M01 A04 • Série Psicológica • A Estrutura da Psique (parte 2)

Mansão do Caminho 06/10/2023 (há 2 anos) 59:39 8,487 visualizações 558 curtidas

A Série Psicológica Joanna de Ângelis Apresentação: Iris Sinoti e Cláudio Sinoti

Transcrição

sejam todos bem-vindos ao nosso encontro nesse módulo Inicial que estamos trazendo alguns dos conceitos que Joana deangeles aborda em toda sua obra psicológica aprofundar o olhar sobre o ego a consciência o inconsciente e tantas instâncias que fazem parte do nosso ser nos possibilitam perceber melhor o funcionamento da própria psique e uma dessas instâncias que nós falamos e que tem uma importância muito profunda para o entendimento da psique trata--se dos complexos os complexos são termo que foi introduzido na psicologia por Carl Gustav Jung quando analisou em seus pacientes certas reações a partir de determinados temas de repente ele falava uma palavra pai mãe Deus ou outra palavra qualquer e UnG percebeu que aquelas palavras geravam reações reações como palpitações sudores e tantas outras e percebeu que naquela reação encontrava-se uma influência de algo que a pessoa tinha vivido com determinado tema e a partir disso ele foi elaborando a conceituação de complexo e nos diz Jung os complexos são agrupamentos de conteúdos psíquicos carregados de Emoções quanto maiores são a emoção e o campo de associação mais forte é o complexo os complexos contém o poder impulsionador da vida psíquica agrupamentos psíquicos carregados de Emoções pense os que na nossa psique todos os temas da vida humana são organizados como se estivessem num arquivo Claro que não é organizado dessa forma mas falamos de forma didática e cada um desses temas traz determinada emoção Por exemplo quando dizemos a palavra mãe o que a palavra mãe faz conexão com o nosso ser e certamente cada um de nós tem experiências conectadas a esse tema sejam experiências positivas ou negativamente vivenciadas por conta do abandono da rejeição e outras questões e esse ponto específico traz para nós certas Sensações percepções que traduzem-se na força do complexo por exemplo certa feita conversava com o paciente e ele estava extremamente incomodado e eu perguntei mas o que qual foi o incômodo que houve que te deixou

cepções que traduzem-se na força do complexo por exemplo certa feita conversava com o paciente e ele estava extremamente incomodado e eu perguntei mas o que qual foi o incômodo que houve que te deixou tão abalado e ele relatou não no final de semana eu Visitei a família de um amigo e aconteceu algo desagradável na família desse amigo perguntei ele disse não peloo foi um encontro cercado de amorosidade porque aquela família se trata tão bem eles têm um relacionamento tão bom que é muito agradável estar com eles e logo estabelecia-se um paradoxo se era tão agradável porque ele estava incomodado com aquela vivência e logo ele traz a tona não porque aquilo me reportou a minha família então ali ele viu reflexo da vida familiar dele que encontrava-se naquele naquele momento totalmente desestruturada desestabilizada E aí nós vemos o poder do complexo algo que se relaciona a um tema vivenciado por por nós e cujo tema traz um impacto emocional vem na consciência na forma de percepções Sensações emoções sentimentos e isso faz com que a nossa percepção da vida esteja tomada pela energia do complexo é por isso que os complexos T contêm O Poder impulsionador da Vida psí psíquica impulsionam porque trazem a psique determinada energia quando falamos de complexos normal normalmente as pessoas associam a algo negativo mas será que os complexos são somente negativos se pensarmos em termos emocionais não porque existem emoções que são agradáveis de serem sentidas então se nós temos experiências boas positivas alegres em determinadas circunstâncias essas circunstâncias e vivências também ficam arquivadas como complexos só que tem o poder positivo de trazer memórias positivas de trazer também impulsos positivos à psique o importante é saber todos nós temos complexos então não adianta mais chamar o outro de complexado a achando que o está ofendendo porque em verdade todos temos complexos o maior problema de SC C Gustav Yung não é ter complexos é quando os complexos nos têm porque quando eles

r o outro de complexado a achando que o está ofendendo porque em verdade todos temos complexos o maior problema de SC C Gustav Yung não é ter complexos é quando os complexos nos têm porque quando eles nos Têm Nós não controlamos a força que eles trazem a psique e o nosso papel o papel da consciência é cada vez mais conhecer esses complexos conhecer o dinamismo que faz acionar a força desses complexos para que nós possamos administrar e fato importante para lidar com os complexos é Estar atento às emoções por exemplo de um momento para para o outro eu posso ficar mal humorado E aí é interessante fazer o o processo reverso por que que eu fiquei incomodado Qual foi o ponto que me tocou Qual foi o momento em que algo fez com que a minha emoção se tornasse tão densa tão intensa e fazendo esse processo nós começamos a conhecer os gatilhos que nos levam a determinadas emoções e Joan deangeles vai dizer o seguinte os conteúdos psíquicos exteriorizados pelo inconsciente através do sutis mecanismos cerebrais ressurgem como complexos quando possu em conteúdo perturbador efeitos naturais das ações Morais iníquas que a soberanas leis de causa e efeito impõem ao Espírito como necessidade de reparação e de Reeducação e Joana fixa e traz o ensinamento que também esses complexos servem as próprias leis da vida porque eles se encontram lá no inconsciente são S experiências que vivemos que passaram pela consciência mas que agora se encontram inconscientes e de repente determinada palavra às vezes determinada música que ouvimos nos levam a lembrança às vezes até o dores por exemplo Às vezes as pessoas sentem cheiro de café e aquele cheiro de café leva lá pra infância né lembrando de quando estava comendo bolo com avó Essa é lembrança minha né comendo bolo com a vó já deu fome muitas pessoas aí só de lembrar do cheiro de café e associar o bolo por existem memórias afetivas ligadas ao tema Como podem ter também memórias traumáticas dependendo de cada situação por isso que esses mecanismos sutis do

lembrar do cheiro de café e associar o bolo por existem memórias afetivas ligadas ao tema Como podem ter também memórias traumáticas dependendo de cada situação por isso que esses mecanismos sutis do inconsciente são acionados sejam por uma palavra seja por uma imagem seja por determinada vivência que a pessoa participa e que traz lembranças guardadas lá do inconsciente surgem como complexo perturbador quando as experiências com aquele tema foram perturbadoras é por isso que é importante a gente cada vez mais conhecer essas experiências traumáticas ressignificá-las reelaboradas para retirar a força negativa que está gravada no complexo nós não mudamos a experiência objetiva a experiência objetiva continua a mesma mas subjetivamente nós podemos ampliar o olhar sobre cada experiência que vivemos olhar de determinado ângulo tentar compreender a situação sobre um outro Prisma e principalmente acreditar que tudo o que vivemos podem também nos trazer um aprendizado profundo e quando aprendemos nós assimilamos a força do complexo e ele não fica mais como uma energia perturbadora gravada lá no inconsciente e seguindo nos nossos conceitos nós encontramos o tal do arquétipo que as pessoas às vezes correm quando vem escrito lá no livro né arquétipo meu Deus quando é que eu vou entender arquétipo né então nós vamos ver que arquétipo Não é esse monstro que que apavora tanto mesmo porque são partes da nossa psique eung ele vai definir o arquétipo da seguinte maneira elementos primordiais e estruturais da psique humana sistemas de prontidão para ação e ao mesmo tempo imagens e Emoções não pode em hipótese alguma ser atribuída a aquisições individuais perten à humanidade em geral e não a uma determinada psique individual elementos primordiais primordial da ideia de quê dos primórdios né do início da criação Ou seja é algo que nos acompanha desde o estabelecimento da Consciência Humana do momento que nos tornamos humanos e temos a possibilidade da consciência de si nós possuímos

os né do início da criação Ou seja é algo que nos acompanha desde o estabelecimento da Consciência Humana do momento que nos tornamos humanos e temos a possibilidade da consciência de si nós possuímos arquétipos arquétipo vem do grego arquetipo né primeira marca primeiro tipo como se fosse aquela marca original do humano porque somos humanos temos que nos comportar como humanos isso que nos torna conhecidos entre si por isso também que existe a catalogação a possibilidade de diagnóstico de psicopatologias é quando o comportamento humano foge da normalidade e se torna patológico e nós podemos aprender isso porque existe também uma expectativa do comportamento humano que provém dos arquétipos que além de primordiais eles estruturam a ação humana é esperado do humano que atue daquela forma em determinadas circunstâncias da vivência humana são sistemas de prontidão para a ação então por exemplo se vocês chegassem na sala né abrissem a porta e se deparasse aqui na frente com bebê chorando qual era o impulso de vocês quando abrisse a porta e visse um bebê chorando qual seria o impulso ir ao encontro e acolher e nós fazemos isso por um simples detalhe existe um arquétipo chamado arquétipo materno uma marca materna Independente de sermos homens ou mulheres na Biologia nós temos arquétipos uma ação humana esperada é o acolhimento nas situações de abandono e principalmente se se trata de uma criança nós vamos ao encontro todas as pessoas vão fazer isso da mesma forma não cada um vai fazer da sua forma particular porque nós temos complexos e vivências diferentes nos temas embora o impulso seja o mesmo há um impulso o impulso é de acolhimento o impulso nesse caso do materno ele vai proteger vai cercar de cuidados de afeto mas também existem outros sistemas de prontidão para ação por exemplo um menino está andando de bicicleta uma criança aprendendo a andar de bicicleta e essa criança cai no chão o que nós fazemos quando uma criança cai no chão vendo que não é nada grave Qual é o nosso

lo um menino está andando de bicicleta uma criança aprendendo a andar de bicicleta e essa criança cai no chão o que nós fazemos quando uma criança cai no chão vendo que não é nada grave Qual é o nosso impulso levanta segue adiante porque isso vem do nosso arquétipo paterno para o mundo e a criança tem que se preparar para o mundo e esse processo vem desse arquétipo que faz o corte temos o materno de acolhimento mas temos também um paterno que é o impulso para a vida o impulso e o saber para de lidar com a ordem com a disciplina que vem do arquétipo paterno e nós veremos isso mais detalhadamente adiante temos arquétipos que são impulsos para a ação mas cada um vai ter ação da forma particular porque isso depende das nossas vivências não são aquisições individuais porque eles são sistemas de prontidão para a ação então Todo humano possui arquétipos é isso que nos caracteriza e nos configura como humano agora não façam igual uma Luna da turma antiga né que depois de ter explicado o arquétipo ela levanta o dedo e diz olha Passei a semana inteira olhando o arquétipo de todo mundo e segundo ela ela estava mestra na arte de identificar os arquétipos dos outros então é melhor que cada um identifique a própria força e pulão arquetípica porque identificando essas forças nós perceberemos Quais são os arquétipos que atuam de forma mais mais intensa na nossa vivência psíquica e que de certo modo isso nos ajuda a compreender a própria personalidade pertence à humanidade em geral então a humanidade todos os humanos têm esse sistemas de prontidão para ação muito embora a vivência de cada arquétipo seja de forma particular porque isso depende da vivência do Espírito isso depende da do Olhar individual isso depende do nível de consciência para perceber em si essas forças arquetípicas Joana De Angeles fazendo a ponte com o olhar espiritual da vida ela vai trazer o seguinte o processo de reencarnação explica a presença dos arquétipos no ser humano porque ele é herdeiro das suas próprias realizações

fazendo a ponte com o olhar espiritual da vida ela vai trazer o seguinte o processo de reencarnação explica a presença dos arquétipos no ser humano porque ele é herdeiro das suas próprias realizações através dos dos tempos e aí nós vemos quando falamos inicialmente do arquétipo materno o que vai determinar que no tocante à maternidade eu aja dessa ou daquela forma senão as minhas vivências nas existências anteriores e na atual com determinado tema que vão formando uma configuração muito particular de lidar com determinados temas da vida humana então quando nós entendemos a reencarnação fica muito mais fácil entender essas forças arquetípicas em ação e aí nós temos o arquétipo do Herói O arquétipo do órfão o arquétipo do guerreiro todas essas instâncias mas também o arquétipo materno paterno e tantos outros quanto quantas sejam as vivências humanas o número de arquétipos é incalculável porque existem potencialidades humanas que nós nem atingimos ainda como lembramos a angelitude é a nossa meta a inteireza do ser está no nosso inconsciente ainda sendo elaborada Então nós vamos trazendo à tona determinadas vivências à medida que nos tornamos conscientes à medida que crescemos para com a percepção em relação à Vida vamos atualizando esses arquétipos que fazem parte da história da humanidade mas aqui cabe uma diferenciação porque muitos podem confundir arquétipo com instinto no primeiro momento é muito parecido mas o próprio Yung recorda os instintos são formas típicas de comportamento e todas as vezes que nos deparamos com formas de reação que se repetem de maneira uniforme e regular trata--se de um instinto quer esteja associado a um motivo consciente ou não Por exemplo João de Barro vai construir sua casa né ele fica pensando se vai construir uma casa de dois quartos TRS quartos com banheira né que a Joana de Barro vai reclamar da casa que ele tá construindo ele fica nesse tipo de pensamento não ele vai e constrói de uma forma muito uniforme dentro do contexto do João de

rtos com banheira né que a Joana de Barro vai reclamar da casa que ele tá construindo ele fica nesse tipo de pensamento não ele vai e constrói de uma forma muito uniforme dentro do contexto do João de Barro daquele passar então isso é um instinto ou é um arquétipo é um instinto porque é padronizado né o cachorro ele muda a forma de latir do dia paraa noite não pensa Poxa vou latir mais baixo porque eu tô latindo muito alto né eu tô incomodando as pessoas não ele late de acordo com as circunstâncias Claro que pode ter variações se ele tá mais ou menos nervoso né ele vai latir dessa ou daquela forma agora não há um olhar consciente sobre isso então se não há um olhar consciente trata-se de um processo uniforme e por isso é instintivo mesmo que ao nosso olhar pareça ali ter consciência mas enquanto não há possibilidade de ter consciência de si se trata de instinto diferente do arquétipo porque o arquétipo ele traz a polaridade do humano capaz de ser Consciente e por isso mesmo As Nossas ações arquetípicas não são iguais a de outros humanos Porque existe a vivência particular de cada ser E aí nós começamos a falar de um arquétipo que às vezes também assombra as pessoas né parece uma ass sombração a sombra em Ação já ouviram falar da sombra vamos falar muito da sombra aqui no nosso curso e o módulo da sombra às vezes costuma ser divisor às vezes depois do módulo da sombra as pessoas começam a sumir e nunca mais vem pro curso não sei por quê não sei o que acontece nesse módulo da sombra que assusta tanto as pessoas e um que vai definir a sombra da seguinte maneira é a soma de todos os elementos psíquicos pessoais e coletivos que incompatíveis com a forma de vida conscientemente escolhida não foram vividos e se unem ao inconsciente formando uma personalidade parcial relativamente autônoma com tendências Opostas às do consciente eu costumo dar o exemplo que vem da física por exemplo imaginemos a luz do sol e de repente essa luz encontra uma parede o que acontece atrás da parede

autônoma com tendências Opostas às do consciente eu costumo dar o exemplo que vem da física por exemplo imaginemos a luz do sol e de repente essa luz encontra uma parede o que acontece atrás da parede fica claro ou fica escuro porque a luz do sol encontrou o quê encontrou um bloqueio encontrou um impedimento que fez com que a luz não se manifestasse vocês acreditam que nós somos Essência Divina nós somos luz Tem certeza disso vocês certeza né absoluta Tá certo e por que que na Nossa personalidade essa Essência Divina Nem sempre é manifesta Por que essa luz que nós somos não fica tão Clara na consciência e aí nós refletimos a partir da sombra física é bem provável que essa luz que nós somos encontre certos bloqueios impedimentos que não possibilitam que essa luz se manifeste como um todo isso na psicologia nós chamamos de sombra existe uma parte desconhecida do nosso ser existe uma parte rejeitada da nossa personalidade que como nós veremos no módulo da sombra não é nem negativo nem positivo sombra também é outro conceito assim como complexo que as pessoas tendem a levar somente para o lado negativo agora sombra imaginemos todo o desconhecido da P aquilo que é incompatível com a vida da consciência e que tá guardado lá nesse quarto escuro aguardando apenas que o ego Tome uma decisão consciente de visitar tudo o que se encontra lá por isso que encontrar a sombra é algo essencial para o processo de transformação o processo terapêutico passa pelo conhecimento da sombra a sombra vai ser a nossa amiga até o final do curso sinto informar né então guardem um lugar para a sombra do seu lado que ela vai ser a nossa companheira de jornada durante todo todo esse tempo do curso e mais durante toda a vida porque se o nosso processo é de autoconhecimento a gente precisa conhecer o que já tá na consciência não precisa porque isso já é consciente se a gente precisa conhecer os aspectos inconscientes grande parte desse inconsciente está lá na sombra todos esses elementos psíquicos pessoais incompatíveis

a não precisa porque isso já é consciente se a gente precisa conhecer os aspectos inconscientes grande parte desse inconsciente está lá na sombra todos esses elementos psíquicos pessoais incompatíveis desse processo que muitas vezes traz energias autônomas não é porque tá inconsciente que a sombra deixa de agir não é porque eu não reconheço o meu orgulho minha vaidade meu egoísmo que essas instâncias deixam de ter participação na personalidade consciente por isso que conhecer a sombra é algo importantíssimo para o processo de desenvolvimento para o processo de transformação e Joana nos recorda trazendo o seu olhar sobre a sombra quase sempre o indivíduo mergulhado na sombra de que tem dificuldade de se libertar disfarça as imperfeições projetando a imagem irreal de um comportamento que está longe de possuir mas que se torna não raro Severo para com os demais e muito tolerante para com os próprios erros olha o que a sombra faz com a gente se eu não reconheço Aquilo em mim se eu não reconheço essa parte sombria em mim em quem que eu vou reconhecer senão no outro e aí nós fazemos o quê projetamos a a nossa sombra Projeção de sombra isso não é algo novo da Psicologia não Jesus já falava de projeção da sombra há 2000 anos por que vedes o cisco no olho do teu irmão e não vedes a trave que está no vosso Jesus estava falando de quê De não olhar aquela parte da personalidade que existe em mim Jesus falava de sombra que a psicologia só foi descobrir milênios depois falava de projeção porque ao não reconhecer a sombra em mim eu vou apontar o outro como se isso trouxesse certo alívio pessoal pela minha dificuldade em lidar com a Instância psíquica que existe em mim e que nós precisamos conhecer precisamos conhecer essa parte porque senão a sombra vai ficar tomando decisões por nós o tempo todo muitas vezes nós nos boicotamos por conta da falta de reconhecimento da sombra mas se na sombra nós guardamos ou deixamos escondido tudo aquilo que não queremos que ninguém veja e que nem nós mesmos

o muitas vezes nós nos boicotamos por conta da falta de reconhecimento da sombra mas se na sombra nós guardamos ou deixamos escondido tudo aquilo que não queremos que ninguém veja e que nem nós mesmos querendo ver existe uma outra parte que é o contraponto da sombra e que se chama Persona já ouviram falar da Persona Será que nós temos Persona Será que nós usamos máscaras vocês não que são pessoas bem resolvidas né mas todos possuímos Persona porque a Persona é a forma com a qual nós nos relacionamos com o coletivo O problema não é ter Persona o problema é ser inconsciente das pessas que usa ou acreditar-se que é somente a Persona a Persona é aquilo que na realidade não somos mas aquilo que tanto nós como os outros pensamos que somos é o eu que apresentamos ao mundo exterior por exemplo a pessoa chega na casa Espírita ou chega num templo religioso E aí ela quer apresentar aquela Face de santidade não é isso né quer falar baixo quer falar muita paz para todo mundoé quer ser uma pessoa que não tem raiva quer ser uma pessoa né Muito bem resolvida com a circunstância da vida Poxa então se eu tenho que ser tudo isso eu não posso demonstrar aquelas outras características que eu sei que tenho que as pessoas mais próximas também sabem E aí eu começo a fingir alguém que eu não sou claro que nós estamos falando de um caso extremo começo a utilizar de artifícios para parecer aquilo que em Essência eu não consegui alcançar ainda e nesse ponto nós estamos falando da Persona colocamos determinadas características damos ênfase a determinados aspectos e eles começam a serem incorporados na nossa forma de agir muito embora possam não demonstrar aquilo que estamos vivenciando no nosso íntimo por isso que também nós temos que conhecer essas partes que nós costumamos mostrar aos outros com maior frequência porque se a sombra ela é o oposto da Persona para nos conhecer basta percebermos as características principais que marcam a nossa forma de atuar no mundo por exemplo se eu quero ser uma pessoa que

cia porque se a sombra ela é o oposto da Persona para nos conhecer basta percebermos as características principais que marcam a nossa forma de atuar no mundo por exemplo se eu quero ser uma pessoa que não demonstre ter medo nenhum então às vezes esse tipo de pessoa se torna extremamente Rude agressiva autoritária né que afasta os outros porque ele quer ele quer demonstrar ele ou ela quer demonstrar a invulnerabilidade quer demonstrar não ter nenhum tipo de fragilidade nesse tipo de comportamento a sombra é exatamente o oposto a sombra vai ser o medo a fragilidade a insegurança que o indivíduo não quer mostrar porque aquilo para ele pode ser um sinal de fraqueza e nesse ponto nós vemos o contraponto entre sombra e Persona e Joana De Angeles complementa falando a respeito da Persona sob a máscara da personalidade encontram-se expressões insuspeitado que somente H Largo tempo e com o auxílio das lentes de percepção profunda consegue identificar Ou seja a Persona não consegue encobrir por completo A Sombra porque sabem o que vai acontecendo aos poucos é como se aquela máscara asfixias como é que a gente se sentiria se usasse uma máscara por muito tempo o que que vai acontecendo aquilo começa a causar certo incômodo não é verdade porque existem outras formas de expressão que a gente quer também demonstrar e Persona Persona vem do grego que quer dizer aquelas máscaras que os atores usavam Na antiguidade para produzir determinado efeito usando determinada máscara de personagem eles produziam Impacto porque aquela máscara mostrava uma Face Alegre uma Face triste ou uma Face mais introspect de acordo com o efeito que eles desejassem produzir no público e assim também a nossa Persona por isso que o ego ele deve ser estruturado e consciente o bastante para saber lidar com essas variações que são importantes na psique todo o processo de transformação passa por uma mudança na Persona Só que tem um detalhe isso costuma gerar incômodo quando a gente tá mudando não há um certo incômodo das pessoas ao

ortantes na psique todo o processo de transformação passa por uma mudança na Persona Só que tem um detalhe isso costuma gerar incômodo quando a gente tá mudando não há um certo incômodo das pessoas ao nosso redor você tá diferente e aquele você tá diferente às vezes sai com uma fala crítica com olhar crítico façam um um teste tentem mudar algo na personalidade de vocês às vezes algo simples um hábito mais saudável de alimentação por exemplo a pessoa começa a fazer ter uma alimentação mais saudável e todo mundo ao redor começa a estranhar aqueles hábitos e pior começa a tentar boicotar porque aquilo gera um incômodo em relação à expectativa daquela pessoa no contexto social Por isso que deve haver uma estrutura bastante equilibrada de ser para saber lidar com esse incômodo que vem de fora quando nós começamos a nos transformar porque a Persona vai ficar diferente as nossas atitudes vão mudar e se vão mudar vai gerar um certo estranhamento ao redor que se não tivermos força o bastante que não se não tivermos perseverança ou bastante isso vai fazer com que retornemos aos padrões antigos já ouviram falar de Ânima e animus também também são dois arquétipos que fazem parte né da psique e que demonstram as polaridades que habitam o nosso inconsciente o arquétipo da Ânima constitui o lado feminino da psique masculina o arquétipo de ânimos compõe o lado masculino da psique feminina são as qualidades do sexo oposto não somente no sentido biológico hormonal mas também no sentido psicológico das atitudes e sentimentos por exemplo é possível né que uma mulher vamos trazer o exemplo de uma mulher tem uma atitude guerreira mas a atitude guerreira normalmente é associada a quê foi durante muito tempo associada ao masculino mas não é exclusividade masculina pelo contrário né às vezes essa força que vem da mulher né ela vem de uma maneira até Inesperada por existe a polaridade psíquica chamada ânimos que traz essa força não estamos falando força no sentido físico estamos falando daquele daquela energia que leva

é ela vem de uma maneira até Inesperada por existe a polaridade psíquica chamada ânimos que traz essa força não estamos falando força no sentido físico estamos falando daquele daquela energia que leva ao enfrentamento e isso existe tanto em homens como em mulheres porque o espírito não tem sexo ele é assexuado Se o Espírito é assexuado nós temos que ter ambas as polaridades em equilíbrio é por isso que a partir de uma determinada configuração biológica ou a partir de uma psique masculina os outros aspectos associados ao feminino encontram-se equilibrando no inconsciente assim também o homem possui essa polaridade feminina é possível um homem ser sensível frágil afetuoso amoroso é possível e desejável né que possa Demonstrar com tranquilidade todas essas manifestações embora durante um Largo tempo manifestações da sensibilidade da criatividade da afetividade FIC associadas ao masculino mas mesmo dentro daquela polaridade sexual recordemos desse contraponto psíquico Ânima e ânimos equilibrando o nosso ser porque se em verdade a nossa meta é chegar à inteireza do ser a individuação como nós veremos temos que que desenvolver todas as as qualidades humanas temos que desenvolver todas as aptidões humanas sejam consideradas masculinas ou femininas porque temos que nos tornar o ser no homem e na mulher integrais e para sermos integrais temos que demonstrar esse equilíbrio das polaridades o que era muito bem feito e exemplificado por Jesus que em determinados momentos trazia aquele verbo enérgico raça de Víboras hipócritas sepulcros caiados e nós não imaginamos que Jesus estivesse falando isso de maneira baixa de maneira pacífica no sentido que entendemos ser Pacífico não deveria ser com uma energia ânimos porque aquela Energia era transformadora mas ao mesmo tempo era alguém que se ajoelhava perante o sofredor perante o doente e acolhia como uma mãe acolhe seus filhos e E aí nós vemos ânimos da energia e a Ânima da polaridade feminina do acolhimento da sensibilidade da criatividade que vão

erante o sofredor perante o doente e acolhia como uma mãe acolhe seus filhos e E aí nós vemos ânimos da energia e a Ânima da polaridade feminina do acolhimento da sensibilidade da criatividade que vão Muito Além da questão hormonal sexual biológica porque trazem para o campo psíquico e nesse psíquico nós devemos entender que temos que nos desenvolver enquanto espíritos que somos porque assexuado o espírito mergulha no corpo físico ora exercendo uma polaridade em outras ocasiões diferentes expressões anatômicas que caracteriza como feminino ou masculino propiciando a reprodução e ensejando lhes Sensações e Emoções variadas que fazem parte do seu processo evolutivo o comportamento vivenciado em cada anatomia e função sexual irá responder pelo arquétipo Ânima ânimos ambos tornando-se parceiros invisíveis nós só reencarnamos em determinada polaridade sexual isso não é algo fixo então justamente pela questão de termos que nos tornar espíritos integrais seres integrais nós vivemos as experiências em ambas polaridades sexuais e isso vai deixando marcas no nosso psiquismo e fica fica muito claro isso no Livro dos Espíritos trazendo essa questão porque para o espírito é indiferente se ele vai ser vai estar encarnado como homem ou como mulher porque o mais importante é que isso esteja adequado às experiências que ele vai viver né na terra que ele vai passar e que propor passar aprender crescer então nós Ainda temos uma compreensão muito limitada do que é masculino e feminino né E temos um longo caminho de percepção pela frente até entender por completo O Espírito humano por isso que não nos cabe julgamento não nos cabe preconceito né infelizmente vemos tanto preconceito às vezes quando homens demonstram certas características femininas ou oposto isso é visto com preconceito daquele que ignora as próprias leis da vida porque além da biologia além da configuração anatômica existe o psiquismo com todas as experiências que nós vivemos e o que vemos Na aparência não conseguimos ver

e que ignora as próprias leis da vida porque além da biologia além da configuração anatômica existe o psiquismo com todas as experiências que nós vivemos e o que vemos Na aparência não conseguimos ver na essência do ser isso acontece porque nós conhecemos o self self é uma palavra do inglês que significa si mesmo e foi a palavra utilizada por Carl Gustav Jung para trazer o ensinamento desse arquétipo que significa e simboliza o arquétipo principal da psique porque Como diz Yung é o centro regulador e coordenador da nossa vida psíquica que correspond simbolicamente a imagem de Deus que temos em nós o self não é somente o centro mas também a circunferência total que Abarca tanto o consciente quanto o inconsciente é o centro dessa totalidade assim como o ego é o centro da consciência se no campo da consciência naquele campo limitado e pequeno do ser o ego torna-se o centro das ações por trás do Ego coordenando o ego comandando as funções psíquicas como um todo nos impulsionando ao processo de transformação existe o self uma força organizadora uma força que vai centrando todos os esforços para a nossa transformação para que todo esse aprendizado tenha uma continuidade para em que cada vida quando temos experiências diferentes sejam arquivadas no inconsciente isso tenha um caminho de continuidade porque a lei é de evolução e transformação é por isso que o self é considerado na palavra de UnG o imago dei imagi quer dizer imagem Divina no ser assim como Deus é o criador a força inteligente de toda de todo o universo existe um representante Divino em nós que é o self é por isso que quando falamos do Ego o ego limita-se à Vida atual a essa vivência a essa experiência ao campo da consciência o self é a força que coordena todas as nossas existências é por conta da ação do self que nós nos transformamos é por conta da ação do selfie que nós vamos modificando a nossa postura perante a vida o self mobiliza tudo todas as energias possíveis para que nós possamos ampliar e desenvolver a nossa consciência por

or conta da ação do selfie que nós vamos modificando a nossa postura perante a vida o self mobiliza tudo todas as energias possíveis para que nós possamos ampliar e desenvolver a nossa consciência por isso que olhar para si mesmo significa cada vez mais olhar para o selfie perceber essa ação do self em nós o self na condição de um arquétipo primordial E aí Joana traz novamente a questão do arquétipo primordial Preside ao processo de desenvolvimento que lhe é imperioso alcançar mediante as experiências que fazem parte dos estatutos da vida então self é essa força atemporal para a psique humana para o self não importa muitas vezes aquilo que para o ego tanto importa às vezes no olhar do Ego ficamos preocupados com status ficamos preocupados com segurança temos medo da morte o self não teme a morte porque para ele Isso é apenas mais uma experiência que vai ser arquivada lá no inconsciente do ser o self se ocupa mais com a vida com o processo de estruturação da vida é por isso que ele é aquilo que impulsiona a nossa transformação e que temos que estar atentos porque se identifica no nosso olhar com o espírito Joana faz essa identificação na psicologia Espírita O self em realidade é o espírito Imortal com todas as suas possibilidades com todas as suas potencialidades o self na sua representação totalitária é o espírito Imortal herdeiro de si mesmo jornaleiro de variadas existências terrenas que o capacitam para a Plenitude se a Plenitude é Nossa Meta o self é o impulsionador desse processo que nos leva a Plenitude desde as eras primitivas quando éramos hom e mulheres das cavernas se lembram quando morávamos nas cavernas a gente era vizinho de caverna né corria atrás para matar as presas ou corria das presas para não ser morto lá nesse ser primitivo já existia o self ou não existia já existia já existia essa pulsão da consciência só que não tinha vivenciado ainda experiências Então esse homem essa mulher da caverna passaram por diversas experiências carnais ora na polaridade

tia já existia já existia essa pulsão da consciência só que não tinha vivenciado ainda experiências Então esse homem essa mulher da caverna passaram por diversas experiências carnais ora na polaridade masculina ora na polaridade feminina em diversas culturas porque isso vai enriquecendo a nossa percepção vai arquivando cada vez mais experiências formas variadas do viver formas variadas do relacionamento humano que vão impulsionando a nossa transformação e tudo isso nos trouxe até hoje hoje seres da alta tecnologia que somos essa forma de de se comunicar Será que já tinha os seus seus primórdios lá naquele homem e Muler da antiguidade ou é algo que Nós criamos agora já tinha potencialidade de se comunicar não da mesma forma agora quando nós pintávamos as cavernas de certa forma queríamos comunicar ao outro algo da nossa percepção hoje a gente passa um WhatsApp é diferente né Mas naquele tempo fazia de outra forma Então nós vamos atualizando determinadas vivências arquetípicas trazendo experiências ou formas de viver essa experiência diferente embora o arquétipo já esteja presente o arquétipo da angelitude já está presente em nós embora não vivamos angelitude né no cotidiano de uma forma tão intensa agora já nos impulsiona porque a Plenitude é nossa meta e todo esse processo de desenvolvimento Esse processo de transformação ele tem um nome muito peculiar que UnG vai chamar de jornada ou processo de individuação não confundam com individualização individualização é algo muito egóico individuação é a ação de se tornar o indivíduo que nós nascemos para ser na sua totalidade não Na aparência o objetivo do processo de individuação é fazer o indivíduo tornar-se a pessoa que realmente é quando Yung fala disso a pessoa que realmente é ele está falando do Ego ou do self que que vocês acham do self porque o self é essa imagem de totalidade é um processo de diferenciação no qual ser desliga-se dos complexos e dos padrões coletivos das expectativas de papéis daquilo que os outros esperam dele para

porque o self é essa imagem de totalidade é um processo de diferenciação no qual ser desliga-se dos complexos e dos padrões coletivos das expectativas de papéis daquilo que os outros esperam dele para tornar-se um ser único vejamos por parte é o processo que faz o indivíduo tornar-se a pessoa que realmente é Ou seja tornar-se a sua essência se nós temos essa essência é o processo de individuação que vai fazer com que nós manifestemos essa Essência que nós somos é um processo de diferenciação Por que diferenciação existe um indivíduo igual ao outro então eu não posso querer copiar uma vida de uma outra pessoa embora nós possamos ter modelos mas modelo é para ser observado e vivido de acordo com o meu olhar né muitas vezes nós falamos Jesus é o modelo e guia mas eu tenho que copiar Jesus em tudo vestir uma bata como há 2000 anos atrás e sair caminhando deixar os cabelos crescer para mim nem funcionaria direito esse processo né porque não ia dar certo né Ia ter que comprar uma peruca deixar a barba crescer então ser Jesus daquela forma cabia muito bem em Jesus agora eu aprendo com Jesus a ser uma totalidade como ele foi uma totalidade é diferente não é literal de ser igual ao outro ser Francisco de Assis cabe muito bem para Francisco de Assis dentro daquela cultura da idade média dentro das experiências que ele vivia e que a gente pode aprender muito com as experiências dele agora se eu saísse por aí vestido igual Francisco de Assis ia ser uma cópia porque eu não ia manifestar aquilo que habita o meu mundo íntimo por isso é um processo de diferenciação eu tenho que me diferenciar do coletivo não é porque o coletivo pensa de determinada forma que eu tenho que pensar também isso é uma reflexão para os nossos dias quando os mees de comunicação quando mal utilizados massificam as pessoas a gente nem pensa mais naquilo que passa adiante vai repetindo frases que os outros disseram vai repetindo pensamentos que os outros trouxeram porque está na moda e fazer parte dessa moda coletiva

oas a gente nem pensa mais naquilo que passa adiante vai repetindo frases que os outros disseram vai repetindo pensamentos que os outros trouxeram porque está na moda e fazer parte dessa moda coletiva desse padrão coletivo cada vez mais massifica o ser e o distancia de si mesmo por isso que é um processo de diferenciação onde vamos nos desligando dos complexos e dos padrões coletivos eu não tenho que ser o que o outro espera de mim eu tenho que ser aquilo que a minha Essência chama para que eu seja é fácil isso e se nesse processo de diferenciação a gente tiver que contrariar pai e mãe e família on dia é que a gente vai encontrar coragem porque muitas vezes é preciso isso sair na jornada heróica como exemplo que Jesus trouxe na palavra na parábola do filho pródigo aquele que parte para a jornada de conhecer-se de desligar-se para que depois possa cair em si quem é minha mãe Quem são meus irmãos pareciam duras essas palavras de Jesus agora ele estava dizendo que a essência da personalidade dele diferenciava-se do coletivo e isso não era sinal de desamor pelo contrário porque a melhor contribuição que nós podemos dar ao coletivo é quando nós nos tornamos nós mesmos como indivíduo a palavra indivíduo vem de não dividido Enquanto estivermos divididos enquanto formos partes enquanto não organizarmos as nossas partes num processo de unificação psíquica nós estaremos distantes desse ser único que nós somos e que devemos nos tornar a individuação vai nos explicar Joana De Angeles é o momento da conquista da Consciência do discernimento Claro da consci do si mesmo esse processo pode dar-se naturalmente ou através de cuidadosa psicoterapia graças a essa conquista é possível separar a personalidade individual do coletivo ao tempo em que se adquire consciência de responsabilidade social e humana pelo coletivo É interessante como os conceitos de Joana e da psicologia hungi vão se encontrando mesmo que ela aprofunde o olhar espiritual sobre cada questão é o momento da conquista da

cial e humana pelo coletivo É interessante como os conceitos de Joana e da psicologia hungi vão se encontrando mesmo que ela aprofunde o olhar espiritual sobre cada questão é o momento da conquista da consciência aquele ser que se encontrava na consciência de sono adormecido para com a vida vai despertar é quando a gente olha e diz a minha vida tem um propósito não é só correr atrás do ganha pão não é só ter problema dificuldade não é só pagar as contas não não é isso é algo muito além disso perceber isso é estar próximo do despertar da consciência Esse é o processo de individuação de conscientização de si mesmo Qual é o meu papel para comigo mesmo para com a sociedade que eu vivo para com o mundo e o indivíduo vai tomando consciência do seu papel que é diferente do papel de outro indivíduo por isso que Joana fala e estabelece que é um processo que pode se dar naturalmente e vai se dando naturalmente à medida que nos Auto analisamos nos Auto terapeuti nos autoc conscientizamos a respeito da vida ou através da psicoterapia que facilita com que compreendamos mais a nossa própria psique entendamos mais os nossos complexos entendemos mais profundamente todos os mecanismos sutis que fazem parte do nosso psiquismo e vamos nos diferenciando do coletivo percebendo noos como indivíduos e olha que ponto importante Joana traz no final desse processo é esse processo de individuação que faz com que nós desenvolvamos responsabilidade pelo coletivo por isso que individuação é diferente de individualização não é só pensar em si no sentido egoico mas é viver aquilo que eu sou em Essência viver o si mesmo e esse viver o si mesmo vai ser a melhor e maior contribuição que a gente pode dar ao nosso processo de Desenvolvimento Social psíquico e no contexto amplo da organização humana e Aqui nós temos um exemplo desse modelo da psique dessa organização da psique que nós falamos de quase todos os elementos Claro de uma forma muito breve mas espero que tenha possibilitado para vocês compreender um

os um exemplo desse modelo da psique dessa organização da psique que nós falamos de quase todos os elementos Claro de uma forma muito breve mas espero que tenha possibilitado para vocês compreender um pouco mais dessas instâncias que nós vamos nos aprofundar para olhar todo esse processo de desenvolvimento como vemos o selfie está no centro ele é centro ele é parte e ele é a totalidade do ser a totalidade dessa circunferência que nos capacita a lidar com os desafios que vem do mundo externo os desafios que vem de fora mas também com os desafios internos que provém do nosso inconsciente por isso que isso todo esse curso se trata de um convite para uma viagem uma viagem para dentro de si pelo simples fato de nos desconhecer porque Como diz C Gustav Jung o homem gosta de acreditar-se senhor da sua alma mas enquanto for incapaz de controlar os seus humores e Emoções ou de se tornar consciente das inúmeras maneiras secretas pelas quais os fatores inconscientes se insinuam nos seus projetos e decisões certamente não é é o seu dono vocês querem ser donos da própria casa né deixar de pagar aluguel então é importante que nessa casa psíquica nós retomemos o protagonismo do processo de desenvolvimento nos acreditando estar sim em casa casa no sentido de a nossa morada o nosso local a psique Deve ser esse deve nos trazer essa sensação de morada é como uma Morada de muitos quartos um grande Palácio de centenas de quartos em que nós conhecemos ainda poucos quartos e o nosso trabalho é visitar todos os ambientes desse grande Palácio que é a nossa psique E aí quando conhecermos e harmonizarmos todo esse ambiente finalmente a nossa casa estará em equilíbrio e em harmonia existencial todo esse processo de harmonizar a nossa casa é o processo de individuação então espero que todos nós possamos cada vez mais conhecer essas partes nos adentrando e aprofundando esse processo para que nos conhecendo mais essa Essência Divina que somos possa se manifestar de uma maneira mais plena então um grande abraço a todos vocês né

sas partes nos adentrando e aprofundando esse processo para que nos conhecendo mais essa Essência Divina que somos possa se manifestar de uma maneira mais plena então um grande abraço a todos vocês né e aguardo no nosso próximo encontro até lá C

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