[Live] Sexta-Feira Literária - “Conversando sobre a Morte”, com Alvaro Chrispino.

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 06/11/2021 (há 4 anos) 1:07:51 618 visualizações 90 curtidas

A morte é um fenômeno que todos nós iremos enfrentar. Experimentaremos a separação daqueles a quem amamos, pela morte, até o dia de vivermos nós próprios a experiência da grande viagem. Por isso, é importante tratar deste tema com simplicidade. A Sexta-Feira Literária desta semana irá receber Alvaro Chrispino para um bate-papo sobre sua obra “Conversando sobre a Morte” da Fergs Editora. O livro apresenta um conjunto de informações sobre a morte e o morrer, reunidas a partir de vários campos do conhecimento. Fazendo um caminho didático buscando desvelar o tema com estudos variados até alcançar a realidade do ser imortal, que vive plenamente após o final da vida física, como afirma a Doutrina Espírita. Você poderá acompanhar o encontro ao vivo, a partir das 22h, pela FergsTV, no Youtube, e nas plataformas digitais da Fergs Livraria, no Instagram e Facebook. Participe! ⠀ Leia no site da Fergs https://n8qhg.app.goo.gl/qGxj Esta e outras obras você encontra no site da nossa Livraria: livrariaespirita.org.br ⠀ #Espiritismo #LivroEspírita #LiteraturaEspírita

Transcrição

E aí E aí E aí E aí hoje era o dia quinze de novembro de 1857 bares vivia seus dias de outono e as árvores desfolhadas davam um toque especial de beleza a cidade um novo projeto estava em curso as ideias fervilhavam na mente de Allan Kardec já fazia algum tempo alimentava o projeto de publicar um órgão Espírita um periódico talvez a ideia era boa ele conseguiria com perseverança para tudo existe um tempo era preciso iniciar em diante de Tais considerações Kardec apressou-se redigir o primeiro número da revue spirite afergs editora apresenta espiritismo em revista o primeiro volume de uma obra realizada por Fabiano de Souza que nos assegura este projeto tem como objetivo apresentar a grandiosidade do trabalho do sentimento e do pensamento kardequiano E aí E aí E aí E aí Oi boa noite meus amigos sejam bem-vindos todos a mais uma sexta feira literária um programa da Federação Espírita do Rio Grande do Sul transmitido por suas mídias sociais ele chama o Vinícius Lousada estou aqui acompanhados os queridos irmãos Antônio Nascimento e Álvaro chrispino Desde já eu passo pronto e o Álvaro para sua saudação nessa noite que nós vamos conversar sobre o livro conversando sobre a morte e tem uma satisfação Vinícius especialmente nesta sexta-feira Quando recebe a visita do nosso amigo Álvaro chrispino né uma temática tão significativa para todos nós nossos dias estão nos unimos nessa saudação que o Vinícius trás e damos a boa vir as boas-vindas para você tá o Vinícius Antônio e todos os companheiros do Rio Grande do Sul e de outros lugares que vamos assistir é uma imensa alegria está com vocês de novo agora facilitado pela tecnologia muito bom estar de volta e pode ter conosco Álvaro eu queria dizer os amigos que estamos acompanhando que é sempre bom nós exercitarmos a qualidade da divulgação da doutrina de que compartilhem esse material nos seus canais curtam no YouTube o canal da nossa Federativa compartilha enfim os links para que outros companheiros possam acompanhar ainda a reflexão que nós

trina de que compartilhem esse material nos seus canais curtam no YouTube o canal da nossa Federativa compartilha enfim os links para que outros companheiros possam acompanhar ainda a reflexão que nós vamos fazer essa noite e compra e apresentar o nosso querido irmão Álvaro chrispino já conhecido de muitos companheiros aqui do Rio Grande do Sul Álvaro é professor do CEFET do Rio de Janeiro é doutor e mestre em educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro venceu diversas funções da área da gestão pública e a tua e atua na temática da educação e políticas públicas de livros especializados sobre outros temas como educação ou políticas públicas 6 A Nina a produção Espírita destacam-se uma série de obras como por exemplo A Paixão de Cristo na visão dos Espíritos aos espíritas palavras espíritas ovelhas os lobos e também estamos diante dessa obra que é foco da nossa reflexão conversando sobre a morte publicada pela federação espírita do Rio Grande do Sul nos começar nosso diálogo e passa então o nosso querido irmão Antônio aliciar as extensões para o nosso Álvaro e esse mês conversando sobre a morte ex o nome da obra o nosso irmão e amigo ao corpo enfim editado pela nossa Federação Espírita do Estado do Rio Grande do Sul através da sua Editora é uma obra que foi editada ainda em 2017 Mas é uma obra em Portugal e Gostaríamos então de saber do nosso convidado Álvaro Qual é a importância que nós conversarmos sobre a morte e como esta conversa pode estar a favor da vida meu amigo o Antônio Essa foi a questão e orientou a preparação desse trabalho primeiro porque e a morte é um fenómeno absolutamente e reversível todos os que estamos aqui aqueles que estão nos ouvindo nos vendo todos nós vamos morrer bom então a grande motivação foi perceber o paradoxo mesmo sabendo que todos vamos morrer e é muito comum encontrarmos pessoas que têm sequer falar sobre a morte quanto mais refletir sobre o fato e eles vão morrer a refletir sobre o fato de que todos aqueles que estão a nossa volta vão

rer e é muito comum encontrarmos pessoas que têm sequer falar sobre a morte quanto mais refletir sobre o fato e eles vão morrer a refletir sobre o fato de que todos aqueles que estão a nossa volta vão morrer a lol existem dois Grandes Campos de reflexão um refletir sobre a própria morte e o outro refletiu sobre a própria sobre a morte daqueles que estão a volta e aí dois dois caminhos se apresentam de forma muito geral um que diz que cada dia que eu vivo é menos um dia e o outro cada dia que eu vivo é mais um dia de vida e daí nós trabalharmos a apresentação das ideias espíritas sobre o que vem depois da morte física o apresentando uma a oportunidade de refletir sobre imortalidade da alma e muitas vezes fica no discurso você até fala disso mas como é vibrar viver tendo a certeza de que somos espíritos Imortais E aí nós fizemos um programa didático na obra com a intenção de construir um caminho aonde o espírito vai se tornando cada vez mais palpável cada vez mais é fácil de entender a fim de contornar o medo da morte e convidar as pessoas a intenção na morte conhecerem a vida eterna é muito bem e fala sobre a morte ainda é um tabu e ao mesmo tempo Um Desafio muito grande né no período como o que nós estamos vivendo na terra se nós considerarmos as questões referentes à morte o luto e sofrimento na academia mas amigo tem uma expressão que tu trazes no livro que não chamam muita atenção do dedica um capítulo a ela é o rito da Morte que se trata isso que que nós podemos aprender do Espiritismo a respeito do rito da morte ao vá a meses esse capítulo tá Logo no início da obra e em um objetivo dele eu fui remontar a história da humanidade vai lá atrás mesmo mostrando que desde antes desde que o homem se entende como pelo por homem ele tem de alguma forma uma relação com a morte especialmente com a morte do outro é com quem ele corrige então nós tentamos nesse capítulo dizer ao leitor a se ó é essa questão essa dificuldade se trata com a morte já existe de forma organizada desde lá

almente com a morte do outro é com quem ele corrige então nós tentamos nesse capítulo dizer ao leitor a se ó é essa questão essa dificuldade se trata com a morte já existe de forma organizada desde lá atrás Então vamos começar aí você pega lá como o homem primitivo cuidava dos cadáveres e a ciência própria antropologia e outras mais vão identificando a maneira como o homem primitivo dava fim ao corpo e vai numerando a oportunidade de colocar em um balas depois em colocar em cavernas depois em posição do tempo posicionava pedras sobre os membros braços e pernas dos mortos e aí vem o pesquisador e diz assim como se buscassem evitar que eles voltassem E aí a gente vai acompanhando como que as diversas culturas ao longo do tempo em graus diferentes de maturidade social de maturidade cultural se relacionavam com a morte então você vem desde o homem primitivo vai nos povos indígenas inclusive povos originarios da nossa terra e você vai encontrar ritos muito curiosos aquele que morreu eu nunca existiu o que morrer deixava de existir e não era referenciado ele não era lembrado como se as pessoas daquela época a uma grana existência do morto negassem a si próprio exercício da Saudade o exercício da banda a perda o que seria nunca existiu eu não sinto perda aí você vai para os outros que faz a antropofagia se alimentavam de parte do corpo na tentativa de multiplicar essa essas características do próprio morto e aí a gente vai chegando por exemplo no século 17 no século 18 e aí já de forma mais mas curiosa é a maneira como e a arquitetura da Morte marcou esse tempo o número de mortos as vítimas de quase morte a morte aparente era em tal número que eles começaram a planejar nesse rito da morte para garantir que eles morriam e começaram a planejar modelos diferentes de caixão Então os ricos por exemplo pagavam e botaram no Testamento e no Fruto da morte para ele teria que haver um caixão com maçaneta por dentro para garantir que eles pudessem caso vão se estivesse numa experiência de catalepsia de quase-morte

botaram no Testamento e no Fruto da morte para ele teria que haver um caixão com maçaneta por dentro para garantir que eles pudessem caso vão se estivesse numa experiência de catalepsia de quase-morte abrir e o caixão por dentro os outros vizinho na necessário Qual é a obrigação a garantia de que o vou morrer de verdade não vão ser vítima de uma catalepsia é será contornada me mantendo 72 horas não sei quantos dias antes do desencarne outros tinham Sininho É um caixão um você tocar no Sininho caso despertasse então Existem os ritos desde a estrutura cultural mais antiga da estrutura cultural nas diversas sociedades e Existem os ritos mais modernos mais imediatistas que querem garantir as pessoas que eles efetivamente vão morrer mesmo as imagens têm hoje antes dessa forma e fica mais fácil falando dos dias atuais é explicar o que que é rito são todas são todos os procedimentos que o homem ou a cultura organizam para diminuir a sua perda um minuto é uma um desses ritos não existe para que a gente se acostume com a falta do Horto é muito é na verdade é aquele período em que eu vou transitar entre a vida que eu tinha com a presença do morto EA vida que eu tenho sem ele então é a falta que eu sinto quando olho para cadeira em que a pessoa sentava todos os dias por café da manhã para o almoço para janta é o fato de eu voltar a casa e não encontrar a pessoa para falar comigo é o fato de passarmos pelas festas do natal do ano novo do aniversário do Dia dos Pais Dia das Mães Dia das Crianças vivendo a ausência daquela pessoa então eu preciso de um tempo para me acostumar e alguns historiadores dizem é quando peça o número ou no espírito daquele que desencarnou que é também o período em que nós acreditamos que o morto vai se adaptar olá ao novo estado que ele está vivendo Oi e o quê que a gente vive hoje eu não só a ideia do luto como sempre foi mas é um luto que não acaba por que estamos vivendo hoje nesse dia a experiência de convivemos com 608 um morte no Brasil então vamo lá pessoas que não estejam

u não só a ideia do luto como sempre foi mas é um luto que não acaba por que estamos vivendo hoje nesse dia a experiência de convivemos com 608 um morte no Brasil então vamo lá pessoas que não estejam envolvidos no fenômeno de morte pela convite ou são só as pessoas muito próximas da família ou são seus amigos no entorno ou são amigos dos seus amigos ou então são figuras que eles de alguma forma admirável Logos a figura está ligada a sua fertilidade então Nós entramos no processo de luto antes de conseguirmos construir um minuto outra pessoa desencarna outra pessoa vive a experiência da Morte um amigo nosso vive a experiência da Morte nós participamos e nós emendamos o culto então estamos hoje né e-social Essa visão sociológica da Morte nós estamos vivendo um luto permanente e isso mexe com as nossas emoções mexe com as nossas com as nossas relações e muitas vezes nós precisamos diferenciar e os ventos da Morte nada tem a ver com acreditaram não da imortalidade da alma é um grande equívoco imaginar por exemplo que alguém que acredita piamente na imortalidade e não vai sentir saudade E aí Esse é um ato muito muito duro ouvir companheiros dizendo Ah mas não sei estar desse jeito você está triste com a morte do seu parente seja ela quem seja você não acredita né mortalidade foi assim eu acredito mas eu sinto falta eu acredito mas o vasinho que a pessoa deixou quer nas relações da minha volta que a na minha afetividade é um fato concreto bom então conhecer a imortalidade e viver a saudades são ordens diferentes do fenômeno humano Oi e esse capítulo voltei esse capítulo tinha a intenção de mostrar que esse fenômeno em que nós buscamos rotinas sociais afetivas para diminuir a nossa dor a dor da separação a dor da perda né a lacuna que fica São retos são comportamentos nos antigos é isso a obra só explorando pouquinho mais essa questão que processar o que eu gostaria que pudesse responder a conosco porque às vezes uma leitura apressada da doutrina espírita acompanha os que imaginam que o Espírita

plorando pouquinho mais essa questão que processar o que eu gostaria que pudesse responder a conosco porque às vezes uma leitura apressada da doutrina espírita acompanha os que imaginam que o Espírita não pode sofrer com a perda de um ente querido tu ou que não pode demonstrar nada de sofrimento eu já vi pessoas dentro da senhora Eu não posso chorar afinal de contas Eu Sou Espírita e a gente percebe que isso tem um efeito muito negativo na vida da pessoa e não sei se tem a ver com a doutrina espírita eu tenho que explorasse um pouco em sua Espírita pode Tu já descesse aqui peço uma introdução Espírita pode sofrer com luto Qual é a atitude Espírita Diante Do Luto Pois é a gente não pode se ater a simplesmente escrever teorizar sobre as coisas os textos ficam o sushi com mais compactos né no sentido de marcha contribuição quando ele leva o que a gente sente vou contar uma história a minha mãe desencarnou em 2010 minha filha mais nova tinha época seis anos de idade E aí ela desencarnou e eu perguntei a ela se elas gostariam de ir ao enterro do corpo da minha mãe olha a expressão eu não vou no enterro da minha mãe eu vou no enterro do corpo que serviu a minha mãe porque o Espírito está É prevalente sobre o corpo e aí aquela conversa não é porque eu não acredito é que aquela história que a criança tem que ir tem que ser forçada a ir lógico Alguns vão dizer que a criança indo ao enterro tem fechamento outros acreditam que não tão perguntei e a tanto ela quanto a irmã não acho queremos ir aí perfeitamente arrumamos e fomos que você der e quando chegamos lá Eu entrei com as duas e ela jovem mais nova disse olhou assim papai é aquele que está ali apontando para o caixão e não é a vovó é aquele o corpo que a vovó usava Porque agora ela é um espírito bom e se chama resultado de evangelização Espírita e trabalho cotidiano de todos os dias todas as horas em casa me vendo a coisa aí eu disse a verdade minha filha vovó não está mais ali é o corpo da vovó aí ela completa para como a ideia e

ão Espírita e trabalho cotidiano de todos os dias todas as horas em casa me vendo a coisa aí eu disse a verdade minha filha vovó não está mais ali é o corpo da vovó aí ela completa para como a ideia e botar lista tá marcado aí ela completa é mas eu posso chorar eu disse assim Claro minha filha do que a saudade dói é a saudade dói Podemos sim chorar e ela então chorou discretamente e sentou lá no canto próximo e chorou discretamente e a outra chorou discretamente bom então fica patente que são essas coisas acontecem em ordens diferentes Eu tenho convicção a mortalidade lá meu pai desencarnou e a 40 e tantos anos atrás tu tem o contato mediúnico com ele com alguma regularidade é mas sinto fortemente saudade do meu pai é bom então não tenho dúvida da imortalidade mas quando eu vou por exemplo na cidade onde nós crescemos em Niterói a e eu passo nos lugares aonde eu convivi com meu pai ó e aqui não me veio à mente como se fosse ontem tá guri como vocês viram no sul guri daí eu vendo aqueles lugares o café onde nós tomávamos lanche quando olhamos para o centro da cidade de Niterói quando passa na praia do Gravatá e relembro aqueles fatos me dá uma saudade como era bom estar com meu pai e eu ouço a voz dele falando eu sinto o toque na memória daquele período E aí a saudade Aparece mas é uma saudade que não me faz sofrer não é uma saudade da indignação da perda não é aquela saudade que me diz compensa é uma saudade daqueles momentos felizes que eu passei com a pessoa bom então já coisa no caso da minha mãe quando eu vou a determinados lugares assim minha mãe estaria sentada ali falei assim eu lembro e é uma saudade que incomoda de alguma forma mais lembra da importância que essas pessoas estiveram na elaboração da nossa personalidade bom então duas coisas diferentes eu posso ter certeza da imortalidade Mas eu posso ter o direito a sentir uma saudade digna uma saudade construtiva me ajuda é ao relembrar aqueles bons momentos por conhecer o que eu sou hoje a partir dessas memórias felizes e que

lidade Mas eu posso ter o direito a sentir uma saudade digna uma saudade construtiva me ajuda é ao relembrar aqueles bons momentos por conhecer o que eu sou hoje a partir dessas memórias felizes e que essas pessoas participaram foram peças indispensáveis na construção da nossa personalidade é muito boa essas vivências as experiências né que certamente todos nós estamos tendo algum tipo dele de identificação desse monitor de com as nossas residências né já que a morte faz parte do nosso cotidiano E como você relatou uma pandemia não há uma corrid a morte chegou muito próximo de nós não de uma forma devemos assim é um Inesperada né Marcio ela chegou quase que ele uma forma programada e você foi chegando próximo chegando próximo envolvendo praticamente todas nossas famílias mas nós gostaríamos de saber de você Rafa que o espiritismo ele tem esse aspecto experimental e em um show aspecto experimental científico ele se Funda na intercomunicação Entre esses denominados mortos e os vivos e fundamentar e através da mediunidade no seu livro e se faz a referência outros fenômenos que lidam com a realidade para além desta vida com presento a z que me as experiências de quase-morte desdobramento aparições fotografias de materialização dos Espíritos como também a transcomunicação instrumental aí nós queremos saber de você De que forma as investigações sobre esses fenômenos vem contribuir com a tese Espírita da imortalidade da aula então vamos lá é é a organização didática da do livro é buscou saindo a coisa da informação mais etérea que se tinha aí a gente começa correto as relações sociais e os capítulos vão se sucedendo e nós vamos de alguma forma se materializando a existência do espírito e é isso O espírito é uma tese é uma possibilidade é uma questão que se leva e conforme a gente vai correndo nos Capítulos e vai utilizando essas várias categorias de pesquisa a gente vai tornando o espírito cada vez mais concreto o palpável no sentido de ser mais perceptível então a gente começa lá com

endo nos Capítulos e vai utilizando essas várias categorias de pesquisa a gente vai tornando o espírito cada vez mais concreto o palpável no sentido de ser mais perceptível então a gente começa lá com experiência de quase-morte aquelas pessoas que foram tidas como o mate e depois voltaram e fazem a narrativa enquanto o corpo estava entre aspas moto eu me vi isso eu vi as coisas acontecerem não encontrei com os espíritos passei por um túnel eu pensava e sentia muito mais do que o normal encontrei pessoas que haviam desencarnado morrendo antes de mim e depois eu voltei é mas alguém pode dizer assim ah esse negócio é produção do inconsciente é efeito lá dos remédios então a gente mostrar os fatos falava dos autores não espíritas que desenvolvem pesquisas sobre isso e sobre quase-morte alumínio muito grande de pesquisa novela Espírita pesquisas médicas comprovando estatisticamente os pontos comuns entre isso aí a gente vem daquelas pessoas que saem do corpo pelo exercício da vantagem E aí a pessoa sai do corpo temos muitos médicos fazendo isso parece mas existem sensitivos Especialmente na Europa e nos Estados Unidos que fazem isso como exercício quase que profissional os magnetizadores E aí mostra que existe uma coisa que eu corpo físico e uma essência não física a mesma vai dá tá quase morte só que agora que o exercício da vontade aí pra saciar mas isso Dá lógico que eu nem falo nessa hora de dona Ivone não falo de Henrique de passar no vício né porque essa esse momento é de escrever o que existe no mundo só pesquisas aí nessa mais isso também pode ser produção do inconsciente falei tudo bem então vamos passar para as todo grafia só tô materializando tua tá chegando mais próximo de pegar no espírito aí você vai E você começa a fazer exercícios de fotografia existem pessoas cujo fluido permite no Exercício da fotografia registrar a presença dos Espíritos que estão à volta e não espíritas as experiências estão narradas em vários várias obras não religiosas e aí a gente

as cujo fluido permite no Exercício da fotografia registrar a presença dos Espíritos que estão à volta e não espíritas as experiências estão narradas em vários várias obras não religiosas e aí a gente vai então transformando a fotografia do Espírito aliás existe uma que eu vi a poucos anos atrás no livro do Oswaldo Mello da Federação do Espírito Santo quando alguém fotográfica uma casa Espírita vazia é bom histório e a fotografia mostra que havia uma quantidade enorme de espírito na história o forno numa Machado quando o que me mostrar essa fotografia aí a gente vai passando para o próximo vai para as materializações materialização espírito aparece para todos o time comunica com todos então a gente sai tá cuidarem bem mais etérea de espírito até as possibilidades de percepção o espírito materializado a é pesquisado por William cruz por exemplo e ele é pesado ele é palpado ele é fotografado fazer uma série de experiências com as materializações então a gente cumpre um papel de dizer assim ó a informações acumuladas para dizer que existe alguma coisa que sobrevive a morte do corpo físico Ah mas isso não basta Isso não basta porque só atende a uma ordem que a ordem é intelectual cognitivo curso fosse necessário se isso bastasse desde que as mesas começaram a subir com a Kardec às vezes levantar respondeu pergunta as mesmas dançaram as pranchetas e escreviam havia lápis escrevendo sozinho nas pitografia suas a via materializações a de toda ordem e desde Jesus quando ele fala com os mortos quando ele volta da da Morte e outros fenômenos desse tipo nós não estaríamos como estamos hoje então não podemos imaginar que a crença na imortalidade da alma se dá exclusivamente pela informação existe um grau uma necessidade de maturação da emoção os bem-aventurados os que não viram e creram bom então o mais que a gente Imagine que comprovar isso é necessário as pessoas dizer se os espíritos aparelho materializar-se para mim eu ia acreditar não é verdade e talvez não porque os espíritos se

om então o mais que a gente Imagine que comprovar isso é necessário as pessoas dizer se os espíritos aparelho materializar-se para mim eu ia acreditar não é verdade e talvez não porque os espíritos se materializaram durante décadas o Pico do surgimento da doutrina espírita e nem por isso as pessoas se tornaram crentes na imortalidade da alma de forma bastante efetiva bom então assim uma grande contribuição das pesquisas o que mostra o que existe algo que sobrevive a morte que nós chamamos de espírito mas nem por isso as pessoas estão dispostas o disponíveis dá para acreditar em nesse tipo de coisa de forma a transformarem as suas vidas a partir de uma visão espírita quando a visão imortalista não precisa ser Espírita as outras religiões também o são em formas diferentes e hoje hoje os espíritos aparecem nos sistemas de computação mais trás comunicações você tá lá é o teu Jorge me que tem outro lá no Cláudio Ramos no Brasil tem várias publicações sobre isso e muito aparece para falar com as pessoas no sistema a mentores as pessoas se transformam bom então a gente precisa sempre trabalhar sobre aspectos da Comissão da informação objetiva mas precisa entender porque é que as pessoas apesar da objetividade dessas desse fenômeno não se deixam levar por isso ou não se deixam transformar é uma ideia da imortalidade da alma o efeito amigo a doutrina espírita Traz amanhã cheias na sua literatura evidências de mortalidade da alma não é para lenda da sua filosofia dos seus princípios lógicos e tu trouxestes bem que referências também para além da Nossa Senhora me parece que também nós temos um farto material Álvaro para buscarmos o museu educarmos como um dia se referiu Herculano Pires para a morte Lembrei aqui de falar se da Ivone Pereira Lembrei das obras dela lembrei especialmente de duas obras e para mim sou emblemáticos para nós tomarmos consciência do que nos aguarda na imortalidade especialmente Nosso Lar e voltei ambas psicografadas por Chico Xavier uma ditada por André Luiz outra

obras e para mim sou emblemáticos para nós tomarmos consciência do que nos aguarda na imortalidade especialmente Nosso Lar e voltei ambas psicografadas por Chico Xavier uma ditada por André Luiz outra ditada pela limão Jacob e aí queria te perguntar meu amigo Quais são os valores as virtudes que nós precisamos aprimorar tendo atual reencarnação como uma oportunidade abençoada para que quando na condição de espírito liberto do corpo nós possamos estar preparados para viver no mundo dos espíritos o nome em que o pensamento EA vontade inteiro G1 a meses Essa ela pergunta a criança pensa eu vou tentar resumir e a imortalidade não é um fenômeno criado pelo espiritismo tá os princípios espíritas existem desde antes porque eles estão eles são parte da humanidade é o que o espiritismo faz é Pinheiro apresentar esses princípios sobre o mal aquática e inclusive da universalidade dos ensinos aparecem em vários lugares para o várias pessoas diferentes são as ideias são convergentes é mas ainda sanidade apresentada por espiritismo tem uma grande diferença da imortalidade apresentada por outras religiões de base Cristã algumas delas acredita que nós nascemos surge luz no momento da fecundação e vamos morremos e continuamos Vamos para o céu Vamos pro inferno o res acho que nós passamos a existir no momento do nascimento do corpo Quando o feto sai Nós vamos morrer não gosto lugar ou para o outro então primeiro nós modificamos a maneira de ver esse futuro não há mais a esses lugares geograficamente definidos que a história EA tradição chamaram de céu eo Inferno Allan Kardec tem na sua obra se é o inferno uma maneira muito didática de tratar a maneira como os espíritos ficam depois da morte ele chama seria toca os espíritos daquelas pessoas que eles conheciam para comparar como eles estão nos espiritual a partir do tipo de comportamento que eles tiveram e Valores que eles tiveram durante a vida então Kardec trabalha de forma magistral essa reconceitualização de céu enfiar essa nova maneira de ver o estado dos

do tipo de comportamento que eles tiveram e Valores que eles tiveram durante a vida então Kardec trabalha de forma magistral essa reconceitualização de céu enfiar essa nova maneira de ver o estado dos Espíritos depois da morte a mãe é um fenômeno diferencial da imortalidade da doutrina espírita Ela diz que nós somos Imortais antes de ocuparmos o corpo Então na verdade a tradição religiosa fala que a gente tem um momento de nascimento no corpo depois parte para imortalidade a doutrina espírita diz que nós fomos criados simples e ignorantes lá atrás e desde aquele momento estamos no estado de espíritos Imortais é e de tempos em tempos nós mergulhamos no corpo e saiu os dele ao morremos Nós voltamos ao nosso estado original isso faz toda diferença bom então quando morremos Nós voltamos ao estado original nós somos espíritos Imortais É nesse momento estamos no corpo bom e depois saímos e voltamos Então esta maneira de ver a imortalidade da alma é uma das Lula importantes contribuições da doutrina espírita para entendermos o torto para entendermos o conjunto E aí essa ideia de imortalidade se conjuga a ideia de reencarnação a Encarnação é um projeto pedagógico Que a misericórdia de Deus ofereceu para nós então nós encarnamos para aprender e saímos o corpo e aí vamos em estar em momentos diferentes em condições diferentes quando chegamos no mundo espiritual e o que acontece quando a gente não tem muito clara essa essa diferença da doutrina espírita o tempo e começou a estudar espiritismo começa a ver essas ideias mas quando eu projeto a minha vida depois da morte eu simplesmente troco o rótulo do céu e troca o rótulo do inferno é aonde antes eu chamava de céu eu chamo de Nosso Lar e eu adiante seu chamava inferno eu chamo de um grau Então na verdade eu sou uma pessoa que domina os conhecimentos espíritos mas eu não reconceitualizando Ei a minha maneira de pensar e de Viver a Vida Imortal eu continuo agora com Espírita pelo estruturas mentais e se assemelham a minha história de vivência nas religiões

s mas eu não reconceitualizando Ei a minha maneira de pensar e de Viver a Vida Imortal eu continuo agora com Espírita pelo estruturas mentais e se assemelham a minha história de vivência nas religiões tradicionais então a gente não pode esquecer que quando a ideia da imortalidade entra na nossa cabeça que ela vinha Espírita esse caixotinho essa caixinha que falava de mortalidade já tinha um conceito é um conceito antigo conceito tradicional aí a ideia é espírita chega e começa a disputar espaço com esses conceitos antigos e muitas vezes um conceito antigo vence a disputa bom então na mistura das duas coisas tá mais para lá do que para cá e daí a necessidade do nosso re conceitualizar mos Essa visão no nosso lar apresenta para nós uma concepção diferente de imortalidade da Alma aonde existe uma dinâmica social aonde existe uma dinâmica de crescimento pessoal e de informação de relações espirituais não numa demonstração de Ira nos enganar Kia de etapas diferentes de crescimento mostrando o espírito que teve as vivências numa região de dificuldade que é explicada e ao longo do tempo ele vai se modificando saindo dessas regiões até chegar no outro estágio apresentado em nosso lar bom então a gente precisa a Rê conceitualizar ressignificar as ideias que nós trazemos do passado depois de entendermos outro espírito e vemos Nosso Lar e a própria experiência você citou do irmão Jacó é com algumas experiências de dinâmica de crescimento então chegamos nós aonde vamos chegar no mundo espiritual sempre teremos a oportunidade da progressão da evolução da modificação da dinâmica de vida no mundo espiritual o que nós não somos no espírito encarnado na televisão é quando estamos encarnados o prioritário não é o corpo o espírito habita um corpo então quando a gente morre o corpo morre a gente desencarna a gente volta cedo espírito Imortal numa dinâmica social relacional diferente do que a história das religiões tem nos ensinado é bom muito boas as concentrações ao sistema que durante muito tempo nós buscarmos

olta cedo espírito Imortal numa dinâmica social relacional diferente do que a história das religiões tem nos ensinado é bom muito boas as concentrações ao sistema que durante muito tempo nós buscarmos até afastar das nossas conversas né alguns se negavam abordar a temática da morte o espiritismo faz parte dos nossos estudos porque a morte é apenas uma das etapas da Vida na vida do Espírito Imortal mas ainda precisamos trabalhar bastante esta temática né e Há muitas famílias agora com avanço da pandemia e nesses quase dois anos tiveram conviver do momento para outro com a separação abrupta do Companheiro uma Remo do seu suporte o grande amor da sua vida diz quais do sentido pelo qual ele acordava ou ela acordava e ela fazia os seus planos não Gostaríamos ver ver contigo Álvaro que eu tenho livro conversando sobre a morte tem a comunicar especialmente a esse leitor desgostoso da vida ao companheiro em sofrimento por conta desta perda de um ente querido e que às vezes se apresenta carente de respostas sobre a vida após a morte e essa foi a grande intenção da obra ao começar e as relações sociais culturais melhor dizendo até fotografar pesar o espírito ver o espírito por aparelhos elas assim ó tudo que a ciência podia dizer sobre a existência de uma essência espiritual que sobrevive a morte do corpo aí em Minas Gerais Então a primeira parte tinha o objetivo de sensibilizar a pessoa a segunda que fala nada de novo beijo 1857 é a parte do livro ruim que a gente busca exatamente a construção desse conforto bom então vamos lá sarcodes nessa código os dados com informação com José com a pesquisa dentro de todos os lugares possíveis o outro lugar diz assim cara e onde o seu coração e o que quando a gente tem essa ideia de que as pessoas vão morrer de desaparecer o vão morrer e vão para um lugar que não felicidade chamada eterna outra um sofrimento chamado Eterno em áreas geográficas muito demarcadas e que eu não tenho acesso o que lhe sobra é o que me sobra e a sofrer por eles e não ter contato

não felicidade chamada eterna outra um sofrimento chamado Eterno em áreas geográficas muito demarcadas e que eu não tenho acesso o que lhe sobra é o que me sobra e a sofrer por eles e não ter contato quando a gente tenta nessa segunda parte assim tenha a percepção de que a morte não existe ela não mata Essência o seu amor continua vivo seu filho sua filha seu marido sua esposa seus pais seu colega seu companheiro continuam vivos Isto certamente permite com que a pessoa vibre de forma diferente na direção dessas pessoas não fazer isso dessa forma mais mais ampliada de possibilidades ela também permite interação mesmo que fluídica mesmo que por aquelas aquelas ideias aqueles flashes e o contato com esses espíritos e aí vamos voltar a pergunta 495 do Livro dos Espíritos sobre a interferência dos Espíritos vamos voltar a esse fenômeno maravilhoso da misericórdia de Deus que é a possibilidade de nós estarmos em contato com os mortos chamados mortos quer pelo meio da mediunidade se nós fomos médios ou então pela pelo encontro a partir do Sono corpo dorme e eu saio do corpo e eu reencontro os meus amores mas para que isso possa acontecer eu lembrar eu absorver essas pessoas momento eu preciso ter a percepção dessa possibilidade se eu tô fechado para isso mesmo que eu tenha contato com eles eu não lembro eu não absorvo eu não sinto eu não me deixo envolver pelo consolo da presença bom então essa segunda parte ela tinha intenção de falar ao coração bom e o que nós vamos dizer a essas pessoas que viveram as perdas 608 mil almas foram levadas pela convites eu nunca vivemos uma experiência tão dramática quanto essa e nunca foi tão necessária e discussão sobre a imortalidade da morte não sobre a morte e o que quando centramos a discussão na morte nós falamos do corpo nós falamos da prenda a falta da pessoa nós falamos dessa dessa forma muitas vezes irresponsável que foi o recondução desse fenômeno mas quando nós falamos da imortalidade da Alma eu de uma outra ordem Então hoje quando eu converso

a pessoa nós falamos dessa dessa forma muitas vezes irresponsável que foi o recondução desse fenômeno mas quando nós falamos da imortalidade da Alma eu de uma outra ordem Então hoje quando eu converso sobre os desencarnes da cor vídeo Eu não falo do seu número da morte eu falo do da imortalidade da aula eu tento fazer com que as pessoas saiam desse momento difícil do luto permanente por um momento de plena esperança e pleno reencontro de busca então é aquele momento em que ele vai vibrar seja lá em que religião ele estiver mas ele vai vibrar a favor do espírito que partiu pela experiência da morte o e ao fazer isso para reviver os momentos vai se deixar envolver pela bom lembrança e quem sabe vai facultar vai permitir vai dar condição de no momento do Sono reencontrar os seus amores abraçávamos ser abraçados por eles falar da falta que eles fazem e ele lá vai dizer também assim tu também tanta falta e estar com você e ter um abraço bom Então nesse momento é o que a gente precisa fazer é falar da vida é porque a morte do corpo de 608 mil pessoas nos atropelou com sociedade organizada e nos atropelou literalmente então não precisamos mais falar desses momentos fúnebres mais precisamos sim falar da vida da vida Imortal da vida verdadeira daquela vida de onde nós estávamos antes de entrar no corpo por isso falar de mortalidade pela visão espírita é falar que nós existimos antes do corpo nós somos espíritos Imortais apesar do cor e quando eu arrumar continuamos a ser o que sempre fomos em algumas nós ficamos para trás algum de nós ainda não fez A Grande Viagem mas todos vamos fazer A Grande Viagem é perfeito meu amigo nós temos aqui alguns comentários dos companheiros nós vamos aproveitar para ler mas antes dizer que tem abraços aqui e várias regiões do nosso Estado Rio Grande do Sul como também de outros estados aqui da nossa nação Mas a nossa irmã Helena Bertoldo que é também diretora da nossa Federativa as assim Álvaro querido irmão assisti um trabalho de ectoplasmia

nde do Sul como também de outros estados aqui da nossa nação Mas a nossa irmã Helena Bertoldo que é também diretora da nossa Federativa as assim Álvaro querido irmão assisti um trabalho de ectoplasmia materialização em São Paulo há 40 anos atrás onde se materializaram três espíritos devido à agitação voz direta e transporte depois ela complementa falando Relembrando aqui a obra trabalho dos Mortos com a médio Ana prato nosso o nosso Felipe Mascarenhas que é também da equipe do nosso programa faz uma reflexão assimilar o espírito e tirar realizar uma profunda reconfiguração em nossos padrões mentais Teixeira Prefeito E aí aproveita que também para trazer mais alguns outros comentários Sandro Ramos ele diz assim é necessário transformar os ensinamentos em sentimentos pois quando estamos na espiritualidade e alguém do nosso convívio recado reencarna podemos também ficar muito triste e O que é isso meu amigo os comentários abraços e e também vou registrar aqui a presença da equipe da análise de obra safergs na pessoa da Priscila a gente acompanhou também o comentário do nosso Gustavo que também participa da apresentação do programa e todos os outros corações que te abraço te saúdam meu amigo mas estou ligado tu quer fazer algum comentário de abrir aqui nos comentários fica à vontade entenda na próxima Aí a gente faz essa aproveitar o tempo muitas vozes deles tudo isso o Álvaro e nós estamos nos aproximando temos aí ainda 17 minutos para o nosso diálogo né pouquinho mais porque menos sem problema algum mas aproveitamos sempre o tempo contigo então antes da gente partir para as nossas considerações finais meu amigo vou trazer uma questão que não tá no Script né Eu sou teu amigo nós somos irmãos de esperar e a gente se quer muito bem nós temos observado Álvaro que e tem se expandido no território nacional algumas práticas de geografia ou de fornecimento de informação de familiares no pós-morte através de alguns registros que alguém a nota pela internet dá notícias a pessoa

andido no território nacional algumas práticas de geografia ou de fornecimento de informação de familiares no pós-morte através de alguns registros que alguém a nota pela internet dá notícias a pessoa os pessoas a correm a auditórios lotados teatros e busca de cartas consoladoras nós vemos fenômeno autêntico em alguns casos e nós vemos porque não Somos ingênuos também alguns casos exploração da crença da Fé alheia ou da dor EA transformação de caráter material e como lidar com este Anseio de buscar comunicações dos nossos entes que partiram como lidar com tanta oferta de médios itinerantes que aparecem vez por outra como modismo que parece não nos abandonar como é que é isso meu amigo é isso porque você disse que é meu amigo né e olha só vamos dividir essa pergunta em dois blocos resposta à pergunta em dois blocos e não dá para discutir em detalhes o fato que você citou muito bem dos médios que opera um fenômeno com a dignidade que ele merece e são portadores efetivamente de mensagens dos Mortos aliás esse número de médicos vem caindo E por quê Porque isso era muito patente quando você tinha é pouca informação organizada sobre o mundo espiritual Então os grandes fenômenos deixam de ter motivação a partir do momento que você tem informação organizada eles provocavam a sensibilidade ao chamamos mediúnicos acordavam as pessoas para isso e não havia literatura não é via pesquisa não é vinha Organização das informações conforme a gente foi organizando isso esses fenômenos chamados espetaculares em existiram né fora da Média eles deixam de ter motivação motivo para existir então Existem os médios séries em que isso ainda acontece existem esses outros que se aproveitam da Célia nós não vamos comentar sobre isso mas vamos falar do outro lado que são das pessoas que necessitam buscar esse tipo de coisas Ah e não é novo o que pode o espiritismo chegou em terras brasileiras pele 865 computador para em Salvador Perez de Menezes ou 1873 no Rio de Janeiro a organização da primeira casa espírita com rendimentos

não é novo o que pode o espiritismo chegou em terras brasileiras pele 865 computador para em Salvador Perez de Menezes ou 1873 no Rio de Janeiro a organização da primeira casa espírita com rendimentos outras coisas que o grupo Confúcio quando ele chegou a imortalidade já estava instituída Oi e a população local tanto população de baixa renda se os povos escravizados trazidos para o Brasil os pobres brasileiros e a classe superior já conviviam com esse fenômeno bom então você vai pegar a obra de Ubiratan Machado e outras obras que narram daquela época você vai ver que é a imortalidade mulher você não novo a casa grande ia para Senzala para conversar com os espíritos e para consultar os os orixás o medo dos médios escravizados para falar do Futuro para falar das suas questões para ouvir os mortos bom então já era um fenômeno da cultura nacional nos criar espaços para falar com os mortos para ter notícias dos mortos e também como é até hoje para saber o seu futuro eu vou casar eu vou ter um emprego então nós estamos falando de uma de um evento sociocultural que tem 200 anos se a gente pegar só a chegada do Espiritismo para cá ele anterior então a grande Pergunta que a gente tem que se fazer como com o espíritas como religiosos é o que que ainda se mantém Desde aquela época até hoje o que que culturalmente falando as pessoas ainda continuam a buscar como você falou os grandes auditórios os mais mediunidades espetaculares tampa as sérias contas não sérios é os cantos sempre essa esse contato direto E aí e muitas vezes a pessoa começa as obras espíritas de novo conhece as obras espíritas conheci a informação Espírita mas vai buscar o contar o mesmo significa de novo que a informação está posta mas aí emoção não acompanhou a informação e aí vamos falar de novo das das dissonâncias cognitivas eu tenho uma informação mas a minha emoção caminha para outro lado então esse fenômeno de estar em forma veemente nos buscar de forma é insistente os canais de contato com os mortos

nâncias cognitivas eu tenho uma informação mas a minha emoção caminha para outro lado então esse fenômeno de estar em forma veemente nos buscar de forma é insistente os canais de contato com os mortos e mesmo sabendo de imaturidade mesmo sabendo das restrições do fenômeno mediúnico e alguma coisa que está no campo da emoção sol e como cultura nacional nós ainda não entendemos não aprendemos como isso se dá E aí temos muitas vezes dificuldade de oferecer condições das pessoas se libertaram dessa busca frenética mesmo sabendo do seu nome vai buscar o que é um problema é o desculpe não é um problema é uma questão da emoção e algumas pessoas do outro lado se aproveitam disso fazendo todas essas coisas que você informou é mas pesquisar e entender como por quê que isso acontece Qual é a Gênese e como isso se Desenrola tem sido um desafio que a meu ver nós ainda não enfrentamos e obrigado meu amigo muito obrigado pelas reflexões nós estamos chegando ao final da nossa sexta feira literária foi uma alegria meu amigo te ouvir Então essas ponderações esse exercício de fé raciocinada é que tu és muito afeito e que tens gosto de compartilhar conosco e nós vamos pedir Então as considerações finais de cada um mas os nossos amigos da área de livros sugeriram se possível que pudesse ler para gente aquele poema que Amélia Rodrigues escreve que está registrado no teu livro toda a minha parte um abraço aqueles que nos acompanharam até aqui um abraço muito fraterno para ti por António pela alegria deste momento o jugo do que me trouxe ao coração falarmos com leveza e tal e profundidade filosófica e ética sobre um tema tão desafiante Antônio depois fazer mais muito bom muito bom Álvaro de escutar realmente a tua obra né Ela é muito leve nem falamos inclusive com o Vinícius antes sobre a capa dessa obra reproduzida né lá humaniza porque a morte está no nosso dia a dia né Então realmente ela não uma mesa nos aproxima e traz para aquele fenômeno natural que todos nós vamos ter que vivenciar e

essa obra reproduzida né lá humaniza porque a morte está no nosso dia a dia né Então realmente ela não uma mesa nos aproxima e traz para aquele fenômeno natural que todos nós vamos ter que vivenciar e longe de temer temos que viver bem parabéns em paz enfrentar o passar por esse momento de transição que a morte Muito obrigado Álvaro por estares conosco aqui esperamos em outras oportunidades todos possamos voltar a conversar sobre essa e outras temas que você aborta eu quero agradecer a oportunidade é um tema que me motiva foi o primeiro livro que a gente teve a oportunidade de escrever então eu tô nessa vivência até hoje tem hoje mais do que nunca por conta dessas situações difíceis então quero agradecer a oportunidade que vocês me deram de de falar sobre sobre esse tema e nem interagir com essas provocações muito muito amigáveis os queridos companheiros fizeram aqui eu tô suando aqui não dá para ver mas tô suando em para agradecer a você e queria imenso prazer em concluir essa nossa conversa com as palavras de Amélia Rodrigues que a gente. Ou lá na obra então é um do Espírito Amélia Rodrigues Palmas do mundo e atendimento a página Vai nada haveria de piaba a escutarem aqui neste eu tinha Seguranças no clima de todos os partidos a ouvir as conversas E aí a gente tá fotografia parecer mais tarde demais para estancar passo se não fosse pela marcha e ai mesmo essas carinhas para a vida eterna eu já não amo mais forte o espírito em toda a carne A vida ensina a Anna consegue consegue e segue sem muita coisa é Oi boa noite E aí E aí a irmã que o amor viverás na terra sem tocar o chão a afugentar as dores pensamentos flores te envolveram em E aí E aí E aí Oi vovó Oi Sales o que o Mestre ensina é a lei do amor e quando que o amor te inspira faço feito Aroeira E aí E aí e inscreva-se gratuitamente no nosso canal do YouTube série de escrever Ative o Sininho das notificações para não perder lives eventos webinários lançamento da fergs editora e muito mais em E aí

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