Juventude Espírita - Mocizade | Espiritismo em Movimento

FEEGO 13/03/2026 48:28

🔹Juventude Espírita - Mocizade 📌 Apresentação: Enio Francisco - coordenador da ACSE 🎥 Produção: Espiritismo em Movimento Neste programa quinzenal, recebemos Angélica de Pádua, Phelipe Cinha e Tamí Almeida, para uma conversa profunda e esclarecedora sobre a Juventude Espírita. Inscreva-se no canal, curta 👍 e ative as notificações 🔔 para acompanhar novos episódios sobre Espiritismo, unificação, espiritualidade e ação com amor. #espiritismoemmovimento #podcastespirita #unificacaopelaarte #estreiahoje #arteespirita #movimentoespirita ---- Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: / feego.oficial Facebook: / feego.oficial

Transcrição

Meus queridos irmãos, paz e bem a todos vocês. Nós estamos novamente no programa Espiritismo em Movimento, discutindo aquilo que tá acontecendo no nosso movimento, eh, e as nossas propostas de unificação. Hoje nós temos aqui a nossa companheira Tami, Tami, né? que está participando conosco aqui, representando a juventude espírita do nosso estado e a nossa companheira Angélica de Pádoa. Sejam muito bem-vindas, né, e que os bons espíritos possam nos auxiliar no direcionamento dessa atividade aqui hoje. Sejam bem-vindas, Angélica e Tamê. Obrigada. >> Muito obrigada. >> E aí, como é que vocês estão? >> Pode começar >> tranquilas?Amos Estamos bem, graças a Deus, muito satisfeitas com os últimos resultados da juventude, com uma alegria, uma gratidão muito grande no nosso coração. >> Muito bom. E você, Dan? Assim, eu costumo falar que eu e Angélica a gente tem o neurônio compartilhado, então passo das palavras dela as minhas e também acrescento que a gente também tá muito animado para esse ano de 2026, porque dentro da do departamento de juventude da federação, a gente tá com várias ideias, >> vários projetos, >> vários projetos pra gente poder implementar esse ano. Então eu acredito que vai ser assim um ano muito bom pra juventude. >> Muito bem. Então, pra gente falar desses projetos, vamos primeiro pro congresso, porque nós ainda estamos aquecidos, né? >> Como é que foi o o Congresso da juventude, o processo e a realização do congresso e o alcance, né? >> Uhum. Então, nós chamamos o nosso congresso da juventude carinhosamente de ser jovem, né? Então, o Se Jovem 26, né, que é o congresso desse ano, foi um sucesso absoluto. Eh, a gente fala com muita alegria que ultimamente, nos últimos anos, a gente tem ter tinha tido um um quantitativo um pouco menor, né, de jovens participantes e trabalhadores. >> E esse ano a gente conseguiu atingir um público maior. Então, assim, a gente conseguiu atingir em torno de 400 pessoas que foram inscritos, trabalhadores e convidados. E aí a gente

e trabalhadores. >> E esse ano a gente conseguiu atingir um público maior. Então, assim, a gente conseguiu atingir em torno de 400 pessoas que foram inscritos, trabalhadores e convidados. E aí a gente fica feliz porque esses trabalhadores e esses participantes, eles são multiplicadores, né, do conteúdo doutrinário, multiplicadores da alegria e da força do trabalho. Então a gente fala que esse ser jovem realmente foi um marco de início para muitos projetos que a gente ainda gostaria de realizar ainda para esse ano de 2026. >> Uhum. Maravilha. É isso mesmo. >> E a sua visão também em relação ao congresso, ser jovem, que que qual foi o resultado na vida daqueles jovens que estiveram ali como como participantes? Olha, particularmente falando, o ser jovem desse ano, ele foi uma realização pessoal para mim, porque vê depois de muitos anos, porque a gente percebeu que depois da pandemia a gente teve uma queda muito grande nas participações, tanto da juventude, quanto do adulto, quanto até mesmo da infância, eh, diariamente nos centros espíritas, não é nem nos eventos, é nos próprios centros espíritas. a gente percebe essa diminuição presencial e vê que nesse ano de 2026 a gente conseguiu eh igual a Angélica falou, em torno de 400 jovens no total de participantes. Tivemos quase 300. A nossa expectativa era 300, a gente tivemos quase 300. Eh, é muito gratificante a gente conseguir ver que o jovem se interessou e quis ir voltar, né? quis voltar pro pro evento, quis voltar pro ser jovem, que é um evento muito importante para mim, de muitos anos em que eu trabalho, eu gosto muito de ser jovem. Então, >> nós somos antigas, né? >> É, foi um trabalho assim muito gratificante e não só isso, mas também do lado do trabalhador, a gente fala que foi um ser jovem nostálgico, sabe? porque a gente conseguiu trazer muitos trabalhadores antigos para estarem trabalhando nesse evento, eh, para estar ajudando a gente a treinar novos trabalhadores. Então, foi um evento muito importante. Acho que de modo

seguiu trazer muitos trabalhadores antigos para estarem trabalhando nesse evento, eh, para estar ajudando a gente a treinar novos trabalhadores. Então, foi um evento muito importante. Acho que de modo geral, eu acho que vale fazer uma observação em relação ao que a Tami falou, que é essa questão dessa união entre jovens de gerações diferentes, trabalhando juntos por um único evento. E aí a gente a gente sabe que cada um trabalha de um jeito, cada um traz, mas a gente conseguiu trazer essa fraternidade entre todos eles. Foi um trabalho de quase um ano, né, que a gente trabalha pelo Congresso, quase um ano, né, inúmeras reuniões presenciais, virtuais, então eles se uniram. Então hoje a gente pode dizer que tem um grande grupo de amigos, não só de trabalhadores da juventude espírita. >> Muito bom. Angélica, você brincou agora a pouco, né, que vocês são antigas nesse movimento, né, e ao mesmo tempo vocês falam de gerações diferentes, né? Eu percebo, não sei se vai fazer sentido para vocês essa questão que eu vou colocar, mas assim, me parece que o jovem atual ele ele é bem diferente, >> né, do do dos jovens, eu não vou nem dizer da minha época, né, >> mas vamos jogar aí de 10 anos atrás. >> Uhum. Nós tivemos recentemente uma pandemia que impactou muito. Uhum. >> Quais são o o os maiores desafios da mocidade espírita hoje? Porque no nosso tempo, né, a gente observava o seguinte, existia uma uma imposição dentro da casa espírita. Às vezes o o próprio dirigente, ele trabalhava muito aquela coisa do Euquipe, ele impunha, ditava as regras. E naquele tempo a gente aceitava, né, e tal. >> Parece que o jovem de hoje ele quer mais, ele não quer ser guiado dessa forma impositiva. O que que vocês veem isso? E como lidar fazer essa mediação entre esse jovem e esse dirigente ainda que trabalha nesse modelo mais antigo? >> Então, a gente enxerga o seguinte questão. Primeiro que o jovem tá mais questionador, né? Ele não tá não aceita tudo, né? E eu acho que essa questão virtual, depois a Tami ela me

odelo mais antigo? >> Então, a gente enxerga o seguinte questão. Primeiro que o jovem tá mais questionador, né? Ele não tá não aceita tudo, né? E eu acho que essa questão virtual, depois a Tami ela me complementa, mas eu acho que essa questão virtual ela veio para nos auxiliar muito, né, no mundo em que a gente vive, mas ela trouxe desafios também. E um desses desafios é exatamente esse de que antes, né, na nossa geração, o costume era o presencial, né, a gente tinha o 100% do presencial, o virtual praticamente não existia. E hoje o virtual está mais forte, né? E aí a gente tem que fazer essa junção desses processos presencial e virtual. e gerar uma expectativa e uma atração maior pro jovem estar presente, né? Porque o virtual já contempla tudo. Então, como que a gente vai fazer para que o jovem esteja presente? E isso foi a nossa grande alegria não ser jovem, porque a gente ofereceu a transmissão, né, online. Teve alguns momentos que a gente transmitiu, mas os jovens quiseram ir, eles buscaram, né, essa presença. E a gente vê muito que o apoio de forma geral dos dirigentes ajuda muito assim, porque que que a gente trabalhou e você é testemunha disso porque nós trabalhamos juntos, né, no Congresso, a programação adulta, jovem e criança, a gente trabalhou junto, então a gente quis trazer a família para o Congresso. Então, eu acho que isso é importante. O dirigente tava presente nesse nesse aspecto. Então assim, a gente trabalhou muito durante esse ano para poder trazer um doutrinário que pudesse chamar atenção, porque a gente sabe que existem esses desafios e eu acho que todo dia a gente encontra um caminho diferente, né? Porque como você falou, são jovens diferentes, são gerações diferentes e a gente vai buscando. Nesse ser jovem a gente conseguiu, né, atingir, né, eles e foi maravilhoso. Mas eu acho que é desafios, né, que a gente vai enfrentando e a gente vai buscando, né, Tami? É >> muito bem >> também. Eh, no senso disse que houve um decréscimo no número de espíritas, né? Ou pelo menos de pessoas

é desafios, né, que a gente vai enfrentando e a gente vai buscando, né, Tami? É >> muito bem >> também. Eh, no senso disse que houve um decréscimo no número de espíritas, né? Ou pelo menos de pessoas no movimento espírita. Na juventude, vocês sentiram isso também ou ou não tem sido afetado assim em termos de número de jovens dentro do movimento e nas mocidades espíritas? Olha, a gente sentiu sim. E eu acho que isso faz parte de um processo natural. Eh, eu acredito que, por exemplo, a minha mocidade de hoje em dia não é a mesma da minha época. É, é um processo natural as pessoas irem procurando outras coisas, saindo, voltando, se encontrando. Então, assim, eu acho que foi normal isso acontecer. Eh, a gente sentiu isso. Teve um certo momento onde a gente teve um déficit maior, né, da da nossa juventude, mas igual Angélica falou, a gente tentou trazer esse ano coisas para atrair o jovem, porque eu acho que o eh o maior gargalo, digamos assim, do espiritismo e do movimento espírita é tentar encontrar aquilo ali que vai trazer o jovem manter ele no espiritismo. Porque igual Angélica comentou, o jovem de hoje em dia, ele tá muito questionador, né? E assim, a própria doutrina fala, né, que você precisa questionar. Kardec fala muito isso, né? É uma fé raciocinada. Então eles estão no caminho certo, tem que questionar mesmo. Mas aí parte da gente que tá como trabalhador é tentar trazer para ele aquilo ali que vai instigar ele, que vai querer fazer ele ficar, que vai querer fazer ele pensar, que vai querer fazer ele questionar. E o nosso doutrinário esse ano no ser jovem, ele fez muito isso, tentar trazer esse questionamento. Eh, mas eu acredito que agora a gente tá voltando novamente para aquele processo de conseguir mais pessoas, de conseguir que mais jovens participem da mocidade, que mais jovens participem do dos eventos. É tudo um processo meio que um vai e vem. Eu acredito que isso é acaba sendo natural. Na realidade, vocês estão então ensinando a juventude a questionar

ade, que mais jovens participem do dos eventos. É tudo um processo meio que um vai e vem. Eu acredito que isso é acaba sendo natural. Na realidade, vocês estão então ensinando a juventude a questionar de forma que esses questionamentos não sejam apenas polêmicas vazias, não é? tudo embasado, >> mas é, eu penso que ensinar esse movimento de questionamento, de forma que ele seja saudável e produtivo, vai facilitar muito a relação entre os adultos e a juventude na casa espírita, né? >> Com certeza. >> Porque vocês vão nos dizer no próximo bloco, eu percebo que existe aí um um um buraco, né? Porque os mais velhos dizem assim: "Ah, os jovens, né, os jovens e tal". E às vezes a juventude também diz assim: "Ah, os velhos como >> madureza, >> a >> madureza, >> você tá vendo os nossos jovens não estão tão jovens assim, né? >> Sim, é 30 mais. Tá tudo bem. >> Você tá sabendo que é é uma maneira carinhosa, né? Muito bom, meus irmãos. Então, nesse clima de afetividade e alegria, nós ficamos por aqui. Fiquem com as novidades da nossa livraria espírita e daqui a pouco nós voltamos. O que é Deus? Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Essa é a primeira pergunta do livro dos espíritos. E essa e outras obras da codificação você encontra aqui na livraria da fé. A livraria da Fego tá aberta de domingo a domingo, especialmente no domingo, nós temos uma roda de conversa com música e com café mais do que especial para te receber, para que você possa conhecer e adquirir essa e muitas outras. Estamos de volta com o nosso programa Espiritismo em Movimento. Hoje com as lideranças aqui da nossa juventude espírita do estado de Goiás, Angélica. E também vamos falar um pouco sobre os desafios, né, da juventude na atualidade, tanto aqui em Goiânia quanto nas cidades do interior. >> Vamos sim. como é que tem sido aí esses desafios e quais os caminhos, né, que vocês têm seguido para para solucioná-los? >> Eu eu vou começar com um desafio que a gente conversa muito sobre esse assunto.

os sim. como é que tem sido aí esses desafios e quais os caminhos, né, que vocês têm seguido para para solucioná-los? >> Eu eu vou começar com um desafio que a gente conversa muito sobre esse assunto. A gente conversou no bloco anterior sobre essa questão de trazer os jovens sair do virtual para trazer pro presencial, né, que é um desafio, né, que a gente enfrentou. Um outro desafio que a gente vê muito é a questão da idade. Eh, como é que é que funciona isso? Porque a gente brincou que nós somos antigas no movimento porque a gente coordena congresso já há alguns anos. Então a gente vê essa diferença da juventude. Nós tínhamos uma juventude com uma faixa etária maior, né? Era era a predominância de público que nós tínhamos ali entre os seus 16, 17, 18 anos nos congressos, né? Principalmente nos eventos. Hoje a gente enxerga uma faixa etária menor. Então, jovens eh de uma faixa etária a partir dos 12 anos mais ou menos, eles têm buscado mais estarem nesses eventos, participarem dos nossos projetos. E aí foi um desafio para nós, porque nós estávamos acostumados a lidar com essa faixa etária maior e agora nós estamos lidando com essa faixa etária menor e um detalhe juntos, né? Então assim, nós temos que eh desenvolver atividades e desenvolver projetos que possam unir essas duas faixa etárias. E a gente tem conseguido fazer isso. Por quê? Porque eh querendo ou não, Enia, a gente acaba tendo que fazer algumas divisões dentro do trabalho, >> porque é até uma questão de maturidade, uma questão de desenvolvimento. Então, assim, que que a gente eh busca fazer? a gente vai oferecer um evento ou um projeto completo, mas a gente consegue dividir ali. Olha, essa faixa etária, ela lida melhor se a gente trabalhar nesse formato e essa faixa etária nesse formato. Então eu vou dar o exemplo do congresso, que é o que a gente estava conversando do ser jovem. A gente ofereceu no ser jovem eh alguns alguns movimentos que foram palestras, eh TEDEx, eh salas temáticas. Então assim, a gente tentou oferecer o máximo de

e a gente estava conversando do ser jovem. A gente ofereceu no ser jovem eh alguns alguns movimentos que foram palestras, eh TEDEx, eh salas temáticas. Então assim, a gente tentou oferecer o máximo de opções para que pudesse atingir esse público. Então eu acho que isso é um desafio que a gente eh tem conseguido solucionar desenvolvendo várias atividades eh num mesmo no mesmo projeto. >> Legal, muito bom. Eh, eu também tenho mais um desafio a acrescentar, eh, que o jovem atual, apesar dele ser um jovem questionador, não tá aceitando tudo só por aceitar, ele ainda assim continua sendo um jovem mais bucólico, um jovem assim onde você precisa instigar ele, trazer a atenção dele para aquilo ali. E o exemplo do congresso, que a gente fez no congresso e a gente quer buscar fazer nos próximos eventos daqui pra frente, que o nosso doutrinário teve a excelente ideia de fazer um formulário de pesquisa pra gente poder entender o jovem. Ou seja, se a gente tá com um jovem ali mais bucólico, um jovem mais quieto, um jovem que a gente precisa ficar instigando ele para ele, né, ter energia para poder participar das coisas, a gente precisa entender o que que faz ele ter esse movimento de participar. Então esse formulário veio para isso, veio para poder entender o perfil do do nosso jovem atual, quais são os tipos de atividade que ele gosta de fazer, quais eh são as formas que ele gosta de estudar. E isso foi muito positivo no nosso evento e a gente acredita que fazendo isso nos próximos eventos, a gente vai conseguir ter um perfil ainda melhor do jovem pra gente trazer essa energia que a gente gostaria que eles tivessem, que eles eh pudessem aproveitar todo o evento e toda a doutrina. Uma coisa que acontece muito hoje, aí eu vou dizer para vocês como psicólogo, né? >> Uhum. >> Às vezes a pessoa quando ela chega no consultório para um processo terapêutico, ela já traz um diagnóstico. >> Uhum. >> E normalmente esse diagnóstico ele é feito às vezes até por um vídeo que a pessoa assistiu, né? Então ele já traz

a no consultório para um processo terapêutico, ela já traz um diagnóstico. >> Uhum. >> E normalmente esse diagnóstico ele é feito às vezes até por um vídeo que a pessoa assistiu, né? Então ele já traz um um rótulo de TDH, de bipolaridade, de autismo, a pessoa traz sem nem sequer saber do que que se trata. >> Uhum. Mas o fato é que embora as pessoas estejam utilizando, né, desses pseudodiagnóstico para justificar, né, algumas coisas pessoais, tipo assim, a pessoa ela é lerda e diz assim: "Ai, desculpa o meu TDH, né?" Antissocial, né? Exatamente. Mas o o o fato, né, é que realmente nós estamos percebendo que as coisas estão sendo reveladas. As pessoas que, por outro lado, positivamente, quem precisa de ajuda tá buscando ajuda. >> Uhum. >> E nós percebemos assim no meio espírita, nas mocidades, muitos casos de jovens neurodivergentes, não é? Como é que vocês, como dirigentes do movimento jovem estão se preparando para esses enfrentamentos? Nós estamos nos preparando com muito estudo, trazendo profissionais, inclusive nós vamos trazer dois exemplos. O primeiro exemplo que a gente traz é que nós realizamos um evento no ano passado que foi da infância da juventude pela Federação Espírita e aí uma das oficinas, um dos estudos foi exatamente como eh trabalhar com a neurodivergência dentro da mocidade. Então assim, já foi um trabalho que a gente já viu a importância. No ser jovem, a gente trouxe uma equipe eh que foi uma equipe nova, porque eh geralmente a gente trabalha com várias equipes, apoio, relações fraternas, doutrinário, né? E aí a gente trouxe uma equipe chamada equipe inclusiva. Essa equipe ela era composta por trabalhadores da juventude que eram profissionais da área da saúde, da assistência social, da psicologia para poder acolher esses jovens, porque eles eles podem participar perfeitamente dos eventos, das atividades, dos projetos. Talvez pode ter um momento em que eles precisam de um tempo, né? E justamente para aquele tempo que a gente trouxe essa equipe inclusiva. E a gente

eitamente dos eventos, das atividades, dos projetos. Talvez pode ter um momento em que eles precisam de um tempo, né? E justamente para aquele tempo que a gente trouxe essa equipe inclusiva. E a gente pretende eh expandir isso porque a gente sabe que é uma realidade, como você trouxe, é uma realidade da juventude hoje. E aí a gente tem que aprender a a incluir, né? É sempre o fato é sempre incluir, nunca separar, sempre incluir. Então eu acho que esses dois essas duas eh projetos que a gente desenvolveu, eu acho que fez uma grande diferença nesse cenário, né, também? >> Sim. E eu também acho que o seguinte, eh, como você mesmo falou, o pessoal chega no seu escritório, n, na, né, para pra consulta e já chegam com um diagnóstico que eles viram da internet. Eh, eu acho que isso se tornou muito comum porque hoje em dia a informação tá muito fácil, você acha em qualquer lugar. Uhum. >> Então, antigamente a gente não tinha tantos diagnósticos assim, porque as a informação não corria tão facilmente assim. Então, atualmente, obviamente, as coisas vão fluir de uma forma mais natural, as pessoas vão obter mais informação. Então, por isso que hoje a gente tem mais conhecimento de neurodivergentes. E é muito bom a gente ter esse esse diagnóstico mais cedo, porque a gente já consegue trabalhar mais cedo com isso, como foi o exemplo da equipe inclusiva. E isso é, a gente conseguiu perceber que trouxe muita confiança pro pai no trabalho, pro pai, pra mãe, pro responsável legal no evento, quando eles souberam que tinha uma equipe especializada nisso, que ia cuidar do filho, desculpa, que ia cuidar do filho dele, que ia cuidar da filha dele que está participando do evento. Então, eh, isso trouxe muita segurança pros pais. Eh, a gente tinha, por exemplo, no CJOV um contato da secretaria que qualquer coisa eles podiam entrar em contato. A gente tinha uma sala específica para eh os neurodivergentes, caso eles tivessem algum momento precisando se autorregular, eles podiam ir para essa

a que qualquer coisa eles podiam entrar em contato. A gente tinha uma sala específica para eh os neurodivergentes, caso eles tivessem algum momento precisando se autorregular, eles podiam ir para essa sala e ia ter os profissionais lá dentro. Então assim, eu acredito que foi um avanço muito positivo que a gente pode não só deixar na juventude, a gente pode expandir inclusive para pras outras áreas do para dos outros eventos, das outras programações. >> Embora uma boa parte dos pais eles estivessem participando do congresso adulto, né, >> sempre fica aquela preocupação, né, como é que meu filho está se portando? Será que ele não vai dar um um problema, né, assim? Porque a grande maioria das pessoas elas não reconhecem a neurodivergência, >> elas veem aquela pessoa como se ele fosse às vezes um problema pro meio social no qual ele tá inserido. Então isso gera uma atenção muito grande por parte dos pais, né? Humum. >> Então, sabendo desse acolhimento, >> hum, >> tanto no congresso, né, no no evento que era um número maior de pessoas reunidas, quanto na Casa Espírita, né? Eu acho que esse esse a casa espírita não é uma clínica, >> mas nós precisamos abrir os braços para acolher a pessoa de acordo com a realidade, com a necessidade dela, né? Sim, exatamente. >> E principalmente na juventude. >> E eu acho, Eno que uma algo fundamental que foi feito na juventude, foi feito também na programação adulta da infância também, a gente foi pras casas espíritas, né? Nós não ficamos somente eh ali no virtual, na divulgação. Nós que estávamos ali na eh como coordenação, né? Nós fomos até as casas espíritas. Então assim, a gente eles eles viram o nosso rosto falando, não são esses aí que vão estar, né, com os meus filhos, que são esses aí que estão coordenando. Então assim, eu acho que esse movimento é importante em todas as programações, porque nós como federação, nós temos que ser o grande apoio da casa espírita. >> Então assim, quando a gente chegava lá na casa espírita, a gente já se colocava

é importante em todas as programações, porque nós como federação, nós temos que ser o grande apoio da casa espírita. >> Então assim, quando a gente chegava lá na casa espírita, a gente já se colocava à disposição, não só para o ser jovem, mas para o ano todo, para todas as atividades, para o que eles precisassem. E eu acho que isso foi assim muito fundamental, porque eles se aproximaram da gente, porque a gente não pode ser distante. >> Nossa federação não podemos ser distante, né? Somos todos, >> somos todos fé ego. Exatamente. Então assim, eu acho que foi muito bacana a gente estar junto ali, a gente participar das mocidades junto com eles e aí quando eles chegavam no evento, eles abraçavam a gente porque eles já conheciam, né? Então isso eu acho que isso é movimento. Eu acho que isso é movimento espírita, né? é unificação. Então assim, vai esse ano realmente eu acho que é um ano que foi que vai ser muito importante, né, nesse sentido. >> Ô, olha, nós percebemos assim, quando você pega um centro espírita, né, de um bairro nobre da capital, eh, a realidade é muito diferente >> do trabalho que é desenvolvido lá na periferia, né? Então eu entendo assim que para esse jovem que tá mais próximo, né, do ponto de vista geográfico e até mesmo da questão financeira, né, do ponto de vista financeiro, >> é até mais fácil para ele se sentir mais fego, né, mais incluído. Eu acho que o desafio é ir lá no bairro, lá naquele centro da periferia e fazer com que aqueles jovens se sintam feego, né? Porque muitas vezes eles se vê muito distante, >> sendo a fé ego, na visão deles, uma instituição elitizada. Então acho que o desafio é quebrar isso, né? >> Exatamente. A gente tenta trabalhar muito isso na juventude de desmistificar que a federação ela é assim, né? tá uma elite, tá acima. Não, a gente tá, a gente se põe muito à disposição das pessoas, se põe muito à disposição dos centros espíritas, põe muito à disposição das mocidades, que a se precisar a gente vai até o local, vai no

Não, a gente tá, a gente se põe muito à disposição das pessoas, se põe muito à disposição dos centros espíritas, põe muito à disposição das mocidades, que a se precisar a gente vai até o local, vai no interior também. meu noivo, ele é do interior, então ele é o maior defensor do interior dentro do da área da juventude da federação. Então a gente tenta muito tentar trazer eles o mais perto possível. Eh, porque é justamente isso, a gente não, a gente quer que todo mundo se sinta igual, que todo mundo tá no mesmo barco, não tem esse negócio de, ah, só porque eu sou da federação, tô acima. Uhum. >> Não é isso? >> Tô bom. Nós ficamos por aqui e fechamos daqui a pouco. Fiquem vocês com as novidades da nossa livraria espírita. Até daqui a pouco. Convidar a todos para vir aqui à Federação Espírita na Livraria, um momento maravilhoso aqui, uma sala de estar, onde você pode deliciar todas as obras da doutrina. E agora tem mais o café, o picolé, o açaí. As literatura todos nós já conhecemos, sabemos que é o momento que você pode vir aqui conhecer, ler, trazer os seus amigos. Isso domingo é domingo e ler rejuvenece. Nós sabemos que a literatura ela traz o conhecimento, mas também traz ganhos diretos para o nosso cérebro. Quanto mais lemos, mais rejuvenecemos. Pessoal, nós estamos então voltando aqui com o último bloco do nosso programa, Espiritismo em Movimento, com a nossa irmã Angélica de Pá do Atami e agora com o nosso companheiro Felipe, que vai falar um pouco para nós da realidade do movimento espírita jovem do interior, né, Felipe? É, é um, primeiramente obrigado pela, pela oportunidade. Eh, é algo que eu sempre costumo falar, é o quanto a gente tem que dar atenção pro movimento espírita do interior. Porque assim, eu ficava olhando o pessoal na época angélica assim, olhando de fora o o quanto >> raramente somos antigas, né? >> Somos antigas. o o quanto era importante eh essa proximidade, porque no movimento espírita de interior ele tem algumas nuances diferentes do movimento espírita

uanto >> raramente somos antigas, né? >> Somos antigas. o o quanto era importante eh essa proximidade, porque no movimento espírita de interior ele tem algumas nuances diferentes do movimento espírita de Goiânia. O a primeira delas é o êxodo, né? Quando a gente completava por volta de 17 anos, 16, assim, quando os pais já não pediam pra gente fazer o terceiro ano aqui em uma cidade de capital ou em Brasília, que é uma cidade no no caso a minha cidade era próxima a Brasília. Então, ou Brasília ou Goiânia, eh, a gente saía para fazer faculdade. Então, já dentro da mocidade, você tinha um escopo assim de pessoas, de jovens que já não estavam participando. Isso acontecia em várias capitais ou várias cidades do interior. Você tinha esse escopo de jovens que saíam da da mocidade. Então, sempre era um um um número de de jovens menor por si só. E o segundo era essa distância da gente observar, nossa, será que a gente vai conseguir chegar e um dia a poder trabalhar com eles? Assim, a gente olhava com, eu olhava pelo menos com uma admiração muito grande para pro Mocad na época, >> é quando ia nos eventos de de juventude. Aí eu via lá o Eduardo, vi o Juruna, vi Angélica, vi esse pessoal falando assim: "Será que um dia eu vou conseguir trabalhar dessa forma?" porque para mim era tudo muito longe. Eh, foi importante essa essa nova visão que vocês trouxeram desde eh eh que a federação mesmo vem buscando com com o passar dos anos de tá unificando tudo. E aí a gente sentia que de fato o interior começou a ser e eh visualizado. Então a gente via algumas pessoas dentro das diretorias que são do interior, além dos secretários, né, de cada região. Isso era muito importante para nós, porque a gente admirava o trabalho, a gente queria estar no trabalho, mas a gente não sabia como chegar. E o jeito de conversar, essa essa atitude de somos todos todos fé ego, isso meio que mudou um pouco para nós essa visão e foi muito importante. >> OK. Eu compartilho dessa desse seu sentimento, né? Eu me lembro assim meus

r, essa essa atitude de somos todos todos fé ego, isso meio que mudou um pouco para nós essa visão e foi muito importante. >> OK. Eu compartilho dessa desse seu sentimento, né? Eu me lembro assim meus tempos de premocidade, quando eu vi Angélica, Eduardo, Juna, eu pensava assim: "E olha onde nós estamos hoje aqui juntos juntos. >> Brincadeira à parte, né, Felipe? >> Eh, Angélica e Tami, o que que vocês pensam sobre o que foi dito aqui pelo Felipe? O que que vocês acrescentam? Então, né, eu quero, a Tami deve falar mais alguma coisa, mas eu acho que o fundamental pro nosso projeto atual, né, do Moçoizad, que é o movimento espírita jovem da Federação, eu acho que é trazer a o interior para perto da gente. >> E qual que é a o que a gente tem pensado, o projeto que a gente tem tem eh valorizado aí, tem buscado fazer é os eventos da das regiões, né, os erges, né, que são os eventos no interior. Então, a gente quer trazer esses eventos de volta, que já houveram esses eventos há muitos anos atrás e aí a gente quer trazer de volta, porque a gente sabe que esse movimento traz eles para perto da gente e a gente quer tá ali, a gente quer tá sendo o apoio deles. Então, a gente tá com esse projeto aí para esse ano de 2026 e a gente tá se colocando sempre à disposição. É, assim como Goiânia, é o movimento espírita jovem de Goiânia, ele a gente tá buscando, né, um renascimento, buscando, né, é um resgate. A gente sabe que o interior também, né, porque é é geral, né? Então, o nosso grande projeto para o interior esse ano é são os Erges, o retorno dos erges. >> Vocês estão com o evento programado para o mês de maio, não é isso? >> Qual é a dinâmica? Qual é o objetivo? Qual é o nome do evento? Eh, o nome é CONEG e ela é uma confraternização, né, da dos jovens da juventude espírita do estado, mas acima de tudo ela é um uma formação de lideranças, né? é uma formação de novos trabalhadores. São jovens que a gente mapea e que o os os própri as próprias regiões estão mapeando ali. Eh, esse trabalho é

ma de tudo ela é um uma formação de lideranças, né? é uma formação de novos trabalhadores. São jovens que a gente mapea e que o os os própri as próprias regiões estão mapeando ali. Eh, esse trabalho é conjunto, a gente faz ele de conjunto com as secretarias de cada região que mapeiam jovens que estão engajados no movimento espírita e que vão ser potenciais líderes no futuro. >> Uhum. Eh, o objetivo da CONEG esse ano é justamente ser esse start que a Angélica falou dos eventos regionais em cada local, porque assim, eh, a sensação que a gente tem é até uma opinião que eu queria sua também, é uma uma a sensação que você teve pós congresso, não parece que você tá renovado, não parece que as suas energias e elas se renovaram para fazer mais, para buscar mais, para sair daqui e fazer assim, ó, olha, eu quero sair desse congresso, eu quero É, pô, porque vou pegar o espiritismo em movimento e eu vou desenvolver ele mais, vou abrir outros projetos. Então, essa é a mesma sensação que um jovem sai do congresso. >> Uhum. >> Eu quero um evento na minha cidade. Eu quero chegar na minha mocidade, aplicar isso, fazer uma aula mais dinâmica, mais vivencial. Eu quero às vezes buscar um outro livro, eu quero e eh sugerir mais coisas, eu quero trabalhar na minha casa espírita. Então, é isso que que os eventos t de potencial. E é, e é isso que eu sempre defendi dentro do Moossizad, desde quando eu fui convidado a estar junto da equipe do Moosizad, a minha grande defesa foi, gente, essa energia que a gente sente pós congresso é a mesma energia que eles sentem pós congresso. Então, eh, por que ficar só no congresso? se a gente pode exercer outros outros eventos, se a gente pode voltar com esses eventos lá, gerar mais eh eh focos de dessas chamas do espiritismo para incendiar mesmo tudo. E aí você faz mais trabalhadores, mais lideranças, você dá esse combustível e e modifica essa visão às vezes do espiritismo ser algo mais de de gabinetezinho, de um lugar fechado e e tornar o espiritismo mais em movimento,

balhadores, mais lideranças, você dá esse combustível e e modifica essa visão às vezes do espiritismo ser algo mais de de gabinetezinho, de um lugar fechado e e tornar o espiritismo mais em movimento, mais ação, mais e eh afinal de contas, fora da caridade, não há salvação. Então, a gente precisa desse movimento, né? a gente não pode estar só parado em prol disso. Então, a coneja, ela vem em maio, né, nos dias 1, 2 e tr, eh, para trazer essas lideranças, para levar essas lideranças aqui paraa Goiânia, no caso, pra gente trabalhar com eles e que essas lideranças saiam de Goiânia e possam trabalhar nas suas próprias regiões, nos eventos que vão acontecer regionalmente. >> Afinal, somos todos Mocizad. >> Parabéns. Somos todos. Parabéns. É isso mesmo, Felipe. A gente sai do congresso assim naquela naquela energia, né? Nós já estamos conectados também com o comunicai que vai acontecer em maio, mas assim, mais pro em junho. Vai acontecer em junho, né? >> Justamente para manter essa chama >> de unificação, o interesse, né, por parte das pessoas e de trabalho mesmo. É isso aí. Eh, agora gostaria que vocês falassem um pouco diretamente, né, para essa juventude e para o movimento espírita de um modo geral, que que tá acontecendo e o que que vocês querem que aconteça. Eh, bom, primeiro de tudo, eu gostaria, antes de falar das expectativas, de fazer um convite para você que tá assistindo, para você que participa de uma mocidade ou não participa de uma mocidade, tem interesse no espiritismo, que participa de um centro espírita, seja ainda na palestra pública, participando e da sopa fraterna, qualquer coisa. Eh, estamos aqui para te auxiliar no que for preciso. Se você é coordenador de Mocidade, nós da área da juventude da federação, nós temos no nosso site do Moçad várias atividades que você pode executar com seus jovens. Eh, nós estamos sempre de portas abertas. Pode sempre entrar em contato conosco, entrar em contato pelo nosso Instagram @mociside, mandar uma mensagem pra gente. Eh, nós

pode executar com seus jovens. Eh, nós estamos sempre de portas abertas. Pode sempre entrar em contato conosco, entrar em contato pelo nosso Instagram @mociside, mandar uma mensagem pra gente. Eh, nós estamos completamente abertos e ficaremos extremamente felizes de poder participar junto com você da sua jornada do espiritismo na sua mocidade, no seu centro espírita. E a gente espera que esses eventos que vai acontecer no decorrer desse ano agora, principalmente os erges, que a gente tá querendo muito trazer cada vez mais o interior para mais perto, pro interior cada vez se sentir cada vez mais acolhido. A gente espera muito que esses eventos possam alcançar vocês, eh, tanto espiritualmente quanto emocionalmente. Vocês se sintam à vontade e de participar e até mesmo de trabalhar, não só nesses eventos, mas em próximos eventos, daqui paraa frente, em todos os anos. quem se sentir à vontade para trabalhar, para conhecer o trabalho no movimento espírita. É um trabalho muito lindo. Eu trabalho já há mais de 10 anos no movimento espírita e a depois que você entra, você não consegue sair mais, porque realmente quando você começa a ver a mudança que faz o espiritismo na vida das pessoas, você quer continuar nela. >> Só fazendo complemento, porque já falou tudo, né? Mas fazendo desculpa, eu falo demais. Não, não mesmo. Falou tudo certinho. Mas só fazendo um complemento que eu acho muito bacana, é porque olha pro seu colega lá na sua mocidade, você jovem, olha pro lado e olha pro seu colega e você vai ter certeza que o seu colega, deixa eu melhorar aqui, você vai ter certeza que aquele colega ali vai ser sua família. Porque a gente, quando a gente cria esse laço dentro da mocidade, eu tô dizendo por experiência própria, eles viram nossos irmãos, eles participam da nossa vida e fortalecem para que a gente continue seguindo. Então assim, enxergue a sua casa espírita, enxergue a sua mocidade como a sua família, como pessoas que podem te dar força, porque eu acho que é fundamental isso. E tem um jovenzinho

ontinue seguindo. Então assim, enxergue a sua casa espírita, enxergue a sua mocidade como a sua família, como pessoas que podem te dar força, porque eu acho que é fundamental isso. E tem um jovenzinho que me falou assim no congresso: "É, eu tô tão feliz, mas acaba". >> Aham. Acaba não, gente. Nós estamos aqui com vocês, como a Tami falou, nesse ano todo aí, estamos ao lado de vocês. Então, conta com a gente. Muito bom. Isso. E a gente também, só mais um complemento, a o Mocizade ele faz também oficinas dentro de cada >> mocidade. Então se você na sua cidade enxerga a importância de de ter uma oficina, você pode entrar em contato com Mocisad, tá agendando essa oficina para pra gente tá trabalhando junto. E é o que a gente mais quer ver esse movimento jovem e é e sendo ativo, sendo atuante, sendo importante pra casa espírita que ele frequenta, acima de tudo, trabalhando junto com com o movimento de de adultos, de de da infância, porque somos todos um só movimento, né? A gente tem essa diferenciação ali por questão da de faixa etária mesmo, de didática. Isso. E e mas no no mais a gente trabalha em prol da mesma causa, trabalhamos em prol da mesma doutrina, eh temos as mesmas ações e devem e levamos o mesmo legado, né? Então é muito importante que a gente esteja unidos nisso, né? E é isso, um recado final. Bom, nós temos eh só mais uma questãozinha que surgiu aqui e aí a gente já parte paraa finalização. Eh, divulgado que a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio, né, nesse mundo que nós vivemos. No Brasil, em torno de 40, 45 minutos, uma pessoa consegue alcançar o objetivo nesse sentido, né? Isso é muito característico desse mundo de expiações e provas que a gente viu. Os desafios são muitos, né? Eh, qual o impacto do conhecimento espírita? Eu vou direcionar pro jovem, né? É o caso que nós estamos tratando aqui hoje. Qual o impacto do conhecimento espírita e da relação saudável no movimento espírita jovem? Eh, para esse que tá buscando um sentido pra vida, às vezes até com uma uma

e nós estamos tratando aqui hoje. Qual o impacto do conhecimento espírita e da relação saudável no movimento espírita jovem? Eh, para esse que tá buscando um sentido pra vida, às vezes até com uma uma ideiação suicida, como que vocês veem esse impacto? >> Eu eu posso dar um exemplo do meu próprio exemplo, assim, né? É, eu tive um um quadro depressivo há mais ou menos 14 anos atrás e e eu assim o conhecimento que eu tinha do espiritismo me causava e e aquela dualidade de de o que que eu tô o que que eu tô pensando, por que que isso tá passando na minha cabeça, o por que eu estou passando por isso assim. E e foi um momento muito difícil, porque quando a gente tá eh até porque você é psicólogo, você vai entender até melhor esse sentimento. Quando você tá e eh sobre um quadro depressivo, você tem dificuldade de enxergar por outros prismas assim, né? Você só consegue ver um prisma e esse prisma é muito negativo. >> Uhum. >> Eh, você não tem energia para nada, você é como se você tivesse dificuldade até de de raciocinar assim. Eu eu sentia que que a minha mente ela não conseguia pensar da forma correta que eu estava acostumada a pensar. Eu tinha eu tenho pais que me ajudaram muito, né? Eu sei que às vezes algumas pessoas e não, não t o privilégio que eu tive de ter pais presentes, de ter pais que me ajudaram, de ter pais que são da doutrina espírita e que sempre utilizavam disso para me ajudar, de um conhecimento que eu que eu tinha adquirido desde berço, né? Porque eu nasci dentro da do movimento espírita. E eu tenho essa sensação de que eu falo para todo mundo, parece que quem vem de fora, quem conhece o espiritismo de fora e não nasce dentro do espiritismo, parece que dá um valor muito maior do que a gente nasce. Eu não sei. Eu eu tenho essa sensação de quem se torna espírita, parece que a energia que essa pessoa entrega dentro do espiritismo é maior do que a minha que nasci lá. Não sei se é porque eu sempre tive isso e e para mim é tão comum assim. >> Eu acho que é isso mesmo, porque eu

nergia que essa pessoa entrega dentro do espiritismo é maior do que a minha que nasci lá. Não sei se é porque eu sempre tive isso e e para mim é tão comum assim. >> Eu acho que é isso mesmo, porque eu também nasci. >> É, é. E eu sinto que todo mundo que entra entra com energia assim. Eu falo, gente, tá até difícil de acompanhar, mas eh o conhecimento, o conhecimento espírita ele ele ajuda bastante, principalmente por você entender que aquela aquilo ali que você que você tá pensando assim, aquele sentimento de de tirar tua própria vida, às vezes ele não é algo que vai te dar a solução, sabe? É, você vai levar isso daqui com você. Essa s esse sentimento ele é carregado com você. Esse sentimento vai com você. E às vezes as coisas que você vai vivenciar após é até pior do que do que o que você vivenciaria aqui na Terra, né? Eh, eu tenho, eu tive até um momento que eu mostrei para uma música que eu escrevi dos momentos que eu senti, de como eu me sentia e nessa época e assim e era isso, era algo como se eu quisesse que fosse tudo arrancado, como se essa dor fosse arrancada de uma vez. Eh, e que a resposta para quem tem eh eh esse pensamento até do suicida é algo imediato. Mas 14 anos depois, o que eu posso te dizer é que tudo é um processo. É, não, a dor não cura de uma vez, as coisas não acontecem de uma vez. Eh, você precisa trabalhar dentro de você, você precisa eh estar perto de pessoas que te amam, você precisa eh confiar nas outras pessoas acima de tudo, que a depressão é o sentimento ruim da depressão é que ela te isola, né? É é como se ela se ela fosse algo que tentasse te neutralizar e te tornar um um ser único assim e não e não um ser sociável. Então esse é o grande mal da depressão, é porque ela te isola do resto das pessoas, ela te isola dos do das pessoas que se importam com você e você não consegue enxergar nada. É como se você tivesse blocado num quarto fechado assim. Uhum. >> E e foi muito importante entender que isso era um processo. Foi muito importante para mim estar trabalhando,

o consegue enxergar nada. É como se você tivesse blocado num quarto fechado assim. Uhum. >> E e foi muito importante entender que isso era um processo. Foi muito importante para mim estar trabalhando, porque quando eu eu eu tive esse quatro depressivo, meus pais me trouxeram pra cristalina de novo. Eh, eu tava eu já tava morando fora e aí eles me trouxeram pra cristalina. E aí meu pai falava muito assim: "Olha, meu filho, eu sei que tá que é que você tá que tá num momento mais complicado assim e tal, que você voltou, mas e minha mãe também muito insistente nisso, mas você vai, vamos trabalhar no movimento espírita com a gente, vem trabalhar na casa". E aí eu fui assumindo mocidade depois de um tempo, né? Passou-se um tempo, eu fui recuperando a cabeça, eu fui eh assumindo mocidade, fui conversando com a Juventude, trabalhando com Juventude como como sempre, atuando na mediunidade. Então, eh eu fui desenvolvendo, voltando a fazer trabalhos assistenciais e isso foi me recuperando, né? Claro, gente, sempre com ajuda profissional, eh, sempre amparado por psicólogos, né, por psiquiatras, isso é necessário. A ciência, afinal de conta, ciência existe como um movimento de Deus também, né? Ela existe porque pela permissão da espiritualidade de Deus e tudo mais, mas está tanto fisicamente bem quanto espiritualmente bem são duas asas assim muito importantes para que você desvencule e vença qualquer mazela de origem psicológica, assim, que é algo que a gente percebe que o jovem passa muito e não só o jovem, o adulto passa por isso, a criança passa por isso. Então é muito importante que a gente dê valor tanto à nossa as nossas crenças, a nossa religião, quanto também eh a ciência nesse caso, né? Então isso é muito importante. >> Que experiência, né? >> É até difícil falar depois disso. >> É, eu acho que eu acho que o Felipe fecha para nós, né? >> Fecha. >> Eh, Felipe, é interessante, né? Porque assim, no no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 19, lá no item 12, o espírito protetor, ele

o que eu acho que o Felipe fecha para nós, né? >> Fecha. >> Eh, Felipe, é interessante, né? Porque assim, no no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 19, lá no item 12, o espírito protetor, ele ele encerra o texto dizendo assim: "A fé é divina e humana, e se todos os homens estivessem bem persuadidos da força que trazem em si, e se usassem essa força a serviço da vontade, seriam capaz de realizar coisas que até hoje são chamados de prodígios, mas que nada mais são do que o desenvolvimento das potencialidades humanas. Então, eu acredito que essa fala do espírito protetor, ela justifica a fala de Jesus quando ele fala assim: "Vós sois deuses". >> Sim. >> "Vós sois a luz do mundo e o sal da terra", né? Então, o que aconteceu com você através do apoio da sua família, dos seus amigos, da espiritualidade, do conhecimento espírita, foi exatamente o despertar dessa potencialidade, né, que deu condições para que você estivesse aqui hoje participando com a gente e entendendo, né, que na realidade não é só superar o problema, é entender o que que é aquele problema. quis dizer para mim no meu processo de crescimento. E eu acho que você entendeu isso muito bem. Parabéns a você, >> né, pelo seu movimento, pelo seu esforço. Parabéns pela sabedoria da sua família, né, que te deu todo esse apoio aí. E que Jesus te ilumine cada vez mais, fortalecendo o seu trabalho no nosso movimento. Conte sempre conosco, >> viu? Viu? Sou muito grato pela oportunidade, inclusive. >> Parabéns pela sua coragem. ter compartilhado um pouco da sua história e eu tenho certeza que vai fazer um efeito muito grande, né, aos nossos jovens que que eu que verem e que assistirem esse esse momento nosso aqui. Tamir, muito obrigado pela sua participação. >> Eu que agradeço a oportunidade de estar aqui falando um pouquinho mais sobre a juventude. >> Angélica de Pada. Nossa, nós estamos terminando esse momento muito reflexivos, né? muito. Eu quero te agradecer profundamente pelo pelo dia de hoje, né, pela nossa entrevista, porque o jovem

ntude. >> Angélica de Pada. Nossa, nós estamos terminando esse momento muito reflexivos, né? muito. Eu quero te agradecer profundamente pelo pelo dia de hoje, né, pela nossa entrevista, porque o jovem precisa de voz, né, e você está dando essa oportunidade. Então, a gente agradece nós aqui da equipe do Mociade e estamos juntos. Muito obrigada. >> Maravilha. Então, nesse momento, com o coração assim, eh, transbordando de alegria, nós concluímos esse momento e até o próximo Espiritismo em Movimento. Muito obrigada a vocês e a juventude do nosso estado. Fiquem com Deus. >> Tchau, pessoal. Ciao.

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