Bate-papo com Alvaro Chrispino no 10º Congresso Espírita do RS
Alvaro Chrispino esteve no estúdio da FERGS TV conversando sobre os modelos familiares. O 10° Congresso Espírita do RS ocorreu nos dias 11, 12 e 13 de outubro, em Porto Alegre. Confira a cobertura completa em: https://www.espiritismors.org.br/noticias #EducaçãoComJesus #10CongressoEspíritadoRS
olá amigos da férias estamos novamente aqui conversando com os convidados do nosso 10º congresso espírita e agora aqui conosco recém-saído da palestra o professor mestre e doutor em educação nosso convidado álvaro chrispino autor de diversos livros entre eles esse conversando sobre a morte mas que também nos honra muito com um artigo no nosso livro educação com jesus a conquista do reino de deus que está sendo lançado aqui no nosso congresso e neste livro está então todo tema tratado na palestra que eu tive a honra de assistir há pouco que trata então dessa questão da educação e principalmente da família posso chamar de professor favor ou prefiro que me chamem de álvaro álvaro estão álvaro é um prazer tê lo conosco aqui no nosso congresso vamos começar falando então dessa família da educação com jesus e desse tema tão importante tão fundamental que a família o nosso núcleo familiar e eu vou pedir pra você então explicar e falar um pouquinho os nossos espectadores sobre essa diferença de família como a família vem mudando como familiar antes como ela é agora esses pontos que diferenciam esses modelos familiares então agradeço muito a oportunidade que a fé que nos dá de dialogar com você e de falar para aqueles que nos ouvem nos vêem a existem muitas classificações de família a então a gente pode pegar a família mais antiga chamada família extensa mas no momento atual nós temos vários modelos a família unipessoal a família homoafetiva família nuclear nós escolhemos para o nosso estudo falar da família mais antiga e tradicional escolhemos o tempo colonial do brasil onde aquele de família próprio daquela época dizia que a família era todo aquele é grupo formado por pessoas que de alguma forma colaboraram afetiva e economicamente com a instituição então o empregado que produzir para o chefe da família era considerado um membro da família há algumas pessoas os agregados do clã que de alguma forma tinham atividades econômicas afetivos relacionais eram considerados membro dessa grande família
família era considerado um membro da família há algumas pessoas os agregados do clã que de alguma forma tinham atividades econômicas afetivos relacionais eram considerados membro dessa grande família não havia restrição não havia a limitação do que nós chamamos de laços de sangue e essa esse modelo de família ele foi sendo desde hidratado porque este modelo do patriarcado e ele escolha por exemplo que filhos iriam cursar a universidade escolhia que filha casaria com quem escolhesse as mulheres iriam aprender as letras no curso primário que é o máximo que se conseguia naquela época ou se elas ficariam restritas a aprender as primeiras letras com as mulheres da família dentro da casa grande onde eles habitavam então na verdade eles faziam com que a os destinos dos membros da família fossem desenhados para que os resultados colaborassem para o fortalecimento da instituição da família os indivíduos não tinham e identidade própria não tinham autonomia não tinham poder de escolha o estado começou a desidratação esse modelo quando por meio de leis obriga essas famílias a realizarem aquilo que eles não faziam quer um exemplo quando obriga por exemplo todas as crianças a irem para a escola contrariando aquele modelo audi o pai escolhi aqui e aprender e escolher aquele que ia para a universidade quer na capital da corte que a europa ou para o convento ou para o convento ou para a carreira militar ou para as carreiras é de comércio e outras coisas do gênero esta lei diz que todos devem ter pelo menos o ensino primário e depois o ensino fundamental e estamos vivendo quem sabe a um estabelecimento da obrigatoriedade do ensino médio para todos então essa foi uma lei externa que rompe com um dos pilares dessa família que considerava poucos indivíduos depois veio o conjunto de leis que regulou o casamento eles antes obrigavam os casamentos de interesse nas famílias mas veio de voz então se eles podiam se você a não precisavam mais aceitar o casamento obrigatório mas eles não podiam se
gulou o casamento eles antes obrigavam os casamentos de interesse nas famílias mas veio de voz então se eles podiam se você a não precisavam mais aceitar o casamento obrigatório mas eles não podiam se divorciar porque a mulher vivia sob dependência econômica do marido então veio a lei que lhe dava atenção e aos filhos e depois veio a capacidade a possibilidade da mulher ter novas núpcias ter um novo casamento são a raiz um outro modelo de família e são as famílias reconstituídas ou as famílias recompostos então isso foi desidratado esse modelo que não considerava os indivíduos nem sua autonomia aí fazemos um salto e vamos hoje por uma família relacional então hoje nós temos famílias menores a onde o foco é o indivíduo não estou dizendo individualismo nenhum erro eco mas a família trabalha para que os seus membros alcancem a felicidade possível a família trabalha para que eles possam realizar os seus projectos de vida que eles possam cada um deles à sua maneira realizar aquilo que acredita ser importante para eles é um modelo é repleto de pleno acerto não porque muitas desses pais quando olham para os seus filhos e desenho as possibilidades disse a você será feliz se for médico você será feliz se for engenheiro você será feliz se for advogado que são as chamadas profissões imperiais aquelas clássicas desde o tempo do império então ainda temos nesse modelo atual resquícios da cultura social que nós a raça estamos na no inconsciente coletivo no inconsciente social mas há o a família hoje ela valoriza muito mais esses indivíduos e porque é importante para nós como espíritas porque é nesse momento que nós empregamos essas crianças e esses jovens com as idéias espíritas a idéia da imortalidade da alma então não me importa só a profissão que ele vai escolher importa se ele quer ser médico ele trabalha para ser médico mas não importa mais ainda o que ele faz com a profissão que ele escolheu porque o que ele fizer da sua profissão será o resultado a ser colhido na imortalidade
ser médico ele trabalha para ser médico mas não importa mais ainda o que ele faz com a profissão que ele escolheu porque o que ele fizer da sua profissão será o resultado a ser colhido na imortalidade da alma e nesse momento então existe a possibilidade de permear essa educação com os ensinamentos de jesus você disse na palestra um é fez uma uma referência e eu achei interessante que é impossível para o pai ou para a mãe contar todas as parábolas vou contar tudo o que jesus disse eu vou reproduzir tudo o que jesus disse letra a letra para uma criança por um adolescente mas o ensinamento de jesus a síntese de cada parábola assim se é possível que seja feita cotidianamente e como sim porque é muito mais fácil para nós até historicamente nós fazemos prescrições sobre os ditos de jesus então a pessoa diz alguma coisa eu prescrevo versículo eu reproduzo versículo ou então eu prescrevo uma uma passagem de um livro dos espíritos do evangelho então posso dizer por exemplo não sabe o que fazer todo dia ao final do final do seu dia você pare e pense se fez se instalar na frase de santo agostinho então isso por uma criança dito desta forma é inócuo não tem impacto ela não alcance não alcança por que eu estou fazendo prescrição é como se eu pegasse uma receita entregasse e eu posso fazer a mesma coisa dizendo é importante que no final do seu dia você pensa sobre o que você fez a gente acerta mais vezes a gente erra a outras aí a gente então disse poxa eu acertei tá pra ir por aqui nós esse negócio não ficou legal essa decisão não foi boa eu senti dificuldade aqui a hesita então vamos trabalhar mais sobre isso vamos conversar mais sobre isso veja que é educacionalmente é a mesma coisa só que adequado à maturidade relacional e cognitiva das crianças e dos jovens mas isso exige diálogo não é diálogo muitas vezes é o que os pais hoje não têm tempo de ter com seus filhos né então exige educar exige tempo também é isso queria dizer além do do diálogo e do tempo ele tem que suar porque nós vimo estamos vindo
ezes é o que os pais hoje não têm tempo de ter com seus filhos né então exige educar exige tempo também é isso queria dizer além do do diálogo e do tempo ele tem que suar porque nós vimo estamos vindo vivendo uma história religiosa em que a gente faz prescrições aí a gente falou de kaká logo depois a gente fala da passagem de jesus aí a gente reproduz as parábolas para decodificar isso a gente tem que suar educação de filhos pede suor eu tenho que parar eu tenho que pensar eu tenho que declarar aquela linguagem porque porque eu tenho uma uma palheta maior de opções de linguagem os jovens têm um conjunto de de linguagem de expressões muito mais restrita então sou eu que preciso de alguma forma entrar no universo restrito e não exige que alguém com uma capacidade uma condição restrita de linguagem se adéqüe à minha amplitude de termos então tem pais que falam coisas parece uma palestra espírita para que está fazendo uma conferência e aí o fici pai mas aí no final que fica mas não dá para sintetizar pra mim desenha para mim não é o desenho pra mim porque ele não entende então eu preciso do tempo eu preciso aprender a falar mas não é ele que tem que aprender só a falar eu também tenho que aprender é um encontro de dois universos é o encontro de duas dinâmicas então eu preciso ser um pouco e peço pra que ele levante então eu por exemplo digo para os meus filhos a trazer aqui meus colegas a fazer minha filha todos eles falam a nossa linguagem é porque eles têm um dialeto próprio aí a fazer o pai nem todos lá então quando aquele que fala somente dialeto próprio se fica perto para produzir pra mim ela já há a fazem essa tradução constantemente é do diálogo entre ele e de quanto estão conversando eo jogo a gente o vê na minha casa é assim a gente percebe isso quando existe um diálogo entre eles com expressões e aí vira aí muda é falar outra língua outra língua exatamente exatamente então é importante eles terem isso e isso faz parte do momento da idade que eles estão vivendo
álogo entre eles com expressões e aí vira aí muda é falar outra língua outra língua exatamente exatamente então é importante eles terem isso e isso faz parte do momento da idade que eles estão vivendo isso não é bom nem ruim isso é uma característica a mas as expressões são o som lugares tão grosseiras expressão dele aí eu disse que preferia que comigo você não usasse isso rapaz lá é assim tão lá é assim mas vamos tentar aqui fazer um pouco diferente dentro dessa educação é seguindo essa lógica de conversar ensinar é nesse momento também em que se ensina às crianças é é um ponto muito importante que você abordou na palestra que é a questão do ter a questão do ser e a questão de ok ter as coisas do mundo que se quer que eles também querem muitas coisas do mundo né brinquedos roupas prancha de surfe e depois quando a gente cresce a gente vai querendo outras coisas maiores máscaras imóveis ou carros você aprontou isso de uma forma muito especial com o público ali eu vi a reação das pessoas assim o que é exatamente o que a gente precisa ter cuidado é é a grande dificuldade do tema é que historicamente nas religiões se vinculou a conquista do céu aqueles é o que eles falam com a pobreza então os pobres aqueles que eram franciscanos é conseguiriam a salvação e os ricos nem tanto aí jesus não vai dizer é dos ricos é mais fácil um camelo fio passar um camelo passar pelo buraco da agulha do que um rico né pois é mas nós tivemos aqui eu quero rico nós tivemos outros tantos exemplos de homens ricos no evangelho a própria joana de cusa né aqueles que ajudava na manutenção são do trabalho do evangelho que eram possuidores de posses mas estavam ativos no evangelho então a regra é que esse modelo de rico dá mais valor à sua riqueza e ao esforço de ampliar a sua riqueza do que atentar para o fato que são imortais então a gente precisa é de alguma forma reconceituar alisar essa idéia de riqueza porque não é a existência da riqueza que leva o homem a chamada petição do mundo mas é a maneira com que
são imortais então a gente precisa é de alguma forma reconceituar alisar essa idéia de riqueza porque não é a existência da riqueza que leva o homem a chamada petição do mundo mas é a maneira com que ele constrói a riqueza ea maneira com que ele é aplica essa riqueza vamos lembrar da condessa o caso da condessa que está no evangelho e que está em revista espírita como ela rica que ela saía para trabalhar para dedicar-se então falei na palestra não é o fato de você querer ter uma ferrari que vai levar você a ser comido no fogo dos infernos como dizem os outros mas é um esforço que você entrega a sua vida para obter isso e depois que você obtém o que você é capaz de fazer para manter o seu o seu poder financeiro aí lembrei de victor hugo antes de tempos em tempos coloque todos os seu patrimônio e sobre a mesa e pergunte quem é que manda em quem porque você pode ter um pobre que almeja muito ser rico ele quer muito ser rico ele quer muito voltar a fazer muito e ele quer tanto tanto ser rico que essa busca completa integral de querer ser risco e faz disto uma gaiola na qual ele fica aprisionado então ele é um pobre preso na gaiola da riqueza que não possui mas você pode possuir um rico que tem isto e só usa usa não está preso não está de alguma forma escravizado na gaiola da riqueza por isso que nós precisamos é é sempre reconceituar izar essas duas coisas pela ótica espírita pra encerrar aí você propõe uma reflexão final é a partir de ser desse estudo sobre a família a partir da questão da relação pais e educadores avós tios padrastos educadores com as crianças e do conceito de ter ou ser e da imortalidade que tipo de família nós queremos e como construir hoje com esses vários modelos de família que nós sabemos existentes hoje uma família plena feliz integral e que não sofra de tantas tantos males que vemos hoje como vazio existencial tentativa de suicídio depressão de jovens como construir essa família com jesus o primeiro não existem duas famílias iguais logo não não é possível dar uma
males que vemos hoje como vazio existencial tentativa de suicídio depressão de jovens como construir essa família com jesus o primeiro não existem duas famílias iguais logo não não é possível dar uma receita mas cada família deve ter em mente como é o contexto em que eles estão inseridos porque conhecendo o contexto onde eles como adultos e seus filhos estão inseridos nós podemos identificar as forças com as quais nós interagimos então qual é a escola eo modelo de escola e que escolhe que grupo de escolas ea colegas os nossos filhos convivem onde nós trabalhamos nós adultos trabalhamos e com quem nós convivemos e que valores nós trocamos e aí nós vamos interagir e lógico que precisamos fazer é de alguma forma concessões não vivemos no mundo social sem fazer concessões desde que sejam concessões de forma e não com sessões de essência então precisamos interagir então eu não bebo mas não posso criticar quem bebe aí eu disse não eu não vou na festa da minha empresa porque todos bebem eu também não vou lá mas não vou dos casamentos eu não vou nos aniversários porque todos os adversários as pessoas bebem então tem que ficar muito claro eu não bebo e do outro direito de sua escolha de fazê lo quando aquele ambiente passar do limite daquilo que eu acredito ser agradável outras coisas não passou do meu limite mas eu não estou a cada pessoa que naquele momento b eu mesmo colega de trabalho porque eu tenho um afeto e aí porque ele bebe eu não convivo com ele que o meu afeto e as redes das minhas relações da mesma forma os filhos eu não vou entregar meus filhos que não são santos esperando que os filhos dos outros sejam santos porque a gente tem sempre essa idéia dos nossos filhos são santos e os outros não são na verdade não então eu preciso dar a caixinha de ferramenta para que eles convivam no mundo sem sere do mundo vou te pedir só mais uma historinha que ela meu filho confio muito em você sozinho e você o que é isso só para a gente terminar eu tenho sempre essa prática de goiânia
vivam no mundo sem sere do mundo vou te pedir só mais uma historinha que ela meu filho confio muito em você sozinho e você o que é isso só para a gente terminar eu tenho sempre essa prática de goiânia vocês são ótimos e eu confio plenamente vocês quando vocês são sozinhos eu pergunto vocês respondem nós discutimos negociamos trocamos e dialogamos conheço os limites de vocês como pessoas como indivíduos isolados mas todos nós as crianças jovens e os adultos somos indivíduos isolados de uma forma um conjunto de práticas e quando estamos no grupo no meio social temos algumas diferenças nas posturas e nas realizações crianças jovens e nós adultos também então eu digo para os meus filhos bom eu confio em você sozinho mas quando os jovens se reúnem são capazes de coisas que você sozinho nunca faria então cuide e a gente dialoga sobre isso você tem certeza que você quer ir nesse lugar rapaz eu vou tomar cuidado com isso com isso com isso mesmo pelo menos está verbalizado pelo menos está dialogado cuidado com isso cuidado com isso lembra daquilo e essa frase ele falecera sei do que eu sou como pessoa e sei do que eu sou como o grupo então cuidado cuidado para que exista outra vez outra oportunidade o diálogo então assim o dia uma mãe o diálogo sempre o diálogo e dentro do possível sem preconceito isso porque a linguagem é deles o universo é deles não adianta fazer de conta que o mundo é diferente do que ele é no meu tempo era melhor não existe não existe mais muito obrigado bom muito obrigada pela entrevista pela palestra por estar conosco aqui no 10º congresso eu que agradeço a oportunidade espero que essas reflexões possam ser úteis e provocar novas reflexões aqueles que nos assistem certamente bom você acompanha então toda a programação do 10º congresso espírita da fergs no youtube no site nas nossas redes sociais tudo que está acontecendo por aqui o endereço do vídeo já já ah
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