TUDO PRECISA DE TEMPO - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/11/2025 (há 4 meses) 42:06 1,672 visualizações

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Transcrição

a ti, Senhor meu. a todos e a todas. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comhão Espírita de Brasília, tanto que nos acompanham aqui presencialmente no Salão Bezerra de Menezes, como também aqueles que nos acompanham aqui pela internet. Saúdo a Emiliana, Inês Ribas, Riba Martins e a Carla Silva e todos os outros que vão entrar aqui, né, eh, de forma ao vivo ou posteriormente de forma gravada. Estamos hoje com o nosso irmão Leandro Irigonê, que vai trazer o tema Tudo Precisa de Tempo. E aí, quebrando um pouquinho o protocolo, eu pedi um uma assistente, né? Essa aqui que tá à minha esquerda é a Sofia, minha filha mais velha, e ela fará a leitura inicial, né? A leitura com a proposta de acalmar nossos pensamentos, deixar a gente mais presente para o momento atual. Capítulo relacionamento familiar. Tens razão quando consideres a o relacionamento familiar a coisa mais valiosa na tua vida. É com imenso regozijo que teus esforços para unir aqueles que participam da tua pequena comunidade são são observados e que cada um daqueles que compõe os zelos da corrente das relações familiares representam um irmão que foi ao teu encontro para buscar a solução de de seus problemas antigos de outras vidas. É por isso que as oportunidades de encontro da família humana são ensejos de renovação íntima, além de proporcionarem reconforto espiritual e reajuste das das posições na escala evolutiva. Não deixe passar ocasiões que a vida te oferece de aproximação com esses seres com esses seres que de alguma forma ainda dependem de ti, seguindo teus passos, observando teus exemplos e aprendendo contigo. que teus atos e palavras não se se percam para para que se aproveite a utilidade que podem representar para alguns que ainda careçam de esclarecimento e de compreensão. Deus te abençoe. >> Uma boa mensagem, né? Ainda mais falando, né, o relacionamento familiar, né, eh, esses espíritos que a gente se encontra. É uma coisa que eu brinco tanto com ela quanto com a minha caçula, né, que a gente fez uns combinados, né,

mais falando, né, o relacionamento familiar, né, eh, esses espíritos que a gente se encontra. É uma coisa que eu brinco tanto com ela quanto com a minha caçula, né, que a gente fez uns combinados, né, antes de vir para cá, né, e aí a posição hoje é de receber e a mensagem tá falando muito isso, né, desse convite que o relacionamento familiar, seja ele qual for, nos convida, né, a nos aperfeiçoarmos. Diante dessa mensagem inicial, agradecemos a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre e guia, nosso amigo. agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente por este momento que estamos aqui reunidos para refletir o ensinamento de Jesus, refletirmos todos os ensinamentos que a doutrina dos espíritos, o consolador prometido por Jesus vem nos ensinando. Que possamos a cada frase, a cada pensamento refletirmos em nossas vidas. O que podemos aplicar na mensagem que tudo tem seu tempo? Ampare, Senhor, nosso irmão Leandro para que ele seja intuídos seus pensamentos, trazendo a mensagem de esperança, de conforto e consolo. Que possamos ter uma boa palestra. Que assim seja. Olá, minhas amigas, meus amigos. É um prazer renovado esse nosso encontro, aonde temos a oportunidade de conversar um pouco mais sobre a nossa caminhada na terra, nessa escola bendita, a nossa caminhada dentro da nossa família universal. E já que a leitura introdutória foi de relacionamento familiar, nós podemos estender esse pensamento para o nosso relacionamento familiar espiritual, para o nosso relacionamento familiar terreno, a convivência de uns com os outros, de todos. E é um pensamento muitas vezes conflitante. Gente gosta da ideia de ser amado, de ser querido, né, no nosso círculo familiar, entre os amigos, se possível até um pouquinho assim de fama, né, nada de muita coisa, mas aquela aquela percepção, aquela sensação de que você é querido, você é bem visto, bem quisto, por onde você passa, por onde você hoje em dia consegue se projetar. tá através da internet. Mas ao mesmo tempo em que nós pensamos

aquela sensação de que você é querido, você é bem visto, bem quisto, por onde você passa, por onde você hoje em dia consegue se projetar. tá através da internet. Mas ao mesmo tempo em que nós pensamos no prazer que sentimos pelo bem que recebemos, precisamos fazer um paralelo da nossa necessidade de também termos esse carinho pelos outros. E novamente a gente vai pensar, bom, isso é fácil. com aqueles que estão mais perto, aqueles que eu amo, a família, os parentes, os amigos, os colegas de trabalho, as pessoas com quem eu convivo harmoniosamente ao longo da vida. Bom, tranquilo, fácil. A maior dificuldade nossa é colocarmos em prática as palavras de Jesus quando interpelado o templo em Jerusalém sobre se ele conhecia o primeiro e maior mandamento. O que que ele disse? Amar a Deus sobre todas as coisas. este o primeiro e o maior mandamento. Ele continua. E aí tendes o segundo que é semelhante ao primeiro. Amarás ao próximo como a ti mesmo. Então a gente pensou, já que ele vinha na linha do decálogo, né? Ele pegou o primeiro mandamento, deu uma resumida e deixou a frase bem curtinha e bem direta. amar a Deus sobre todas as coisas. Ele pegou a segunda e já mudou, porque a segunda falava sobre o uso do nome de Deus no decal. E Jesus vem e diz: "Olha, amarás ao próximo como a ti mesmo". E ele passa a régua, gente, com a terceira frase, quando ele diz: "E aí estão contidas, aí tendes toda a lei, a lei mosaica e os profetas". Jesus deu uma resumida. Nós devemos amar a Deus, mas como fica um pouco difícil compreender Deus, ele deu uma facilitada, deu uma pista, um caminho por onde nós poderíamos seguir. E o caminho é amar ao próximo como a ti mesmo. O problema, Anderson, é a questão do definir o próximo e entender o como a ti mesmo. O comoismo é da mesma forma que eu me amo, eu vou amar o outro? Ou é porque eu me amo, eu sou obrigado a amar o outro? E se eu não me amar? E se eu me mal amar? E quem é meu próximo? Meu próximo é o próximo físico, fisicamente falando, ou meu próximo é o próximo emocional.

ue eu me amo, eu sou obrigado a amar o outro? E se eu não me amar? E se eu me mal amar? E quem é meu próximo? Meu próximo é o próximo físico, fisicamente falando, ou meu próximo é o próximo emocional. ou o meu próximo é o próximo que eu gosto, porque quando deixar de gostar não é mais próximo, então é o próximo do momento. Isso podia causar uma certa confusão na gente, né? Como é que eu vou amar? Quem que eu vou amar? Já que eu não entendo muito sobre Deus. Ficou meio confuso. Mas aí na última ceia, na última reunião com os apóstolos, Jesus diz assim: "Deixo-vos um novo mandamento". Que seria o terceiro mandamento dele? que em verdade vem explicar o segundo, dá uma clareada. Ele define muito claramente a confusão que a gente pode ter ficado quando ele dizia o seguinte: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei". Então, não fica mais o próximo indefinido e amai-vos uns aos outros. Não tem limite, não tem exceção. E vamos amar como? Como a gente se ama, como a gente não se ama. Não, como ele nos amou. Então ele deu o limite desse amor, que não ter limite e deu a forma que é do jeito que ele nos amou, que ele exemplificou o amor amplo, geral e restrito, fraterno, divino. Mas e o que que tem isso a ver com o tema tudo precisa de tempo? é que eu descobri que eu não consigo e imagino que os outros também não, atender essa meta rapidamente. Não consigo amar o mundo todo do malvadão ao bonzinho com o amor que o Cristo ama. Até porque eu não tô no nível do Cristo, no nível de Jesus. Eu não sou um espírito puro, um espírito perfeito. Tô longe disso. Tô no início da caminhada. E acredito que todos nós que estamos no mesmo nível evolutivo ou no nível evolutivo próximo, estejamos bem distantes do Cristo. Então, bem distantes dessa dessa forma de amar, bem distantes da capacidade de englobar a todos no nosso amor. Mas a meta é pegar a leitura do prazer familiar, do amor familiar, da relação familiar e estendê-la ao universo. Não pede para amar a Deus. Como é que eu posso amar a Deus se eu

a todos no nosso amor. Mas a meta é pegar a leitura do prazer familiar, do amor familiar, da relação familiar e estendê-la ao universo. Não pede para amar a Deus. Como é que eu posso amar a Deus se eu não amo as suas coisas? Entendendo que ele é a perfeição absoluta do universo, então tudo que ele fez é perfeito. Ah, não é não, Leandro, não é não, Anderson, porque eu sou imperfeito, as demais pessoas são imperfeitas, o mundo tá meio confuso. Não, gente, volto a dizer, a vida é perfeita. O que não é perfeito é o nosso comportamento. E o nosso comportamento não é Deus quem fez. Ele nos deu livre arbítrio para que nós pudéssemos experimentar, pudéssemos entender, compreender, adquirir valores intelectuais e morais e avançar. ruma a ele, ruma a luz. Então, tá tudo certo. O que parece errado é apenas a forma como a gente tá enxergando a vida. Não sei, não. Tem muita coisa esquisita. Eu tenho passado por umas situações, não são muito fáceis de explicar. Eu vejo muita gente sofrendo por aí. Podem acreditar. Não cai uma folha de uma árvore sem que meu pai o queira. Outra frase de Jesus. A nossa convivência pode parecer às vezes um pouco difícil, um pouco tumultuada, mas é fruto das escolhas que nós fazemos. E é através desta convivência que a gente vai se aprimorar. Então, inicialmente nós temos aí até por uma necessidade que vem lá de trás certos comportamentos como o egoísmo exacerbado, a violência, o uso da força, a vaidade, o orgulho e foram sentimentos, gente, úteis no início da caminhada humana. Porque pensem bem, lá nas cavernas, antes das cavernas, porque as cavernas estavam de certa maneira habitadas pelos animais. Eles se socorriam das intemperes, do medo dos outros animais, se protegiam as cavernas. O homem, inicialmente na terra, ele não era o caçador, ele era presa. As feras da época usavam a gente como almoço e jantar. Até que esteve um ponto de virada em que o homem consegue se reunir, se defender, passa de presa a caçador, inverte. Mas de lá para cá, esses milhares de

da época usavam a gente como almoço e jantar. Até que esteve um ponto de virada em que o homem consegue se reunir, se defender, passa de presa a caçador, inverte. Mas de lá para cá, esses milhares de anos, será que a gente não precisou usar da força, do orgulho, da vaidade, do egoísmo para sobreviver, para levar a espécie humana pra frente, para formar um uma sociedade, para manter uma organização, para fazer o progresso. surgir, se manter e crescer. Precisou. Então, certos comportamentos que eram admitidos e necessários lá atrás não o são mais hoje. Eu não preciso mais, Anderson, ser violento. Eu não preciso mais usar da força para com as pessoas, nem das palavras rudes, da agressão verbal, da agressão psicológica. Mas a gente ainda usa. Porque tudo para se transformar precisa de tempo. Então, não vamos nos angustiar quando pensarmos no tanto que precisamos transformar em nosso coração ainda, nas questões internas que precisamos trabalhar, nas dificuldades pelas quais estamos passando, porque tudo no seu devido tempo, tudo obedece uma ordem universal. A gente já sabe disso. Embora alguns processos na vida sejam mais rápidos que outros, existe um tempo, infinitezimal que seja, ou imensamente grande, mas tudo obedece a um ciclo. Então tudo precisa de tempo. E tempo para ser devidamente vivenciado vai lembrar-nos de duas palavras: esperança e paciência. A esperança apoiada na fé em Deus vai nos dar a certeza de que as coisas vão se resolver no seu devido tempo. Tudo tem um momento certo para acontecer. Mas para que eu possa esperar, para que eu possa ter esperança, eu preciso ter paciência. Então, já começa por aí. Tudo tem seu tempo, mas enquanto o tempo não passa, eu vou usar de paciência para esperar o tempo passar. E nesse meio tempo, Anderson, eu não vou ficar à toa sentado olhando pro teto. Eu vou viver a minha vida. Sabe por quê, gente? Lembrando novamente que tudo precisa de tempo. Então tudo tá dentro do tempo. Quando eu olho para trás ainda nesta vida, e se eu quiser estender esse pensamento

iver a minha vida. Sabe por quê, gente? Lembrando novamente que tudo precisa de tempo. Então tudo tá dentro do tempo. Quando eu olho para trás ainda nesta vida, e se eu quiser estender esse pensamento para as minhas vidas anteriores, eu posso fazê-lo, não tem problema. Eu estarei me referindo ao meu passado. Mas gente, o passado é um caderninho que serve apenas para você anotar o que deu certo e o que não deu tão certo. É um livro importantíssimo, mas é um livro de referência, é um livro para consulta. Tô pensando em fazer tal coisa, Anderson. Será que eu já fiz isso? Será que dá certo? Então você vai no seu passado e consulta. Uhum. Isso mesmo. É uma boa atitude. Ou então, não, não, não, não. Por aqui eu não vou seguir porque não vai dar certo. Qual é o problema quando eu consulto o passado ou quando me lembro dele? ou quando eu vou consciente ou inconscientemente a ele. São duas palavras que a gente tem que tomar muito cuidado com elas, que é a culpa e o remorço. Sabem para que que culpa e remorço servem? Para nada. Antes fosse para nada, elas têm uma função nociva. Elas nos atrasam. Culpa e remorço nos colocam no atoleiro espiritual. A gente fica parado olhando para o momento, a fase em que nós entendemos aquilo de forma equivocada. nos arrependemos e procuramos a culpa e o remorço como uma espécie de autopunição. Eu fiz aquilo, eu sou culpado, eu não devia ter feito. Ah, meu Deus, eu sou culpado, que droga. E fico remoendo aquilo e fico me punindo, me condenando. Encarnação atrás de encarnação. Esse remorço culpa. Mas vamos ser práticos. Vai me levar a quê? A um sofrimento psicológico, moral cada vez maior. A depressão e a vontade de sumir no universo. Se eu pudesse, quando eu lembro do meu passado tenebroso, eu queria me apagar. Tuf. Só tem um detalhe. Eu sou criação divina, filho de Deus. Eu tenho a centelha divina dentro de mim. Eu sou uma centelha divina. Eu não posso me apagar. Deus não deixa. Eu não tenho esse poder, nem esse direito. Então, preciso me livrar de culpa e

ho de Deus. Eu tenho a centelha divina dentro de mim. Eu sou uma centelha divina. Eu não posso me apagar. Deus não deixa. Eu não tenho esse poder, nem esse direito. Então, preciso me livrar de culpa e remorço. Então, passado, gente, é apenas para consulta do que deu certo e do que não deu. Por que que eu tô falando isso? A gente tá falando de tempo. A gente tá falando de que tudo precisa de tempo. Então, já sei, Anderson, eu vou olhar pro meu futuro, eu vou planejar as coisas boas que eu vou fazer, a pessoa legal que eu vou ser, o espírito bacana que um dia serei. Bom, só tem um detalhe, né? futuro, são desejos, são vontades que podem mudar amanhã ou depois, é um planejamento, são propostas que eu gostaria de fazer, são metas que eu quero atingir. O que eu quero dizer é que são coisas que ainda serão trabalhadas, que não estão bem elaboradas, que não chegaram aos seus detalhes, são vontades para a frente. E se eu passar minha vida focado nisso, eu acabo me tornando uma pessoa ansiosa. Se eu vivo só no passado, eu me deprimo. Se eu penso só no futuro, eu me torno ansioso. De um jeito ou de outro, vou acabar no consultório do psiquiatra e do psicólogo. Por que, gente? Porque não tô respeitando aquela ideia de que tudo precisa de tempo. Tempo para deixar o que já passou, tempo para esperar o que vai chegar e o mais importante, respeitar o tempo atual. Nós não temos passado e nem futuro. São registros, são propostas. Nós só temos sempre o momento atual. O que existe pra gente o tempo todo da nossa vida imortal é o presente. É sempre o presente. A gente tá sempre no presente. O passado é algo que a gente viveu, já foi. O futuro é algo que a gente ainda não viveu. Então não é. Já foi, não é? E o que que é agora? É o aqui agora. Então, é aqui e agora que eu tenho que focar. É no aqui, não agora. É nesse momento da minha vida. É o momento mais importante da minha vida. Qual é? É o agora. Porque é agora, é neste tempo, e tudo precisa de tempo, que eu realizo, que eu faço as coisas.

, não agora. É nesse momento da minha vida. É o momento mais importante da minha vida. Qual é? É o agora. Porque é agora, é neste tempo, e tudo precisa de tempo, que eu realizo, que eu faço as coisas. Repararam? Ah, mas eu lembro de umas coisinhas que eu fiz lá atrás nessa vida ainda ou em outras. Eu eu queria ah, eu queria não ter feito. Não tem problema. Vamos reparar, vamos consertar. Ah, é, é. Olhou no livro do passado, viu que não tava bom. Essa é a grande justiça vinda pela reencarnação. A vida nossa, de cada um, não teria muito sentido, não teria muita possibilidade de crescimento sem a proposta reencarnatória. Reparem, alguma coisa não muito boa feita no passado e não tem jeito de consertar. Tem. a gente programa pro futuro uma forma de reparação, de conserto. Então, fiz algo muito grave, eu vou ter a chance de pedir perdão, vou ter a chance de me aproximar das pessoas, vou ter a chance de estar com elas e suportar aquele mau humor da parte delas para comigo. Porque o simples contato entre os espíritos faz com que a gente lembre inconscientemente da situação. Não sei por, Anderson, mas eu sinto um imenso amor por você, mas eu poderia dizer, não sei, aquele ano é um rapaz meio esquisito, eu tenho agonia com ele, não sei o que que é. é o passado falando com a gente, o grande amor de outras vidas ou o desafeto de outras vidas. Então, se é o grande amor de outras vidas, ao nos reencontrarmos, é aquela alegria, é aquele suporte, aquele irmão, aquele esposo, aquele, né, aquela esposa, aquele filho, aquele pai, aquele amigo, aquele braço forte, aquela pessoa com quem você conta. que te sustenta, que você não precisa nem olhar, você só pensa ou também já pensou, já tem resposta. É uma coisa maravilhosa, nem sempre presente em nossa vida. Mas o desafeto quando a gente encontra é também no aqui e agora que eu vou ter que purgar, purificar, esperar passar o mal-estar, apresentar uma nova proposta de convivência. Ah, eu sei que ele é meio enjoadinho, mas se bobear, eu também sou para ele.

aqui e agora que eu vou ter que purgar, purificar, esperar passar o mal-estar, apresentar uma nova proposta de convivência. Ah, eu sei que ele é meio enjoadinho, mas se bobear, eu também sou para ele. Mas não faz diferença. Se eu tô com alguma coisa com ele, eu vou aprender a amá-lo. Eu vou buscar amá-lo. Vou buscar relevar o que eu tô achando que não serve nele e vou procurar as qualidades dele, porque ele tenha. E quem procura acha. Eu tô fazendo o quê? Eu tô dando a chance de recriar uma ambiência entre mim e ele para que no futuro ele aceite que eu o ame. Ele aceite a minha reparação. Então, quando a gente faz alguma coisa que não estava muito certa, a gente precisa de tempo. Tudo precisa de tempo. Tempo para que o outro aceite vir, vão viver com você. te perdoe e aceite estar ao seu lado. Tempo para que você consiga absorver, entre aspas, as reclamações que virão da parte do outro, mesmo tendo te perdoado, o acerto da convivência, a pacificação dos corações. tempo para que após isso a gente comece a construir o amor e tempo para que esse amor se solidifique. Olha como tudo precisa de tempo, mas tudo é realizado no agora, com paciência, com calma, com tranquilidade. Todos nós somos capazes, todo mundo consegue. Mas o tempo, gente, é o tempo de Deus. A gente se propõe a se disponibiliza, pede ajuda ao plano espiritual, pede ajuda a Deus, a Jesus, entra com vontade, com esforço, com abnegação, porque sem essas três virtudes você não vai pra frente, você não refaz nada e nem faz nada. Você tem que tem que querer, tem que ter vontade, tem que se esforçar e tem que entender que a vida é um processo contínuo de transformação e algumas coisas vão passar. Eu li outro de uma frase que diz assim: "Tem coisas que leva muito tempo e tem coisas que o tempo leva. Então, meus queridos, com esse pensamento de que o tempo é um grande aliado nosso, que nós devemos sempre lembrar que o amor infinito de Deus nos disponibiliza, nos dispõe internamente e externamente todo o tempo necessário para a nossa

mento de que o tempo é um grande aliado nosso, que nós devemos sempre lembrar que o amor infinito de Deus nos disponibiliza, nos dispõe internamente e externamente todo o tempo necessário para a nossa evolução. Tenhamos então muita paciência, muita calma, muita tranquilidade, muito amor por nós, porque no final tudo sempre vai dar certo. Que possamos aproveitar então esse tempo com muito amor. Muito obrigado. >> Obrigado também ao Leandro, né, pelas reflexões desta manhã. essa reflexão sobre o tempo, né? Fez uma abordagem ali no meio que a gente sempre costuma ouvir e às vezes não reflete tanto, né? Que ficarmos presos ao passado cor o risco de ficarmos depressivos, né? E presos ao futuro o risco de ficarmos muito ansiosos. Então esse convite é de estarmos presentes, né? E aí ele falando, eu lembrei de um de um vídeo antigo, eu tava até procurando aqui para ver se achava a minha ação correta, mas é uma reflexão que o Aroldo Dutra Dias fala sobre a meditação e o conceito, né? Um um abordagem chamada mindfulness, que traduzindo seria mente plena, é você estar concentrado no que você está fazendo, né? Então se estamos aqui na palestra, estamos presentes na palestra. Se vamos almoçar daqui algumas horas, estamos presente na hora do almoço. E assim sucessivamente. Ele faz o exemplo, inclusive que eu acho engraçado, de lavar a louça, né? Então ele fala que é possível meditar lavando a louça, sentindo que você tá ali presente, né? >> Focar no que tá fazendo, >> focar no que tá fazendo, né? Então acho que vai muito ao encontro do que o Leandro falou hoje nessa manhã. Gratidão novamente a ele pelas suas reflexões e gratidão também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Saudo também os que estão aqui de forma virtual, né? As últimas mestras aqui, a Célia, a Fátima, a Luciana, a Ana, mestra Branca. Um agradecimento especial a Emiliana, né? E agora a Aline Fernanda, que se tornaram membros do canal da comunhão. Também vejo aqui a Ines Ribas. É uma forma de est

ma, a Luciana, a Ana, mestra Branca. Um agradecimento especial a Emiliana, né? E agora a Aline Fernanda, que se tornaram membros do canal da comunhão. Também vejo aqui a Ines Ribas. É uma forma de est auxiliando, né, a comunhão espírita de Brasília. Mas também podemos auxiliar a comunhão seguindo o canal, deixando o joinha, compartilhando. É uma forma de tá mostrando que o conteúdo ele é positivo, né? Também deixar um agradecimento especial aqui à minha filha que tá à esquerda, a Sofia, fez a leitura inicial, né? Eh, toda essa conexão nos nos ajuda, né? Nos conecta como irmãos, né? Como o Leandro falou no começo da palestra, na família espiritual, né? onde temos Jesus como nosso pastor. Nesse sentimento de agradecimento, renovamos agradecimento a toda espiritualidade que aqui se faz presente, nos amparando e nos acolhendo. Jesus, nosso mestre guia, amigo de todas as horas, porque ele também disse que onde dois ou mais estiverem presentes em teu nome, ele ali estaria presente. E o mais importante, agradecer a Deus, nosso pai, criador de todas as coisas, agradecer por essa oportunidade da presente encarnação, mas mais especificamente pelo dia de hoje. Que possamos renovar nossas energias, saindo daqui fortalecidos, melhor do que aqui chegamos. Permanecemos num silêncio íntimo, nos preparando para o momento do passe, seja presencial ou virtual. Que possamos ter um ótimo final de semana e uma ótima semana que vai se iniciar. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais. guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um

stabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

nsinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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