Márcia Sirotheau | RENÚNCIA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 21/11/2024 (há 1 ano) 49:04 822 visualizações

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Transcrição

luz buscando. Boa noite, amigos. Já é noite, né? Já acho que já é noite, mas nós ainda estamos no dia bem claro, né? Mas um bom final de tarde para todos nós aqui que estamos na comunhão, para aqueles que estão nos assistindo, sejam muito bem-vindos a esse nosso momento que é a palestra das 18 horas. E vamos fazer uma leitura para para nós nos harmonizarmos. Já estamos harmonizados, né? A comunhão tem esse dom de harmonizar a gente. Assim que nós entramos, a gente já sente diferente, já sente um bem-estar, porque aqui tá toda essa energia. Aqui é a nossa casa, né? Nosso lar. Aqui é o hospital, se a gente tá meio adoentadozinho. Aqui é uma escola onde a gente aprende algum, sempre aprende muita coisa. Então vamos fazer então essa leitura para nós darmos continuidade ao nosso momento. Eh, tá no livro Bilhetes Fraternais. Eu nem ia pegar esse livro, eu ia outro. E a massa vou tem esse livro aqui. Você quer ler? Todo mundo já fal. Esse dia alguém falou assim: "Ah, eu leio ele porque eu lembro de você, Rut." Então, aí eu falei: "Não, vamos ficar com ele, né?" E a mensagem é do nosso amigo Rodrigo, né? Parece Rodrigo já acho que já é parente espiritual nosso. A mensagem é: "Que queres da vida?" O espírito Emanuel fala assim: "Cada espírito respira na faixa de claridade ou sombra de dor ou alegria a que se acolhe através da atitude que assume perante a vida." Ei, ei, ei, ei, começamos bem. Já refletiste alguma vez a respeito do que realmente desejas da vida? Que objetivos persegues? Que pretendes com a conduta que vens adotando? Se ainda não o fizeste, que o faças, porque é perigoso caminhar a esmo, sem propósito definitivo, definido. Desculpa. Na verdade, sentes a necessidade de amar e ser amado, porque o amor é a essência da vida. Entretanto, é preciso que aprendas a amar. Com efeito, muitos se fala em amor, mas com poucos amam verdadeiramente. Procura saber o que é o amor pelo estudo e pela prática do bem, antes de buscá-lo, vencendo tuas dificuldades internas, a fim de que esse sentimento

fala em amor, mas com poucos amam verdadeiramente. Procura saber o que é o amor pelo estudo e pela prática do bem, antes de buscá-lo, vencendo tuas dificuldades internas, a fim de que esse sentimento aflore em teu coração isento das impurezas que o desnaturam e envelecem. Deixa- te levar pela certeza da providência divina, garantindo o discernimento indispensável para desejares o que te convém e a força para alcançá-lo. Nossa, que nos convém, né? Então, já é uma, já começamos para fazer uma reflexão do que nos convém. Então, nesse momento, vamos fazer nossa prece pedindo. Hoje nós vamos começar com pedido, pedindo ao Pai, a Jesus que nos ajude a definir, a procurar o que nos convém. A gente corre atrás de tantas coisas que não nos convém e deixamos aquilo que nos convém para depois. Ou nem temos o conhecimento, né, do que me convém, do que me faz bem. do que me faz feliz, do que me traz mais amor, o que me traz mais conforto emocional. Então nós pedimos a esse pai amoroso que cuida de nós, né, esses filhos tão amados por ele, que nos ajude a enxergarmos aquilo que é melhor para nós. A Jesus que assim que nós soubermos o que é melhor, que ele nos ajude a na estrada do que é melhor a gente trilhar de uma forma que não machuca ninguém. que não machuca ninguém. Mas agora agradecemos a esse pai e esse filho nessa busca nossa de do que convém, eles sempre vão estar juntos de nós, sempre estiveram. Então, nós agradecemos por tudo isto e pedimos que ele abençoe a nossa palestrante Márcia Cirotor, essa grande amiga que está sempre presente aqui nas quartas-feiras, né, e muitos outros dias, né, e vai estar amanhã aqui conosco de na dependência química, na palestra da dependência química. Então, que as boas inspirações cheguem até seu coração para que a mensagem dela seja reconfortadora. Que assim seja e graças a Deus. Hoje a Márcia está aqui no com o livro eh em torno do mestre, que é a nossa programação de quarta-feira, 18 horas, e ela vai falar de renúncia. Então, vamos

nfortadora. Que assim seja e graças a Deus. Hoje a Márcia está aqui no com o livro eh em torno do mestre, que é a nossa programação de quarta-feira, 18 horas, e ela vai falar de renúncia. Então, vamos ouvi-la. É com você, Márcia. Meus amigos, uma boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos. É sempre uma alegria estar aqui. A Rute fala desse conforto que nós sentimos, né, quando chegamos aqui à nossa casa. E eu não podia deixar de pensar que esse conforto, claro, vem do trabalho da espiritualidade que nos envolvem, mas vem também de cada um de nós. Quantas preces são feitas aqui, quantas súplicas, quantas vezes a gente abre o nosso coração e partilha o que nós temos, desejando bem para nós, pro outro. E assim nós vamos construindo esses tijolinhos no plano espiritual que constituem também a nossa casa. É esse acolher, é esse querer bem, é essa vontade de crescer, de pedir amparo, que faz também de todos nós trabalhadores, porque nós trabalhamos na medida em que emitimos amor. Esse é o nosso trabalho. É interessante que o nosso tema de hoje é uma lição que se chama renúncia. E a gente abre o livro por acaso e o espírito Rodrigo fala para nós assim: "O que que vocês querem da vida? O que que convém a vocês?" E a lição é renúncia. Olha só que casualidade, que renúncia é essa que o espírito Vinícius nos fala nesse livro Emorno do Mestre. Ele começa fazendo uma pontuação muito forte para nós. Começa dizendo que a renúncia ela é atrelada ao nosso progresso espiritual. Ele vai dizer para nós assim: "Não pode haver progresso integral sem renúncia, não apenas o intelectual, mas o espiritual também. Progresso tem a ver com renúncia. Ele vai nos dizer que a nossa obra da gente se aperfeiçoar é feita de pequenas renúncias. E se a gente olhar lá pra nossa infância, nós não começamos também direcionados por aqueles que cuidam de nós, né? os pais, os avós, os tios, a renunciar a pequenas coisas, a gente começa querendo tudo e aí de repente a gente começa a precisar renunciar. Eu conversava hoje com uma amiga que

que cuidam de nós, né? os pais, os avós, os tios, a renunciar a pequenas coisas, a gente começa querendo tudo e aí de repente a gente começa a precisar renunciar. Eu conversava hoje com uma amiga que contava que a filhinha pequena eh chegou do colégio, que a coleguinha eh pegou o maior da filhinha e não devolveu. Pegou mesmo, né? a gente falaria robô, mas palavra tão forte para uma criança, porque ainda nessa fase a gente quer tudo, acha que eu quero aquilo ali, eu vou lá e pego. Que que o pai e a mãe faz? Começa a cortar, meu filho, devolve. Não é seu. Ah, mas esse estojo é tão bonito. Essa borracha, mamãe, é canal besteira, né, que as crianças pegam. Não, meu filho, não é seu, você precisa devolver. O que que é isso? são os cortes que vão ser sendo feitos em nós para que a gente possa viver em sociedade. Então, a gente aprende a renunciar e assim o nosso caráter vai sendo constituído, vai sendo formado. E é isso que o espírito Rodrigo nos fala desses vários aspectos em que nós precisamos aprender a renunciar. E ele começa, indo um pouquinho mais além, ele começa a nos falar que quem não sabe renunciar jamais firmará as bases seguras da sua evolução e faz uma ligação da renúncia com a liberdade. Como é que pode ser isso? Como é que eu renuncio e fico livre? Que que ele tá querendo nos dizer? O espírito Vinícius, né? Eu acho que eu falei Rodrigo, tô com Rodrigo na cabeça, mas o autor é o espírito Vinícius. Ele vem nos falar que a nossa liberdade ela aumenta ou a gente vai se apoderando dela à medida que a gente se deixa, para de se deixar ou melhor escravizar pelos instintos. Na hora que eu faço tudo aquilo que o instinto me me empurra a fazer, eu não sou livre, eu estou no automatismo. E à medida que eu utilizando a razão, que é um atributo da minha racionalidade, começo, como disse a a leitura que a Rute fez para nós no começo, a escolher, bom, isso eu até quero fazer, meu ímpeto é de fazer aquilo, mas será que me convém? E aí eu começo a renunciar. Minha vontade às vezes diante de uma

tura que a Rute fez para nós no começo, a escolher, bom, isso eu até quero fazer, meu ímpeto é de fazer aquilo, mas será que me convém? E aí eu começo a renunciar. Minha vontade às vezes diante de uma contrariedade era voar no pescoço do outro, né? Não dá para fazer isso. Renuncio a essa expressão da minha agressividade raciocinando. Não, isso aí não me convém mais. Se eu fizer assim, eu vou ter determinadas consequências que não tem a ver com o meu objetivo. E qual que é o nosso objetivo? Não é ser feliz. A gente não quer ser feliz. E o Cristo veio nos ensinar esse caminho falando justamente para nós da renúncia. Então, meus amigos, nós temos ainda uma visão um pouquinho equivocada da liberdade, achando que a liberdade é: "Ah, eu vou fazer tudo que eu quero, um dia eu vou ser livre, vou ganhar muito dinheiro, às vezes a gente tem essa ilusão, eu vou fazer o que me der na telha". Será que é isso que é liberdade? Não será justamente ao contrário a liberdade de nós podermos escolher, não sendo mais subjugados por esses instintos que a gente traz ainda do reino animal, que são muito úteis para nós nesse momento da nossa caminhada evolutiva. No na fase animal, um instinto vai nos guiar e a gente vai ver que todo animal vai agir de uma maneira padrão pra sua espécie. Todos os pássaros vão voar de tal ponto para tal ponto. A migração, a reprodução, não é tudo direcionado. Não tem ainda o livre arbítrio. Nós na hora que adquirimos o livre arbítrio, também adquirimos a capacidade de nos responsabilizar. E aí a gente precisa começar a escolher, começar a utilizar o raciocínio para deliberar isso aí eu quero, se eu não quero. E é difícil isso para nós, porque nós ainda temos a tendência de responder ao outro, de reagir. Quando o convite que é feito para nós pelo Cristo para que a gente se liberte, é que nós possamos agir, escolher, não sermos mais determinados pelo comportamento do outro, que é algo ainda do nosso primitivismo, mas nós vamos caminhando nesse sentido. Então ele vai dizer para

e, é que nós possamos agir, escolher, não sermos mais determinados pelo comportamento do outro, que é algo ainda do nosso primitivismo, mas nós vamos caminhando nesse sentido. Então ele vai dizer para nós que o homem é um animal que se espiritualiza, né? veio do império dos sentidos e caminha para o reinado da razão. A razão nos orientando. Me convém, não convém? O que que eu escolho? E à medida que nós vamos desenvolvendo esses atributos da razão que ele vai trazer para nós aqui, a atributos do espírito que ele traz para nós, a inteligência, a razão, a vontade, nós vamos naturalmente diminuindo a ação do instinto sobre nós. Ele vai dizer, determina naturalmente o recuo. Claro, nós começamos a querer algo e a não fazer automaticamente. A gente começa a utilizar a nossa inteligência para ponderar. Será que eu tenho razão nisso? Será que o outro tem razão? e não mais só reagir. E à medida que a gente vai treinando a vontade, a inteligência, a razão, nós vamos agindo menos instintivamente, vamos pensando mais, vamos escolhendo melhor. Então, à medida que o espírito se assegura desse poder, esse desses atributos que a gente traz, a animalidade em nós se restringe. Estamos, portanto, em uma transição, né, do reino ainda do instinto, do domínio da carne para o reino da razão, domínio do espírito. E nesse momento nós somos conflitados por essas reações ainda diferentes que fazem parte do nosso momento evolutivo, mas já podemos começar a escolher. Então ele vai dizer para nós, o estágio da vida dos seres em que um instinto tem primazia é a época da irracionalidade. Não é assim? A gente vê os nossos animais, né, de casa, se bem que tem uns que já estão assim quase virando gente, né? Eu tenho uns lá em casa que não sei não. Acho que a próxima encarnação, eu fico brincando assim, outros vão demorar, mas o instinto ainda predomina e exerce quase que um um uma ditadura sobre aquele ser, não é? E a gente vai passando por esse estágio ainda em que nós podemos escolher o que acontece

tros vão demorar, mas o instinto ainda predomina e exerce quase que um um uma ditadura sobre aquele ser, não é? E a gente vai passando por esse estágio ainda em que nós podemos escolher o que acontece quando a gente se deixa dominar pelo instinto. Quando a gente age sem raciocinar, sem refletir. Ele vai dizer para nós que na nossa nosso nível a ominal, quando nós nos deixamos dominar pelo instinto, nós começamos a nos deparar com a fonte de todos os males nesse nível que nós estamos. Então, quando a razão fraqueja, o que que acontece? Nós geralmente vamos errar. Quando a gente erra, vem o a dor, o sofrimento, que eu acho que é uma prova maravilhosa da misericórdia divina, porque a gente percebe diante da dor, opa, não tá bom, não foi, não tá bom para mim, que que eu vou fazer? E nós começamos a fazer diferente, começamos a nos reconstruir nesse ciclo de misericórdia, porque diante do erro, a consequência dolorosa. Então eu vou tomar uma outra atitude. O que eu fazia que tava bom, não tá mais bom e agora eu posso escolher fazer diferente. Então, meus amigos, ele vai nos dizer ainda algo que é muito interessante, que nós vivemos numa época em que pelas nossas conversas, né, os nossos amigos, as pessoas que nos cercam, a gente percebe um grande vazio nas pessoas. Parece que falta alguma coisa, né? A pessoa às vezes acha que não tem sentido, se entrega a uma a uma desesperança, às vezes até vindo uma depressão, parece que falta alguma coisa e o que que falta nunca é preenchido. E ele nos faz um alerta muito interessante. Ele vai dizer que o instinto não reúne os requisitos necessários para satisfazer as aspirações do espírito. Antes constitui-lhe embaraço. Então, vejam que na hora que nós deixamos a nossa vida ser guiada pelo instinto, vem esse vazio. O instinto é um embaraço para o nosso progresso e por isso ele precisa ser delimitado ou controlado, restrito. E qual é o mecanismo que a gente se utiliza para fazer essa restrição? É a renúncia. A renúncia de algumas atitudes que a

nosso progresso e por isso ele precisa ser delimitado ou controlado, restrito. E qual é o mecanismo que a gente se utiliza para fazer essa restrição? É a renúncia. A renúncia de algumas atitudes que a gente fala assim: "Puxa, me fizeram tanto mal. Por exemplo, a gente pode pensar se eu gostava tanto de ter razão, não saía de uma discussão sem dar a última palavra. Não tem gente que é assim, às vezes a gente mesmo age assim. Aí a gente fala assim, sabe que olhando para trás isso não me fez tanto bem, não. Acho que me arrumou mais problema. Quer saber? Vou deixar para lá, vou largar de mão isso aí. Não é assim que a gente fala. é uma renúncia àquele instinto que a gente tem de rebater, que tem a ver com o nosso orgulho. Então, nós vamos fazendo essas opções e ele vai nos dizer que nós estamos no nosso nível evolutivo como que eh subjugados por dois tiranos. Um deles atua no interior, isso chama um instinto, e o outro age de fora para dentro e se chama sentidos. Então, quando nós nos colocamos nesse meio tentando responder a demanda do instinto e tentando responder ou satisfazer o que nos pede, nos pedem os sentidos, a gente fica em maus lençóis. Nós acabamos, ele vai nos dizer, se tornando incoerentes, extravagantes, capaz de todas as aberrações. Por quê? Porque é uma demanda que não tem fim. Como ele disse, um instinto não reúne os requisitos necessários para satisfazer as aspirações do espírito. Que que acontece? o vazio. Experimentamos o vazio. E que bom que esse vazio chega porque nos incomoda e nos convida um passo adiante. É um vazio abençoado. É um vazio que vem nos lembrar do quão nós podemos avançar, do próximo passo que a gente pode dar. É maravilhoso quando a gente experimenta esse vazio. É um alerta. É Deus nos convidando para que nós possamos tomar posse da nossa natureza divina. Mas não é na mágica, né? É devagarzinho. É uma renúnciazinha aqui que a gente faz, é outra cular, é algo que a gente reflete, pensa que não foi a atitude mais adequada. E aí nós

nossa natureza divina. Mas não é na mágica, né? É devagarzinho. É uma renúnciazinha aqui que a gente faz, é outra cular, é algo que a gente reflete, pensa que não foi a atitude mais adequada. E aí nós vamos caminhando e caminhando e refazendo a nossa maneira de ver o mundo, a nossa maneira de ver o outro, a nossa maneira de se ver também. E ele vai nos dizer, só a renúncia refriando os instintos pode quebrar esses grilhões desse duplo cativeiro. Que cativeiro que ele se refere a esse cativeiro que a gente tem de um lado os instintos fazendo uma exigência e do outro lado as sensações sentidos fazendo outra exigência. Na hora que nós renunciamos, a gente está escolhendo. Como nos disse eh o espírito Rodrigo, como nos diz o apóstolo Paulo, tudo eu posso, mas nem tudo me convém. Então eu começo a escolher. Posso fazer isso? Pô, pode fazer, pode fazer o que você quiser. Livre arbítrio, né? tem o nome, é um atributo decorrente da nossa condição de humano, mas tem um preço e quem paga somos nós. Então a gente começa a escolher ele. Essa lição, meus amigos, ela é muito grande, sabe? Eu preciso também escolher aqui o que que nós vamos, sobre o que nós vamos refletir, né? Então, mas quem quiser depois ler, vale muito a pena, porque o espírito Vinícius, ele é muito didático. Ele vai ponto por ponto abordando cada detalhezinho, explica de novo, explica novamente, com imensa consideração pela nossa pela nossa situação, né, de aprendizes. Então, ele vai nos dizer eh do sacrifício do corpo. Lembrando aqui o apóstolo Paulo que na epístola aos Romanos vai dizer assim: "Rogo-vos, irmãos, rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, pois em tal importa o culto racional. E não vos conformeis com esse mundo, mas transformai-vos pela renovação das nossas das vossas mentes, para que proves qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Aí a gente entendeu errado. Aí a gente pensou assim: "Ah, sacrifício do corpo". E aí a

pela renovação das nossas das vossas mentes, para que proves qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Aí a gente entendeu errado. Aí a gente pensou assim: "Ah, sacrifício do corpo". E aí a gente veio na idade média, né? Com aqueles silícios, com aquelas aqueles jejuns que era da nossa da nossa cultura. A gente achou que era para mortificar o corpo. Aí assim, essa era a renúncia. Mas não era nada disso que o apóstolo Paulo nos falou. Ele disse aqui, a renovação da nossa mente. Esse é o sacrifício mais difícil, é a renúncia mais difícil, porque significa sair do nosso nível de conformidade. Ou para usar uma expressão atual, né, que a gente gosta muito da zona de conforto e como que essa zona de conforto é boa, gente. Às vezes a gente tá lá sofrendo, ter, mas tá na zona de conforto, não quer sair e vem algum acontecimento que falam: "Vamos adiante." caminhando, filho de Deus, né? Tem que evoluir e vem algum acontecimento que nos convida a sair fora da zona de conforto. Jesus também falou para nós de renúncia, né? Quando ele disse que quem quisesse segui-lo tinha que renunciar eh pai, mãe e mulher e filhos, irmãos e irmãs, né? E quem não fizesse isso não poderia ser seu discípulo. E depois ele segue dizendo assim: "Pois todo aquele dentre vós que não renunciar a tudo que possui, não pode ser meu discípulo." Ele acrescenta: "Quem tem ouvido de ouvir que ouça". E aí a gente se pergunta: "Que que é essa renúncia que Jesus fala? É renunciar pai, mãe, todo mundo? É renunciar à convivência da família? Renunciar a todos os bens que a gente tem? É isso que é isso que Jesus queria dizer? Vejam como nós somos literais e como nós, ainda que nem os fariseus naquele tempo, a gente se apega à aparência, porque a aparência tá gritante e é fácil para nós. Mas o nosso nível evolutivo é pedido de nós um pouquinho a mais. Por isso ele diz: "Quem tem ouvido de ouvir que ouça". Será que os nossos ouvidos já conseguem ouvir o que ele quis nos dizer? Que que queria Jesus de nós

volutivo é pedido de nós um pouquinho a mais. Por isso ele diz: "Quem tem ouvido de ouvir que ouça". Será que os nossos ouvidos já conseguem ouvir o que ele quis nos dizer? Que que queria Jesus de nós quando ele falou para renunciar à família? Literalmente não pode ser, porque nós vemos que todo o ensino dele, o tanto que ele valorizou a família. E nós sabemos que a família é esse lugar sagrado em que a gente vai exercitando a tolerância, o perdão, a amorosidade. Como renunciar a isso? A gente entendeu errado lá no passado e achamos que a gente precisava se enclausurar, não é? Não é muito difícil a gente hoje em dia encontrar com alguém que conheça algum religioso que tenha optado por uma vida de clausura. Muitos de nós, eu tenho certeza, conhecem padres freiras, né? mas que se separaram parcialmente do mundo para seguir uma vida de missão, de socorro, de ajuda. Dificilmente tem aqueles que estão completamente enclausurados, mas no passado tinha muito, como uma forma de se proteger. Ah, mas isso tá tão longe da gente. Que que a gente tá falando isso? Como é que nós trazemos isso pra nossa realidade? Vamos pensar, quantos de nós espíritas a gente não chega e fala assim: "Ai, agora eu tô frequentando a casa espírita. Olha aquele povo da minha família lá, todo mundo é muito desequilibrado, viu? Cheio de a gente logo vê o obsessor do outro, né? Cheinho de obsessor. Não quero mais nem conviver que me desequilibra, me desharmoniza. Falaram para mim na comunhão que eu sou que nem uma esponja. Ah, eu absorvo tudo, não posso. Será que nós não estamos fazendo igual? Aqueles que no passado achavam que tinham que se isolar para evoluir. O que é esperada de nós é evolução na luta, é evolução convivendo com aqueles que a gente entende que não tá muito adequada aquela conduta, mas como é que nós vamos exercitar o não julgar se a gente se afasta e se coloca numa posição de superioridade? Ah, mas nós queremos que o outro faça como a gente aprendeu, que é certo? Será que não é a nossa arrogância a gente

ercitar o não julgar se a gente se afasta e se coloca numa posição de superioridade? Ah, mas nós queremos que o outro faça como a gente aprendeu, que é certo? Será que não é a nossa arrogância a gente querer que o outro ande com as nossas pernas? E aí a gente às vezes começa a se colocar naquela posição de salvador, não porque agora eu que sei. E é tão ruim quando alguém faz isso com a gente, não é? Tem alguns irmãos de outras religiões que acham que se a gente não se converter ao pensamento deles, meu Deus do céu, é o fogo do inferno. Não é horrível a gente ficar nessa posição? Será que nós não fazemos isso também? Quando a gente começa a querer que o outro ande pela nossa cartilha, esquecendo que cada um de nós tá no seu nível evolutivo, são reflexões que a gente precisa fazer, né, meus irmãos? Então, em que consiste a renúncia que Jesus nos pediu para fazer de renunciar à família, aos bens? O que que ele queria dizer com isso? E o espírito Rodrigo vai mais pro final dessa lição nos dizer o seguinte. E eu vou pedir licença para ler essa parte para não ser eh não correr o risco de deixar de fora um pensamento que é tão importante, tão delicado de desse espírito. Renúncia, segundo o critério evangélico, quer dizer capacidade moral, força de caráter. capaz de sobrepor em qualquer emergência ou conjuntura a causa da justiça e da verdade, acima de todos os interesses, de todas as volições e prazeres, mesmo acima das vossas mais caras e legítimas afeições. É essa a condição que Jesus estabelece para nos tornarmos seus discípulos. Ou seja, meus irmãos, viver aonde nós estamos, cercado das pessoas que nós estamos cercados, porque certamente foram aquelas pessoas, não que a gente merece, mas que a gente precisa como interlocutores para o nosso progresso. Eu tenho que interagir com fulano. Ah, mas eu queria tanto, gente, que meu vizinho fosse Dr. Bezerra de Menezes. Ia ser tão bom, né? Porque esse vizinho tá me dando tanto problema, brigando, reclamando, pulando no meu meu teto. Ah,

no. Ah, mas eu queria tanto, gente, que meu vizinho fosse Dr. Bezerra de Menezes. Ia ser tão bom, né? Porque esse vizinho tá me dando tanto problema, brigando, reclamando, pulando no meu meu teto. Ah, se fosse Dr. Bezerra seria maravilhoso, não seria? Talvez, né, pra gente, para ele não se sabe, né? Mas nós estamos com aqueles que a gente precisa, que tem algo para nos ensinar. Não é só o mestre que nos ensina, é o irmão também que tá com as suas dificuldades, que nem a gente, lutando com as imperfeições, com as chatices, né? Com as raneticças. esse que vai nos ensinar. Como é que a gente vai aprender a perdoar se ninguém pisar no nosso calo? Fica difícil. Então, o que tá pisando no nosso carro tá também nos ajudando, mas viver a nossa convivência colocando acima de tudo os ideais que a gente aprendeu, que Jesus veio trazer para nós da justiça, da verdade acima dos interesses. A verdade vale enquanto tiver conveniente para mim, senão não vale mais. Não, precisamos colocar acima de tudo esses interesses, colocar acima de tudo o exercício que é pedido para nós da gente se olhar um pouquinho dentro do outro. Dentro do outro tem um pouquinho da gente, porque se somos filhos de Deus, a gente tem pelo menos o mesmo DNA divino, não é? E estamos todos com as nossas lutas. A hora que eu consigo olhar pro outro e ver um pouquinho de mim, ah, muda de figura. Ou então, se tiver difícil olhar pro outro e ver um pouquinho da pessoa que a gente mais ama. Seja um filho, seja um pai, um marido, uma esposa, vê um pouquinho daquela criatura querida no outro. E aí a gente começa a olhar para esse outro um pouquinho diferente. Essa é a renúncia que Jesus nos pede. Renunciar ao nosso individualismo, a ilusão do nosso egoísmo, a ilusão do controle, que é uma ilusão terrível que nos coloca em uma posição de verdadeira cegueira espiritual. Eu quero controlar o outro, porque se for assim, eu me sinto de alguma maneira valorizado ou mais seguro. Mas veja, é uma ilusão. A gente não aprendeu que cada um vai caminhar

ira cegueira espiritual. Eu quero controlar o outro, porque se for assim, eu me sinto de alguma maneira valorizado ou mais seguro. Mas veja, é uma ilusão. A gente não aprendeu que cada um vai caminhar com seus passos. E ele vai nos dizer, então, o que que Jesus quer de nós quando ele diz? Que que Jesus nos pede quando ele fala dessa renúncia? Ele começa a falar primeiro o que não pede, o que que não é que o que que Jesus não quer. Ele não quer o repúdio ao lar, porque lar é uma mansão sagrada, onde nós vamos treinando as virtudes que a gente precisa construir, que são fundamentais ao ensinamento do Cristo. Ele não quer que a gente se abstenha de tudo que nos alegra e conforta a alma. Às vezes a gente entende o evangelho errado e acha que a pessoa que quando ela tá assim querendo se ligar a Deus, a espiritualidade ela fica séria, né? Se zoar não pode rir. Mas como, gente, se amor e alegria andam juntos, não é essa renúncia que ele nos pede. Não é a gente deixar de ser alegre, ficar, né, todo compenetrado, achando que deve ser assim, gente. Se for assim é muito ruim, né? E Jesus, quem convivia com ele, falava da sua alegria. O apóstolo eh João, que depois voltou como Francisco, que isso é lindo no livro do espírito mirame, vivia alegre, cantando, louvando a existência, vendo beleza em tudo. E como que nós vamos ser cisudos? Não é isso que Jesus quer de nós. Não é a privação do conforto, do bem-estar. Agora eu vou dormir na cama de faqui que eu vou evoluir. Não é isso. Eh, não é o estrangulamento de todas as aspirações do melhor, porque nosso ser naturalmente aspira. A gente quer melhores condições. Isso é certo, é legítimo. Vamos querer também para os nossos irmãos. Isso daí é colocar a justiça e a caridade acima dos nossos interesses. E o que ele pede dos seus discípulos? A coragem moral, uma coragem difícil, coragem moral de quando tudo tá se encaminhando pro lado do pessimismo, a coragem moral de dizer: "Não, eu acredito diferente, eu penso diferente, eu vejo outras coisas". precisa ter

coragem difícil, coragem moral de quando tudo tá se encaminhando pro lado do pessimismo, a coragem moral de dizer: "Não, eu acredito diferente, eu penso diferente, eu vejo outras coisas". precisa ter coragem moral para isso, muita, porque às vezes nós vamos nos opor a algo que parece assim uma onda que vai nos levando, a onda da moda, do pessimismo, a onda do desrespeito, a onda de da gente não valorizar o que realmente importa do respeito ao outro. E aí precisa de coragem moral para se opor a disposição de ânimo capaz de resistir às seduções do mundo, colocando acima de tudo, inclusive dos nossos mais caros afetos, o ideal de justiça e de amor que a sua doutrina encerra. Esse ideal de amor é isso que a gente precisa colocar em prática, renunciar à ilusão do isolamento. Eu tô aqui, o outro tá ali. Não, nós estamos juntos. O que acontece com o outro vai repercutir em mim e o que acontece em mim também no outro. Então, precisamos renunciar a essa ilusão. E o grande exemplo disso foi o nosso mestre Jesus, né? Eu queria, meus irmãos, pra gente ah encerrar, lembrar de um outro um outro pedido que Jesus nos fez, que é dos mais belos, tá? No evangelho de Mateus, lá no capítulo 9, versículo 13, que ele nos diz assim: "Ide, porém, e aprendei o que significa. Dois pontos. Misericórdia quero, não sacrifício. Porque eu não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento. É linda, é lindo esse chamado de Jesus. Não é o sacrifício, é a misericórdia. E se a gente for ver o que essa palavra quer dizer, ela vem de miséria, de compaixão e cordeia coração. É a gente colocar a compaixão no nosso coração. É esse o trabalho que é esperado de nós. É essa renúncia que a gente precisa fazer ao egoísmo, a dureza de coração, misericórdia vos peço, e não sacrifício. Só podiam ser palavras proferidas por um coração muito especial, não é? como o coração de Jesus que consegue ver em nós tudo aquilo que nós ainda não conseguimos, consegue ver o nosso potencial, consegue ver o nosso próximo

proferidas por um coração muito especial, não é? como o coração de Jesus que consegue ver em nós tudo aquilo que nós ainda não conseguimos, consegue ver o nosso potencial, consegue ver o nosso próximo passo, o que nós podemos fazer. Misericórdia é o que ele nos pede. Eu agradeço a todos, desejo uma boa agora à noite, né, para todos. Obrigada. Ouvindo a Márcia falar o que Jesus quer de nós. Ele quer aquilo que nós somos. Aquilo que nós somos. Fomos criados pela pelo pai maior com todas as possibilidades. Estamos aqui às vezes desviando um pouquinho do caminho porque ela falou da zona de conforto que é uma zona perigosa, né? Muito perigosa. É uma zona da preguiça rançosa, né? Então eu fico aqui porque aqui tá bom demais. Então, o que Jesus quer de nós que a gente continue, continue lutando, continua vai indo paraa frente, continua fazendo o que o Pai quer que a gente faça. Ele nos criou para quê? Pra gente evoluir. Então, que a gente evolua. Não importa o tamanho da evolução, é que a gente não pare, né? Não pare. Se parar é para observar qual o melhor caminho que a gente vai seguir, entendeu? Hoje a palestra antes dessa nossa da da Márcia foi para e pense, né? Então a gente tem que parar, parar, mas só para pensar o que que eu vou fazer agora? Qual a próxima ação que eu vou ter? O que que eu vou fazer que é bom para mim e que seja bom pro outro? Porque o que é bom para mim é bom para todo mundo. Porque a minha bondade, o que eu espero, fazendo o que é bom para mim reflete no outro. Então, que a gente possa eh realmente pensar o que que Jesus quer de nós, que a gente continue sendo esse ser maravilhoso, essa criação divina. Só isto, só isto. Agora o resto é com a gente, não é? Então vamos terminando esse nosso momento em agradecimento a reflexão do tema de hoje. A Márcia sempre fala: "Ah, esse capítulo é muito grande, olha, ela reclama mais do que eu quando vou fazer palestra em Luziânia. A a dirigente falou que nunca viu alguém para reclamar tanto quanto eu. E eu sempre reclamo, mesmo não, isso é muito

ito grande, olha, ela reclama mais do que eu quando vou fazer palestra em Luziânia. A a dirigente falou que nunca viu alguém para reclamar tanto quanto eu. E eu sempre reclamo, mesmo não, isso é muito difícil e eu não escolho, não. É, é por sequência, né? Então, mas cai, cai direitinho para quem deve falar, né? As coisas não vêm de graça, né? Elas, elas a a palestrante antes falou: "Olha, a gente quando dá um tema pra gente é porque a gente precisa daquele tema e eu já tô também meio preocupada quando me dão o tema, mas como os temas foi, sou eu que escolho da minha mág porque eu não faço palestra nesse horário, né? é uma equipe já maravilhosa, né? Então eu escolho e de vez em quando eu falo: "Não, isso não fui eu que escolhi, eu não sei quem foi, porque difícil desse jeito, não fui eu." Aí agora eu vou pensar, é porque esse aqui eu tenho que falar. Mas vamos terminando. Agradecida a Márcia, agradecida essa espiritualidade maior que tá aqui, comandou todo o trabalho e continua comandando a equipe do passe que vocês vão eh receber. A vocês, de coração, agradecemos pela atenção. A vocês que estão nas suas casas ou que irão nos assistir futuramente, muito obrigada. E obrigada a Deus por criar criaturas tão lindas como nós somos. Nós temos que reconhecer isso, porque se não reconhecermos fica meio difícil a gente continuar, né? Então que a doce paz de Jesus fica no coração de cada um e até a próxima, até a quarta-feira que vem. Lembrando de vocês que nós estamos essa semana às 20 horas com o 18º seminário de dependência química. Esse faz parte, esse é o assunto do meu coração, né? Do meu coração. Tem muito tempo que a gente tá nessa estrada da dependência química. Então vocês podem assistir depois. Estão lá já as duas palestras. Hoje tendo o José Carlos e ela as palestras são progressivas. a gente começa falando da do sofrimento e da esperança. Aí a gente vai falando da família e cada dia a gente vai botando uma pedrinha, né? Uma pedrinha eh de brilhante, né? Pra gente pensar.

ressivas. a gente começa falando da do sofrimento e da esperança. Aí a gente vai falando da família e cada dia a gente vai botando uma pedrinha, né? Uma pedrinha eh de brilhante, né? Pra gente pensar. Até vamos terminar no sábado com o Dr. Wesley lá de Goiânia. Eu, ele é um especialista em dependência química, sabe tudo de dependência química, mas como um bom goiano, de uma maneira muito suave. Então, ele vai estar aqui no sábado nos dois horários. A gente deu para ele esses dois horários porque ele já vem de longe, né? Então, assistem depois, fala: "Não, mas eu não tenho nada a ver com dependência química". Mas um amigo pode estar precisando da nossa contribuição. E qualquer outro, às vezes não é amiga, é um familiar, às vezes é alguém que a gente vai numa instituição e tá lá a instituição com com os dependentes. É uma doença, amigos. É uma doença e nós podemos contribuir com essa doença. Sim. Então, já estamos no 18º. Isso porque não foi desde o comecinho, que senão ia ser aí muitos seminários, né? Então assistem depois que vocês vão gostar. A Márcia vai falar da codependência. Quem não é codependente? A gente acha que codependente é só aquele familiar ou aquela esposa ou aquele marido que tem um dependente em casa. Não, nós somos codependentes de muitas situações, muitas mesmo, entendeu? Às vezes a gente não pode, eu vou dar um jeito, eu vou dar um jeito. Até quando a gente vai, às vezes vai se unir a outra pessoa e fala: "Olha, não é bom não, essa pessoa tá assim, não pode deixar que eu dou um jeito depois." Não, nós não damos jeito em ninguém, né? Aqu pessoas que dá um jeito, então ela vai falar. Então é muito importante a gente saber o nível de codependência que nós estamos. Amigos, um beijo no coração e até a próxima. Boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música]

unhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a

dade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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