Leandro Irigonhê | VERDADEIRA PUREZA, MÃOS NÃO LAVADAS (PALESTRA ESPÍRITA)
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E assim nós vamos ler uma mensagem, como sempre fazemos, para nos harmonizarmos mais depois a prece e passaremos logo após a palavra pro nosso irmão Leandro. E nós vamos ler uma mensagem que está inserida no livro Caminho, Verdade e Vida, que é ditado pelo espírito Emanuel e psicografia do nosso querido Chico Xavier. E o título é purificação íntima. E faz uma citação da carta de Tiago, capítulo 4, versículo 8. Alimpai mãos pecadores, e vós de duplo ânimo, purificai os corações. E vejamos a mensagem do Emmanuel. Cada homem tem a vida exterior conhecida e analisada pelos que o rodeiam e a vida íntima, de qual somente ele próprio poderá fornecer o testemunho. O mundo interior é a fonte de todos os princípios, bons ou maus, e todas as expressões exteriores guardam aí os seus fundamentos. Em regra geral, todos somos portadores de graves deficiências íntimas necessitadas de retificação. Mas o trabalho de purificar não é tão simples quanto parece. Será muito fácil ao homem confessar a aceitação de verdades religiosas, operar adesão verbal a ideologias edificantes? Outra coisa, porém, é realizar a obra da elevação de si mesmo, valendo-se da autodisciplina, da compreensão fraternal e do espírito de sacrifício. O apóstolo Tiago entendia perfeitamente a gravidade do assunto e aconselhava aos discípulos a limpassem as mãos, isto é, retificassem as atividades do plano exterior, renovassem suas ações ao olhar de todos, apelando para que se efetuasse igualmente a purificação do sentimento no recinto sagrado da consciência. apenas conhecido pelo aprendiz na soledade indevassável de seus pensamentos na solidão de seus pensamentos. O companheiro valoroso do Cristo, contudo, não se esqueceu de afirmar que isso é trabalho pros de duplo ânimo, porque semelhante renovação jamais se fará tão somente à custa de palavras brilhantes. Então assim, meus irmãos, quando Thago nos fala no duplo ânimo, ele nos convida a termos o esforço, a vontade, a perseverança em renovarmos as nossas atitudes, não só as externas, mas
vras brilhantes. Então assim, meus irmãos, quando Thago nos fala no duplo ânimo, ele nos convida a termos o esforço, a vontade, a perseverança em renovarmos as nossas atitudes, não só as externas, mas principalmente as internas, aquelas que só nós sabemos das nossas deficiências e assim pedimos ao mestre Jesus que nos ampare, nos fortaleça, nos ajudando a buscar a nossa transformação, a nossa renovação íntima, para que cada dia mais aproximemos do caminho que ele nos convida, o caminho de luz. caminho de amor, o caminho da paz. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. E neste momento pedimos a espiritualidade maior que aqui se encontra, que inspire e intue nosso irmão Leandro que está com a palavra. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Boa tarde, moçada. É um pessoal jovem, bonito. Vânia, 16 horas, tá todo mundo cheio de energia, cheio de gás, né? Mas eu já passei dos 30, não tem problema, né? O que a gente divisa daqui da tribuna é muitas vezes a energia espiritual de cada um. É o que cada um traz, como já dizia a Vânia, do seu interior, do que coloca para fora. E é isso que nos chega. E Vânia já adiantou bastante hoje. Achei bom que ela fez uma introdução para não dizer que eu sou culpado. Depois foi você quem começou, Vânia, né? A Vânia já começou a falar de que não adianta a gente trabalhar só o nosso exterior, né? É, é claro, a gente vai ficar limpinho, toma um banho, troca a roupinha, lava a mão, escova o dente, né? para ficar bem bem arrumadinho, que ninguém gosta de pessoa desarrumada do lado de fora, nem nós mesmos. Mas Vânia, na sua leitura colocou a importância que Tiago apóstolo falava da renovação interna, né? Mas por que isso? Aonde começou essa história? Então vamos nos socorrer aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 8. Bem-aventurados os que têm puro coração. Nesse item oito, que vai falar justamente do que a Vânia tinha dito ali, a verdadeira pureza, mãos não lavadas. Olha o que diz aqui. Fazem as refeições. Jesus lhes respondeu: "Por que violais vós outros o
e item oito, que vai falar justamente do que a Vânia tinha dito ali, a verdadeira pureza, mãos não lavadas. Olha o que diz aqui. Fazem as refeições. Jesus lhes respondeu: "Por que violais vós outros o mandamento de Deus? para seguir a vossa tradição. Porque Deus pôs este mandamento: "Honrai a vosso pai e a vossa mãe e este outro: Seja punido de morte aquele que disser a seu pai ou a sua mãe palavras ultrajantes. E vós outros, no entanto, dizeis: Aquele que haja dito a seu pai ou a sua mãe: "Toda oferenda que faço a Deus vos é proveitosa, satisfaz a seu pai e a sua mãe. Ainda que depois, não honre, nem assista a seu pai ou a sua mãe, tornam assim inútil o mandamento de Deus. pela vossa tradição. Hipócritas, bem profetizou de vóz Isaías quando disse: "Este povo me honra de lábios, mas conserva longe de mim o coração e em vão que me honram ensinando máximas e ordenações humanas. Bom, tem tem uma continuação aqui depois que é aquela que fala do do que entra pela boca e do que sai pela boca. Vamos perceber a ligação entre um uma leitura e outra. Depois, tendo chamado o povo, disse: "Escutai e compreendei bem isto: Não é o que entra na boca que macula o homem, é o que sai da boca do homem que o macula. O que sai da boca procede do coração e é o que torna impuro o homem. Porque do coração é que partem os maus pensamentos, os assassinatos, os adultérios, as fornicações, os latrocínios, os falsos testemunhos, as blasfêmias e a maledicência. Essas são as coisas que tornam impuro o homem. O comer sem haver lavado as mãos não é o que o torna impuro. Então, aproximando-se dele, disseram-lhe seus discípulos: "Sabeis que, ouvindo o que acabais de dizer, os fariseus se escandalizaram?" Ele, porém, respondeu: "A arrancada será toda planta que meu Pai celestial não plantou. Deixai-os são cegos que conduzem cegos. Se um cego conduz outro, caem ambos no poço. Está em Mateus, vai de 1 a 20. Eh, uma leitura um pouco longa inicialmente, mas ela chama atenção para um um ponto muito importante. É uma das passagens mais
um cego conduz outro, caem ambos no poço. Está em Mateus, vai de 1 a 20. Eh, uma leitura um pouco longa inicialmente, mas ela chama atenção para um um ponto muito importante. É uma das passagens mais belas de Jesus. Nesse sentido, Vân é um é um dos alertas mais importantes que ele nos faz, nos fez, né, a época. E a gente não percebeu direito o que tava acontecendo. Hoje, parece óbvio essas palavras. Naquela época não eram. Vamos nos remontar a Palestina daquela época, a Judeia daquela época. E nós tínhamos uma compreensão da vida, quem era judeu, seguindo as leis mosaicas. Então, nós tínhamos os 10 mandamentos e toda a lei judaica. E dos vários grupos de judeus que tinham, os fariseus eram os que mais estudavam a lei. Então, tornaram-se os guardiões da lei, os interpretadores. E naquela época era tudo junto, né? O legislativo, o judiciário, o executivo, era uma coisa só e tava na mão do templo. Tudo tinha a ver com Deus. Uma percepção bacana. daquela época que nós perdemos hoje. Semana passada eu fiz uma palestra aqui, recomendo a todos que assistam, porque vai falar de Deus, vai falar da nossa relação com Deus. Muito interessante o tema. Eh, sintonize com Deus. Depois pesquise lá. Sintonizo com Deus. complementa esse assunto nosso aqui. Mas voltando aqui, então tudo tava concentrado na ideia de que Deus era o supremo ordenador. Ainda é, né? E como naquela época a gente não tinha muita condição de sair dividindo as informações entre a parte material e a parte espiritual, nós nós éramos muito muito incipientes nesse conhecimento da nossa vida como um todo, a parte de lá, a parte de cá, como é que a gente caminha, como é que não caminha. Então, nós seguíamos as leis e seguir essas leis era o que se esperava das pessoas. Tava errado? Não, não tava errado. Qual foi o problema que aconteceu com a gente? É que nós começamos a nos preocupar mais com a letra, mais com a palavra, mais com o que nós chamamos de formalidades. Hum. A roupa tem que tá bem limpinha. Aí de repente a gente a gente começa a levar
que nós começamos a nos preocupar mais com a letra, mais com a palavra, mais com o que nós chamamos de formalidades. Hum. A roupa tem que tá bem limpinha. Aí de repente a gente a gente começa a levar pro extremo. Não, vânia tem que tá passadinha, impecavelmente branca, sem nenhum amassadinho. Então a gente começa a exagerar na parte ligada ao comportamento nosso, social, a parte externa e começa a se esquecer da parte interna. Ué, mas por que, Leandro? Porque é muito mais fácil, meus queridos. É muito mais fácil de se preocupar se a camisa tá passada, bem lavada, do que saber se eu tô fazendo menos fofoca ou não. É mais fácil trocar a minha túnica, limpar a minha sandália, lavar as minhas mãos e cobrar isso dos outros e dar o exemplo, parecendo que eu sou o justo perante a lei? do que realmente entrar a fundo na lei e fazer a vontade de Deus. Lembram dos 10 mandamentos mais ou menos? Tinham algumas coisas, tem, né, até hoje algumas coisas como amar a Deus sobre todas as coisas, amar ao próximo como a ti mesmo. Isso aí tem pode ter dois entendimentos, né? O amar ao próximo da mesma forma que eu me amo, dar a ele esse mesmo amor que eu dou a mim, não é? Ou amar ao próximo e a mim também, não só a ele, mas mas a mim também. Preciso me amar para que eu possa amar o outro. Tinha também outras informações importantes, básicas, mas importantes, né? Não matarás. Não matarás. Ele ele deixou alguma possibilidade para matar. Não, não matarás vírgula. Tinha algum uma vírgula a menos que, exceto si. Não, não, não tinha. Diz, não matarás, não prestarás falso testemunho. Ou seja, não vai mentir. E se não sabes, olha, eu não sei. Não desejarás a mulher do próximo. Como é que é essa história, Vânia? Você deseja o marido da sua vizinha? Não, não, Leandro, eu só, eu só desejo ele assim, mais ou menos. Não, não é muito não. Ué, como é que é? Que nem aquela história, né? Ah, não. A fulana tá meio grávida. Não, gente, não tem meio grávida. Ou a mulher está grávida, ou ela não está. Ou você tem um desejo ou você não
to não. Ué, como é que é? Que nem aquela história, né? Ah, não. A fulana tá meio grávida. Não, gente, não tem meio grávida. Ou a mulher está grávida, ou ela não está. Ou você tem um desejo ou você não tem. Ele pode ser pequeno, ele pode ser maior, mas ele existe. E tem outras coisas, né? Não desejarás. E e olha que Moisés foi mais explícito, né? Não desejarás a mulher do próximo, nem o asno, o burrinho do próximo, nem a terra do próximo, nem a casa do próximo, nem nada que for do próximo. Não eram muitas instruções, não. Eram 10. E a gente não conseguia executar. Já tava difícil executar. Mas eu vou ficar com a parte externa, então, combinado? Eu vou cuidar das das túnicas bem lavadas, da casa limpinha. Eu vou orar em praça pública em frente ao templo. Eu vou falar no nome de Deus bem alto, eu vou dar o dízimo, eu isso e aquilo, tudo que for mais fácil de fazer, porque acreditem, é muito mais fácil arrumar do lado de fora do que arrumar do lado de dentro. Então, a verdadeira pureza, as mãos não lavadas significam a opção pela preocupação em cuidar primeiro do nosso interior antes de estarmos preocupados com o lado externo. Não é que não vamos cuidar do lado externo, claro que vamos. Nós já conhecemos a biologia, um pouco da física, da química, já sabemos, né, dos germos, dos micróbios que estão em volta, da necessidade da limpeza, da higiene pra nossa saúde. A gente sabe disso, a gente vai lavar as mãos para almoçar, não tem, né? Claro, vamos usar roupas limpas, vamos tomar banho, mas importante que tudo isso é o que que nós vamos fazer conosco, com a nossa vida. Porque quando eu trabalho com a reforma íntima, quando eu penso nas mudanças que eu tenho que fazer internamente para eu ser uma pessoa melhor, para eu estar no caminho divino, no caminho com Jesus em direção a Deus, eu tô falando da minha vida. Eu não estou sendo melhor, não estou me reformando, não estou me melhorando para os outros. Porque fica parecendo que às vezes a gente tem obrigação de se modificar para os outros. Olha que
inha vida. Eu não estou sendo melhor, não estou me reformando, não estou me melhorando para os outros. Porque fica parecendo que às vezes a gente tem obrigação de se modificar para os outros. Olha que pensamento bobo, né? Não, Vân, eu não vou me mudar. Os outros que se mudem. Por que que eu tenho que me mudar? Pape. Eu já sou um cara bom, bonzinho, tranquilo, amigo. Você não, você pareceu um cara muito bonzinho, muito tranquilo. Mas será que eu não posso ser melhor? Ou você, será que nós não podemos ser mais evoluídos? Lembra da passagem em que Jesus é interpelado no templo sobre o maior mandamento da lei, novamente pelos pelos fariseus, e lhe respondeu: "O maior mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas". Em seguida, ele diz: "E aí tendes o segundo: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo." Todo mundo conhece. E ele vem com uma frase que eu adoro, essa passagem da Bíblia, porque ele diz assim: "E aí tendes, aí estão contidas toda a lei e os profetas". Jesus resumiu tudo em amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo. Ele continua com a sua pregação, com seus exemplos e nós fomos vivendo e tal, etc. Mas ficou um pensamento assim, uma dúvida no ah, Vânia, eh, tudo bem, juntou tudo, botou num saco e trocou por dois. Amar a Deus e amar ao próximo com otimismo. Aí todo mundo falou: "É, passa do burburinho". Alguém perguntou assim: "Mas, mas como é que eu amo o próximo com a mim mesmo?" Isso não ficou bem claro. Eu não, eu não tô sabendo como é que eu vou amar. Eu entendi o que é para fazer, mas eu não sei muito bem como é que eu vou fazer. perto da ida dele, do retorno dele ao plano espiritual. O Cristo diz assim: "Eu me vou, mas deixo-vos um novo mandamento". Lembram dele? Amai-vos uns aos outros. Tava esclarecendo aquilo lá de trás. Como eu vos amei? É a explicação do amar ao próximo como a ti mesmo. Mas como é que eu vou fazer isso? Como eu, Cristo, fiz? Então, nós temos o caminho. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Então, nós temos o modelo. Todos nós temos o
Mas como é que eu vou fazer isso? Como eu, Cristo, fiz? Então, nós temos o caminho. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Então, nós temos o modelo. Todos nós temos o modelo, a guia. o guia, o direcionamento. Nós sabemos como é que devemos amar ao próximo. Sabemos como devemos amar a nós mesmos. Sabemos o que devemos fazer, mas não estamos fazendo. Não é à toa que estamos há 2000 anos sofrendo. A gente tá insistindo na dor. Mas mas que coisa horrorosa, né? Estamos sofrendo de graça, né? Não vamos mais fazer isso, né, gente? Não vamos mais. Vamos procurar observar essas instruções clarificadas, né, esclarecidas e expandidas que a doutrina dos espíritos nos trouxe. Em outra passagem da Bíblia, Jesus dizia o seguinte, né? Eu eu eu me vou, mas eu vos enviarei o consolador, o espírito de verdade que estará entre vós. E ele vos fará relembrar todas as coisas e vos ensinará outras tantas que vós não podeis compreender por agora. A doutrina espírita, o espiritismo, chega no século XIX como o consolador redivo, Jesus novamente na terra. Por quê? Porque ele relembra as palavras do Cristo. O Espiritismo em sua em seu aspecto moral se baseia, se assenta nas palavras de Jesus, nos ensinamentos morais, que é a parte que interessa. Se o mestre tava de túnica branca ou verde ou seja usava uma sandália amarela ou vermelha, isso não interessa. Se ele tinha 31 ou 32 ou 33 anos, também não faz diferença. Se o nome do irmão dele era a ou bro parente, entendeu? São coisas secundárias. O que é o o que é de importante do mestre? Nem mesmo a sua aparência. O que é de importante dele? As suas palavras, os seus ensinamentos, os seus exemplos, até mesmo o exemplo da energia que lhe deixava a percepção, a observância do que ele poderia realizar no ambiente de forma indireta, não só os chamados milagres que a gente percebia de forma mais clara, mais imediata. É isso que a doutrina dos espíritos nos traz, nos relembra tudo isso do Cristo e nos explica o que estava acontecendo, o
ó os chamados milagres que a gente percebia de forma mais clara, mais imediata. É isso que a doutrina dos espíritos nos traz, nos relembra tudo isso do Cristo e nos explica o que estava acontecendo, o que ele quis dizer, porque naquela época a gente mal compreendia as parábolas e faz mais, ensina outras tantas coisas que a gente não podia compreender, a gente não conseguia entender nem o pouco o que nos foi dito, não é? Então, ela alarga os horizontes, ela robustece a nossa fé, ela nos deixa claro a garantia do prosseguimento da existência e em que bases vamos viver. Hum, que coisa maravilhosa. É por isso que ele complementa ainda nessa passagem que Vânia tá falando aqui, né, pra gente ler aqui, quando ele diz assim: "Toda planta que meu pai não plantou será arrancada". Bom, será que ele tava falando da destruição dos fariseus, da destruição de um povo? Não, gente, Jesus não vai falar de mal algum, de nada. O que ele quis dizer é que tudo aquilo que não tem origem na programação divina, tudo aquilo que não é divino, né, de origem divina, passará, porque tudo aquilo que não é de origem divina é fruto de criação nossa. é uma construção humana. E a construção humana, ela é realizada, ela é feita em cima do conhecimento e da possibilidade humano. E se nós, obviamente não estamos no nível destes espíritos mais elevados, a nossa compreensão ou a nossa pequena interpretação ou confusa interpretação vai passar, vai cair com o tempo. Então, tenhamos em mente que tudo o que não for verdadeiramente de origem programada por Deus, no fundo, não tem importância. O que significa isso de uma forma mais, talvez mais atualizada, Vânia, do ponto de vista prático, vamos chamar assim, religioso, de muitos de nós? Jesus tá dizendo que a prática exterior, ele nem impede. Reparem, em nenhum momento Jesus diz: "Não, não realizem a prática externa." Ele nem se preocupa com o que você faz ou deixa de fazer do ponto de vista humano. Ele só diz que que o que interessa é o que vem do coração, é o
ento Jesus diz: "Não, não realizem a prática externa." Ele nem se preocupa com o que você faz ou deixa de fazer do ponto de vista humano. Ele só diz que que o que interessa é o que vem do coração, é o que vem do sentimento, é o que vem do espírito, é o que tá apoiado na origem divina. O resto é o resto, é a gente que quer, porque quer, não tem problema. Então, se eu quero orar de chapéu, eu posso, eu posso orar de chapéu. Se eu quero orar sem chapéu, eu posso orar sem chapéu. Se eu quero usar o cabelo assim ou assado, não tem problema. Se eu quero orar de manhã ou se eu quero orar de noite, também não tem problema. Se eu gosto de me reunir debaixo da árvore ou fora da árvore, não tem problema. Se eu quero ir a um determinado templo ou outro, não, não tem problema. Se eu não quero ir a tempo nenhum, também não tem problema. O que nós não podemos confundir é acharmos que ir aos templos, realizar determinados rituais, né? aquilo que nós usamos como muletas emocionais, aquilo que muitas vezes nos ajuda a nos concentrar, aquilo que nos, né, se nos torna um mantra para nos levar a um estado de meditação, de busca do conhecimento interior. Não podemos confundir a ideia de que isto é a salvação, que atos exteriores vão nos levar ao céu. Não, não vão. O que vai nos levar ao céu é mudança de comportamento. Não nos enganemos, moçada. A gente já tá bem grandinho em termos de espiritualidade aqui na terra, né? Já ouvimos Jesus faz 2000 anos, estamos batalhando nessa história, nesse exercício, discutindo esse texto tem 2000 anos. Parece que já está bastante claro para todos nós que a parte importante é o que tá por dentro, é o sentimento, é o amar ao próximo. Vamos lembrar do que Jesus nos orientou. Então, nada, nada, nenhuma opinião alheia, nenhuma, nenhum procedimento externo, nada que esteja ligado a algum ato, algum ritual, é necessário, é suficiente, é mandatório do ponto de vista da evolução. Eu posso retirar tudo isso da minha vida, Vânia? Posso. Ah, mas na minha família, na
ue esteja ligado a algum ato, algum ritual, é necessário, é suficiente, é mandatório do ponto de vista da evolução. Eu posso retirar tudo isso da minha vida, Vânia? Posso. Ah, mas na minha família, na minha comunidade, eu mesmo na minha vida de alguns anos atrás tô tão acostumado com isso. Falei: "Amigo, a vida é sua, você faz o que quiser, vai onde bem entender, se porta como quiser." Não é esse o problema, não é a parte externa, não são as mãos lavadas, né, que o tornam pessoas melhores, né, no sentido de ingerir o alimento, como dizia o Cristo. É o contrário, é o que você fala, o que você bota para fora. E o que você bota para fora, você pode estar limpinho, arrumadinho por fora, não pode? Você pode estar indo na igreja A, B, C ou D. Você pode estar se comportando socialmente, aparentemente, como o cristão. Nossa, mas que homem, que mulher, né? Que pessoa maravilhosa, de uma bondade, de É, não vou julgar porque não sei, não conheço, nem me cabe fazer isso. Mas essa pessoa que se apresenta assim, ela que tem que saber se ela é assim ou não, porque o objetivo é sermos assim por dentro. A coisa tem que vir de dentro para fora, porque para Deus, para Jesus, o que conta é o teu interior. É o que tu coloca para fora, é o que tu é e não o que você aparenta. Ao final desse desse desse tema aqui no Evangelho, os espíritos nos dizem: "Não basta, não basta aparentar a pureza, é preciso que ela exista no coração." Novamente eu volto a repetir, cada um se apresente exteriormente como quiser. Não há nenhum impedimento de nada. Ah, mas eu gosto de ir na comunhão, Van. Eu gosto de ir também ali. Eu gosto de Vai aonde quiser, gente. Vive a sua vida tranquilinho. Não é isso que faz você uma pessoa melhor ou pior. É o que você sente, é o que você pensa, é o que você faz para ajudar a você e ao próximo. Como diria a dona Vânia ali, entendido, moçada? Então, nessa tarde maravilhosa de quinta-feira, vamos aproveitar esse ano de 2025 para começar agora que passou o carnaval, o ano começou, a gente pode
Como diria a dona Vânia ali, entendido, moçada? Então, nessa tarde maravilhosa de quinta-feira, vamos aproveitar esse ano de 2025 para começar agora que passou o carnaval, o ano começou, a gente pode começar a fazer uma limpeza dentro da nosso coração, dentro do nosso sentimento. Nada muito forte, porque reforma grande da trabalha é um problemão. Vamos começar com a besteirinha. Se eu fazia 10 sofocas por dia, eu vou fazer só nove. até que nove fofocas fique na média. Tá bom? Tá bom. Então agora eu vou fazer oito fofocas e assim eu vou, né? é de defeitinho em defeitinho, eu vou diminuindo. Se eu fizer uma boa ação, uma boa ação daquelas bem assim gritante, por semana, serão 52 ao final do ano. Depois, quando eu conseguir fazer uma única boa ação por dia, que eu possa me deitar à noite, dizer, que que eu fiz de bom hoje? Eu tenho que lembrar uma coisa que eu fiz de bom hoje. Serão 365 por ano. Até, meus amigos, eu desejo a todos nós que nós não consigamos mais contar as nossas boas ações, os nossos momentos e as nossas vontades em ajudar o próximo. Desejo a todos então que possamos caminhar unidos em Jesus para que não pensemos na nossa vontade, mas que pensemos na vontade de Deus, nos conselhos de Jesus e que possamos caminhar uns para os outros como verdadeiros irmãos. Que a paz do mestre permaneça em nossos corações. Muito obrigado. Agradecemos ao nosso irmão Leandro pela reflexão e neste momento vamos elevar o nosso pensamento ao nosso sol. Esse sol que aquece as nossas mentes, os nossos corações, nos convidando a seguir o caminho onde vamos exercitar o amor, a paciência, a solidariedade, a indulgência, conquistando cada vez mais as virtudes. do reino dos céus, para que purifiquemos os nossos corações, eliminando os ressentimentos, as mágoas, que exercitemos verdadeiramente o perdão. E lembrando do que Jesus nos disse, que o seu falar seja assim, sim, não, não. Sejamos verdadeiros. Busquemos nas nossas atitudes sermos puros como Jesus nos convida. E neste momento pedimos a
perdão. E lembrando do que Jesus nos disse, que o seu falar seja assim, sim, não, não. Sejamos verdadeiros. Busquemos nas nossas atitudes sermos puros como Jesus nos convida. E neste momento pedimos a Jesus que nos fortaleça, nos ampare, não só a nós, mas os nossos familiares e a todos encarnados e desencarnados do nosso planeta, onde há tanta dor, tanto sofrimento, tantos necessitados de uma palavra amiga e muita paz naqueles corações ainda tribulados, cheios de ressentimentos, de mágoas, de desejo de vingança. São nossos irmãos necessitados das nossas orações. S conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja, meus irmãos. Por favor, aguardem a chamada para o passe que eles faram. As nossas irmãs falaram as prioridades, tá? OK. Fiqu em paz, tem um ótimo final de semana. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força
ficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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