Live 26 - Afinal, somos os espírito no tempo? Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky
Live 26 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja e O Espírito e o tempo – Herculano Pires será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/folder . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/6218879181127680
เฮ เฮ É isso aí. Boa noite, pessoal. Que alegria estarmos juntos aqui nessa terça-feira fazendo frio em grande parte do Brasil. É isso mesmo, Elará. Como é que tá Curitiba? Boa noite. Olha aqui tá bem frio. Acabei de rever a previsão de tempo agora. Nesse momento tá 4º aqui. Então já baixou para dois. Baixou para dois. Tava quatro. Agora já tá dois. E na madrugada vai fazer um positivo. Melhorou. Ele tava um negativo antes, então agora já tá melhorando. Olha só. Muito bem, Cris Drux, como é que tá? Miguel Pereira, já teve uma amiga que colocou aqui que tá frio, né, Cris? É verdade. Eliana, Eliana, minha vizinha aqui de rua. A gente tá, eu, eu não tô vendo aqui o, no termômetro qual é o, o momento agora de frio, mas eu chuto que esteja uns 10º e a previsão é de 4 na madrugada. Eu tô, eu tô com casaco. É raro essa cena. É uma cena rara, mas hoje eu tô com frio. Pois é. E eu vou dizer para vocês que para os goianos também tá frio, porque nós estamos agora em torno de 16º, madrugada prometendo 13. Eu tô adorando, tô achando uma delícia, mas eu sei que muita gente aqui já tá de casaco, né? porque não é muito normal isso por aqui. Que bom, gente. Boa noite para todo mundo que tá aqui deixando ah o seu recado. Muita gente boa aqui. Campinas, São Paulo, boa noite. Eh, a Joana tá vindo, tá assistindo a gente lá de Campinas. O Thiago de Goiânia tá aqui. Itapemirino, Espírito Santo. A Rosci, muita gente boa deixando recado aqui, né? E hoje, gente, como é que vai ser o nosso estudo? Hum, hoje a gente vai dar sequência naquilo que a gente vinha trabalhando na última quinzena. Eh, eu acabei fazendo um um estudo em cima da da obra do Herculano Pires, não é? a gente teve aquela aquela singularidade na última quinzena que foi da reunião. E aí eu peguei o espírito e o tempo. Acho que a capa hoje já não deve ser mais essa, mas eu peguei o espírito e o tempo e trabalhamos o capítulo específico da chamada invasão organizada, né? E aí, invasão espiritual organizada, que foi o que a gente trabalhou na semana
ser mais essa, mas eu peguei o espírito e o tempo e trabalhamos o capítulo específico da chamada invasão organizada, né? E aí, invasão espiritual organizada, que foi o que a gente trabalhou na semana passada, vimos o capítulo inteiro, todos os os bastidores do início do processo da codificação cardequiana nesse conjunto de espíritos que se movimentaram, encarnados e desencarnados, para fazer os bastidores do início da codificação. chega a ser ainda eh o o estudo em si, né, o o do do a a montagem da doutrina em si, do do livro dos escritos, mas é os bastidores que antecedem. E a gente agora hoje vai pintar um cenário que é o cenário que Leon Deni nos apresenta falando sobre como era a sociedade nesse momento tão tão singular que a humanidade passou. Então, na nossa noite de hoje, a gente vai ouvir o que é que Leon Denit tem para nos contar. A gente ouviu na semana passada Herculano Pires falando dos bastidores espirituais e agora Leonir contando o mundo terreno, como é que estava a sociedade terrena nesse processo de adoecimento que a gente vivia eh no momento em que a doutrina espírita vai surgir. Então é isso que a gente tem, né, Cris? É isso. Ô Ivana, Elará trocou umas mensagens comigo durante a semana. Eu vou ler aqui, tá, meu amigo? Porque eu acho importante você desdobrar isso para todos que nos acompanham, porque realmente são pérolas de Herculano Pires. Você coloca aqui, ó, página 104, espírito e o tempo. É nesse sentido que o espiritismo respeita as escrituras, né, nesse processo de continuidade e nelas se apoia para confirmar a sua própria legitimidade, mas a elas não se escraviza. Isso é lindo. É isso. Ela é lindo, né? Isso é lindo. Porque existem muitas pessoas que querem que a doutrina se subjulgue a textos religiosos. né? E é fazem. Tem até um uma outra citação dele na página 103, tá? Eu vou ler para você aqui, ó. Você também mandou para mim. Os próprios adeptos do espiritismo, em geral não percebem a grandeza dessa atitude e lamentam que Kardec estudo minucioso dos textos analisando
vou ler para você aqui, ó. Você também mandou para mim. Os próprios adeptos do espiritismo, em geral não percebem a grandeza dessa atitude e lamentam que Kardec estudo minucioso dos textos analisando vírgula por vírgula. Ele não fez isso. Você vê que o Evangelho segundo o Espiritismo não é o Evangelho Segundo Espiritismo, é o Espiritismo segundo o evangelho. Porque ele não estuda o evangelho, ele estuda o espiritismo dentro do evangelho. Ele não pega o evangelho do pastor, não pega assim capítulo um, capítulo 2, capítulo 3, não faz isso. Ele pega o espiritismo e diz: "Quer ver como eu acho isso ali dentro? Olha aqui, olha aqui que é o que interessa encontrar o espiritismo no texto religioso e não querer torturar os versículos dos textos religios até que eles confessem que são espíritas, o que às vezes é uma é um equívoco que as pessoas fazem, porque a gente toma, é o Paulo, aí eles torturam o versículo até que ele confesse que ele é espírito. Então assim, o cara pega um versículo como o de Paulo de Tarso, que diz que as mulheres não devem falar na igreja, mas devem perguntar paraos seus maridos em casa e o cara quer dar uma justificativa espírita para isso. Não, porque a mulher é o lado sentimental do homem e esse lado sentimental não deve ser assim, ele deve Não, não, não é mulher mesmo. A gente tava falando de mulher e tava falando de homem. Então, nós temos essa essa leitura que Herculano nos apresentou na semana, na quinzena passada e que trouxe assim muitas reflexões interessantes para nós nessas discussões, né? E aí a a Maria Regina tá dizendo, é o espiritismo conforme o evangelho. Exatamente. Veja, Maria Regina, exhítulo do Evangelho Segundo Espiritismo que não seja para discutir um princípio doutrinário. Ele não discute espirit, ele não discute o evangelho, ele discute um princípio doutrinário dentro do evangelho. Então aqui é lei de causa efeito, aqui é reencarnação, aqui é evolução. O objetivo dele era mostrar que estava lá dentro, mas não querer pegar o texto e
e um princípio doutrinário dentro do evangelho. Então aqui é lei de causa efeito, aqui é reencarnação, aqui é evolução. O objetivo dele era mostrar que estava lá dentro, mas não querer pegar o texto e fazer um estudo meticuloso ponto a ponto, né? Isso é muito bonito. É. E é interessante quando a gente Fala, Ivana, desculpe. Não, Cris, por favor. Não, não. Fala você, depois eu complemento. Eu, eu ia dizer que nós temos um vídeo que você preparou para nós colocarmos, mas então você conclui primeiro, depois a gente coloca. Não é é até criando gancho pro próprio vídeo que foi preparado, né? consegui fazer o vídeo, gente. Deu uma brechinha nas meu dia esticou para 26 horas, aí deu tempo. Mas eh o que eu queria comentar em torno disso, até já criando uma introdução, não só para o vídeo, como para a temática que a gente vai se debruçar na noite de hoje, é que essas duas grandes alavancas da humanidade, a ciência e a religião, elas sempre se tangenciaram, elas sempre se tocaram na história da humanidade, né? E justamente hoje, quando a gente vai trabalhar o materialismo e o positivismo, segundo o entendimento de Leão Deni, nós vamos recuperar um pouco essa esse contraste, né, e tal e um desdobramento natural que foi, né, do desgaste que houve daquele pensamento religioso engessado, criando uma ogeriza ao pensamento religioso. e a prática religiosa e empurrando, digamos assim, a tendência dos homens daquela época, do final do século XVI, início do século XIX, a começarem a se debruçar com mais vigor em relação à ciência. Então, sempre foi essa questão aí da dos extremos, né? As pessoas navegam de um extremo ao outro em comportamento de consequência. Eh, a idade média ela sufocou o pensamento e aí com o eclodir do Iluminismo, a gente poôde começar a vislumbrar novos caminhos. Então, é o que o Leon Deni vai nos contar hoje, mas sempre pontuando isso, essas duas alavancas da humanidade sempre estiveram presente, a ciência e a religião. E aí, diga, Elará, não vou fazer esse comentário depois do vídeo sobre essa
ontar hoje, mas sempre pontuando isso, essas duas alavancas da humanidade sempre estiveram presente, a ciência e a religião. E aí, diga, Elará, não vou fazer esse comentário depois do vídeo sobre essa relação da ciência com das duas. Exato. E aí Kardec surge como ponte, né, como um aglutinador de ideias, como um pacificador, digamos assim, entre essas duas alavancas. Mas não vamos dar spoiler, não. Vamos, vamos rodar o vídeo, Ivana. Vamos, vamos colocar aqui. Saídos do pó, voltaremos ao pó. Bradam os materialistas, chegam ao imponderável. E o método experimental da ciência se depara com explicações igualmente imponderáveis, impalpável a argumentação. Um mundo com leis da natureza inflexíveis, onde tudo se resume em força e movimento. Os corpos orgânicos e inorgânicos dançam em ritmos de agregação de moléculas. Os átomos separados uns dos outros em constante movimento e renovação perpétua, formam uma coreografia inteligente, apontando para algo mais, uma força imaterial e que rege em harmonia. Mensitem. O mundo se revela ao espírito em unidade viva, em eterno esplendor. Somente a visão espiritual concebe, aprecia e compreende a harmonia do macrocosmo e do microcosmo. O universo se conhece, se reflete, se possui. Força oculta, perfeita, vontade que rege e governa a matéria. Há um princípio que a domina e lhe sobrevive. O mundo material não é senão o aspecto exterior. O eu humano está em espírito. Aos escritores materialistas, resta confessar o que Júlio sorri. escreveu: "Nada podemos conhecer", diz ele, "da constituição da matéria." Fica o inexplicável para os cientistas que insistem em permanecer inflexíveis e vaidos. Como pode um mundo composto somente de matéria, governado por uma força cega pelo acaso? Apresentar uma sucessão regular, contínua dos mesmos fenômenos, produzindo-se segundo uma ordem estabelecida? A vida não é um acidente. Desde a sua origem, o mundo encaminha-se para um estado de coisas cada vez mais elevado. Através dos tempos afirma-se a lei do progresso nas transformações
rdem estabelecida? A vida não é um acidente. Desde a sua origem, o mundo encaminha-se para um estado de coisas cada vez mais elevado. Através dos tempos afirma-se a lei do progresso nas transformações sucessivas do globo e das quadras da humanidade. Um alvo se revela no universo. Alvo para o qual tudo tende, tudo evoluciona, seres e coisas. Esse alvo é o bem, é o melhor. A história da terra é o mais eloquente testemunho dessa verdade. O homem não se agita entre o vir do nada para voltar ao nada. Não é uma faísca na noite da desesperança. Com o entendimento espiritual, percebemos que a inteligência, o amor do bem e do blo existem em nós e em nós foram colocados em potencialidade por uma causa que os possui em grau superior. Somos filhos de Deus, plenos de talentos e virtudes. O materialismo e o positivismo, com a observação dos fatos, foram constrangidos a admitir teorias não verificáveis pelos sentidos. é no campo da astronomia, ciência proscrita por August, fundador do positivismo como sendo do domínio do incognicível, que as mais belas descobertas têm sido realizadas. Em a Gênese de Allan Kardec, vemos o gêmeo de Galileu Galilei declamar em poesia a grandiosidade divina. Que as obras de Deus sejam criadas para o pensamento e a inteligência. Que os mundos sejam moradas de seres que as contemplam e lhes descobrem sob o vé o poder e a sabedoria daquele que as formou. São questões que já não nos oferecem dúvidas. A ideia eminentemente justa da criação. É preciso acrescentar a da humanidade solidária. E é nisso que consiste o mistério da eternidade futura. Oh. ا Ficou espetacular esse vídeo. Olha, meu Deus do ficou muito bom mesmo. Nossa, tem e tem gancho, né, meus amigos? tem gancho, porque poder juntar Leon Denese, que muitos acham impalatável, mas que é de uma profundidade, que é de uma beleza, que é de uma poesia imensa, né? A parte eh inicial da Gênese, quando ela vai tratar do universo, dos corpos celestes, é Galileu Galilei, minha gente, falando em poesia sobre a criação divina,
beleza, que é de uma poesia imensa, né? A parte eh inicial da Gênese, quando ela vai tratar do universo, dos corpos celestes, é Galileu Galilei, minha gente, falando em poesia sobre a criação divina, sobre a solidariedade entre os mundos, a harmonia que rege o universo, né? E e assim é um atestado de um cientista, de um revolucionário. E a gente chega na a gente chega na verdadeira essência da colaboração que a ciência pode dar à humanidade, que é ajudar ao homem nesse salto quântico moral e espiritual. A ciência é conforto, a ciência é impulsionamento quando não se compactua com a tirania e com os interesses materialistas. Esse é o gancho que Leon vai trabalhar também, né, Ilá Raivana? Muito bom. É, eu até tô colocando aqui na tela o comentário do pessoal porque ficou todo mundo realmente impactado, né, com o vídeo que é muito bonito, muito emocionante mesmo. Muito bom. A Dolores fala: "Pelo amor de Deus, que é isso?" Muito bem, gente. Vou colocando o comentário do pessoal aqui. Então, o que eu ia fazer aqui, o comentário que eu ia fazer antes do vídeo era o seguinte sentido, é que nos primórdios a ciência e a religião estavam juntas. Elas estavam juntas. Você for no antigo Egito, nos templos egípcios, ciência e religião caminhavam juntas. Não havia esse afastamento entre elas. O afastamento vai acontecer na medida em que eh o cristianismo começa a fazer um processo de perseguição a quem pensa diferente dele. É ali que vai haver uma ruptura quando se cria a ideia das chamadas heresias que não, isso não, você não pode pensar nisso, você não pode pensar assim, isso aí tem que ser perseguido. Aí você tem um divórcio entre a ciência para um lado e a religião pro outro. E elas passam a viver no numa luta, na verdade são as três brigando, né? A filosofia para um lado, a ciência pro outro e a e a religião pro outro. Eles brigam o tempo todo e e a religião ganha poder e mata os outros. Religião mata a ciência e mata a filosofia e se impõe como verdade única. E aí se isso é no mundo espiritual, ai que
ão pro outro. Eles brigam o tempo todo e e a religião ganha poder e mata os outros. Religião mata a ciência e mata a filosofia e se impõe como verdade única. E aí se isso é no mundo espiritual, ai que legal, muito boa essa. Então, então assim, nós vamos ter no começo uma ciência mais embrionária. É verdade, mas essa ciência ela tá bem alinhada com a a com a religião. Bem tranquilo a fé e a ciência, não. Tranquilo. Então, quando os egípcios estudavam o magnetismo, estudavam aquelas coisas, a ciência deles dizia aquilo que a religião deles falava. Quando chega mais para frente, pá, há uma ruptura, a ciência segue por um caminho e a religião segue por outro. E o que eu acho bonito no texto do Leão Deni é que ele abre o texto dele com o seguinte raciocínio: todo excesso leva a um excesso no sentido contrário. Todo excesso leva a um excesso no sentido contrário. Então, nós tínhamos uma espécie de um pêndulo aonde estava o equilíbrio. O que fez a religião? A religião pegou e levou isso para o extremo. Na medida que você vai levando para o extremo, eh, isso vai ficando, você tem que forçar, você tem que tá segurando, fazendo força e é uma hora que isso quebra. E quando quebra, ele joga pro sentido outro. Quando a gente eh eh era menino pequeno, né, que a gente ia pra escola, levava uma cartolina para fazer um trabalho lá que a professora pedia, a gente levava a cartolina toda enrolada. Quando chegava lá na hora que tinha que preparar o trabalho, a professora dizia: "Desenrola a cartolina". Não adianta você pegar a cartolina e esticar na mesa que ela enrola de volta. Você estica, ela enrola de volta. A única forma de você desenrolar a cartolina é enrolando o o o material no sentido contrário. Você enrola ao contrário, quando você solta, ela ela abre na mesa. Então é assim, existe uma uma teoria chamada teoria da da curvatura da vara. Se você tem uma vara curvada para baixo, você quer botar a vara reta, você tem que virar a vara pro contrário para ela ficar reta. Então, eh, quando a ciência e a
amada teoria da da curvatura da vara. Se você tem uma vara curvada para baixo, você quer botar a vara reta, você tem que virar a vara pro contrário para ela ficar reta. Então, eh, quando a ciência e a filosofia passaram a ser tão perseguidas pela religião, elas criaram um de tudo aquilo que se refere à fé, que elas partiram, quando houve o momento em que isso finalmente se se quebrou, que esse poder da religião foi quebrado, nossa ciência disse agora Ora, meu amigo, agora você vai ver o que eu vou, é, você vai ver o que eu vou fazer com você, né? Eh, tem uma uma frase aqui, logo no primeiro parágrafo, quem tiver oportunidade de consultar o livro, Depois da Morte, é o na primeira parte é o capítulo sétimo, o materialismo e o positivismo. E aí dentro do que o Elará tá explicando, eu vou usar a palavra de Leondeni, né, para emoldurar, digamos assim, o que tá sendo dito, né? Ele diz assim: "Depois dos séculos de submissão e de fé cega, ou seja, a primazia da igreja medieval, né, a igreja de Roma, cansada do sombrio ideal de Roma, atirou-se às teorias do nada. Ah, desculpa, eh, depois dos séculos de submissão e de fé cega, a humanidade cansada do sombrio ideal de Roma. Então, a humanidade atirou-se as teorias do nada, porque é o pêndulo, é o pêndulo que o Elar acabou de explicar. As afirmações temerárias trouxeram negações furiosas. Então você sai daquilo que tá sufocado para um estertor de fala que não tem limites, que é furioso. Então a ciência se apresenta de uma forma furiosa e não é à toa criam-se correntes de pensamento. Por exemplo, o niilismo, ou seja, a OD, né? A a o pensamento exacerbado sobre a questão do nada. Nós somos, nós viemos do pó e nos transformaremos em pó novamente. Isso era um jargão materialista. E o que Leon Deni fala e que daqui a pouco eu vou provocar a Ivana, porque ela escreve lindamente sobre isso. Aliás, tem uma compilação de artigos sobre a justiça divina, que Ivana também colabora, né, nessa obra com vários outros companheiros espíritas falando da
na, porque ela escreve lindamente sobre isso. Aliás, tem uma compilação de artigos sobre a justiça divina, que Ivana também colabora, né, nessa obra com vários outros companheiros espíritas falando da justiça divina e da providência divina, né? eh criando uma ruptura nesse pensamento engessado do materialismo, porque tudo seria muito desonesto e sem sentido e e é muito pelo contrário, a justiça divina ela é para todos. Eh, essas esses esse aluvião do materialismo, ele se apresenta na tentativa de estertor mesmo, de ocupação de um espaço que tava sendo negado. E a humanidade, de uma forma geral, com pouquíssimas e raras exceções, eh, os homens eles eram compilados a ficarem mudos, porque a igreja trabalhava sobre os dogmas. É dogma. Não, não tem que discutir, não há espaço para reflexão. Você morre e aí, exatamente, morre, vai paraa fogueira, né? Vai, vai paraa inquisição, enfim, não havia espaço para reflexão. É você ouvir e aceitar. E quando se cria uma uma chance de de um comportamento diferente disso, o homem cai no outro extremo. Então vem nite, vem o nilismo, vem todas aquelas correntes do positivismo, do materialismo e lançam, o que é curioso e Den analisa isso nesse primeiro parágrafo, lançam a ideia da ciência com o método experimental. O que que significa isso? O método experimental é aquele que observa, é aquele que empodera o observador. Porque antes, na época do dogma, na época medieval, não havia observador, até porque você não podia questionar nada. Então as pessoas não tinham essa oportunidade de observar e de tirar conclusões, porque as conclusões não eram permitidas. Então a ciência ela entra, né, como um avalanche dentro desse processo reflexivo. E aí cria o afastamento, porque você quer negar nesse primeiro momento aquilo que aquilo que te calou, aquilo que te segregou, aquilo que te perseguiu, aquilo inclusive que te queimou, aquilo que te massacrou no sentido de você ser condenado à morte se você desafiasse aquele estado vigente, né? Eh, foram épocas difíceis, mas depois
que te perseguiu, aquilo inclusive que te queimou, aquilo que te massacrou no sentido de você ser condenado à morte se você desafiasse aquele estado vigente, né? Eh, foram épocas difíceis, mas depois houve aí a construção conjunta. Daqui a pouquinho a gente fala sobre isso. Eh, eu acho só um comentário que eu acho assim interessante é que esse extremo que eles foram, né? Mas ainda lá no extremo haviam alguns questionamentos, porque tem um trechinho aqui que de que Leão Denise disse assim: "Eh, saídos do pó voltaremos ao pó". O que chamamos alma, o conjunto das nossas faculdades intelectuais, a consciência, mas não é que uma função do organismo e esvavise com a morte. O pensamento é a secreção do cérebro, disse Calvot. E o mesmo autor acrescenta: "As leis da natureza são inflexíveis, não conhecem moral nem benevolência". Aí Leon Deni vem dizendo, né, que eh com esse tipo de pensamento, a humanidade ela viveria sem nenhum sentido, porque não faria sentido um ter mais que o outro, não é? Um um ter condições de saúde, de vida e o outro com sofrimento. Ou seja, isso tudo seria a obra do acaso, né? não teria sentido pra humanidade. E tem um trecho que ele fala que me chamou muita atenção, que isso estimularia nas pessoas, inclusive o aumento do número de casos de suicídios. Porque se a pessoa acredita que realmente é tudo ali obra do acaso, que não existe uma lei de causa e efeito, né, que é apenas um determinismo da matéria, então se é só matéria e eu sou feita, né, o meu, o meu corpo é feito de pó e ao pó voltarei, por que que eu vou querer permanecer nessa vida, ficar sofrendo com que objetivo? Se o que me espera é o nada, não é? Se não existe essa justiça, então é algo que não faz sentido também. Não é quando a gente pensa e abre prerrogativa pros exageros, né, Lará? Eu eu vou vou passar a bola para você, mas só para aproveitar esse comentário da Ivana. Se você Vamos pensar juntos aqui, se nós só temos uma única vida aqui e agora, por que que eu vou me esforçar? E por que que eu vou, melhor dizendo, me
mas só para aproveitar esse comentário da Ivana. Se você Vamos pensar juntos aqui, se nós só temos uma única vida aqui e agora, por que que eu vou me esforçar? E por que que eu vou, melhor dizendo, me ocupar com a lei divina, me ocupar com as questões morais? Para quê? Para quê? Se eu sou um indivíduo que não vou vivenciar nenhum tipo de desdobramento, não existe efeito, nem punheição, né? Nem punição. Não existe efeito nenhum, não existe punição nenhuma. E só me resta aproveitar o aqui e agora. Então, no jargão popular, vamos arrebentar a boca do balão. Não tem que se preocupar com nada, né? Vamos, vamos agir de forma desmedida, porque minha única chance de aproveitar é agora. E eu não tenho que me preocupar com as regras, porque não haverá consequência. É um mundo sem consequências, né? Mas olha, eu queria puxar um pontinho lá atrás quando você falava da questão experimental, né, que a sociedade então se lançou num num ambiente experimental. E esse ambiente experimental é um ambiente que é bem típico do positivismo. Eu acredito naquilo que eu vejo, naquilo que eu enxergo, naquilo que eu meço. O que eu não posso medir, eu não vou acreditar. O que eu não posso pegar, o que meus cinco sentidos não conseguem ver, não, não vou, não vou trabalhar. Então, eu vou trabalhar naquilo que é positivo daquilo que eu consigo. Então, é uma é uma negação silenciosa das questões espirituais, um pouco diferente do niilismo, né, que o niilismo é vai para cima mesmo. O positivismo é mais parecido com o agnosticismo. Ou seja, não sei, mas eu só sei aquilo o que eu apalpo, o que eu pego, o que eu vejo, que eu sinto cheiro, isso eu posso afirmar. É, então eles entram numa fase experimental. E aqui tem uma coisa muito curiosa. Vocês vão achar que o que eu vou falar é maluquice, mas é verdade. Nós tivemos um filósofo antigo chamado Aristóteles, pouquinho depois de ele é discípulo de Platão, então ele é ali pelo ano 300, mais ou menos antes de Cristo. Aristóteles disse: "Eu não sei baseado em quê. Vocês
um filósofo antigo chamado Aristóteles, pouquinho depois de ele é discípulo de Platão, então ele é ali pelo ano 300, mais ou menos antes de Cristo. Aristóteles disse: "Eu não sei baseado em quê. Vocês façam uma medica, evoquem o o Aristóteles para perguntar para ele porquê. Mas ele disse que os homens tinham mais dentes do que as mulheres, que os homens tinham mais dentes do que as mulheres. E nunca ninguém questionou isso, sabe? O Aristóteles disse que isso era assim e como o mundo tinha muito uma leitura aristotélica por várias coisas que Aristóteles havia deixado. Aristóteles dizia que o mundo imperfeito era aqui, o mundo perfeito era fora, que eh lá fora tudo era perfeito, aqui dentro tudo é imperfeito. Então a humanidade viveu mais de 1000 anos sem abrir a boca de ninguém para contar os dentes. É um absurdo, né? É um absurdo. Isso. É um absurdo. Aí quando gira, gira essa roda e aí essa fase e experimental vem aí um iluminado assim, não abre a boca, vamos contar. É uma coisa muito simples, não é? É uma coisa muito simples. Abre a boca e conta. Mas não estava posto que era. Se estava posto que é, está estabelecida a verdade. Então, eh eh era um período muito diferente do nosso. Para você ter uma ideia, os textos religiosos eles não eram entregues para as pessoas. As pessoas não tinham acesso ao texto religioso, só o sacerdote. E tava tudo bem. Tava tudo bem. Ninguém dizia assim: "Não, pera aí, eu queria ver o que que tem." Não, não pode, não pode, não pode, não pode. Você tem um filme, um dia, um dia você localiza, chama-se o físico, que mostra o avanço da medicina no Oriente em relação ao mundo cristão. E mesmo no mundo muçulmano era proibido abrir pessoas. No a a na no cristianismo também você não podia abrir para olhar a pessoa por dentro. Então, ninguém podia operar, ninguém podia ver o corpo. Era um sacrilégio você abrir a obra de Deus para ver por dentro como ela era. As pessoas morriam sem serem investigadas porque não podia. Então, era um mundo totalmente distante
uém podia ver o corpo. Era um sacrilégio você abrir a obra de Deus para ver por dentro como ela era. As pessoas morriam sem serem investigadas porque não podia. Então, era um mundo totalmente distante de tudo aquilo que é experimental. Não, eu vou não vamos analisar para Não, não pode. Há um tabu, tem um dogma posto que isso não pode ser feito. Então é essa sociedade que não pode questionar, essa sociedade que não pode ser confrontada, que gerou a intolerância. Então a intolerância ela foi fruto dessa ignorância que a gente viveu, né? Ela ela foi fruto de um longo processo de esfriamento do da perquirição da criatividade da criatura, né? Isso tudo vai fazendo com que a gente compreenda porque a sociedade foi ficando tão, tão retrógrada, a ponto de que quando a ciência explodiu, ela veio furiosa porque ela disse: "Eu tenho que esmagar a religião porque isso é uma praga na humanidade." Então, o entendimento é que o atraso da humanidade estava todo vinculado às questões da fé, né? Eu gosto muito daquela daquele pensamento. A ciência fazia perguntas que a religião não era capaz de responder, né? Eh, e aí a gente tem nesse momento, no método experimental a ciência descobrindo o átomo, né, Ivana? Ele fala muito na abertura do capítulo dessa questão, né, dos átomos. E tem até na minha edição aqui uma nota de rodapé do editor, né, que é a FEB. Uhum. Isso que é a FEB. A ciência calculou que em 1 mm, pensem nisso, 1 mm c de ar respirável encerra 5 milhões de átomos. Então, a ciência naquele momento nem tinha equipamentos muito sofisticados para se visualizar os átomos e a movimentação e o ritmo, mas hoje a ciência tem esses equipamentos e quando a ciência se debruça sobre os átomos, que não é nem o componente mais eh mais mínimo da composição material, a gente tem aí outros outros componentes menores. né? Eh, o cientista hoje ele atesta que, por mais que ele não queira dar o braço a torcer, digamos assim, o cientista materialista, né, eh, ele precisa reconhecer que nesse baile, que nesse nessa
res. né? Eh, o cientista hoje ele atesta que, por mais que ele não queira dar o braço a torcer, digamos assim, o cientista materialista, né, eh, ele precisa reconhecer que nesse baile, que nesse nessa movimentação, que nesse ritmo existe uma causa inteligente, não pode ser só mero o acaso, porque a natureza inteira replica e reproduz uma ordem e um ritmo e uma lógica que não pode prescindir de uma inteligência superior. E aí a ciência chega num abismo porque ela não consegue enxergar a espiritualidade, né? Muitos por vaidade, porque não conseguem explicar, negam a existência do espiritual, né? Então, se eu não consigo explicar é porque não existe, né? Por vaidade mesmo, por orgulho. E aí? Positivismo. Positivismo. E e o e aí a ciência se perde porque ela não consegue, porque o olhar da ciência é parcial. Leão Deni fala isso textualmente no capítulo. Ele é fica pela metade porque desconhece a lei espiritual que é a origem de tudo. Coloca aí o comentário da Ângela das 22:1. Mas cá para cá entre nós, a religião medieval era uma praga. É mesmo, era mesmo, viu, Ângela? Concordo. Gente, vamos voltar um pouquinho porque nós tivemos duas perguntas ali atrás quando você quando nós estamos aqui falando sobre essa questão do apartamento, né, da ciência e da religião. Então a Eliete perguntou, Elará, essa briga entre elas é por causa do poder? Nós poderíamos dizer isso? É o poder pela primazia da verdade, né? é a primaeda assim. Olha, eu vou fazer aqui um comentário, eu quero ser bem entendido no que eu vou dizer. Não quero que ninguém me interprete mal, mas assim, fazer uma análise bem crítica da coisa. Você não enxerga no Oriente as mesmas brigas religiosas que você encontra no Ocidente. Por que que no Oriente não teve essa esse radicalismo religioso que a gente encontra no Ocidente? é que no oriente tem o politeísmo. Então no politeísmo digo assim: "O meu Deus gosta de flores, digo, o meu gosta de arroz". Ah, é que legal, porque o teu Tudo bem, o meu, o meu gosta de flores,
ente? é que no oriente tem o politeísmo. Então no politeísmo digo assim: "O meu Deus gosta de flores, digo, o meu gosta de arroz". Ah, é que legal, porque o teu Tudo bem, o meu, o meu gosta de flores, então leve flores pro seu. O meu gosta de arroz, eu levo arroz. Quando você vem para o monoteísmo, surge dentro, já na raiz do monoteísmo, que é o judaísmo, só tem uma verdade e só tem uma lei. Então, ou tá certo ou tá errado. Então, não. Deus que é um só, ele entende que é assim e não pode ser desse jeito, tem que ser desse jeito. E aí começa a surgir a intolerância. Então, o monoteísmo mal interpretado, ele dá margem para a intolerância, porque, eh, nasce de uma religião que tem um livro. E esse, todas as três religiões têm um livro. O monoteísmo judaico tem um livro, o monoteísmo cristão tem um livro e o monoteísmo eh islâmico também tem um livro. são as três religiões monoteístas, todas elas têm um livro religioso. E o problema é que há um confronto entre esses livros religiosos. E aí você pergunta se é eh luta pelo poder. É, mas é a primazia da verdade, porque os três monoteísmos queriam estar certo, a ciência também e a filosofia também. Então são aí, por exemplo, o cara dizendo, mas como assim foi criado em seis? Eh, então, quer ver uma pergunta da Eu tenho um livro, cadê? Tá muito por aqui. Eu acho que até que eu já não tá aqui. Esse livro aqui, ó, é difícil achar. Chama-se O Espiritismo e as igrejas reformadas de Jaime Andrade. É velhinho esse livro é escrito por um companheiro escrita que era protestante. Então ele faz um livro que ele é um livro que critica o texto bíblico e ele começa a puxar um monte de coisa que é assim fruto dos questionamentos que ele fazia. Eu vou só colocar um questionamento que ele fazia. Tudo bem se foi Adão que errou, né? Porque Adão comeu do do fruto do conhecimento, etc. E por conta disso, eh, o veio a morte, porque a morte não existia, né? A morte não existia, mas foi o pecado de Adão que trouxe a morte para o mundo. Aí ele pergunta: "Tudo bem, ele comeu eu do
, etc. E por conta disso, eh, o veio a morte, porque a morte não existia, né? A morte não existia, mas foi o pecado de Adão que trouxe a morte para o mundo. Aí ele pergunta: "Tudo bem, ele comeu eu do fruto e veio à morte, mas qual é a culpa que o animal tem disso? Por que que Por que que o Por que que o animal também morre? Era para morrer só o ser humano, porque quem comeu fruto foi o ser humano. Era pros animais. Por que que o ser humano morre? Não tem uma explicação. Aí o outro vem diz assim: "Por que que se os ser, por que que se os humanos erraram? Por que que Deus no dilúvio matou todos os animais que eles não erraram? Quem tinha errado eram os seres humanos. Aí, mas é porque tinha que exterminar. Sim. E por que que os peixes sobreviveram? Por que que os que estavam na água não morreram, né? Porque os peixes ficaram todos vivos. Por que que o que os animais da água puderam sobreviver? E os da terra que não fizeram nada, morreu tudinho, né? Por conta disso, só sobrou um casal de cada um. Então, eh, como que pode? Então, são perguntas que ele vai fazendo dentro do texto que são exatamente esses processos que a rel que a que a ciência queria perguntar. A ciência queria ter o direito de dizer assim, mas esse negócio aí que tá nesse texto aí, não tem um negócio aí que tá meio esquisito? Então, é isso que foi gerando as tensões. É realmente uma tendência de luta pelo poder mesmo, né? Primazia da verdade. Quando houve essa ruptura, olha, essa ruptura ela vai acontecendo devagarinho. Dentro do judaísmo, você já tinha uma ruptura entre ciência e religião. Você já tinha, já existia lá. você aceitava um questionamento que fosse diferente, só que eles não tinham eh o estilo que o cristianismo depois desenvolveu, mas dentro do judaísmo as coisas eram jogava-se pesado. Por exemplo, existe um versículo na Torá que diz assim: "Se o filho for desobediente a seus pais, os pais deverão denunciá-lo para os anciãos da vila e ele deverá ser apedrejado para que não cresça em Israel
mplo, existe um versículo na Torá que diz assim: "Se o filho for desobediente a seus pais, os pais deverão denunciá-lo para os anciãos da vila e ele deverá ser apedrejado para que não cresça em Israel amar semente." Ou seja, se você desobedece seu pai e sua mãe, você disse: "Não, não vou fazer isso. Por que que eu vou?" Não, eu não concordo. Não, eu vou comer carne de porco. Sim. Qual é o problema que tem? Não, você vai morrer então porque se foi desobediente não pode crescer a má semente. Então só crescia quem Ivana? Quem era obediente? Questionou, colocou a cabecinha para fora, você vai ser sacrificado. Nome do livro, Eliete, chama-se O Espiritismo e as Igrejas Reformadas, autor Jaime Andrade. Só que este livro é velho. Este aqui eu comprei quando eu era noivo da Sâmia. Olha lá, eu ainda era noivo dela. 15 15 de fevereiro de de 1985. Não dá para vocês lerem porque não dá para pegar. 15 de fevereiro de 85. Por isso vocês imaginam como o livro é velho. Então eu acho é difícil achar. Acho que nem tem mais para vender, mas em sebo a gente acha, né? É. A Mara também tá perguntando como baixar o livro do estudo. Na verdade, o único livro que a gente, eu penso que talvez a gente tenha que baixar é o do Pedro Granja, que eu acho que ele não é mais editado, né, Larra? É, não, mas eu tenho uma notícia maravilhosa do Pedro. Nós tínhamos um um livro em PDF do Pedro Ganja muito ruim, muito ruim. E eu tava digitando, eu ainda estou digitando para ele ficar bonitinho, sabe? Só que a minha velocidade de digitação é curta. Eu tô no capítulo 14, aí tem 20 capítulos, a gente tá quase chegando no 14. E aí o que aconteceu? O Márcio, o Márcio, Márcio Veiga, marido da da Marilda Veiga, que eu acho que ela tá aqui na live hoje, ele pegou o PDF, ele fez uma máscara lá que eu não sei queal foi a máscara que ele fez, que ele conseguiu melhorar absurdamente a qualidade daquele PDF que a gente tinha e e deu até um conforto para nós. Eu vou até te passar, Cris, para você disponibilizar, porque agora ele ficou bom, porque ele
conseguiu melhorar absurdamente a qualidade daquele PDF que a gente tinha e e deu até um conforto para nós. Eu vou até te passar, Cris, para você disponibilizar, porque agora ele ficou bom, porque ele era em duas páginas, lembra? Ele era duas assim, era ruim de ler esse esse ruim tá no link dessa live a gente sempre coloca link lá na descrição dessa live pode tirar, né? Isso. Vamos botar um que agora é uma página só, então um chuchu tá maravilhoso agora ele, sabe? Eu vou mandar para vocês porque eu Márcio, você salvou a história da humanidade. E aí eu vou e os demais a gente pode comprar, né, adquirir porque eles estão à venda, né? O espírito tempo eu acho que deve ter. Eh, e o o Leão Deni também, né? Nós encontramos da morte. É, isso aí é mais fácil, né? E gente, antes de seguir, a gente precisa também responder pra Rejane. A Rejane tá com saudade da Denise, né? Aí querendo saber o que é que houve, Rejane, nós também estamos com muita saudade da Denise. A Denise, ela está passando por um momento que ela precisa se dedicar um pouco mais à família, a mãe, né, que está dependendo dos cuidados dela. Então, ela pediu uma licença, ela está licenciada, a gente espera que ela possa voltar em breve, não é? Alguém tem mais alguma notícia da Denise, gente, que eu não esteja sabendo? É isso. Eu acho que ela tá se dedicando a as injunções familiares e depois ela vai estar com a gente, certamente assim que ela se liberar, né? Muito bom. Gente, eu queria retomar o que a gente tá falando até por conta desses comentários, né, do esforço que o Elará faz disponibilizar um livro que não se encontra mais editado para comercialização, né, que é do Pedro Granja, afinal Quem somos. eh e falar da importância da disponibilização da informação, que também tá no bojo da nossa reflexão do dia de hoje, né? quando perguntam em que momento ocorre, né, o acerramento, eh, dessa briga de colossos entre a ciência e a religião, é justamente quando se cria uma ruptura desse impedimento a possibilidade da informação. Pois é.
tam em que momento ocorre, né, o acerramento, eh, dessa briga de colossos entre a ciência e a religião, é justamente quando se cria uma ruptura desse impedimento a possibilidade da informação. Pois é. Então o Ela deve ter falado sobre isso na no último encontro, que você tem no bojo do vicejar do protestantismo uma abertura nesse sentido com a impressão das primeiras bíblias, né, dos primeiros evangelhos. Então essa informação ela se populariza e na medida que cai na mão do povo a perspectiva da leitura, automaticamente, né, Ivana, nós que somos comunicadoras também, a gente sabe que maximiza a amplitude da participação humana no aprendizado do processo reflexivo, porque antes tudo era proibido. A informação estava acriolada para poucos dentro dos seminários, dentro dos mosteiros, né, num círculo de iniciados. O Elará sempre fala isso, mesmo pensando nas civilizações antigas. Eram aqueles iniciados em de em círculos fechados que recebiam os ensinamentos. E na medida que Gutenberg, né, e todos os esforços, né, e esse esse valor a gente precisa dar ao a onda, né, do protestantismo, provocou essa abertura. E aí alguém pergunta aqui no chat, quando começa isso? Quando é que começa esse acirramento, essa briga de colossos? Eu arriscaria dizer que é no final do século XVI, na segunda metade do século XVI e vai eh adentrar século XIX com osistas. Exatamente. Os enciclopedistas eles começam a sistematizar o conhecimento e tornar esse conhecimento público. E aí a igreja começa a ter problemas, a fé começa a ter problemas, porque as pessoas começam a ter acesso à informação. Isso desdobra numa corrente natural a perguntas. E aí de novo, a ciência fazia perguntas que a religião não tinha condição de responder, responder, né? Então, eh, Leonir fala disso nesse capítulo e muito, porque fala que chega um momento, né, que a humanidade ela começa a fazer essas perguntas e depois cai de novo num ponto de interrogação, porque na medida que a ciência perscruta muita coisa, vai chegar
rque fala que chega um momento, né, que a humanidade ela começa a fazer essas perguntas e depois cai de novo num ponto de interrogação, porque na medida que a ciência perscruta muita coisa, vai chegar eh no ponto de uma necessidade de entendimento mais alargado da vida que você não pode prescindir da visão espiritual. E aí os cientistas também se deparam com o abismo, né? Eh, é, é, na verdade, essa mola, ela vem sendo comprimida há muito tempo, mas ela começa a ganhar mesmo força nesse período aí dos enciclopedistas, dos iluministas, porque eles já tinham mais coragem de falar. Mas é um é um processo que ele vem o pessoal vem engolindo isso, revoltado, eh, incomodado, mas com medo, né? As pessoas tinham muito medo na idade média. Aí quando chega na Idade Moderna, começa a ficar um pouco mais corajosa, eles vão saindo. Aí quando vem aquele período ali, século X, XI, quando começa o Iluminismo e os bastidores da Revolução Francesa, é quando o o fruto está maduro, né? para fazer. Olha, eu não sei se é porque o período histórico e o Ela também. Eu acho que é um dos períodos, eu nãoia diria que é o período, mas é um dos, para mim é o que eu mais gosto, que é a Revolução Francesa. Revolução Francesa. dividiria o mundo entre pré e pós a Revolução Francesa, porque situação boa ou apesar das guilhotinas foi uma grande situação para o mundo, porque veio a perspectiva de maturidade. Ali na Revolução Francesa, a gente vê a semeiadura desses conceitos morais que Leon Deni vai tratar nesse capítulo também. A humanidade começa a trabalhar com o conceito da liberdade, da igualdade, da fraternidade. Ou seja, a humanidade começa a entender que existe sim possibilidade de se articular dentro das questões morais. Tudo bem, a ciência é ótima, a ciência constrói, mas não adianta dissociar a ciência dos conceitos morais. Então, a Revolução Francesa acaba sendo talvez um grande pórtico de entrada dessa onda que irá constituir o homem espiritual, né, num futuro próximo. É, olha, Alessandra quer tirar uma
nceitos morais. Então, a Revolução Francesa acaba sendo talvez um grande pórtico de entrada dessa onda que irá constituir o homem espiritual, né, num futuro próximo. É, olha, Alessandra quer tirar uma última dúvida dela. Qual? Olha, foram dois momentos então dessa ruptura. o monoteísmo, trazendo o dogmatismo e a repressão e depois o o Iluminismo, a outra ruptura onde a ciência nega Deus. Seria isso? Eh, eu não, eu vou só responder e depois deixar o Elará trazer as o entendimento dele. Eu acho que foram foram pontos eh eu tô procurando a expressão em português marcante eh vem a eh turning points, né? É assim, pontos de virada, né, na história, na linha do tempo da humanidade. Pontos. Isso. Eh, porque você tem a história da humanidade, ela se reproduz em fases. Eu me lembro muito de um de um professor de história que dizia todo aquele que domina a história e todo aquele que conhece a história pode se considerar um profeta. E é verdade, porque quando a gente olha a história, a gente vê os episódios eh eh causa consequência virada. Causa consequência virada são fases da humanidade. E a gente tem eh dentro disso que foi colocado pela Alessandra, né, Ivana, a gente tem essa lógica, né? a gente tem momentos de viradas na história e é isso. Eu considero que são pontos importantes que ela citou aí. É, é, ela quer comentar. É, mas acho que é isso mesmo. Veja, eu vou colocar aqui um ponto que ano 45 da era cristã, eu até comentei sobre isso, acho que na live passada, ano 415 é um ano ainda bem no começo da história do cristianismo. Ali nós tínhamos na cidade de Alexandria uma matemática chamada Ipátia, que ela era neoplatônica. Os neoplatônicos, eles entendiam a existência de um Deus único. Eles entendiam a que tudo era emanação desse Deus único e que as coisas das emanações evoluíam para Deus através da reencarnação. Os neoplatônicos tinham esse entendimento da vida e havia muitos neoplatônicos que se tornaram cristãos. E aí eles diziam: "Não, Jesus não é um salvador, porque ele não salva, ele dá o
a reencarnação. Os neoplatônicos tinham esse entendimento da vida e havia muitos neoplatônicos que se tornaram cristãos. E aí eles diziam: "Não, Jesus não é um salvador, porque ele não salva, ele dá o caminho paraa salvação, que é bem parecido com o pensamento espirit hoje." Então, muitos desses eh desses cristãos do século século tinham esse pensamento. Oigen eram dos grandes eh pensadores nesse sentido. E eles diziam: "Não, Jesus não salva. Jesus mostra o caminho. A alma segue o que Jesus fala e ela se salva. Então, o pensamento dos neoplatônicos não apresentava Jesus como salvador. Ele não era salvador. Então, eles eram perseguidos. E houve uma grande matemática que era neoplatônica, mas não era cristã, era apenas neoplatônica. E ela foi morta pelos cristãos no ano 415. Então, é ciência sendo e filosofia, ela sintetizava bem isso, perseguida pela religião já no século V. Então você vê que é um processo histórico que vem se repetindo. Aí você tem as cruzadas, a intolerância com os muçulmanos, a meu Deus, quanta intolerância, intolerância, a inquisição, intolerância, intolerância, intolerância e eh repressão da da contrarreforma, intolerância, intolerância. Aí chega um ponto que essa panela de pressão não aguenta mais. Aí é como como a Ângela tava colocando que era uma praga mesmo. Chega uma hora que ninguém aguenta mais, cara, nós temos que nos articular. Então, nos bastidores da história, eles vão se articulando. Aí começa a surgir os iluministas. Por que que tem esse nome de iluministas? Porque eles entendiam que a humanidade tava nas trevas do total escuridão, na total ignorância de tudo. Então, a luz do Iluminismo vinha para iluminar a humanidade. E antes que alguém faça essa pergunta, deixa eu logo responder. Poxa, a espiritualidade não faz nada, não. Deixa isso ficar desse jeito. A resposta do Cristo planetário ao período de trevas da Idade Média foi o foi o renascimento, aonde uma série de entidades extremamente evoluídas encarnaram para impulsionar a arte, o conhecimento, o
A resposta do Cristo planetário ao período de trevas da Idade Média foi o foi o renascimento, aonde uma série de entidades extremamente evoluídas encarnaram para impulsionar a arte, o conhecimento, o saber. E aí foi o germen da virada. O Cristo não trabalha com violência, ele usa o próprio homem para salvar o homem. Então eles foram fazendo lentamente a mudança que deu origem ao Iluminismo, que que rompeu com esse padrão rígido. Só que aí tem aquilo que a a ainda há pouco a gente estava comentando e a Cris bem lembrou, que é a história do pêndulo. Quando e eh aconteceu a retirada do pêndulo que tava no ponto, era para tirar daqui e botar no meio, mas aí quando tá muito puxado para um lado, a coisa vira pro outro. foi o que deu. A gente tá até hoje vivendo os ecos da Revolução Francesa. Nós ainda estamos no período de acomodação da ciência e da filosofia em tentar conviver com a religião. Já tá começando a abrandar com a religião, não, mas com a espiritualidade começa a ter os primeiros sinais de aceitação em depois desses 230 anos aí de Revolução Francesa. E eu me lembrei de uma coisa importante, como hoje é dia de São João, né? Esse mesmo Cristo planetário nos deu na Idade Média Francisco. Ele nos entregou Francisco, ele nos deu Francisco, certo? Né? Então, eh, a gente sempre vai naquilo que eu falava, né, da da do da causa consequência, ápice, né, e transformação. A gente sempre vai ver nessa linha do tempo da história da humanidade também eh Jesus com os seus prepostos, com a sua equipe, que faz planejamento estratégico para a evolução do planeta e a evolução da humanidade, eh Jesus sempre nos coloca no caminho evolutivo do planeta Terra missionários. Nós nunca ficamos órfãos. E quando Jesus fala, né, eh, que ele, especificamente agora em relação ao Brasil, que o coração dele estará eternamente ligado ao nosso, é que a gente percebe que não só a nação brasileira, mas todo o mundo está sempre sendo tutelado, sendo guardado, sendo acolhido por Jesus e por sua equipe. Então, por
ará eternamente ligado ao nosso, é que a gente percebe que não só a nação brasileira, mas todo o mundo está sempre sendo tutelado, sendo guardado, sendo acolhido por Jesus e por sua equipe. Então, por pior que possa parecer a situação, nós não estamos sós. Gosto muito de eh da expressão Jesus está no Leme, né, de Bitencur Sampaio. Quando eu começo a me desesperar com, quando eu começo a me pensar em Irã, Estados Unidos, eh crise, bombardeio, perspectiva de terceira guerra mundial, gente, Jesus está no leme. Aí dá uma sossegada, né? É, pessoal, eu coloquei aí no chat o link que dá acesso à nova versão do livro que o Ela falou. Se vocês não conseguirem clicar, porque eu não sei se no chat ele vai ficar como link clicável. Quando terminar a live eu coloco lá na descrição também dessa live, já vou substituir, tá bom? Eh, mas Elará e Cris, uma coisa que me chamou atenção também foi o seguinte, nesse capítulo, Leonir começa falando do materialismo, né, mostrando a a falta de sentido do pensamento materialista que hoje nós vemos eh assim mais forte do que nunca, né? Hoje, nessa grande polarização que nós estamos vivendo, nós temos aí os materialistas com tudo, né? Ou seja, ainda para eles a coisa faz sentido, mas depois quando ele vem falando eh do positivismo, ele já vem dizendo assim: "Olha, já melhorou um pouquinho, né? Porque agora já se admite a hipótese". Então agora a gente já começa a observar, já se admite a hipótese e existe uma uma influência, nós poderíamos considerar que existe uma influência do positivismo no nosso codificador, em Allan Kardec, quando ele adota aquele método, né, experimental de diálogo com os espíritos. Vocês querem comentar sobre isso? É, isso é muito interessante porque o pensamento dominante na Europa no período da codificação cardequiana era o pensamento positivista. Então o espiritismo ele usa o pensamento positivista que é o seguinte: não adianta dizer que a mesa que a mesa deu resposta. Se não me provarem que a mesa tem cérebro para pensar e nervos para
ivista. Então o espiritismo ele usa o pensamento positivista que é o seguinte: não adianta dizer que a mesa que a mesa deu resposta. Se não me provarem que a mesa tem cérebro para pensar e nervos para sentir, eu não vou acreditar. Isso é pensamento positivista. Is é, me prova que aí eu vou acreditar que a mesa respondeu. Ou então é outra coisa, não é a mesa que responde, nós vamos ter que ir atrás. Mas mesa não tem cérebro. Se mesa não tem cérebro, não pode ser ela que responde. Ou não responde, ou se responde, não é ela. Então, vamos investigar. Só que assim, o positivismo ele é, como a gente estava comentando ainda h pouco, ele é audaciosozinho, né, que ele diz assim: "Se eu não consigo explicar, então então não tem explicação, então não dá para acreditar". E aí ele vai ele vai marchando dentro dessa lógica. Não, eu tenho que ir até o fundo para poder provar. E é o que acontece quando Kardec começa a investigar o fenômeno, ele vai vai até chegar num ponto. Mas a o modelo do pensamento é o pensamento positivista. Ele ele parte sem nenhuma ideia préconcebida. Não, não tenho nenhuma ideia preconcebida. Tanto pode ir para lá como pode ir para ali. Eu sou neutro e eu vou investigar. E aí ele vai, boa noite, Solange Gurgax de Rondônia. Meu Deus do céu. Boa noite para você. Então, ele vai investigar dentro da perspectiva do que ele tem. O que que ele tem? Ele tem essa ferramenta. Pois esse que eu vou usar. Aí entra. Eu valeria para Kardec se fosse hoje uma tese de doutorado, porque ele cria, ele cria um método de pesquisa que é a universalidade dos ensinos, que para mim, para mim particularmente é o grande trunfo, porque eh eu tenho várias doutrinas que são que são reencarnacionistas. Vou puxar uma aqui. Cadê? Cadê? Onde tá? Meu Deus. Poxa, tá aqui na minha cara, eu não tô vendo. Olha aqui o nome do livro, a doutrina secreta. Tá vendo? Blavatsk. De Madame Blavatsk. Helena Blavatsk. A doutrina secreta aqui é exatamente o conteúdo que a doutrina espírita tem. Só que onde tá a diferença? Helena Blavatsk
o, a doutrina secreta. Tá vendo? Blavatsk. De Madame Blavatsk. Helena Blavatsk. A doutrina secreta aqui é exatamente o conteúdo que a doutrina espírita tem. Só que onde tá a diferença? Helena Blavatsk é um médium só. Ela pode se equivocar? Pode. Ela pode se equivocar. Então aí que tá o trunfo do espiritismo. Não, eu não tenho um guru, eu tenho a universalidade dos ensinos. Então eu boto aí vários médiuns de vários países, de vários grupos, pergunto e aí eu vou chegando numa leitura mais razoável do que eu pegar. Eu não tô falando mal da Helena Balavates, que não, não me interpretem assim, por favor, mas do que eu pegar um guru e dizer, fala para mim como é. Aí o guru diz e eu digo: "Então isso aqui que é? Eu corro o risco de ter algum equívoco, não é? Então você pega um Swindenborg, o Swindenborg é um só e ele pode ter tido leituras equivocadas, isso é possível, ele é humano, né? Então tudo isso agora quando você tem a universalidade dos ensinos, é um método próprio. Ele inventou esse método para poder montar a doutrina. Eu acho isso genial demais. Ola! Então, ô Cris, só ainda nesse assunto, e aí eu gostaria de te ouvir também, eh, Kardec nos deixou esse método, né? Nos alertou para que nós considerássemos isso em relação a todas as informações que vêm do mundo espiritual, aquilo que é novo, que a gente ainda não tem conhecimento, que a gente aguarde a confirmação, porque se for uma uma revelação, a a confirmação virá. Eh, eu fico me questionando, por que o movimento espírita deixou de usar esse método? Porque hoje nós temos diversos assuntos que são assuntos que nós não encontramos claramente, né, as respostas nas obras da codificação. E nós poderíamos, com a comunicação que nós temos hoje facilitada, fazer aquilo que Kardec fez lá no passado, sabe? Eh, eh, estabelecermos grupos mediúnicos em várias partes do mundo, todo mundo questionando para os espíritos as mesmas perguntas pra gente fazer o que Kardec fez, né, de comparar, de de compilar. e trazermos a resposta dos espíritos sobre
s em várias partes do mundo, todo mundo questionando para os espíritos as mesmas perguntas pra gente fazer o que Kardec fez, né, de comparar, de de compilar. e trazermos a resposta dos espíritos sobre essas essas questões, né? E hoje, se a gente fala nisso, é um tabu, eu não consigo entender. É um espiritismo sem espíritos, né? Quase. É. Aí você tem, por exemplo, eh, algumas pessoas que pegam um médium, aí um médium diz uma coisa, a pessoa joga para dentro do corpo da doutrina. Isso. Pois é. Esse é perigoso, né? perigoso. Eu fiz, eu fiz umas anotações aqui. A contribuição do pensamento de Kardec, não para o Espiritismo, para a humanidade. Uhum. Tá? Porque eu acho que vai muito além de ter eh inaugurado uma doutrina. Eh, quando Kardec começa a lidar com esse cenário, primeiro que nós não podemos descontextualizar Kardec do século XIX. Uhum. E quando a gente contextualiza Kardec no século XIX, a gente percebe que ele era um homem além do seu tempo. A sua visão era muito mais alargada. Ele era visionário. E ele eh quando lança, por exemplo, o que é o Espiritismo, ele coloca ali, né, o Espiritismo. No O que é o Espiritismo? O espiritismo é uma ciência que estuda a origem, a natureza e o destino dos espíritos. Essa informação básica que ele traz no que é o espiritismo. Aí depois, eh, nesse momento, para Kardec, o Espiritismo ainda era uma ciência experimental. Experimental. experimental que estava se debruçando sobre o desconhecido, porque até então ninguém havia investigado a dinâmica espiritual. Eh, investigado, deixa deixa eu dar o verdadeiro valor à palavra e eh investigado no sentido de codificar. Ele mesmo, sim, ele mesmo chama o livro dos médiuns de espiritismo experimental. Exatamente. Aí, vejam só o que eu tô querendo, aonde eu tô querendo chegar nessa, é, é uma tríade também na composição do pensamento de Kardec. Então, o livro do o o que é o Espiritismo? É uma ciência que estuda a origem, natureza e o destino dos espíritos. Espíritos é ciência experimental. Já em uma das primeiras
ção do pensamento de Kardec. Então, o livro do o o que é o Espiritismo? É uma ciência que estuda a origem, natureza e o destino dos espíritos. Espíritos é ciência experimental. Já em uma das primeiras edições do livro dos espíritos, né? Porque o livro dos espíritos foi ganhando corpo ao longo das edições, tanto que ele começa com menos perguntas e hoje, né, ele tem 1018, né, se eu não me engano. 108 vai alargando. O livro dos espíritos foi alargando com o tempo, né? Foi. Eh, ele já coloca no fronte espício da obra O livro dos espíritos, que é uma filosofia espiritualista. Então ele já pega a ciência experimental e já carreia essa ciência experimental intitulando ali livro dos espíritos, filosofia espiritualista. E na terceira parte desse mesmo livro dos espíritos, Kardec vai apresentar na composição da obra o viés religioso, né, que é a filosofia prática. É o que é o que Leon Deni conclui nesse capítulo do depois da morte, que de nada vale uma filosofia se ela não tiver efeitos morais sobre a sociedade. E aí Kardec coloca no terceira, na terceira parte do livro dos espíritos, justamente esse viés religioso e começa a consagrar esse tripé ciência, filosofia e religião. Então, o pensamento kardequiano é uma aglutinação desses saberes e a doutrina espírita passa a ser sustentada, né, por esse tripé. Daí, porque a gente fala doutrina, porque é um corpo de doutrina, né? E o Evangelho Segundo o Espiritismo, né, como matriz, como base para alavancar a melhoria da humanidade, das sociedades, é um tratado de moral. sem os dogmas da fé. Isso é muito bacana, né? É. E e ela é chamada de doutrina porque ela é um corpo, né? É um corpo articulado, né? É um corpo e ele vai ele vai bebendo na fonte dos saberes da época. Kardec, meus amigos, ele foi um consolidador. Eu acho que essa é uma das um dos melhores adjetivos para Kardec. Ele foi um, ele reuniu saberes, ele foi um consolidador, né? Ele foi um construtor dessas pontes que Leoneni depois faz isso lindamente também, né? Também. Olha, tem uns
elhores adjetivos para Kardec. Ele foi um, ele reuniu saberes, ele foi um consolidador, né? Ele foi um construtor dessas pontes que Leoneni depois faz isso lindamente também, né? Também. Olha, tem uns comentários que a gente precisa colocar aqui, né? Sobre essa questão. A Carla fala isso, né? Imagino que o congelamento científico esbarra na repetição do erro. O hábito inquisidor talvez esteja mais intenso do que antes. É destreinados do diálogo construtivo, né? ess é porque assim, a minha verdade é tão verdadeira que eu não aceito mais dialogar, não tô mais aberto para o diálogo. Então a sua opinião, ela já não tem mais valor. E se você pensa diferente de mim, você tem que ser exterminado. Então, quando você chega e aí é é uma assim, fazendo uma analisa análise para nós, se eu não tenho mais hoje condição de dialogar com pessoas que pensam diferente de mim, eu tô entrando num viés inquisitor. Se eu não consigo dizer assim, não, mas como é que você pensa? Ah, você pensa, ah, que interessante, cara. Bacana isso, bacana, né? Eu gosto muito de conversar com o pessoal de outras igrejas, né? Eu digo assim, como é que vocês funcionam? Como é que como é que vocês tratam? E quando tem uma pessoa assim, como é que vocês tratam? Você quer ver uma coisa, Ivana, para você? Você é um parêntese no nossa discussão. Eu conversando com o pessoal de Igreja Assembleia de Deus, eu perguntei: "Como é que vocês dividem as salas de estudo de vocês? Primeiro ano, segundo ano? Como é que vocês como é que vocês classificam? Sabe como é que eles classificam? Achei genial. Eles não classificam por idade os adultos, não é por idade. Eles classificam os adultos pela idade dos filhos. Então, eh, casais que tos agora, isso é uma classe de um a 2 anos, de três a 5 anos, porque os problemas são semelhantes. Então, naquela sala é só pai de adolescente, ali, é pai de pré-adolescente, ali é pai de criança. Então, as pessoas se sentem eh identificadas pelo nível de problema que eles têm. Uma cabeça genial isso. E a
naquela sala é só pai de adolescente, ali, é pai de pré-adolescente, ali é pai de criança. Então, as pessoas se sentem eh identificadas pelo nível de problema que eles têm. Uma cabeça genial isso. E a gente não não. O cara tem 5 anos de doutrina e vem para cá. Quem tem dois anos é ali. É verdade. Temos que aprender muita coisa, não é? Olha, mas a Alessandra, a Alessandra também colocou aqui a opinião dela. Acho que isso não acontece porque cada casa vai querer que o seu médium é que vai dar a resposta correta ou descobrir que o médium da casa não é tão médium assim. É isso aí, né, Alessandra? Eh, mas olha, mas ainda sobre essa questão, esse processo eh eh ele pode ser feito de uma maneira menos formal, porque você diz assim, ó, nós estamos tendo vários médiuns que estão apontando na mesma direção, médiuns que não se comunicam entre si e que estão falando a mesma coisa. Então, é bom a gente olhar nesse sentido, né? E aí, olha, nós estamos sendo alertados no nosso grupo que vai acontecer tal coisa assim, assim, e aí a gente começa a ter, olha, tem vários grupos falando a mesma coisa. Então, a gente começa a ficar mais esperto do que de repente ter um guru, um médium sozinho que diz: "Olha, eu sonhei que os ETs vão descer na praça do do dos três poderes em Brasília, como um raio laser e vão tal". Aí você diz: "Não, como o médium falou, mas é um só, então você tem que ficar muito atento." E outra coisa que também é é complicado nesse sentido são as revelações de encarnação. Isso é outro problema que fulano é reencarnação de não sei quem, fulano é não sei quem, não sei quem, não sei quem, não sei quem, não sei quem. Ah, isso é uma coisa que não leva nada. E as pessoas gostam de discutir esses assuntos que são, na verdade, eh, eh, movimentos de distração que a gente faz para não ir para o objetivo final, que é a nossa transformação moral, né? É. Ô, Cris, a Eliete, ela não, a Dália, a Dália deixou uma pergunta aqui para você que não é sobre o assunto, mas onde você encontrou um
r para o objetivo final, que é a nossa transformação moral, né? É. Ô, Cris, a Eliete, ela não, a Dália, a Dália deixou uma pergunta aqui para você que não é sobre o assunto, mas onde você encontrou um centro espírita com o nome de José Grosso? Eh, pois é. Eu eu eu não nunca estive lá conversando com a Roberta Zagueto. Roberta Zagueto, um evento que participamos aqui em Três Rios juntas. Ela me falou que encontrou uma casa espírita, não sei se o nome da casa espírita é José Grosso, mas o patrono da casa é o José Grosso, que fica perto de Muriqui, Costa Verde, aqui do Rio de Janeiro, região litorânia. E lá a gente sabe que José Grosso é o a liderança, digamos assim, da equipe espiritual Centro Espírita em Muriqui. Que legal, gente. Olha, tem um comentário aqui da Eliete que eu vou colocar e na sequência a gente vai aproveitar o comentário dela para fazer um convite para todos vocês. Olha aí, Cris, a Eliete tá dizendo que vai ter o prazer de nos conhecer em Juiz de Fora e que quer participar do do passeio com você. Cris, é, a gente estende esse convite para todo mundo. O Elará tá sempre ocupado, é uma pena que ele não pode ir no passeio. Pois é. Ó, mas eu vou deixar o Ela todos que estão por aqui com gostinho, né? uma uma um aperitivo do que vai ser o nosso passeio. Nós temos próximo à cidade de Juiz de Fora, a cidade de Santos Dumon, que ganha esse nome, porque a fazenda onde o pai da aviação nasceu e cresceu é lá. Hoje a cidade ganhou esse nome Santos do Mon por conta dele, por esse filho ilustre daquela localidade. E Santos Dumon, ele viveu a vida dele, a juventude e nunca deixou, né, de mesmo estando em Paris, na Europa, fora do país, ele nunca deixou de administrar a fazenda. Chama-se fazenda Cabangu e fica a menos de 100 km de Fora. Então, para termos um momento já de aprendizado, já de imersão nas questões espirituais, né? Eh, a gente propôs a Ivana e aos organizadores do congresso da gente fazer esse passeio prévio, porque muitos que chegam para o Congresso, o congresso começa início da
ão nas questões espirituais, né? Eh, a gente propôs a Ivana e aos organizadores do congresso da gente fazer esse passeio prévio, porque muitos que chegam para o Congresso, o congresso começa início da noite, né, Ivana? Qual é o horário de início da programação na sexta-feira? 18 às 18:30, na sexta-feira. É às 18:30 na sexta-feira, dia 15 de agosto. Dia 15 de agosto. Então, muitas pessoas chegam por conta de voo ou mesmo que cheg cheguem pelo rodoviário, chegam antes, chegam de manhã ou chegam de tarde e acabam um dia antes ou um dia antes. Então, nesse processo de chegada, às vezes as pessoas buscam alguma atividade na cidade antes do congresso. Aí a gente pensou, puxa, por que não fazer um passeio, né, com esses congressistas que vão chegar com antecedência e nós marcamos um passeio saindo do hotel onde vai acontecer o o congresso. É, às 9 da manhã, a saída para esse passeio, vamos até a fazenda Cabangu, vamos visitar a fazenda que que é a casa de Santos do Mon e vamos descobrir a relação de Santos do Mon com o Espiritismo. Mas aí as pessoas só vão descobrir isso quando quando lá comigo estiverem. Esse é o gancho e uma coisa muito importante de ser dita, esse passeio, né, ele tem um custo que é o custo do ônibus de turismo que tá sendo locado para acolher, né, as pessoas que vão participar do passeio. Mas é de minha parte, né, esse guiamento do passeio é uma é uma atitude completamente voluntária e eu não não estou cobrando absolutamente nada com para isso, né? Quer dizer, apesar de ser minha função profissional, eh, eu quero mesmo poder ter a alegria de conduzir os congressistas até a fazenda Cabangu. E a gente vai mergulhar na história de Santos do Mon e descobrir qual é a relação de Santos do Mon com o Espiritismo. É, mas então tá, vamos fazer um convite pra gente saber o que mais nós teremos lá em Juiz de Fora. Vai ser muito bom. E pro passe um link, né, Ivana, dentro do site. Fala aí pra gente, por favor. É, não, eu queria só dizer que eu ainda não me conformo que o Ela não estará com
os lá em Juiz de Fora. Vai ser muito bom. E pro passe um link, né, Ivana, dentro do site. Fala aí pra gente, por favor. É, não, eu queria só dizer que eu ainda não me conformo que o Ela não estará com a gente. Terrível isso, terrível isso. Mas eh as inscrições podem ser feitas, né, lá no no site do Conect. Vou colocar o link aqui para todo mundo, tá? E a gente só quer já deixar assim, olha, marquem na agenda de vocês 20, 21 e 22 de fevereiro de 2026. Ela você falou para mim que você já tá com 2026 lotado, mas quem sabe, né? Esse fim de semana você tem disponível, tá? 20 21 22 de fevereiro, não. 20, 21 e 22, que é de sexta a domingo, é o primeiro fim de semana depois do carnaval, em fevereiro do ano que vem. Quem, ó, marca aí na sua agenda. Na nossa próxima live eu vou contar o que vai acontecer. Eu tenho certeza que todo mundo vai gostar e vai querer participar. Tá, Elahá, olha sua agenda aí, depois você fala para nós. Pessoal, eh nós já estamos com 1 hora e 28, nós precisamos concluir, né, o nosso estudo de hoje. O tempo passa muito rápido, daqui a 15 dias nós estaremos de volta. Então eu peço para vocês que já façam as considerações finais para que nós possamos falar tchau. Quem quer começar? Posso posso começar? Eu acho que e a o texto do que a gente teve a chance de ver hoje e foi bem ilustrado pelo vídeo que a Cris colocou pra gente, é essa inconformidade do Leon Denir com essa onda de materialismo que a gente está experimentando hoje por conta dessa ruptura que o espiritismo vai representar exatamente essa retomada, essa volta de mãos dadas, né? que a gente vai ter na semana, na próxima, eu vou trazer uma poesia do Castro Alves encarnado, em que ele fala sobre isso, encarnado, porque ele conheceu o Espiritismo. E eu vou mostrar uma poesia dele em que ele trata sobre essa questão. A poesia chama-se O Vidente. E depois vocês procurem aí, se quiserem procurar durante a a quinzena, vocês vão ver lá tem um trechinho que ele fala: "A fé, a pomba mística se une à águia da razão.
tão. A poesia chama-se O Vidente. E depois vocês procurem aí, se quiserem procurar durante a a quinzena, vocês vão ver lá tem um trechinho que ele fala: "A fé, a pomba mística se une à águia da razão. Unidas se levantam do vale escuro da alma, voando ao infinito, voando em noite calma. Uma coisa mais ou menos assim o trecho da do poema. Mas é é assim, é a retomada dessa dessa ruptura que aconteceu. E a doutrina espírita é é o momento em que não, calma, senta e vamos conversar. Que que você tem para dizer religião? Que é que você tem para dizer ciência? e a filosofia sendo ouvido de parte a parte para soldar essas estruturas que estavam divorciadas para que a humanidade pudesse eh voltar a encontrar um caminho para crescimento. Eu acho que esse texto resume bem este pensamento, né? Muito bom. Olha, eu vou eu vou recorrer a Leondem, né, que é o é o foco do nosso estudo de hoje aqui. Ele encerra texto dele, Materialismo e Positivismo com um parágrafo grandioso. Ele diz assim: "Tempo chegará em que todos esses vocábulos, materialista, positivista, espiritualista perderão." Olha que bonito isso, gente. Perderão sua razão de ser, porque o pensamento estará livre das peias e barreiras que lhe impõe escolas e sistemas. E aí a gente trava contato com a verdade, aquela verdade com V maiúsculo que está dentro de nós, porque somos filhos de Deus, plenos de potencialidades. E a gente vai e vai viscejar nesse ponto de reencontro. E as palavras nesse aspecto serão supérfas, porque nós estaremos entrando em contato com a essência, com aquilo que é essencial, o entendimento da afiliação divina e do porquê da nossa destinação na Terra, desse convite renovado a cada manhã, para que possamos nos tornar pessoas melhores. acompanhando a evolução do planeta, acompanhando a lei do progresso, que é inexorável, fazendo parte de um todo e harmônicos com esse todo. Então, gente, eu deixo o meu beijo, meu abraço e até daqui a 15 dias juntos. Muito bem, gente. Que bom. Olha, eu eu acho que nós poderíamos encerrar o
endo parte de um todo e harmônicos com esse todo. Então, gente, eu deixo o meu beijo, meu abraço e até daqui a 15 dias juntos. Muito bem, gente. Que bom. Olha, eu eu acho que nós poderíamos encerrar o programa, né? Claro. Primeiro agradecendo a cada um de vocês que estão aqui conosco, deixando seu recadinho. Eh, nós pedimos para vocês curtirem, compartilharem. Às vezes não dá para fazer isso durante a live porque vocês estão com a com a tela do chat aberta, mas depois que termina aí você pode ir lá curtir, compartilhar, manda pros amigos, deixa comentário, isso ajuda, né, a a movimentar mais o conteúdo. E nós começamos a nossa live apresentando o vídeo da Cris, mas muitas pessoas não tinham chegado. Então eu proponho nós terminarmos reapresentando o vídeo, né, como a o nosso encerramento. OK, pessoal? Beijo grande, boa semana para todos nós. Fiquem com Deus e até daqui a duas semanas. Segue o vídeo e o nosso encerramento. Saídos do pó, voltaremos ao pó. Bradam os materialistas. chegam ao imponderável e o método experimental da ciência se depara com explicações igualmente imponderáveis, impalpável a argumentação. Um mundo com leis da natureza inflexíveis, onde tudo se resume em força e movimento. Os corpos orgânicos e inorgânicos dançam em ritmos de agregação de moléculas. Os átomos separados uns dos outros em constante movimento e renovação perpétua, formam uma coreografia inteligente, apontando para algo mais, uma força imaterial e que rege em harmonia. Mensit molem. O mundo se revela ao espírito em unidade viva, em eterno esplendor. Somente a visão espiritual concebe, aprecia e compreende a harmonia do macrocosmo e do microcosmo. O universo se conhece, se reflete, se possui. Força oculta, perfeita, vontade que rege e governa a matéria. Há um princípio que a domina e lhe sobrevive. O mundo material não é senão o aspecto exterior. O eu humano está em espírito. Aos escritores materialistas, resta confessar o que Julio sorri. escreveu: "Nada podemos conhecer", diz ele, "da
brevive. O mundo material não é senão o aspecto exterior. O eu humano está em espírito. Aos escritores materialistas, resta confessar o que Julio sorri. escreveu: "Nada podemos conhecer", diz ele, "da constituição da matéria." Fica o inexplicável para os cientistas que insistem em permanecer inflexíveis e vaidos. Como pode um mundo composto somente de matéria, governado por uma força cega pelo acaso? Apresentar uma sucessão regular, contínua, dos mesmos fenômenos, produzindo-se segundo uma ordem estabelecida? A vida não é um acidente. Desde a sua origem, o mundo encaminha-se para um estado de coisas cada vez mais elevado. Através dos tempos afirma-se a lei do progresso nas transformações sucessivas do globo e das quadras da humanidade. Um alvo se revela no universo. Alvo para o qual tudo tende, tudo evoluciona, seres e coisas. Esse alvo é o bem, é o melhor. A história da terra é o mais eloquente testemunho dessa verdade. O homem não se agita entre o vir do nada para voltar ao nada. Não é uma faísca na noite da desesperança. Com o entendimento espiritual, percebemos que a inteligência, o amor do bem e do blo existem em nós e em nós foram colocados em potencialidade por uma causa que os possui em grau superior. Somos filhos de Deus, plenos de talentos e virtudes. O materialismo e o positivismo, com a observação dos fatos, foram constrangidos a admitir teorias não verificáveis pelos sentidos. é no campo da astronomia, ciência proscrita por August, fundador do positivismo como sendo do domínio do incognicível, que as mais belas descobertas têm sido realizadas. Em gênese de Allan Kardec, vemos o gênio de Galileu Galilei declamar em poesia a grandiosidade divina. Que as obras de Deus sejam criadas para o pensamento e a inteligência. Que os mundos sejam moradas de seres que as contemplam e lhes descobrem sob o vé o poder e a sabedoria daquele que as formou. São questões que já não nos oferecem dúvidas. A ideia eminentemente justa da criação. É preciso acrescentar a da humanidade
mplam e lhes descobrem sob o vé o poder e a sabedoria daquele que as formou. São questões que já não nos oferecem dúvidas. A ideia eminentemente justa da criação. É preciso acrescentar a da humanidade solidária. E é nisso que consiste o mistério da eternidade futura. Oh. Oh. Oh. Oh.