Mediunidade e adoecimento mental: qual o verdadeiro limite? | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 15 de março de 2023, abordaremos o tema "Mediunidade e adoecimento mental: qual o ...
bem-vindos ao nosso programa família no ar é com muita alegria que recebemos todos vocês e nesse nosso espaço de discussão de temas que interessam a família a luz da doutrina espírita estamos no mês de março trabalhando vários temas relacionados à mediunidade hoje vamos continuar esse nosso estudo sobre o tema mediunidade a luz da doutrina espírita e família e vamos estar conversando sobre a mediunidade o adoecimento mental Qual o verdadeiro limite nós vamos estar recebendo na noite de hoje um convidado muito especial que o Dr Marcos Marcos Ribeiro que é da Ame São Paulo Marcos é psiquiatra trabalha na área atendendo fazendo não o trabalho como médico mas também como palestrante articulista Espírita nos trazendo conhecimentos importantes nessa área sobre saúde mental seja muito bem-vindo Marcos ao nosso programa Obrigado Cristina queria dizer que é uma alegria é um prazer enorme tá aqui com vocês reforçar a importância de projetos como esse da FEB que nos permitem articular esses temas tão importantes e tão presentes hoje no nosso dia a dia dentro espíritabilidade como uma das Ferramentas principais de trabalho que a gente tem e também a questão da adoecimento mental que vem ganhando Realmente cada vez mais notoriedade importância isso é positivo mas a gente precisa contextualizar isso dentro também da nossa doutrina e trazer as reflexões que possam nos ajudar a continuar caminhando fazendo o nosso trabalho e buscando as ferramentas realmente que nos sirvam de instrumento de progresso de crescimento de reflexão de consolo que eu tenho certeza que assim a gente vai dando passos mais leves né e mais confortáveis nesse sentido então a teria que agradecer imensamente a oportunidade está aqui com vocês em nome da Associação Médica Espírita aqui em especial de São Paulo e é um prazer a gente tá promovendo esse espaço aqui com vocês e uma iniciativa tão bonita como essa obrigado pela oportunidade Pois é o Marcos falou da Associação Médica Espírita de São Paulo mas essa parceria da associação médico espírita
espaço aqui com vocês e uma iniciativa tão bonita como essa obrigado pela oportunidade Pois é o Marcos falou da Associação Médica Espírita de São Paulo mas essa parceria da associação médico espírita com a nossa área da família da Federação Espírita brasileira tendo como interlocutora nossa irmã Doutora Márcia Leon da ame Planalto e também do departamento de família da AME Brasil teve viabilizado discussão e aprofundamento de alguns temas tão interessantes e necessários que exigem o olhar do médico que tem a visão da espiritualidade Então esse tema na noite de hoje em especial é um tema muito sensível mas Gostaríamos também de não apenas agradecer antecipadamente ao Marcos mas a ame por essa parceria por esse bom trabalho que estamos conseguindo fazer bom meus amigos nosso programa vai dar os primeiros momentos de fala ao nosso convidado Doutor Marcos que vai falar para nós sobre esse tema é se relacionamento da mediunidade do adoecimento mental como é que ele vê isso e depois nós vamos trazer algumas perguntas para debatermos aqui com vocês e também as perguntas que vocês nos enviam pelo Instagram pelo canal do YouTube pelo canal do Facebook estamos aqui esperando a participação de vocês para fazermos nosso trabalho na noite de hoje sejam tão participativos e construam conosco esse espaço de debate e reflexões Marcos tá com você agora a palavra meu querido Obrigado Cristina Eu acho importante para a gente iniciar o diálogo e a gente abrir a partir dessa introdução inicial para as perguntas que possam nos ajudar desdobrar em pontos mais específicos mas a gente voltar lá no livro inscritos e entender que a mediunidade é uma faculdade que é presente em todos nós né então de alguma forma ou outra Todos nós somos médiuns em grau maior em grau menor Então isso é um atributo né do ser humano principalmente dentro da Ótica Espírita um atributo de nós enquanto espíritos seja nós encarnados ou momentaneamente fora do corpo na reticidade mas somos médiuns graus diferentes e o outro ponto
mano principalmente dentro da Ótica Espírita um atributo de nós enquanto espíritos seja nós encarnados ou momentaneamente fora do corpo na reticidade mas somos médiuns graus diferentes e o outro ponto importante de trazer que tiver também correlacionar isso nas obras espíritas em obras históricas também por ser um atributo humano a mediunidade é um atributo que está presente em toda a história da humanidade então falar de mediunidade não é falar necessariamente pedindo para cá o espiritismo nos traz uma visão com maiores informações com clareza sobre Esse aspecto sobre esse fenômeno humano mas a mediunidade esse evento é um fenômeno que sempre existiu dentro da história da humanidade e percorreu diversas culturas diversas Nações diversos momentos da nossa existência ela esteve presente na sociedade hora explicando os fenômenos da natureza hora explicando das relações interpessoais hora explicando as relações do indivíduo do ser com a criação com o criador com a divindade mas de uma forma ou outra a gente vivenciou isso através dos oráculos através dos xamãs através de vários pontos da história do ser humano na nossa sociedade em algum momento ouve agora trazendo mais para o Nossa proximidade Por volta do século 18 século 19 com advento a organização da Medicina como um todo e principalmente ali da psiquiatria entre o século 19 o século início do século 20 uma sistematização de alguns fenômenos e alguns deles o transtorno mental quebrar alguns autores começaram a questionar esses fenômenos que até então não eram nem visto como patológicos eles começaram a ser categorizados dentro de uma de uma conceituação patológica porque ainda tava muito linnismo estava descobrindo muito como que as coisas iriam acontecer como tudo ia se dar porque que eu tô dizendo isso porque eu acho que a gente vai evoluir aqui na nossa conversa justamente nesse conceito dessa dificuldade Onde está o ponto entre aquilo que é uma experiência mediúnica ou aquilo que é um fenômeno natural humano dentro de determinadas culturas
na nossa conversa justamente nesse conceito dessa dificuldade Onde está o ponto entre aquilo que é uma experiência mediúnica ou aquilo que é um fenômeno natural humano dentro de determinadas culturas dentro de terminar das crenças e aquilo que transita entre o adoecimento ou aquilo que é uma patologia que vai necessitar às vezes de intervenções medicamentosas intervenções psicoterápicas para que aquilo possa se reorganizar e o indivíduo possa viver uma mais plena e mais feliz dessa forma dito isso é fazendo essa introdução e ao longo da nossa conversa a gente vai abordar através das perguntas esses temas a mediunidade ou adoecimento mental ela tem uma relação mais contemporânea vamos dizer se ela não foi ela não é uma relação que sempre existiu ela é uma relação que foi dada por nós enquanto homens Humanidade para um entendimento para uma compreensão e como é feita por nós como foi construída por nós Ela também tem que ser passível de questionamento essa relação passível de maiores estudos passíveis de revolução para que a gente consiga realmente se aproximar daquilo que vai mais nos ajudar a diferenciar o ponto de outro né então esse limite ele ainda é obscuro para nós mas a gente precisa continuar caminhando você sentir de um outro ponto de vista quando a gente fala na mediunidade enquanto uma um instrumento de trabalho né de aperfeiçoamento humano como é colocado para nós dentro da codificação Espírita A gente vai perceber nessa oportunidade de trabalho um projeto de crescimento de reforma de transformação do indivíduo dentro da ótica da doutrina espírita através desse recurso Ele oferece seu corpo físico e contra instrumento dentro de uma programação que a gente vai entender lá no livro A Gênesis e também no Livro dos Espíritos que é uma programação psicofísica né Então existe um preparo né Para que o indivíduo venha a exercer essa faculdade às vezes de forma mais ostensiva então ele vem com esse esse cargo vamos dizer assim com essa oportunidade de trabalho e através daqui
um preparo né Para que o indivíduo venha a exercer essa faculdade às vezes de forma mais ostensiva então ele vem com esse esse cargo vamos dizer assim com essa oportunidade de trabalho e através daqui que tem a oportunidade de aperfeiçoar-se tem a oportunidade de crescer através daquele instrumento ou adoecimento seja do ponto de vista mental seja do ponto de vista físico quando a gente olha também dentro da perspectiva Espírita Ele também é um projeto de crescimento Ele também é um instrumento de transformação que vai também ter as suas especificidades vai ter também as suas características próprias que o distingue da mediunidade Mas se a gente olha pela pela lei de causa e efeito a gente olha para misericórdia divina como uma pedagogia maior ele tem uma finalidade assim como criador que é útil boa e justa Para criatura se nós a compreendemos assim se nós Já conseguimos conseguimos ter essa visão sobre ela então só para a gente começar para a gente ver que existem pontos de ter relação não só do ponto de vista do diagnóstico mas também do ponto de vista filosófico da própria doutrina que na finalidade são dois instrumentos né que tem as suas características que precisam de cuidado que precisam de tratamento que nós precisamos buscar os recursos para cuidar desses dois instrumentos mas que tem uma finalidade em comum que é o crescimento do indivíduo que é o progresso do indivíduo e consequentemente o progresso da própria humanidade então através das perguntas a gente vai abrir maior esse detalhes mas para introdução só para a gente ver que a gente tá se aprofundando realmente num tema que daria conversa assim para vários encontros aqui viu crescer é interessante esse que você tá falando porque realmente essa interface essa construção da nossa Compreensão é algo que eu diria que vem ao longo do tempo progredindo bastante lá pelo meu começo de vida profissional como psicóloga e já se vão aí mais de 30 anos eu tive a oportunidade de trabalhar num hospital dia naquela proposta de receber
ngo do tempo progredindo bastante lá pelo meu começo de vida profissional como psicóloga e já se vão aí mais de 30 anos eu tive a oportunidade de trabalhar num hospital dia naquela proposta de receber pacientes sem saída de internação pacientes com transtornos mentais bem graves e eu tinha na nossa equipe um colega que era um psiquiatra muito materialista e quando ele soube que eu era Espírita ele teve um dia que veio me fustigar dizendo assim como é que você trabalha aqui afinal de contas você como Espírita acha que nada disso é real isso daí não é só mediunidade né E aí nós tivemos uma boa conversa fazendo uma pontuação do que vinha ser a mediunidade do que vinha ser um processo obsessivo e de que vimos todo esse processo não na Ótica de não existe o adoecimento mental pode existir uma causa dessa adoecimento mental por um transtorno obsessivo né Eu tenho um processo obsessivo E ali a pessoa desenvolve um adoecimento mas não era mediunidade eventualmente que levaria ninguém a enlouquecer eu também ouvia muito quando eu era criança Marcos aquela história de que médium que não desenvolve a mediunidade acontece você é mais jovem Talvez não tenha ouvido isso né como é que é esse preconceito ou conceito né que nós temos quanto a mediunidade e a loucura né como é que você vê isso legal acho que é uma ótima pergunta e apesar da Juventude é uma frase ainda atual viu que a gente escuta Hoje em dia né É claro assim tem um ponto interessante da gente refletir sobre ele abrindo essa pergunta um pouco antes da gente responder tá acho que é importante a gente fazer esse ponto que aquilo que a gente abraça enquanto instrumento de oportunidade de alavanca de crescimento são ferramentas que a gente tem aqui pela ótica da outra Espírita como oportunidade de crescimento o que eu acho que adoece o indivíduo não é o exercício ou não da mediunidade nesse sentido o que adoece o indivíduo no meu entendimento é a culpa diante disso a culpa e aí a gente pode olhar tanto do ponto de vista espiritual como do pó do
o é o exercício ou não da mediunidade nesse sentido o que adoece o indivíduo no meu entendimento é a culpa diante disso a culpa e aí a gente pode olhar tanto do ponto de vista espiritual como do pó do próprio ponto de vista psicodinâmico né psicológico do indivíduo é um sentimento que se paralisado se remoído né que aí vem uma palavra remorso ele vai gerar uma adoecimento do indivíduo e ela tá na base inclusive da descrição de algumas patologias como a própria depressão a própria melancolia dentro de diagnóstico da psiquiatria que tem a culpa ali como eixo central de um sentimento né então a mediunidade enquanto exercício a gente tem sempre que pensar que isso é muito individual de cada um E a gente não consegue abarcar de uma forma completa toda compreensão que faz que um indivíduo Exerça aquilo ou não Exerça aquilo o indivíduo pode talvez não tá naquele momento exercendo a mediunidade por questões de saúde por que familiares que ele é chamado a dar uma atenção maior na casa no sentido aqui da mediunidade mas ostensiva né porque se a gente for abrir o leque no sentido mais amplo de mediunidade através do pensamento da oração a gente pode estar continua exercendo isso através da doação de vibrações de pensamentos e nos conectando mas pensando na mediunidade mais ostensiva né enquanto o trabalho mediúnico na reunião desobsessão ele pode ter vários imperativos na vida dele que naquele momento colocam em outra situação e em outro momento e não cabe a gente nesse instante julgar qual que deve ser o Nossa postura no meu entendimento de acordo com o ensinamento de Jesus oferecer as oportunidades dentro do estudo do trabalho do acolhimento para que aquele indivíduo buscar nesse sentido desse exercício ele encontre as portas abertas ele contra o acolhimento ele é contra o Aconchego para também possa dar continuidade ao seu trabalho se por algum motivo seja de ordem pessoal seja de ordem familiar seja de ordem de saúde naquele momento ele escolhe ou não pode exercê-lo cabe a
hego para também possa dar continuidade ao seu trabalho se por algum motivo seja de ordem pessoal seja de ordem familiar seja de ordem de saúde naquele momento ele escolhe ou não pode exercê-lo cabe a gente fazer o que por ele orar convidá-lo falar que quando ele precisar de nós nós estamos ali mais em curtir a ideia de que se ele não fazer isso ele não vai ele vai adoecer é uma educação baseada no medo e isso a gente já fez durante várias encarnações a gente precisa sair do aprendizado voltado para o medo voltado para o castigo voltado para a culpa para a gente construir uma educação vinculada ao positivo a oportunidade do trabalho a alegria de servir alegria de ser útil então é esse tipo de frase eu acho que ele tem a gente entende o momento que ele vem mas a gente precisa desco tranquila porque a gente não tem esse poder né só Deus é onisciente ou de potente para entender que ponto né que aquilo que o exercício ou não da mediunidade naquele indivíduo né vai gerar um adoecimento não do nosso ponto de vista cabe a gente compreender acolher amar e oferecer essa oportunidades quando o indivíduo está procurando para que ele possa exercer aquilo da melhor forma possível Perfeito Marcos já temos aqui uma primeira pergunta na nossa irmã Carla falando sobre a culpa que você acabou de comentar você falou em culpa como adolescente constrói a culpa nessa Encarnação se não a causa atual é essa culpa leva ao suicídio sim assim a culpa enquanto duas coisas primeiro a culpa enquanto os sentimentos e quanta emoção ela é natural dentro de um processo O problema não é a gente sentir culpa O problema é a gente ficar paralisado na culpa dentro de um modelo de pensamento vamos dizer que a gente tem a culpa em determinado momento a gente tem uma ação de repente a gente toma consciência daquela ação e a partir da consciência daquela ação a gente sente culpado né se a gente paralisa nessa culpa fica preso na culpa a gente cai no remorso o remorso que vem de remoer que é esse movimento de
uela ação e a partir da consciência daquela ação a gente sente culpado né se a gente paralisa nessa culpa fica preso na culpa a gente cai no remorso o remorso que vem de remoer que é esse movimento de estagnação uma água parada que vai gerando ali bem dentro do ponto de vista psicodinâmica dentro do ponto de vista energético uma paralisação daquele sentimento daquela emoção e esse essa paralisação dessa emoção é que gera um Então as emoções são como um rio se o rio Segue o fluxo natural dele ao longo do leito ele irriga a margem nutre e irriga a margem dando substrato para que a árvore possa crescer produzir Bons Frutos E frutificar se a gente impede esse rio coloca uma barreira impede ele de fluir a gente tem um prejuízo tanta montante como a jusante a falta do Rio gera seca que vai gerar empobrecimento do solo e a não produção mas o acúmulo da água também gera enchente destrói e derruba a plantação então a emoção como emoção ela tem fluir ela vem como um fluido que a gente aprende e ela segue então a culpa paralisada ela gera o remorso e assim ela pode gerar o adoecimento a depressão e como consequência a gente pode vir sim o suicídio o pensamento de morte ou a sensação de não ser mais merecedor né de viver aquilo isso vai gerando uma visão depreciativa de si mesmo de estar gerando às vezes prejuízo para a família que são pensamentos comuns dentro do adoecimento Esse é um caminho mas a culpa quando ela segue um caminho de reconstrução que aí a gente parte da culpa em vez do remorso a gente passa da culpa para responsabilização que que é a responsabilização é o enxergar aquilo que eu considero como algo que eu me equivoquei e a partir daquilo eu tenho uma atitude ativa proativa de reconstrução daquilo seja da minha postura íntima seja da minha predisposição da minha abertura seja de um fato que eu fiz que eu vou precisar ativamente buscar pedir um perdão ou agir de uma determinada forma para que aquilo seja transformado então a culpa quando ela segue para da Auto
abertura seja de um fato que eu fiz que eu vou precisar ativamente buscar pedir um perdão ou agir de uma determinada forma para que aquilo seja transformado então a culpa quando ela segue para da Auto responsabilidade e é alto porque não é o outro que vai me impor tem que ser uma coisa que vem da minha consciência para comigo mesmo ela segue um caminho curativo tá para nossa alma ela segue um caminho de crescimento Agora a culpa por pela culpa voltada para o remorso para o remoer essa sim que é perigosa e que pode nos gerar adoecimentos inclusive de ordem psíquica né Porque isso pode mudar Inclusive a nossa Constituição fisiológica a nossa Constituição hormonal e gerar um estado de estresse crônico de inflamatório que pode culminar assim doenças importantes como a depressão Perfeito Marcos é muito interessante isso que você tá colocando e é importante também que nós devemos lembrar que o espírito traz as suas marcas das experiências da ao longo das encarnações e muitas vezes a causa desse adoecimento psíquico nessa atual existência não está aqui está em experiências anteriores que ele traz e aquelas marcas ele vai precisar estar trabalhando ressignificando nós temos uma nova pergunta aqui da nossa irmã Ana Luiza Vilela Faria ela coloca qual a relação da mediunidade ou obsessão com transtorno afetivo de humor bipolar então eu vou trazer responder a Ana Luiza respondendo de uma forma geral porque é uma resposta que não só por causa bipolar Mas para todos os outros adoecimentos psíquicos nesse sentido né então é importante a gente entender que a gente tem instrumentos e ferramentas para que a gente possa categorizar todos esses transtornos mentais do ponto de vista da ciência material né então é importante a gente entender que existe também uma vulnerabilidade genética uma predisposição para aquele adoecimento psíquico que pode culminar pode culminar na depressão na ansiedade na esquizofrenia ou qualquer outro transtorno de ordem mental nesse sentido né isso claro dentro da perspectiva
ra aquele adoecimento psíquico que pode culminar pode culminar na depressão na ansiedade na esquizofrenia ou qualquer outro transtorno de ordem mental nesse sentido né isso claro dentro da perspectiva Espírita filosófica Espírita pode ter suas raízes em e vivências passadas em situações passadas e que traz aparecem surgem nesse momento da Encarnação do indivíduo como uma oportunidade de aperfeiçoamento de aprendizado para ele e para família que envolve sempre né então eu sempre digo isso o adoecimento mental não é a doença do indivíduo ele é uma doença de um núcleo ela é uma doença da família quando a gente tem um indivíduo passando por qualquer transtorno mental na nossa família a gente precisa entender que aquela necessidade dentro da visão espírita ela é uma necessidade de todos e cada um tem um papel para aprender e atuar dentro daquela daquele contexto então a gente precisa entender que isso vem nesse sentido o que a gente sabe o que a gente tem visto dentro dessa relação é que o quadro mediúnico em especial cada obsessivo quer dizer em especial ele pode agravar alguns transtornos psíquicos assim como ele pode agravar também transtornos físicos né uma fluência uma influência obsessiva que não acontece aleatória ela acontece dentro de uma afinidade do indivíduo né uma sintonia e uma afinidade do indivíduo Então dentro da nossa concepção Ninguém está sujeita ou acaso ou é investida de um nosso de um companheiro nosso que ainda precisa caminhar assim como a gente o Mero acaso né existe uma conexão existe uma necessidade ela pode sim às vezes a gravar o adoecimento psíquico do indivíduo tá assim como a gente vai ver nas obras de André Luiz principalmente que tem muito material sobre isso e também do Divaldo que alguns quadros de obsessão muito grave ao longo da vida a depender da intensidade dessa obsessão e da duração desse quadro decisivo elas podem provocar lesões de ordem psíquica que mesmo depois de resolvido o quadro obsessivo ainda permaneçam sintomas psíquicos naquele indivíduo dada a
a obsessão e da duração desse quadro decisivo elas podem provocar lesões de ordem psíquica que mesmo depois de resolvido o quadro obsessivo ainda permaneçam sintomas psíquicos naquele indivíduo dada a intensidade E o tempo que aquele quadro se permaneceu tá então a gente pode ter obsessão tanto como um agravo da própria patologia que já existe ali como necessidade daquele indivíduo como a gente pode ter como causa ao longo da vida que que é mais frequente que é mais comum o que a gente percebe que o mais comum é obsessão como um agravo dessa questão já de ordem do indivíduo de ordem física e da necessidade dele que a patologia né então isso soma como um contínuo esses quadros complexos mais intensos eles são mais raros Mas eles podem acontecer nos dois pode ser que a gente tenha necessidade de lançar mão de medicações e tratamentos para que o indivíduo consiga se restabelecer É isso aí Você tocou agora num ponto bastante sensível porque muitas pessoas espíritas tem uma resistência enorme ao uso de medicação dizendo que a terapêutica deveria ser única exclusivamente espiritual e que a pessoa o paciente com sofrimento psíquico transtorno mental não deveria usar medicação e que isso poderia inclusive atrapalhar a dimensão espiritual do indivíduo como é que a gente pode esclarecer nesse sentido medicação atrapalha compromete é só obsessão então só trato com água fluidificada Face o que que eu faço eu vou responder essa pergunta de uma forma mais direta mas eu vou trazer também através de uma história resumida que eu acho que nos ajuda a entender e refletir sobre isso e às vezes de abrir mais na cabeça né uma vez eu tenho de uma paciente chegou para mim com um quadro de diabetes Eu ainda nem fazia psiquiatria ainda eu tava como clínico e ela tinha uma certa crença dela e ela precisava iniciar aquela medicação E ela me disse assim o seguinte Marcos eu não vou tomar essa medicação Porque tomar essa medicação é um atestado contra a minha fé eu usar esse remédio é eu não acreditar que
iniciar aquela medicação E ela me disse assim o seguinte Marcos eu não vou tomar essa medicação Porque tomar essa medicação é um atestado contra a minha fé eu usar esse remédio é eu não acreditar que Jesus tem o poder suficiente para conseguir me curar dessa enfermidade então eu tomar esse remédio é como se não tivesse tendo festa suficiente então eu fazer o tratamento psiquiátrico É como se eu não tivesse fé em Jesus de uma forma forte e não acreditasse realmente nas nos preceitos espíritas entendendo que isso é um fator mediúnico e que isso vai contra né ao meu processo de desenvolvimento e aí eu fiz essa pergunta eu fiz uma seguinte reflexão para essa paciente eu faço para ela para nós nesse momento eu perguntei para ela assim quem que criou o mundo e ela virou para mim falou foi Deus Doutor e quem que criou as coisas que estão no mundo Foi Deus eu tô quem que criou a natureza quem que criou a água a terra as coisas tudo estão aqui foi Deus quem que criou o homem foi Deus e a inteligência do homem também foi Deus você sabe como que essa medicação foi feita ela não foi feita pela inteligência do homem através dos recursos da natureza Quem que fez essa medicação no final das contas ela foi Deus eu tô Então os recursos que a gente vai amealhando seja de ordem espiritual filosófico intelectual seja de ordem material até mesmo uma medicação eles são instrumentos da misericórdia divina nosso favor que nos servem para apaziguar e acalentar as nossas próprias dores nossos próprios Sofrimentos então a gente precisa entender que nós somos dentro da nossa concepção somos espíritos sim numa experiência terrena mas habitamos um corpo que apresenta as suas necessidades e que pode usar desses instrumentos enquanto ferramentas que nos facilitem a caminhada e diminua a nossa dor o nosso sofrimento e o nosso Progresso a gente não precisa construir uma visão que seja separada a gente pode integrar essas duas coisas entre um cuidado físico e um cuidado espiritual sem negligenciar o corpo e também sem
nosso Progresso a gente não precisa construir uma visão que seja separada a gente pode integrar essas duas coisas entre um cuidado físico e um cuidado espiritual sem negligenciar o corpo e também sem negligenciar a alma se a gente busca fazer a nossa o nosso processo de transformação de crescimento de aprendizado e a gente está buscando um instrumento necessário que vai nos permitir uma vida mais tranquila mais amena que vai nos ajudar nesse Progresso Que ótimo vai ser melhor para a gente avançar Então desse ponto de vista e aí o Kardec ele é muito direto nisso para gente né nessa concepção da ciência enquanto instrumento de avanço de progresso também de nós enquanto espíritos nós precisamos abraçar isso e se nós estamos fazendo uma dificuldade buscamos uma avaliação de um profissional competente confiável que nos faz um diagnóstico e acredita que aquilo possa nos ajudar pode nos ajudar e a gente vai continuar em paralelo exercendo nossas atividades fazendo nosso trabalho crescendo cada vez mais e quando aquilo não for mais necessário dentro da avaliação daquele colega aquela medicação perdeu o espaço dela mas enquanto ela foi importante para nós que bom Vamos agradecer a oportunidade que Deus não tá dando de ter um instrumento que vai nos aliviar naquele momento para que a gente possa frente é interessante porque temos ainda muito para quebrar de Mitos dentro desse sentido eu sempre falo para os meus pacientes eu comparo a medicação para o transtorno para o adoecimento ao uso do gesso quando você tem uma fratura você vai Pois é então você vai usar pelo tempo que for necessário a o seu corpo se recuperar Pode ser que uma cicatrização de uma fratura exija não só o gesso Exige uma cirurgia exige um outro tipo de procedimento Mas você acompanhando gradativamente o seu organismo se recupera e você vai fazendo todas as outras tarefas que você tem que fazer também para você melhorar esse equilibrar dentro desse processo né avançando um pouquinho mais na nossa debate é preparando esse nosso roteiro
ai fazendo todas as outras tarefas que você tem que fazer também para você melhorar esse equilibrar dentro desse processo né avançando um pouquinho mais na nossa debate é preparando esse nosso roteiro de discussão Nós entramos em contato com alguns estudos sobre mediunidade é a questão da da Saúde Mental ou doente mental e um estudo do nosso querido professor lá da Universidade Federal de Juiz de Fora deixando Moreira de Almeida ele estabelece é alguns critérios para fazer a diferenciação da mediunidade do transtorno e ele faz um elenco de nove critérios ele fala da contextualização de você ter uma criticidade em relação ao que está acontecendo do não haver sofrimento psíquico dentre outras na tua experiência você percebe que a os estudos sobre essa questão da mediunidade e do adoecimento a questão da por exemplo dos fenômenos alucinatórios e os fenômenos mediúnicos Tem havido uma maior abertura para se compreender e isso e poder ajudar né as pessoas que estão vivendo essa situação sim Cristina sim os estudos científicos eles têm avançado muito dentro desse tema da Saúde Mental e mediunidade nos últimos anos né embora a gente ainda tem assim controversas e questionamentos metodológicos que fazem parte dentro de um processo natural de aprendizado a gente tem tido um aumento e os resultados eles têm sido de alguma forma assim promissores dentro desse sentido tá então assim alguns estudos eles têm se concentrado investigar mais assim a relação entre a própria mediunidade e a saúde mental de uma maneira mais Ampla outros avaliando médicos que apresentam maior ou menor propensão em relação à população geral desenvolver ou não alguma adoecimento nesse sentido e assim mais de uma forma geral que a gente destaca assim desses apanhado de estudos aumentado de transtorno em si diferente do que pensava lá na minha fala Inicial início do século 20 do século XIX que a religiosidade ou exercida mediunidade ela colocaria um indivíduo em risco de adoecimento mental isso não se mostra
rente do que pensava lá na minha fala Inicial início do século 20 do século XIX que a religiosidade ou exercida mediunidade ela colocaria um indivíduo em risco de adoecimento mental isso não se mostra nos estudos recentes nos levantamentos dos estudos atuais como uma verdade né vivido ele não quer dizer que a mediunidade vai fazer favorecer ela ter maior número de sintomas psicóticos novos critérios eles nos ajudam muito mas eu sempre gosto de trazer que mesmo dentro desses novos critérios o fator mais importante nessa distinção é evolução do quadro por exemplo da esquizofrenia como uma doença mais paradigmática né visual e auditiva a gente não tem só esse sintomas né de ouvir coisas e ver coisas ao longo da vida de indivíduo a gente vai ter uma série de outros achados como empobrecimento cognitivo perda de funcionalidade os sintomas negativos da esquizofrenia uma série de coisas que vão se mostrando ao longo do indivíduo e quando indivíduo abre um quadro mediúnico por mais que no início do quadro ele pode ser um quadro que nos confunda dentro da sintomatologia de Sofrimento de desestruturação de desorganização ali do indivíduo ao longo do processo se bem acompanhada bem estudada bem levado dentro de uma casa Espírita comprometida com isso a evolução é o contrário né aquele indivíduo vai se sentindo mais útil mais engajado mais pertencente amealhando recursos tanto de ordem filosófica ponto de ódio cognitiva e há um progresso enquanto ganho social e de convívio das relações daquele indivíduo não o prejuízo como a gente acontece nos indivíduos então algumas vezes no início do quadro é mais é bem difícil da gente conseguir fazer essa distinção mas ao longo do tempo a gente consegue ter mais noção pela evolução do próprio do próprio da própria adoecimento da própria mediunidade do indivíduo é importante aí o que você tá colocando que os esclarecimentos caminham tanto no âmbito científico da ciência médica como também no âmbito da ciência Espírita porque nós temos também
dade do indivíduo é importante aí o que você tá colocando que os esclarecimentos caminham tanto no âmbito científico da ciência médica como também no âmbito da ciência Espírita porque nós temos também as pesquisas os estudos como como acompanhando todo esse desenvolvimento temos aí obras belíssimas que falam para gente sobre a mediunidade a questão de como ela se expressa como ela precisa se trabalhar de educada né dentro do cotidiano por nós temos aqui uma pergunta da Lemos da luz que fala o seguinte porque sinto que não pertence a esse mundo e gosto de ficar sozinha Às vezes a gente se sente vou trazer uma compartilhar com vocês uma vivência quando eu entrei na universidade por exemplo e tinha já essa vontade de trabalhar dentro dessa perspectiva de trabalhar a espiritualidade No começo eu me sentia meio que só não pertencendo aquilo ali mas quando eu vi que tinha outras pessoas também que tava engajada buscando aquele Progresso aquele entendimento aquele caminho a gente vai se sentindo ali mais em casa mais aconchegado e vendo que a gente não pertence não tá isolado nesse mundo né não tá abandonar né então algumas vezes a gente pode acabar se desesperando assim eu sentindo um conformado diante de algumas coisas que a gente percebe no nosso mundo das aflições que a gente vê das coisas que a gente percebe nas notícias que a gente vê o isso às vezes pode gerar um pouco desse sentimento Assim como se eu tivesse desconectado O que eu tenho para dizer que a gente não está Então o que a gente não está aqui por acaso e por mais que a gente sinta que às vezes a gente não pertence a esse mundo mesmo que a gente não pertença a gente tem algum motivo para estar aqui qual esse motivo muitas vezes a gente não vai saber e até para o nosso bem que a gente não saiba a pergunta que talvez a gente deveria fazer como uma continuidade nessa Essa é um convite não é uma imposição é como eu posso aproveitar da melhor forma essa experiência que eu tô vivendo aqui e agora com o melhor uso que eu posso
deveria fazer como uma continuidade nessa Essa é um convite não é uma imposição é como eu posso aproveitar da melhor forma essa experiência que eu tô vivendo aqui e agora com o melhor uso que eu posso fazer dessa oportunidade em termos de crescimento pessoal de evolução de aprendizado para que caso eu não pertença aqui eu posso voltar para onde eu sinto pertença o que vai determinar para onde eu vou né E para onde eu vou estar é o uso que eu faço da experiência atual Então essa eu não sei se vou conseguir te responder com objetivamente porque a gente não vai saber mas se tem algo que a gente pode tirar dessa pergunta é o bom proveito desse momento agora com o melhor que a gente puder fazer dele porque mudar ele a gente não vai mudar a gente já tá aqui estamos conversando é que todos nós então o que a gente faça um bom uso dessa oportunidade para que a gente possa seguir de uma forma mais leve quando chegar a nossa hora né de que não está mais nossa irmã Regina Ainda comenta aqui saudade sem saber do que nem de onde nem de quem E aí eu lembro da página melancolia do Evangelho Segundo o Espiritismo que trata sobre esse assunto E aí vale para indicação de leitura né que pode explicar um pouco esse sentimento né que nós vamos vir a ter Marcos temos uma série nova nova assim né já tem mais ou menos um ano na televisão que se chama Baltazar que a história de um médico patologista que trabalha com medicina legal que conversa com os seus pacientes mortos e com isso ele desvenda crimes e situações na série Ele é tratado como se fosse um Psicótico né que aprendeu a lidar bem com a sua doença e que usa doença a seu favor é para quem nos assiste e que conhece eventualmente a série O Baltazar é um Psicótico ou é um médico não assisti a série ainda mas eu acho que o que poderia nos ajudar nesse sentido é justamente esse ponto que a gente tava traçando um pouquinho antes aqui que é o caráter evolutivo disso tudo né paciente Psicótico pensando aqui no contexto da descrição da série que você
se sentido é justamente esse ponto que a gente tava traçando um pouquinho antes aqui que é o caráter evolutivo disso tudo né paciente Psicótico pensando aqui no contexto da descrição da série que você trouxe tem sintomas positivos tão importantes de forma de Alucinação e visuais né que tem aí uma idade jamais avançada dentro de uma evolução natural de um processo de adoecimento dificilmente esse indivíduo conseguiria manter as funções que exigem tamanha é concentração capacidade cognitiva como o trabalho de um médico de um médico Legista né que usa Mais essa intelectualidade dentro de um processo natural de evolução dessa doença isso estaria bem comprometido e um outro ponto muito importante nessa diferenciação é a crítica do indivíduo sobre o próprio sintoma esse talvez seja um ponto mais Central disso porque dentro dos quadros psicóticos puros o indivíduo não tem crítica sobre aqueles sintomas sobre aquele pensamento o que é diferente da mediunidade na mediunidade quando a gente está trabalhando a gente tem uma impressão um pensamento Mesmo durante a psicofonia ou outra manifestação é natural que a gente tem um questionamento será que é isso mesmo Será que não é eu que tô pensando isso Será que eu não tô inventando isso da minha cabeça na onde que vem esse pensamento que coisa estranha são naturais dentro do processo de desenvolvimento mediúnico né como único no indivíduo Psicótico puro ele não tem esse questionamento eu sou Jesus encarnado e não há ninguém que me devolva dessa pensamento ou eu tenho um chip implantado na minha cabeça que medita ordens e que tem vozes que falam na minha cabeça através desse chip e nenhuma prova é capaz de mudar essa ideia daquele indivíduo não há um questionamento que a perda a perda da comunicação lógica né que é esse central do Delírio né é um sintoma cardinal dentro da Psicose esse ponto seria um ponto interessante para a gente avaliar esse indivíduo dentro da funcionalidade dependendo da série Será que ele tem uma crítica sobre
io né é um sintoma cardinal dentro da Psicose esse ponto seria um ponto interessante para a gente avaliar esse indivíduo dentro da funcionalidade dependendo da série Será que ele tem uma crítica sobre isso quais os prejuízos se eles existem na vida e na funcionalidade desse indivíduo como que se como que isso se deu como que aconteceu como que iniciou Então tudo isso faz parte de uma anamnese bem feita e que nos aproxima muito Desses desse dessa diferenciação enquanto uma vivência religiosa específica daquele indivíduo ou enquanto uma patologia Ok vamos tentar fazer um bate-bola aqui que tem algumas perguntas muito interessantes para a gente trabalhar como ajudar o integrante da família com depressão e pensamentos Suicidas a gente leva para o Centro Espírita só vai no consultório psiquiátrico O que que a gente faz pelo amor de Deus né ajuda né É isso mesmo assim primeiro ponto diante de um indivíduo com o padre depressivo e cuida de ação suicida primeiro movimento procurar ajuda de um especialista na saúde mental esse indivíduo independente das causas que o levam ao sentimento de depressão ou do pensamento de suicídio ele precisa de um acompanhamento terapêutico profissional para que ele possa se recuperar e se reaver daqueles sintomas né esse é o principal fator de impacto dentro de uma melhor então quando a gente fala de suicídio hoje no mundo cerca de 95% ou mais o suicídios eles acontecem devido a uma patologia mental não tratada ou tratada de forma incorreta se a gente consegue oferecer esse suporte quando eu falo de tratamento não tô falando de medicação exclusivamente eu posso tá falando tô falando de psicoterapia eu tô falando de grupo de apoio tô falando de teó tô falando de atividade física tô falando de uma série de coisas que tem impacto na saúde mental tudo isso são fatores de proteção para o indivíduo diante de um quadro de depressão e pensamentos Então essa é a primeira busca Agora eu não preciso escolher isso aquilo paralelo a isso se eu tenho uma crença uma religiosidade
roteção para o indivíduo diante de um quadro de depressão e pensamentos Então essa é a primeira busca Agora eu não preciso escolher isso aquilo paralelo a isso se eu tenho uma crença uma religiosidade uma espiritualidade que me permita oferecer esse indivíduo Esse instrumento também complementar eu vou buscar isso com certeza Porque os estudos também nos mostram hoje em dia que a espiritualidade ou religiosidade intrínseca que aquela que o indivíduo busca de uma forma interna sem um objetivo sem um ganho secundário Através disso ela é de forma isolada um fator de proteção também para o suicídio isso é sábio agora se eu junto essas duas coisas eu tenho dois instrumentos de Socorro de ajuda de cuidado para aquele para aquele indivíduo está passando por aquilo então não preciso excluir uma coisa entretenimento da outra se eu posso usar as duas coisas em favor de vir mesmo tá mas o tratamento com um profissional capacitado com mal acompanhamento com orientação ele é imprescindível e a gente não pode enquanto dirigentes de casas espíritas responsáveis tutores etc palestrantes é dizer para os indivíduos que ele tem que ficar só no tratamento espiritual eles precisam serem informados que ele tem necessidade de uma avaliação técnica de um profissional de saúde mental a partir disso se o profissional achar que tá tudo bem que ele não precisa de um segmento ali ele pode seguir o tratamento na Centro Espírita mas a ideia é a gente trabalha sempre em parceria sempre em comunhão perfeito Ok Marcos tem duas perguntas aqui a primeira delas que a gente gostaria de fazer é a seguinte uma pessoa que tenha um diagnóstico já estabelecido que tem o adoecimento psíquico ela pode participar de um processo de educação mediúnica ou haveria uma contra indicação legal uma pergunta muito importante também assim né então a educação da mediunidade ela é um processo que ela tem como objetivo desenvolver o indivíduo sensibilidade mediúnica etc para que ele possa de uma forma habilitada assim equilibrada E
assim né então a educação da mediunidade ela é um processo que ela tem como objetivo desenvolver o indivíduo sensibilidade mediúnica etc para que ele possa de uma forma habilitada assim equilibrada E construtiva acabar exercendo essa essa função esse papel né só que é importante a gente lembrar dentro dessa pergunta que você tá trazendo que a mediunidade ela é uma questão complexa e que alguns casos ela pode estar associado igual a gente estava falando com um transtorno psiquiátrico Então qual que seria no meu sentido bom senso diante disso o indivíduo que esteja apresentando um quadro psiquiátrico Agudo naquele momento é interessante que ele primeiro estabiliza esse quadro ele precisa estar equilibrado diante desse tratamento médico espiritual médico convencional da terapêutica psiquiatra psicologia da psicoterapia para que equilibrada a doença mental Aí sim ele está estável tá bem eu não vejo nenhum impedimento para que ele possa seguir nessas atividades com esse exceto né alguns quadros muito graves assim que a gente não tem como mesmo por uma própria comprometimento Mas independente disso e o devia estar estável tá funcional tá seguindo o tratamento dele tá bem e ele vê naquela ali um instrumento de é perfeitamento não é o uso da medicação ou não que vai ser o impedimento para ele para o exercício daquela faculdade tá mas ele precisa estar estável e acompanhamento Então esse é o critério importante que a gente precisa levar em consideração quando a gente vai calabresa desse processo de desenvolvimento mediúdo é tem uma pergunta também aqui do nosso irmão Donizete lá de Maringá tem depressão forte ou supertizantes do Espiritismo tem horas que nem parece que estou vivendo na terra a doutrina espírita pode me ajudar sou da cidade de Maringá Paraná tem algum lugar que posso procurar aqui em Maringá é só essa última parte com certeza você vai ter em Maringá tem várias casas espíritas muito boas que ele pode procurar mas eu vou te deixar com a primeira parte né a doutrina espírita pode ajudar quem tem
essa última parte com certeza você vai ter em Maringá tem várias casas espíritas muito boas que ele pode procurar mas eu vou te deixar com a primeira parte né a doutrina espírita pode ajudar quem tem uma depressão muito forte Claro Pode sim né pode ajudar de muitas formas ela pode ajudar Donizete através da terapêutica complementar Espírita né que é baseada no passe na água fluida no acolhimento na leitura de obras que estão edificantes que vamos ajudar a mudar um pouco do nosso padrão vibratório todos esses instrumentos são instrumentos nesse mesmo sentido né que servem para nos aliviar para não ser confortar para nos fortalecer dentro desse processo de crescimento de tranquilização de Equilíbrio quando a gente está passando por alguma aflição né em conjunto com isso Deus é claro que é importante que você busque também acompanhamento aqui eu não sei se tá fazendo não mas que ele seja feito de uma forma correta Às vezes a depressão ela pode ser difícil mesmo e a gente precisa testar mais de uma medicação Até que a gente consiga realmente aquela que melhora adapte para aquele indivíduo que vai ter uma resposta melhor que vai ter uma adaptação melhor para o indivíduo Mas uma coisa que é uma coisa que eu sugiro para todos os pacientes que eu atendo que é o seguinte se você tá em tratamento e aí será por Donizete Mas serve para todos nós se a gente está em tratamento se a gente tá tomando um remédio faça um exercício simples que eu tenho certeza que isso vai te ajudar tanto no tratamento como uma disposição íntima sempre que você for tomar o remédio na hora que você for tomar tira ali um minutinho dois minutinhos que for para você fechar os seus olhos imaginar esse essa medicação fazendo o construindo oferecendo para você aquilo que você almeja tenta jogar seu pensamento para que aquela medicação realmente chegando no seu cérebro chegando no lugar que ela tem que chegar fazendo o papel dela papel químico de harmonizar o seu corpo e gerar seu equilíbrio e vai tentando
para que aquela medicação realmente chegando no seu cérebro chegando no lugar que ela tem que chegar fazendo o papel dela papel químico de harmonizar o seu corpo e gerar seu equilíbrio e vai tentando construir um sentimento de gratidão por aquela oportunidade daquela medicação tá te ajudando tá te oferecendo um recurso agradecendo por oportunidade e ter algo que pode te ajudar nessa caminhada a depressão muitas vezes ela é um processo mesmo é uma jornada é uma caminhada muitas vezes ela não é como antibiótico a gente toma cinco dias e melhor mas no fundo assim eu acredito que ela sempre tem algo para nos trazer como reflexão Então procure alimentar esse pensamento positivo em relação a medicação imaginando ela sendo acolhida pelo seu corpo agradecendo ela a função dela no seu organismo para Que ela possa te ajudar e mentalizando aquilo que você deseja construir com ela que que você quer ter enquanto melhora com aquela medicação vá pensando nisso vibrando nisso para que isso possa favorecer seu equilíbrio e o seu processo de crescimento e junto com isso de uma forma mais filosófica se questionando refletindo dentro da psicoterapia com você mesmo que que é que essa doença tem para me ensinar que que eu posso aprender a partir dela Quais são as reflexões e eu posso trazer para minha vida em como instrumento de progresso se a gente caminhar assim eu tenho certeza que Independente se com depressão ou sem depressão a gente vai estar caminhando no caminho certo é que é o caminho dentro da nossa melhora e do nosso Progresso algumas outras perguntas foram feitas mas não tem a ver diretamente com o nosso tema da noite de hoje E aí nós não vamos estar debatendo essas questões né que a gente que foram apresentadas mas eu gostaria barcos de ouvir as suas recomendações finais de como a família pode ajudar a pessoa que está aí passando por essas dificuldades de um transtorno de um adoecimento seja primeira crise seja já um quadro crônico Como essa família pode trabalhar esse membro da sua família Luz
ar a pessoa que está aí passando por essas dificuldades de um transtorno de um adoecimento seja primeira crise seja já um quadro crônico Como essa família pode trabalhar esse membro da sua família Luz da doutrina espírita legal Muito obrigado eu acho assim como a gente retomando aquele ponto que eu trouxe né primeiro ponto a gente sempre refletir e quando a gente tem alguém passando por uma adoecimento mental no nosso âmbito familiar Aquilo é uma experiência para toda a família todos nós estamos implicados e relacionados daquilo de alguma forma estar implicado não quer dizer que nós precisamos sofrer juntos nós precisamos passar por todos os dificuldades juntos com aquele indivíduo mas que a gente precisa refletir Qual o nosso papel diante daquele quadro diante daquele adoecimento feita essa reflexão nós vamos um ponto importante a gente encontra família garantir aquele indivíduo o acesso dentro do possível há um tratamento a um segmento com um profissional de saúde mental adequado capacitado para ajudá-lo dentro daquele processo se a gente tem abertura ou se a gente tem abraço alguma crença alguma religiosidade específica ou espiritismo como nós como nosso caso também ajudar aquele indivíduo a procurar Esse instrumento de conforto de consolo de ajuda se assim fizer sentido para ele e junto com isso uma coisa que a gente não pode esquecer que a gente passa batido Evangelho no Lar criar o momento de oração em casa para que a gente possa tirar essa reflexão fazer esse contato íntimo com o criador com os nossos defeitores espirituais para que isso não só nos fortaleça enquanto família mas que também nos traga a proteção individual e do ambiente para o nosso lar né às vezes que eu fico pensando assim é que a gente usa a gente fala muitas vezes também né que a gente faz acontecer um problema na nossa vida alguém adoecer qualquer coisa que que a gente vai fazer Vai atrás do médico vai atrás do psicólogo vai atrás do remédio vai atrás porque vai corre ali corre lá vira muito ponta cabeça
ma na nossa vida alguém adoecer qualquer coisa que que a gente vai fazer Vai atrás do médico vai atrás do psicólogo vai atrás do remédio vai atrás porque vai corre ali corre lá vira muito ponta cabeça esgotado tem energia para nada que acho que nada mais funciona a gente fala assim agora só me resta rezar como se a oração a prece fosse no último recurso depois que funcionou e às vezes ela precisa ser o primeiro porque é o que vai nos fortalecer para continuar e estar dentro dessa jornada Então se a gente não tiver esses momentos de reflexão de abastecimento de conexão com essa espiritualidade interna seja através do ambiente a casa Espírita da natureza mas que seja uma coisa profunda interna verdadeira nossa a nossa intimidade Como Jesus nos convidava a adentrar o nosso quarto escuro e rezar em silêncio né a gente fazer esse movimento no coração a gente dificilmente vai dar conta de das coisas que a gente precisa dar conta não é fedore a oração às vezes ela tem que vir primeiro lugar e permanecer junto até o final porque é um instrumento que é o recurso que a gente está tendo disponível perfeito é nós temos aqui uma sugestão de bibliografia Da nossa irmã Carla que fala o seguinte acalme a resignação auridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro não ao Espírito uma serenidade de que é o melhor preservativo contra loucura e o suicídio emana no livro ceifa de luz muito boa cara boa Carla sua contribuição e a nossa irmã Angélica coloca o agradecimento pelos esclarecimentos e ela fala assim é o exercício antes de tomar medicamento receitado pelo médico mentalizar do medicamento ação e o mecanismo de melhora muita gratidão por isso Marcos o tempo acabou foi tão rápido e foi tão bom e foi tão bom nós nos veremos Em outro momento aqui para continuar conversando sobre essa questão considerando que nos dias atuais os transtornos mentais estão crescendo na nossa sociedade nossa gratidão a você a anos São Paulo pela sua participação e fico convite para próximas participações
estão considerando que nos dias atuais os transtornos mentais estão crescendo na nossa sociedade nossa gratidão a você a anos São Paulo pela sua participação e fico convite para próximas participações aqui conosco tá bom Marcos agradeço muito obrigado Mais uma vez pela oportunidade Tá bom meus irmãos na próxima semana nós vamos continuar estudando essa questão do aspecto espiritual e a sua interferência nas nossas relações do nosso dia a dia o nosso tema vão ser os processos obsessivos no lar nós vamos conversar com o nosso querido Frederico Bifano coordenador adjunto da área da família e a nossa irmã Regina Souza trabalhadora da área da mediunidade da Federação Espírita brasileira um grande beijo no coração de todos muita paz muita gratidão e uma excelente semana Lembrando que disse o Marcos vamos lembrar de orar mais isso é necessário para que a gente tenha equilíbrio grande beijo para todo mundo pessoal até lá tchau tchau Você gostou deste conteúdo então nos ajude a manter Este trabalho a febre TV está presente em multipla plataformas para alcançar você Onde Estiver nas maiores e principais redes sociais como YouTube Facebook Instagram Tik Tok e kauai em sites modernos e individualizados para cada programa com conteúdos extras que permitem que você amplie e aprofunde suas experiências nas principais plataformas de áudio streaming como Spotify Deezer técnicos programadores designers e juntos da febtv e da FEB lives companheiras diárias das suas e das nossas vidas e aí podemos contar com a sua colaboração a padrini a febtv acesse www.febtv.com.br e faça parte dessa rede de investidores do bem estamos com você através da febtv
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