas que querem o bem. Porque há 78 anos, dois jovens, um de 20 e um de 23 anos, fizeram, tiveram uma decisão e e dentro dessa decisão apresentaram suas escolhas e dentro dessas escolhas fizeram as suas transformações e ergueram o embrião deste centro espírita a caminho da redenção. Os nossos tios Divaldo e Nilson, na companhia de outros tantos encarnados e desencarnados, ergueram para a humanidade um exemplo de celeiro, onde aqui dentro esses pedidos de Jesus do amor e do perdão são cultivados e cativados. onde há 78 anos indo ao encontro do outro, eles e todos os demais, porque eles foram os da primeira hora e das sucessivas horas. Porque aqueles que são das primeiras horas são de todas as horas. Mesmo que eles partam daqui, como os dois aqui já não mais estão fisicamente, eles continuam sendo de todas as horas, acompanhando os outros que vão chegando nas sucessivas horas para que aquele trabalho possa ser amadurecido a partir do pedido que Jesus fez à humanidade. E aqui nós aprendemos cultivando nas diversas atividades que nós temos a oportunidade de sermos agraciados. Minhas irmãs, meus irmãos, é um educandário, mas também é um hospital, mas também aqui nós encontramos mecanismos terapêuticos de saúde, de paz, porque dois jovens elegeram o amor para trazerem à humanidade o diferencial. Gamal tava lá perguntando, mas isso não é possível. Não é possível essa questão que Jesus nos pede. E eles dois mostraram, ninguém começa uma obra nessa magnitude dessa forma, começa do começo.
ncial. Gamal tava lá perguntando, mas isso não é possível. Não é possível essa questão que Jesus nos pede. E eles dois mostraram, ninguém começa uma obra nessa magnitude dessa forma, começa do começo. E se a gente quiser saber como foi o começo, o semeador de estrelas da saudosa Sueli Calda Schubert, aqui a gente encontra, como foi o começo, a gente encontra os embates, as lutas, os desafios, o fenômeno de Valdo Franco, de Miguel, de Jesus Sardano, onde aqui também a gente encontra esses embates de eleger de escolher, de buscar saber de Jesus o que quer que ele faça ou que eles fizessem. Divaldo Franco, jovem que escolheu o amor da Marian Anita Rosas Batista, o jovem que escolheu amor. As conquistas, a partir das suas escolhas são conquistas do amor, de amar sem condições, de estabelecer-se e de se colocar no painel daquele que traz a responsabilidade do amar. Nós podemos pensar que a responsabilidade do amar é do outro. Diz a benfeitora no livro Vigilância, numa mensagem intitulada Tentações afetivas, onde ela não está só falando sobre as relações amorosas dos casais, mas ela tá falando de todas as relações onde se busca o afeto, a psicografia do nosso tio Divaldo. E ela diz que buscarmos, ao invés de nós esperarmos, ah, eu desejo o amor, eu quero vivenciar o amor, que eu ame, que eu faça, que eu crie a psicosfera daquilo que eu quero, não é fazer ao outro que gostaria que o outro nos fizesse, que eu crie a psicosfera do amor, já que eu sou tão necessitado do amor. Se eu quero tanto perdão, eu crio a psicosfera do perdão. E foi isso que eles fizeram e fazem cotidianamente. E o livro que deu ensejo inspirador ao filme do nosso tio Divaldo, Divaldo Franco, a trajetória de um dos maiores médiuns de todos os tempos da Ana Land. nesses livros e em muitos outros que aqui não estão, mas que também fazem referência aos primórdios do Centro Espírita Caminho da Redenção. Por mais que tio Divaldo tivesse visto no trem a imagem da mansão do caminho e de tudo, num avançar de um projeto,
as que também fazem referência aos primórdios do Centro Espírita Caminho da Redenção. Por mais que tio Divaldo tivesse visto no trem a imagem da mansão do caminho e de tudo, num avançar de um projeto, as coisas começaram timidamente, dando o primeiro passo, o caixote de cebola debaixo da árvore, as crianças, as balinhas, a fala sobre Jesus para iniciar, para movimentar, para dar o pontapé. é inicial. E Joana nos diz que para sermos motivados a isto, decidamos. E ao decidir escolhamos, porque escolher é traçar prioridade. Então, se eu quero o amor e o perdão, eu vou prestar atenção nesses dois fatores diariamente e vou buscar não somente ser através de mim o cultivo deste amor e deste perdão que eu quero no outro, mas eu também não vou esperar por efeitos imediatos. Porque amardo é um processo. Então, as coisas não são imediatas. Requer paciência. Exercitar, cultivar. São quedas, tropeços que vão exigir de nós levantarmos, só erguermo-nos e tantas tentativas e erros e já sabermos como não mais se deve fazer e cada vez mais nos aproximarmos daquilo que é o pedido de Jesus, porque ele nos traz o amor e o perdão como sentido da existência. Mas por que esse amor, esse perdão? Quando a gente vai lá em o livro dos espíritos, na questão 866, qual o conceito de caridade conforme entendia Jesus? A gente sabe de qual? Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das ofensas. Logo, perdão é caridade. E caridade o que é? amor. Quando ele pede amar e perdoar, quando ele especifica o perdão, ele só está dizendo que em muitos contextos as reencarnações se multiplicam ou as dores se exacerbam pela ausência do perdão, mas que é, na verdade, a ausência do amor. Então, exemplos nós temos inúmeros. E aproveitando o exemplo dessa casa, que nós possamos conhecê-la um pouco mais. Aqueles que ainda não fizeram a visita aqui na nossa instituição, buscando encontrar em cada um desses prédios um pouquinho de tio Nilson, de tio Divaldo, das tias, daqueles que estiveram nas
co mais. Aqueles que ainda não fizeram a visita aqui na nossa instituição, buscando encontrar em cada um desses prédios um pouquinho de tio Nilson, de tio Divaldo, das tias, daqueles que estiveram nas primeiras, nas continuadas horas, identificar aqueles que aqui residem. Vocês sabiam que existem voluntários? que foram convidados pela Joana e que fazem parte dessa história aqui, doando as suas vidas nos dias de hoje, dia e noite, trabalhando, buscando através deste trabalho a forma de trazer para sira a esperança de um mundo melhor. Gamal, Abdu Gamal está nesse livro aqui que é o livro do mês, que é o livro da Amélia Rodriguez quando voltar à primavera, psicografia do nosso tio Divaldo. O capítulo diz, é intitulado o aprendiz sincero. para aquele que eu aprendi sincero. Enveredar-se na jornada requer a vontade, mas a persistência de de manter-se firme diante de qualquer que seja adversidade. Que os 78 anos desta casa possam nos inspirar, conhecer esses trabalhos, a história, possam nos inspirar a que também nós façamos as nossas decisões, as nossas escolhas e entendamos e percebamos que é possível amar, perdoar em nome do nosso Senhor Jesus Cristo. Parabéns ao Centro Espírita Caminho da Redenção e gratidão por todos nós termos a oportunidade de buscarmos aqui luz, trabalho, mas também lenitivo e consolação. Vamos pedir aos médiuns passistas que se coloquem nos corredores para aplicação da bioenergia. Enquanto isso, todos nós nos concentremos e graças à grande inspiração da oradora, possamos buscar na imaginação a figura de Jesus, caminhando nas margens do Tiberíades, subindo ao monte das bem-aventuranças, o falando na sinagoga, nos convocando ao amor, se dirigindo aos discípulos, ele disse que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem. Hoje, 2000 anos passados, estamos nesta casa de oração como discípulos de Jesus. E para sermos conhecidos como tal, devemos nos amar. É por isso que é tão importante a frequência a esse cenáculo, onde praticamos a fraternidade,
stamos nesta casa de oração como discípulos de Jesus. E para sermos conhecidos como tal, devemos nos amar. É por isso que é tão importante a frequência a esse cenáculo, onde praticamos a fraternidade, a solidariedade, uma palavra amiga, um sorriso de encorajamento, um abraço ou simplesmente um olhar. A aqueles que se sentem solitários, aqueles que trazem dores acerbas escondidas no immo da alma e que não querem demonstrar. Mas também neste cenáculo nós encontramos os espíritos que aqui vêm em busca de consolo, de explicação e encontramos ainda os nossos entes queridos que vêm nos abraçar. Mas para isso precisamos estar sintonizados com o mundo maior, com as vibrações elevadas do amor de Deus. Assim, para encerrar a reunião desta noite, reúnamos os nossos pensamentos, dizendo: "Senhor Jesus, graças vos rendemos por esta noite abençoada, pela presença amorosa dos benfeitores espirituais, pela direção segura da venerável Joana de Ângeles, que dirige a equipe desta casa e aproveitamos os nossos pensamentos de gratidão para pedir por aqueles que dirigem essa instituição para que ela prossiga sendo farol a iluminar as consciências, a trazer amor, a disseminar a paz. Permit assim, mestre amorável que em vosso nome e em nome de Deus possamos declarar encerrada a reunião desta noite. Que assim seja.
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