Kardectube em 2025 - 2026: reflexões e perspectivas com Michel Macedo. Live especial de fim de ano

CanalFEP 29/12/2025 (há 3 meses) 1:57:54 207 visualizações

Kardectube em 2025 - 2026: reflexões e perspectivas com Michel Macedo. Última live do ano Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Seja membro e ajude o canal! Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo # espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

Boa noite a todos, sejam bem-vindos. Domingo, 28 de dezembro de 2025, chove há uma semana no interior do Rio Grande do Sul. Eu sou Michel Macedo, você está no canal Kardec Tube e hoje nós realizamos a nossa última live especial do ano de 2025, último domingo do ano, última live especial do ano. Claro que amanhã à noite nós teremos ainda o estudo do livro dos espíritos às 20 horas lá no canal Estudar Kardec do meu amigo Lauro Rodrigues. E terça-feira nós teremos mais um vídeo analisando a obra Nosso Lar. Mas essa é uma live especial e por isso, como live especial é a última live do ano. Sejam todos bem-vindos, os nossos amigos e seguidores de sempre e as pessoas novas que estejam chegando. A gente vai conversar hoje coisas muito importantes, evidentemente relacionados ao espiritismo. obra de Kardec, mas propriamente falando do Kardec Tube em si. Já quero dar boa noite aqui. Ah, eu não sei se é Gabriel ou Gabriela, tá? Gabi J9Q se tornou novo membro. Seja bem-vindo. Lembrando que quem se torna membro pode assistir os nossos estudos de sexta-feira, o estudo do livro dos médiuns. Então você tem acesso ao estudo do livro dos médiuns. Tanto os estudos que já aconteceram, eles ficaram gravados, você entra aqui na playlist, quanto os que virão. Inclusive, nessa sexta-feira, primeira sexta-feira de 2026, nós teremos o estudo às 20 horas aqui no Kardec Tube, no dia 2, na sexta-feira, o estudo do livro dos médiuns. Você que é assinante pode vir nos assistir. Você que não é, basta assinar o canal, se tornar membro, você vai em seja membro aqui no canal do Kardec Tube e assina por R$ 19,99. você está ajudando o canal e a gente tá retribuindo com mais conhecimento da obra de Kardec. Tenho também aqui o Cláudio, que já é um alguém que nos assiste, e ao nosso amigo aí, o José, o Zelão. Boa noite, sejam bem-vindos. Bom, primeiramente, o que que a gente vai fazer hoje para vocês entenderem o objetivo dessa live? O que me fez fazer essa live? Primeiro, porque 2025 para o Kardec Tube

o. Boa noite, sejam bem-vindos. Bom, primeiramente, o que que a gente vai fazer hoje para vocês entenderem o objetivo dessa live? O que me fez fazer essa live? Primeiro, porque 2025 para o Kardec Tube foi um ano muito marcante, muito importante. Era preciso falar sobre 2025 porque ele foi um ano com muitas coisas pra gente refletir. Em segundo lugar, eu havia me tocado que Allan Kardec, todo final de ano, início de ano, Kardec fazia na revista espírita um balanço do ano que passou e do ano que viria. Também percebi e aqueles que leem a revista espírita sabem do que eu estou falando, né? Revista Espírita de Allan Kardec, publicado entre janeiro de 1858 até abril de 1869. Ele publicou mensalmente a Revista Espírita. Então, quem lê a revista espírita e você pode ler de graça no cardecia.com, sabe disso que eu tô falando. Todo final de ano ele fazia um balanço, uma análise, assim como também em alguns momentos Kardec falava de si, da sua pessoa. E isso me fez refletir e naturalmente aprender com ele. Claro que dadas as infinitas e de gigantescas proporções, mas eu entendi que era importante isso e por isso ele fazia. E lembrem, tudo que Kardec fazia é pra gente se espelhar, né? Eu fui entendendo ao longo dos anos e principalmente isso ficou muito claro em 2025 que a gente precisa em alguns momentos falar do próprio projeto e às vezes falar de si. Vejam, a gente sempre bate na tecla que o mais importante num projeto espírita kardequiano tem que ser Allan Kardec, em primeiro lugar. Mas a gente aprende também que em alguns momentos a gente tem que tratar do projeto da instituição ou da pessoa em si, como Kardec também, ele colocava o espiritismo em primeiro lugar, mas em alguns momentos ele tinha que falar dele. Então foi uma coisa que eu achei importante. É preciso falar sobre o Kardec Tube, como que a gente chegou até aqui, o que aconteceu pra gente chegar até aqui, o que está acontecendo no atual movimento espírita e o que a gente projeta tanto do nosso projeto quanto de

o Kardec Tube, como que a gente chegou até aqui, o que aconteceu pra gente chegar até aqui, o que está acontecendo no atual movimento espírita e o que a gente projeta tanto do nosso projeto quanto de um panorama geral para o espiritismo em 2026. Então é muito importante a gente falar disso, porque mesmo as pessoas às vezes que estão envolvidas com o estudo do espiritismo, elas só com o estudo do espiritismo, elas muitas vezes não participam do movimento espírita, né? E é importante a gente que tá à frente do projeto falar sobre isso. Outra coisa que eu também percebi ao longo dos anos e principalmente esse ano, houve um tempo em que eu achava e que se falasse em Kardec já bastava. Eu por algum por muito tempo eu achei que se falasse só em Kardec bastaria. Não era preciso criticar outros autores, outros palestrantes, outras instituições. Isso era até algo desagradável, negativo. Apenas falar em Kardec bastaria, assim como muitos kardequianos ainda pensam. E a experiência foi nos mostrando que não basta. A gente também precisa fazer o enfrentamento, a gente também precisa fazer a luta, a discussão e a denúncia. Precisa fazer. Então, então também isso é uma coisa necessária. Então, por essas razões, a gente decidiu fazer essa live no último domingo do ano para falar um pouco como a gente chegou até aqui, o que está acontecendo e o que a gente projeta, tá certo? Bom, eu também vou aproveitar essa live para durante ela anunciar dois novos projetos. Daqui a pouco eu anuncio dois novos projetos que nós vamos iniciar agora em 2026. Tá? Tenho aqui também outro grande amigo, o Ébert Cardoso, um grande estudioso de Kardec, alguém que realmente se dedica a estudar. Temos a Fátima também, que está sempre nos acompanhando, mandando boas questões. Um uma boa noite a vocês. E não se esqueçam, quem está aqui, que ainda não curtiu o vídeo e não se inscreveu no canal, se inscreva. O Luciano também, boa noite. E quem tiver interesse se torne membro para ajudar o canal e participar do

esqueçam, quem está aqui, que ainda não curtiu o vídeo e não se inscreveu no canal, se inscreva. O Luciano também, boa noite. E quem tiver interesse se torne membro para ajudar o canal e participar do estudo de sexta-feira ou assistir gravado depois, se a pessoa não pode assistir na sexta. Mas vocês me permitam então que eu comece fazendo algumas considerações sobre o início de tudo, não o início apenas do Kardec Tube, mas como que eu chego ao espiritismo. Alguns aqui devem recordar que há algum tempo, se eu não me engano, ano passado, a gente fez uma live chamado Minha História, em que a gente falou um pouco disso, mas claro que como a gente dividi o tempo ali da live com mais de uma pessoa, a gente tinha que resumir muita coisa. Mas eu também quero aproveitar que hoje que a audiência do Kardecube é maior, eu quero retomar algumas coisas. E por favor, entendam que isso é em prol do projeto e do espiritismo, né, que a gente vai falar da nossa história, porque isso é importante, não a gente, mas as reflexões que a gente pode fazer, porque pode ser algo que muitos passaram ou estejam passando. E também para ficar isso registrado paraa história, né? É importante a gente falar da história das coisas para ficar registrado, porque senão acontece o quê? Daqui 100, 50 anos as pessoas estão sofrendo para tentar descobrir as coisas porque a gente deixou de falar. Então é também importante deixar registrado isso. Então, eh, para aqueles que já sabem e para os que não sabem, em 2002, início de 2002, eu tinha 13 anos. E sempre morei na mesma cidade até então cresci e me criei na mesma cidade no interior do Rio Grande do Sul, numa cidade chamada Cruzalta, próxima a Santa Maria, uma cidade muito pequena, que é conhecido aí no mundo da literatura porque é a cidade onde nasceu o escritor Érico Veríssimo, né? E com 13 anos de idade, em 2002, o que que era a realidade naquela época paraa grande maioria das pessoas, ainda mais numa cidade pequena, né? Não era o tempo do smartphone, não era o tempo de

mo, né? E com 13 anos de idade, em 2002, o que que era a realidade naquela época paraa grande maioria das pessoas, ainda mais numa cidade pequena, né? Não era o tempo do smartphone, não era o tempo de rede social, não era o tempo de internet, era uma coisa ainda muito nova, né? Qual que era a vida da gente com 13 anos de idade? Era os amigos da mesma rua, do mesmo bairro. ficarem, principalmente no período de férias, até tarde, na calçada na frente de casa, jogando bola, conversando, coisa de pré-adolescente, de férias, né? E era isso. Nós tínhamos ali uma alguns um uma dezena de amigos da mesma rua que se criou desde a infância juntos. E a gente fazia isso, era até altas horas sentado no cordão, coisas que hoje em dia são mais raras, né? A gente ficava sentado ali no cordão da calçada, falando sobre tudo, conversando sobre tudo, rindo e trocando ideia, né? Pois bem, nessas conversas eu não era o mais velho, eu era um dos mais novos do grupo, desse grupo de pessoas que se criou junto. Um dos nossos amigos, a gente ficou sabendo que ele tava frequentando um tal de centro espírita. E você sabe o que que é pré-adolescente e amigos que se criam juntos, ainda mais naquela época. Então existia muita, muito deboche, né? A gente dizia: "Ih, ele tá frequentando centro espírita, tá recebendo espírito, eh tá conversando com fantasma, porque era a ideia que a gente tinha de falar em casa espírita". E esse amigo que tava frequentando a casa espírita começou a contar pra gente as coisas que ele aprendia lá. E a gente virava as noites conversando sobre morte. fantasma, filme de terror, aquelas coisas, curiosidades que a gente tem na adolescência. Então a gente fazia perguntas, ele respondia, ia contando e a gente foi falando assim, imagina três, era uma faixa etária entre 10 e 15 anos quem convivia ali. E esse amigo que tava frequentando car espírito, então é quem ia, digamos, norteando a conversa, né, e falando pra gente sobre almas, espíritos, mediunidade, reencarnação. E a gente com aquela contando histórias,

que tava frequentando car espírito, então é quem ia, digamos, norteando a conversa, né, e falando pra gente sobre almas, espíritos, mediunidade, reencarnação. E a gente com aquela contando histórias, lendas e tudo mais. E aí um dia ele me disse: "Olha, Michel, eu sei que tu gosta de ler. Eu posso te emprestar um livro". Esse livro, ele é um livro de perguntas e respostas. E quem responde as perguntas são os próprios espíritos. E eu lembro que eu com 13 anos de idade fiquei impressionado com essa informação, pensar que tinham espíritos, gente morta respondendo perguntas. E eu digo, mas com certeza eu quero ler esse livro. Então tá, se chama o livro dos espíritos de Allan Kardec. E eu falei: "Quem é Allan Kardec? Meu Deus. E ele então lê o livro e vai me dizendo o que que tu acha." Então, foi assim o meu primeiro contato já com Kardec e o livro dos espíritos e que fique registrado paraa história, que eu conheci o espiritismo pela primeira vez nessa encarnação, graças a esse amigo chamado Márcio Silva. É a primeira pessoa em que eu devo toda a gratidão e nada disso que acontece hoje seria possível se não fosse ele a primeira pessoa a um dia me oferecer o livro dos espíritos. E ele mora até hoje em Cruzalta, né? E eu comecei a ler um livro, achei muito interessante, não entendia mais da que a metade do livro, mas achava muito interessante as perguntas, as respostas. E eu tinha naquela época uma vantagem natural que era a boa memória. Eu gravava as questões. As questões eu lia e gravava. Então, enquanto a gente continuava se encontrando ali nas tardes, nas noites, todos os amigos para conversar sobre aqueles assuntos, eu agora já lembrava das respostas. Eu eu opinava também ali entre os amigos. E um dia ele disse assim: "Por que que tu não vai junto na casa espírita agora que tu tá gostando do livro?" Porque eu eu li em uma semana o livro dos espíritos, só que eu era absolutamente, mas absolutamente tímido, longe dos amigos ali, os de sempre. A absoluta, a uma pessoa que

e tu tá gostando do livro?" Porque eu eu li em uma semana o livro dos espíritos, só que eu era absolutamente, mas absolutamente tímido, longe dos amigos ali, os de sempre. A absoluta, a uma pessoa que eu não abria a boca se não fosse ali naquele círculo de amigos. E eu falei, eu não vou na casa. E eu tinha um pouco de medo. Olha a ingenuidade, né? Eu tinha medo eh do que que podia acontecer na casa espírita, aquela sempre ideia de que os espíritos estão lá, eu vou trazer eles comigo, eles vão fazer alguma coisa, o pessoal lá do centro vai fazer alguma coisa comigo. Eu tinha essa ignorância. E ele dizia assim: "Michel, vai, vai com a gente". Até que um dia disse para ele, olha, vamos fazer o seguinte, eu vou, mas antes eu quero saber bem direitinho como que funciona e eu não quero ser exposto e ter que falar com ninguém. E ele que era uma pessoa muito inteligente, muito bem humorada, disse assim: "Não, é tranquilo, a gente vai assistir uma palestra, a gente vai sentar, assistir alguém falar, depois tem o passe e a gente vai embora e aí tu vê se tu gosta ou não." E aí a gente foi, eu lembro que eu tava muito nervoso, a gente foi numa casa espírita na cidade, foi a primeira vez. Então, isso era março, fevereiro, março de 2002, eu tinha 13 anos. Assisti uma palestra e eu lembro que fiquei muito nervoso no momento do passe, porque a gente tinha que pegar uma fichinha, fazer uma fila e eles iam chamando de cinco em cinco para entrar numa sala com uma luz meio azul, azul escuro. E eu fiquei muito nervoso de o que que vamos fazer lá dentro? Ele disse: "Não, tu vai sentar numa cadeira, vai fazer uma oração e eles vão estender as mãos como se fosse um benzimento e depois tu levanta e sai." E eu lembro que entrei naquela sala muito nervoso e é um mé curioso, todo mundo de olho fechado, uma pessoa na frente de cada uma que tava sentada na cadeira e aí eles ficavam lá movimentando as mãos e tudo mais. Assim foi a minha iniciação no centro espírita. E por que que eu tô dizendo isso? Porque

pessoa na frente de cada uma que tava sentada na cadeira e aí eles ficavam lá movimentando as mãos e tudo mais. Assim foi a minha iniciação no centro espírita. E por que que eu tô dizendo isso? Porque quando eu penso naquele início, um alguém de 13 anos com os amigos, não foi nem com os pais, nem com a família, num centro espírita, lendo sozinho o livro dos espíritos, numa cidade pequena do interior do Rio Grande do Sul e saber tudo que aconteceria depois, ninguém poderia imaginar tudo que aconteceria depois. Porque para alguém do interior do Rio Grande do Sul, com 13 anos de idade, chegar aonde a gente chegou e ter acesso ao que a gente teve acesso, é completamente improvável, completamente improvável que a gente chegaria onde a gente chegou. E onde é e onde a gente chegou? Ao na na no conhecimento e na relação das maiores lideranças espíritas do mundo. Então eu quando eu penso na naquele Michel, naquele Sent Spí e naquelas noites lá conversando, jamais poderia imaginar. E é curioso porque o e esse meu amigo Márcio Silva, ele teve vários momentos de intuição, né, que ele dizia assim: "Eu não sei por Michel, mas eu acho que tu vai ter alguma relação com o espiritismo". E eu dizia: "Mas não existe a menor possibilidade. O máximo que eu posso fazer é ler alguns livros e ir na palestra, né? Mas rapidamente, o que que aconteceu depois disso? Eu passo a frequentar as palestras, começo a devorar todos os livros possíveis que tratasse de espiritismo. E aí vem Chico, vem Divaldo, vem Raul, vem tudo que vocês possam imaginar. Lia sem parar, frequentava as palestras e aí logo veio o convite. Olha, tem grupo de jovens também. Comecei a frequentar grupo de jovens. Depois, ah, por que que tu não participa do grupo? Porque no grupo de jovens não se estudava Kardec. Estudar Kardec era coisa que só adulto podia. Como eu já tava lendo as obras de Kardec sozinho, eu tinha muita vontade de ver as pessoas explicando aqueles livros e só podia ser no grupo de adultos. E eu lembro que rolou até uma conversa assim, será que

já tava lendo as obras de Kardec sozinho, eu tinha muita vontade de ver as pessoas explicando aqueles livros e só podia ser no grupo de adultos. E eu lembro que rolou até uma conversa assim, será que esses jovens podem participar do grupo dos adultos? Vejam só a ignorância do movimento espírita, né? Não, porque o grupo de jovens era o quê? Era para fazer teatro, tocar violão, ficar fazendo brincadeira, pintando cartazinho, não existia isso tudo. E eu comecei a frequentar então o grupo dos adultos também. E o que eu comecei a perceber foi que, e não se preocupem, tá? Eu vou dar um salto daqui a pouco no tempo, senão a gente vai até à 1 da manhã aqui. Mas o que que eu comecei a perceber, lembra que eu falei da memória? Eu gravava as respostas que estavam nas obras de Kardec e me chamava atenção que nas palestras e no grupo de estudo, quando as pessoas faziam perguntas, eu lembrava das respostas que tinha na obra, mas evidentemente que eu entrava muda e saía calado, né? Eu só gostava de ficar ali no meu no meu cantinho assistindo, mas eu percebia. Isso é muito curioso, né? Com 13 anos, eu já percebi em poucos meses que as respostas elas, eles não citavam as respostas que eu tinha ali na minha memória das ovas de Kardec, eles davam outras respostas. Isso me chamava atenção. Depois, no final de 2002, termina o grupo de jovens nesse centro que eu frequentava, que a coordenadora brigou com o pessoal do centro e saiu. E já nesse primeiro ano eu começo a tomar contato com as lideranças da casa espírita que eu frequentava e já comecei a ver muita muito confusão, né? Que depois eu vou depois eu eu vou achar um sentido nisso tudo, porque desde o início eu tomei contato já com todos os conflitos e loucuras do movimento espírita. Então eu caí muito cedo e muito inocente no meio de um turbilhão de loucura e propostas, né? Então ela brigou com centro, saiu, terminou o grupo de jovens nessa casa espírita. Então todo o nosso grupo de jovens foi convidado para participar de uma outra casa espírita e nós fomos

ropostas, né? Então ela brigou com centro, saiu, terminou o grupo de jovens nessa casa espírita. Então todo o nosso grupo de jovens foi convidado para participar de uma outra casa espírita e nós fomos todos para lá para essa outra casa espírita. E aí eu sempre quieto, tímido, só observando, né? Mas no final de 2002 ia ter um evento de jovens, uma reunião de todos as juventudes das casas espías da região toda no final de 2002. E a cidade que ia sediar esse evento era a nossa. Então as juventudes e todas as casas espíritas estavam já se encontrando para preparar esse evento, esse encontro de jovens no final do ano, né? Então, tava sendo preparado um teatro para ser apresentado. E eu já sabia que tinha esse teatro, participavam jovens de diversas casas espíritas, mas eu com a minha timidez jamais eu participaria de não falava dentro da casa espírita, eu era mudo. Acreditem, se quiser, eu não falava. E aí acontece aquelas coisas que a gente começa, uma coisa vai levando a outra. Um dia eu fui assistir esse ensaio desse teatro sempre só para assistir, sem participar. Só que um dos jovens que fazia um personagem, que era o personagem principal da peça, ele faltou, inclusive brigou com o pessoal. Então, faltava alguém para fazer improvisar ali um ensaio com aquele personagem. E uma das meninas que fazia o teatro, que também era do grupo de jovens, disse assim: "Aquele aquele gurizinho ali que tá sentado quieto, ele pode fazer". Então eu fui, entre aspas, forçado a entrar para um teatro onde eu ia começar a interagir com as pessoas e me expor e quebrar essa timidez que era mas uma timidez horrível, uma timidez horrível. não existia eu falar em público. E foi assim, então a gente começou a fazer uma amizade ali, o eu acabei ficando com o papel porque o outro o outro que o outro jovem saiu e fui fazendo amizade e me soltando. Quem coordenava essa essa peça de teatro era a família Jorgens, que eu não sabia naquele momento que se tornaria a minha família, né? Foi quem fez eu virar gente na vida.

azendo amizade e me soltando. Quem coordenava essa essa peça de teatro era a família Jorgens, que eu não sabia naquele momento que se tornaria a minha família, né? Foi quem fez eu virar gente na vida. Foi uma família que, entre aspas, me adotou. Eu iria ali desenvolver uma irmandade com as duas irmãs, que elas são duas irmãs, o pai e a filha. E o diretor da peça era o Luiz Alberto Jorgens, que depois seria eh a figura masculina que eu conheci encarnado, que eu mais admiraria na minha vida, né? Que seria uma espécie de pai para mim. E eles, então, eles eram uma família espírita, né? A esposa ela era coordenava ali a parte de evangelização do centro, ele coordenava o teatro e elas frequentavam o grupo de jovens. Então a gente foi ficando muito amigo, né? E depois a gente fazia aqueles encontros, a gente fazia, os jovens lá do grupo de jovens começaram a se reunir para fazer jantas, tocar violão. Eu já comecei a aprender a trocar violão naquela época. E eu comecei a me aproximar muito dessa família. que eram pessoas muito envolvidas, muito comprometidas com o movimento espírita. Então, foi assim que em 2002 eu fui me aproximando dessa família espírita que estava totalmente envolvida com com o movimento espírita. Fui perdendo a timidez graças ao teatro, graças ao violão e as coisas foram andando em 2013. Então, quando inicia 2003, eu começo já então a participar da evangelização. Então, eu começo a ajudar na evangelização tanto com a parte do violão, quanto também ajudando ali como se fosse um ajudante de professor da evangelização. Eh, e o nosso grupo de jovens vai ficando muito forte, né? Claro, sem Kardec, né? Aquela coisa espírita, mas eu começo a me soltar mais a partir disso, né? Nesse ano de 2013, então já fazia um ano que eu tava envolvido e eu continuava devorando livros, né? Aí eu descobri a videoteca do centro, que aí eu descobro as, olha, a época da fita cassete, não, não era fita cassete, fita das palestras do Divaldo e do Raul. Aí eu vou descobrir o palestrante Divaldo e

eu descobri a videoteca do centro, que aí eu descobro as, olha, a época da fita cassete, não, não era fita cassete, fita das palestras do Divaldo e do Raul. Aí eu vou descobrir o palestrante Divaldo e o palestrante Raul. E aí eu vou descobrir o tamanho que eles têm no movimento espírita. E eu fico absolutamente hipnotizado com o Divald e com o Raul, né, com a oratória deles. E a a ponto assim, ó, eu pegava aquele monte de fita e passava o dia assistindo. Mais de uma vez, olhava 10 vezes seguidas a mesma palestra e pegava uma fita atrás da outra e lendo e lendo e lendo e lendo e lendo e lendo. Aquele ano de 2003, a diretoria do centro teve uma ideia, como o grupo de jovens está muito forte, muito atuante, por que que a gente não faz um trabalho no centro dos jovens começarem a fazer mini palestras? Então a gente reúne em trio ou em duplas, cada um fala ali uns 10 minutos e a gente deixa, abre uma sexta-feira do mês para eles fazerem uma palestra pública pro público. Aí eles perguntaram, Jó, quem é que tem interesse? E aí começa porque eu sou um dos que diz: "Eu quero fazer, eu quero fazer palestra". Então, e aí eu me reúno com uma das jorens e a gente vai fazer uma palestra, programar uma palestra junto. E era uma palestra de 40 minutos, cada um de nós ia falar 20. Mas eu imagina eu com 14 anos para falar em público na frente de pessoas estranhas, falar 20 minutos, conseguir preencher 20 minutos era uma coisa dificíima. Então, a gente vai se reunir nos de semana para ir começar a treinar essa palestra. E eu lembro até hoje, a primeira palestra, o assunto era felicidade. E em vez de usar Kardec, a gente usou uma obra do Richard de Simonete. Olha só. Que interessante. Mas para resumir a história, era um centro muito pequeno, cabia no máximo umas 150 pessoas, mas esse centro ele tinha em média de público presente por palestra mais 20 pessoas. Mas quando o público ficou sabendo que ia ter alguém com 14 anos que ia falar, isso despertou a curiosidade das pessoas. e lotou o centro.

ha em média de público presente por palestra mais 20 pessoas. Mas quando o público ficou sabendo que ia ter alguém com 14 anos que ia falar, isso despertou a curiosidade das pessoas. e lotou o centro. E eu lembro que a gente fez a palestra e eu gostei da coisa. Como isso chamou atenção, os outros centros de espíritas da cidade ficaram sabendo e disseram: "Não, convida ele para vir agora repetir essa palestra no nosso centro". Então eu comecei a circular na cidade, no centro espírita. E sempre essa coisa, como era alguém de uma idade que nunca tinha acontecido falar de espiritismo, com 14 anos, ali naquela região, isso nunca tinha acontecido, né? As pessoas iam por curiosidade, né? E é óbvio que eu eu não lembro bem o que eu falava, mas é óbvio que era um monte de bobagem, né? Porque não tinha não tinha Kardec, mas eu tinha o que a gente diz, né? tinha lábia e isso começou a tomar uma certa proporção, né? Aí os dirigentes das casas espíritas começaram a a eu virei notícia, né? Os dirigentes das casas espíritas começaram a me a me guiar, a me adotar, né? Como se fosse me empresariar. Então eu comecei a chamar atenção na região também. Ah, vamos nós vamos te levar pra cidade tal, tu vai fazer uma palestra. Então, a coisa começou a girar na região e eu então praticamente todo final de semana tava viajando, fazendo palestra com 14 anos. Nisso já começou entrevista em rádio, entrevista em jornal e a coisa foi, então aquilo foi tomando uma proporção e o pessoal do C espírita mais ou menos pensava assim: "Olha, tá surgindo uma estrelinha aí, um popstarzinho, vamos e havia uma certa disputa entre as lideranças do movimento espírita regional para querer, tipo, sabe, cantor, essas histórias de cantor quando tá para para estourar, que todo mundo quer disputar ali para ver quem é que vai ser o empresário para ganhar fama junto. Então, existia esse clima e já começou a vir para cima de mim, eu era muito ingênuo. Uma cobrança, né? Uma cobrança que eu tinha que ter um um uma postura

vai ser o empresário para ganhar fama junto. Então, existia esse clima e já começou a vir para cima de mim, eu era muito ingênuo. Uma cobrança, né? Uma cobrança que eu tinha que ter um um uma postura e uma aparência de um padreco, de um santo, né? Então, já tinha uma cobrança, eu tinha que cada vez mais eu era requisitado e eu tinha que atender um certo padrão. E na minha cabeça eu tinha como eu tinha como exemplo, óbvio, que Divaldo e Raul, né? E aqui vem uma coisa curiosa e isso é importante. Quando eu vi o Divaldo e o Raul, e eu não conhecia pessoalmente, só via por fita, porque eles para para irem pro interior do Rio Grande do Sul era quase impossível. Quando eu vi o Divaldo e o Raul, aqui vem uma coisa que vai ser uma característica que depois vai vai fazer a diferença. As pessoas vinham de Valdo Raul e se encantavam e idolatravam. Eu também tinha isso, só que eu tinha uma coisa que a maioria das pessoas não tinha, é que eu dizia assim: "Eu quero ser esses cara aí, eu quero fazer o que eles fazem". Então, eu não era simplesmente alguém que que adorava eles e seguia e admirava. Eu queria imitá-los. Eu digo, se eles falam assim, eu tenho que aprender a falar assim. Então, eu não, eu não queria só segui-los, eu queria ser um deles. Isso era 2003. Então, 2003 foi o ano, 2003, 2004 foi o ano que eu fui virar palestrante na região do estado aqui, o que já era uma coisa histórica paraa minha cidade, um jovem de 14 para 15 anos conquistando a região, né? E enfurnado na casa espírita de segunda a segunda, né? Pois bem, em 2004, não se preocupem que daqui a pouco eu vou pular, tá? Já deu meia hora, eu já tô quase concluindo. Em 2004 vem o primeiro, isso dá mais um passo porque em 2004 eu fiquei sabendo porque o Centro Espírita recebia aqueles jornalzinho espírita do Brasil inteiro que vinha as notícias do que tava acontecendo no movimento espírita. Lembra? Não tinha internet para para contar o que que acontecia no no movimento espírita do Brasil. Então eu lia tudo, todos os reformadores da

notícias do que tava acontecendo no movimento espírita. Lembra? Não tinha internet para para contar o que que acontecia no no movimento espírita do Brasil. Então eu lia tudo, todos os reformadores da revista da FEB, todas as obras do Chico, as de Kardec, os tudo, eu não parava de ler. E eu lia também os jornais, os periódicos espíritas brasileiros, então, que noticiavam o que tava acontecendo no Brasil inteiro. E aí eu fiquei sabendo que tinham grandes eventos no em Curitiba, no Paraná. Os maiores eventos espíritas eram em Curitiba e no Paraná. Era uma espécie de centro do centro dos espíritas no mundo, né, principalmente do Brasil, referência, era a federação mais poderosa das estaduais, mais ativa, maior em número. Então eu eu eu acompanhava muito de longe pelos periódicos o movimento espírito do Paraná, porque o Divaldo e o Raul estavam sempre lá e eles eram o quem eu seguia. E um dia na capa, na capa do periódico da da Federação Espírita do Paraná, saiu assim: Raul Teixeira realiza encontro de dois dias com jovens espíritas do Paraná inteiro, encontro estadual de jovens espíritas. E eu falei: "Nossa, imagina que sonho eu tá lá com o Raul e com a Juventude". Mas aí teve algo que me chamou mais atenção ainda, que era que o Raul tinha feito esse evento com um jovem espírita que tava se destacando no Brasil inteiro, inclusive sendo eh iniciado pelo Raul, um jovem espírita que tava se destacando como a liderança dos jovens espíritas no Brasil. Então tinha uma liderança também tutelada pelo próprio Raul de um jovem que era a liderança dos jovens. E aí me chamou muito atenção por duas razões. O nome desse rapaz, desse homem, desse jovem na época era Cristian Macedo. E eu digo, nossa, ten o mesmo sobrenome que eu. Anda com Raul, é jovem. E ali na história dele que contava no periódico, ele tinha mesma uma história parecida com a minha. Ele entrou muito jovem, rapidamente já virou palestrante e rapidamente o Raul já descobriu ele e começou a levar ele pelo Brasil inteiro

o periódico, ele tinha mesma uma história parecida com a minha. Ele entrou muito jovem, rapidamente já virou palestrante e rapidamente o Raul já descobriu ele e começou a levar ele pelo Brasil inteiro para palestrar. Então ele tinha no sentido maior o que eu tive no sentido menor e tinha o mesmo sobrenome que eu e andava com Raul. Então aquilo mexeu com a minha cabeça de uma maneira e mais ele era gaúcho de Porto Alegre. Então eu disse assim, é, era tudo que era o meu sonho viver tudo aquilo, mas eu tava no interior do Rio Grande do Sul, né? Pois bem, nesse ano de 2004 ia ter um novo encontro de jovens na minha região e nessa vez ia ser na cidade de Santo Ângelo. Meus amigos, sabe quem é que ia ser o coordenador? o o o a o espírita convidado para esse evento, Cristian Macedo. O evento que eu participaria, ele estaria. Para mim foi assim um momento de êxtase que eu disse assim: "Eu vou conhecer alguém que lidera a juventude no Brasil inteiro, que que é um tutelado do Raul, tem o mesmo sobrenome que eu e é gaúcho." E aconteceu esse evento. Eu lembro que eu fiquei paralisado porque para mim era como uma estrela da música e o o ídolo. Ele fez uma palestra que eu considerei fantástica na época para pros jovens. Ficou ali pouco tempo. Ele vendia livros, ele escrevia livros espíritas para jovens. E eu lembro que a gente tomou coragem de falar com ele depois da palestra. E, evidentemente que eu fiquei travado e ele não fedeu nem cheirou paraa minha existência, né? Mas eu fiquei um pouco frustrado, mas ao mesmo tempo eu tava em êxtase por ter conhecido ele, né? Pois bem, aconteceu isso. Eu tava cada vez mais envolvido com a cara espírita. E além das palestras, além da evangelização, eu comecei a fazer parte da diretoria do centro, comecei a me envolver em tudo no centro. Em 2004, o Raul Teixeira vem fazer palestra num ginásio da minha cidade. Então, é também um outro momento de êxtase para mim, porque eu sentei na frente dele, enlouquecido, também travei. Ele não deu a mínima

o Raul Teixeira vem fazer palestra num ginásio da minha cidade. Então, é também um outro momento de êxtase para mim, porque eu sentei na frente dele, enlouquecido, também travei. Ele não deu a mínima paraa minha existência, mas aí vem o pulo do gato. Uma dessas minhas amigas conseguiu o contato do Cristian Macedo. E como o o o pai dela estava na presidência do centro, eles tiveram a ideia seguinte: vamos convidar na palestra do final de ano de aniversário do centro ele para vir para cá para fazer para fazer uma palestra. A Singer já fica lá em casa. E também, óbvio que eu, como eu tava sempre com eles, eu passou a ser a minha segunda e na verdade primeira família, porque eu vivia mais lá do que na minha casa, eu também ficaria ali junto com eles também nos com ele nos bastidores. Eu teria oportunidade de conhecê-lo mais, conversar mais com ele. Pois bem, chegou o dia final de 2004, novembro de 2004, ele chega em Cruzalta, vai fica na casa dessa família que também me adotou e vai fazer a palestra no nosso centro. Só que quando ele chegou na na rodoviária e buscar e tudo, eu não tava junto, eu ia ver ele no centro. E claro, todo mundo já sabia da minha idolatria. Botaram eu abrir a palestra dele, eu tava enlouquecido, mas não tinha falado com ele ainda, só cumprimentei e tudo mais. Quando terminou a palestra, ele vendia livros, ele já tava virando orador espírita. Ele ele era treinado pelo próprio Raul, então ele já tava com uma fama nacional. Eu tava sentado assim num canto que nem um bobão olhando para ele e ele atendendo as pessoas e ele me olhava de canto de olho. Daqui a pouco ele disse assim: "Tu que é o Michel?" Eu fiquei: "Meu Deus, eu sou Michel". Aí ele me chamou: "Vem aqui". Aí ele disse assim: "Eu quero que tu vá jantar conosco depois aqui da palestra". Mas ele não sabia que eu já ia ir, né? porque eu ia ir lá para casa onde ele ficou hospedado, que é a casa desse desse desta família que era eram os meus amigos, né? Eu digo: "Não, mas eu vou jantar então tá, porque eu quero

já ia ir, né? porque eu ia ir lá para casa onde ele ficou hospedado, que é a casa desse desse desta família que era eram os meus amigos, né? Eu digo: "Não, mas eu vou jantar então tá, porque eu quero conversar contigo". E ali começou uma amizade em que ele disse assim: "Olha, eu vou te levar para alguns lugares". e ele passou a, de uma certa maneira, fazer comigo o que o Raul fazia com ele. Então, nesse final de 2004, eu expando e vou passar a ter acesso ao Rio Grande do Sul, a capital Porto Alegre, e aí eu vou ter acesso ao Paraná e a Santa Catarina, porque ele rodava o Brasil inteiro e eu comecei a acompanhá-lo. Então eu chego até o Paraná graças a ele. Então eu expando pro pra região sul do país. E aí eu vou ter um contato com eu começo a ter contato com os bastidores das lideranças espíritas do sul do país, mas também um contato com as lideranças espíritas do Brasil inteiro, porque ele andava com uma dessas lideranças que era o Raul. E ali eu vou começar a saber que o movimento espírita não era aquele aquela coisa daquele menino inocente, sonhador, ingênuo. Ali eu vou conçar a conhecer a realidade do movimento espírita, as brigas, as divisões, as fofocas, as os puxões de tapete, as traições, as intrigas, as ali eu vou ter acesso a tudo o que era a verdade do mundo e do movimento espírita. Então ali eu começo a perder a inocência, a ver tudo como é que a banda tocava. E eu me lembro que eles me disseram assim: "Agora que tu vai começar a falar para mais pessoas e atacar interesses com a tua fala, agora tu vai começar a ser atacado, perseguido, que até então tu era o queridinho que agradava todo mundo, agora tu vai se posicionar". E é realmente o que aconteceu. Nesse momento, eu começo a ter as primeiras decepções e ataques do movimento espírita. Porque isso despertou na minha região muita inveja, porque eu era o primeiro a chegar nesse nesse mundo. Eu comecei a me posicionar, eu já não era mais um fantoche dos dirigentes pitas da região. E aí sim eu comecei a ser a apanhar, ser

o muita inveja, porque eu era o primeiro a chegar nesse nesse mundo. Eu comecei a me posicionar, eu já não era mais um fantoche dos dirigentes pitas da região. E aí sim eu comecei a ser a apanhar, ser vítima de fofoca, calúnia, traição. Portas começaram a fechar, mas no sentido macro portas se abriam até que chega 2005 e eu já estou em Curitiba naqueles grandes eventos que aconteciam. Os maiores eventos estaduais espíritas eram em Curitiba e eram três dias com Divaldo, Raul e um tal de Cosmimass, um tal de Cosmimass que esse Cristian me dizia, ele é um gênio, você precisa conhecer ele, mas se eu ficar tudo bem, é um gênio, mas de volta de Raul, né? E eu lembro que quando a gente tava indo pro evento em que eu ia finalmente conhecer esse Cosmass, mas eu todo mundo tava indo para ouvir o Divaldo e o Raul. A gente dizia na na ida lá pro evento, ah, por que que esse não tiraram esse cósmo, só deixaram Divaldo e Raul, né? Teria mais espaço para eles, mais tempo para eles falarem. E eu lembro que era um sábado de tarde. Sábado à noite o Divaldo faria uma palestra, mas sábado de tarde teria uma palestra com Cosm. Como eu já tava lá, digo, vou assistir para ver quem que é esse cara. E aí, meus amigos, foi a primeira choque em termos grandiosos que eu tomei. Eram milhares de pessoas naquele evento. E quando o Cosmin abriu a boca para falar do tema a lógica da reencarnação, ele pegou uma questão do livro dos espíritos, uma, e ficou 3 horas falando sobre aquela questão, palavra por palavra, frase por frase. Foi a primeira vez desde 2002, nós estamos em 2005, em 3 anos que eu vi alguém fazer aquilo. E eu já sentia dentro de mim essa necessidade. Eu tinha muita, eu ficava muito angustiado com a velocidade e a quantidade de coisas que num estudo só o pessoal lia. Eu tinha muita necessidade que alguém me explicasse palavra. Eu já sentia isso dentro de mim, mas ninguém fazia. E nem o Divaldo. Divaldo era sempre aquela O Divaldo e o Raul é um padrão. Eles começam com uma historinha, contam

que alguém me explicasse palavra. Eu já sentia isso dentro de mim, mas ninguém fazia. E nem o Divaldo. Divaldo era sempre aquela O Divaldo e o Raul é um padrão. Eles começam com uma historinha, contam uma historinha, depois vem o momento cômico, depois vem o momento emocionante, depois eles encerram a palestra. Aí eles falam de tudo, né? De história, de filosofia, de ciência disso. É uma salada de coisas, é um é uma peça de teatro quase, né? Mas alguém que pegue uma questão do livro dos espíritos explica. Nunca tinha visto. E o Cosm fez aquilo e aquilo me abalou porque eu disse: "É isso que eu quero". Então, a partir daí eu começo a acompanhar de longe e às vezes de perto o cosmo mais, porque eu tava sempre no Paraná e tudo isso que eu tô vendo e eu sou o primeiro da minha região e da minha cidade a ter acesso, eu quero levar paraa minha região e paraa minha cidade. Só que as pessoas começaram a fechar a cara e hoje assim, hoje eu sei que era inveja, então ninguém mais queria me dar ouvidos na minha cidade porque dizia o que que seguria aí com 16 anos, 17 acha que é para ficar falando em que tá com Divaldo, Raul Cosm, tá na Federação Espírita do Paraná, tá dando palestra no sul do país, o problema é dele. Aí começou a fase que eu era orgulhoso, que eu era obsediado, fascinado, mesmo defendendo esses líderes do movimento espírita pro movimento espírita para ver como esse nunca é é assim que o movimento espírita é. Ele é invero, né? Já que não eram eles, tudo que eu tava vivendo, que era histórico não tinha importância. Então eu começo a ser barrado, censurado, debochado em diversos locais, né? Mas ainda tinha espaço no centro espírita e na região, né? E começa também a a aquele aquele homem chamado Casmas que só fala Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec. Aquilo começou a me chamar atenção, começou, começou a chamar atenção de todo mundo e começou a incomodar algumas pessoas. Porque por que que ele só fala em Kardec?

ec, Kardec, Kardec, Kardec, Kardec. Aquilo começou a me chamar atenção, começou, começou a chamar atenção de todo mundo e começou a incomodar algumas pessoas. Porque por que que ele só fala em Kardec? Por que que ele não fica idolatrando as obras do Chico? É só Kardec. Kardec, aquilo começou a causar um desconforto em muitas pessoas. Pois bem, em 2007, o Cosm vem pro Rio Grande do Sul, numa cidade a 2 horas da minha e a gente fica no mesmo local que ele por três dias. Ali mudou tudo. Aqueles três dias em que a gente conversava até 3, 4 horas da manhã e o dia inteiro com eventos do Cosmo e os intervalos de almoço e descanso eram nós grudado nele. Ali mudou tudo porque ali fez assim, ó, o estalo para Kardec e paraa revista Espírita. E aí veio a grande pergunta que ele me fez na sala do apartamento que a gente tava. me olha e diz assim: "Você faz palestra na região inteira, dá entrevistas, mas você não leu todas as obras de Kardec foi o soco no estômago." A gente volta para nossa cidade depois disso, enlouquecido, falando só em Kardec, a gente desperta a fúria de todas os dirigentes ali, onde já se viu só falar em Kardec e ousar querer falar da revista espírita. E ali então começa a chegar o fim, as portas do movimento espírita paraa nossa, porque foi dado um ultimato, ó, ou é como a gente quer e se vocês continuarem assim, não tem mais espaço. E por fim, eu fui o último, né? Eu fui o último a ser retirado de tudo. Todas as portas se fecharam e isso aconteceu também em em num outro sentido com o Cosm, né? Todas as coisas do Cosm são retiradas da Federação do Paraná e ele vai se pro grupinho dele criar o GEAC lá. Eu lembro que em 2007 ele já falava daquilo que viria a ser o Kardec Pédia hoje, mas que no início foi o IPAC. Ele já tinha a ideia de criar Kardec pro mundo através da internet, com todas as obras na nuvem, mais vídeos explicativos, que é que depois vai ser o Kardec Play. Ele já idealizava isso naquela época. E eu lembro que naquela época não entendia porque ele queria ir

et, com todas as obras na nuvem, mais vídeos explicativos, que é que depois vai ser o Kardec Play. Ele já idealizava isso naquela época. E eu lembro que naquela época não entendia porque ele queria ir pra internet. Claro que ele já tinha deslumbrado que a internet era o futuro. O que que acontece? Então eu me desliguei de tudo, perdi o contato com tudo e todos e fiquei em 2007 em diante estudando enlouquecidamente só Kardec e principalmente a revista espírita. 10 anos da minha vida afastado de tudo e perdendo contato com todos do movimento espírita, eu fiquei só estudando Kardec sozinho e a revista principalmente, a tanto que eu lia, eu eu começava a ler a meia-noite e até às 8 da manhã lendo a revista, né? Chegou uma hora que eu tava começando a ficar doente de tanto lei e perturbado, porque eu não tinha ninguém para falar aquilo. Eu descobri um novo espiritismo e não tinha ninguém para conversar sobre aquilo. E eu dizia assim: "Ninguém do movimento espírita sabe isso aqui. Não sabe nem do que eu sei dos bastidores, porque é só loucura, politicagem, traição, interesse, com pouquíssimas e raras exceções de pessoas bem intencionadas. E as que são bem intencionadas são joguete de algum pilantra. Então, as pessoas nem sabiam dos podres dos bastidores da da do movimento espírita, seja local ou nacional, mundial, que eu tive acesso. E as pessoas não tinham não tinham noção do verdadeiro Kardec. As pessoas não sabiam que Emanuel, André Luiz e toda essa turma aí eram contra Kardec. Então eu tava enlouquecido, mais isolado, quieto. Em 2017, ó, pulei. Em 2017 eu volto pro movimento espírita por curiosidade, agora mais maduro, tendo estudado Kardec, preparado. Já são outras pessoas que estão liderando lá, liderando a casa espírita. E eles me dão espaço porque não sabem quem eu sou, não tinham noção do perigo que eu representav. Me deram espaço para falar. Que que aconteceu? O meu grupo de estudo que eu tinha começou a lotar e os outros começou a esvaziar muito rapidamente.

sou, não tinham noção do perigo que eu representav. Me deram espaço para falar. Que que aconteceu? O meu grupo de estudo que eu tinha começou a lotar e os outros começou a esvaziar muito rapidamente. Aí quando chamou atenção, quando eles viram isso, lembra? O movimento espírita é invejoso, é imoral, eles não estão nem aí pro sucesso da da casa espírita. Se não é não, se não parte, se não é, se não vai cair na conta deles a, a bajulação, a idolatria, eles que se lasque o espiritismo. Eles estão na casa espírita para disputar vaidade e poder. É um bando de gente se fazendo de santa, mas por trás eles querem poder e holofote. Mesmo que seja para ser idolatrado por um por 20 pessoas tão ignorantes quanto elas, mas só para ter o prazer de ter algum lugar em que elas são autoridade. Elas brigam. Se precisar até no soco. Essa é a realidade da CP. Então eles disseram: "Não, ou você se enquadra no modelo ou você tá fora". Então eu fiquei muito pouco tempo em 17. Eu digo: "Não, não é realmente não, nunca vai dar para mim esse movimento espírita". Mas eu continuava achando que eu sabia o que eu sabia, mas ninguém sabia e eu estava isolado e não tinha como levar isso para as pessoas. Em 18 eu começo a tomar contato com a volta do Cosm pro movimento espírita, porque ele cria o Kardec Play primeiro em DVDs, vendendo DVDs, explicando as de Kardec. Vem o Kardec Pédia, então eu descubro que ele tá voltando pro movimento espírita e vou acompanhando ele pela internet até que em 19, em 19, 2019, eu penso, por que que eu não crio algo na internet? também é um lugar livre onde eu vou poder falar o que eu quiser para quem eu quiser e ninguém pode me censurar. E ali nasce o Kardec Tube. No início de 2019, eu contrato alguém para passar a ideia do que que eu queria como slogan. Ele cria esse desenhinho do Kardec Tube. Eu já penso na hora. Eu queria Kardec Play, mas o Cosm já tinha o Kardec Play. E aí eu pensei, bom, então Kardec Tube, por causa do YouTube, crio o Kardec Tube. Mas eu, o que que eu pensava na época?

Eu já penso na hora. Eu queria Kardec Play, mas o Cosm já tinha o Kardec Play. E aí eu pensei, bom, então Kardec Tube, por causa do YouTube, crio o Kardec Tube. Mas eu, o que que eu pensava na época? Eu não tenho um estúdio, eu não tenho um bom microfone, eu não tenho uma boa câmera, eu não vou gravar vídeos agora. Eu vou primeiro esperar eu conseguir um bom equipamento e depois gravar vídeos. Então, eu passei a criar o eu criei o canal no YouTube, mas não não postava nada e criei o perfil no Instagram e o perfil no Facebook. Que que eu fazia? Frases da revista espírita, trechos em formato de foto com uma imagem bonita no fundo. O Kardec Tube, ele cresceu muito rápido fazendo isso. Era só isso que era o Kardec Tube. Todos os dias eu postava uma foto com um trecho de Kardec. Então, tava sempre crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, crescendo. Até que eu começo a receber e-mails ou pessoas me chamando no Instagram, dizendo: "Ah, a gente viu que tu tem uma página que tu só posta coisas de Kardec, tu não quer fazer uma live, uma espécie de entrevista, falar de espiritismo. Aí que eu fico sabendo que tá rolando esse movimento na internet. Eu achava que eu tava isolado e eu descubro que tem vários canais no YouTube que fazem lives e entrevistam pessoas para falar só de Kardec. Aí eu fico sabendo que existem centenas de pessoas com a mesma história que eu. E eu começo então a dar entrevistas em alguns canais pelo Brasil, sempre online. Mas o Kardecube não produzia conteúdo, eu só aparecia a minha cara para falar sobre pessoal dizia: "Michel, tu não quer falar sobre algum assunto?" Aí eu topava e falava. Mas vejam, isso foi acontecer em 2021. ficou dois anos o Gardec Tube só postando fotinho e não tendo relação de contato com ninguém. Em 21 eu começo então a fazer essas lives e uma dessas lives que me uma dessas lives que me acha é o canal que o Lauro fazia parte e ali nasce. Então a gente nem era amigo porque ele me convidava, eu falava no

começo então a fazer essas lives e uma dessas lives que me uma dessas lives que me acha é o canal que o Lauro fazia parte e ali nasce. Então a gente nem era amigo porque ele me convidava, eu falava no canal dele, mas a gente começou a ficar simpático um ao outro, né? E já me chamava atenção o Lauro, porque eu dizia assim, ele é uma pessoa que merece Kardec. Eu sentia que ele era alguém que valorizava Kardec, então eu queria me dedicar a ajudar ele a saber mais de Kardec, mas ele tinha o canal dele. Eu tinha aí minhas a minha rede social só com fotinho, mas foi indo assim. Em 2022 continuou assim, mas aí em 22 tem um momento marcante também. Veja, já tô em 22, pessoal. Uma hora falando. Em 2022, além de postar as fotos, eu decido criar uma foto diferente. Todas as fotos sempre eram as imagens que eu publicava, uma frase de Kardec. Não tinha nada do Michel. Eu decido, eu vou criar uma postagem diferente, vou continuar com a de Kardec, mas eu vou criar uma postagem diferente chamado opinião do Kardec Tube ou editorial do Kardec Tube. Então ali eu opinava, era um o Kardec Tube opinando. Então pela primeira vez, além de só publicar Kardec, eu comecei a opinar sobre espiritismo através de textinho. Só que estes textos estouraram, porque ali eu falava que o espiritismo não era religião, que o espiritismo não tratava de política, que o espiritismo, que as obras de Kardec não tinham sido adulteradas. Eu comecei a opinar. Então, foi pela primeira vez que o Kardec Tube foi ter hater, pessoas atacando, porque até então todo mundo amava, todo mundo só elogiava o Kardec Tube, mesmo as pessoas do movimento espírita, porque eu só publicava Kardec, percebam como a a diferença que faz você começar a a entrar na luta, porque o cara mais chiquista, André Luizista, Febiano, a pessoa que gostava de qualquer loucura, gostava do Kardec Tub. até eu começar a me posicionar. Então eu percebi que se você não se posiciona, qualquer pessoa te ama. Aí você cresce, mas você cresce sem se comprometer com nada e sem se fazer

gostava do Kardec Tub. até eu começar a me posicionar. Então eu percebi que se você não se posiciona, qualquer pessoa te ama. Aí você cresce, mas você cresce sem se comprometer com nada e sem se fazer entendido o que que você tá defendendo. Aí eu percebi que eu tinha que me posicionar, mas aí tinha um preço. Foi quando eu comecei a ter pessoas me xingando, me ameaçando. Foi a primeira vez que eu tive que lidar com uma enchurrada de barbaridades que as pessoas me diziam. e eu não tava preparado. Então foi bem difícil ali em 22. Mas aí eu continuei, fui aprendendo a não dar bola, fui aprendendo a bloquear, porque aí eu comecei a ser buscado por muitas pessoas, inclusive que odiavam o que eu tava falando. E eu descobri que eu eu podia bloquear as pessoas, aquelas pessoas que realmente produziam ódio, xingamentos e ameaças, não era uma questão de discordar. Então, foi a primeira vez que eu comecei a bloquear certas pessoas que elas tinham interesse em se aproximar de uma página que tava crescendo e eu cortava relações que eu dizia: "Essa pessoa eu não quero relação com ela porque eu não confio nela e porque ela ela me fez mal em algum momento ou eu não confio nela. Então eu começo a selecionar." Claro que tinha mais pessoas aderindo do que pessoas bloqueadas. Sempre foi assim. Em 23 eu fazia muita live no canal do Eric no Espiritismo em Kardec. A gente já começou a estreitar uma amizade. Eu conheço o José também, o José Paniago, pela internet. Eu vejo uma palestra dele, eu gostei muito, simpatizei muito com o jeito dele e a gente começou ali a estreitar conversas nos bastidores nós três. E até que no final de 2023, veja, o Kardec Tube nasceu em em abril de 19, só em setembro de 23 que eu vou começar a fazer vídeo. E aí a gente se reúne e decide fazer as lives de quarta-feira para estudar o Espírito Sins expressão, nós três. E a partir daí, e eu lembro que a primeira ideia do estudo era ser uma vez por mês. Aí a gente viu que não ia ter como ser uma vez por mês, tinha que ser uma vez por

Espírito Sins expressão, nós três. E a partir daí, e eu lembro que a primeira ideia do estudo era ser uma vez por mês. Aí a gente viu que não ia ter como ser uma vez por mês, tinha que ser uma vez por semana. Aí sim, nesse momento, a gente entra de vez de volta no movimento espírita com um projeto que que começou a ganhar seguidores. O Kardecube começa a crescer porque eu tô mostrando a cara, começa a chegar muita gente, que muitas estão até hoje e aí começa a chegar muita gente e os vídeos vão até que eu começo a fazer os reals, os vídeos na vertical. Então, a gente fazia várias lives, a coisa começou a crescer e claro que os ataques, as barbaridades também começaram a crescer. Então, finalzinho de 23 começam as lives. 24 foi o quê? Consolidação. 24 foi a consolidação de começar a fazer live lives de estudo, a fazer res todo dia e a ter uma cara na internet com Kardecube, a opinar, a saber quem que eu vou excluir, quem que eu vou bloquear, quem que eu não vou responder, a fazer novos contatos. Foi um ano de expansão e solidificação do canal. E também começa a ideia de fazer um grande projeto que seria o nosso lar segundo espiritismo, porque foi o ano que saiu o um filme Nosso Lar 2. E aí ali eu decido, eu vou pegar essa obra e vou fazer tentar fazer o que ninguém fez, deixar um projeto gravado para sempre para tentar responder todos os argumentos quanto essa obra que eu considero a principal do século XX. Então eu pensei, qual é a minha contribuição? Fazer um projeto em que eu destrua a principal obra espírita do século XX, porque claro, é uma obra contra Kardec atrapalhou Kardec e eu vi que a principal era nosso lar. Então eu digo, é essa que eu vou me dedicar a, óbvio, no no campo da das ideias a destruir, né, com argumentações. E aí começa também em janeiro de 24 a gravação do nosso lar segundo o espiritismo, e é uma enchurrada de ameaças, de desejo, de maldade, sem fim na internet. Mas eu já comecei a criar casca, já só bloqueava e não dava mais bola para isso, né?

ação do nosso lar segundo o espiritismo, e é uma enchurrada de ameaças, de desejo, de maldade, sem fim na internet. Mas eu já comecei a criar casca, já só bloqueava e não dava mais bola para isso, né? E a gente foi formando o nosso público. Assim começa 2025. Quando começa 2025, a gente já tem as lives amadurecidas, o projeto Nosso Lar se desenvolvendo, continuavam as imagens de Kardec diárias e os res diários. E nós já tínhamos um público cativo até que a gente decide fazer um grupo no WhatsApp para essas pessoas que nos acompanhavam e e fazer encontros toda primeira quinta-feira do mês um estudo fechado com essas pessoas para começar agora a conversar porque as pessoas participavam só do chat, né, do chat aqui do ao vivo. A gente queria ver a cara das pessoas se aproximar delas. Então, a gente cria um ao vivo através do Google Meet, no estudo fechado, e cria um grupo no WhatsApp. E aí eu também vou começar a fazer o estudo do livro dos speeds com Lauro. Então, agora eu tenho duas lives. Eu tenho a live do livro dos speeds, a live da quarta-feira e a live do nosso lar. três lives mais as postagens diárias de reses de Kardec e aí mais um grupo no WhatsApp com o nosso público cativo e as reuniões mensais com esse esse grupo. Então é um momento de muito amadurecimento do Kardec Tup, só que aí vai me cair uma ficha em 2025. Desde a decepção que eu tive com o movimento espírita lá em 2007, eu nunca mais tinha sido surpreendido no movimento espírita. Tudo que aconteceu depois de 2007, eu já tava preparado, porque eu já conhecia as entranhas e a loucura do movimento espírita. geral, mas as entranhas do movimento espírita cardecista vai me cair a ficha em 2025. Agora a gente chega em 2025. Porque na minha cabeça aquele nível de loucura, maldade, interesse, calúnia, traição, fofocaiada que tinha no movimento espírita tradicional, o movimento cardecista para dentro não tinha. Era assim que eu pensava, porque desde 2023, quando eu comecei a conviver com o movimento espírita

fofocaiada que tinha no movimento espírita tradicional, o movimento cardecista para dentro não tinha. Era assim que eu pensava, porque desde 2023, quando eu comecei a conviver com o movimento espírita cardecista através da internet, foi só flores, só coisa boa. E em 2025 começou as as primeiras pauladas entre os cardecistas. Fazia muito tempo que eu não tomava uma paulada. E aí começou, porque aí eu fui descobrir que mesmo entre os cardecistas há muita divisão, há pouco estudo e também há, claro que graças a Deus, de uma certa maneira é a minoria, a loucura e pessoas mal intencionadas. Então, a gente tem um momento de muito difícil, muito difícil. Foi o momento mais difícil desde que eu fundei o Kardec Tube em 2019. O momento mais difícil foi 2025, porque aí eu comecei a ver pessoas mais de perto que não tinham estudado Kardec direito, que também tinham vaidades, ou seja, elas queriam eh aparecer. Elas não estavam interessadas em estudar, aprender Kardec, elas queriam aparecer. Então, a gente tem que começar a cortar determinados relacionamentos. a gente começa a receber propostas de pessoas para que a gente parasse de fazer o que a gente tava fazendo. A gente decide manter o que a gente estava fazendo, se manter fiel ao que a gente estava fazendo. E aí vem o primeiro, vem um golpe muito grande, porque muita gente debandou, muita gente não entendeu, muita gente saiu e ali foi um momento de muito difícil para mim, porque eu achava que aquele isolamento ia voltar mesmo entre os cardecistas. Depois eu fui entender que essas pessoas que foram foi bom que foram, mas na época doeu muito, foi muito difícil. E aí foi ficando só os de confiança e os que estavam realmente afinados com aquilo que a gente entendia, pensava, queria. Mas foi um período muito difícil de de de incerteza, de muita gente saindo sem saber se o que que ia acontecer. E eu pensava, bom, se nada der certo, eu vou continuar estudando a minha as obras de Kardec, pensando Kardec e tentando viver Kardec. Se todo mundo debandar,

aindo sem saber se o que que ia acontecer. E eu pensava, bom, se nada der certo, eu vou continuar estudando a minha as obras de Kardec, pensando Kardec e tentando viver Kardec. Se todo mundo debandar, eu vou eu vou estar aqui sozinho no Cardecube fazendo o que eu faço. Mas foi uma fase. Aí eu descobri que ficaram aqueles que realmente iam fazer toda a diferença para mim e que compensou tudo que aconteceu. Aí veio uma nova fase, eu percebi, bom, eu preciso agora fazer um novo momento do Kardec Tube. Eu quero ter uma programação diária e eu quero investir na qualidade do Kardec Tup. Só que aí vem um problema para você fazer qualquer coisa na Terra, você também tem a parte material. Então, era a primeira vez que eu parei para para pensar e prestar atenção na questão material para o Kardec Tube poder crescer e dar um passo além. Porque isso, aliás, eh isso já vem desde a época de Kardec, né? Se a gente fosse rico e milionário, tava uma maravilha. Tava uma maravilha, né? Mas os projetos têm custo, os aparelhos têm custo. E aí eu tive a ideia, a primeira vez que eu pensei nisso, eu tive a ideia da vaquinha. Eu entrei lá no site da vaquinha, fiz um orçamento de uma aparelhagem nova e ali eu me surpreendi. Foi o momento de reergimento, de se reerguer, né? Porque eu me surpreendi com as pessoas que ficaram com Kardec Tube. Aí eu aí eu vi o que que o que que é a ajuda que a gente precisa das pessoas, a fidelidade, a amizade de pessoas que só querem que um projeto que fala de Kardec melhore. Muitas pessoas ajudaram essa vaquinha, muitas pessoas. E 99% delas diziam assim: "Michel, nem cita meu nome". E elas ajudavam. Então, a gente conseguiu um computador melhor, um microfone melhor, conseguiu luz e deu uma pequena melhorada, porque ainda tá longe de ser o que a gente quer, né? Mas já deu um padrão melhor. Aquele grupo que a gente passou a ter na quinta-feira, todo mundo foi estreitando laços, passou a ser o nosso centro espírita. só de pessoas afinadas com o mesmo ideal, não passou a

um padrão melhor. Aquele grupo que a gente passou a ter na quinta-feira, todo mundo foi estreitando laços, passou a ser o nosso centro espírita. só de pessoas afinadas com o mesmo ideal, não passou a não ser mais um grupo público, que esse foi meu erro no início. E aquele primeiro semestre 2025 difícil foi se tornando um um segundo semestre em que se desenhava um novo momento pro Kardecube. Então o Kardecube passou a página a monetizar com o YouTube. Eu recebi ajuda de pessoas na vaquinha. E aí veio a ideia também da mentoria. Veio a ideia da mentoria que era o quê? Aula particular de Kardec para as pessoas por um valor por hora. E aí vem um segundo momento que me chamou muita atenção, porque eu já sabia que o movimento espírita em geral é maluco, é ignorante, é mal intencionado, é invejoso, é fofoqueiro, é perturbado. Mas aí eu descobri esse lado no meio cardecista. Porque tem um grupo de pessoas cardecistas que elas se comportam ainda como espíritas tradicionais. Elas pensam que algum projeto vai chegar longe sem se preocupar com a questão material, sem envolver dinheiro. Elas demonizam o dinheiro quando envolve Kardec e a obra de Kardec ou algum trabalho que envolva Kardec. Elas são maniqueístas do dinheiro e elas não percebem ou percebem que quando elas falam mal de grupos cardecistas que estão se preocupando com a questão financeira no sentido de investir no projeto, elas não entendem que quando elas falam mal ou criticam isso, elas estão prejudicando o cardecismo. Elas estão elas estão prejudicando o cardecismo porque é cardecista atacando cardecista. Sabe quem é que ganha? Os inimigos de Kardec, que são muito maiores. Eles não percebem que a FEB só fez o que fez porque teve poder material. A FEB só é o que é porque tem o poder material. Elas não percebem que os grandes líderes que fazem o que querem no movimento espírita investem pesado do ponto de vista financeiro, para ter seguidor, para ter visualização, para vender livro, para vender curso, para Eles não percebem que

es que fazem o que querem no movimento espírita investem pesado do ponto de vista financeiro, para ter seguidor, para ter visualização, para vender livro, para vender curso, para Eles não percebem que os inimigos do Espiritismo que usam o nome do espiritismo são poderosos. Materialmente falando, eles esmagam os canais cardecistas, porque canal cardecista tem 100 visualizações, 1000 visualizações, 5.000 visualizações. Eles têm 1.500.000, 300.000. Ninguém vai conseguir enfrentar os interesseiros que usam o nome do espiritismo. Ou Kardec não vai chegar a ter lugar novamente no mundo se não passar também pela ajuda da questão material. Então, eu vi muita gente falando barbaridade, debochando, escrevendo textinho e se comportando sem entender Kardec, né? E elas não param para pensar que elas estão prejudicando o movimento cardecista, porque elas não entendem que passa por isso também. Por quê? Porque tem muito custo, tem muita coisa que é preciso para ter um material de qualidade que alcance as pessoas. Porque para poder alcançar, mesmo que seja bom, os grandes, como eles investem, eles sempre aparecem primeiro paraa multidão. Então, a multidão nem tem tempo de chegar. Então, a gente tem que ajudar. E é interessante, a gente gasta com tudo no mundo. Tudo, tudo, tudo, tudo, tudo tem um custo e a gente paga. Aí quando é Kardec a gente quer tudo de graça. Curioso isso, né? Muito curioso isso. É assim que se comporta parte do movimento espírita carnecista sem que não dá para entender, né? Então o que que a gente tá vivendo agora? A gente tá vivendo um momento e agora vamos falar um pouco do presente. A gente tá vivendo um momento que é o seguinte, a gente precisa de um cardequiano que fure a bolha. A gente precisa de um cardequiano que atinja milhões. Ou seja, toda vez que se falar em espiritismo, ele vai ser uma das vozes ouvidas. Tem que ter uma liderança cardequiana que faça isso. A gente precisa de um cardequiano que vá nos grandes podcasts, que vá nas na nas nos grandes programas

iritismo, ele vai ser uma das vozes ouvidas. Tem que ter uma liderança cardequiana que faça isso. A gente precisa de um cardequiano que vá nos grandes podcasts, que vá nas na nas nos grandes programas na internet e na TV, porque aí Kardec vai chegar entre os relevantes. Então, a gente tem um todo o movimento cardecista grande acontecendo no Brasil e no mundo, mas nenhum despontou. E a gente precisa que um desponte, porque se um despontar, todo o resto vai junto. A gente precisa disso. O tempo em que se ganhava espaço fazendo palestras presenciais nos centros espíritas e vendendo livro, acabou. Hoje você tem que estourar na internet. Esse é um ponto. Precisa que haja uma liderança cardequa. Pois bem, qual é a minha opinião? A do Kardec Tube sempre foi a melhor pessoa para liderar o movimento espírita carnequiano, evidentemente é o Cosmass, não existe ninguém mais preparado que ele. Não tem cabimento, não tem cabimento palestrantes do movimento espírita tradicional ter 500.000 1000 seguidores, 1 milhão de visualizações e a gente olhar o Cosm e ele ter 20.000 seguidores, 1000 visualizações, não tem cabimento isso acontecer. E vejam, eu não estou dizer, a gente não tem que transformar o cósmino no nosso Divaldo, porque o nosso mestre é Kardec, mas é impossível falar de espiritismo e não considerar a fala do Cosmo. Você pode em algum ponto discordar dele, isso é natural, mas ignorar cosmass no atual movimento espírita é insano. Não faz nenhum sentido ter evento grande presencial ou na internet e não ter CMIMs. É obrigatório ter, mas não tá acontecendo ainda. Quando você vê livros como espírito e matéria, espíritos dos homens, as leis morais, agora vai sair o livro novo dele agora em fevereiro, Mediunidade com Kardec, essas obras deveriam vender 100.000 para cima. O Kardec Play tinha que ter 100.000 inscritos. assinantes, isso é obrigatório, mas não vem acontecendo. Então, o projeto de médio a longo prazo que a gente precisa é que alguma liderança kardequiana chegue lá no topo,

ha que ter 100.000 inscritos. assinantes, isso é obrigatório, mas não vem acontecendo. Então, o projeto de médio a longo prazo que a gente precisa é que alguma liderança kardequiana chegue lá no topo, porque aí ele vai competir. Toda vez que o Haroldo abrir a boca também vai ter a vez do Cosmo falar. Toda vez que a febre abrir a boca, vai ter a vez dele falar. Ou seja, as pessoas vão ter a opinião dele também para comparar. E como a opinião dele é a mais bem fundamentada, porque tá em Kardec, é óbvio que as pessoas vão pouco aderindo a Kardec, mas precisa est lá entre esses grandões, porque eles estão investindo pesado. Então esse é o próximo passo. A gente precisa que um cardequiano se destaque e eu tenho a mais absoluto certeza que deveria ser o código. Pois bem, isso não tá acontecendo. Agora vem o segundo ponto da nossa conversa. O que que tá acontecendo atualmente? A gente tem alguns projetos espíritas cardecistas ganhando um certo numerozinho relevante nas redes. Qual é o problema? Nenhum deles, atenção, nenhum deles é preparado. Eles estão ganhando números, mas não são preparados. O que que é ser preparado? Eles não estão, eles não têm conhecimento profundo de Kardec. Eles já têm Kardec, mas não tem conhecimento profundo de Kardec. Então o que que tá acontecendo? Eles defendem Kardec, mas não da maneira estratégica que Kardec queria. Eles falam em Kardec, mas eles dão umas pedradas, falam bobagem junto. E agora vem o pior. Tem uma galerinha de Kardec aí, que eu chamo de meio Kardec, né? Eles estão mais preocupados com política. A gente tem um pequeno grupo dos cardequianos que ainda tem números pequenos. Tem números pequenos, mas é nesse grupo que tá que estão os mais bem preparados e o Cosm é o melhor. E aí a gente tem uma turminha que é a turminha que tá mais preocupada com política. Eles têm um número maior, mas o problema é que eles estão preocupados com política. Eles usam Kardec, mas o principal para eles é a política, porque eles dizem que o que eles estão

upada com política. Eles têm um número maior, mas o problema é que eles estão preocupados com política. Eles usam Kardec, mas o principal para eles é a política, porque eles dizem que o que eles estão falando sobre política é seguir Kardec. Mas o curioso é que eles não vão pro meio político falar de Kardec, mas no meio spiter eles falam de política. Interessante isso, né? A gente diz assim: "Olha, não misture política com espiritismo". Eles dizem: "Não, isso é ignorância, isso é covardia, isso é seisentão". Tem que falar sim, porque a obra de Kardec fala sim disso, mas eles não vão falar de Kardec no meio político. Por quê? Porque eles estão mais preocupados com a política. Se eles estivessem preocupados com Kardec, porque que eles não vão falar de Kardec no meio político e não o contrário? É porque lá no meio político eles dizem: "Não, lá não é lugar para isso". Ah, que interessante, né? Lá no meio político não é lugar de falar de Kardec, mas aqui no meio espírito é lugar de falar de política. Que interessante, né? São muito preocupados com Kardec, mas só falam em política no meio espírita, mas não falo de espiritismo no meio da política. Não seria muito mais inteligente levar a moral espírita pro meio político do que trazer o podre da política pro meio espírita. Então eles estão preocupados com ideologia, com palanque, com partidarismo. E muitos a descobrirem o seguinte: se a gente ficar falando de política, isso gera polêmica e traz like e seguidor. Então eles vão morrer fazendo isso. Não estão, eles não percebem o seguinte, essas pessoas que estão falando de política são críticos do movimento espírita religioso. É muito curioso isso. Eles criticam o movimento espírita tradicional religioso que veio com a FEB, com o Chico, com Divalta. Eles são críticos e eles não vem que eles fazem igual, só que com política. Da mesma maneira que eles ridicularizam e criticam os religiosos que transformaram o espiritismo numa religião, daqui 10, 20, 50 anos e vocês serão os ridicularizados

fazem igual, só que com política. Da mesma maneira que eles ridicularizam e criticam os religiosos que transformaram o espiritismo numa religião, daqui 10, 20, 50 anos e vocês serão os ridicularizados porque misturaram o espiritismo com política. Eles fazem igual, eles fazem igual aqueles que eles criticam. Só que em vez de ser religião é política. E eles agem igualzinho os religiosos, porque os os que acham que o espiritismo é religião, eles dizem assim, eles dizem assim: "Ah, claro que o espiritismo trata de política, porque tem o espiritismo fala de trabalho, fala de igualdade, fala de progresso social. Eles não percebem que aqueles que dizem que o espiritismo é religião fazem o mesmo raciocínio. Claro que o espiritismo é religião. Fala em Deus, fala em prece, fala em Jesus, fala em caridade. Eles acham que a palavra representa a coisa. Eles não sabem de Eles não estudaram Pascal. Eles não sabem o que que é diferenciar ordens. Eles não sabem o que que é diferenciar política de moral. Eles não sabem que dá para analisar a mesma coisa do ponto de vista moral e do ponto de vista político. Eles não sabem, eles têm pouco estudo, mas já tão gravando vídeo e tendo seguidores. E aí eles se comprometem com aquela fala e depois não conseguem voltar atrás. Param de estudar porque já acham que sabe. Então tem um grupo crescendo de médio para grandinho que tão focando em Kardec, mas na mas tão misturando com política. Esses não dá para contar. Dificilmente eles têm coragem de largar isso, não vão parar. Ainda mais em 26 agora que é ano de eleição. Do outro lado a gente tem uma turminha dos acadêmicos. Os acadêmicos já estão valorizando Kardec, mas eles acham que Kardec é alguém que iniciou uma filosofia lá no século XIX. Mas eles querem continuar Kardec, eles querem desenvolver Kardec, eles querem fazer uma ciência espírita sem já sem perceber que já existe, sem perceber que não é papel da academia fazer isso, sem perceber que os métodos da academia não servem pro espiritismo.

rdec, eles querem fazer uma ciência espírita sem já sem perceber que já existe, sem perceber que não é papel da academia fazer isso, sem perceber que os métodos da academia não servem pro espiritismo. Então, de um lado a gente tem os políticos e do outro lado os acadêmicos. Eles acham que falar de espiritismo tem que ser em formato de artigo. Eles acham que tem que evoluir Kardec. Eles acham que Kardec errou em muita coisa. Acham que Kardec tá ultrapassado. São os relativistas de Kardec. Consideram ele importante, mas ele é só uma fase que passou. É outro grupinho que tá crescendo também em número do movimento espírita. Kardec errou em muitos pontos para eles, né? Kardec errou em muitos pontos. Kardec tem que ser atualizado. Eles se acham filósofos, cientistas. Eles com a sua cientificidade vão corrigir e evoluir. Kardec, eu chamo eles de André Luiz encarnados. São os André Luiz encarnados do nosso tempo. Eles acham que é científico é o que eles fazem, porque eles são da academia. Não entenderam Kardec e eles acham que quem só elogia Kardec é fanático, é o ortodoxo. Tem que dizer que Kardec errou. Então, a gente tem hoje esses três grupos entre os cardecistas, os acadêmicos, os políticos e os kardequianos que entendem que Kardec basta e a gente tem que estudar ele e seguir ele como mestre e aplicar as evocações, não para evoluir a doutrina espírita, porque não é esse o método. Não se não se evolui a doutrina espírita por congresso e por evocação. A evocação é pra nossa consolo e evolução moral, mas esse grupo é o tá é o menor até agora. Então o que que a gente precisa? Primeiro ter hegemonia entre os cardecistas, superar os políticos e os acadêmicos, mostrar porque eles estão errados. E a gente precisa de um cardequiano despontando na frente de todos eles para daí chegar nos grandões do movimento espírita tradicional pra gente ter um cardequiano que seja também uma liderança que é ouvida, porque a hora que tiver um Kardec é muito forte. A hora que um cardequiano competir com

ndões do movimento espírita tradicional pra gente ter um cardequiano que seja também uma liderança que é ouvida, porque a hora que tiver um Kardec é muito forte. A hora que um cardequiano competir com Aroldo, não tem mais Arundo, porque é óbvio que os argumentos de Kardec são melhores, mas precisa um chegar lá. Para chegar lá, precisa de quê? Primeiro precisa ter uma noção que tem que investir na internet. Investir na internet é YouTube e Instagram. São os principais. YouTube e Instagram tem que ter evento, congresso e muito conteúdo na internet aberta. E isso vai começar a a monetizar e sustentar os próprios projetos cardequianos. precisa ter um bom microfone, uma boa câmera, uma boa luz, uma boa comunicação, uma boa aparência e muito conteúdo com investimento em publicidade para poder conseguir ultrapassar esses eh eh pseudocardecistas ou meio cardecistas e poder atingir os grandões que não são nem cardecistas, são pessoas que estão defendendo uma outra coisa, mas tem a hegemonia do espiritismo. E sem investir dinheiro não vão conseguir. Então os cardequianos tem que investir dinheiro, doar dinheiro ou gastar. Não adianta a gente ficar gastando com tudo e aí quando é pros projetos cardequianos a gente não gastar, porque a gente não tá eh eh engastando pra pessoa comprar mansão, comprar carro, comprar roupa e passar na praia em Miami. É investimento no movimento carnecista. A gente tem que ajudar os os movimentos e os canais sérios. O Kardec Pédia tem custo. O trabalho extraordinário do Kardec Ped tem custo. A gente precisa o quê? Assinar o Cardec Play, comprar as obras do IDEAC, promover eventos, promover visualizações e investir na internet. Então o o Kardec Tube, qual é a ideia do Kardec Tube? O Kardecuba é pequeno, muito pequeno. Só que tem algumas coisas no Kardec Tbeubes, que é importante vocês saberem. O Kardecbe hoje tem 2000 até, vou pegar o número exato aqui. O Kardecube tem hoje 2100 e poucos seguidores no YouTube, 10.000 no Instagram, quase 10.000 no

dec Tbeubes, que é importante vocês saberem. O Kardecbe hoje tem 2000 até, vou pegar o número exato aqui. O Kardecube tem hoje 2100 e poucos seguidores no YouTube, 10.000 no Instagram, quase 10.000 no TikTok e 25.000 no Facebook paraa internet são números medíocres, só que tem uma coisa interessante no cardctube. Primeiro que a gente não se vende. A gente não se vende para conseguir seguidor. Você não deixa Kardec em segundo lugar para conseguir seguidor porque tem muita gente, principalmente no Instagram que eu chamo de caça os caras estão falando de espiritismo, eles fazem qualquer coisa para ganhar seguidor. do Kardec Turb não se vente nem pros políticos, nem pros acadêmicos, nem pros malucos do movimento espírito tradicional. Esse é um ponto, senão a gente já poderia estar muito mais longe, mas porque a gente não se vende. A gente coloca Kardec em primeiro lugar, nem o público a gente coloca em primeiro lugar. Kardec tá em primeiro lugar. Segundo ponto que é interessante no Cardecube, o Kardectube tem 2.000 inscritos no no YouTube e tem a mesma audiência de canais que t.000 inscritos. Olha que interessante. Eles têm muito mais, mas não tem a audiência fixa que a gente tem. Isso é uma coisa interessante. Outra coisa interessante, eles investem pesado. O Kardec Tube até agora não investiu. A gente vai começar a investir. Faz uma live e coloca ali uma monetização para o YouTube e o Instagram rodarem o vídeo. A gente tá, a gente vai investir mais em microfone, a gente vai investir mais em câmera, em tripé, em luz e também em publicidade. Fora os gastos que tem canva para editar, capcut para para editar, banco de imagens de de vídeo, IA, tudo isso é custo. Para vocês terem uma noção, o stream ear que a gente tá falando aqui é muito caro, se paga em dólar. Então vejam, tem muitos custos fixos um projeto cardequino. Quais são os meios da gente adquirir dinheiro para manter tudo isso atualmente? Primeiro, a monetização das visualizações. Segundo, as assinaturas. Quanto mais pessoas

tos fixos um projeto cardequino. Quais são os meios da gente adquirir dinheiro para manter tudo isso atualmente? Primeiro, a monetização das visualizações. Segundo, as assinaturas. Quanto mais pessoas assinarem o Kardec Tub se tornarem membros por 19,99, mas vai tendo um valor mensal que ajuda a manter tudo. E a mentoria que a pessoa paga por hora e tem um estudo particular, uma videoconferência de uma hora ali ou quantas horas ela quiser. Claro que isso é mais limitado, mas fora isso que é a parte financeira do Kardec Tube, o Kardec Tube hoje tem uma programação diária só focando em Kardec. Segunda-feira é o livro dos espíritos, mais a postagem de um recorte meu ou do Cosm, mais a postagem que desde lá no início tá, que é sempre uma frase de Kardec. Terça-feira é o projeto analisando toda a obra nosso lar, mais a postagem, mais o recorte meu do cósmo. Quarta-feira é o que é o espiritismo. Mais a postagem, mais o recorte. Quinta-feira é o estudo da revistaespiríta.net, porque o Kardecube também tem uma característica, os cardecistas não falam dos cardecistas, que é muito importante também. A gente não se cita, um não cita o outro. O Kardecube é um dos poucos canais que cita todo mundo para ajudar. Então a revisespírita.net esse é um trabalho muito importante de evocadores no sistema cardequiano, do jeito de evocar espírito cardequiano. Toda a quinta. Na sexta o estudo do livro dos médiuns, que é o o estudo fechado só para assinantes, que é o que mantém os projetos do canal. Então, teve muita gente que reclamou, que criticou, que falou mal. Pessoas que eu considerava muito falaram mal, mas elas não entendem que é o único jeito de um projeto sobreviver. Isso que eu digo, elas criticam, elas estão prejudicando o um projeto de Kardec para frente, sendo que o Kardec Tube hoje tem um conteúdo gigante gratuito e aí tem um projeto que é para ajudar a sustentar os outros e o pessoal o pessoal ainda ainda critica que nem a mentoria, né? Se a gente tiver adquirindo dinheiro pro

tem um conteúdo gigante gratuito e aí tem um projeto que é para ajudar a sustentar os outros e o pessoal o pessoal ainda ainda critica que nem a mentoria, né? Se a gente tiver adquirindo dinheiro pro projeto de qualquer outra maneira, eles batem palma. Mas se for falando em Kardec, aí não pode. Olha a loucura e a ignorância. Então qual que é o projeto também a média e longo prazo do Kardec Tub? Aumentar o número de de membros. Isso é o mais importante. Aumentar o número de membros. Por isso vocês, quem não assine pode assinar, assine. E quem conhece alguém que pode assinar também assim. E para não ficar só um pedido de doação, que daí ninguém reclama, a gente tá oferecendo um estudo de volta, a pessoa ajuda e a gente devolve conhecimento, que é muito melhor do que só ficar pedindo doação. Mas dessa maneira muita gente critica, olha que loucura. Se eu ficar só pedindo, não tem problema. Mas se eu pedir, devolver conhecimento de volta, que é muito mais útil, aí as pessoas criticam. São os malucos mesmo no movimento cardecista. Outra coisa, o projeto nosso lar, então vai ter mais uma fonte ao Cardec Tube. E a minha ideia, que eu ainda não sei como, se tiver alguém entendido, pode me procurar em off. Eu tinha vontade de ter alguns produtos. Falta isso dos cardecistas, né, no Brasil. Olha a quantidade de espíritos que a gente tem. A gente pode ter camiseta, chaveiro, adesivo, caneca, até bonequinho. Todo mundo gosta de ter no escritório, né? Às vezes o busto de alguma personalidade histórica. Por que não, Kardec? Patrocínios. O Kardecub quer ter no futuro comerciais, claro que de coisas éticas que não firam a ética espírita. Então são coisas que a gente precisa que pessoas apareçam para ajudar. E o nosso intuito é ter já a gente já tem programação diária e aí vem agora o que que a gente vai lançar. No nosso tempo só cabe mais uma coisa. Então a gente tem aí os cinco dias que eu falei. Agora nós vamos estrear uma live nova. Nós vamos ter uma live nova aqui. Vai então o anúncio.

gente vai lançar. No nosso tempo só cabe mais uma coisa. Então a gente tem aí os cinco dias que eu falei. Agora nós vamos estrear uma live nova. Nós vamos ter uma live nova aqui. Vai então o anúncio. Nós vamos ter a partir a partir de janeiro, atenção pra data, 12 de janeiro, segunda-feira, segunda segunda-feira do ano, 12 de janeiro, a partir do dia 12, nós vamos estrear o novo estudo aqui no Kardectube. Vou colocar na tela. Era já o nosso sonho fazer isso e nós vamos poder fazer. 12 de dezembro, desculpa, 12 de janeiro 2026, estreia o estudo da obra de Allan Kardec, o Evangelho segundo o Espiritismo. Faz muito tempo que as pessoas querem ver a gente falando da moral espírita e a gente vai ter esse estudo a partir do dia 12 de janeiro, segunda-feira. Que horas? das 14 às 15 horas, mas vai ficar gravado. Eu sei que as pessoas trabalham, as pessoas estão em trânsito. Então, 12 de janeiro, das 14 às 15 horas, estreia o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo. Eu e o Lauro vamos fazer. E aqui vem mais uma novidade. É diário o programa. Vai ser um estudo da Ola de Kardec diário de segunda a sexta. Toda seg de segunda a sexta, sempre das 14 às 15, a gente vai estudar completamente do início ao fim a obra Evangelho Segundo Espiritismo. Você vai poder ver, quem não vai poder ver ao vivo, veja gravado, vai ser aberto de graça. Então assim, a gente vai ter live de noite, live de tarde e postagens durante o dia de segunda sexta no Kardec Tube. Só um que é na sexta de noite é pago para ajudar os demais projetos. Quero aproveitar que tem mais gente falando, dando boa noite, né? Deixa eu também o Zelam. Já falei aqui o Mateus, outro amigo que estuda Kardec. Boa noite o João Eduardo que eu já sempre faço comentário. Vão no canal do João, se inscrevam também. Um canal Kardequiano. Tanto que o nome da do canal dele no YouTube é Espiritismo Cardequiano. Assinem, assistam. Ele tem live todo domingo às 10:30 da manhã. Vamos lá na página do João ajudar também a crescer. Aqui a Vanusa que teve com a

da do canal dele no YouTube é Espiritismo Cardequiano. Assinem, assistam. Ele tem live todo domingo às 10:30 da manhã. Vamos lá na página do João ajudar também a crescer. Aqui a Vanusa que teve com a gente também o ano todo, o Emídio Luiz. E aqui uma uma pessoa muito querida que é o Rui, que é uma alma kardequiana que eu aqui publicamente parabenizo. Quem conhece o Rui sabe, a alma Kardequiana, que é um estudioso de Kardec, uma pessoa muito querida. Desejo tudo de bom para ele e muito obrigado pelas palavras, né? É engraçado o vou brincar com o Rui aqui ao vivo, mas o Rui e quando eu quando eu lembro do Rui me vem na cabeça os espíritas da época de Kardec, né? Eu acho que ele é é assim como teve aqueles espíritas que que ficaram conhecidos ali, que sempre eram muito fiéis a Kardec e a gente vai ter na nossa época o Rui, a gente vai sempre lembrar do Rui como essa esse espírita fiel a Kardec aí. Então, parabéns ao Rui, muitas felicidades para ele e pra família, né? Aqui o EBT já falou, não. O Cosm ele tem muita abrangência no Brasil e no mundo, mas ainda é paralelo. Ele ainda não tem. Ele precisa ser maior, precisa. E não é por uma questão de idolatria pessoal, é por capacidade, por mérito. Precisa, né? Aqui o Rui, né? Concordo plenamente. Professor Cosm é quem mais conhece Kardec. Vamos ver aqui aqui, ó. O o José falou: "Eu já fiz o adesivo com Qode pro canal". É o ele me mandou. O José também é uma das pessoas que mais ajuda o Cardecube, né? Ele fez um adesivo bem bonito do Kardec Tube. Mas eu quero, eu preciso ver maneiras de transformar isso num produto, né? Que as pessoas, porque a ideia são produtos que são baratos, mas que as pessoas carregam a marca, né? um adesivo no carro, um chaveiro, uma camiseta. Eh, o meu grande sonho era bonequinho e agenda, né? Mas aí eu não sei nem por onde começar ainda, mas são ideias, né? Bom, então anunciei o estudo do Evangelho, falei um pouco aí sobre o futuro. Vai acontecer em 2026 os React, tá? vai acontecer, tem que ter, não adianta, a

por onde começar ainda, mas são ideias, né? Bom, então anunciei o estudo do Evangelho, falei um pouco aí sobre o futuro. Vai acontecer em 2026 os React, tá? vai acontecer, tem que ter, não adianta, a gente vai ter que começar a lutar contra essa espiritada aí. Infelizmente também com alguns com alguns cardecistas a gente vai ter que reagir porque eles estão estudando pouco, estão falando muita bobagem, estão atrapalhando e estão achando que estão ajudando, que é o pior amigo. O pior amigo é aquele que acha que tá ajudando e fazendo bem, tá prejudicando. Eles deviam parar e estudar mais, né? E eu vou anunciar aqui o seguinte, o segundo anúncio. Semana que vem a gente não vai ter as lives, não vai ter o estudo do livro dos espíritos, não vai ter o estudo de quarta, não vai ter o estudo de quinta, então porque os guris vão estar viajando, né? O José vai estar viajando, o Lauro vai estar viajando e eles merecem, né? E então eu vou fazer um eu vou fazer um seminário nesses dias em que eles vão est vão estar viajando. É um seminário de férias. Então atenção, semana que vem, seminário de férias aberto aqui no YouTube no dia 5, segunda-feira, às 20 horas. Dia 6. Daí é o é o nosso lar. Dia 7, dia 8. Então o seminário de férias dia 5, 7 e 8 de janeiro, às 20 horas, seminário de férias. Qual é o tema? Desenvolvimento da mediunidade. Então, se você quer aprender sobre como desenvolver a mediunidade, nós vamos tratar nesses três dias, às 20 horas, segunda, quarta e quinta, seminário de férias. Eu fiz até um anúncio aqui, vou mostrar para vocês, ó. Então, além, dia 12 de janeiro, às 14 horas, estreia o estudo do Evangelho. Dia 5, 7 e 8, segunda, quarta e quinta, seminário às 20 horas. Todos esses dias às 20 horas, desenvolvimento na mediunidade, seminário de férias. Se programem aí. Aí é seminário de férias mesmo, ó. Olha aí, ó. Seminário de férias. Como desenvolver a mediunidade? 5, 7, 8 de janeiro, ao vivo às 20 horas no YouTube. Então, se programem, a gente vai tratar como Kardec ensina a

io de férias mesmo, ó. Olha aí, ó. Seminário de férias. Como desenvolver a mediunidade? 5, 7, 8 de janeiro, ao vivo às 20 horas no YouTube. Então, se programem, a gente vai tratar como Kardec ensina a desenvolver mediunidade durante 3 dias. É um miniursinho. Semana que vem já, né? Na segunda que vem. Amanhã de noite tem o estudo do livro dos espíritos no canal do Lauro. Terça tem o estudo do vídeo do do nosso lar. Quarta 31 não tem não tem o ao vivo, eu vou postar alguma palestra. Dia primeiro não tem o ao vivo, eu vou postar alguma palestra. Dia 2, sexta-feira, tem o estudo às 20 horas do livro dos médiuns. Assine e participe. Aí na semana que vem, dia 5, tem o seminário de férias. Dia 6 tem de novo o nosso lar. 7 8 de férias. Aí nove eu tenho que ver na sexta-feira se vai ter o do livro dos médiuns ou não. Então fica aí, se programem e deixa eu ver se eu não esqueci nada. Eu falei sobre passado, falei sobre presente, falei sobre futuro, falei a médio e longo prazo, a curto prazo. Aqui, ó, o EBT tá querendo o adesivo. Tem que falar com com o José, o Zelão. Ele tem lá o adesivo. Ele não sei como é que pode fazer. Eu acho que ele manda a arte e tu imprime a a na tua cidade mesmo o adesivo, né? É bem legal. Quem postar foto aí com o adesivo do Kardec Tube, eh, manda foto que eu posto nas redes aí para mostrar, né? Mas a ideia um dia é profissionalizar isso, né? Ter um material, porque isso é importante, né? Bom, pessoal, eu acho que não esqueci de nada. Falei um pouco sobre o passado, falei de agora, falei sobre os movimentos paralelos, sobre as lutas, sobre as excepções, falei sobre o futuro e é isso. Vocês estão aí nos acompanhando e vendo que a coisa tá crescendo, mas ainda falta muito, né? Falta muito mesmo, tem muito trabalho pela frente e evidentemente que a gente precisa de todos. Se tem uma coisa que eu eu já percebi que sozinho a gente não vai conseguir. Então, do meu projeto aqui Kardecube, falando do meu agora, vocês já viram o que que ele oferece e as maneiras de

de todos. Se tem uma coisa que eu eu já percebi que sozinho a gente não vai conseguir. Então, do meu projeto aqui Kardecube, falando do meu agora, vocês já viram o que que ele oferece e as maneiras de ajudar, tá? Tá aqui aberto, explicado. E claro que em primeiro lugar o IDEAC, o Kardec Ped, o Kardec Play, o projeto do cósmico, porque é melhor. Então você ajuda como? Cine o Kardec Play, compre os livros lá do Kardec Books, assista, leia os livros e assista as palestras do Cómbo, divulgue, porque a gente tem que também manter vivo. Ah, temos que ver aí com CM, com temos que a gente tem que conseguir botar o Cosm num podcast grande. Tomara que agora, não sei quando que ah tem que ver com o pessoal quando é que o C vai fazer um novo congresso pra gente também ajudar, divulgar e reunir pessoas para ir, mas também tem que ter alguma coisa na internet. Eh, me preocupo também eh quais são as pessoas que vão continuar o trabalho do CM. Isso é uma coisa que um dia eu quero conversar com ele. Ele precisa ajudar. Eu acho que ele tem que também que participar disso, tem que ter, tem que ajudar, tem que preparar. O o José Paniago, tá entrando aí pra área da filosofia da ciência, então daqui uns anos ele vai estar afiado, tanto em Kardec quanto nessa parte. Eu em 2027 vou iniciar a graduação em filosofia. Então daqui 4, 5 anos eu já vou ter mais um suporte e mais estudos de Kardec. Então a gente tá se preparando porque a o trabalho tem que continuar, mas precisa que todo mundo se ajude e você também além de nos ajudar, estude Kardec. Quanto mais pessoas chegar daqui 15 anos tendo conhecido toda a obra de Kardec, vai ser mais pessoas podendo se unir para continuar o trabalho. Porque a hora que Kardec explodir, ele volta com tudo, porque ninguém tem o que ele tem. Então, depende de cada um de nós. Ajude como você pode e se prepare como você pode, estude como você puder. Foquem em aprofundar a obra inteira de Kardec, né? É isso que eu tinha para dizer. Quero agradecer a todos por esse

um de nós. Ajude como você pode e se prepare como você pode, estude como você puder. Foquem em aprofundar a obra inteira de Kardec, né? É isso que eu tinha para dizer. Quero agradecer a todos por esse ano de 2025. Eu jamais vou conseguir devolver o que vocês fazem pelo Kardec Tup. Não consigo mesmo, porque é muito além que vocês fazem e a maneira que a gente tem de retribuir é oferecendo mais Kardec, estudando mais Kardec, se dedicando mais a Kardec. É a única coisa que a gente pode fazer nesta encarnação, né, em que os nossos poderes materiais são completamente limitados. O que a gente pode fazer é o máximo possível de horas se dedicar a Kardec, o máximo possível falar e divulgar Kardec e tentar ajudar a entender Kardec. é o máximo que a gente pode fazer. Mas eu quero agradecer a todos, desejar a todos um excelente final de ano, que nós estejamos ainda mais fortes, preparados, unidos e alertas. 2026 vai ser um ano muito difícil, é ano de eleição, o pessoal da política vai crescer e vai tentar dominar o espaço espírita. a gente precisa combater. Espiritismo é uma moral que não tem que se envolver com isso. E a gente precisa que os cardequianos cresçam, porque a gente precisa que Kardec cresça. Não é uma uma pessoa em particular, mas Kardec tem que crescer. Então, muito obrigado a todos. Vem mais trabalho em 2026. Estejam aqui, nos ajudem como puder, deixem sugestões, deixem perguntas, se inscrevam no canal, assine quem puder e vamos juntos. Vamos fortes, vamos unidos. E lembrando, semana que vem tem o seminário sobre a mediunidade e dia 12 estreia o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo. Um bom final de ano a todos, embora amanhã a gente se encontre de novo no estudo do livro dos espíritos. Uma boa noite a todos.

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