Live 30 - Afinal, somos o espírito no tempo? Com Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky.

FEEGO 15/10/2025 1:33:43

Live 30 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja, O Espírito e o tempo – Herculano Pires e Depois da Morte, de Leon Denis, será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/folder . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder

Transcrição

туту Oh. Ah. Eu adoro assistir esse vídeo que a Cris fez pra nossa abertura, não é verdade? >> É, é muito impactante. É muito impactante, sim. >> Muito legal. Gente, boa noite. Sejam bem-vindos. Que alegria! Passou rápido, né Lará? 15 dias e o tempo tá voando. >> Foi verdade. >> É verdade. >> Bom, muita gente boa aqui já deixando seus recadinhos aqui pra gente. Gente, boa noite a todos, né? Nós não vamos falar os nomes porque tem muito boa noite aqui, mas sintam-se todos abraçados, né? Bem-vindos. Que coisa boa, uma alegria nós estarmos aqui. E olha, hoje estava confirmada a participação da Cris Drux. Ela mandou mensagem pra gente mais cedo, feliz porque ia retornar, mas às 18, 18 e pouquinho, ela mandou mensagem dizendo que tava tendo um incêndio na Lapa no Rio de Janeiro, e era o caminho dela para voltar para casa, né? E ela acreditava que não conseguiria chegar a tempo. Vocês sabem que a crise ela não mora na capital, ela mora na serra. Mas ela vai pro Rio praticamente todo dia a trabalho. Então esse trajeto, né, >> loucura, né? Loucura >> você enfrentar aquela serra todos os dias. >> Pois é. >> E é uma estrada, né, perigosa, cheia de cura. >> Ela é perigosa. Ela é perigosa. >> É, mas enfim, ela faz isso, né? E e infelizmente eu acho que ela não vai conseguir chegar a tempo, tá, pessoal? Então, eh, por isso que a Cris não está conosco aqui mais uma vez. Mas ela vamos começar fazendo a nossa prece. >> Vamos, vamos fazer a nossa prece para começar o nosso trabalho. >> Você pode fazer para nós? >> Posso, posso sim. Vamos lá. Querido Senhor, nós rogamos as tuas bênçãos sobre os nossos corações, a fim de que nos sensibilizes, a fim de que sejamos gratos pelo investimento que tu fizeste no tempo em que vivemos, oferecendo-nos essa multiplicidade de pesquisadores que dedicaram anos de suas vidas para nos trazer as verdades espirituais. leva a nossa gratidão a todos eles onde quer que se encontrem, falando-nos da importância de tudo que fizeram e do legado que puderam deixar a

os de suas vidas para nos trazer as verdades espirituais. leva a nossa gratidão a todos eles onde quer que se encontrem, falando-nos da importância de tudo que fizeram e do legado que puderam deixar a humanidade com os seus múltiplos saberes e pesquisas. Obrigado, Senhor, por isso e por nos aproximares desse conhecimento, por dares a todos nós a divina oportunidade de retirarmos as vendas dos nossos olhos para contemplarmos a imortalidade. Obrigado assim por tudo. Abençoa o nosso estudo dessa noite e que o teu amor permaneça conosco hoje e sempre. Que assim seja. Pois é, na no nosso estudo passado, né, Lará, nós começamos lá o capítulo 14 do livro do Pedro Granja e vimos assim mais de duas dezenas de pesquisadores que ele vai trazendo ali eh nos Estados Unidos também na Inglaterra, né, nesses dois primeiros capítulos. A maioria eram ingleses, alguns também nos Estados Unidos. E ele vai mostrando as pesquisas. Então nós vimos nomes aí super importantes, né? Vimos aí William Crooks, vimos eh tantos outros aí, né? Ciro Oliverlod e outros. Agora Artur Conandóio. E e ele continua nesse capítulo 14 agora já indo pra França, depois pra Itália, pra Alemanha, né, para outros países ali da Europa, eh, mostrando a multiplicidade, a quantidade enorme de cientistas que no século XIX, começo do século XX, estavam pesquisando sobre esses fenômenos que deram origem ao espiritismo e que o Charles Cich metapsíquica, né? Não é? >> É, >> vamos começar. Você quer dizer para m sobre isso? Eh, mas eu queria antes falar um pouquinho do cenário, sabe, de tudo isso, porque tanto os pesquisadores que eram ingleses, como esses que a gente vai hoje ver, que são os da França, eles são pesquisadores do século XIX, que é o século das chamadas século das luzes, aonde é como se o conhecimento ele se desamarrasse da religião e pudesse pesquisar sem nenhum tipo de receio nas questões do mundo. científico. Então, é um é um século marcado por muitas conquistas. É quando nasce a psicologia, nasce nasce também a geologia.

gião e pudesse pesquisar sem nenhum tipo de receio nas questões do mundo. científico. Então, é um é um século marcado por muitas conquistas. É quando nasce a psicologia, nasce nasce também a geologia. Muitos conhecimentos surgem da nossa história. Era uma época assim marcada por muitas descobertas e um avanço muito grande da física, da própria biologia. É quando aparece eh Charles e é quando nós temos a chegada de Mendel fazendo as pesquisas de genética, Hugo Devri no finalzinho do século fazendo as pesquisas de DNA. Então, muitas pesquisas estão realizadas nesse período e a Europa está no foco de tudo no século XIX. tá no foco até demais, porque ela tem uma uma participação política muito pesada sobre as nações mais pobres, tanto do Oriente Médio como da África, não é? O imperialismo do século XIX distende suas garras sobre esses continentes e tentam trazer, de certa maneira alguma forma de eh enriquecimento dessas nações europeias. E na última das nossas lives, a gente falou muito da Inglaterra. A Inglaterra fez parte desse colonialismo, desse imperialismo do século XIX. E a nação que a gente vai ver hoje, a França, também não é diferente. Ela também fez parte do colonialismo do século XIX. E os estudiosos que falam sobre a presença da Inglaterra e da presença da França, ele eles identificam uma diferença muito grande, Lázaro, na forma como a Inglaterra e como a França lidava com as suas colônias. Então, por exemplo, que que a Inglaterra queria? A Inglaterra queria vender seus produtos e explorar suas colônias. Então, assim, tem gente lá, tem. Então vamos fazer eles comprarem nossas roupas, nossos sapatos, abrir o nosso mercado e impulsionar tudo. Já a França ela tinha uma visão diferente. Não tô dizendo que ela é melhor nem é pior, mas ela tinha uma visão diferente. Qual era a visão? Nós precisamos chegar nesses territórios, ocupar esse território, precisa tirar a riqueza que tem. Então, eh, para a França, tão importante quanto os soldados que combatiam nessas colônias

ra a visão? Nós precisamos chegar nesses territórios, ocupar esse território, precisa tirar a riqueza que tem. Então, eh, para a França, tão importante quanto os soldados que combatiam nessas colônias eram os pesquisadores, os cientistas, porque eles conseguiam investigar e tirar as doenças para que os franceses pudessem ocupar o território, plantar, acolher e tirar riqueza. O modelo inglês que era o modelo de venda de produto e tirada do recurso daquele lugar. Então, eh, a França tinha, portanto, como perfil a qualidade dos pesquisadores dela. Havia, no século XIX uma preocupação muito grande que os pesquisadores, principalmente da área de biologia, fossem excelentes, porque eles garantiriam eh a ocupação dos territórios ocupados, a eles garantiam a exploração mais efetiva desses lugares. Então, muitos dos pesquisadores que a gente vai ter a chance de ver hoje, que são franceses, estão ligados a pesquisas do campo da biologia, porque eles eram importantíssimos. Paster, foi um grande pesquisador desse período, era francês. E a busca da solução de vacina de tudo mais, tinha interesses políticos por trás, porque era uma maneira de nós vacinarmos os franceses, eles entrarem nas áreas endêmicas e poderem ocupar efetivamente esses lugares. Beneficiava o povo local, é verdade, mas o interesse, na verdade, era garantir a presença. Então, eh, as universidades da França do século XIX estavam super interessadas nesse processo de domínio das questões da biologia, da vida orgânica, de como que a vida se opera, o que que são os germens, grandes pesquisadores do da fisiologia, do funcionamento do corpo humano, para que a gente pudesse ter um grande cabedal. E a qual foi o resultado disso? A França tornou a ponta de lança do conhecimento da Europa. Inglaterra era importante, sim, muito importante também. Eh, a Alemanha era importante, sim, muito importante. Mas a França ela ela era naquele período o centro mais desenvolvido de conhecimento que se tinha. E por esse motivo, ela queria sempre

nte também. Eh, a Alemanha era importante, sim, muito importante. Mas a França ela ela era naquele período o centro mais desenvolvido de conhecimento que se tinha. E por esse motivo, ela queria sempre mostrar a sua capacidade de superar as suas vizinhas com as pesquisas que fazia, com o investimento em ciência e a excelência dos homens que ali se dedicavam à ciência. Esta é a razão pela qual a doutrina espírita vai surgir na França. Por que que ela não veio da Inglaterra? Por que que ela não veio da Alemanha? Kardec foi paraa Suíça para se formar, mas foi na França que as coisas surgiram. Os pesquisadores franceses, eles estavam realmente interessados em decifrar o enigma da vida. E quando a religião havia enfraquecido no século XIX, era o grande momento para que as pesquisas pudessem ser feitas sem as amarras, sem as dificuldades que a religião poderia colocar reparo em cima daquilo que se faz. Não estou criticando a Itália, não estou criticando a Itália. Não estou criticando a Itália. Mas no século XIX havia uma presença muito grande religiosa nas pesquisas científicas. Então, seria muito difícil que o espiritismo nascesse na Itália, muito difícil. Ele tinha que ir para outro canto aonde existisse o espaço ideal para a pesquisa. E a França era exatamente esse ambiente perfeito para o desenvolvimento das pesquisas. E os sábios franceses que a gente começa a ver agora, eles fazem parte dessa elite intelectual, não só da França, mas eles são parte da elite intelectual da Europa. E como a Europa estava na ponta de lança de tudo isso, porque os Estados Unidos tinham se libertado há menos de 100 anos, então eh nós estávamos vendo, na verdade o ponto mais agudo de conhecimento do planeta. Então, ver a França é ver o ambiente de maior desenvolvimento tecnológico do período da segunda metade do século XIX, pela força dos seus pesquisadores e pela imensidão de pesquisas que eles faziam. E aí a gente vai encontrar alguns pesquisadores bem interessantes eh nesse período francês. E aqui eu

de do século XIX, pela força dos seus pesquisadores e pela imensidão de pesquisas que eles faziam. E aí a gente vai encontrar alguns pesquisadores bem interessantes eh nesse período francês. E aqui eu quero fazer uma observação eh importante antes de passar isso aqui para para que a Ivana possa trazer as contribuições dela. Boa noite, Aliana Meurer Morer. Como estão as coisas em Paranavaí? Seja muito bem-vinda, minha presidente de URI, a seu comando. Meu Deus do céu. Mas vamos lá, presidente da oitava Uri do Paraná, autoridade presente. Ó, >> eu nem vim com uma roupa de sedo, não vim com roupa de seda. E aí minha presidente tá aqui, poxa vida. Mas vamos lá. >> Isso, hein? Ó, eí, o nosso amigo Rosv, Thaago, também deu um boa noite pra gente aí no site, na no chat. Boa noite pro Rosv. >> É, tá aqui, ó. >> Ah, >> boa noite, queridos. >> Olha que legal. Muito bom. Muito bom. Bem, vamos avançar. Eh, é muito interessante nós observarmos que hoje à distância que a gente olha, parece muito claro que as pesquisas aconteceram e Kardec fez a codificação do espiritismo e assim a doutrina se desenvolveu e que tudo foi bonito. E não foi exatamente assim que aconteceu não. Kardec não era o único pesquisador de seu tempo que se se dedicava às questões referentes à espiritualidade. Havia muita gente também, não só investigando no sentido como os pesquisadores ingleses faziam, que estavam fazendo experimento, tentando decifrar, mas havia assim assemelhado aquilo que Kardec tentava fazer, que era criar um código de doutrinário, um código que interpretasse o fenômeno na sua inteire. Havia outros que estavam querendo olhar aquele fenômeno e construir uma teoria. não chegariam aquilo que Kardec chegou, que é a consequência moral disso, uma doutrina muito mais moralizante do que puramente científica, mas havia alguns grandes pesquisadores, cientistas franceses que ao invés de se vincularem a Kardec e fortalecerem a ideia na teoria que Kardec havia posto, outros pesquisadores também franceses contemporâneos de

guns grandes pesquisadores, cientistas franceses que ao invés de se vincularem a Kardec e fortalecerem a ideia na teoria que Kardec havia posto, outros pesquisadores também franceses contemporâneos de Kardec que produziram material muito interessante e criaram, vou dizer assim, vamos usar uma expressão forte, doutrinas paralelas ao espiritismo. O espiritismo tem uma leitura, eh, é, é aqui que tá a visão que o Espiritismo nos oferece, mas no século XIX, aquela multidão de fenômeno, nós tivemos um grande pesquisador que também investigou o fenômeno psíquico e ele vai passar para a história como um dos grandes nomes que a gente teve na no estudo desse tipo de ciência. Hoje ele é pouco conhecido dentro do movimento espírita, pouco conhecido, mas ele à época ele foi um uma pessoa que teve uma participação muito efetiva na construção desses saberes. Nós estamos falando de um grande pesquisador francês chamado Charles Richet, não é, Ivana? >> Exatamente. Que inclusive recebeu o prêmio Nobel da Paz, não é? se não me engano, em 1913, ele era um médico fisiologista francês e foi o fundador de um desses eh desses eh dessas dessas áreas do conhecimento, que se a gente pode dizer assim, né, que é a metapsíquica, né? >> Ele criou uma ciência nova. >> É, e ele fala dessa dessa psicologia, né, desse tipo de psicologia que ele chama de metapsíquica. É porque assim, não havia só Kardec teorizando, não havia só, havia outros também teorizando, analisando o fenômeno e procurando quem são seus agentes, porque as pesquisas de Kardec foram essas, né? Primeiro, o fenômeno é legítimo, foi a primeira conclusão. Segunda, os agentes do fenômeno são os espíritos. Terceira, os espíritos não estão no mundo. Os espíritos eh conservam sua individualidade após a morte. Foi a terceira descoberta. A quarta, nem todos estão felizes. Tem uns infelizes e outros infelizes. E a quinta e mais importante, o que fazer para viver feliz do outro lado da vida? Então, essas foram assim, de certa forma, as indagações básicas que Kardec

izes. Tem uns infelizes e outros infelizes. E a quinta e mais importante, o que fazer para viver feliz do outro lado da vida? Então, essas foram assim, de certa forma, as indagações básicas que Kardec fez e a construção que deu origem à doutrina espírita. Charles X, que também eh era contemporâneo de Kardec, né? Ele era mais jovem do que ele, mas viveu no período que Kardec viveu, estava estava lá naquela época. Ele é um cara que se destaca desde jovem, um pesquisador que já com 28 anos tava realmente bastante bem visível dentro da sociedade parisiense da ele era professor adjunto da faculdade de medicina e o estudo dele era especificamente sobre fisiologia, que é o estudo de como que os órgãos funcionam. E foi esse fisiologista que decidiu investigar o fenômeno espiritual. Não vou nem chamar de fenômeno espírita, mas o fenômeno mediúnico, né? Kardec fazia suas pesquisas, analisava seu material e produzia o que produzia. E Charles Rich, que é um pouquinho depois dele, também vai e cria a sua própria teoria, analisa os fenômenos, eh, a semelhança de Kardec e também faz uma tese, cria uma teoria de como é que seria e se desatrelando desse dessa componente moral que o espiritismo tem, a metapsíquica não tem componente moral. A metapsíquica é o estudo da mediunidade e ponto. Agora, o que é mais legal dos estudos de do Charlie Rich é que, embora ele tenha criado uma outra ciência, tenha dado outros nomes, tenha investigado de forma completamente distante de Kardec, eh eh Richer também chegou a a conclusões assemelhadas. Ele concluiu que os agentes eram os espíritos, que existiam, que seja aquela fenomenologia que o espiritismo fala, Richê chegou nas mesmas conclusões. Diferente de Kardec isso, mas não se detervenisse e foi à frente nas investigações filosóficas. Richê disse: "Não, eu vou estruturar, eu vou analisar, eu vou fazer o estudo científico." É, Estela, é um estudo científico desconectado de moral. Eu não tô criticando ele, não tô dizendo, "Ah, tá errado, tô dizendo." Ele decidiu, "Eu

ar, eu vou analisar, eu vou fazer o estudo científico." É, Estela, é um estudo científico desconectado de moral. Eu não tô criticando ele, não tô dizendo, "Ah, tá errado, tô dizendo." Ele decidiu, "Eu vou criar um ramo da ciência que estuda esse fenômeno." O que eu acho mais legal, Ivana, é que ele estudou e concluiu a mesma coisa. Ou seja, os agentes são os espíritos. E classificou os fenômenos de uma maneira muito parecida com o que Karbec também fez. >> É, mas ó, é importante lembrar, Estela, que o Valdo Vieira teve uma fase na vida em que ele acompanhava Chico Xavier, que ele produziu muita coisa boa, né? Muita obra boa pela mediunidade Valdo Vieira. Depois ele mudou para uma outra área mais voltada paraa pesquisa, né? já distanciado aí da da doutrina do movimento espírita, mas ele também teve uma contribuição importante, né? Não podemos esquecer, >> não é? E e assim o Charles Rich, a gente ainda tem a gente tem no dentro a FEB, eh eh ela é dita algumas obras de Charlie Richet sobre metapsíquica, tem algum alguma eu tinha até uns livros dele aqui, até que eu não vou achar com facilidade, >> mas mas ele tem uma um material bem interessante. Ele foi muito profico, né? Produziu muitas coisas. investigou durante muitas décadas esse fenômeno. >> É, a Marl, né, comenta, foi ele quem trouxe o nome de ectoplasma. Sim, ele é muito, muito lembrado quando se analisa essas ciências psíquicas e ele tem uma boa entrada no mundo acadêmico. Por quê? Porque ele não pisou no terreno da no terreno da moral, ele investigou o fenômeno. Então assim, se vê muito, se se usa muito o material que ele produziu, exatamente por isso, né? Ele vai ser mais contemporâneo da de Leon Deni, né, que é um pouquinho depois de Kardec. Então ele pega uma época em que a doutrina espírita já estava eh codificada. Ele ainda era adolescente quando a doutrina estava sendo produzida, assim como Leon Deni, né? Eram muito jovens. E eles vão caminhar, não vou dizer paralelamente, mas eles vão ter pontos de contato e pontos de

era adolescente quando a doutrina estava sendo produzida, assim como Leon Deni, né? Eram muito jovens. E eles vão caminhar, não vou dizer paralelamente, mas eles vão ter pontos de contato e pontos de divergência ao longo da vida. E ele é, em termos de pesquisa, tirando a figura de Kardec, ele é o nome mais lembrado quando se fala na França de pesquisa científica. Se eu tirar Kardec, eu vou encontrar ele realmente como uma pessoa muito importante. E ele tinha um discurso muito inflamado, né? durante 30 anos ele pesquisou isso e ele tem um texto que ele produz que é um texto muito bonito. Já tive até outras oportunidades de usar esse material dele eh na apresentação do pensamento de Charles Richet, em que ele fala assim muito, muito enfaticamente. Você pensa que para nós é fácil você ver o que a gente viu? Você acha que se você acha que eu quis ver, você acha que eu que eu sou fisiologista, eu estudei como é que o corpo humano funciona, eu sei como como funciona o corpo humano. É frustrante você eh ver cheio de teoria dos seus professores, entrar numa sala mediúnica e ver coisas que os seus professores não falaram. Acha que é fácil? Acha que é fácil você ver todas as teorias, os seus mestres ruírem diante dos seus olhos, porque eh aparece um fantasma, aparece um espírito que promove uma série de de fenômenos inimagináveis. E nesse período eh havia um experimento que eles faziam muito, né, com espírito materializado. É um experimento bem curioso. A gente faz esse experimento no ensino médio também. Você pega a água e aí você coloca na água óxido de algum algum algum tipo de composto que seja de valência positiva, cálcio, bário. Então você põe eh óxido de bário, óxido de cálcio. Óxido de cálcio é cal, tá? Óxido de cálcio é cal. Então você pega a água, bota cal e mistura. Quando você mistura o cal na água, fica um trem, um trem branco ali, né? aquela água leitosa. Isso é água com óxido de cálcio ou de bário. Se eu botar óxido de báo, vira barita, que é o óxido de báo. qualquer pessoa, eu ou qualquer

ua, fica um trem, um trem branco ali, né? aquela água leitosa. Isso é água com óxido de cálcio ou de bário. Se eu botar óxido de báo, vira barita, que é o óxido de báo. qualquer pessoa, eu ou qualquer um de nós estamos aqui, se a gente soprar nessa água de barita ou nessa água com cal, o gás carbônico que tem no na minha respiração bate na água com óxido de cálcio e reage com essa substância e forma carbonato de cálcio, que é uma substância pesada, tem peso atômico 100, ela é bem mais pesada que a água. Então, quando eu sopro, aquilo se agrega e o carbonato de cálcio vai pro fundo. Aí fica a água transparente de novo e o carbonato de cálcio aqui no fundo pesando, limpando a água. Ou seja, eu provo que eu respiro porque eu sopro o gás carbônico na água. Aí o Charlie Rich diz: "Você pensa que é fácil, eu que sou fisiologista, ver um fantasma soprar uma água de barita e formar eh e formar eh carbonato de cálcio? É frustrante demais você ver essa reação química acontecendo, porque a conclusão que você vai chegar é o seguinte: o fantasma respira. Se ele tá soprando o gás carbônico, é porque ele puxa oxigênio. Está fazendo dentro do do do pulmão dele o processo de transformação de oxigênio em gás carbônico e vai devolver para o ambiente gás carbônico que vai. Então, meu Deus, ele é um corpo vivo, mas ele é um espírito que se materializou. Gente, isso deve ser muito pirante para quem é fisiologista, para quem vem dentro de uma escola materialista, enxergar um espírito produzindo esse tipo de fenômeno, né? É, e ele até comenta, né, que da mesma forma não deve ter sido fácil para William Crooks admitir publicamente o que ele viu, né, pesquisando com o espírito Kate King, que se materializava, ele cortava o pedaço do vestido dela, né, ele fez uma série de testes, né, ele lembra do Alexander Laxacakov também, ele fala, não foi fácil para nenhum deles admitirem publicamente algo que vai contra o que a ciência acredita, não é? É preciso muita coragem. E é interessante, né, errar que

exander Laxacakov também, ele fala, não foi fácil para nenhum deles admitirem publicamente algo que vai contra o que a ciência acredita, não é? É preciso muita coragem. E é interessante, né, errar que ele fala que pela verdade, pela publicação da verdade, ele teve essa coragem de assumir publicamente, de demonstrar os resultados, né, e de forma assim de que não há nenhuma dúvida que aquilo para ele é uma verdade, porque ele pesquisou mais de 30 anos isso, né? Esses homens, na, na verdade, Ivana, eles arriscaram sua reputação científica, porque seria muito cômodo dizer assim: "Olha, eu não quero me meter nesse negócio aí, não quero mexer com isso, depois isso vai me desgastar, eu quero ficar no meu escritóiozinho estudando, não me meto em confusão, leve esses espíritos de vocês para outro lado e me deixa em paz". Não, ele na condição de cientista, ele ele avança nessa discussão e diz: "Não, o fenômeno é real. Sim, os espíritos se manifestam. Sim, é é verdade. Existe vida após a morte. Sim, nós não quis ver. Aí tem um p di assim: "Não, não, mil vezes não. Nós não quis ver. Porque as pessoas para dizer, não, eles estavam interessados em ver, estavam doidos para para poder enxergar isso. Nós não quis ver o fenômeno, na verdade confrontou com as nossas verdades e deve ser realmente muito frustrante. E aí o cara tem que sair depois pro mundo se ele realmente tem vontade de defender a verdade para apresentar o que ele descobriu, porque isso realmente pode mudar a a história de tudo aquilo que a gente vê. E ele vai então eh construir toda uma teoria, né? Kardec fez a dele, Charichet fez a sua, comentando sobre uma a metapsíquica que é a ciência que investiga esses fenômenos que podem acontecer e que são desconhecidos, poderes desconhecidos da mente humana. Quer dizer, ele tenta abraçar não só os fenômenos mediúnicos, mas ele tenta abraçar também os fenômenos anímicos, os fenômenos que a parapsicologia bem conhece, né? Aqueles fenômenos que a o próprio encarnado, o paranormal, é capaz

ão só os fenômenos mediúnicos, mas ele tenta abraçar também os fenômenos anímicos, os fenômenos que a parapsicologia bem conhece, né? Aqueles fenômenos que a o próprio encarnado, o paranormal, é capaz de produzir, diferente do médium, que na verdade não produz o fenômeno, mas oferece as condições para que ele se manifeste, que aconteça, né? É, agora engraçado, né? Me veio um pensamento aqui agora, eh, será qual a relação que a gente poderia eh estabelecer entre a metapsíquica, né, eh, criada pelo pelo richê e a neurociência, que hoje, na verdade, os neurocientistas continuam pesquisando também essa relação, né, da do funcionamento cerebral durante transmidi, etc., experiências de quase morte. Eh, eu fico imaginando, será que esses neurocientistas de hoje conhecem o trabalho desenvolvido por Charles Richer naquela época? >> É, é bem eles usam experimentos diferentes, né? Porque o Charlie Richer trabalhava >> mediunidade, >> efeito físico, né? efeito físico, principalmente ele trabalha com efeitos inteligentes, mas o que ele gostava mesmo era o defeito físico. Todos eles gostavam muito de efeito físico, porque ele é um, ele chamava de fenômeno objetivo. É o fenômeno que eu vejo e eu consigo dizer, tá acontecendo >> o fenômeno eh inteligente, que é é chamado de fenômeno subjetivo, >> eh e ele é menos comprobatório, então eles tinham mais interesse nisso. Então ele trabalhava nesse recorte de fenômeno. Hoje o pessoal da neurociência com os recursos tecnológicos que tem investigre, né? Funcionamento do cérebro. Então eles fazem assim, olha só, o cara entrou em transe mediúnico e alterou as ondas mentais dele. Eu consigo ver, olha só, o cara tava morto, o cérebro está totalmente apagado, mas ele vai ter memórias disso que aconteceu. Então, é um é um um recorte de de experimentos diferentes, mas valeria a pena, né, a gente pegar o material do Charles Richet e trazer para próximo desses homens para até eles repetirem o experimento. Porque assim, se um determinado conhecimento é

diferentes, mas valeria a pena, né, a gente pegar o material do Charles Richet e trazer para próximo desses homens para até eles repetirem o experimento. Porque assim, se um determinado conhecimento é ciência, então ele pode ser repetido. O que que caracteriza a ciência? O fato de que o fenômeno colocado nas mesmas condições se repete. Ah, então o que que é isso? Acontece. Então, vamos repetir o vou repetir o fenômeno. Ele aí é ciência, né? Eu eu tenho condição de de estabelecer um padrão e eu consigo fazer a repetição do fenômeno. Essa esta nossa situação de hoje, ela seria bem enriquecida com o estudo de Richê, né? Mas eles estão usando outros instrumentos, só que vão chegar às mesmas conclusões, né? vão chegar à mesmas conclusões. >> É, não. E, e é claro que a gente entende que hoje e o o momento é mais propício para fazer uma análise, como t feito os neurocientistas, né, em função do avanço tecnológico e até da redução da da das mediunidades, como havia naquela época, né, médiuns fabulosos, né, que produziam assim fenômenos de efeitos físicos assim com muita, né, eh muita facilidade, né, com muita intensidade, com muita facilidade. Hoje já são mais raros esses médiuns, né? >> É interessante. >> Ó, eu tô eu tô anotando aqui as perguntas que o pessoal tá colocando, tá? Porque daqui a pouco, quando a gente fizer um resumão lá do restante do capítulo, a gente vem para as perguntas, tá pessoal? Quem quiser vai perguntando aí no chat, >> tá? Tem algumas pessoas falando sobre magnetismo aí, né? É, então é uma das dúvidas aqui do pessoal sobre o magnetismo. >> Você já quer comentar agora? É, >> posso falar um pouquinho sobre magnetismo? Olha, o magnetismo ele é muito velho, né? Os egípcios sabiam dele, os chineses sabiam dele, os hindus sabiam dele. A medicina milenar chinesa tinha conhecimento da do magnetismo, assim como também os hindus que tem uma série de técnicas de de como é queatso, como é que chama aquela que toca a pessoa tem usa-se muito em criança. É uma técnica

inha conhecimento da do magnetismo, assim como também os hindus que tem uma série de técnicas de de como é queatso, como é que chama aquela que toca a pessoa tem usa-se muito em criança. É uma técnica indiana de você fazer massagem, que você vai nos pontos, nos centros que tem para tirar, não é com agulhas, é só com a pressão no ponto. Xi, não é? Shiatso, acho que é shiatso, não lembro o nome agora. Então isso sempre foi conhecido, a gente sempre teve. Só que a Europa ela não se aproximou disso. Por que que a Europa não se aproximou? Porque a Europa ela ela teve uma formação muito mais voltada pro cristianismo. E o cristianismo ele foi muito repressor com relação a todo tipo de pesquisa que dissessem respeito a algo que o cristianismo não falasse ou que o Velho Testamento não apontasse. Os livros indianos eles são muito Chantala. >> Chantala. >> Isso é Chantala. Isso mesmo. Que a que vai tocando assim, usa muito em criança. Pega o ponto aí, aperta. Ah, bem aqui nesse ponto é um ponto que trata tal coisa. Muito bem. E aí eles sem o o cristianismo sempre foi muito repressor, então a Europa ela ficou muito distante disso. Enquanto nós não tínhamos a presença do cristianismo na Europa, eh havia muita presença do magnetismo na nossa sociedade. Mas na medida em que o cristianismo começou a se expandir e a intolerância religiosa que veio a reboque dele se implantou, tudo que não era parecido com o cristianismo é perseguido. O próprio judaísmo que deu origem ao cristianismo também era perseguido. Uma coisa assim bem bem estranha. A mediunidade foi muito perseguida pelo cristianismo medieval e da idade moderna. E aí o o o magnetismo ficou meio escondidinho. Ele vai voltar a ter força mais especificamente com Mesmer, que é aproximadamente aí uns quase uns 100 anos antes de Kardec, não sei direito, mas ele é do século XVI. Ele não é do século XIX. Aí Mesmera que começa a fazer os experimentos em que ele descobre que os humanos tinham o poder de transferir eh transferir as suas energias de um ser

mas ele é do século XVI. Ele não é do século XIX. Aí Mesmera que começa a fazer os experimentos em que ele descobre que os humanos tinham o poder de transferir eh transferir as suas energias de um ser vivo para outro. E aí você vai você vai vendo exatamente esse processo ir acontecendo, né? as pesquisas de Mesmer que vão se corporificando aí vão dando origem à ideia de que sim, existem energias em nós que podem ser transferidas para outras pessoas. Kardec, quando jovem estudou o magnetismo e sabia que o magnetismo existia. E assim, a ideia do Mesmer que existia existiriam pessoas que teriam o dom de transferir as energias para outros, que a gente hoje em doutrina espírita chama de passe magnético, que ah, chantala é massagem em bebês, mas é uma que vai, qual é? Tem uma que é que é só tocando, é essa mesma que não que que é indiana, que você toca a pessoa em pontos específicos, você usa, não usa agulha, não usa nada, é só o ponto de o centro de força e a pessoa aplica a pressão em cima dos centros e vai trazendo a saúde. Porque o Cláudio fez um comentário quando você fala lá do da idade médio, né, da perseguição, você fala do cristianismo, ele pergunta, não seria do catolicismo, na verdade, né? >> Eh, poderia dizer, mas se eu disser catolicismo, vai parecer que eu estou dizendo que é o catolicismo de hoje, né? Aí fica complicado. E assim, eu não tô querendo eh criar polêmica, mas a gente fala muito da Inquisição Católica, Inquisição que aconteceu, mas o protestantismo também teve inquisição e também matou gente, tá? Você pode pegar um pesquisador chamado, acho que o nome dele é Servet, S e RV E T. Serv. Ele é um um pesquisador que descobre a pequena e a grande circulação. Ele descobriu que o sangue saiu do coração e foi pro pulmão. Saía do pulmão, voltava pro coração, ia pro corpo e tal. descobriu grande e pequena circulação e publicou isso. Xiatso. Ah, xiatso. >> É essa mesmo. >> Eu acho que foi a palavra que eu falei, >> é exatamente isso que você falou, pressão

ia pro corpo e tal. descobriu grande e pequena circulação e publicou isso. Xiatso. Ah, xiatso. >> É essa mesmo. >> Eu acho que foi a palavra que eu falei, >> é exatamente isso que você falou, pressão com os dedos. >> Mas é da medicina chinesa, viu? Ela >> ela é chinesa, né? Não é hindu. Então, chantá-la, chantala é hindu, >> é dos bebês. >> E ela é hindu. >> Aham. É do Ayurveda, né? >> Ó, você conhece a terapia? Terapia Marma? >> Não, essa eu não conheço. >> Eu também nunca ouvi falar. >> É da Ayurveda. É que são quatro. quatro pedas. Eh, tem o Doim também, né? Doim. >> É, >> Doim é chinês também. >> É >> bom. Vamos continuar então. Eh, >> sobre magnetismo ainda que você tá falando, né? A Maria Dalila pergunta se Kardec estudou Mersmer, tá? O mesmerismo ele estudou, ele estudou o mermerismo. Então, eh, esse Miguel Cervê, ele fez a descoberta, ele era médico, inclusive ele descobriu a pequena e a grande circulação. Ele morreu queimado, mas quem matou não foi a inquisição católica, quem matou foi a Inquisição Protestante. Havia também núcleos de intolerância protestante que também promoveu coisas eh bem estranhas, né, mas também aconteciam muito bem. >> É >> isso. >> Ela só voltando no que você falou da questão do magnetismo ainda, né, sobre essa eh potencialidade humana de doar energia e tal. Ah, mas é pergunta algo que é interessante, né? E o reik, o reik se enquadraria nisso, né, numa teoria de magnetismo humano, né, >> diferentemente do passe espírita que mistura as duas energias, né, material do encarnado e do desencarnado. >> É, deixa eu resumir aqui. Eu tava respondendo aí a pergunta do catolicismo lá. Só quero só falar uma coisa. Nós tivemos, >> é, nós tivemos uma, uma demonstração de intolerância cristã no ano 415 da era cristã. 400, não é 1000, 415. Eram cristãos, não tinha nem catolicismo ainda. Os cristãos mataram Hipati, que foi a maior matemática grega de todos os tempos. Ela viveu na Alexandria. Os cristãos não gostavam do pensamento dela por lá e mataram.

não tinha nem catolicismo ainda. Os cristãos mataram Hipati, que foi a maior matemática grega de todos os tempos. Ela viveu na Alexandria. Os cristãos não gostavam do pensamento dela por lá e mataram. nem tinha inquisição, mas tinha intolerância. Então, tem muitas coisas que também a gente pode encontrar. É, sem dúvida nenhuma, no período medieval, o catolicismo cometeu muitos, muitos excessos, mas o cristianismo também tem a sua parcela de contribuição nesse processo de sofrimento da humanidade. Eh, vamos paraa frente nas nossas discussões. Eh, nós também podemos observar na nossa sociedade que eh essa ideia do de que o que as energias podem sair de pessoas, elas continuam, que é o chamado passe magnético. É eu transmitindo. No centro espírita, a gente entende que os espíritos também podem oferecer, que é o passe espiritual. Então você tem o passe magnético, eu encarnado transmito a minha energia para o outro. Mesmerismo. No centro espírita diz, existe isso, mas existe também a possibilidade de que os espíritos diretamente transmitam a energia para os encarnados. E já que tem esse e tem o outro, no centro espírita, a gente fala muito do passe misto, que é através de um passista que transfere parte das energias, mas que é auxiliado pelos espíritos que potencializam o poder magnético que ele possa ter. Então, o que se acredita na casa espírita é que, embora exista a possibilidade de um passo magnético, é pouco provável que os espíritos não atuem numa atividade espírita, né? Então, aí >> é, >> desculpa, mas aí fica a pergunta. Às vezes a gente vê alguns centros espíritas que oferecem como práticas alternativas o re. >> Sim. Eh, não seria uma redundância, porque se a casa já oferece o passe e o passe espírita é considerado como sendo a junção da, né, das duas energias, do encarnado e do desencarnado, eu fico assim imaginando, né, o porquê de se oferecer a técnica do reik separado. Será que é por falta de conhecimento? >> Muito provavelmente sim, porque se você for na igreja protestante, eles não

, eu fico assim imaginando, né, o porquê de se oferecer a técnica do reik separado. Será que é por falta de conhecimento? >> Muito provavelmente sim, porque se você for na igreja protestante, eles não falam de passo, mas falam imposição de mãos. A imposição de mãos nada mais é do que o passe. Os judeus já faziam imposição de mão na época de Abraão. Abraão impôs a mão sobre Isaque e o abençoou. Então essa ideia de transferência de energia pelas mãos, isso é muito velho. Então eh você oferecer passe e oferecer rei numa mesma casa é uma Mas por que que é diferente, né? Eu sei que o rei que não tem a obrigatoriedade de tocar a pessoa, mas muito, muito, muito frequentemente o rei que é oferecido no toque. Na casa espírita, a recomendação é que a gente não toque em ninguém. Mas por que que a gente não toca na pessoa? Se eu sei que tocando eh eh existe até a possibilidade de ter uma uma energização mais efetiva, é por conta de pudores. Você vai dar o passo de uma mulher e o marido dela tá no lado. Se você toca nela, até você tirar do outro a certeza de que não houve malícia no seu toque, é melhor não tocar. na minha casa, aqui onde eu estou, que é minha casa, quando eu dou passe nos meus filhos, eu boto a mãozona em cima deles e eu toco mesmo. Mas é meu filho e eu toco a hora que eu quiser. No centro espírita eu não toco em ninguém, porque na verdade não quero que o centro espírita seja objeto de suspeição, de qualquer tipo de coisa. A Masé tá lembrando que os carismáticos também fazem posição de mão. Gente, esse negócio é tão verdadeiro que todo mundo faz. Então, o que mostra isso é o pensamento que até inclusive a gente viu na semana passada quando William James dizia: "Gente, se todo mundo fala da imortalidade da alma, não é pra gente pensar que isso possa existir, então agora eu faço o mesmo raciocínio dele para cá. Se todo mundo diz que imposição das mãos funciona, será que não tá na hora da gente começar a cogitar de que isso possa ser verdadeiro? Isso então mostra que, poxa, culturas

o raciocínio dele para cá. Se todo mundo diz que imposição das mãos funciona, será que não tá na hora da gente começar a cogitar de que isso possa ser verdadeiro? Isso então mostra que, poxa, culturas que nunca se viram, falam da mesma coisa. Então é pra gente começar a refletir, né? >> Ó, nós temos perguntas sobre esse assunto ainda, né? Eu acho que a gente podia aproveitar aqui. Olha, a Deia, o passo espiritual precisa ser dado por um médium. >> Se ele é espiritual, ele não precisa de médium. Ele é espiritual, é feito direto pelos espíritos sobre as pessoas, né? Tá. Mas então, e o passimisto? >> Uhum. É melhor na casa espírita é o passe misto que conjuga as duas coisas, né? >> Mas >> você tem, por exemplo, jorei, >> na igreja messiânica você tem o jorei. >> Jorei. É >> que tem uma proposta diferente do passe, que no jorei é o o o a pessoa que aplica o jorei, ela não pode se concentrar. Enquanto que no passe você diz, você se concentra para passar as energias, no jorei, a pessoa ela emite a energia sem se concentrar. É uma proposta eh diferente, né? >> É. E a Rosângel ainda pergunta sobre o Heake, né? O Heikake não é a mesma coisa que o passe? >> Ela tá afirmando, o Heikake não é a mesma coisa que o passe, porque ela é reikiana. >> Hum. Hum. >> Ela é reikiana >> e e ela tá dizendo que não é a mesma coisa. É, as propostas elas podem ser parecidas assim como o jorei não parece com o passe, como a imposição das mãos não se parece com o passe. Cada um com a sua característica particular, com o seu a sua proposta específica, mas no fundo no fundo tudo está relacionado com o magnetismo de Mesmer, que os indivíduos têm o poder de transferirem energias para outros indivíduos. Aí vem as técnicas, né, as diferenças que existem entre cada um deles. Hoje, inclusive, o SUS, se eu não me engano, já aceita o Heik como terapia alternativa, tá no elenco daquelas >> diversas, né? >> É isso. É muito interessante, né? A Maria Regina, ela fez um comentário interessante sobre Charles Richet. Ela

ano, já aceita o Heik como terapia alternativa, tá no elenco daquelas >> diversas, né? >> É isso. É muito interessante, né? A Maria Regina, ela fez um comentário interessante sobre Charles Richet. Ela diz que em São Paulo funcionou por bastante tempo o Instituto Charles Seich e ela, né, teve a oportunidade de participar acompanhando a sogra e ela fala que era quase uma sessão de desobsessão. Chamavam os espíritos de personalidade oculta e os médiuns de sensitivos. Olha que interessante, os tratamentos eram bem-sucedidos. >> Sim, mas eh o espiritismo não tem a exclusividade da verdade, né? da verdade, se está na lei da natureza, eh, porque, por exemplo, você, digamos, não conhece a doutrina espírita, mas você vai numa numa casa de de culto afro, você vai ter a a a é tão legítimo quanto a doutrina espírita. Você chega lá, tem a passividade, tem o médium, tem. E você pode obter muitos resultados positivos, ou seja, não há exclusividade. O espiritismo detém o a exclusividade da mediunidade, a exclusividade da verdade, não. Então, eh, você tem a, por exemplo, na na conscienciologia, que foi a doutrina que o o Valdo Vieira depois criou, também tinham as nomenclaturas próprias, né? tinha o consciins, que era uma consciência encarnada, e o conciex, que é a consciência desencarnada, que seria o espírito. Então, ele criou uma uma série de nomenclaturas comin com exis. Eu tenho aqui uns livros dele sobre isso, não sei se eu vou achar, mas eu tinha em que se trabalha essas ideias. Mas assim, tudo é convergente, né? Tudo é comp. >> É, nós temos muitas dúvidas ainda aqui, Larra, sobre esse assunto, né? Eh, a Milena, ela fala: "Podemos dizer que a espiritualidade sempre atua quando invocamos o seu auxílio e nos dispomos a doar os nossos fluidos para auxiliar na harmonização energética de algum irmão?" Olha, a nossa crença como espíritas é que a palavra sempre aí, embora ela seja pesada, é o que deve acontecer conosco. Porque se a casa é espírita, não é razoável que os espíritos estejam

lgum irmão?" Olha, a nossa crença como espíritas é que a palavra sempre aí, embora ela seja pesada, é o que deve acontecer conosco. Porque se a casa é espírita, não é razoável que os espíritos estejam participando dela. Então, é, nós acreditamos que nas atividades espíritos, quando alguém faz uma palestra, ela tá sendo intuída por um espírito que não tá incorporado, mas tá auxiliando. Quando alguém tá dando passe, a espíritos atuando, quando alguém está em qualquer atividade, é mesmo de sopa que eu tô distribuindo, as entidades espirituais estão participando dessas atividades como um todo. Então, eh, é pouco provável, né, que a gente vá ter uma atividade dentro da casa espíritia espíritos tomando parte disso aí. Não estou dizendo com isso que toda vez que alguém dá passe em qualquer lugar do planeta tem um espírito associado. Existem pessoas que têm grande habilidade magnética e que efetivamente produzem fenômenos de si mesmo. Eu sou o agente do fenômeno. Aí já não é mais médium e já é um paranormal. E existem paranormais que são capazes de mover objetos, de promover cura e são eles mesmo que fazem. Então essa característica também existe, tá? De pessoas encarnadas que produzem. Se eu negar, se eu negar que é, se é que é impossível que o encarnado produza cura, eu vou ficar enrolado para explicar Jesus, porque eu não posso imaginar que um espírito secundasse Jesus nas curas que ele fazia. Então, sim, é plenamente possível que o encarnado tenha de si recurso, recurso anímico suficiente para produzir um fenômeno. >> É, agora nós na nossa condição mediana evolutiva, a gente tem aquela atuação conjugada com os espíritos, né? >> Que é o que ela deduziu realmente, né? O que acontece na casa espírita. Na casa espírita normalmente é um passe misto, porque sempre haverá a força do encarnado com o desencarnado, né? associados aí. >> E aí, ó, como ele é misto, eu posso ter um passe mais magnético, menos espiritual, passe mais espiritual, menos magnético. Eu posso ter toda uma

do encarnado com o desencarnado, né? associados aí. >> E aí, ó, como ele é misto, eu posso ter um passe mais magnético, menos espiritual, passe mais espiritual, menos magnético. Eu posso ter toda uma avaliação aí dentro, né, que é muito mais razoável do que você pensar, não, aqui não tem espírito, não, aqui não tem médium. Considera misto, que você vai bem, porque não é 50 a 50, é uma parte de um, a parte do outro. >> É isso aí, todo mundo colaborando, né? Olha, Judite, tem uma pergunta aqui que eu acho que aí ela já é um pouco mais complexa, porque ela pede inclusive para falar de corrente magnética, que eu acho que talvez fosse assunto pra gente fazer uma live falando sobre isso, né? Porque >> é é a corrente magnética é uma prática que tem acontecido em algumas instituições espíritas, mas isso não significa dizer que seja uma prática que é adotada de maneira pacífica pelo movimento espírita. Eu não estou dizendo que ela não tem efeitos. Eu estou dizendo que o movimento espírita organizado, assim chamado, ele não utiliza essa ferramenta como uma prática mediúnica eh típica, orientada pelas federações espíritas e eh praticada de certa forma pelo próprio movimento espírito. Atualmente ela não é. Pode ser que no futuro venha a ser, é, pode até ser, porque o espiritismo ele se renova, ele se revê. Se essa prática mediúnica se confirmar, isso pode ser feito num futuro. Hoje não é, hoje nós não temos isso como prática. Algumas casas espíritas realizam essa atividade, mas não é não é dessa maneira que o movimento espírita entende que deva acontecer eh o fenômeno da mediunidade, tá? E eu não estou dizendo também que não funciona. >> É, ela fala entre o passe passe magnético. Então, na verdade, né, já foi explicado, né, J essa questão aí do passe misto, do passe magnético. Acho que agora tá claro. Se tiver qualquer dúvida aí, você coloca pra gente no chat. Oi, Larra, gente, precisa só dizer que eh hoje nós temos aniversariante aqui na live. Acredito. >> Olha só. A Lúcia, a Lúcia Iná diz que

ro. Se tiver qualquer dúvida aí, você coloca pra gente no chat. Oi, Larra, gente, precisa só dizer que eh hoje nós temos aniversariante aqui na live. Acredito. >> Olha só. A Lúcia, a Lúcia Iná diz que aniversário está comemorando 79 anos. Ó, que lindo. Parabéns, Lúcia. >> Olha, tem, eu conheço duas pessoas que fazem aniversário hoje. Ana Teresa Camasmi faz aniversário hoje. >> Oh, é hoje. >> É hoje. E o Wagner Moura da Fraternidade Sem Fronteira. >> É o Wagner Moura mesmo. É, hoje também >> é 14/10. É, todos dois. É que coisa boa. Muito bem. E aí, seguimos? >> É, vamos seguindo. Bom, então o que que o Charles Richet conseguiu eh classificar, organizar, estruturar? Ele dividiu os fenômenos em dois grupos. Um chamava-se fenômeno objetivo e o fenômeno outro chamado fenômeno subjetivos, né? Os fenômenos objetivos eram a telescinesia, que era a movimentação de objetos, a ectoplasmia, que era a emissão de ectoplasma, a premonição, que era a capacidade de antever as coisas que iriam acontecer. E esses fenômenos todos eles eram organizados dentro de um de uma uma classificação que ele fez, que era a criptestesia, que era a capacidade oculta de perceber as coisas. É a sensibilidade, a mediunidade, né? A criptoestesia é cripto é escondido e estes percepção. Então, uma percepção oculta que algumas pessoas poderiam ter. Esses eram um grupo de fenômenos que ele que eram chamados de fenômenos até essenciais. E havia os fenômenos chamados subjetivos, né, que era os fenômenos intelectuais, os fenômenos de incorporação, os de escrita, os de aparição, em que o cara dizia: "Olha, eu estou vendo tem um espírito que tá aqui na minha frente". Esses er, veja como são fenômenos muito parecidos com o que Kardec investigou. O que é muito confortável para nós para dizer o seguinte: uma outra pessoa, investigando esses fenômenos, chegou a uma classificação que, embora não seja idêntica, confirma que os fenômenos que Kardec validava também foram validados por ele. Aí ele fala de levitação, de movimentos, de pancadas, fala de

s, chegou a uma classificação que, embora não seja idêntica, confirma que os fenômenos que Kardec validava também foram validados por ele. Aí ele fala de levitação, de movimentos, de pancadas, fala de aparição de espíritos materializados. né? Ou pelo menos parte deles, o que era muito comum, materializar braço, busto, cabeça, pés e os fenômenos de premonição, de adivinhação que se poderia ter. Todos esses fenômenos foram vistos e validados pela eh metapsíquica. Isso, isso é muito legal de a gente ver, porque é como se fosse dois pesquisadores, os dois saem a campo para fazer uma pesquisa e quando eles voltam, eles voltam com classificações que não precisam ser idênticas, mas confirmando os fenômenos que um viu, o outro também viu e valida a veracidade daquilo que o primeiro está falando. Eu acho isso show de bola. Acho muito legal. É verdade. >> E ele ele vai assim ser muito importante porque ele vai influenciar outros pesquisadores de seu tempo. Ele não é o único a se dedicar à metapsíquica. Ele vai ser um um escritor muito fecundo, vai produzir muita muita coisa, muita coisa sobre esta questão espiritual, trazendo contribuições muito significativas para isso, mas ele vai ter também a possibilidade de influenciar outros pesquisadores da sua época. E aí o Pedro Granja nos lembra aqui a figura do Dr. Maxwell, que era membro da Academia de Medicina, professor de Paris e que também era metapsíquica, metapsiquista. Estudava metap, não foi espírita, ele era metapsiquista, ou seja, estudava o fenômeno pela ótica puramente técnica. E ele mesmo dizia: "Eu não sou espírita. Não souó teósofo. O que que é teósofo? É o cara que está ligado à teosofia, a doutrina de Madame Blavatsk. A doutrina secreta é o estudo que Madame Blavatsk faz aqui, analisando esse processo muito antigo do conhecimento espiritual, né, em que ela vai nos trazer essas verdades. A Madame Blavat, que funda a teosofia, que também tem uma parte moral assim bastante robusta. Aí ele vai dizer: "Eu não sou espírita, mas eu também não sou

é, em que ela vai nos trazer essas verdades. A Madame Blavat, que funda a teosofia, que também tem uma parte moral assim bastante robusta. Aí ele vai dizer: "Eu não sou espírita, mas eu também não sou teósofo, não é? muda da teosofia e nem sou ocultista, não sou místico, não sou nada disso. Eu não creio no sobrenatural. Eu acho muito legal isso, Ivana. O cara diz assim: "Eu não creio no sobrenatural, mas que os espíritos existem, existem. Eu porque para ele a manifestação dos espíritos é um fenômeno natural. Isso não tem nada de estranheza. Faz parte da naturalidade da vida. A sobrevivência do espírito é muito legal. Tem um negócio aqui. O que que é isso que a Ludmila tá falando? Então, ela colocou uma pergunta aqui. Olha, não sei nem o que é isso. Eu eu sei que durante o período da Guerra Fria, a União Soviética trabalhou muito com os sensitivos. havia um interesse enorme em pegar pessoas que tinham essa habilidade de ler a mente do outro e eles treinavam essas pessoas para que elas ficassem cada vez mais habilidosas, sabe? Inclusive teve algumas até que morreram do tanto que eles exploraram essas pessoas para produzir fenômenos. tinha umas mulheres incríveis, com uma sensibilidade impressionante. E eles durante a guerra isso mesmo. >> É isso mesmo, né? É. Então eu não sabia o nome. >> Interessante. >> E aí nós temos aqui, ah, aí nós temos aqueles que são muito conhecidos, né? Olha, não, pera lá, deixa eu ver esse aqui da Janie que ela diz: "Sou reikiana e não uso práticas não espíritas e não uso práticas não espíritas no centro espírita". OK? Para não confundir o o aspirante ao espiritismo. Legal. >> Ah, seria >> se fosse outro tipo de instituição, né? Tem centros de práticas espiritualistas que colocam, né? cromoterapia, reik acupuntura, cristalterapia, cromoterapia, clone chinês, uso da ias, tem monte de coisa que o pessoal faz, mas eles não pertencem ao elenco da da cesta de >> é das práticas espíritas, né? >> Das práticas espíritas. >> Muito legal. Muito bom isso aí, Jane.

, uso da ias, tem monte de coisa que o pessoal faz, mas eles não pertencem ao elenco da da cesta de >> é das práticas espíritas, né? >> Das práticas espíritas. >> Muito legal. Muito bom isso aí, Jane. Vamos pra frente. Então, aí nós temos um esse metapsiquista que é o Dr. Maxwell, que também traz para nós eh grandes contribuições nesse sentido, mostrando que ele também, embora fosse um estudioso, ele também está voltado para a compreensão de que existe sim vida após a morte. Há outros, né, franceses também. César de Wesmer, esse era historiador, também era metapsiquista. Tá vendo? Os eles foram muitos os metapsiquistas. Eles não eram espíritas, mas eles estudavam o fenômeno e se convenciam da da condição que ele que eles tinham. E esse homem que escreveu também um material bastante robusto, eh, tem até uma obra dele, História do Espiritualismo Experimental, que é exatamente todo o trabalho espiritualismo, hein? Todo o trabalho de construção, eh, e muitas coisas sempre voltadas para esse aspecto paranormal e mediúnico que as pessoas tinham. >> Sim. Outro nome, Dr. Eugini Ost, diretor do Instituto Metapsíquico, era neurologista, estudava o cérebro, tinha fama internacional e grande celebração. E numa de suas obras acentuou: "O sábio digno desse nome não é doutrinário. Ele é sábio por ser espírito, por ser um espírito científico, só aceitando o que é demonstrado que está disciplinado a pesquisa e a crítica, que é o pensamento positivista da época, né? August Conte, que produziu a sua teoria do positivismo, dizia que as coisas só poderiam ser acreditadas se positivamente pudessem ser provadas. Somente aquilo que eu posso comprovar, eu posso acreditar. E isso serviu de muita base para a negação de muitas questões místicas que existiam na época. Isso foi um uma ruptura com tudo isso. E esse pesquisador aqui, esse neurologista também metapsiquista, trouxe contribuições interessantes para o conhecimento de todas essas questões. Eles, nenhum deles tem envergadura de Charles Richet, mas foram também

dor aqui, esse neurologista também metapsiquista, trouxe contribuições interessantes para o conhecimento de todas essas questões. Eles, nenhum deles tem envergadura de Charles Richet, mas foram também continuadores da ideia. O que é muito importante pra gente ver que não foi o pensamento de uma pessoa só, mas de toda uma geração que se dedicou a esse tipo de trabalho. Um outro nome muito conhecido é Paul Jibier. Eu acho que eu tenho obras do Pibier aqui em casa. Ele inclusive ele analisa a história do pensamento religioso. É numa obra de Paul Bier que é dito que os Vedas têm 58.000 anos. Aí eu fui procurar no original francês. Digo não, isso aí na hora que traduziram botaram um zero a mais. Deve ser 5800. Não é possível. Aí eu peguei o original francês para ver. Tá lá 58.000 anos. G. Então foi no original que botaram zero a mais. Aí e ele, embora tenha sido um pesquisador, ele investiga a o fenômeno mediúnico na história, a evolução do uso da mediunidade, parecido com o trabalho que o Herculano Pires faz no livro O Espírito e o Tempo, em que ele vai acompanhando o desenvolvimento da mediunidade nos vários horizontes, né? Horizonte tribal, horizonte agrícola, horizonte oracular. Aí o horizonte profético e por >> e aí por fim o horizonte espiritual, que é o que a gente tá vendo agora, que é o quinto horizonte. Beleza? >> Pibier era discípulo de Paster e viveu pouco, né? Ele nasceu em em 1851 e desencarnou em 1900, 49 anos. E fez uma diferença. >> É 49 anos. O paster faz a sua experiência em 1860, quando o pasteiro faz a experiência do que prova que aquela experiência da do vaso com pescoço de cisne, aquilo ali é feito em 1860, que ali quebra a ideia da biogênese. Muito bom. Esse também muito conhecido, ó. Literatura espírita tem muita coisa dele, né? Outro nome que a gente tem, Gustavo Geley. Eita, Gustavo Geley, tadinho. >> Metapsiquista também, né? >> Eh, Gustavo Gel, ele morreu cedo também. Acho que ele tinha 58 anos quando faleceu. Ele era jovem. Ele tinha ido para uma viagem, esse cara

ita, Gustavo Geley, tadinho. >> Metapsiquista também, né? >> Eh, Gustavo Gel, ele morreu cedo também. Acho que ele tinha 58 anos quando faleceu. Ele era jovem. Ele tinha ido para uma viagem, esse cara é metapsiquista e ele era assim um apaixonado por materializações, esse Gustavo Gelen. E aí teve um médium naquela região ali da Europa, eu vou chutar o nome do país para onde ele foi, Yugoslávia, um lugar desse leste europeu. Ele foi lá para porque tinha um médium que produzia fenômenos de materialização. foi, vou lá ver esse cara aí. Nessa época já tinha avião. Ele pegou um avião e foi para para visitar esse médium. Quando ele ele chega lá para visitar esse médium, o médium produz uma série de peças de parafina, mão, braço, flores de parafina, muita coisa. E aí ele pega esse material e diz: "Ah, esse p Paris porque eu vou levar paraos meus estudos, isso aqui vai ser importante" e tal. Aí ele coloca esse material todo na valise e pega o avião de volta para Paris. Na volta, quando o avião tá próximo de pousar, o avião tem uma pane e o avião cai, ele morre na queda. Quando eles vão lá para resgatar o corpo dos, quando eles vão lá para resgatar o corpo do Gustav Jelly, ele está morto, abraçado com a valiz cheia das peças de parafina. Ele morreu abraçado nelas. O que é que a a Lila tá perguntando aqui? Ela tá pedindo para falar sobre Jesus e o seu poder magnético. >> É, mas o que que se pode dizer? Eh, o livro A Gênese de Allan Kardec no seu capítulo 14 e 15, capítulo 14, estudos fluidos e no capítulo 15, os milagres produzidos por Jesus, diz que eh os a produção dos fenômenos que Jesus fazia vinha dele mesmo, porque sendo ele o governador planetário, não fazia muito sentido vir um espírito para ajudá-lo, né? vai vir um cara menor que eu para me ajudar. Como é assim? Portanto, os fenômenos seriam produzidos por ele mesmo. Ele seria o agente dos próprios fenômenos. E dentro dessa perspectiva, eh, Kardec chega a dizer assim: "Se ele foi médium, então ele era médium de Deus". Que isso é um conceito teórico,

por ele mesmo. Ele seria o agente dos próprios fenômenos. E dentro dessa perspectiva, eh, Kardec chega a dizer assim: "Se ele foi médium, então ele era médium de Deus". Que isso é um conceito teórico, tá? né, para ninguém achar que Deus em pessoa, mas é assim, se ele era intermediário, ele era intermediário da divindade para com os homens. E aí, eh, as curas que ele produzia eram produzidas por ele mesmo. Então, evidentemente não era um fenômeno, não dava um passe espiritual, dava um passe magnético, tava nele, tava no encarnado. >> Se tá no encarnado e é transferido para outro encarnado, conceitualmente chamamos isso de transferência magnética, de magnetismo, de energia. >> É por isso que Jesus é entendido dessa forma, >> tá? Então, Jesus e o seu poder magnético tá aí. Eu vou trazer já a pergunta da Zora porque já tem um tempinho que ela colocou e nós estamos falando aqui, né, de tantos pesquisadores franceses e olha gente que ainda tem mais um monte, né? Começamos a falar ainda tem vários, né? >> É. Por que que com tudo isso o espiritismo não floresceu na França? >> Eh, isso isso sabe quem aborda essa questão? Leonir aborda isso numa obra chamada, não tem nada a ver, a obra chama-se socialismo e espiritismo. Ela deveria estar aqui na ministrante, mas ela não tá, mas ela tá, mas não vou achar agora, mas ela tá aqui na letra S. Socialismo escre uma obra bem fininha. Então, a obra socialismo e espiritismo que trata de uma questão que não tem nada a ver com isso que a gente tá falando, tem um certo momento que diz o seguinte, que nas guerras os bons homens foram sacrificados, os bons homens morreram. Muitas instituições espíritas fecharam durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial. Fecharam porque seus integrantes faleceram. e não tinha quem reorganizasse as instituições porque seus integrantes haviam desencarnado. E aí aquilo que existia antes deixou de existir. A gente fala muito da pandemia aqui, que depois da pandemia algumas casas espíritas sentiram uma queda de

porque seus integrantes haviam desencarnado. E aí aquilo que existia antes deixou de existir. A gente fala muito da pandemia aqui, que depois da pandemia algumas casas espíritas sentiram uma queda de frequência. Imagine se tivesse morrido mais gente. Então você tem na guerra a desconstrução da sociedade inteira, destrói tudo. E aí ele fala que a primeira e segunda guerra foram, no caso, a primeira guerra, que ele não ficou para ver a segunda, ele fala que a primeira guerra foi muito grave e aí as pessoas se desarticularam. E aí ele diz assim: "Conhecimento científico você passa de uma pessoa para outra. Conhecimento moral não passa. Tem que ter uma experiência pessoalíssima. E quando essas pessoas queram referência desaparecem do cenário, quem vai dar o impulsionamento da verdade? Então, as instituições se enfraquecem. Este é um fator. Um segundo fator que a gente tem é que dentro do da Europa existe um certo ranço com relação ao cristianismo. Então quando o cristi quando o espiritismo se aproxima do cristianismo, os europeus recuam. Enquanto que no Brasil é uma vantagem você dizer o que o espiritismo é cristão para quebrar possíveis preconceitos. E você fala de Jesus para aproximar as pessoas do espiritismo. Na Europa, quando você fala, você afasta, porque as pessoas não gostam da ideia de religião, né? Existem até pessoas que dizem que a religiosificação do movimento espírita, ela deu certo no Brasil, mas ela não dá certo na Europa, porque eh a Europa não tem esse viés religioso que o brasileiro possui. E acabou que o Espiritismo europeu é um espiritismo mais centrado no fenômeno, bem parecido com desses pesquisadores aí, tá entendendo? É, >> o espiritismo na Europa tá muito focado na comprovação da vida após a morte, nas experimentações, na no nos médiuns. É um espiritismo muito de fenômeno mediúnico e de confirmação do fenômeno, mas ele não fez aquela transformação de buscar a mudança do indivíduo a partir desse conhecimento, né? É, a Masé lembra, né? Leandemia é

tismo muito de fenômeno mediúnico e de confirmação do fenômeno, mas ele não fez aquela transformação de buscar a mudança do indivíduo a partir desse conhecimento, né? É, a Masé lembra, né? Leandemia é fantástico. Foi um dos franceses, né, que seguiram, ele é um dois, né? Ele é um dois, um desses aí dessa sequência, né? Ele não vai aparecer nessa lista porque ele não é pesquisador científico. O que é que o Pedro Gran já fez? Pegou só pesquisador. Então ele não, o Leon Deni e o Kardec não aparece nessa lista aí que ele faz. É, é diferente, mas aparece um Camil Flamarion, Gabriel Delane, né, que também são conhecidos como os clássicos aí, né, do do Espírito >> Sim, nós temos Camilo Flamarion astrônomo muito conhecido, foi ele que descobriu o transnetuniano. É Urano, urano, transnetuniano. Urano parte Júpiter Saturno, Urano. Júpiter Saturno, Urano Netuno, Plutão. É, então ele descobriu o Plutão, que é o transnetuniano e ele deu o nome de transnetuniano, que era o que tava depois de Netuno, >> que era planeta, depois deixou de ser. Agora >> depois de virou planetoide, né? Daqui a pouco ele desaparece. Ai, sei lá. Então, esses eram homens assim de muita ciência, muito conhecimento e que investigavam, né, todos esses saberes. Eles são mais novos que Kardec. São ali próximo da década de 50, Kardec do do século, né, 1804. Eles são depois 46, 48, 44. são nesse período, mas aí da da década de 40, lei um DN de 46. E assim a gente vai vendo todo um um um conjunto de pesquisadores voltados para isso, só que eles pesquisam e encontram as mesmas coisas. Todo mundo que pesquisa roda, roda, roda e cai eh nas mesmas conclusões. Eh, ele vai todos eles vão todos eles chegar na mesma ideia. Os espíritos existem, a imortalidade da alma é um fato, não é? E simplesmente nós não podemos imaginar que a vida termina no túmulo. E eu acho muito legal isso, porque são homens de ciência fazendo esse tipo de investigação. Quem mais nós temos aqui? Sim, o Gabriel Delane que você tava falando, né?

nar que a vida termina no túmulo. E eu acho muito legal isso, porque são homens de ciência fazendo esse tipo de investigação. Quem mais nós temos aqui? Sim, o Gabriel Delane que você tava falando, né? >> Gabriel Delane, que também é conhecida em nosso, né? E o Albert Rochas. Albert Rochas. Eugênio August Albert Rochas. Ele é interessante porque ele estudava desdobramento por hipnose. Lembra que nessa época também, no final ali do século XIX, Freud estava, né, e na verdade no início do século X, Freud estava estudando ali e criando a psicanálise, né, justamente utilizando, a princípio a hipnose, eh, junto com os médicos franceses lá, né? Eh, então era um momento em que se estudava essa questão aí, né? Regressão de memória por hipnose, eh, expansão de consciência por hipnose. E ele estudou isso também, era engenheiro e pesquisador. >> Do mesmo jeito que o o magnantismo já foi muito discutido, a hipnose também já foi muito falada e a bola da vez agora é a experiência de quase morte, né? É, >> mas eu tinha um livro aqui em casa, eu não lembro agora qual é, mas ele contava umas experiências interessantes que um pesquisador, ele era russo ou alemão, não lembro agora, ele saía pra rua, olha o que ele fazia. Ele saía pra rua e pegava os mendigos, e levava para casa. Levava o mendigo para casa, dava um jantar para ele, ele comia direitinho e tal. Aí ele submetia o mendigo a uma sessão de hipnose e fazia o cara regredir a encarnações anteriores. E o mendigo falava outros idiomas, falava da vida dele, como é que era e tal. E aí depois ele mandava, botava o mendigo de volta pra rua, né? não tirava o cara da rua, mas eu tinha esse livro aqui. >> Que louco. >> Eh, essa essa experiência tinha, mas o que ele queria provar é que homens rúdes que não tinham nenhum tipo de educação, na verdade tinham um patrimônio eh de experiências que iam além daquela experiência de rua que ele possuía. >> É, >> né? >> E aí tem os italianos também, né? O César e Lombroso, que é também >> tem César e Lombroso,

am um patrimônio eh de experiências que iam além daquela experiência de rua que ele possuía. >> É, >> né? >> E aí tem os italianos também, né? O César e Lombroso, que é também >> tem César e Lombroso, >> né? Tem César Lombroso e tem Ernesto Bzano, que são os dois grandes representantes. >> Ernesto Banano. >> O César Lombroso era era detrator do Espiritismo. Nossa, era o diabo o Espiritismo. E daí ele vai para uma reunião de materialização e a mãe dele eh se manifesta nessa reunião. >> É, >> ele vê >> e ele foi um dos que investigou materializada nessa nessa reunião. E aí ele reconhece que é a mãe por uma questão muito interessante na região dele. Eh, o esperado, né, em italiano, é que a mãe diga meu miofilo, mas na região dela a era dito ao contrário, era dito filomo. E aí, ao invés dela, daquela entidade saudá-lo, como seria típico na região onde ele estava, ela vai saldá-lo exatamente no modelo que era >> da região dela. Tem um tem um experimento, a gente ainda vai ver aqui do no andar da carruagem, a gente vai ver. É um experimento que um detrator, um rapaz, ele vai pro um cientista, ele vai assistir a reunião mediúnica. E ele tá querendo ver fenômenos de materialização e ele tá assistindo os fenômenos de materialização. Até que tem um dia que ele falta, ele não vai. E no dia que ele não vai, um espírito se materializa e diz, pergunta por ele: "Cadê fulano?" Diga para ele que a mãe dele esteve aqui e o cara não tava na reunião. A mãe dele se materializou, ele não estava. Aí os os que estavam dizem para ele, ela se matrizou disse que era sua mãe. Mas a gente achou uma coisa muito estranha nela. Mas por quê? Porque ela era quase uma menina e disse que era sua mãe. Era uma menina jovem, disse que era sua mãe. Disse: "Minha mãe morreu quando eu era bem criança. Ela era jovem quando faleceu. >> Justo no dia que ela foi na reunião. >> É. E assim, os outros desconfiaram, mas era exatamente isso. Ela era jovem mesmo. Característica, né? >> É, >> ela veio assim, exatamente, para

ando faleceu. >> Justo no dia que ela foi na reunião. >> É. E assim, os outros desconfiaram, mas era exatamente isso. Ela era jovem mesmo. Característica, né? >> É, >> ela veio assim, exatamente, para >> para marcar. >> Olha, a Estela tá dizendo que ela >> teve duas experiências de EQM, umas aos 15 e umas 21. >> Interessante, né? >> E o lugar era o mesmo onde ela para onde ela foi, né? É. Camilo Framarion que disse que no enterro de Kardec, Kardec foi o bom senso encarnado. Sim, no discurso que ele faz no túmulo de Kardec, ele diz que Kardec era o bom senso encarnado. >> É. O Elah, nós já estamos a 1:26. >> É, >> eu acho que a gente, não sei se a gente vai conseguir finalizar hoje, hein? >> Não, mas a gente não tem problema. A gente faz a, a gente continua de onde a gente parou, pega os alemães e o mais que tiver e fecha o capítulo 14 na próxima com a presença da Cris Drux. >> Legal, legal. E oremos para que nada aconteça para impedir a Cris, né? Tá sempre, coitada, surgindo alguma coisa, né? >> Pois é, pessoal. Olha, o estudo é muito bom. A gente não vê o tempo passar, mas já são aí quase 23 horas. Estamos a 1 hora30 conversando, meu Deus. >> 1 hora30, né? Então, precisamos encaminhar já pro nosso encerramento, porque amanhã é dia de trabalho, útil, >> dia útil. Ó, o Paulo, nosso amigo Paulo Inter, tá aí. Boa noite, Paulo. >> Ó, Paulo tá aí. >> Legal. Legal. O Thaago, nossa amiga aqui de Goiânia também, que adora esse estudo, acompanha sempre. Muito bem, gente. Ela, então ficamos assim. Na próxima semana nós continuamos, finalizamos esse capítulo, né, com a contribuição da Cris. >> E >> na semana passada nós encerramos com uma música, um coral maravilhoso cantando, coral vida e luz, né, no arranjo que foi lindo. Depois eu recebi até algumas mensagens, pessoal me pedindo o link. Ai, você podia me mandar o link daquele vídeo tão lindo e tal. E então eu quero hoje encerrar com uma outra música que vai ficar como sendo a nossa pré encerramentos, tá? É um trabalho que foi

o link. Ai, você podia me mandar o link daquele vídeo tão lindo e tal. E então eu quero hoje encerrar com uma outra música que vai ficar como sendo a nossa pré encerramentos, tá? É um trabalho que foi produzido no ano de 2021, plena pandemia, produzido aqui pela nossa equipe da Federação Espírita de Goiás, com os artistas goianos. vocês vão ver que coisa linda. Nós produzimos dois clipes em 2021, eh, num movimento que a gente fez chamado Live da Esperança. Nós fizemos três edições dessa live da Esperança 2021. Então, hoje nós vamos mostrar uma, na próxima quinta que nós voltarmos eu mostro a outra pra gente se despedir em alta astral com muita música bonita, né? Muita gente cantando bem para nos encantar. Tá bom, Elahá? Vamos nos despedir, tá? contigo. >> Bom, então até daqui a 15 dias a gente volta para um um o avançar disso e vai ser bom porque como a gente vai ver a Alemanha, nós vamos ter uma pessoa que fala alemão para nos ajudar a pronunciar de maneira correta o número o nome dos pesquisadores. >> É mesmo? Excelente. Pois é, gente. Então, ó, daqui a 15 dias a gente se encontra, né? Um abraço a todos. Fiquem com Deus e nós vamos terminar. com esse vídeo, tá? Que é empatia. Boa semana para todos nós. Sinto em você o que eu sinto. A sua voz diz o que eu digo. >> Vamos mudar o que é preciso. As pedras não pedirão, >> nem os espinhos que cravam na mão. Somos >> Nós somos muitos a sonhar. >> A paz na terra, no céu e no mar. Nossos corações vão se ligar >> numa só corrente no mesmo lar, numa só nação redondo azul >> numa só família de morte a su cantar para valer a paz do mundo. transformar tudo mais em um segundo flores, perfumo ar livres nessa harmonia de luz de vários chines. Há um impulso, há uma força entre nós, >> que nos conecta nessa aliança numa voz. Nossos corações vão se ligar >> numa só corrente no mesmo lar nação renova azul >> numa só família De norte a sul, vamos cantar para valer a paz do mundo e transformar tudo mais em um segundo. Flores perfumam o ar e vão livres nessa

numa só corrente no mesmo lar nação renova azul >> numa só família De norte a sul, vamos cantar para valer a paz do mundo e transformar tudo mais em um segundo. Flores perfumam o ar e vão livres nessa harmonia de luz de vários ches. Vamos cantar. para valer a mais o mundo e transformar tudo mais em o segundo. Flores perfumam o ar e vão livres nessa agonia de luz de vários timbres. Há um impulso, há uma força entre nós, que nos conecta nessa aliança, numa voz.

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