MEDIUNIDADE E LOUCURA - Bárbara Britto [Palestra Espírita]
✨ (PALESTRA ESPÍRITA) ✨ Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@tvcomunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Estamos aqui então em mais um encontro nosso para falar dos conteúdos que nós trabalhamos no programa Explorando o Espiritismo, que tá no canal da comunhão, né? Lembrando que esse programa todo mês tem um tema e esse tema é explorado semanalmente, né? Então, cada semana a gente tem um subtema, eh, aprofundando esse tema mensal. E toda quarta-feira, 18:45 é divulgado o vídeo no canal do YouTube. São vídeos ali de 15, 20 minutinhos na ideia de nos apresentar, né, a compreensão da doutrina, do que a doutrina nos ensina numa linguagem de fácil entendimento e eh que não ocupe tanto o nosso tempo, né, tamanha correria que a gente tá e tantas tarefas. Então, é um é um programa que favorece essa característica. E aí hoje a gente pega um tema, então todo terceiro sábado do mês a gente pega um tema mensal e trabalha aqui, tá certo? Então hoje a gente tá trabalhando o tema fenômenos espíritas, que foi um tema que trabalhamos durante um mês inteiro, mas esse tema eh trabalhou na primeira semana o tema sou médium ou louco? E depois, na segunda semana, sono e sonho. Na terceira mal olhado ou provação. E na última semana meu anjo protetor. Por tratar de temas que possuem eh suas raízes particulares, não seria possível falarmos dos fenômenos espíritas em uma só palestra, OK? Então, hoje nós estamos falando do fenômeno espírita, dois fenômenos, mas vamos focar na mediunidade e loucura. E aí na próxima no próximo mês a gente fala do sono e do sonho, no outro mal olhado ou provação e no outro meu anjo protetor. Aí a gente eh conclui essa parte dos fenômenos espíritas e dá continuidade aos temas mensais, tá certo? Lembrando que no no canal do YouTube os temas que estão lá são mais avançados, OK? Aqui no nosso presencial a gente ainda tá trazendo os temas lá de trás. Então vocês estarem aqui presencial acompanhando ou até online eh não impede de vocês acompanharem o programa. E esse mês no programa nós estamos tratando de romper as correntes da vida. A gente fala das dependências, né, que nós criamos durante a vida e da
nline eh não impede de vocês acompanharem o programa. E esse mês no programa nós estamos tratando de romper as correntes da vida. A gente fala das dependências, né, que nós criamos durante a vida e da libertação do espírito. Então fica aí o convite também para que vocês eh possam acompanhar online, tá? Ele é divulgado toda quarta às 18:45, mas fica lá. Então, dá para assistir em qualquer momento e quem nunca assistiu pode entrar maratonar, eh, vai ficar viciado. É muito bacana. Então, gente, então vamos falar da da mediunidade e da loucura, né? Porque é muito comum nós nos perguntarmos eh sou médium ou sou louco? Porque estamos falando de atitudes e situações, fenômenos que fogem do que nós consideramos como padrão ou como normal, né? Só que a gente começa já eh discernindo uma coisa da outra até conceitualmente, tá certo? Porque a mediunidade trata da comunicação entre o físico e o invisível, ok? Então ela se resume dessa maneira. É quando a gente tem um intercâmbio com o invisível, nós estamos em corpo físico, mas nos comunicamos com os espíritos. Isso é que caracteriza a mediunidade. Já a loucura trata de uma insanidade, né? Então é uma questão orgânica. a gente tem toda a psique ali envolvida, eh, toda uma um diagnóstico clínico para nos eh diagnosticar dessa maneira. Então, uma coisa não tem nada a ver com a outra, tá certo? Eh, mas a mediunidade mal direcionada pode nos levar a desequilíbrios tão profundos que desencadeiam em doenças orgânicas. dentre elas a loucura, né? Então é isso que a gente vai entender aqui um pouquinho e aí a gente começa eh lembrando e chamando atenção pro objetivo da mediunidade. Isso é muito importante a gente considerar que é um dos grandes ensinamentos que a doutrina espírita nos nos traz, né? Porque a proposta da mediunidade não é nos colocar numa comunicação com os espíritos para atendermos as nossas curiosidades ou para fazermos negociações para que os espíritos influenciem, né, o mundo e satisfaçam os nossos desejos. Não, não tem nada com
ma comunicação com os espíritos para atendermos as nossas curiosidades ou para fazermos negociações para que os espíritos influenciem, né, o mundo e satisfaçam os nossos desejos. Não, não tem nada com isso. Lembrando que a encarnação tem um objetivo evolutivo, né? A gente vem para se transformar, para vivenciar a reforma íntima. Portanto, a mediunidade é um dos recursos evolutivos. Então, como que a mediunidade vem me evoluir, né? ela tem uma proposta educativa. Então, quando a gente estuda o livro dos médiuns, uma das coisas que a gente eh começa a quebrar paradigmas, né, da de uma ignorância às vezes que a gente carrega, é que a mediunidade não é um mérito de espíritos desenvolvidos, evoluídos. Não, mediunidade é recurso educativo, é um recurso que vem intensificar o nosso programa de desenvolvimento. Por quê? Porque, bom, Allan Kardec nos ensina no livro dos médiuns que, na verdade, todos nós na teoria, né, no conceito da mediunidade somos mais ou menos médiuns, porque todos nós, estando encarnados, eh, temos esse intercâmbio com o espiritual, né? A própria prece é uma comunicação com os espíritos. quando eu rezo pro meu mentor, pro meu anjo da guarda ou para eh personalidades, vultos, né, que a gente eh venera, que a gente sente afinidade para Jesus, Maria, Deus, seja quem for essa personalidade que eu estou buscando uma comunicação, diálogo através da oração, eu já estou participando desse intercâmbio com o invisível, né? as intuições que a gente sente. Nós não precisamos ter a mediunidade aflorada para ter as nossas intuições, em especial as mães, né, que possuem vínculos eh muito fortes, né, laços fluídicos muito vinculados aos seus filhos. É muito comum que elas tenham a intuição, não só elas, é porque a mãe pelo pelo instinto orgânico mesmo e esse laço fluídico fortalece, mas todos nós, né, vira e mexe a gente um sente uma coisa, quando chega lá na frente, olha, isso foi uma intuição. Então, todos nós vivenciamos essa relação. Todos nós somos influenciados
o fortalece, mas todos nós, né, vira e mexe a gente um sente uma coisa, quando chega lá na frente, olha, isso foi uma intuição. Então, todos nós vivenciamos essa relação. Todos nós somos influenciados pelos espíritos desencarnados. Todos nós influenciamos os espíritos encarnados. Então, todos nós somos mais ou menos médiuns. Acontece que alguns de nós, ao encarnar possui uma configuração no organismo físico, no corpo, possui uma configuração que permite que através do meu corpo físico eu tenha percepção do que está acontecendo no invisível. Então eu escuto, eu vejo, eu sinto, né? Isso não me vem como uma intuição, não. Isso me vem com muita clareza. Eu vi, eu escutei, eu estou sentindo, a minha mão está se movimentando para eu escrever, para eu fazer uma pintura, eu incorporo, né? E aí essas pessoas que possuem uma configuração orgânica, e aí eu não vou entrar no detalhe dessa configuração porque não é o foco da palestra de hoje, mas no livro dos médiuns explica e quem também quiser aprofundar e ainda não fez o estudo sistematizado da doutrina espírita, pode se matricular. semestralmente abrem as matrículas e aí a gente faz, né, todo um estudo aprofundado, aí a gente entende todo esse detalhe eh dessa configuração, como é feito e tudo mais. Mas o foco aqui é mais compreender que essas pessoas que vêm com o corpo físico, com essa configuração, é que possuem o que a gente chama de mediunidade ostensiva, né? Então, popularmente, quando a gente fala assim, fulano é médium, o outro é médium, a gente tá falando disso, dessa mediunidade ostensiva, tá certo? Porque senão pode ficar confuso, mas se todo mundo é mais ou menos médium, por que que a gente diz que fulano é médium? Não é porque fulano tem uma mediunidade extensível, que é a vidência, a claridência, a psicofonia, psicografia. São são diversas as mediunidades que a gente pode ter. Um médium pode ter uma ou até mais, né? Pois bem, e por que que alguns recebem essa configuração? Não são todos, porque alguns têm essa configuração orgânica,
sas as mediunidades que a gente pode ter. Um médium pode ter uma ou até mais, né? Pois bem, e por que que alguns recebem essa configuração? Não são todos, porque alguns têm essa configuração orgânica, né? Eh, poxa, a gente vem com essa configuração orgânica. Nós estamos vivendo no mundo com o nosso corpo físico, nessa vida física e eu começo a ter sensações, percepções, sentimentos que não são meus. E isso começa a me causar confusão. Além de que se no meio social eu digo: "Estou vendo alguém e ninguém vê", né? Isso já gera uma estranheza, medos, julgamentos. Então nós que temos essa configuração orgânica, né, e somos caracterizados então como médiuns ostensivos, acabamos vivenciando eh algumas alguns desafios que se diferenciam de quem não tem essa mediunidade o extensiva. E quando eu começo a ter as sensações e essas coisas que o o agora não justifica, a matéria não justifica, o que a gente conhece não justifica, eu começo já a vivenciar alguma espécie de desconforto com isso, né? Porque é real, eu não consigo não ver o que eu estou vendo. Então, se eu estou vendo um espírito e as pessoas ao meu redor não estão vendo, eu já vivencio um conflito. Porque se eu disser para as pessoas que eu tô vendo, eu vou ser julgada, mal compreendida, né? Mas ok, eu posso não dizer, mas por que que essa esse espírito tá aparecendo? O que que tá acontecendo aqui? O que se quer de mim? E o que que eu tenho que fazer com isso, né? Quando a gente fala então dos médiuns de incorporação, é extremamente desafiador, porque pela sintonia dos espíritos, do espírito que quer se comunicar e eu médium, né, eu começo a ter as sensações que esse espírito tem. Então eu tenho uma dor de estômago e aí eu vou olhar, não é, eu não tenho nada clinicamente eu não tenho nenhum distúrbio no estômago, né? Eu sinto uma vontade de chorar tremenda, mas eu nem sei porque eu tô com essa vontade de chorar. Aí de repente eu tô exageradamente muito alegre. Então existem oscilações das sensações físicas e emocionais. E é isso que faz com que as
menda, mas eu nem sei porque eu tô com essa vontade de chorar. Aí de repente eu tô exageradamente muito alegre. Então existem oscilações das sensações físicas e emocionais. E é isso que faz com que as pessoas nos julguem. como loucos, né? Porque fugiu do padrão. E a maneira como você tá se comportando ou que você tá vivenciando não se justifica pelo nosso conhecido. Então é mais fácil dizer que você está louco, né, do que a gente tentar entender. E aí vem a doutrina espírita, então nos esclarecendo, né? Primeiro que a mediunidade não é uma coisa que nasceu agora, ela existe desde da existência das nossas histórias, né? eh, ela foi estudada e compreendida através da doutrina espírita e hoje nós temos no livro dos médiuns toda a explicação sobre. Mas olha que interessante, eh, alguns de nós possuem essa configuração orgânica por através dess desses desafios e desses conflitos é que nós iremos na busca do conforto, na busca da própria harmonia, nós iremos atrás de conhecimento sobre. E ao irmos atrás de conhecimento, a gente começa a educar a própria conduta, porque a gente aprende que eu acho que uma vez eu até dei uma palestra aqui, se vocês ficam convidados também a dar uma olhada, se eu não me engano, chama eh as energias do mundo, eu e as energias, alguma coisa assim que explica que todos nós estamos eh conectados com uma rede magnética, né? Então, tudo aquilo que eu que eu penso, que eu sinto, que eu faço, me coloca numa frequência vibracional. E aí, eh, essa frequência é que causa sintonia, né? Então, ah, hoje eu tô com vontade de fazer uma determinada coisa, eu estou sintonizada com isso, mas ontem eu tava com vontade de fazer uma outra coisa, estou estava sintonizada, então a gente tá o tempo todo mudando a sintonia, né? E aí eu sinto tristeza, eu sinto raiva, eu sinto alegria, eu sinto desejos, eu sinto eh agitação, eu sinto calma, a gente vai oscilando. Pois bem, então eu que tenho essa configuração orgânica que me torna médium, me coloca num contato com os
sinto alegria, eu sinto desejos, eu sinto eh agitação, eu sinto calma, a gente vai oscilando. Pois bem, então eu que tenho essa configuração orgânica que me torna médium, me coloca num contato com os espíritos muito mais intenso. E aí as minhas sensações físicas ou emocionais mudam de acordo com a sintonia que eu tô com esses espíritos. E aí é onde eu começo a a viver mais uma vida, né? Eu não tô vivendo só a minha, eu tô sentindo o que o outro sente, eu tô escutando o que o outro fala, enfim. Então eu vivencio essa influência e isso se eu não sei direcionar me deixa muito vulnerável porque poxa eu tô bem de repente eu tô super influenciada pelas emoções de um outro espírito. Então dá a sensação de que eu não sou dona de mim, que eu sou um fantoche. Mas aí quando eu vou estudar, eu aprendo que na verdade eu sou dona de mim, que na verdade eu é que abro ou fecho essa porta, que existem métodos para isso. E aí, quando eu estudo esses métodos, quando eu compreendo por que espíritos me procuram, por que que eles querem se manifestar através de mim, aí eu começo a me relacionar com a mediunidade de uma maneira mais saudável, porque o objetivo da mediunidade é me educar. Mas me educar como? me educar na conduta e me educar no servir. Porque a mediunidade vem me colocar a serviço do próximo. Como que um médium serve ao próximo? Quando vocês vêm aqui, fazem um tratamento de desobsessão, vocês entram numa sala, recebem um passe, tomam uma aguinha fluidificada e vão embora. Não é assim? Pois é. Nessa sala estão os médiuns. Então, quando vocês entram, a os irmãos que vão dar o passe em vocês estão dissipando as energias de baixa vibração que estão conectados a vocês. E através dessa dissipação, os espíritos que se encontram ali presentes, elevados, e os médiuns começam a convidar os irmãos que estão acompanhando vocês a ficar na sala. Vocês não estão vendo, mas isso está acontecendo. E aí quando vocês se retiram da sala, começa a manifestação mediúnica, onde o médium dá voz àquele
rmãos que estão acompanhando vocês a ficar na sala. Vocês não estão vendo, mas isso está acontecendo. E aí quando vocês se retiram da sala, começa a manifestação mediúnica, onde o médium dá voz àquele irmão. Se eu sou psicofônica, eu falo por ele. Se eu psicografo, eu escrevo por ele. Se eu vejo, se eu escuto, eu projeto pro grupo o que ele está dizendo e o que está acontecendo. E aí lá estão os doutrinadores que vão dialogar com esses espíritos, acolher eles em sua dor, direcionar seus novos comportamentos. Vocês já saíram da sala, estão seguindo a vida e eles estão sendo amados, estão sendo acolhidos. Porque todos os espíritos que estão em perturbação, assim como nós que estamos aqui encarnados, somente atingem a perturbação por causa da dor, né? A gente também tem as nossas experiências perturbadoras por causa da dor, das frustrações, da falta de discernimento, das nossas ignorâncias. é a mesma situação. Então, não há um exercício de expulsá-los, há um exercício de convidá-los ao acolhimento, ao amor, ao direcionamento, ao plano maior, para que eles sigam se curando e se tratando, né? Isso é servir através da mediunidade. Por isso que nós aprendemos que a mediunidade não vem para atender a curiosidades, ela vem para servir. Mas por que que eu não posso usar para atender a curiosidade do outro? Porque a partir do momento que eu estou fazendo para atender a um desejo eh egocêntrico, eu estou participando de uma barganha. Eu estou fazendo para atender ao ego e não para cura, não para elevação. Por isso também aprendemos que a mediunidade não pode ser cobrada, porque se eu recebo algo em troca, eu estou barganhando. Aí não é caridade, não é servir, não é fazer o bem pelo bem. E aí, para que eu possa exercer o trabalho da mediunidade, eu vou ter que fazer algumas adequações da minha conduta, porque a gente aprende que para que eu use o meu corpo físico como instrumento desse intercâmbio, eu tenho que garantir o equilíbrio do corpo físico. Isso significa alimentação, ingestão de dos
nduta, porque a gente aprende que para que eu use o meu corpo físico como instrumento desse intercâmbio, eu tenho que garantir o equilíbrio do corpo físico. Isso significa alimentação, ingestão de dos líquidos, oscilações emocionais. Então isso acaba também redirecionando os lugares que eu frequento, as coisas que eu faço. A gente começa ali, ó, pelo menos no dia do trabalho, 24 horas antes, né? Gente que começa na educação da mediunidade, quando vocês passam por um tratamento, vocês não são orientados, olha, procura dentro de 24 horas não não se alimentar de coisas pesadas, de difícil eh digestão, né? Procura elevar os pensamentos, se manter brando. Para quê? para favorecer a elevação da sua vibração, o o equilíbrio do seu organismo para que haja todo o trabalho fluídico de de higienização, de cura que a gente está procurando. Então, como que eu vou dar para quem está precisando da cura um desequilíbrio, né? Se eu me alimento muito mal, eu vou ao trabalho, mas o meu organismo físico tá ali, olha, lutando para resolver aquela alimentação. Então, eu tenho um mal-estar e aí, mas eu tava ali para servir. Aí eu não consigo servir, eu não consigo ofertar equilíbrio, porque eu não estou em equilíbrio. Percebe onde tá o processo educativo da mediunidade? Para que eu exerça a mediunidade, eu tenho que ter uma educação comportamental, eu tenho que ter uma educação dos meus pensamentos, porque se eu ficar pensando muito eh em baixa vibração, eu baixo a minha vibração e aí eu vou lá trabalhar pela cura com a vibração baixa. Aí é melhor eu sentar e ser um paciente, né? Então, eu tô aqui resumindo um estudo profundo que a gente faz para entender todos os caminhos, porque Deus é justo, Deus é bom e não nos exige uma perfeição que a gente não tem. Então ele nos ensina através da mediunidade alguns caminhos, alguns recursos, alguns atalhos para que a gente vá reeducando a conduta, para que a gente aprenda a estar na treva e se elevar. Porque no trabalho mediúnico, quando nós estamos acolhendo os
caminhos, alguns recursos, alguns atalhos para que a gente vá reeducando a conduta, para que a gente aprenda a estar na treva e se elevar. Porque no trabalho mediúnico, quando nós estamos acolhendo os espíritos em dor, nós nos misturamos com as trevas. Nós sentimos a raiva que eles sentem, nós sentimos a dor que eles sentem. Por isso, muitos de vocês já devem ter visto pessoas mediunizadas na rua gritando, brigando numa força que várias pessoas juntas não conseguem controlar aquele irmão. Está mediunizado, sentindo sentimentos dos que estão em perturbação. Então, como que eu vou servir? Me misturar as trevas sem tombar, sem ficar nelas? Percebem? A educação é uma série de habilidades que a gente vai desenvolvendo que nos ensina a estar em qualquer lugar sem para isso precisar nos rebaixar. Aí a gente aprende que a gente não precisa estar na casa espírita para elevar a vibração. A gente aprende a se elevar através dos pensamentos e dos recursos que nós vamos desenvolvendo e descobrindo, porque tem um processo também individual. A minha forma não necessariamente é a sua forma. Então, no processo da educação mediúnica, eu conheço a minha forma, eu amadureço a minha forma. Mas por que que a gente traz no tema da palestra junto do esclarecimento da mediunidade a história da loucura? Veja bem, eu como médium, por ter essa configuração orgânica, eu fico mais vulnerável às influências espíritas, né? Se eu vou, por exemplo, para um lugar público que tem muitas pessoas e essas pessoas estão agitadas, começa uma confusão, uma briga e aí todo mundo começa a baixar a vibração dos pensamentos, aquele que não é médium ostensivo vai sentir somente as sensações dele. Eu que sou médium extensiva, vou sentir as minhas sensações no meio daquela confusão e as sensações de todos que estão ali. Quer dizer, a maioria das pessoas estão baixando a vibração e eu sinto isso. Se eu estou sentindo raiva, a minha raiva intensifica. Se eu estou sentindo medo, o meu medo multiplica. Então o médium
li. Quer dizer, a maioria das pessoas estão baixando a vibração e eu sinto isso. Se eu estou sentindo raiva, a minha raiva intensifica. Se eu estou sentindo medo, o meu medo multiplica. Então o médium sente tudo muito mais intenso, sente tudo muito mais forte. E se ele não tem habilidade de lidar com isso, ele fica nesse sentimento e ele se perturba. Além disso, quando estudamos o planejamento encarnatório, viu como como é bacana, né? a gente vai tentando resumir na palestra em pouco tempo uma série de conceitos que a gente aprende durante semestres de estudo no estudo sistematizado. Por isso que eu sempre trago o convite, quem tiver interesse, eh, faz, porque é muito legal como a gente vai compreendendo mais a vida e que as coisas não são rótulos, não tem uma regra específica, tudo depende. Você tem que juntar uma coisa com a outra para entender. Mas olha que legal, quando a gente estuda o planejamento encarnatório, a gente aprende que a gente recebe um fluido vital. é um fluido que é retirado do fluido cósmico universal, fluido que preenche todo o universo. Ele se chama fluido vital, porque é um fluido que é inserido no meu perespírito, no meu invólu semimaterial que me une ao ao corpo físico. É inserida a quantidade de fluido vital que o meu corpo vai precisar para se manter em vida física. Então, se no planejamento encarnatório tá prevendo que eu tenha que a minha vida dure 70 anos, eu recebo uma quantidade de fluido vital que suficiente para eu utilizar durante os 70 anos. E aí a gente aprende que durante a vida às vezes a gente exagera, né, no uso do fluido vital através dos abusos do corpo físico e acaba consumindo muito mais, antecipando talvez o nosso desencarne. Mas a gente também aprende que existem eh diversas formas de também recuperarmos o fluído vital, de recebermos mais fluido vital. Então, às vezes eu venho com a programação de ficar 70 anos, mas eu fico 90. Ou eu venho 70 anos e eu acabo indo antes, ou eu cumpro com os 70. Enfim, existem vários caminhos, né, que a gente
o vital. Então, às vezes eu venho com a programação de ficar 70 anos, mas eu fico 90. Ou eu venho 70 anos e eu acabo indo antes, ou eu cumpro com os 70. Enfim, existem vários caminhos, né, que a gente percorre, que a gente pode renovar esse fluído vital. Mas por que que eu tô trazendo o fluido vital? Porque o médium recebe uma quantidade a mais, porque ele doa muito fluido vital. O trabalho da mediunidade em servir, ele doa fluido para os assistidos encarnados e desencarnados. Porque muitos desses irmãos que chegam num grupo de assistência chegam eh eh muito desanimados, sem a sensação de vida, com muita com depressão profunda, né? E aí, ao fluido vital que em mim neste momento está elevado, ele se sente melhor. E quando esse irmão se sente melhor, a vibração dele eleva e aí a espiritualidade consegue se aproximar e conversar com esse irmão. Então, a gente doa mesmo. Agora, o mais interessante é que o médium não é médium só dentro de uma de um trabalho mediúnico. Ah, meu trabalho começa às 18, aí chega na sala, bom, 18 horas comecei a ser médium, aí o trabalho termina às 20 horas. Então, 20 horas saí, não sou mais médium, não. Como é uma configuração orgânica, a mediunidade está comigo o tempo inteiro. Então, onde eu vou, eu dou o fluido. Onde eu vou, eu sinto, eu me conecto. Aí, de novo, vem da habilidade de lidar com isso para que a gente não seja um não seja vulnerável a tudo isso, né? Então, muitas pessoas sentem medo da mediunidade por causa disso. É um lugar que eu não conheço, eu não controlo, eu vou sentir coisas, eu vou, mas assim, eh, a mediunidade não é uma questão de escolha agora. Essa escolha foi lá antes de encarnar. Então, se você tem a mediunidade, você tem, você pode aprender sobre ela e trabalhar, ou você pode negá-la. Qual o problema de negá-la? Você vai ter um excesso de fluidos que não vão ter para onde ir. Que que vai acontecer com esses fluidos? Eles vão sobrecarregar seu organismo físico, te causando doenças. Sua imunidade fica baixa, desencadeia uma série de
o de fluidos que não vão ter para onde ir. Que que vai acontecer com esses fluidos? Eles vão sobrecarregar seu organismo físico, te causando doenças. Sua imunidade fica baixa, desencadeia uma série de problemas físicos que não estavam na sua programação, mas é porque tem energia em excesso que não tá sendo canalizado. Por vezes causa até agitação, muita agitação, uma agitação eh exagerada, como se tivesse tomado energéticos, estimulantes, porque é muito fluido vital, né? Além disso, como você não aprende a lidar com isso, onde você vai, você conecta, você sintoniza com outras sensações, outras emoções. E isso também te vulnerabiliza, porque ao invés de você viver a sua vida de uma maneira higienizada, quer dizer, eu estou vivendo os meus fatos e eu tô sentindo conforme os meus fatos, não. Eu vivo os meus fatos, sinto conforme os meus fatos, mas tem tantos outros sentimentos se misturando aqui que eu fico confusa e eu não consigo lidar. Então, ora eu sinto uma coisa, ora eu sinto outra. Desenvolvo uma bipolaridade que às vezes não é clínica, não é uma bipolaridade clínica, é uma oscilação por interferência de outros espíritos. E aí eu acabo perdendo a mão, fazendo escolhas equivocadas e trazendo consequências. E eu vou ter que lidar com essas consequências. E a situação pode se agravar tal forma que eu vou eh me perturbando tanto que eu vou causando além da perturbação psíquica a os desequilíbrios orgânicos e eu posso vir a desenvolver eh a loucura clínica tamanha desorganização que eu construí no meu físico e no meu mental. Assim como a gente sabe que se a gente ingerir determinadas matérias, determinadas químicas da matéria, a gente desorganiza o nosso cérebro, a gente retarda o desenvolvimento cerebral, a gente perde a consciência, a gente perde a a capacidade cognitiva. Agora eu até compartilho com vocês, né, na no vídeo que fala sobre mediunidade e loucura, no canal da comunhão no YouTube, eh temos uma participante que pergunta assim: "Ah, me gerou uma dúvida". Mas então, toda
é compartilho com vocês, né, na no vídeo que fala sobre mediunidade e loucura, no canal da comunhão no YouTube, eh temos uma participante que pergunta assim: "Ah, me gerou uma dúvida". Mas então, toda pessoa que tem a mediunidade e que se nega a exercer a mediunidade, vai chegar a esse ponto de desequilíbrio, de loucura? E aí é importante a gente entender que não, cada caso é um caso, porque quando nós nos comprometemos com a mediunidade, nós fomos motivados a eh missões diferentes. Então, tem os espíritos que causaram tanta dor a tanta gente que ele pede a mediunidade para que ele consiga, num intervalo menor de tempo reparar seus erros. Porque veja bem, num grupo mediúnico, num único atendimento de um grupo mediúnico que dure 1 hora meia, eu passo 1 hora30 salvando centenas de espíritos que eu não sei o nome, não sei onde moram e não tenho como cobrar. Aí está a mediunidade. Os assistidos entram na sala e saem. Eles não me vêm fazer o meu trabalho. Não tem público, não tem aplauso. Eis o verdadeiro sentido da mediunidade. Claro, temos as nossas vaidades, nossos orgulhos, somos humanos e há os médiuns que acabam se desvirtuando por conta da vaidade, né? e tentam eh vender uma imagem como médiuns e acabam dizendo: "Olha, eu vi tal coisa, eu fiquei sabendo de tal coisa. Olha, eu recebi uma mensagem, foi do espírito tal". Mas isso é da própria proposta educativa desse irmão, porque a mediunidade vem também trabalhar vaidade na gente. Ai meu Deus, eu sei do que vai acontecer, mas eu não posso dizer. E agora para um fofoqueiro, isso deve ser um tremendo desafio, né? Percebe o processo educativo, né? Eh, então a gente tem que ressignificar essa relação com a mediunidade, porque a mediunidade assusta pela falta de conhecimento, né? Eu não sei o que é isso. Eu não sei o que está causando, o que vai causar. Então eu tenho medo do que isso vai fazer comigo. Então estuda, conhece, porque a mediunidade não tem nada de sobrenatural no no entendimento popular, né, negligenciado
stá causando, o que vai causar. Então eu tenho medo do que isso vai fazer comigo. Então estuda, conhece, porque a mediunidade não tem nada de sobrenatural no no entendimento popular, né, negligenciado da palavra sobrenatural. Sim, transcende aquilo que é do nosso conhecimento, eh, e cada vez transcende menos, porque cada vez a ciência vem nos aproximando mais do processo da mediunidade. Cada vez a ciência vem confirmando mais como que se dá o processo da mediunidade. Então, vamos conhecer e vamos utilizar esse recurso educativo paraa nossa elevação, pro nosso crescimento. E aí vem uma curiosidade para quem não sabe, quem fundou a a comunhão espírita de Brasília, eh, foi a dona Irene, né, com o seu Mário, que eram casados e tal. A história deles é é uma história sensacional, né? Porque a dona Irene, a mãe da dona Irene era médium e a família era evangélica, né? E estamos falando de um período, né, mais antigo em que a frente evangélica ainda era mais eh limitada no conhecimento sobre esse intercâmbio mediúnico, né? De lá para cá, eles até vêm estudando mais, aprofundando mais e procurando compreender mais. Eh, ainda assim tem uma uma interpretação muito limitada, né, da do esclarecimento mesmo do processo como se dá. Mas imagina naquela época, então a família da nona Irene começou a entender que a mãe dela estava eh endemoniada, né? Esse é o demônio que está nela. Então eles tinham pavor de conviver com a mãe da dona Irene, porque ela via, ela conversava. E para um médium que vê, é, é o que eu disse, não tem como não ver o que você está vendo. Não tem como. Você está vendo, você está ouvindo. Então, a mãe dela interagia com os espíritos e aí a o eles tinham diversos filhos e o marido resolveu interná-la numa clínica psiquiátrica, né, que era o chamado manicômio, né, mas eles eh justificaram a internação para que houvesse um tratamento Ela está louca, né? Ela está louca. Então vamos colocar ela lá internada. E aquele tanto de filho, o que que se fazia antigamente, né? Distribuía, vai pra
a internação para que houvesse um tratamento Ela está louca, né? Ela está louca. Então vamos colocar ela lá internada. E aquele tanto de filho, o que que se fazia antigamente, né? Distribuía, vai pra tia, vai pro tio, vai assim vai. Então os irmãos se distribuíam, dentre eles dona Irene. A mãe da dona Irene dentro do da casa psiquiátrica, né? era entendida como louca, foi tratada como como louca e era assim que se entendia na época mesmo. As próprias doenças psiquiátricas não eram interpretadas como são hoje, com o acolhimento, com o estudo, com o desenvolvimento que se faz hoje na na cura, na tratativa, ou pelo menos em tentar reduzir. Não, naquela época é olha, tira da sociedade e dopa. Essa pessoa não tem condição de viver. Então ali acabou a vida da mãe da da dona Irene praticamente, né? Porque a a dali paraa frente foi a expiação de ter que estar aprisionada sob a interpretação de ser louca até morrer. Ela morreu naquele lugar, naquele hospital. E os filhos nunca mais a viram. Desde que ela foi internada, não viram mais. E dona Irene começou a ter os intercâmbios mediúnicos. E ela começou a desesperar porque ela falou: "Eu eu também sou louca. Eu sou louca. Eu sou louca. Eu não posso contar para ninguém que eu tenho isso." E cada vez ficava mais forte. E ela se casou com quem? com seu Mário e seu Mário era espírita. E aí ela tinha síncopes nervosas dizendo: "Eu estou louca, eu estou louca, eu estou ouvindo, eu estou vendo". E ele dizia: "Irene, tudo o que você está vivendo é totalmente natural. Vamos comigo numa casa espírita". Aí ela foi numa, foi outra, e tinha umas experiências, ela ficava com medo dos fenômenos, ela se julgava, lógico que ela se julgava, ela sabia que, né, vinham as vozes da família, vinha uma crença que foi construída durante toda uma vida. Então ela ela lutou muito com ela mesma, até que dentro de um dos fenômenos que ela teve, ela compreendeu que ela tinha uma missão com aquela mediunidade. E aí ela abraçou o espiritismo na vida dela, se aceitou como ela era e decidiu
mesma, até que dentro de um dos fenômenos que ela teve, ela compreendeu que ela tinha uma missão com aquela mediunidade. E aí ela abraçou o espiritismo na vida dela, se aceitou como ela era e decidiu fundar uma casa espírita para acolher os loucos da sociedade. Foi assim que a comunhão espírita nasceu. Nasceu de uma irmã que veio de uma herança da loucura. E a mãe provavelmente desenvolveu realmente um nível de loucura, porque imagina a a mediunidade dela não foi interrompida, não foi bloqueada. Então, além dela lidar com aquilo, a sociedade dizia que era louca e ela ela vivia aquilo, né? Então, pensa você passar anos nessa situação e ainda sendo maltratada num lugar de acolhimento. E a filha conseguiu reinventar a história da família, mudar o rumo, ressignificar, né? E e aí a estamos nós aqui, olha, sendo acolhidos, eh tendo acesso a conhecimento, a esclarecimento, graças à loucura, né, a à caridade, né, desse espírito que foi mãe de Dona Irene, que topou uma encarnação nessa envergadura de desafio. Graças à dona Irene, que tirou lições aprendidas disso tudo, e ao seu Mário que acolheu, apoiou e eles dois juntos numa verdadeira história de amor, eles se fortaleceram, né, nessa estrada. Então essa mensagem de hoje vem para os médiuns que estão em desequilíbrio, que não estão entendendo o que estão acontecendo, que estão com medo do que está acontecendo, que não estão sendo compreendidos ou acolhidos ou bem direcionados. Eh, existe um porquê, é um fenômeno natural da vida, existe um porquê e a mediunidade vem te libertar dos maus costumes, das más tendências e te favorecer as reparações que você se propôs a viver em servir. você médium que já compreende um pouco, que acredita na mediunidade, mas ainda está eh te tubiando, né, nas emoções. Se já está fazendo o estudo, continue a fazer, porque a conclusão do estudo te capacitará para fazer a educação da mediunidade e para trabalhar com a mediunidade. Essa confusão vai passar. Isso é uma conquista da inteligência intelectual e moral que a própria
clusão do estudo te capacitará para fazer a educação da mediunidade e para trabalhar com a mediunidade. Essa confusão vai passar. Isso é uma conquista da inteligência intelectual e moral que a própria mediunidade vem te convidar. E a você que não se considera médium, que nunca vivenciou uma um uma experiência eh transcendental, né? Eh, a partir do momento em que você tem o discernimento, né, de como tudo isso funcione, direcione, esclareça e ajude os irmãos que de alguma forma interagem com vocês e que vocês percebem que pode sim haver uma mediunidade. Nós que estudamos a doutrina espírita sempre nos atentamos a cuidar do espírito e do corpo. E muitas das pessoas que começam a estudar o espiritismo tendem a achar que tudo é o espírito, tá? Nossa, eu tô com uma doença aqui, deve ser obsessão, deve ser mediunidade, deve ser, né? E e aí tem os os que não querem ir para esse lado, não, com certeza é físico. Vamos sempre cuidar do todo, porque nós somos o todo. Eu sou um espírito, mas que estou conectada com o corpo físico. A gente se espelha. O que acontece no físico se reflete em mim. Inteligência que sou. O que acontece em mim se reflete no físico. Então, vamos cuidar de tudo, vamos higienizando. Aí, à medida que a gente vai higienizando, fica a verdade, fica o que é. E aí a gente é assertivo na cura. Se for físico, vamos pela cura física. Se for espiritual, vamos pela cura espiritual. Há os irmãos que se propõem ao exercício da mediunidade, não porque tem um um eh um compromisso de reparação, né, para fazer, mas são irmãos que já estão tão evoluídos que reconhecendo o benefício da mediunidade pede: "Não, eu quero ir médium de novo para eu continuar servindo, para eu continuar trabalhando e para eu continuar lembrando de vigiar." Porque uma coisa é nós estarmos no plano espiritual, na companhia dos espíritos elevados, fraternos, numa relação de amor, né? Quer dizer, o que o que a gente tem de melhor é provocado, mas aqui aqui não. Aqui o que é provocado são os nossos vícios, as nossas mais
a dos espíritos elevados, fraternos, numa relação de amor, né? Quer dizer, o que o que a gente tem de melhor é provocado, mas aqui aqui não. Aqui o que é provocado são os nossos vícios, as nossas mais tendências, os nossos equívocos. Então, a mediunidade é um lugar que nos ajuda a, opa, deixa eu voltar aqui e lembrar. né? E graças à mediunidade, hoje nós temos uma literatura profunda, séria, eh que nos esclarece dentro da nossa realidade os ensinamentos de Jesus, né? Todas as obras básicas da doutrina espírita que trata da codificação de Allan Kardec, todas são pautadas nos ensinamentos de Jesus. Porque quando Jesus veio, nós éramos tão limitados que ele teve que trazer muitos ensinamentos por parábolas, metáforas, né, sinais e que graças à mediunidade nós podemos aprofundar e compreender como interpretar hoje que estamos um pouco mais maduros intelectualmente e moralmente para compreender. E o médium que consegue colocar o trabalho em ação com disciplina, com o passar dos anos, transforma essas comunicações de uma maneira tão engrandecedora que aquilo que um dia o perturbou, hoje é o que lhe fortalece. Hoje um médium, maduro, quando faz uma prece, a prece transforma, porque ele aprendeu a se conectar, ele aprendeu a ouvir da vibração que ele quer, da vibração que ele precisa. Então, loucos, a depender da lente, somos todos, porque todos nós temos na nossa natureza individual, né, por conta do nosso desenvolvimento moral, ainda nossos equívocos e atitudes que assustam, que surpreendem e que saem da normalidade. Mas quando a gente fala da loucura clínica, deixemos a loucura clínica para o físico. O resto que estamos sem respostas, nós precisamos procurar o esclarecimento e educar para não eh agravarmos os nossos quadros e não vivenciarmos desequilíbrios ou dores desnecessárias. Há os médiuns que tiveram suas mediunidades bloqueadas porque não quiseram exercer o trabalho. Portanto, não estão vivendo hoje seus desequilíbrios, nem chegaram à loucura, tá tudo certo. Mas por algum motivo se comprometeram
suas mediunidades bloqueadas porque não quiseram exercer o trabalho. Portanto, não estão vivendo hoje seus desequilíbrios, nem chegaram à loucura, tá tudo certo. Mas por algum motivo se comprometeram com a mediunidade? Por algum motivo escolheram não seguir. Não podemos esquecer da lei de causa e efeito. Tudo tem suas consequências. Quais são elas? Vai ser particular a missão, ao compromisso de cada um. Então, peguemos o conhecimento de agora, não para avaliar o outro, mas para nos questionarmos como estamos interagindo com esse intercâmbio com o invisível e como estamos colaborando com a sociedade, com o esclarecimento que estamos adquirindo aqui, para que em comunhão nos tornemos cada vez mais saudáveis e consigamos nos render a servir. eis o objetivo da vida. Muito obrigada, gente. Até o mês que vem. เฮ
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