Mário Sérgio, Solange Seixas e Marcel Mariano • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 28/03/2025 (há 1 ano) 1:11:10 16,859 visualizações 2,595 curtidas

Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Marcel Mariano é bacharel em Direito e exerce o cargo de assessor jurídico na Vara da Infância e Juventude da Comarca de Salvador (BA). Além disso, é palestrante espírita e trabalhador da FEEB (Federação Espírita do Estado da Bahia) e do Centro Espírita Caminho da Redenção, ambos na capital baiana. Ele também trabalha como voluntário no Movimento Você e a Paz. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade

Transcrição

Muito boa noite. Estamos dando início ao nosso Conversando sobre o Espiritismo. Nossa irmã Solang Sejas e na proferida prece de abertura dos trabalhos da noite. Senhor e mestre Jesus, nosso divino pastor, as emanações dos teus ensinamentos. Recoam através dos séculos, penetrando as almas e os corações. Por isto, Senhor, vimos nesta noite suplicar-te que nos ajudes a esquecer todas as desventuras e experiências negativas. E que jamais nos esqueçamos das alegrias da realização maior, que é fazer com que os nossos corações se irmandem continuamente no serviço do bem, da verdade e da justiça. Que os pontos negativos sejam por nós diluídos pela penetração da luz que emana de ti em nosso ser. E assim, Senhor, viandantes de tantas experiências, queremos transformarm-nos e te oferecer um coração puro e bom, mas os tropeços são muitos, os desafios são incontáveis, mas As tuas mãos generosas tem sido o sustentáculo das nossas vidas. Ó Senhor, ajuda-nos a saber agradecer, a louvar e a bendizer a oportunidade que nos está sendo concedida. E nesse instante queremos suplicar-te pelo teu servidor incansável, discípulo fiel dos teus ensinamentos, de uma vida ilibada a serviço do próximo. que as hostes celestiais possam levar até ele as energias necessárias para que possa assim sorrir e voltar a cantar o teu evangelho de amor que conduziu tantos corações e conduz até hoje. Agradecemos-te, Senhor, a oportunidade que nos concedes e te suplicamos, não nos deixe a ré do chão, pois o progresso faz parte da própria evolução. Não há evolução sem progresso. Ajuda-nos, ó divino amigo, a aprender a soletrar o verbo amar, servir através da humildade, simplicidade e exemplificação dos teus ensinamentos através dos nossos atos. Vem, Senhor, conduz as nossas vidas e aplaca a nossa sede de paz. Vem ter conosco, fica conosco, fica em nossos corações hoje, agora e por todo sempre. Que assim seja. Mais uma vez, então, boa noite a todos. Estando início ao nosso Conversando sobre Espiritismo, a nossa equipe está aqui de

nosco, fica em nossos corações hoje, agora e por todo sempre. Que assim seja. Mais uma vez, então, boa noite a todos. Estando início ao nosso Conversando sobre Espiritismo, a nossa equipe está aqui de prontidão, papel, caneta. Sintam-se à vontade para fazer as perguntas que serão respondidos aqui pela professora Solange, por mim, pelo nosso irmão Marcel Mariano, né? A nossa reunião é uma reunião também é transmitida pelos canais virtuais e nós temos agora só um pequeno aviso relativamente ao nosso workshop do dia 4 de maio, dia 5 é aniversário do Divaldo, 98 anos. Então, costumeiramente, nós fazemos esse workshop que terá como palestrante Paulo de Tarso, Dr. Leonardo Machado e Jamile Lima, né? Começa às 8:30, vai até às 12:30. Aqueles que tiverem interesse de participar pode se inscrever no site da Mansão docaminho, www.mansandocaminho.com.br. Aqui no nosso auditório, no Cenáculo, nós não temos mais lugares, né? Ele foi já totalmente lotado, mas nós temos no prédio em frente ainda algum algumas vagas. Mas aqueles que tiverem interesse de assistir de casa ou que estejam viajando no exterior, em outros estados, fica a opção do Espiritismo Play, que pode assistir o workshop totalmente de forma virtual pelos pelo canal da da TV Web Mansão do Caminho. Então, nós temos hoje aqui o nosso convidado, o nosso irmão Marcel Mariano, a quem eu vou apresentar agora. Marcel e bacharel em direito e exerce o cargo de assessor jurídico na vara de infância e juventude da comarca de Salvador. Além disso, é palestrante, espírita e trabalhador da Federação Espírito do Estado da Bahia e aqui também do Centro Espírito Caminho da Redenção. Eh, ele também trabalha como voluntário do movimento Você e a Paz. Então, convido agora o nosso irmão Marcel para fazer a apresentação para nós. Marcel, meus amigos, caros internautas, nossos votos de muita paz. Pela exiguidade de tempo, não tive nem chance de tirar o abadá, que usei o dia todo, uma audiência atrás da outra, mas atividades diferentes pela

amigos, caros internautas, nossos votos de muita paz. Pela exiguidade de tempo, não tive nem chance de tirar o abadá, que usei o dia todo, uma audiência atrás da outra, mas atividades diferentes pela manhã, quando participamos de um culto interreligioso aqui em Salvador com um padre, um amante santo e um pastor evangélico. foi 8:30 da manhã e aí permanecemos o dia todo atividade que é aqui mesmo dentro da nossa casa. E mais uma vez, nesse momento de quinta-feira, nós temos a oportunidade de formular questões sobre assuntos palpitantes da atualidade e que envolvem o pensamento espírita na sua interpretação. Vamos aguardar, pois, estas questões daqui e dos caros internautas. Muito obrigado, Marcel, também eh fazendo assim um boletim rápido da saúde do Divaldo. Ele está bem, tá em casa se recuperando e a sua condição física, né, depois do tratamento médico que ele teve. Então ele tá tendo uma boa assistência médica, nutrição, fisioterapia e nós acreditamos que ele possa voltar as suas atividades depois de recuperar, né, a bem a o seu estado físico, digamos assim. Mas ele está bem, graças a Deus está bem hoje. Então, como convidado aqui o nosso irmão Marcel Mariano, tem uma pergunta aqui, Marcel que ficou aqui da semana passada, tá no YouTube da Cristiana. Um espírito já reencarnado pode, em momentos de desprendimento interferir, ajudar ou atrapalhar algum parente encarnado. Uma obsessão entre encarnados. Na questão 459 do livro dos espíritos, o codificador interroga as vozes da imortalidade. Os espíritos interferem em nossos pensamentos e em nossos atos muito mais do que imaginardes. De ordinário, de comum, são eles que vos dirigem. Para o espírito reencarnado, alma, dá-se esse nome. Quem tá reencarnado é uma alma. Espírito é aquele que está desencarnado. O corpo é apenas uma prisão que o sono à noite libera. Solta-se um ábias corpos à noite. O sono morfeu assina. O espírito se evade por perto ou para longe. Quanto mais evolução, mais ele se desprende e interage. Ora, uma alma

ão que o sono à noite libera. Solta-se um ábias corpos à noite. O sono morfeu assina. O espírito se evade por perto ou para longe. Quanto mais evolução, mais ele se desprende e interage. Ora, uma alma nobre se desprende do corpo e vai exercer atividades nobres, caritativas no mundo espiritual, auxiliando, inspirando, colaborando, auxiliando. Uma entidade atrasada, ainda vinculada à ignorância, que chamamos o mal, igualmente se desprende do corpo, porque se desprender do corpo é questão que não está vinculada à moral. é uma conjuntura natural entre a relação entre o espírito e o corpo, a indumentária que ele utiliza. Só que o propósito dele é malzejo. Então ele se libera para se juntar às gangues, às quadrilhas, perturbar, interferir. E daí nós podemos ter as obsessões de encarnado para encarnado, porque normalmente a gente só trabalha com aquele tipo, a obsessão de desencarnado para encarnado. Mas são quatro tipos, né? Desencarnado para desencarnado. Eles lá podem se auto se obsidiar a si mesmo. Aqui na terra podemos obsidiar um vizinho, um parente, um amigo encarnado para encarnado. E a outra é de lá para cá. Mas pode acontecer também, e não é raro, a obsessão de encarnado sobre desencarnado, em que a pessoa se desprende à noite e vai atormentar aquele que já está liberto do corpo físico pela morte. Quando as paixões, os arrastamentos, a sensualidade é muito intensa, o indivíduo no corpo só aguarda o momento do repouso físico, se libera para levar o seu conflito em direção ao objeto de sua paixão, doentia, que pode estar no além e vai sofrer esse tormento. Portanto, isso pode acontecer, a miúde acontece, pelo que a doutrina, esclarecendo o fato, apresenta a psicoterapia que aprece, a mudança de comportamento, a mudança de conduta mental, a adoção da prática do bem, a fim de que o sono seja a anticâmara com que o indivíduo se libera para continuar suas atividades enobrecedoras e iluminativas no além, não se tornar pedra de tropeço, nem para si, nem para o outro. Muito

de que o sono seja a anticâmara com que o indivíduo se libera para continuar suas atividades enobrecedoras e iluminativas no além, não se tornar pedra de tropeço, nem para si, nem para o outro. Muito bom, Marcel. Marcel, ainda dentro da mesma temática do assunto que você abordou sobre esse intercâmbio entre encarnados e desencarnados, o indivíduo quando desencarna e ele chegando no mundo espiritual, ele toma consciência do local onde ele está e se vê numa situação difícil, assim no mundo espiritual inferior, que nós chamamos assim de umbral. O que é que esse espírito poderia ou deveria fazer para que ele pudesse aliviar esse sofrimento? Quçá retornar ao mundo físico através de uma nova reencarnação ou pedir socorro e amparo para os benfeitores para que fosse deslocado por um outro local. Então nós teríamos agora que passar para para todos nós, né, uma informação quando nós nos encontrarmos nessa situação que deveremos fazer umação. O estágio de lucidez no além depende do nível evolutivo, do nível intelectual do espírito. É, nós temos enormes exemplos que vem até do cinema. Quem é que aqui não assistiu Ghost do outro lado da vida? 13 vezes eu assisti, não aguento mais. Porque passa dentro de carro, passa dentro de avião e você é obrigado a assistir até de ônibus o ônibus, o repris esse filme 13 vezes. Ora, Sam, o personagem do ator Patrick Tay, já desencarnado, ele é após a liberação, depois de um tiro num provável assalto, não era um assalto, era o roubo de uma senha de onde foi desviado 4 milhões de dólares, que é a trama central do filme. Ele, em princípio, sai correndo atrás do ladrão, do ladrão e do assassino. E a cena é muito curiosa, mas é real em muitos casos. Quando ele retorna, seu corpo, ele observa o próprio corpo deitado no colo da namorada nos últimos vagidos da vida física. Ele fica sem entender. Ele estando em pé, vendo um corpo no colo de Molly Jensen, a companheira. Ali ele falece no hospital, ele observa os que estão desencarnando e uma série de outras

a vida física. Ele fica sem entender. Ele estando em pé, vendo um corpo no colo de Molly Jensen, a companheira. Ali ele falece no hospital, ele observa os que estão desencarnando e uma série de outras situações. Então ele não tinha lucidez, não era um homem mau, era uma um empregado de um banco, de uma grande corretora, não tinha se preparado, mas não fazia mal a ninguém. Demorou algum tempo num filme inteiro para ele adquirir a lucidez onde estava. Já em outras situações, nós temos pessoas que se demoram, demoram muito tempo no além para adquirir o esclarecimento, porque levam uma espécie de eclipse mental que demora muito tempo para acordar para a realidade no invisível. Nós recordamos aqui o avô de André Luiz, chama-se Cláudio, está narrado num dos livros de André Luiz. Esse avô dele se encontrava numa região de sofrimento, onde com outros velhinhos que eram avarentos, o velho Cláudio estava numa espécie de charneca ou pântano, onde todos estavam com a lama até os joelhos, mas na visão dele era ouro em pó. Para André Luiz e o mentor, aquilo era uma lama pútrida. Para os velhinhos, que eram todos avarentos, atraídos pela mesma afinidade, era ouro em pó. E esse tesouro aqui a gente não pode deixar. Vamos tomar conta todos falando isso. Absolutamente iludidos. André Luiz reconhece o avô e tem um débito de gratidão para com ele. Foi o avô Cláudio que gostando muito desse neto. André Luiz. pagou a sua faculdade de medicina, entendeu? O, ele tinha uma dívida, então ele consegue resgatar o avô demente, não dizia coisa com coisa, consegue interná-lo. E no livro passa-se a ideia de que em poucos meses Cláudio é reencarnado na Terra, renascendo em uma zona de morro do Rio de Janeiro. Agora no contrário, tinha sido um grande fazendeiro muito rico, ficou avarento. Agora ele vai reencarnar no morro e na pobreza para que a pobreza extrema possa regular e educar aquele espírito onzenário. Tô citando dois exemplos, uma da cinematografia e o outro extraído da literatura de André Luiz. Quando o

morro e na pobreza para que a pobreza extrema possa regular e educar aquele espírito onzenário. Tô citando dois exemplos, uma da cinematografia e o outro extraído da literatura de André Luiz. Quando o espírito desperta no além que consegue ter uma noção, ele está no ambiente para onde suas vibrações o levam. De modo que no livro, outro livro André Luiz e a vida continua, Evelina Serpa, uma mulher católica, nobre, três abortos naturais, adquire um câncer, desencarna, desperta no além, só fica sabendo que está no além 6 meses depois. Até lá, ela tem a noção, a exata noção de que tá no hospital, mas não tem acesso ao telefone. O marido não aparece, o hospital é de primeira e ela não paga um tstão. SUSA que não pode ser, então tinha que ser particular. Ela vai fazendo interrogações até que um instrutor de nome Cláudio responde: "Você está desencarnada há seis meses". Ela quase que remorre. Ela tava morta, quase que morria de novo de susto. Mas se recupera e segura no espaldar da cadeira. Mas como é que pode ser isso? Ou seja, ela sentiu matéria. Ele diz o óbvio, deseducação religiosa. Você aprendeu na cultura católica isso, isso. Não se preparou para essa mudança de plano. É uma questão de tempo. Os bons se adaptam logo. Logo logo ela se adaptou para compreender. Mas tinha gente ali que junto com ela também no mesmo hospital, há uma personagem, dona Alzira Campos, ela disse que Deus meu essa coisa de reencarnação, de mediunidade, de espírito, mas que essa cidade aqui é de primeira, tudo limpo, transporte de primeira e vai dizendo: "Mas eu vi um boato fofoca, tem até fofoca no além. Eu peguei uma fofoca aqui no hospital que tá todo mundo aí baixou o tom de voz, tá todo mundo morto. Ela própria, um difuto falando do outro, né? É a fofoca do além. Aí corre o boato até que Evelina consegue a verdade e assimila melhor, trabalha melhor essa verdade. Então, conhecer uma doutrina religiosa do ponto de vista do espiritismo nos dá um plus a mais, porque o despertamento, a noção de

na consegue a verdade e assimila melhor, trabalha melhor essa verdade. Então, conhecer uma doutrina religiosa do ponto de vista do espiritismo nos dá um plus a mais, porque o despertamento, a noção de realidade surge mais rapidamente. Não é uma vantagem evolutiva, é uma vantagem intelectual que nos dá uma uma ideia mais próxima da realidade. Aquele que não teve nenhum contato com crenças, filosofias, doutrinas religiosas, vai demorar um pouco mais tempo. diria o tenente Ruiberg Rocha, desencarnado com tiro no ombro na revolução constitucionalista de 1932, São Paulo. Em 1964, 32 anos depois, ele dá comunicação numa sessão mediúnica num edifício em São Paulo, onde um grupo de amigos fazia habitualmente por semana uma sessão mediúnica familiar e por um médium excelente se comunica. Ele diz o nome, a patente e dá o número dele do exército. No dia seguinte, os amigos intrigados com aquela comunicação saem a campo, vão aos quartéis já em 64, 32 anos depois, e ao examinar encontra a ficha do tenente, subtenente Rui Temberg Rocha. Só que ele disse na comunicação no dia anterior, na noite anterior, que quem trouxe ele foi o pai dele. Ele morreu em combate, o pai dele morreu me anos depois e no além despertou primeiro e trouxe o filho para ser conscientizado numa reunião mediúnica 32 anos depois. Ruemberg ficou achando que ainda estava em 32, lutando pelas forças de São Paulo contra a invasão dos outros estados. como como demorou a se conscientizar. Portanto, varia de espírito para espírito, não podendo se aplicar a regra a mesma para todos. Obrigado, Marcel. Professora, o Marcel falou muito aqui das pessoas que vão pro mundo espiritual, os os encarnados e que são acolhidos, né, eh, poros seus familiares. E como seria aqueles que no mundo espicaram de uma forma adequada? que nos pergunta aqui a Adil, se quando desencarnamos e vamos para um bom lugar, são os nossos mais chegados que nos acolhem. Quem nos acolhe quando não somos pessoas boas? Essa é a pergunta dela. Adil, boa

s pergunta aqui a Adil, se quando desencarnamos e vamos para um bom lugar, são os nossos mais chegados que nos acolhem. Quem nos acolhe quando não somos pessoas boas? Essa é a pergunta dela. Adil, boa noite. É uma excelente pergunta. Realmente você acabou de ter uma aula pelo nosso Marcel a respeito de diversas diversas desencarnações. Então, aqueles que têm uma mente ligadas ao procedimento do bem, do homem de bem, estão numa sintonia. aqueles que vivem desligados desses sentimentos nobres que se vinculam a pessoas, a ideias ou atitudes negativas que não se comportaram bem, já que eles estavam em sintonia com aqueles que pensavam e agiam insuflando para que as atitudes fossem sem negativas. Então nós vemos que se você desencarna e tem um bom proceder, o seu nível mental vai te conduzir exatamente para as regiões aonde você está em consonância, em sintonia com essas energias. Agora, se você procede mal, enguste mesmo a gente vê, não é? ali no momento em que aquele que traiu o amigo, que queria o dinheiro dele e tal, ainda queria ficar com a a noiva dele, quando ele desencarna, ele é levado por uma multidão de espíritos trevosos, porque a natureza não dá saltos. Nós vamos comungar com aqueles que sintonizam conosco. Se temos mérito, trabalhamos, lutamos, apesar de não ser nenhum espírito de escol, mas é o esforço que cada um fez para se melhorar. Isso é que vai contar para vencer as suas dificuldades e aí avançar no progresso e na evolução. Mas veja bem, se você não faz esforço nenhum, se você se dá bem e se sente bem naquelas regiões aonde imperam determinadas situações agressivas de maldade, onde você compactua com um nível moral bem a desejar, então você não vai sair daqui, vai se transformar em Santo, não. Você vai com aquilo que você é, porque o que não é o que você pensava que era, não. É aquilo que você realmente é, o espírito com sua mente, levando consigo as as realizações ou os deméritos. Daí a gente vê no mundo espiritual as reuniões aonde os espíritos se agregam

a que era, não. É aquilo que você realmente é, o espírito com sua mente, levando consigo as as realizações ou os deméritos. Daí a gente vê no mundo espiritual as reuniões aonde os espíritos se agregam cada vez mais para fazer o bem, como também aqueles que gostam e se eh se sentem bem em fazer o mal, são arrebanhados por esses que o ensuflaram e que o vão agora colocar a servir. isso deles, porque eles estão exatamente formando colônias também de eh verdadeiras situações umbralinas difíceis, aonde eles submetem aqueles que se submeteram às suas injunções, às suas ideias. Então ele vai estar numa situação difícil. Agora, há sempre interferência, porque Deus é amor. Então, ninguém está fadado a sofrer indefinidamente. Todos teremos oportunidade, mesmos os mais impedernidos no mal, sempre Deus dá oportunidade através muitas vezes, das reencarnações compulsórias e através também daqueles que são os seus amores, que reencarnam para recebê-los. Enfim, a misericórdia divina é muito grandiosa para a nossa limitada concepção e a nossa capacidade de entendimento. Mas nós sabemos que todos estão fadados à felicidade a se tornarem espíritos puros. Vai depender do que cada um faça, da sua caminhada, do seu empenho, das suas lutas e a superação delas, que vai lhe credenciar cada vez mais para avançar na direção de ser feliz. Então, a escolha é individual e a colheta também será individual, de acordo com aquilo que nós plantarmos. Não podemos colher luz quando somente provocamos escuridão. Então, que cada um pense, reflita e veja antes de agir o que é bom para si. Porque você tem que se amar. E se você se ama, você não se dá o luxo de ficar fazendo bobagem, não. Porque a lei da vida vai, você arremessa, ela volta para você. Então, nós somos construtores do nosso amanhã. Então, a todos que possam estar pensando em fazer algo que não seja bom, reflita antes e veja o preço que terá que pagar depois, porque ninguém fica indene a justiça, a justiça divina e a própria consciência, que é que vai te fazer

pensando em fazer algo que não seja bom, reflita antes e veja o preço que terá que pagar depois, porque ninguém fica indene a justiça, a justiça divina e a própria consciência, que é que vai te fazer sentir o peso da aflição que você conquistou com seus próprios atos e que você vai ter que lutar para modificar e ter direito para o destino que Deus te criou, para a felicidade. Obrigado, professora. Vamos pequeno intervalo e já retornamos. A mansão do caminho apresenta a precipitação responde por muitos males que afligem o homem. O agressor psicologicamente encontra-se dominado pelo instinto da destruição. Se te sentes num túnel extenso entre sombras ameaçadoras, segue adiante e verás uma luz que te espera após o trânsito difícil. Renuncia hoje para que a paz te domine o coração amanhã e a crescer no bem, avançando em paz na direção de Deus, o amor total. Receitas de paz. escrito por Divaldo Franco pelo espírito Joana de Angeles. Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Destacamos a nova coluna, Presença da Reencarnação, à luz do pensamento dos espíritos superiores. Em ciência espírita, refletimos sobre doenças degenerativas que afetam a nossa memória. E ainda um artigo com a proposta da benfeitora Joana de Angeles sobre o não julgamento e a tolerância. disponível no Espiritismo Play e também em versão impressa. Так. Marcel, a Cláudia aqui também no YouTube, ele faz uma pergunta interessante. Nós somos espíritos com múltiplas existências. O conhecimento da doutrina espírito nos propicia esta informação e mas sempre existe uma dificuldade de morrer. Eh, por que que nós temos essa dificuldade do aspecto da morte, apesar de já termos morrido diversas vezes? A questão é muito palpitante e se encontra uma resposta muito elegante no livro Temas da Vida e da Morte de Manuel Filomeno Batista de Miranda via Edivaldo. Razões porque tememos a morte. Miranda elenca seis seis razões básicas. Entre elas está o esquecimento da vida no mundo espiritual, o impacto do espírito reencarnado no corpo. O corpo

da via Edivaldo. Razões porque tememos a morte. Miranda elenca seis seis razões básicas. Entre elas está o esquecimento da vida no mundo espiritual, o impacto do espírito reencarnado no corpo. O corpo amortece, eclipsa as ideias que nós tínhamos no mundo livre. Isso ocasiona a sensação de apego ao corpo. Muita gente diz que não tem o corpo, é o corpo. Aí sendo, não quer sair. Gostaria que a blindagem fosse de aço inoxidável, que se vire o ferrugem. Pessoa não tá nem aí, quer ficar eternamente. Temos uma geração que se agarra como molusco à concha, não quer deixar de jeito nenhum. Ocorre que para morrer basta nascer. Teve na matéria, vai ter que sair. Só temos uma certeza, é que vamos morrer. Morrer é gênero. Precisamos à luz da doutrina espírita aprender a desencarnar, que é sair do corpo nos liberando dos apegos, das paixões, dos ferretes e da dos grilhões que nos atam as sensações materiais. Inegável. Qualquer um de nós, se fizer um cálculo mínimo assim, do cristianismo para cá, 2000 anos, nós tivemos uma reencarnação a cada século. Então, nós já tivemos 20 reencarnações e 19 desencarnações. Já nascemos 20 vezes, contando com essa atual, e já morremos 19 vezes. E a gente continua com medo. educação religiosa. A maior parte das religiões lançou sobre a morte mistérios. Isso é segredo de Deus. Não se mexig Ninguém sabe. Ninguém sabe. E não deixou se investigar. Somente de 200 anos para cá, com o Advento do Consolador Prometido, foi que o bsturi da investigação científica de Kardec e dos pósteros Leonir, Gabriel Delane, Axov e outros foi desvendando. E hoje o Espiritismo cumpriu parte de sua tarefa, matou a morte. A tarefa do Espiritismo primeiro era matar a morte. Matou, já tava mesmo esquelética, né? Qual é a representação vulgar coloquial da morte? É uma caveira vestida de negro com a foice na mão. Tradicional e faz por aí só passando a foice no pescoço do povo. O espiritismo passou a foice no pescoço da velia cheia de no esqueleto. Essa já morreu. Agora tem que preparar essa geração para lidar

Tradicional e faz por aí só passando a foice no pescoço do povo. O espiritismo passou a foice no pescoço da velia cheia de no esqueleto. Essa já morreu. Agora tem que preparar essa geração para lidar com a vida futura, porque morte é um parco, uma parca observação dos nossos limitados sensos de observação. Ó morte, onde está a tua vitória? Onde está o teu aguilhão? Diria Paulo de Tarso, exclamando: "Morre ovo, nasce a ave. Morre a semente, nasce a planta. É melhor ficar com lavoazier, né? Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Energia vira matéria condensando-se. A matéria dissociada volta a ser energia. O corpo é apenas uma embalagem tetraparque. A gente tem que cuidar do suco. Obrigado, Marciel. Tem uma pergunta aqui de do público de Thomas. é sobre eutanásia. Como o espiritismo entende a eutanásia de um animal doméstico, um cão enfermo. Eu vou falar de experiência própria, né? Eu tive três, três cães, né? O primeiro chamava Pitico, era um pudezinho pequeno. Ele durou 18 anos. Muitos problemas, né? problema renal, problema de coração, fez uma cirurgia também do no canal urinário, que sempre tinha muita obstrução de cálculos. E então esse morreu de velho, né, com 18 anos. Depois eu tive uma pequeninha que se chamava Tuti. A Tut faleceu faz pouco tempo, desencarnou, né, Marcel? A Tud faz o quê? Um mês deixou assim um rasgo no coração, um rasgo que era pequeninha, desse tamanhozinho assim. Era um amor a tut, né? Mas tinha problema cardíaco, tinha problema de rim, tomava diversos remédios durante o dia também. E nós levamos uma vez esse mesinário para ela, ela tava muito assim desorientada em casa. era um sintoma, que ela não estava bem. Aí levando pro veterinário, ela ela acabou falecendo lá no no veterinário, né? E e tivemos uma que chamava Pichuca, né? Era minha filha que viajou pro exterior, deixou a pichuca comigo. Era para ser um púle e virou um bichão frisê enorme. Ela comprou pequeninho e ficou muito grande, né? Então, a Pichuca morava em São Paulo,

inha filha que viajou pro exterior, deixou a pichuca comigo. Era para ser um púle e virou um bichão frisê enorme. Ela comprou pequeninho e ficou muito grande, né? Então, a Pichuca morava em São Paulo, veio para cá e nós cuidamos muito da Pichuca. A Pichuca tinha era diabética, estava com câncer no fígado e era cega, né? E não ouvia mais também. Então nós levamos até o limite, digamos, da, mas ela tava sofrendo muito. É, nós levamos então a pichuca lá no veterinário e aí ele fez os exames nela. Ela estava sofrendo muito. Às vezes a gente acordava até à noite, ela tava uivando, né, de dor, né, do câncer que tava instalado no fígado. Era um câncer que era inoperável, que era bem no centro. Então, esta nós fizemos eutanásia, a Pichuca. Aqui na mansão do caminho, vou dar o quarto exemplo, tinha um cachorrinho, cachorrinho não, um cachorrão grande do tio Nilson, né? Nilson faleceu há 13 anos e deixou aqui o Lupe. Esse que aparece na fotografia, que é um cachorro grande, marrom assim, era o cachorro do tio Nils, o Lupe. Então, nós cuidamos do Lup também. Ele deve ter desencarnado aí uns 3 anos atrás. E também ele sofreu muito, estava com câncer em diversas partes do corpo, né? E às vezes de madrugada ele ficava oivando, coitado do cachorro. E nós levamos então o veterinário e o veterinário concluiu também que ele não tinha mais condições de ficar naquela situação, né? Então o Lup também eh fizemos eutanásia com o Lup. Então acho que quando o animal tá numa situação assim de muito sofrimento e dor, porque o animal não tem karma, digamos, karma dentro da lei de causa e efeito, é uma expressão oriental, né? Não tem nada para que ele vá pagar de vidas pretéritas, né? Mas a vida de todos nós, a vida é de sofrimento, é de transformação. E mesmo os animais também sofrem, né? Estão inclusos na lei, né? Mas chega um determinado ponto onde esse sofrimento passa a ser sem razão, né? Então é que aí vem a opção da eutanásia. Então nesses casos essa o nosso Thomas a gente pode chegar à conclusão se o seu

Mas chega um determinado ponto onde esse sofrimento passa a ser sem razão, né? Então é que aí vem a opção da eutanásia. Então nesses casos essa o nosso Thomas a gente pode chegar à conclusão se o seu cãozinho necessita realmente ser libertado do corpo, né? ou não. Fica aí o nosso exemplo paraa nossa reflexão. Tem uma pergunta específica pra senhora aqui, professora, na visão do espiritismo, né? Como identificar uma depressão de uma influência espiritual eh levando a uma sonolência e uma falta de vontade? A pessoa fica sonolenta e com falta. Isso seria uma obsessão, seria uma depressão, uma influência espiritual. Aí no caso, nós vamos ver que nós temos possibilidade de ser uma depressão por obsessão, mas para que a gente não atribua tudo aos espíritos, nós devemos ir ao médico para fazer a investigação necessária para ver se Eu estou em depressão, quais as razões? Vou procurar um psicólogo, um psiquiatra, a depender do estágio, que eles podem passar medicações para que você venha a sair desse estado. No caso, se é mediunidade, a pessoa vai notar que está tendo determinados comportamentos que não tinha antes. Por exemplo, de repente começa a sentir dor num braço, começa aquilo, a pessoa vai ao médico e vê que não tem nada no braço, faz exame de todo tipo e não dá nada. vai ao cardiologista vê esse osso externo, porque a dor se estendia até o externo. Então o cardiologista constata, não tem nenhuma inflamação, não tem problema cardíaco, a criatura continua tendo aqueles sintomas, arrepios e etc. Passou uma coisa aqui que eu vi. São pequenos sintomas de que você tem uma faculdade a mais, uma capacidade de discernir que precisa ser tratada, trabalhada e desenvolvida principalmente pelo seu comportamento. Porque é preciso que se você é médium, se evangelizar. se doutrinar a si próprio no sentido de que a conduta vai definir o meu papel enquanto médium. Agora eu posso estar nesse momento sofrendo a influência, se eu sou médium, de espíritos que me levam a estado depressivo? Então, se eu levo

o de que a conduta vai definir o meu papel enquanto médium. Agora eu posso estar nesse momento sofrendo a influência, se eu sou médium, de espíritos que me levam a estado depressivo? Então, se eu levo as coisas muito na a querer tudo que se realize da forma que eu desejo e eu não realizo da forma que eu esperava, eu começo a achar que eu não estou realizando, que está faltando coisa em mim e começo a ter problemas que eu mesmo estou criando. Então, essas pessoas que são muito ligadas a ao extremismo, podem determinado momento, achar que não está realizando como deveria e se achar incapaz e começar a entrar em depressão. O que não foge nesse momento de sofrer influência de espíritos? Porque você pode ter uma depressão por influência espiritual, como você pode ter por um problema pessoal, um desânimo, aconteceu um problema, a superação tá difícil, a pessoa aí se entrega em vez de lutar para superar, porque em superando você cria estruturas e mecanismos de defesa para si próprio. Então, veja bem, não estamos em denhuma dessas situações. a nós tomarmos a iniciativa necessária, não desprezar os médicos, a medicina, porque Deus colocou aqui para nós, exatamente para nos ajudar e nos orientar, porque às vezes uma medicaçãozinha vai tirar a pessoa daquela situação. E depois passou aquela fase, um médico libera, você está liberado, não precisa mais. e não tem nada a ver com mediunidade. Então a pessoa não pode, a priori já está achando que tem um problema físico, que é um problema também espiritual, terá que averiguar, prestar atenção, ver o seu comportamento, analisar as suas atitudes e ver realmente o que é que eu preciso fazer para sair dessa acomodação que muitas vezes vem de uma acomodação. Ah, isso mesmo, eu não sou capaz e t aí arranja os os estimuladores para essa situaçãozinha que vai te deixar ouvindo coisas que você pensa que é você mesmo está sendo estimulado. Então, reaja, aja e tenha mecanismos de defesa que está ao alcance de todos. Obrigado, professora Marcel.

ozinha que vai te deixar ouvindo coisas que você pensa que é você mesmo está sendo estimulado. Então, reaja, aja e tenha mecanismos de defesa que está ao alcance de todos. Obrigado, professora Marcel. A pergunta que veio do público aqui presente refere-se a uma situação familiar de uma pessoa que, digamos, não tem amor pelos seus pais, nutre, digamos assim, um sentimento de ódio. Que que nós poderíamos, através da ótica da doutrina espírita orientar essa pessoa para o desenvolvimento do perdão? Os laços de família não obedecem às questões do acaso. A família é o instituto que na Terra vincula espíritos simpáticos ou antipáticos entre si para as afinidades, os resgates, as expiações. Por mais que genitores nossos sejam pessoas destituídas de valor moral, pervertidos ou devaços, qualquer um de nós, o filho ou a filha, temos para com eles um tributo de gratidão. Poderiam ternos abortado e não abortaram. Nos tiveram muitas vezes em anos difíceis, em períodos amargos e dificuldades as mais variadas. E aquela genitora, tomada pelo chamado instinto materno, velou a nossa cabeceira durante anos nos momentos de fadiga, as febres infantis, as cólicas, levantou-se de madrugada para ir à cozinha fazer o chá com que debelava a nossa dor de barriga. e estou aquilo. Foi à escola para as nossas reuniões. Em algum momento ela fez o sacrifício por esse filho e nem se questionou que é que não era um sacrifício. Para ela era um prazer fazer aquilo para ver o filho sorrindo. Tornamos-nos adultos e os pais idosos. Aí temos a dificuldade do relacionamento. Então é de bom ao vitre que façamos uma reflexão porque é que a nossa atitude modificou-se de um sentimento de gratidão, de reverência aos pais, de honra para com eles, para esse sentimento de repúdio. Porque diz um ditado na internet muito duro, que hoje estamos nos tempos em que os filhos vão à praça passear com os pets e depois levam os pais para o abrigo. Vai o velho pro abrigo, mas o cachorrinho vai comigo para a praça passear, fazer suas necessidades. Nós

os tempos em que os filhos vão à praça passear com os pets e depois levam os pais para o abrigo. Vai o velho pro abrigo, mas o cachorrinho vai comigo para a praça passear, fazer suas necessidades. Nós temos toda uma indústria voltada para o cuidado de animais domésticos. Alguns são tratados com mimos de reis e pais velhos, dementes, são lançados no ouvido quando não vão para spa da terceira idade, porque os filhos não toleram estes pais que trem com Parkinson, quebram louças dentro de casa. Tô citando exemplos outros. Isso nos remete, portanto, a uma avaliação de honrar pai e mãe cuidando deles, porque eles nos deram a existência física, doaram suas energias para nos fornecer o carro físico e nada pode substituir esse afeto que temos por ele, mesmo que eles sejam nos sejam pessoas estranhas ou venham a se tornar para nós pessoas hostis. Ninguém sabe a história deles. Quando eram solteiro, que eu não estava aqui no mundo, eles passaram por dificuldades que lhes assinalaram a psicologia. É natural que eu devo ter uma compreensão maior se abraço a doutrina espírita, o conhecimento cristão, porque eles também tiveram dificuldades, eles vieram de pais também. E podem ter sido meus avós, os pais atormentadores, aqueles avós castradores. Então eles reproduziram para comigo um pouco do que aprenderam, porque cada um só dá o que tem, mas a mim compete fazer uma revisão de valores e resgatar o afeto profundo com estes seres dedicadíssimos, imortais, que nos auxiliam a peregrinar pela terra usando um vaso físico que tem o DNA deles. Obrigado, Marcel. Ainda dentro do tema assim de família, de parentes, nós temos uma outra questão aqui relativamente a um aspecto, um detalhe familiar, principalmente dos parentes desta pessoa do sexo masculino, que sempre apresentam problemáticas, seja de esquizofrenia, tentativas de suicídio, dificuldades de variada ordem, vícios, né? Nós poderíamos ter alguma lógica da doutrina espírita para explicar essa aparente coincidência nos nossos laços familiares

izofrenia, tentativas de suicídio, dificuldades de variada ordem, vícios, né? Nós poderíamos ter alguma lógica da doutrina espírita para explicar essa aparente coincidência nos nossos laços familiares vinculados a a sérios problemas de saúde? As afinidades e as sintonias respondem pela aglutinação de pessoas, espíritos que se vinculam à constelação familiar portando no DNA. E, portanto, de geração em geração nascem biótipos esquizofrênicos, cretinismo, idiotia, síndrome de de Dal da, acrania ou microcefalia. E aquela geração inteira daquela família vai sendo assinalada por distúrbios na área mental. Então, muito provavelmente temos aí uma pista indicando que são espíritos vinculados a um drama coletivo, que vão se reencarnando em sucessivas existências, filho, depois vem neto, vem bisneto. Aqueles biótipos retornam depois já melhorados e voltam com outras anomalias e teratologias para resgate. Porque quando o resgate é individual, quando o drama é individual, o resgate será individual. Mas quando o cometimento do ato infeliz é coletivo, o resgate é coletivo. A divindade, através da lei de causa e efeito e progresso, reúne o mesmo grupo de espíritos dentro do mesmo cadinho familiar para irem de lá eh de desbastando as dificuldades que aventaram ou que criaram no passado. Tenho particularmente em nossa minha família da linha paterna, o casamento de um irmão de meu pai com a própria tia, parentesco muito próximo. Vieram 13 primos, todos têm problemas. Já temos pessoas destituídas da vida, portanto cegas, câncer. Tivemos lepra na família. Um foi aposentado de um certo emprego público porque deu um distúrbio mental, surtou na repartição e foi compulsoriamente. Todos exibem problemáticas, especialmente na área cancerígena, o parentesco muito próximo, é uma concepção, mas vieram, veio uma agora tá vendo a depuração 30, 40 anos depois, porque foram se casando com outras pessoas e os filhos que foram aparecendo já não traziam anomalia porque a nova, o novo personagem, pai ou mãe, conforme o caso,

vendo a depuração 30, 40 anos depois, porque foram se casando com outras pessoas e os filhos que foram aparecendo já não traziam anomalia porque a nova, o novo personagem, pai ou mãe, conforme o caso, foi depurando a região das emácias. Portanto, a região da hereditariedade já foi colaborando, mas são espíritos ainda vinculados a um drama doloroso do passado e estão reencarnando uma grande parte dele. Uns cinco ou seis já voltaram ao além. O restante continua com quem eu mantenho o contato a miúde, mas eles vão penosamente resgatando para voltar ao mundo espiritual. Então, tudo sinaliza um resgate em família de um acontecimento pretérito, bem antigo, não recente, vinculado ao passado mais remoto, em que o distúrbio mental assinala as almas que trvariaram o próprio comportamento no passado. Agora voltando sobre o eclipse destro ou daquela teratologia de natureza mental, a fim de se recomporem mental e psiquicamente diante do futuro para um porvir mais risonho e saudável. Obrigado, Marcel. Eu peço licença professora Solange, para fazer mais uma pergunta pro Marcel, já que ele é o nosso convidado. Eu sistematicamente tenho olhado aqui, tem um um ouvinte nosso, Ralf, que ele sempre faz usualmente a mesma pergunta, né? Então agora ele escreveu assim: "Marcel, qual a opinião do espiritismo sobre a crucificação de Jesus? E a ideia de que foi para nos salvar?" Essa é a pergunta. Ele tem a ideia de que Jesus veio ao mundo para nos salvar e a crucificação dele foi para foi com esta tarefa, essa missão. O que que nós do Espiritismo entendemos sobre isso, Marcelo? uma digressão ligeira, nós temos que fazer uma síntese muito apertada, porque a questão demandaria o estudo da escatologia, os acontecimentos do final do mundo, o simbolismo que isso é traduzido no dentro do pensamento católico e evangélico de que basta a aceitação de Jesus para ser salvo, de que ele veio para resgatar o nosso os nossos pecados. A palavra pecado do hebraico significa errar o alvo. A tradução literalmente não acerto o alvo

e que basta a aceitação de Jesus para ser salvo, de que ele veio para resgatar o nosso os nossos pecados. A palavra pecado do hebraico significa errar o alvo. A tradução literalmente não acerto o alvo da primeira vez. Se treinar, acerto da segunda ou na terceira ou na quarta, porque a divindade me dá n oportunidades. O sistema de crucificação não é romano, ele já vinha da Fenícia, já vinha dos persas que se utilizava desse instrumento em formato de cruz para fazer a crucificação de bandidos, de facínas. E os romanos adquiriram esse hábito para matar os seus opositores. Então, deu-se daquela forma dentro da história, dentro do comportamento de Judas Iscariotes, que era o que mais divergia do grupo, era o tesoureiro do grupo e concebia de que Jesus precisava coordenar um movimento de revolta para destronar os Césares, derrubar o império romano para fazer o império judeu sobrevalecer ou prevalecer. Não era a proposta de Jesus. Jesus não vinha destruir nenhum império, nem mesmo reformar a lei. Ele vinha trazer uma nova conduta, um novo diapazão de vida, um outro modos vivendo, um novo código de condutas para que as pessoas adotassem, tivessem ou não religião. E o caminho seguiu ali. Ele várias vezes profetizou, antecipou que desencarnaria de maneira dolorosa. O filho do homem será crucificado, será espancado e tudo deuse conforme a sua antevisão. Um espírito puro. Jesus não é superior, é puro. Tá acima de superior. E ele tinha uma visão dos fatos que iam acontecer, mais ou menos como ia acontecer. E se deixou para nos dar um exemplo da não reação. Ele nunca foi um homem reativo, era um homem proativo. Ele não reagia. Jesus agia, porque quem reage tá na faixa do instinto e por isso nos legou o maior exemplo da não resistência, da não combustão contra o outro, da não agressividade, do não revide. E por isso ficou um exemplo de que a conduta cristã deve ser aquela conduta voltada para mobilizar as ferramentas que modifiquem o nosso karma, o nosso sofrimento, sem agredir o outro e sem

ão revide. E por isso ficou um exemplo de que a conduta cristã deve ser aquela conduta voltada para mobilizar as ferramentas que modifiquem o nosso karma, o nosso sofrimento, sem agredir o outro e sem violar a lei. Portanto, a nossa resignação à luz da doutrina espírita, ela é dinâmica, não é estática. A a resignação estática, eu sofro e admito que é isso mesmo, é macubar uma expressão aqui do árabe. Está escrito, não vou fazer poder fazer nada, deixa como tá. Essa é uma resignação estática, a nossa dinâmica. Eu sofro, sei porque sofro, porque sei as causas, por isso eu compreendo os efeitos e luto com as armas do bem para sair das injunções perversas, das injunções difíceis, pelo trabalho, pelo amor, pela ação da caridade, pelo pensamento bem ordenado, pela prece, enfim, qualquer ferramenta nobre, digna que esteja ao meu favor. Portanto, ele não veio resgatar a nossa dívida, porque a única dívida que pode ser resgatada é a dívida financeira. Toda pessoa que deve ter um fiador. Quando o principal credor não paga, a Caixa Econômica cai em cima de quem? Do fiador. É óbvio, é uma relação tipicamente regida pelo Código Civil, mas na área moral a dívida é intransferível. Nem os pais, nem as mães mais abnegadas, nem Jesus pode sofrer no meu lugar. Agora, o Cristo entre a minha, as minhas costas e a minha cruz, o máximo que Jesus pode colocar ou é um travesseiro ou é um implastro sabiar, só para evitar que a pele fique muito descamada no contato com a madeira. Mas ele não pode tirar, porque se tirar a cruz me libera. da do que eu tenho que resgatar. E há um desenho animado, tá na internet, um monte de gente caminhando, todo mundo arrastando sua cruz, uns bonequinhos, todo mundo arrastando a cruz, mas tinha uma figura revoltada, senhor pesada. Aí o senhor dira um pedaço ele tirou, andou mais um pouco. Tá muito pesado, o senhor tira a outra. E foi de menina, até que ela ficou bem pequena e levinha. Ele botou nas cor. Só que quando chegou era um precipício. Um precipício. Exatamente. O

mais um pouco. Tá muito pesado, o senhor tira a outra. E foi de menina, até que ela ficou bem pequena e levinha. Ele botou nas cor. Só que quando chegou era um precipício. Um precipício. Exatamente. O tamanho da cruz original é que todo mundo tava colocando entre os dois extremos para passar. Como ele cortou a dele, aquela cruzinha miudinha, estilo amostra grátis de cruz, não dava. Ele ficou do lado de cá. É um desenho animado mudo, mas passa com a imagem impactante. Então, cada um tem, porque ela é a construção de minha história antroposciopsicológica, espiritual e pronto, eu vou conduzindo. Mas o Cristo dá o exemplo de que para a cristificação o caminho passa pela crucificação. Obrigado, Marcel. Aproveitando, então eu peço a você que possa se despedir aqui do nosso público presente, daqueles que nos assistem remotamente. Agradecer mais uma vez o convite para estarmos aqui em nossa casa participando desse momento que é muito rico porque permite essa interação com o público através de tanta dúvida que nós temos. Formular a todos votos de muita paz. Amanhã, né, já estamos seguindo viagem para Itapetinga. São 600 km até Itapetinga, onde temos abertura amanhã à noite da jornada espírita do José Petitinga, uma casa espírita lá de Itapetinga. E deixamos aqui o abraço com todos, formulando votos de paz, para que tenhamos a certeza de que o estudo do Espiritismo torna-se de vital importância nos nossos dias. É pelo estudo, mais do que pela leitura, que vamos compreendendo como é que ele equaciona e aclara todas as nossas dúvidas em relação ao problema do ser, do destino e da dor. Abençoado, Leon Denir. Obrigado, Marcel. Então vamos aos nossos agradecimentos a todos vocês que estiveram aqui conosco nesta noite, ao Bruno, nosso aí tradutor de Libras. Muito obrigado, Bruno. Ao Júlio, ao Júnior e o Sérgio ali na nossa sala técnica da TV Web Mansão do Caminho, a professora Solange, ao nosso irmão Marcel Mariano e aqueles que nesse instante estão orando por todos nós e pela saúde também de Divaldo

Sérgio ali na nossa sala técnica da TV Web Mansão do Caminho, a professora Solange, ao nosso irmão Marcel Mariano e aqueles que nesse instante estão orando por todos nós e pela saúde também de Divaldo Franco. Vamos nos preparar agora então para o encerramento da nossa reunião. Convidamos os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores para a aplicação dos passes coletivos. Amado mestre Jesus, nosso divino incondicional amigo de todas as horas. Foi muito bom, Senhor, estes momentos de estudo, de reflexão, de assuntos tão importantes, fundamentais, assuntos da nossa existência, o nosso viver, o nosso existir, as razões e os motivos porque estamos aqui nessa terra de tanta dor. os acontecimentos futuros, passando pela nossa desencarnação e tantos outros tópicos que nos facultam esclarecimento, que através do entendimento possamos encontrar as razões das nossas dores, angústias, sofrimentos, desorientação. muitas vezes buscando rumo para os nossos problemas, sem que consigamos encontrar uma solução. Abençoado irmão, nos faz custaste o conhecimento do Espiritismo. Essa doutrina facilitadora, esclarecedora, lógica. séria, incorruptível, que permanece desde o século os séculos passados, de uma forma absolutamente linear, sem nenhuma contestação. Abençoa ao nosso irmão Divaldo Franco, a nossa gratidão a tio Nilson. Pedimos-te pelos nomes que colocamos na entrada do nosso cenáculo dos encarnados e dos desencarnados. Te rogamos que abençoe a água que ali colocamos também para que possas transformá-la num fluido medicamentoso. Que ao sorvê-la possamos sentir os benefícios para os nossos males físicos, espirituais, pela nossa saúde mental. Abençoa-nos, pois, Senhor. E quando estivermos retornando ao lar, ricos de informação, de reflexão, de bons pensamentos, possamos transmitir também aos nossos familiares, talvez não por palavras, mas pelo olhar, pelo abraço, pelo sentimento de gratidão. Abençoa-nos, Senhor. Se conosco nesse retorno à nossa casa, abençoando-nos, pensando em

também aos nossos familiares, talvez não por palavras, mas pelo olhar, pelo abraço, pelo sentimento de gratidão. Abençoa-nos, Senhor. Se conosco nesse retorno à nossa casa, abençoando-nos, pensando em ti. Nossa gratidão por este momento enriquecedor. Abençoa-nos e ser conosco hoje e por todo sempre. E que assim seja. Muita paz a todos. nossos agradecimentos. Nesse instante está encerrada a nossa reunião.

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