MATERNAGEM, FUNÇÃO PSÍQUICA E ESPIRITUAL - Denizard de Souza [PINGA LUZ]
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que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa noite, amigos. Boa noite, amigas. Bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Que a paz de Jesus esteja conosco neste momento em mais a em mais uma apresentação do nosso programa Pinga Luz, né? é a nossa sexta-feira cultural que a gente pode denominar com muitos conhecimentos que aqui serão passados pelo nosso irmão Denizá acerca da psicologia e a e o espiritismo. É, saudamos também a todos aqueles que estão nos assistindo pelos nossos canais de transmissão, que sintam-se também acolhidos nesta casa de prece, de oração, de fraternidade, de caridade. Sejam todos muito, muito bem-vindos à nossa casa. Eh, gostaria de passar uma informação a vocês. Eh, a casa, né, a comunhão espírita de Brasília, nós estamos com uma campanha do agasalho. Então a sua doação, ela vai aquecer várias vidas e estamos atendendo no momento 150 famílias e a cada sexta-feira 40 moradores de rua. Eles em situação de rua, né? Eles vêm aqui para poderem eh participar do programa do do acolhimento, que é o mãos estendidas. E aí, se vocês puderem doar, tá? Então, o que que vocês vão doar para cá, caso vocês possam? São cobertores, agasalhos femininos e masculino, também agasalhos infantil, tá? Calçados, meias, toucas, bonés. E vocês podem entregar no almoxerifado aqui da comunhão espírita no sábado ou na quarta-feira de 7 até às 17:30. E demais dias vocês podem entregar no período da manhã de 7 até às 19:30 ou entregar lá na portaria. Então aqueles que se sentirem concitados, né, eh poderem participar conosco, ajudar neste momento que nós estamos passando, né, esse frio que se iniciou em Brasília, né, e aí muitos deles precisam da nossa ajuda, tá bom? Eh, e também vamos ter a festa junina promovido pela o nosso lar, né, que é o orfanato e casa abrigo, eh, que a comunhão espírita acompanha. Então, será no dia 1eo de junho, no primeiro domingo, né, e vai ser das 12 até às 22 horas. Nós vamos ter comidas típicas, comidas muito gostosas lá, quadrilhas e
h, que a comunhão espírita acompanha. Então, será no dia 1eo de junho, no primeiro domingo, né, e vai ser das 12 até às 22 horas. Nós vamos ter comidas típicas, comidas muito gostosas lá, quadrilhas e outras apresentações, tá bom? E aqueles que que quiserem fazer a compra dos ingressos antecipados, vocês podem se dirigir no primeiro andar. Eh, vai ter um rapaz lá ao lado que ele estará vendendo as cartelas. Cada cartela custa R$ 25. Então, geralmente a gente compra antecipado para que a gente possa também fazer a compra de alguns eh alimentos, algumas coisas que serão usados, tá bom? para poder confeccionar essas comidas, tá certo? Então, era isso. Eh, eu vou fazer uma leitura de harmonização para que a gente possa entrar em sintonia antes da gente começar o nosso programa. E eu escolhi o livro Fonte Viva, eh, de Chico Xavier, pelo espírito de Emanuel, o capítulo 77, Pai Nosso. Pai Nosso, eh, Jesus, Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículo 9. A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas. Cada palavra dentro dela tem uma fulguração de sublime luz. De início, nosso mestre divino lança-lhe os fundamentos em Deus, ensinando que o supremo doador da vida deve constituir para todos nós o princípio e a finalidade de nossas tarefas. É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos impulsos no plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil. O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço na ação de pensar e falar, ensinar e fazer. Em seguida, com um simples adjetivo possessivo, o mestre exalta a comunidade. Depois de Deus, a humanidade será o tema fundamental de nossas vidas. Compreendemos as necessidades e as aflições, os males, as lutas de todos os que nos cercam, ou estaremos segregados no egoísmo primitivista. Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a terra pertence-nos de algum modo. Os soluços de um hemisfério repercute no outro. A
s cercam, ou estaremos segregados no egoísmo primitivista. Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a terra pertence-nos de algum modo. Os soluços de um hemisfério repercute no outro. A dor do vizinho é uma advertência para nossa casa. O erro de um irmão examinado nos fundamentos é igualmente nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade menos perfeita. gerando suas causas perigosas e por isso tragédias e falhas dos outros afetam-nos por dentro. Quando entendemos semelhante realidade, o império do eu passa a incorporar-se por célula bendita a vida santificante. Sem amor a Deus e à humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração. Pai nosso disse Jesus para começar. Pai do universo, nosso mundo, sem nos associarmos aos propósitos do pai na pequenina tarefa que nos foi permitido executar, nossa prece será muitas vezes simplesmente repetição do eu quero, invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de insensatez e de amor. Perfeito esse capítulo pra gente poder chegar em casa, reflexionar acerca do que foi falado aqui, meus irmãos. Então, vamos fazer uma prece para darmos início ao nosso programa da noite de hoje. Aqueles que se sentirem eh convidados a fechar os seus olhos, podem fazê-lo. Então, vamos elevar os nossos pensamentos ao alto, agradecendo a presença do Pai Celestial. a presença do nosso querido Rabi, nosso mestre Jesus, a nossa mãe santíssima, nossa amada mãe que nos cobre com seu manto, a toda a espiritualidade benfeitora, ao benfeitor desta casa, Dr. Bezerra de Menezes, para que nos assista neste momento, Senhor. Seja conosco. Se conosco, Senhor, sempre auxiliando o nosso irmão que irá proferir a sua palestra e todos os conhecimentos que ele nos passar, que possamos reflexionar, que possamos também compartilhar com nossos irmãos, os nossos amigos, aqueles que nos são tão queridos, os nossos familiares, que seja uma lição para nossa vida. E assim, Senhor, pedimos a sua permissão para darmos início a mais um programa Pinga Luz
, os nossos amigos, aqueles que nos são tão queridos, os nossos familiares, que seja uma lição para nossa vida. E assim, Senhor, pedimos a sua permissão para darmos início a mais um programa Pinga Luz deste mês, dizendo graças a Deus e graças a Jesus, que assim seja. Eh, o programa ele, eu esqueci de falar isso, o programa ele se realiza primeiramente com a nossa palestra e, posteriormente eh teremos as perguntas, vocês poderão fazer as perguntas de vocês no momento que ele estiver fazendo a palestra. eh vai passar uma uma das nossas auxiliares, ela vai passar com uma prancheta e vocês vão poder fazer as perguntas de vocês que serão direcionadas a nós e nós posteriormente vamos fazer a pergunta, tá bom? Então participe, é um momento muito importante essa interação que vocês possam ter aqui conosco neste momento, tá certo? Então é isso. Boa palestra a todos vocês. Boa palestra, meu irmão. Eu, eu quero lá. Eu não conversei com meus amigos, muito boa noite a todos. Sejamos todos carinhosamente acolhidos pela comunhão espírita de Brasília e que nós tenhamos a oportunidade de estudar, de estudarmos juntos esse tema celebrativo no mês de maio, que é o tema da maternagem. Também quero estender os melhores votos de gratidão pela presença de vocês, mas também de muita alegria por aqueles que estão participando da palestra do Pinga Luz através dos veículos de comunicação da nossa instituição, sobretudo o YouTube. a todos a nossa melhor acolhida fraterna. Então, a o Pingaluz está dentro dessa perspectiva de nos dar a oportunidade de fazer uma uma conversa, um diálogo, de promover o diálogo entre aquilo que está dentro do contexto da informação espírita. e aquilo que estar ali ah interagindo conosco em outros campos de conhecimentos e saberes, como por exemplo, o campo da psicologia. Então, o Pingaluz, ele tem a característica de colocar em diálogo o espiritismo com a atualidade, trazendo para a atualidade o nosso debate e também, por outro lado, tem o objetivo de oportunizar ao público ah as
galuz, ele tem a característica de colocar em diálogo o espiritismo com a atualidade, trazendo para a atualidade o nosso debate e também, por outro lado, tem o objetivo de oportunizar ao público ah as perguntas, né, o debate, a a participação do público com perguntas e questionos. Então, a ideia é que tão logo a nossa colaboradora esteja no auditório, né, a nossa amiga esteja aqui, ela vai trazer lápis, caneta, papel para vocês e ao longo da palestra vocês vão elaborando as questões para que a gente possa respondê-las ao final. Então vocês têm aí o tema maternagem, função psíquica e espiritual. Vocês vão ver ao longo da palestra que há uma distinção em psicologia no conceito de maternagem e maternidade. Certamente maternidade é um conceito mais conhecido, popular, né? Mas a maternidade aqui, ela será vista como uma função. Se nós nos voltarmos para esse grande psicólogo norte-americano chamado William James, que participou da criação da teoria funcionalista em psicologia, do da ideia de que existem funções mentais, não é? Então, a gente pode dizer que há uma função mental, uma função psíquica. e espiritual ligada à maternagem, que ela seria uma função psíquica e espiritual. E aí nós trouxemos aqui essa frase extremamente otimista e que coloca na responsabilidade da maternagem uma tarefa extraordinária. A frase é do filósofo e educador francês que escreveu obras importantíssimas para nossa sociedade moderna, como, por exemplo, o contrato social. É de Jean Jaques Rousseau. O contrato social. Nós somos uma sociedade contratualista que cujo estado está influenciado por uma ideia de contrato social racional. Russ escreveu o contrato social, escreveu a sua obra Emily. Ele foi um dos grandes educadores do mundo moderno, filósofo e educador iluminista. E a frase dele é simplesmente impactante, porque diz: "Os homens sempre serão o que as mães fizerem deles." Alguém que for mãe ou que queira ser mãe nessa hora pode estar a se perguntar: "Mas será que é tão determinista assim? Será que a mãe, as mães têm o
s homens sempre serão o que as mães fizerem deles." Alguém que for mãe ou que queira ser mãe nessa hora pode estar a se perguntar: "Mas será que é tão determinista assim? Será que a mãe, as mães têm o poder de determinar o que os homens serão? Rousseau, aposta que sim e coloca na missão da maternagem a tarefa de desenhar o caráter dos homens. E ele dizia que o caráter era como um livro em branco, cujas páginas seriam escritas pela educação, pelos pais. Mas aqui os homens sempre serão o que suas mães, o que as mães fizerem deles. Jean, Jaques, Roussau. Aqui vocês têm uma imagem que é o que a gente chama de uma imagem da grande mãe. A grande mãe é essa simbólica da maternagem que no nosso caso entre cristãos, nós vamos identificar essa mãe, a a figura da grande mãe, a simbólica de uma maternagem arquetípica, isto é, que vem do do inconsciente coletivo da humanidade, não é? Que povoa o imaginário social. e que estaria encarnada na figura de uma mãe celeste, de uma mãe que tivera sido, que fora a mãe de Jesus Cristo. E nela nós fazemos a construção, a referência desse arquétipo que se faz mãe. O arquétipo é uma função psíquica profunda na psicologia analítica. Então, um arquétipo é uma estrutura psíquica que vai ganhar vida à medida que ele se encarna, né? Então, o Jung dizia que o arquétipo da perfeição moral foi Jesus. Nós poderíamos dizer que o arquétipo da política se reencarnou em grande a grande função psíquica que de repente toma a forma humana. E aqui é o arquétipo da mãe celeste, a grande mãe, nessa foto belíssima, não é? Tentando eh recordar a grande mãe Maria. Como sempre, trazemos algumas questões para estimular o debate. São questões que vocês poderiam fazer ao final e vocês poderão repeti-las até porque nem todas elas incidirão em slides e nem todas elas eu vou responder durante a palestra propositadamente. Então aqui tem a primeira pergunta: o que significa em psicologia analítica, a simbólica da grande mãe. Isso aqui a gente vai falar ato contínuo. O que é
responder durante a palestra propositadamente. Então aqui tem a primeira pergunta: o que significa em psicologia analítica, a simbólica da grande mãe. Isso aqui a gente vai falar ato contínuo. O que é maternagem? Também vamos apresentar. Qual o papel do vínculo mãe bebê na saúde mental de ambos? Vocês terem ideia, há uma disciplina na formação em psicologia chamada abordagem psicanalítica do vínculo mãe bebê. Aí é abordagem 1 2 3 4. Várias disciplinas preocupadas em entender esse vínculo que é o vínculo primordial, o vínculo primeiro, o vínculo sem o qual não há continuidade da espécie nem da vida. O vínculo mãe e filho. vínculo esse que passa pelo olhar da mãe em torno do bebê, sobretudo no primeiro ano de vida, mas não somente aí, passa pela amamentação, passa pelo vínculo afetivo, passa pela o pelo modo como a mãe acolhe esse bebê nos afetos dela, nos sentimentos dela, no mundo afetivo da mãe. Esse vínculo há de ser oceano dentro do qual bebê vai navegar, vai nadar literalmente. É no oceano dos afetos maternos que o bebê navega e que a criança navega depois estendendo esse oceano ao relações com o pai e toda a família. Mas esse vínculo primordial, ele é simplesmente determinante da saúde mental do sujeito no futuro. Conforme esse vínculo seja duradouro, não se veja ameaçado, não represente um vínculo de eh que resulte abandono e que seja contínuo, estável, duradouro, que a criança se veja no lugar do afeto materno. Isso Jair já coloca 70% da saúde mental de qualquer pessoa, preservando o adulto, o jovem, o jovem adulto no futuro da ansiedade, da insegurança emocional e dos extremos mentais, que são as doenças mais graves, a psicotização do sujeito ou até os quadros eh outros. eh, de manifestação de transtornos da personalidade. Então, esse vínculo é constitutivo do sujeito, ele é uma marca indelével e a mãe vai repousar no inconsciente do filho, como dirá Lacan, discípulo de Sigmo Frod Jax Lacan, ele vai dizer: "Os pais escrevem com uma tintura indelével, com uma marca indelével. a sua marca no
l e a mãe vai repousar no inconsciente do filho, como dirá Lacan, discípulo de Sigmo Frod Jax Lacan, ele vai dizer: "Os pais escrevem com uma tintura indelével, com uma marca indelével. a sua marca no inconsciente dos filhos e a mãe será esse lugar de de afetos que vai inundar a alma do bebê. Então esse vínculo é primordial, ele é a base. tem esse vínculo, o sujeito fica flutuando sem saber situar-se quando adulto, sofrendo de estados de insegurança, sofrendo eh de ansiedade patológica, de estados anciogênicos, inclinando-se à depressão e como se não se posicionasse no mundo, porque a posição primordial dele, que é o lugar de origem que nunca mais ele vai conseguir desabitar esse lugar. O lugar de habitação primordial dele é do afeto materno. Se ele morou nessa casa afetiva um dia, na primeira infância, na segunda infância e também na adolescência, mas sobretudo primeira e segunda infância, tá constituída a base de um lar afetivo de natureza materna. Esse lar remete à psique humana, não a casa e nem mesmo a família, mas a habitação, a mãe que habita a alma do filho. O que é a mãe suficientemente boa? Não vou comentar agora porque vem em seguida. A maternagem é inata ou adquirida? A maternagem é da ordem do biológico, do inato. A mulher traz consigo a maternagem. Ou a maternagem é algo que se aprende, é uma característica que se adquire em sociedade pelo aprendizado. Qual a diferença entre maternidade e maternagem? Vamos ver que são coisas diferentes. Quais as consequências psicológicas da quebra do vínculo mãe e filho no período da infância? Deixamos essa pro final. O que é a paixão patos em grego, afetos do filho pela mãe, que é aquele édipo clássico de Freud, né? O que é esse patos, esse essa paixão que a criança há de direcionar a sua mãe? Vamos lá. Então, o que significa em psicologia analítica a simbólica da grande mãe? O inconsciente masculino guarda uma dimensão interior feminina a ânima. Aqui foi só para dizer que em psicologia analítica a psiquê é uma síntese
ica em psicologia analítica a simbólica da grande mãe? O inconsciente masculino guarda uma dimensão interior feminina a ânima. Aqui foi só para dizer que em psicologia analítica a psiquê é uma síntese masculino ou feminino. Ninguém se iluda. Há um ânima e um ânimos em toda a alma humana. a ânima, representando o arquétipo do feminino, trazendo toda a vertente do que é o feminino em a psiqu. E aí o Jung vai mais ou menos caracterizar a ânima e o ânimus e vai dizer que todo homem tem ânima e toda mulher tem ânimos. A alma masculina. Então, a psiquê ela não é divid ela não é excludente, ela é sintética, ela é uma síntese de forças psicológicas. justamente por isso, à medida que o espírito evolui, ele começa a liberar-se, libertar-se de caracteres ancestrais ligados unicamente à dominação, a força e à violência. E ele vai se ele vai subindo numa escala evolucionária a ponto dele na condição masculina. E eu sempre me lembro de Chico Xavier quando falo disso, ele guardar a feminilidade do acolhimento, a feminilidade da delicadeza, a feminilidade da intuição, a feminilidade da profundidade e do amor transcendente. Então ali ânima e ânimos já dialogam de uma maneira holística e não em um polo ou outro. A experiência e a prática da maternagem ocorre sobre a ESDE de Anânima, arquétipo feminino. Então, a maternagem que verão é uma prática, é uma prática social, uma prática humana, uma prática feminina, ocorre sobre a égede da alma, da ânima feminina, do arquétipo feminino. E Ung denominou este processo da individuação de um arquétipo, a grande mãe. Então você tem uma grande estrutura psíquica oriunda do inconsciente coletivo, que vai se individuar, vai ganhar forma em uma dada mulher e tornar-se anela a grande mãe, se manifestará nela a grande mãe. Claro que os senhores podem imaginar o quão mais raros são a encarnação dessa grande mãe, mas é a individuação de um arquétipo. A mãe arquetípica povoaria o inconsciente coletivo da humanidade. Já vimos isso na figura de Maria. O que é
r o quão mais raros são a encarnação dessa grande mãe, mas é a individuação de um arquétipo. A mãe arquetípica povoaria o inconsciente coletivo da humanidade. Já vimos isso na figura de Maria. O que é maternagem? Vejam agora, a maternidade é uma pauta inata e gera apego a próle. A maternidade seria a condição primeira, vamos chamar assim, na potência biológica de ser mãe. A mulher, a menina, a menina no polo biológico feminino, a menina traz a potência de seus óvulos e isso é uma potência inata. a menina já tem a quantidade de óvulos que ela vai ao longo da vida biológica do organismo feminino, liberar essa potência é a maternidade em si. É uma pauta inata. E essa pauta inata, ela é da ordem da biologia e da espécie. Se não houver essa condição de maternidade, e se essa maternidade, como como disse o Inicol, discípulo de Freud, não gerasse um apego instintivo à Prolle. E esse apego ainda não é o vínculo complexo de afetos, mas é o apego da ideia da filiação, da ideia da próle, da ideia do filho. Apego tão intenso que está em toda a natureza. Você vai ver a maternidade em todas as espécies de reprodução de de reprodução sexuada. Então, onde h a figura feminina entre os mamíferos em todos os seres vivos, você vai encontrar a maternidade gerando apego à próle, gerando cuidados com a próle, os filhos. Essa é a condição biológica do fenômeno maternidade. A maternidade é uma função também psíquica e espiritual, podendo ou não se tornar maternidade, maternagem. Então, presta atenção agora. sendo função da alma, ela vem sendo elaborada na alma. E aqui agora já usando as reencarnações, ela é das zonas profundas do psiquismo. Ela é uma função não só biológica, mas psíquica, que todo ser, podendo reencarnar-se na condição de mulher, há de trazer a função psíquica e espiritual, há de trazer as estruturas na alma da maternidade. Esta mulher vai aceitar a tarefa da maternagem, se ela vai desenvolver a expertise da maternagem, se ela vai aprender a maternagem, é outra conversa, mas ela tem a condição
ras na alma da maternidade. Esta mulher vai aceitar a tarefa da maternagem, se ela vai desenvolver a expertise da maternagem, se ela vai aprender a maternagem, é outra conversa, mas ela tem a condição de possibilidade que é a maternidade. Porque a maternagens é uma prática. Muitas mulheres não se tornam mães e há de se compreender razões inúmeras para a mulher que não se tornou mãe e não apenas a condição biológica de infertilidade e não apenas o fato de não ter tido um casamento ou um relacionamento contínuo, mas por razões inúmeras, eventualmente até espirituais, aquela mulher não se tornou mãe, mas ela tem a mat a maternidade em si, mas não teve a oportunidade de pratic Ela tem a maternidade, mas não teve a oportunidade de praticar a maternagem desse lugar. A maternagem enquanto prática de ser mãe completa a função da maternidade. Então, observe aí, vocês já podem presumir naturalmente que a mãe que cujo filho a adotou e ela adotou seu filho, ela vai desenvolver a maternidade que já traz e completará isso na sua prática de maternagem. Então, a maternagem é uma prática que completa, que fecha o ciclo, porque envolverá um trabalho. Maternagem é trabalho e aquelas que são mães sabem disso e muito trabalho. Trabalho para toda a vida. É uma missão, é uma prática humana, social, cultural e espiritual que só se completa na prática. Não há como se ser mãe de forma metafísica. desejando na mente ser mãe. Então, a maternidade maternagem compa completa a maternidade. A maternidade está no espírito, sendo condição de possibilidade à maternagem. Então, como função psíquica, a maternidade está íncita na alma, pronta para ser executada. Se isso vai se tornar possível, uma série de razões serão necessárias que se coloque como condição de possibilidade. A mulher há de ter feito uma gestação. Essa gestação teve o êxito adequado. A criança nasceu, ela sobreviveu. No passado havia muita morte natural biológica da mãe e de crianças por precariedade das condições médicas. Então, a condição de de possibilidades
e o êxito adequado. A criança nasceu, ela sobreviveu. No passado havia muita morte natural biológica da mãe e de crianças por precariedade das condições médicas. Então, a condição de de possibilidades se completou na maternagem. A potência da maternidade está na biologia, como já dissemos, é uma potência, é algo íncito em natureza biológica da mulher, a condição de ovulação, a condição de a potência para a maternidade biológica, mas somente se converte em maternagem como escolha. Observe que é escolha. E aqui, gente, eu quero abrir um parêntese definitivo para dizer a guardiã da vida biológica de um feto é a mãe. O estado pode criar e descriar todas as leis possíveis e imagináveis. A guardiã da vida é a mulher e é a mãe. Se ela desistir da gravidez, não terá estado, não terá lei, não terá punição que vai impedi-la. E por isso a cultura e a política se equivocam quando querem resolver o problema do aborto por decreto. Deveríamos resolver sim o problema da vida por investimento na maternidade educacional, social, emocional, de acolhimento, de tarefa social, de acolhida da mãe, porque ela é a guardiã da vida. Se ela quiser desistir de ser mãe, isso representará consequências para sua vida, mas ela poderá fazê-lo. Então, a potência da matern maternidade está na biologia, mas somente se converte em maternagem como escolha. A mãe sustentou, agora ela começou a prática da maternagem. Ela sustentou a gestação, muitas vezes sozinha, porque o companheiro foi embora. e responsável e equivocadamente. Ela sustentou a gestação por 38 semanas. Ela sustentou as modificações biológicas do seu corpo. Ela sustentou as dificuldades biológicas e por ter sustentado, ela fez uma escolha da pela vida. Ela agora viu o seu filho nascer e agora ela vai dar continuidade à prática da maternagem, que é a prática da amamentação, que é a prática de se acordar de madrugada para que a criança não fique com fome, que é a prática de olhar nos olhos da criança para que ela se perceba no lugar do lugar de afeto materno. Isso é uma
, que é a prática de se acordar de madrugada para que a criança não fique com fome, que é a prática de olhar nos olhos da criança para que ela se perceba no lugar do lugar de afeto materno. Isso é uma prática humana, antropológica, antiga, tanto quanto a espécie. É uma prática de amor. É uma prática mediada por valores de altíssimo nível que garantem a continuidade da espécie e que torna possível que nasça no mundo, que renasçam no mundo personalidades como Albert Einstein. Imaginem vocês, gente, o que que seria da humanidade se a mãe de Ain desistisse da maternagem com Einstein. O que seria da humanidade se a mãe de Mahatma Gandhi desistisse da maternagem com Mahatma Gandhi? E claro que nem precisa dizer o que seria da humanidade ser a mãe de Jesus Cristo, a mãe de Buda e a mãe de todos nós que estamos aqui, cujas vidas só existem porque uma mãe fez uma escolha de sustentar essa maternagem e a transformou em prática ética, prática de renúncia, prática de valores, prática de cuidados, práticas espirituais, prática de amor. Prática de afeto. Não é um fenômeno metafísico, é uma prática cotidiana. Tem uma prática social mediada pela cultura e pelos valores. Exercício e prática do amor materno. É na maternagem que se estabelecem os vínculos de afeto com a próle. Então, observem, uma coisa é o apego à próle. A maternidade é biológica, é inata e ela já dá o apego. Todas as espécies vivas tem apego à sua próle. E a mãe, se ela viver o fenômeno gestacional, ela vivencia o o fenômeno do apego à próle. se isso vai se converter em vínculo ou ela vai depois da criança nascer destinar a doação ou até cometer um ato transtornada por uma depressão porerperal, transtornada em um estado psicótico peral e até querer matar a criança. Isso é outra etapa. Mas o fenômeno da maternidade é garantidor da ideia do apego à prole, do apego à prole ao filho. Isso, isso é a base para a continuidade das espécies. Se isso vai se transformar em maternagem, é outra etapa. Agora sim, vai virar vínculo de
dor da ideia do apego à prole, do apego à prole ao filho. Isso, isso é a base para a continuidade das espécies. Se isso vai se transformar em maternagem, é outra etapa. Agora sim, vai virar vínculo de afetos. Afetos são amores, cuidado, o romance familiar, a bondade, a dedicação, a renúncia. Aí são os afetos que vai gerar vínculos com a próle, vínculos duradouros, estes afetivos e não apenas apego. Então, gente, vamos lá. Mãe suficientemente boa ou heroína? Vejam só. Aqui nós trazemos dois modelos que povoam o imaginário social, que povoa a sociedade sobre mãe. O conceito suficientemente boa não é meu, é de Digmo Freud, criador da psicanálise. A mãe suficientemente boa na maternagem suficientemente boa, maternagem suficientemente boa é suficientemente presente, claro, né? Para ser uma prática de maternagem bo suficiente, que dê provimento à suficiência, tem que estar presente. Eu tenho uma paciente na clínica eh tive, na verdade, justamente por isso, sem dizer o nome e jamais saberá a que estou a me referir. Inclusive, sem dizer o nome, esta paciente, ela quando o filho era bebê e durante os primeiros anos, muito jovem, ela ficava o tempo todo na internet, enquanto a criança estava no berço, muitas vezes sozinha e até chorosa. Depois, na fase adulta, este processo retorna para ela, revisita para ela como um fantasma que ela traz na clínica, no atendimento psicológico. Então, a presença materna é a presença suficiente, não necessariamente é a presença de 24 horas, porque a mulher pode trabalhar, mas ela pode, quando estiver presente estar integralmente presente com o filho. E daí a sociedade foi percebendo que era necessário 6 meses. Tem alguns países que dão 9 meses e por aí vai. Mas a presença materna é tem que ser suficiente, tem que dar da prover a suficiência da figura materna diante do bebê e da criança pequena. Ela é suficientemente afetuosa porque é a mãe que manifesta seus afetos, seus afetos tocando o bebê, tocando a criança, acariciando-lhe, abraçando-lhe,
ura materna diante do bebê e da criança pequena. Ela é suficientemente afetuosa porque é a mãe que manifesta seus afetos, seus afetos tocando o bebê, tocando a criança, acariciando-lhe, abraçando-lhe, amamentando-lhe. Ela tem capacidade manifestadora de afetos. Ela tem a capacidade de fazer passagem ao ato aos seus afetos. Então, há suficiência de afetos. Ela é suficientemente acolhedora, né? Ela é suficientemente dedicada. Ela não transfere a sua tarefa para outros funcionários, babás. Ela pode ter alguém que lhe ajuda enquanto ela precisa dormir. Pode ser o pai, pode ser a babá, pode ser um funcionário, porque ela precisa dormir para proverbite materno. Sem sono não tem leite. Mas isso não quer dizer que ela não estará dedicada ao seu filho até durante o sono, mas ela não transferiu a tarefa para outros suficientemente dedicada, suficientemente consciente dos limites da relação mãe e filho na infância, juventude e na fase adulta. Pronto. Aqui agora eu trago para vocês uma questão que via de regra, a mãe por influência cultural, por influência religiosa, ela não se dá conta que, como toda a relação humana, a relação com os filhos tem limites. Quais são os limites? O a o o o filho é adulto, tem 40 anos e a mãe não consegue estabelecer um limite na relação para que ela não seja a mãe absolutamente invasiva na vida privada do filho adulto, para que eventualmente esse filho ponha-se no lugar do adulto e a relação entre ela e o filho seja entre adultos. Isso é estabelecer limite. Mas os limites por causa da influência cultural nem sempre são claros. E você vê desequilíbrios, chega na clínica desequilíbrios na relação mães e filhos. Porque a mãe influenciada pelo paradigma da heroína, ela não se faz a mãe racional que equilibra, que sabe que com a criança de um jeito, com o adolescente do outro, com jovem adulto diferente. Somente na função imaginária, no nosso imaginário, a gente pensa que a mãe será a mesma toda a vida. Não pode selo, gente. A mãe de uma criança de 2 anos
lescente do outro, com jovem adulto diferente. Somente na função imaginária, no nosso imaginário, a gente pensa que a mãe será a mesma toda a vida. Não pode selo, gente. A mãe de uma criança de 2 anos tem precisa ser uma e a mãe de um sujeito de 30 anos tem que ser outra. O amor pode ser o mesmo, mas a conduta é outra, porque ela sabe que a temporalidade determina limites e que o desenvolvimento da personalidade do seu filho demanda limites. Então essa é uma coisa curiosa, os limites da relação mãe e filhos na maternagem suficientemente boa. E eu não estou aqui a dizer que esse lado aqui do slide, no meu caso à esquerda, ele é ruim, não é o suficiente. Se a gente fizer essa tarefa de casa aqui, nós teremos uma sociedade mais saudável. Não aspira a transcendência humana, é só o suficiente. Não aspira a transcendência humana materna. Provê vínculos saudáveis e duradores com a próle. No lado da heroína, povou o imaginário social, a mãe heroína, não é? A gente não compreende que a mãe é uma condição humana e a maternagem é uma prática social com limites que envolve trabalho, renda, condição socioeconômica, apoio, suporte do estado e por aí vai. E a gente pensa que ela vai ser hero ouína necessariamente por toda a vida, a todo momento. É oriunda do inconsciente coletivo? Claro que é, porque há um arquétipo da mãe heroína e existem mãe heroínas, só que esse arquétipo nem sempre se encarna. Por vezes se encarna em mães reais e reconhecíveis no mundo. Realiza a transcendência materna. Sim, a heroína realiza. Realiza atos messiânicos autênticos. Realiza missões sacrificiais face aos filhos. Tem abalo da sua condição psíquica. Mantém-se vinculado aos filhos por existência e século sem fim. Agora a gente começa a entrar quase nos romances psicografados por Emanuel. Poderíamos falar Joana de Angeles e Valdo Franco. Joana de Cuza, mãe de alguém que parece ter sido por várias encarnações ligadas a ele, com mina na missão Joana de Angeles de Valdo Franco. É a mãe heroína que morreu por ideais, que realizou atos
co. Joana de Cuza, mãe de alguém que parece ter sido por várias encarnações ligadas a ele, com mina na missão Joana de Angeles de Valdo Franco. É a mãe heroína que morreu por ideais, que realizou atos heróicos, cuja alma sustenta essa posição. Então, daqui eu pulo para cá, termino com isso aqui pra gente ir pras perguntas que eu espero que se que vocês tenham formulado. E eu termino antes de passar para as perguntas com esse poema de feliz dia das mães para dar tempo vocês perguntarem. Este poema eh veio psicografado eh agora por ocasião do Dia das Mães pelo Espírito que comandou esse livro nosso Cartas Vivas, Adriana de Jesus, nossa mentora espiritual. Ela psicografou agora, por ocasião do Dia das Mães, através de mim, esse poema Feliz Dia das Mães, com o qual eu termino a palestra. Mãe não é simples mãe. É poesia na alma que tira energia do vácuo, que faz mover moinhos de ventos implacáveis. Mãe é presença onde tudo parece ausência. É sabedoria no silêncio. É força no falar e beleza no calar. Mãe é presença de Deus na partilha do que comer, na lida de cada dia, na ternura do dizer, no silêncio a escolher. Mãe é feito sol, faz a cada dia, nem pergunta o porquê de mais um dia. Levanta-se nos pés de uma rocha, acaricia feito maresia, aproxima-se como o calor de uma tocha. caeriza com seu calor feridas da alma, nunca perde o seu ardor. Mãe é amor que nunca desiste, simplesmente persiste, porque sua força não é só dela. Maresia que sopra do mar, trazendo energia, é delta a encurtar o caminho dos rios, sem jamais impedir o seu fluxo. Mãe, seja tu o olhar de Deus por nós, aurora dos que choram, a esperança dos que nascem, o povascem. Mãe, sem gratidão suficiente, agradeço-te a presença, o teu olhar, a ternura do teu coração, qual faróquia nos conduz nas noites frias do desalento, em direção aos só infinitos do nosso porvi. Feliz dia das mães da vossa irmã em Cristo Jesus, Adriana de Jesus. Aqueles que quiserem conhecer as outras mensagens do espírito Adriana de Jesus,
salento, em direção aos só infinitos do nosso porvi. Feliz dia das mães da vossa irmã em Cristo Jesus, Adriana de Jesus. Aqueles que quiserem conhecer as outras mensagens do espírito Adriana de Jesus, adquira um livro Cartas Vivas, que está no nossa livraria Mário Carvalho, à disposição de vocês para quem quiser. A maioria das mensagens é dela. E essa é a nossa nossa homenagem ao dia das mães pela pela lavra psicográfica de Adriana de Jesus. Deixo com vocês a frase final do Cal Gustavung, que influenciou muito essa palestra, onde o amor impera, não há desejo de poder e onde o poder predomina a falta de amor. Um é a sombra do outro. Cal Gustavo OK. Agora eu fico à disposição para responder perguntas aí de vocês. Excelente, professor. Excelente. Um grande aprendizado para todos nós, né? A diferença de maternidade também, maternagem, né? Temos várias perguntas aqui, o tempo tá bem exígo, talvez nós não consigamos responder todos, tá? Mas vamos lá. Eh, na contemporaneidade, esses papéis dicotômicos vêm se diluindo cada vez mais. A sociedade caminha para uma igualdade dos papéis de gênero, eliminando assim essas características ditas, eh, ditas masculino, feminino, como os homens podem se adequar aos novos tempos? Qual o papel do masculino no século XX? Excelente questão. Eh, a resposta já está na psicologia analítica. Por quê? A maternagem é uma prática. E enquanto prática psi, função espiritual, resultado de função espiritual, ela eventualmente pode ser cumprida às vezes por um homem, porque a mãe foi embora no sentido literal, eu conheço um caso clássico eh de hoje pessoas adultas, a época duas crianças, que a mãe com 3 anos de idade ela chegou pras crianças e disse: vou embora, vocês vão ficar com seu pai. E ela foi embora. E ela saiu de um estado pro outro e nunca mais deu notícia para esses filhos. E quem fez o papel da prática da maternagem foi o pai. Então aqui não tem nenhum problema, não se trata de papel social, mas de função psi. Se a função psi da maternagem escoar na prática de um pai,
. E quem fez o papel da prática da maternagem foi o pai. Então aqui não tem nenhum problema, não se trata de papel social, mas de função psi. Se a função psi da maternagem escoar na prática de um pai, aquilo será a maternagem na prática de um homem. A maternagem aqui é uma prática, resultado de uma função. Se nós temos as duas funções, ânima e ânimos, pergunte-se no autoconhecimento qual a polaridade que você quer desenvolver nessa encarnação? Será que um homem não pode se perguntar, não estarei eu muito brutalizado, muito exageradamente habitando o lugar de dominador, exageradamente habitando o lugar de uma razão desconectada da emoção. Não estarei eu habitando ânimos em ao invés de ânima. Então, não são papéis sociais. O que a gente confunde é que esses papéis hoje eles são transitivos. Claro que são. E eles são transacionados, eles são combinados, bem-aventurados que fizeram a síntese, porque vai conseguir desenvolver polos da psiquê que confluirão para um ser mais complexo. Mas a maternagem, sendo uma prática resultado de uma função, é possível que uma psiquê em um corpo masculino execute com plena eficiência a maternagem como prática ética de vínculo e cuidado com os filhos. Daí por nada a dizer, nada a objetar e nada a preconceituar. Eu acabei de inventar essa palavra, ela não existe. Nada a ter de preconceito no caso dos casais homoafetivos que terão a oportunidade em equilíbrio standal de fazer a prática da maternagem porque é função psi. A maternidade é biológica, a maternidade é uma prática. enquanto prática, há de dela ser exercida mediada pelos altos valores da maternidade. Então, meus amigos, não tem problema. Os papéis estão sendo revistos, o masculinismo tóxico está em desuso e o que se quer é o equilíbrio entre ânimos e ânimas, ânimo e ânima, e o equilíbrio e a totalidade de uma psiquê mais complexa. OK. É isso aí. OK. Foram eh feitas duas perguntas acerca eh se o homem poderia exercer a maternagem. Então, já foi respondido, tá bom? aqueles que perguntaram, ele acabou de responder.
mais complexa. OK. É isso aí. OK. Foram eh feitas duas perguntas acerca eh se o homem poderia exercer a maternagem. Então, já foi respondido, tá bom? aqueles que perguntaram, ele acabou de responder. Eh, só pra gente adiantar, né, na posição da doutrina espírita para o eh, qual é a posição da doutrina espírita para o complexo de Édipo? Vejam, o complexo de Édipo é o conceito criado pro por Freud a partir da história Edp Jocasta, sua mãe, que supostamente tivera acontecido na Grécia antiga. Freud resgatou o o mito de Édipo para falar dessa paixão irresistível ou desse afeto eh que ele, Freud, chamou de romance familiar. Então, a questão da explicação espiritual está na ideia do romance familiar. O romance familiar em Freud é conceito dele, não é do espiritismo, romance familiar, porque a família é um cosmos de relações, de afetos. Ocorre que pelos caminhos da reencarnação, muita vez acontece, muitas vezes acontece de afetos do passado, seja no lugar de filho, seja no lugar de antigos amores, no sentido de um amor romântico de outra natureza, homem e mulher, o espírito se reencarna e se coloca exatamente no lugar de filho, E justamente porque os papéis são relativos e as reencarnações alteram os papéis, altera os lugares, mas mantém a memória espiritual do daquela alma. Então, a gente pode colocar em diálogo as mudanças dos lugares da alma nas reencarnações, eh, trazendo memórias, eh, afetivas do passado. O Freud se limitou a identificar a questão e dizer o seguinte, que o Édipo ele é essa atração da criança, do filho menino pela mãe, que há de se resolver pelo complexo de castração. Quando a criança no verudiano, o menino, ela descobre que a mãe já tem uma destinação de amor, de desejo, que não pode ser dele, porque há o pai e o pai aparece como a figura da castração. É a o primeiro interdito de norma. A primeira norma é a presença paterna. A criança descobre que ela não pode amar a mãe dela como o pai a ama, porque a mãe já está destinada ao pai. E aí ele faz um interdito, desenvolve a
to de norma. A primeira norma é a presença paterna. A criança descobre que ela não pode amar a mãe dela como o pai a ama, porque a mãe já está destinada ao pai. E aí ele faz um interdito, desenvolve a castração e dali se desenvolve uma psiquê saudável no primeiro interdito. E vai desenvolver a função superegóica, que é o lado da nossa psiquê que cuida das regras. Uma criança no sentido psicanalítico, não castrada, ela não desenvolve a função superegóica e ela não vai lidar bem com normas. É assim que funciona na psicanálise, mas é a intercambialidade, a mudança de lugares das nas reencarnações que pode confluir com a presença de antigos amores em lugares diferentes da família. E isso tudo há de ser sublimado, construído em um novo lugar, em uma nova dimensão nas relações familiares. OK? Eh, mais uma, cabe mais uma, né? Dá tempo. A maternagem não está sendo feita atualmente pelos espíritos obsessores. Isso não justificaria as guerras e as violências atuais? Olha, eu diria o seguinte, que de fato a gente pode sim ver em um fracasso civilizatório atual, a gente pode ver também um fracasso na maternagem. Observe que eu não disse o fracasso da mãe, eu disse o fracasso de uma prática que se desenvolve em sociedade. Ora, se nós temos uma sociedade cuja cujo fascínio pelas telas eletrônicas, cujo individualismo exacerbado levou as pessoas a se ausentarem das relações presenciais e cuja ideia de missão, porque a ideia de missão é que sustenta qualquer tarefa de qualquer sujeito a despeito de circunstâncias. A ideia de missão tá prejudicada na nossa sociedade. E ah, na hora que a maternagem fracassa, eu prefiro não falar dos obsessores, coitado deles. Eu acho que o problema é nosso mesmo. Na hora que a maternagem quanto prática espiritual, ética, de valores e de afetos fracassa, nós construímos áreas de conflito, belicismos, guerras que talvez tivessem menos espalhadas se no lugar dessa ausência, e aí eu tô falando de ausência de maternagem, nós tivéssemos uma cultura mais mãe.
s construímos áreas de conflito, belicismos, guerras que talvez tivessem menos espalhadas se no lugar dessa ausência, e aí eu tô falando de ausência de maternagem, nós tivéssemos uma cultura mais mãe. Observe que a gente tem uma cultura muito pai, né? A gente chama Deus de pai e nós não sabemos que isso é só uma palavra para representar a consciência cósmica. Mas Deus não é nem pai nem mãe. Deus é o infinito, é consciência infinita. Você pode dar o nome que quiser a ele, pode dar o nome que quiser a ela, consciência cósmica para ficar no feminino. Então nós temos uma cultura muito paternalista, muito patriarcalista na figura do masculino. Se nós tivéssemos uma cultura mais maternal da mãe, da grande mãe, e dos afetos da maternagem, talvez o mundo tivesse melhor. Então eu diria que o Ocidente moderno e o planeta continua muito masculinista e muito voltado para o masculino. A figura da grande mãe não está nos habitando. Daí as guerras, daí a violência, daí a crueldade humana. Acho que dá para mais uma para terminar. Para mais uma, tá bom? Eh, no caso dos filhos adotivos ou gerados por inseminação artificial, eles estão fadados as consequências negativas da falta de um vínculo mãe e filho? De modo nenhum. Ah, é isso que nós dizíamos no início, já alertávamos. A maternagem, sendo uma prática vinculante, eh, a mãe que adotou, ela escolheu aqui neste plano e pode ter escolhido em outra dimensão também, mas eu já lhes garanto que ela escolheu objetivamente aquele ser. E ela escolhe a criança e depois ela recebe o afeto de retorno e diz: "Não fui eu que escolhi, foi ele próprio que me escolheu". E essa escolha mútua constitui uma maternagem perfeita, completa, que basta lidar com as questões que aparecem na história da criança do desejo de entender suas origens. Feito a gestão adequada disso, não há nenhuma dificuldade e é uma maternagem completa a da adoção. O caso dos filhos por inseminação artificial, isso é só o lado biológico, porque vai chegar uma alma do mesmo jeito a ser
ada disso, não há nenhuma dificuldade e é uma maternagem completa a da adoção. O caso dos filhos por inseminação artificial, isso é só o lado biológico, porque vai chegar uma alma do mesmo jeito a ser acolhida por uma mãe, por um pai, por uma família, por um pai solitário, por uma mãe solitária, por uma família convencional. Seja qual for o modelo da família, chegará para ser acolhido, não é? E num caso eh acolhido pelos pais biológicos, quando é o caso de impossibilidade de fetelização natural. OK? Gente, obrigada, professor, por essa excelente palestra, um conhecimento impressionante para todos nós aqui presentes. Obrigado. Então, obrigado a forma generosa. Ob, vamos fazer uma prece, meus irmãos. E só para terminar aqui, vou me despedir dele. Obrigado pela presença de vocês. Obrigado de a todos e até uma próxima oportunidade, seja na nossa palestra da quinta-feira às 18 horas, seja no Pinga Luz de junho. Muito obrigado pela atenção de vocês, muita paz, um bom descanso a todos e um feliz retorno para todos aos vossos lares. Então, vamos fazer uma breve prece para encerrarmos os trabalhos da noite de hoje, agradecendo a Jesus Cristo, a Deus e a e a toda a espiritualidade benfeitora que esteve aqui conosco, acolhendo, trazendo ensinamentos grandiosos por nosso irmão de Denizá. que possamos sair daqui melhores do que quando entramos, levando a paz, o amor, a fraternidade, a indulgência a todos aqueles que estão caminhando conosco nessa nossa jornada aqui evolutiva. E assim, Deus, pedimos a sua permissão e ao Mestre Jesus para encerrarmos os trabalhos da noite de hoje, dizendo graças a Deus e graças a ti, Senhor, por mais esta oportunidade. Que assim seja. Bom passo, meus irmãos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
mo finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu,
os. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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