Momentos Evangélicos com Lusiane Bahia • Mães

Mansão do Caminho 11/05/2025 (há 10 meses) 1:01:45 15,529 visualizações 2,515 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho

Transcrição

Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Cumprimentamos a todos que estamos aqui no presencial, a equipe da TV Mansão do Caminho, aqueles que nos acompanham virtualmente, o querido Mário Sérgio. E vamos juntos buscando o sorver deste ambiente que foi preparado para todos nós, com tanto amor, pela espiritualidade maior, os melhores eflúvios, levando no nosso coração as bênçãos do alto. Meu filho, nunca esconda nada de sua mãe. Essa é uma frase muito interessante que demonstra, se observarmos as palavras, um diálogo entre mãe e filho. Mas um filho que escondeu algo da mãe e que recebeu desta uma advertência. E maternidade tem disso. Maternidade a carinha, afaga, protege, acompanha, mas também traz admoestações, advertências, limites, sinalizações e quão o mundo carece de palavrinhas como renúncia. devotamento, sacrifício, entrega, simplicidade, generosidade, quão carecemos da aplicação íntegra e mais habitual destas palavras que costumam conceituar a maternidade. descrever as mães. Acaba que uma ou outra destas expressões e outras tantas advém como um significado descritivo do que vem a ser o exercício da maternidade. Conversávamos hoje com crianças e jovens do grupo de ação comunitária Lijabanhos. É uma atividade que acontece aqui em nossa casa. sempre aos sábados, iniciando às 14 horas, com atividade de evangelização e de irmos ao encontro do outro para este compartilhamento do evangelho e aprendendo muito com as lições de Jesus. Num destes diálogos, o que os evangelizadores perguntaram foi: "O que é ter mãe para você? O que significa? E as crianças variavam de três, passando 4, 5, 6 anos. E lindamente eles foram respondendo que mãe é rainha, que mãe é anjo, que mãe significa proteção, que mãe é uma amizade só que diferente de alguém que nos ama, como disse a criança, totalmente sem receio, sem medo, e que ali nós podemos nos debruçar. é acolhimento, é proteção. Tantas lindas palavras que se tivéssemos o exercício maior delas em nossa sociedade, teríamos

a criança, totalmente sem receio, sem medo, e que ali nós podemos nos debruçar. é acolhimento, é proteção. Tantas lindas palavras que se tivéssemos o exercício maior delas em nossa sociedade, teríamos uma marca diferente de atuação, porque são palavras que simbolizam o próprio evangelho de Jesus e que trazem ensinamentos que são significativos para o nosso aprendizado, para o nosso processo de educação. Meu filho, nunca esconda nada de sua mãe. Essa frase foi tio Divaldo que escutou. Ele tava com 5 anos de idade. Ele já contou isso tantas vezes e ele conta de uma forma tão divertida, engraçada, por conta de um equívoco dele, de uma situação que aconteceu com ele e que a gente encontra narrado nesse livro aqui, que é uma preciosidade, Vivências do Amor em Família. É um livro organizado pelo Luís Fernando Lopes. É um livro aqui da Leal e é um compêndio de instruções e informações sobre a família, sobre as relações familiares, sobre a beleza de viver o agrupamento familiar, aprendendo a partir das dificuldades que dali brotam. E uma destas passagens, porque o livro é todo organizado, a partir das palestras do tio Divaldo. Então o tio Divaldo foi realizando palestras e palestras e o Luís Fernando Lopes foi catalogando, anotando, estruturando. Ele tem esse livro e tem também um outro, Sexo e Consciência, também numa mesma linha de organização e de profundidade e submeteu ao nosso tio Divaldo. É um livro do Divaldo com essa organização do Luís Fernando Lopes. E aqui tem um trechinho que tio Divaldo intitulou Recordações passadas da minha mãe. E ele conta que quando ele estava com 5 anos, na casa dele, no quintal da casa dele, tinha uma plantação de milho, tinha plantação de feijão e que as folhas do feijão quando caíam faziam os rolinhos e ficavam os tubinhos. e que num determinado dia ele estava com muitos meninos, garotos e um dele de 7 anos pegou uma daquelas palhas, acendeu a palha e ele disse: "Mas o que é isso?" Ele disse: "Olha, mas isso é fumar. Você não é homem não?"

do dia ele estava com muitos meninos, garotos e um dele de 7 anos pegou uma daquelas palhas, acendeu a palha e ele disse: "Mas o que é isso?" Ele disse: "Olha, mas isso é fumar. Você não é homem não?" Perguntando pro tio Divaldo com 5 anos. Um de sete perguntando ao outro de cinco. "Você não é homem, não?" E tio Divaldo respondeu: "O quê?" "Sou, sim, sou." "Ah, então prova. E o provar era fumar aquela palha ali do feijão. Ele acende e tio Divaldo brinca dizendo que quando tragou aquilo até o perespírito absorveu aquela fumaça e que ele torciu e que não ficou bem, empalideceu e voltou para casa. Só que quando ele volta para casa, quem é que tá na porta de casa? Dona Ana. Menino, para um dia que você vai assim tão amarelo, pálido desse jeito? Eu vou ali. Mas onde é que você estava? Eu estava ali. Mas com quem? Com algumas pessoas. E quando ela percebe o mal-estar dele, ela diz: "Vá lá e volte". E quando ele volta, porque ele relatou, nesse período, ele disse que ele havia fumado. E quando ela volta, ela diz: "Meu filho, você fez o quê?" "Eu fumei." "Então tudo bem, sente aí." E ela pediu a um dos irmãos dele, ele é o caçula, então algum dos irmãos mais velhos, para que pegasse todas as palhas que encontrassem no quintal e trouxesse, porque ele ia fumar até o fim todas aquelas palhas. Mas minha mãe, eu vou morrer. Mas vai morrer homem. Vai morrer homem. E naquele momento que ela começa a conversar com ele, ela diz essa frase: "Meu filho, nunca esconda nada". da tua mãe. Se não se sentir à vontade de conversar comigo porque sou mulher, compartilhe com o seu pai. Que lição de uma mulher que o tio Divaldo sempre descreve aqui com uma mulher muito simples, que não teve as letras nesta encarnação, não foi letrada, mas sim analfabeta, mas vivenciando a sabedoria da universidade da vida. com tanta simplicidade, trouxe uma lição de amor e confiança. Observar aquele que é o objeto da dedicação, o olhar da educação, é trazer amorosidade ao processo da construção do outro. E ela trouxe uma informação, uma dica,

trouxe uma lição de amor e confiança. Observar aquele que é o objeto da dedicação, o olhar da educação, é trazer amorosidade ao processo da construção do outro. E ela trouxe uma informação, uma dica, um aconselhamento para tantos que no seio social vivencia os embates das enganações, das coisas escondidas e dentre eles os entorpecentes. E a gente pode dizer, mas não é tão simples assim. Não é simples perceber, mas ela não disse que era simples e nem a vida dela se apresentava sem complexidades, porque ela era uma mulher com 13 filhos. Eu tenho duas e tem hora que eu não sei para onde eu vou. 13 filhos diferentes, cada um de um jeito, uma personalidade, uma vontade, uma introspecção, uma extroversão, cada um com uma marca, com objetivo, 13 espíritos com trajetórias espirituais específicas, mas ela observava e conhecia como Jesus ensinou de que o pastor conhece todas as suas ovelhas. Ela também conhecendo as ovelhas que o Senhor lhe confiou. E isso é responsabilidade para com o lar. E para a atenção, o cuidado, a proteção não existe fora de moda, porque são aspectos que para todo o sempre são úteis e necessários quando nos enveredamos ao cuidado para com o outro. sempre será atual o exercício destes movimentos de proteção e de atenção. As condições sociais podem ser diversas. A forma da vida da dona Ana lá atrás, no início do século XX, trazia uma forma, lutas e também aspectos que poderiam ao nosso olhar serem mais práticos, mas hoje a sociedade se apresenta de forma tão inteligente, com tantos mecanismos para nos trazer confortos e percepções mais aguçadas. dos mecanismos das relações, que deveríamos, ao contrário, ter efetividade na utilização destas ferramentas, porque o amor nunca sai de moda. Então, o que é que se apresenta como um desafio no contexto atual? enfrentando a sociedade, os entorpescentes, os vícios de toda ordem, os mecanismos diversos de ilusão, de enganação, de subterfúgios para afastar o ser do cumprimento do seu dever e invadindo os lares, conquistando os corações mais

orpescentes, os vícios de toda ordem, os mecanismos diversos de ilusão, de enganação, de subterfúgios para afastar o ser do cumprimento do seu dever e invadindo os lares, conquistando os corações mais frágeis, porque são corações em formação. As crianças, os jovens, tendo contato com assuntos tão complexos e que não deveriam fazer parte dos seus universos. O que fazer? O que a dona Ana fez? Amor e confiança. O amor faz com que nada nos escape e que tenhamos, mesmo com contextos diferentes, a criatividade que o amor nos traz para agirmos em situações tão difíceis. Eu pergunto para as mães presentes aqui também, aquelas que nos acompanham virtualmente, os filhos de vocês vieram com manual de instrução? Não vem. É uma proposta de presença o tempo inteiro. Eu só consigo saber se aquilo funciona ou não se eu estiver presente, se eu realizar, testar e verificar que não funcionou ou que de outro lado foi efetivo. E para isso eu necessito de criatividade do amor, porque como nos ensina o espírito Joana de Angeles, perguntarmos ao amor, teremos uma fertilidade de opções, mas às vezes nos acomodamos nas propostas da violência ou da praticidade, do gritar, do brigar, do bater, onde estes elementos de forma alguma sanam as situações, às vezes trazem maiores complicações, enquanto que ferramentas desta fertilidade do amor advém para aquele que se faz presente, mas é muito difícil estar presente hoje, porque as coisas hoje são mais virtuais do que presenciais. Mas a presença não necessariamente é estarmos fisicamente uns com os outros. Porque aqueles que estão aqui ou que nos acompanham, que tem a mãezinha no plano espiritual, nunca deixa de considerar a mãezinha que está no plano espiritual como mãe. Isso significa que a presença da amorosidade, ela está constante com o filho, com educando, com o espírito, mesmo que as mães não estejam fisicamente perto, porque a presença vai estar nas instruções, na amoridade, na paciência, nos recursos que se renovam em prol do outro. E estas lições, elas foram trazidas por

que as mães não estejam fisicamente perto, porque a presença vai estar nas instruções, na amoridade, na paciência, nos recursos que se renovam em prol do outro. E estas lições, elas foram trazidas por Jesus. Quando Jesus está diante de Joana de Cusa, que é a nossa Joana de Ângeles, sob a narrativa do espírito Humberto de Campos, no capítulo 15 do livro Boa Nova, psicografia de Francisco Cândido Xavier, nós encontramos ali Jesus dizendo para aquela mulher, diante de uma dificuldade, ela mãe, mas com os seus dramas, as suas dificuldades, A última expressão do mestre é ser fiel. Fidelidade, confiança. A lição da dona Ana. Não esconda nada de sua mãe. Confiança. Confie. Porque a fé, como ensinam-nos os espíritos, está lá na questão 922 livro dos espíritos. Kardec pergunta a pleade do espírito de verdade: "Existem meios que são mais comuns a todos nós para alcançarmos ou encontrarmos a felicidade?" E os espíritos respondem que para uma necessidade material, o alcance daquilo que nos é necessário, de fatores que são básicos, mas que no alcance de uma perspectiva espiritual, ou melhor moral, a consciência tranquila, ou seja, a paz, mas também a fé no futuro. de fidelidade, de confiança, de perceber nesta fé no futuro que existe esperança, que existem mecanismos outros que vão além do que os nossos sentidos materiais podem perceber e nos cercar em muitos contextos de atuação. Este aconselhamento de presença, de olhar, de prestar a atenção, é uma perspectiva de estarmos inseridos onde fomos colocados, de florescermos onde fomos plantados, sem vislumbrarmos fatores que distraem o cumprimento do nosso dever. e o espírito Amélia Rodrigues. Nesta obra, aqui a cada mês em nossa casa, as palestras doutrinárias serão ou são inspiradas por um livro da nossa livraria Alvorada da Leal. E nesse mês de maio, o livro escolhido foi esse aqui, Compromissos de Amor. É um livro da psicografia do nosso tio Divaldo. E são diversos espíritos que vieram através da sua mediunidade. Aqui tem muitos textos falando sobre

ivro escolhido foi esse aqui, Compromissos de Amor. É um livro da psicografia do nosso tio Divaldo. E são diversos espíritos que vieram através da sua mediunidade. Aqui tem muitos textos falando sobre amor santificado, que é a maternidade, sobre abnegação, sobre educação, sobre crianças, sobre a perspectiva do futuro, sobre o olhar da educação no forjar das características mais íntimas para uma perspectiva libertadora. E dentre estes textos, a benfeitora Amélia Rodrigues afirma que toda aquela que se predispõe ao exercício maternal, seja na forma que este exercício apresente-se, tem uma relação, uma correlação, uma intimidade, um vínculo mais estreito com a divindade, porque para si trouxe a responsabilidade de facilitar ou de promover a caminhada dos seus irmãos, filhos do mesmo pai, mas nessa perspectiva de responsabilidade. E diz a benfeitora, todas as construções que estes seres maternais empreendem causam impactos fortes na sociedade. Se forem defecções, nós sentimos os abalos. É muito doloroso conversar sobre aborto, por exemplo. E olha que aborto nunca é decisão exclusiva da característica feminina ou da mulher. É um assunto que traz uma complexidade onde o companheiro, a sociedade, a família, tudo que está no entorno apresenta uma corresponsabilidade com uma decisão que vem de forma a trazer tanta dor. E é uma defecção no olhar da benfeitora. E obviamente estamos falando do aborto que se realiza e não do aborto que é involuntário. Obviamente este que é de tirar a existência do feto de forma volitiva, porque ali não se está abortando unicamente a oportunidade de alguém advir para a existência física, mas daquela mulher ter naquela chave de oportunidade reencarnatória a perda através do aborto, deste crescimento e desta oportunidade. que seria gestar, educar, proteger, amar. De outro lado, as construções de abnegação, de sacrifício, de entrega repercutem socialmente e lança no contexto da humanidade pessoas mais seguras, mais empáticas, mais caridosas, porque tiveram no seio da

ro lado, as construções de abnegação, de sacrifício, de entrega repercutem socialmente e lança no contexto da humanidade pessoas mais seguras, mais empáticas, mais caridosas, porque tiveram no seio da família o olhar da educação, da amorosidade, da afetividade. As lições que advém de corações maternais, elas devem ser de muita observação nossa, porque sempre temos algo muito direto a aprendermos. E voltando à dona Ana num dos diálogos com tio Divaldo, onde ele falava sobre a diversidade, reclamando um pouco de que as pessoas se apresentavam tão diferentes e às vezes umas agressivas, outras revoltadas, outras tantas que traziam as suas dificuldades para a convivência social. E é um diálogo que também se passa na infância. Ela diz assim: "Meu filho, olha pros dedos da sua mão e pede para ele espalmar a mão. Quantos dedos tem aí?" "Cinco dedos. Eles são iguais?" E ele diz: "Não, são diferentes". Ela falou: "Fecha os dedos". E ele faz assim. Quando você fecha, eles ficam iguais. Tão todos juntinhos, praticamente do mesmo tamanho. Você consegue fazer algo com a mão assim? Ele diz: "Não, abre novamente agora. pega do copo, pega do prato, dá um abraço. A mão tem cinco dedos diferentes e são as diferenças dos dedos que permitem que você tenha tanta funcionalidade para trabalhar, para auxiliar, para abraçar, para afagar. O livro dos espíritos, na questão 803, Kardec pergunta: "Perante Deus, todos somos iguais?" E os espíritos respondem: "Sim, todos são iguais perante Deus, concedendo a todos as diversas oportunidades." Mas na 804, os espíritos explicam porque nós somos diferentes entre si, porque somos iguais perante Deus, mas somos diferentes aqui na convivência. E os espíritos respondem: "Porque as escolhas foram diversificadas. Cada um foi realizando a sua escolha e diante das oportunidades que lhe chegaram, eram decisões diferentes que lhe eram que eram apresentadas, eram escolhas diversificadas e por isso caminhos específicos para cada um de nós. E por isso o nascimento de cada um de nós é um

chegaram, eram decisões diferentes que lhe eram que eram apresentadas, eram escolhas diversificadas e por isso caminhos específicos para cada um de nós. E por isso o nascimento de cada um de nós é um evento particular, único, pessoal. Por mais que nos explique, nos expliquem os espíritos, como acontece a volta do espírito, a vida corporal, mas cada um de nós tem uma especificidade emocional de aprendizado, psicológica, de condição espiritual. Da mesma forma, a desencarnação. Ah, mas a desencarnação apresenta-se com o desprendimento do espírito em relação ao corpo físico. Mas como isso acontece? Cada um de nós vivencia uma experiência particular, única, porque tem uma correspondência com essa justiça divina que deposita para todos nós um princípio de apresentar a cada um de nós o que nós necessitamos na nossa individualidade. E assim é uma forma de nós estarmos igualados perante Deus. Porque acabamos tendo todos nós condições de aperfeiçoamento e estímulos sucessivos para estas situações. Esse olhar das diferenças é a sabedoria da convivência. é cultivar na sociedade, no ambiente das nossas relações, a tolerância, o respeito, a paciência, a compreensão, que vão sendo componentes de tranquilidade, de serenidade, para aprendermos a desenvolvermo-nos nestas situações que são verdadeiros educandos. Porque cada momento com um indivíduo é uma farta oportunidade, uma riqueza imensurável de aprendizado que só iremos sorver, só iremos ter daquela forma, convivendo com aquela pessoa. E por isso é tão especial encontros, reencontros, a família, a forma como somos reunidos, em que nada é por acaso. E diz a benfeitora Amélia Rodrigues no texto a que nós nos referimos. A mulher ao tornar-se mãe, tem a oportunidade de santificar-se e de libertar-se das suas amarras. Uma mulher pode ter as suas defecções, mas ao tornar-se mãe, a alcunha agora é de mãe, porque se modifica a perspectiva da responsabilidade. E por mais que se empreendam, mecanismos de fuga, de separatividade, de buscas por outros

fecções, mas ao tornar-se mãe, a alcunha agora é de mãe, porque se modifica a perspectiva da responsabilidade. E por mais que se empreendam, mecanismos de fuga, de separatividade, de buscas por outros interesses, sempre a natureza vai chamar o ser espiritual à sua responsabilidade, a assumir o seu dever, a cumprir com a sua tarefa. Então, esse olhar das diferenças, da convivência é uma grande sabedoria de inclusive respeitarmos a decisão do outro e mesmo que o outro decida de forma infeliz, desditosa, de forma a prejudicar a si mesmo termos fontes expressivas de misericórdia. Isso, minhas irmãs, meus irmãos, tenho aprendido muito. Sempre que acesso uma obra que, ao nosso ver, é uma obra que marca a história da doutrina dos espíritos, marca a história do Espiritismo. Essa obra aqui, Memórias de um suicida, é uma obra de fôlego, Memórias de um suicida, da psicografia da Ivone do Amaral Pereira. O espírito assina como Camilo Cândido Botelho, mas é o português Camilo Castelo Branco. Muitas pessoas não leem esse livro porque dizem: "Eu não quero ler as coisas do Vale dos Suicidas". Onde tá o marcador aqui? É onde vai a descrição ou a convivência ou a história do Vale dos Suicidas. Tudo isso aqui que resta é misericórdia, é amparo, é amor, é acolhimento, é bondade. empreendermos a dedicação de vencermos estas páginas, porque imaginamos essas pequeninas páginas, pouquinhas, porque imaginamos que o Vale dos Suicidas traz uma situação aterrorizante, nós vamos mergulhar num dos livros mais lindos, que é todo recheado do que nós estamos conversando aqui. É um livro que levou mais de 20 anos para ser publicado. Na sua primeira edição, ou melhor, nos seus primeiros rascunhos, era apenas um relato de um espírito a respeito da sua experiência. Era apenas um diário onde alguém falava sobre as suas dores, sobre as suas dificuldades, sobre a sua libertação, sobre o conhecimento, sobre o acolhimento. Lá no plano espiritual, o que que aconteceu? era um noticiário. Mas ao longo destes

sobre as suas dores, sobre as suas dificuldades, sobre a sua libertação, sobre o conhecimento, sobre o acolhimento. Lá no plano espiritual, o que que aconteceu? era um noticiário. Mas ao longo destes anos, a Médium recebeu a contribuição na construção deste livro, que é de autoria do Camilo Cândido Botelho ou Camilo Castelo Branco, da presença ímpar de Leão Deni e transforma-se num livro extremamente doutrinário, onde identificamos o sofrimento e vemos a forma que o Espiritismo explica e consola aquele sofrimento. Aqui nós entendemos os mecanismos de resgate e identificamos o real sentido de misericórdia, porque aqui é uma lição, é um tratado de misericórdia. E quando nós pensamos que a misericórdia não vai estar presente pelas nossas interpretações, pela forma como lidamos a vida ou como julgamos os atos, vem aqui Leão Denin nessa parceria com Camilo Cândido Botelho e eles nos mostram como Deus é sempre misericordioso. Eu queria compartilhar um trechinho com vocês. Primeiro para mostrar que a literatura é impecável e que não há nenhum tipo de receio para lermos esta obra, porque ela vai nos tomar das mãos pelas mãos e vai nos conduzir a um estágio de percepção fraternal que talvez tenhamos experimentado poucas vezes por ser tão grandiosa, por ser tão especial. O panorama aqui nesse trechinho que está marcado já é do finalzinho mesmo da saída do Camilo do Vale dos Suicidas. O Vale dos Suicidas ali também apresenta a organização, por mais que as almas se reúnam ali pela dor, pelo sofrimento, pela ignorância. E a questão 957 de O livro dos espíritos nos mostra que nenhuma das pessoas que cometeu essa circunstância, esse fato que nenhuma circunstância é igual à outra nas consequências. Eles colocam fatores gerais. Ah, aquele que cometeu este ato vai ver repetida a cena várias vezes, vai sentir várias vezes em si mesmo as repercussões daquilo que fez com que atentasse contra a própria existência. E eles vão colocando várias situações e consequências, mas cada um vivencia a

vezes, vai sentir várias vezes em si mesmo as repercussões daquilo que fez com que atentasse contra a própria existência. E eles vão colocando várias situações e consequências, mas cada um vivencia a experiência de forma particular. E mesmo neste vale há a organização da divindade, porque Deus está em todos os lugares. Olha que trechinho lindo e especial que o Camilo traz e vem sobre a mediunidade abençoada desta mulher muito especial chamada Ivone Pereira. O conhecido rumor aproximava-se cada vez mais. Eles estavam no vale dos suicidas e um rumor aproximava-se cada vez mais. Saímos de um salto para a rua. Vielas e praças encheram-se de réprobos, como das passadas vezes, ao mesmo tempo que os mesmos angustiosos brados de socorro ecoavam pelas quebradas sombrias, no intuito de despertarem a atenção dos que vinham para a costumeira vitória. Vistoria. Até que dentro da atmosfera densa e penumbrosa surgiram os carros rompendo as trevas com os poderosos holofotes. Silenciosos e discretos, os trabalhadores iniciaram o reconhecimento daqueles que seriam socorridos. A mesma voz austera, que se diria, como das vezes anteriores, vibrar no ar, fez pacientemente a chamada dos que deveriam ser recolhidos, os quais, ouvindo os próprios nomes, se apresentavam por si mesmos. Outros, porém, por não se apresentarem a tempo, impunham aos socorristas a necessidade de procurá-los, mas a estranha voz indicava o lugar exato em que estariam os míseros, dizendo simplesmente: "Abrigo número tal, rua número tal", ou conforme a circunstância, dementado, inconsciente, não se encontra no abrigo, vagando em tal rua, não atenderá pelo nome reconhecível por esta ou aquela particularidade. Dizia que alguém de muito longe acestava poderosos telescópios até nossas desgraçadas moradas para se informar detalhadamente do momento decorrente à expedição laboriosa. Os obreiros da fraternidade consultavam um mapa, iam rapidamente ao local indicado e trazam os mencionados, alguns carregados em seus braços

detalhadamente do momento decorrente à expedição laboriosa. Os obreiros da fraternidade consultavam um mapa, iam rapidamente ao local indicado e trazam os mencionados, alguns carregados em seus braços generosos, outros em padiolas. De súbito, ressoou na atmosfera dramática daquele inferno onde tanto padeci, repercutindo estrondosamente pelos mais profundos recôncavos do meu ser, o meu nome, chamado para a libertação. Em seguida, ouviram-se os dos quatro companheiros que comigo se achavam presentes na praça. Foi então que lhes reconheci e percebi os seus nomes e eles os meus, o meu. Fez entre lágrimas de emoção indefinível que galguei os pequenos degraus da plataforma que um enfermeiro indicava. Entrei e eram carros amplos, cômodos, confortáveis, cujas poltronas individuais, como que estofadas com arminho, apresentavam o espaldar voltado para os respiradores, que herdiciam os óculos das modernas aeronaves terrenas. Ao centro, quatro poltronas em feiti idêntico, onde se acomodaram enfermeiros, tudo indicando que ali permaneciam a fim de guardar-nos. Nas portas de entrada lia-se a legenda entrevista antes na flâmula empunhada pelo comandante do pelotão de guardas, legião dos servos de Maria. Esses que resgatam o Camilo fazem parte de uma legião chamada legião dos servos de Maria. Que Maria, Nossa Senhora. Maria, mãe de Jesus. Maria, que aos 16 anos teve a informação de que seria mãe do filho de Deus. Maria, que ajoelhou-se diante do anjo e disse: "A serva irá atender a vontade do Senhor". Naquele momento ela não fazia ideia de que ela iria se tornar a mãe da humanidade. Ela nem sabia o que é ser mãe do filho de Deus. Ela não sabia do que a esperava. Mas em confiança, em amor, em entrega, apresenta-se sem receios a Deus. e seu filho também não vem com manual de instruções. E ela vai aprendendo a ser mãe de Jesus, do governador do planeta, à medida que as coisas iam acontecendo. O próprio espírito Amélia Rodriguez que historia Jesus, Humberto de Campos, eles dizem que e ao relatar muitas vezes Maria,

de Jesus, do governador do planeta, à medida que as coisas iam acontecendo. O próprio espírito Amélia Rodriguez que historia Jesus, Humberto de Campos, eles dizem que e ao relatar muitas vezes Maria, eles dizem que ela não compreendia em totalidade o significado da missão do Salvador, mas a fidelidade a colocava apostos para atender aos desígnios do Senhor, recebendo o filho de Deus e tornando-se na igrejinha de Éfeso. Após a partida física de Jesus, a mãe da humanidade, a senhora, a mãe que corresponde aos desígnios do Altíssimo, atendendo a tantos quantos a chegassem naquela casa simples erguida por João, que no cumprimento da promessa que ele fez a Jesus na cruz, ele cuidou dela como a sua mãe, como sendo a sua mãezinha. E ali naquela igrejinha quantos passavam? E ela não perguntava o nome nem de onde estava vindo, porque coração maternal sempre cabe mais um. E ela estendia os braços e acolhia com amorosidade, falando do seu filho, porque ela já sabia o endereço de orientação segura para qualquer daqueles que tivesse dores, desesperos e confusões. É esta Maria que retorna ao plano espiritual. E numa página linda também de Numberto de Campos, no livro aqui já citado, só que no último capítulo intitulado Maria, ele diz que o seu retorno ao plano espiritual é levando com ela, no seu rastro de luz espíritos que necessitavam de acolhimento, que estavam arrependidos, que buscavam consolação. Ela vai ao coliseu e ensufla no coração, infla no coração daqueles cristãos da primeira hora a fé, a esperança, a coragem para que não te tubeassem naquele momento de testemunho. E porque a dor era tão grande, ela aproxima-se de uma menina e lhe diz: "Canta, minha filha, canta as hosanas ao alto e agradece ao Senhor por este momento." E assim aqueles que vão tombando os corpos, vão seguindo a sua luminosidade na caravana da santa que retornava ao plano espiritual. E ela vai ao Ades, numa linguagem de tradição, e vai ao encontro de Judas. E este encontro é descrito por Maria Dolores numa página

luminosidade na caravana da santa que retornava ao plano espiritual. E ela vai ao Ades, numa linguagem de tradição, e vai ao encontro de Judas. E este encontro é descrito por Maria Dolores numa página linda, mostrando a compaixão, mas acima de tudo a maternidade. Ela vai ao encontro da pessoa que traiu seu filho, que de forma direta conduz o filho à crucificação. Porque é a partir daquela traição que tudo se concretiza e ela vai ao encontro de Judas para atender, para cuidar. E é ela que estende a mão a Judas no momento propício, no momento da vontade de Deus, no instante em que Judas já precisaria sair daquela repetição de uma consciência culpada para caminhar para uma consciência em liberdade, é ela que reconduz esse espírito às próximas experiências reencarnatórias. E é ela que cria no plano espiritual o Hospital Maria de Nazaré. Porque é necessário que seja um coração maternal mesmo para abrigar réprobos, como nos ensina Francisco de Assis na prece que faz no livro Transição Planetária. Réprobos que somos todos nós, o os transfugas do dever. para acolher sem julgar, para acolher desta forma, com tanta amorosidade, com tanto cuidado de chamar pelo nome e se não reconhece o nome, alguma característica. E as mães, quantas vezes fazem isso? Amando os filhos tão diferentes. E nós, filhos, às vezes não entendemos. Ela ama mais aquele ali do que a mim. E aí aquele ali diz assim: "Mas ela ama mais ela ali, ó, do que a mim." É porque as mães estão olhando essas diferenças dos dedos que a dona Ana citou e percebendo que cada um tem o seu coeficiente necessário de misericórdia, de compreensão, de atendimento, de cuidado, de amparo. E por isso a diversidade no cuidado e por isso a atenção e o respeito, como aqui nesta obra nós percebemos. sem julgamento, mas com acolhimento, apresentando a verdade, percebendo as consequências do ato infeliz, mas sem que isso seja incremento para maiores dores. Porque a principal dor de quem comete este ato está na própria consciência. Não é

resentando a verdade, percebendo as consequências do ato infeliz, mas sem que isso seja incremento para maiores dores. Porque a principal dor de quem comete este ato está na própria consciência. Não é nenhum tribunal exterior, mas é o tribunal íntimo. Então, este movimento destes conceitos imperiosos de uma característica maternal, espraiando-se nas nossas atitudes, vislumbram para nós mais qualidade nas relações. E um dia também lá atrás com tio Divaldo criança, a dona Ana tinha o hábito de sentar com os filhos ou com quem estivesse com ela, sejam outras crianças, e olhar o firmamento à noite e contemplar as estrelas no céu. E elas dizia para todas estas crianças: "Olhem para o céu! Estas estrelas que iluminam aqui são os olhos de Deus sobre nós. Nada escapa de Deus. Nenhuma situação passa despercebida de Deus." E o tio Divaldo diz que fica refletindo sobre essa lição, porque em momentos de dores e de muitas dificuldades enfrentadas com por ele, após este momento de lição, trazia o coração. Essas palavras ali são os olhos de Deus. Nada escapa da visão de Deus, mas não é escapar porque as nossas defecções estão sendo anotadas. por este Deus julgador. Mas é a outra perspectiva. Nenhuma dor nossa, nenhuma situação de dificuldade, nenhuma situação que nos leva ao desespero, que nos abate, que puxa o nosso tapete, que modifica a nossa existência de uma hora para outra. Nada disso está fora do olhar de Deus, porque ele tudo sabe ver e sempre, constantemente, presente em tudo envolve-nos. E a lição que ela deixa para ele é ora. É a oração. Quantas vezes ele já contou aqui que ele amanhece o dia e ela está presente e diz de já orou? E ele brincando aqui, contando pra gente, diz assim: "Mas eu acabei de acordar, eu acabei de abrir o olho como seesse calma, eu vou orar. Ora, meu filho, porque para que o dia siga com serenidade, a oração é o esteio, é o lastro, são as âncoras onde nós conseguimos nos sustentar, porque não se sabe o que vai se vai acontecer ao longo do dia. Não se sabe quais são as imperes e

ga com serenidade, a oração é o esteio, é o lastro, são as âncoras onde nós conseguimos nos sustentar, porque não se sabe o que vai se vai acontecer ao longo do dia. Não se sabe quais são as imperes e as dificuldades que nós seremos acometidos ao longo do dia. Olha que sabedoria. E ao deitar, ao ele deitar, quem é que tá ali do lado dele? Dona Ana de Já orou? Mas eu irei orar, minha mãe, ora, meu filho, porque nós temos de agradecer por todas as bênçãos que recebemos ao longo do dia. Tudo que nos aconteceu, se foi bom, ótimo. Tivemos saldos bons, alegres no coração. Mas se não foram bons, por que não foram bons? agradecermos pelo mal que não nos aconteceu e até pelo mal que nos aconteceu. Identificarmos neste mal qual é a lição que dali retiramos. Quantas vezes, minhas irmãs, meus irmãos, nas reuniões mediúnicas chegam os espíritos debatendo-se nas suas dores, nos seus desesperos, nas suas agonias, muitas vezes sem perceberem até mesmo a desencarnação, onde estão. É um mundo paralelo, o mundo das emoções. É o mundo íntimo, pessoal, onde cada um vivencia a recordação dos seus feitos e as repercussões das suas realizações. Quantas vezes o dialogador, depois de tanto tentar sensibilizar, faz referência à oração. E quando faz referência à oração do Pai Nosso, por exemplo, esses espíritos recordam da mãe que lhes ensinou lá atrás, juntando às vezes as mãozinhas e proferindo essa prece que para aqueles ao longo da vida talvez tenham sido palavras mecânicas reproduzidas automaticamente porque foram decoradas, Mas sempre a oração tem o seu momento salutar de eficácia. E esse é o momento. Esse momento é quando nós entendemos e compreendemos que aquela ferramenta vai ser útil, vai ser expressiva, vai ser efetiva para todos nós. Meu filho, nunca esconda nada de sua mãe. Amanhã é dia das mães. E a gente começa a ver na internet ou nas conversas algumas dessas frases, porque essa frase que o tio Divaldo escutou, muitos também escutamos, com outras palavras, mas o sentido era o mesmo. E aí na internet

começa a ver na internet ou nas conversas algumas dessas frases, porque essa frase que o tio Divaldo escutou, muitos também escutamos, com outras palavras, mas o sentido era o mesmo. E aí na internet começam aquelas frases de mãe, eu te avisei, eu não disse, mãe, eu não encontrei isso, mas se eu for aí, eu achar, não é assim? Ah, minha mãe, mas a mãe do outro deixa que eu vá. Mas você não é filho do outro, você é meu filho. Ah, mas todo mundo vai, mas você não é todo mundo. Não é assim. Por que que essas frases se reproduzem? E porque elas são efetivas, a gente brinca com elas, mas elas são verdadeiras, porque elas são sábias. Elas vêm da universidade da vida e essa não tem preço. A a universidade da vida é a vivência. E é por isso que a gente quando o filho escuta tudo isso e quando se torna mãe e pai, a gente reproduz as mesmas palavras e a gente se pega dizendo as mesmas frases, dizendo as mesmas palavras, reproduzindo o mesmo pensamento. Por quê? Porque dá certo, porque são verdades dentro da simplicidade da maternidade que envolve o planeta. por conta de um outro capítulo da história que não vem ao caso agora, o machismo presente no contexto mundial e ainda na atualidade. A mulher, a mãe teve a voz abafada e quem perdeu? a humanidade que conheceu somente uma faceta de expressão da força. Mas fazendo agora o caminho de conciliação, é necessário escutarmos mais que nós não somos todo mundo, que ela não é a minha mãe, mas essa daqui é que é. Ah, se eu for aí achar, escutarmos mais essa essas sabedorias que vem do coração maternal. E coração maternal não é somente a mulher, mas todo aquele que empreende a função de maternar alguém. quer escutar, cuidar, proteger, renunciar, devotar-se, ser abnegado, sacrificar-se, entregar-se a todos que vivenciam essa experiência. é a oportunidade da maternidade. Ao não darmos vozes às mães no contexto social, ao oprimirmos a voz da sensibilidade, perdemos enquanto sociedade a oportunidade de sermos mais afetivos, de sermos mais

a oportunidade da maternidade. Ao não darmos vozes às mães no contexto social, ao oprimirmos a voz da sensibilidade, perdemos enquanto sociedade a oportunidade de sermos mais afetivos, de sermos mais acolhedores. Mas o espiritismo vem nos mostrar que barreiras estão aí para serem vencidas e superadas. E aquilo que ficou como marca social não precisa permanecer. e termos o respeito, mas principalmente a sensibilidade de escutarmos estas sabedorias que estão imersas nossos corações, porque todos nós temos mães, mães biológicas, mães adotivas, mães por afeição, mães na outra casa. Todos nós temos alguém. Chegamos até aqui porque alguém nos maternou. E predispormo-nos a maternarmos também é trazermos à sociedade o fruto do aprendizado desses conceitos. Tio Divaldo aprendeu a lição. Ele disse, ele disse nesse, nessa conversa que ele traz a narrativa dessa dos embórios das estrelas no céu, que ele percebeu o quão a mãe apresentava um amor irrestrito imenso. E no dia que ele a viu, fazendo todas as refeições, tomando um café sem leite, apenas o café, o café da manhã era o café, o almoço dela era o café, o jantar era o café. E quando ele perguntou: "Mãe, quando estamos comendo, você tá tomando café? Tomando o almoço?" Nós quando estamos almoçando, a senhora está tomando café? Por que sempre o café? Porque eu gosto de café, meu filho. Mas quando ele cresceu, ele soube que ela tomava o café para que para todos tivesse alimentação. E ela renunciava à própria alimentação para que eles pudessem ter o que comer. Então ele disse que ver uma mãe desta forma vivenciando este amor, ele crescendo jamais ia permitir que alguém no seu entorno passasse fome. Em homenagem à dona Ana, a mansão do Caminho, o Centro Espírita Caminho da Redenção, onde 5.000 pessoas diariamente aqui trafegam recebendo alimento e tantas outras, não somente o alimento material, mas também o espiritual, porque ele, a partir do exemplo da sua mãe, vem saciar a nossa fome, a nossa fome espiritual e ele nos traz este alimento, permitindo,

outras, não somente o alimento material, mas também o espiritual, porque ele, a partir do exemplo da sua mãe, vem saciar a nossa fome, a nossa fome espiritual e ele nos traz este alimento, permitindo, através da sua maternidade acolhermos a todos nós, ofertando-nos celeir de trabalho e de crescimento. Abracemos, afaguemos, acolhamos as nossas mães, ouçamos os conselhos que vem delas, quaisquer que sejam as idades. Se elas estiverem no plano espiritual, agradeçamos as que estão aqui presencialmente, as que estão no plano espiritual, por tudo que elas fizeram e por tudo o que permanecem fazendo. Um feliz dia das mães com muito amor, muito respeito e com muita sensibilidade. Nós agradecemos a Luziane pela palestra desta noite, com referência especialmente ao dia das mães que ocorrerá amanhã. Preparemo-nos então agora para o encerramento da nossa reunião com a aplicação dos passos coletivos. Convidamos os médiuns da casa para se colocarem ao longo dos corredores, elevando o nosso pensamento a Deus no sentido da gratidão. Nossa homenagem a todas as mães, as mães dos encarnados, as mães dos desencarnados, a dona Ana, mãe de Divaldo, a dona Mareta, mãe do tio Nilson, a todas as mães, enfim, que cumprem a missão para que a nossa humanidade continue a existir. Neste momento, ó Jesus, rogamos as vossas bênçãos, o vosso amor para os médiuns fascistas aqui presentes, que se predispõe na aplicação dos passes coletivos, de forma que as suas energias originadas do seu próprio ser, emuladas pelo seu pensamento e pela sua vontade, possam ser transmitidas pelos seus braços e as suas mãos para o nosso ambiente. Que essa energia seja mesclada com os fluidos espirituais que os benfeitores generosos nos trazem para que nós, no sentido da vontade de querer absorver esses fluidos, essas energias, possamos curar as nossas problemáticas físicas, mentais, emocionais, espirituais. A generosidade dos benfeitores nos propiciam estas condições. Mas nesse instante, Senhor, nós vos agradecemos a generosidade da

curar as nossas problemáticas físicas, mentais, emocionais, espirituais. A generosidade dos benfeitores nos propiciam estas condições. Mas nesse instante, Senhor, nós vos agradecemos a generosidade da vida, a maternidade. Vos agradecemos tudo que tens feito por Divaldo Franco. o nosso agradecimento a ti, Nilson. E agora nós te rogamos que possas abençoar a água que colocamos na entrada desse cenáculo. Também o nome dos encarnados e dos desencarnados. Que eles possam receber a misericórdia do vosso amor. Quando retornarmos ao lar, conduz-nos em paz, pensando em ti, pensando nas palavras doces e suaves que fazem referência à maternidade, as mães do mundo. também, Senhor, permita-nos levar deste ambiente para os nossos lares, os nossos amigos, os nossos companheiros, aqueles que convivem conosco, esta energia salutar para que também eles possam se beneficiar. abençoa-nos, permaneças conosco instantes mais e que assim seja. Declaro encerrada a nossa reunião dessa noite. Muito obrigado a todos.

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