Podcast Espiritismo em Movimento
A unificação pela arte. - Márcia Ramos - Maurício Keller - Enio Francisco 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Meus queridos amigos, muita paz e luz a todos vocês. Então, nós estamos aqui iniciando o nosso primeiro programa, Espiritismo em Movimento. Nós estamos aqui acompanhados pela nossa presidente Márcia Ramos, pelo nosso companheiro Maurício Keller e acompanhados pela espiritualidade superior. Então nós vamos fazer a prece de abertura e logo em seguida, né, a apresentação dos nossos irmãos, embora, embora já sejam muito conhecidos no nosso movimento espírita, mas vamos lá fazer a nossa sintonia com a espiritualidade, ma. Então, nós convidamos a todos nesse momento para um recolhimento interno, buscando uma sintonia com a espiritualidade maior. Mestre amigo Jesus, nesse momento nós te agradecemos em nome da nossa área de comunicação, em nome de todas as áreas da unificação da Federação Espírita do Estado de Goiás, pela sublime oportunidade de trabalhar em teu nome. Assim sendo, na certeza da tua presença e assistência, nós iniciamos então esse momento de informação e espiritualidade na noite de hoje. Que assim seja. Márcia Ramos, boa noite. Boa noite, Eno. Todos que nos honram com a presença. Maurício, uma alegria que estarmos inaugurando este espaço muito importante para a divulgação da nossa querida doutrina espírita. Estamos todos nós de parabéns com esse trabalho. Desde já nós queremos manifestar a nossa gratidão, né, pelo a nossa companheira Márcia Ramos, por todo o apoio que tem nos dado na área de comunicação social espírito. E como bem lembrou o Maurício agora a pouco, a comunicação ela faz uma interface com todas as águas, né, Maurício? Quem não se comunica se comunica. Não é verdade? Deseditado, né? Já já diz no velho filósofo da da antiguidade, né? É verdade. Eh, Maurício, como é que você está? Bom, bom demais, né? Quero agradecer a oportunidade também e cumprimentar você, professor Márcia e todos aqueles que estão aí nos assistindo, agradecer a oportunidade e reforçar isso, né, que nós estamos realmente um um momento histórico, certo, de um espaço importante de
r você, professor Márcia e todos aqueles que estão aí nos assistindo, agradecer a oportunidade e reforçar isso, né, que nós estamos realmente um um momento histórico, certo, de um espaço importante de comunicação e reforçando aqui que é um espaço de comunicação e arte, comunicar, puxando a sardinha pro meu lado. né? E na verdade vocês estão sempre juntos, a arte e a comunicação. É exatamente por isso que é o comunicar mesmo, né? Comunicarte. É isso aí. Márcia, nós queremos de início saber de você como é que você situa espírita na atualidade e quais são os caminhos, né, mais eficazes para alcançar os objetivos nesse processo de unificação? A unificação, o objetivo é estarmos realmente unidos na proposta da divulgação da doutrina espírita. E a gente divulga doutrina espírita, sobretudo pelo exemplo, pelo trabalho da caridade, da benevolência, da indulgência, do perdão das ofensas. Estamos felizes com movimento espírita no estado de Goiás. Realizamos no ano de 2024 12 viagens para o interior do estado, que são as nossas regionais. E agora, no próximo sábado, nós teremos a primeira regional deste ano de 2025 aqui na própria Federação Espírita, onde vamos receber Goiânia e a grande Goiânia. E estamos esperando os nossos companheiros para confraternizarem conosco, para trocarmos experiências, como disse o nosso querido Allan Kardec quando fez a viagem espírita de 1862. Ele estava indo para aprender e ensinar. E nós estamos aqui para aprender sempre, aprender com o dirigente da casa espírita, com o estudioso da casa espírita, com o jovem, com a criança, com o adulto, com todas as pessoas, porque todos somam. E a Federação Espírita de Goiás, que é servidora da sociedade, só enriquece com essa proposta de confraternização, união e amizade. Muito bom. Olha só, Maurício, a Márcia disse que a Federação Espírita do Estado de Goiás, ela é uma servidora da sociedade. Normalmente nós temos a ideia de que a Federação Espírita ela é uma servidora do movimento espírito. Quando a Márcia traz, né, eh, faz essa
pírita do Estado de Goiás, ela é uma servidora da sociedade. Normalmente nós temos a ideia de que a Federação Espírita ela é uma servidora do movimento espírito. Quando a Márcia traz, né, eh, faz essa colocação, ela nos direciona para o plano nacional das atividades do movimento espírita brasileiro, que foi coordenado, né, a confecção do Conselho Federativo Nacional, que é um órgão permanente da FEB. Então, naquelas diretrizes tá ali falando, né? É o cidadão, o espírita, o movimento espírita e a sociedade. Temos que ir além, né? Muito bom. Vamos de música, ter o Maurício aqui e não musicar o ambiente. Vamos lá. Eh, e em seguida a gente volta para Márcio. Sim, com certeza. Inclusive, eu tenho até uma perguntinha. Joia. Então vamos eh experienciar, né? Porque a arte ela deve ser experimentada, vivenciada. Tem uma canção que ela fala que Jesus está dentro de nós. Dar as mãos, soltar o som, vibrar, cantar, amar. Viver sorrindo para a vida. Vem ti raiar a luz dentro do peito expandindo, fundindo para todas as pessoas. Jesus está dentro de nós. Basta querer buscar, sentir a sua voz. Jesus está dentro de nós. Basta querer buscar, sentir a sua voz tão bela. Convida a caridade, a a humildade a Hum. Maravilha. A música é o médium da harmonia, já dizia o nosso grande companheiro espiritual, mano. Legal. Maurício, você dizia que tinha uma perguntinha pra Márcia. Sim, fica à vontade. E porque no dia a dia, né, dos nossos encontros, das nossas conversas, a Márcia sempre fala assim: "Tem que est junto, tem que tá junto. Eu quero saber, quero entender o que significa isso. Tem que estar junto. Tem que estar junto mesmo. Olha, quando a gente fala tem que tá junto, a gente lembra da casa do caminho. Hum. Pedro, Tiago e João. Uhum. Se não houvesse aquela irmandade ali, nós não teríamos a bênção de Estevão. Porque Estevão quando estava enfermo, ele é conduzido à casa do caminho ali nas cercanias de Jerusalém. E através de Estevão, nós vamos chegar a Paulo de Tarso. E Paulo de Tarso é que traz o
Estevão. Porque Estevão quando estava enfermo, ele é conduzido à casa do caminho ali nas cercanias de Jerusalém. E através de Estevão, nós vamos chegar a Paulo de Tarso. E Paulo de Tarso é que traz o Evangelho para o ocidente, para Roma. Então, se nós temos a bênção do evangelho do Ocidente, nós devemos a Paulo de Tarso. Uhum. Se não houvesse esta união, nós não teríamos o evangelho no ocidente. Mas se nós voltarmos mais um pouco Uhum. lá naquela Galileia distante, Uhum. Nós vamos ver num determinado momento que Jesus passando à porta de uma coletoria, portanto era coletor de postos. Uhum. E havia ali um coletor que se chamava Levi. E ele chamou para acompanhá-lo. E Levi fez um banquete que Emanuel traz muito lindamente, que se chama o banquete dos republicanos. Uhum. E Jesus foi ao banquete e foi censurado. Claro, eram publicanos. Se não Jesus não tivesse passado na coletoria, se não tivesse ido ao banquete dos publicanos, se não tivesse envolvido com aquelas pessoas, nós não teríamos a beleza do Evangelho de Mateus. Portanto, quando a gente tá junto, a gente sabe o que tá acontecendo, a gente ampara. É o ombro amigo. Eu tô com dificuldade, eu tô entristecida, aí chega o Enio, decl uma poesia. Aí chega o Maurício, canta uma música e a gente fica feliz. Mas eu fiquei sabendo que você anda nos centros espíritos de vez em quando aí visitando. É isso. Nos interiores. É no interior. É isso. Eu tá junto. É isso também. Também. Hum. E quanto mais simples o centro espírita, Sim, mais atração a gente tem por eles. Então a gente visita muitos centros espíritas mesmo. E mais do que isso, nós instituímos há alguns anos um trabalho que a gente chama a visita fraterna aos domingos. Aquela pessoa que tá enferma, que perdeu emprego, que o marido tá preso, que aconteceu alguma dificuldade na vida, a gente tá junto com essas pessoas. O TI estamos junto também. Aí quando você percebe, você tem tantas pessoas próximas, porque as pessoas precisam de acolhimento. E a gente tem defendido
ade na vida, a gente tá junto com essas pessoas. O TI estamos junto também. Aí quando você percebe, você tem tantas pessoas próximas, porque as pessoas precisam de acolhimento. E a gente tem defendido essa bandeira, o acolhimento na casa espírita. E o acolhimento não é também para aquele que chega à casa espírita, mas é sobretudo para o trabalhador espírito. Por isso, o próximo dia 3, que que a gente vai ter mesmo? Veremos um sem aqui na preparação espírita que traz como título convivência na casa espírita e o desafio das relações interpessoais do santo. Olha aí, Mauríciu, Maurí, eh, como é que está a arte no estado de Goiás e qual o papel da arte espírita dentro dessa proposta de estar junto, ou seja, de unificar. Ótimo. Então, pra gente responder isso aí, a gente tem que fazer uma comparação, né? O, é como está hoje com relação ao passado. Antes da pandemia, eu posso dizer claramente que nós estávamos bem melhores, pessoas mais engatadas, mais envolvidas na espírito. Acho que isso de uma forma geral, pós-pandemia, a gente percebeu e sentiu isso na pele e realmente houve eh um desaquecimento com relação ao envolvimento da arte. os artistas, enfim, as pessoas. Eu faço parte do Gand nascente. Eu senti isso na pele. Nós tivemos um momento na pandemia que a gente conseguiu sustentar o trabalho online, aí depois teve dificuldade de sustentar o trabalho online, depois que passou pandemia, dificuldade de retomar energia novamente, né? E digamos que ainda temos algumas sequelas, certo? em que nós estamos atamente estratégia, buscando estratégias para que a gente possa realmente de alguma forma estimular as pessoas, porque a gente precisa motivar as pessoas para o trabalho de forma tal que seja uma motivação intrínseca, né, que a gente consiga estimular isso, né? É claro que a gente tem feito algumas coisas, por exemplo, com relação à coordenação da área de arte hoje, ela, a coordenação é feita com integrantes das regionais, de pessoas do interior, certo? algumas pessoas da capital, exatamente, para
isas, por exemplo, com relação à coordenação da área de arte hoje, ela, a coordenação é feita com integrantes das regionais, de pessoas do interior, certo? algumas pessoas da capital, exatamente, para fazer esse trabalho de união, de unificação, e que não seja uma coisa que vem eh de poucas mentes da, né, da da de Goiânia, né, que estão, digamos assim, eh eh numa torre de de marfim cercados por um um vidro de cristal onde das suas das suas cabeças saem as melhores ideias. Não, a gente quer que as ideias venham do interior para que eles façam a arte. Nós teremos a nossa segunda confrte. A Confrarte é exatamente o encontro da arte espírita do estado de Goiás. Tivemos a primeira ali no apóstolo Paulo em Trindade, né, há dois anos atrás e agora teremos em Itumbiara, onde eles estão fazendo a confrárt, a gente dá o apoio que precisar, mas são eles que vão fazer, né? E estimulando os jovens. Neste congresso, por exemplo, vários jovens foram estimulados para que eles eh estivessem presentes, para que a gente possa ir formando essa juventude, para que ela possa tomar, né, o nosso lugar, digamos assim, né? Espero que não seja tão cedo isso, mas que eles possam assumir esse compromisso. A gente precisa de dessa juventude, né? Porque eles têm essa energia, esse ideal e a gente vê os olhinhos brilhando e a gente precisa muito da dar essa autonomia. Ela vai lá e faz. né? Vai lá e acontecer a gente nossos primeiros passos nesse sentido, mas a gente vai ter estratégia aí cada vez mais fortes e integradas. É interessante, né? Porque vocês estão sempre reunidos, né? Parece que uma vez de semana acaba as quintas-feiras não precisa convidar o Maurício para outro outro compromisso, porque ele sempre as quintas-feiras ele tá com o grupo dele. Eu já participei alguns meses Uhum. fazendo esse esse planejamento para a área da arte. Agora finalizamos. se e nós vamos apresentar oficialmente planejamento estratégico da área de arte, né, para a Márcia, ou seja, para a federação, porque são é um
esse planejamento para a área da arte. Agora finalizamos. se e nós vamos apresentar oficialmente planejamento estratégico da área de arte, né, para a Márcia, ou seja, para a federação, porque são é um planejamento de 3 anos, né? E e aquilo que eu falo pro pessoal, gente, plano serve para ser mudado. Se não se não for se não for mudado, não é plano. Plano é uma linha dorsal, mas diante das circunstâncias, a gente vai mudando o planejamento sem problema nenhum. Mas o que que é bonito disso é que não fui eu que fiz, não foi, né? Ah, um grupo de artistas de Goiânia. Não, foi um grupo, né, do estado. No estado. Muito bom. União dos Espíritas. A união dos espíritas dos espíritos para unificação do movimento, trazendo a amizade. Exatamente. Muito bem. Eh, Márcia, a partir da Federação Espírita da Proposta da FEGO, eh, quais são as prioridades para o movimento espírita nesses próximos do anos, né? É um ano e meio mais ou menos que nos resta. Sempre vamos continuar dizendo a união dos espíritas, a unificação do movimento, porque unidos nas palavras de Dr. Bezerra de Menezes, seremos fortes. Esse é o trabalho. Quando a gente pensa, lembra do cristianismo primitivo, eles conseguiram, realizaram aquele trabalho belíssimo, apesar das aflições, das dificuldades, dos sofrimentos, porque eles estavam unidos. E essa união vai nos remeter à esperança. E Emanuel diz que a esperança é a luz do cristão. O consolo, quantos e quantos corações aflitos são consolados nas casas espíritas, no conhecimento da doutrina. Portanto, quando a gente fala em doutrina espírita, nós estamos falando em amor, em solidariedade, em fraternidade. E esta é a nossa bandeira. Muito bom. Inclusive, uma das coisas que eu sou testemunho. Sabe o que que a Márcia sempre fala pras pessoas? Passa aqui. Vamos tomar um cafezinho com pão de que é verdade. É verdade. Estamos aqui todos os dias aqui na federação, todos os dias de segunda a sábado. E hoje nós viemos aqui duas vezes. Essa é a segunda vez que a gente tá aqui na federação. Todos
e é verdade. É verdade. Estamos aqui todos os dias aqui na federação, todos os dias de segunda a sábado. E hoje nós viemos aqui duas vezes. Essa é a segunda vez que a gente tá aqui na federação. Todos os dias a gente está aqui e nós ficamos muito honrados com a presença dos nossos amigos, dos espíritas. Sempre é uma alegria receber a todos e sempre com entusiasmo e alegria. Eu acho que essa é a chave do sucesso, né? Enquanto nós trabalhamos na casa espírita de uma forma assim amarrada, né, acabrunhada? Uhum. Porque nós estamos tentando fazer alguma coisa. Uhum. Porque nós estamos tentando pagar alguma coisa do nosso passado. Exato. Essa ideia de culpa. Parece que a coisa não anda, parece que não caminha, né? Quando nós nos entusiasmamos com o trabalho, a nossa presença faz a diferença energeticamente, né? Porque nós queremos fazer uma sociedade diferenciada, mais justa, igualitária, a partir do nosso movimento, a partir da nossa presença. Então, sempre com alegria e com entusiasmo, né, Mar? Exatamente. E aí vamos de novo, Emmanuel, que ele disse que a palavra convence, o exemplo arrasta. Portanto, às vezes a gente fala, mas não dá o exemplo. A importância de dar o exemplo da união, da presença nos locais onde são necessários a nossa presença, na Federação Espírita, nas casas espíritas e nos locais de dificuldades e sofrimento das pessoas. E olha só, eu eu eu vou ter que falar o que eu vou falar agora. Sei que você queria que eu cantasse, mas eu vou ter que falar porque é o seguinte, vai ser rápido o que eu vou dizer agora. Porque é uma questão científica, mas que na verdade a espiritualidade já nos fala muito tempo, certo? é um uma pesquisa japonesa de uma equipe japonesa que eles colocaram numa empresa isso aconteceu. Eles colocaram um crachá com chip em todos os funcionários para saber como é que era o relacionamento entre eles na organização. E e eles perceberam que a partir do momento que eles criavam um espaço para as pessoas se relacionarem sem trabalho, mas o aquele
para saber como é que era o relacionamento entre eles na organização. E e eles perceberam que a partir do momento que eles criavam um espaço para as pessoas se relacionarem sem trabalho, mas o aquele relacionamento informal do cafezinho, da conversa, eles começaram a criar vínculos entre eles. E quanto mais essa organização dava esse espaço, mais aumentava a produtividade. Olha só que interessante o quanto é importante realmente a gente dar espaço pras pessoas para elas se elas eh confraternizarem, né, para que essa união aconteça, porque se não a união não é unificação, não. Não adianta querer unificar nada sem a união, né? Você quer que eu cante, né? Música vou cantar. Então vamos lá. Vamos de música. Essa canção aqui chama-se Grata Vida. Foi uma das primeiras canções do Gan grupo Arte Nascente, que é um grupo de arte de Goiânia, desde está aí trabalhando pro Cristo, pra doutrina desde 1988 e está no nosso primeiro CD. Quem quiser depois ouvir tem o Spotify, chama-se Grupo Arte Nascente, carinhosamente Gama. Grata vida que me faz crescer com a linda amizade que me faz ver, que da mão que me sustenta em pé nunca cobrou rato, somente fé. Quando você se afasta de mim, sem escura ilusão de pensar no fim, mas você vem com o seu coração e me mostra que a vida é Doação, é doação, é doação. Oh, grata vida que me faz crescer com a linda amizade, que me faz ver, que dá mão, que me sustenta em pé. Nunca cobrou ato, somente fé. Quando você se afasta de mim, sempre escura ilusão de pensar no fim. Mas você vem com o seu coração e me mostra que a vida é doação. É doação. doação. Que lind grande Maurício. Grande Maurício. Muito bom mesmo. É uma honra ter você conosco. Maurício. É, eu percebo que ao longo do tempo surgiram aí grandes artistas na área da música, né? Eh, nós temos aí Maurício Keller, a Andressa Toledo, o Sabino, né, Fernando Sabino. Temos aí grandes referências, né, o GAN, que é uma referência no Brasil, né? Uhum. E nas outras áreas, arte cênica, pintura, como é que tá esse movimento da arte
Toledo, o Sabino, né, Fernando Sabino. Temos aí grandes referências, né, o GAN, que é uma referência no Brasil, né? Uhum. E nas outras áreas, arte cênica, pintura, como é que tá esse movimento da arte espírita? Então, eu não sei te nomear um cada um porque a minha memória é muito fraca para nome de pessoas, né? Mas nós temos outros grupos. Nós temos o grupo Gos, que é o grupo é Oficina de Sonhos, que é um grupo também muito bem estruturado, que também antes da pandemia trabalhava com música, com teatro, enfim, né? Eh, hoje também tá recomeçando, né? Então assim, você vê muitos grupos recomeçando, né? A Kaká Residente já tá aí, Andressa, você falou já tá aí, certo? Tem outros grupos também eh jovens que eh continuam, apesar das dificuldades, como banda espírita. E temos artistas plásticos, por exemplo, Delei, o Delei Santos, ele é um artista plástico que sempre está conosco, inclusive na Confrart. E na Confr o que que acontece? Exatamente isso, a reunião não só dos artistas, né, mas de todas as pessoas que estão relacionadas à arte, certo? Que gostam, que são apreciadores da arte também. E nós temos oficina exatamente para quê? Porque nós temos tanto o papel de união como unificação. E nessas oficinas, exatamente, a gente poder unificar, alinhar as questões relacionadas à doutrina, porque não é só fazer arte pela arte. Aliás, uma das coisas que eu tenho falado muito para artistas e grupos de arte é que se não vier um ideal superior à arte, a arte não se sustenta. É verdade. A sustentabilidade hoje de qualquer artista dentro do movimento ou grupo de arte só é possível quando o ideal é maior. Por quê? Eu acho até engraçado que muitas pessoas elas o sonho de muita gente entrar no Gan no grupo Arte Nascente, né? E aí eles acham que é a coisa mais linda do mundo, mas quando entra lá dentro não disciplina, disciplina, ensaio, isso é ensaio, disciplina. E outra coisa, lá tem discussão também, lá é uma família, né? tem as suas rusgas, mas a gente consegue trabalhar essas questões da
dentro não disciplina, disciplina, ensaio, isso é ensaio, disciplina. E outra coisa, lá tem discussão também, lá é uma família, né? tem as suas rusgas, mas a gente consegue trabalhar essas questões da imperfeição de grupo e de equipe de pessoas pelo ideal. Porque se não é o ideal, qualquer coisinha, qualquer vaidade, qualquer melinda, faz com que as pessoas saiam. É fácil sair de um grupo quando você não tem um ideal mais forte. E a gente vê grupos nascendo. Um deles que eu admiro muito, exatamente o núcleo, o núcleo de arte, que eu gostaria até de você, você falar para nós quando começou, por que começou. Conta para mim aí essa história, um pouquinho da história do núcleo de arte, o núcleo cênico, né? Porque ele é muito voltado pra questão do termo mesmo, né? É, Maurício, a partir do nosso documento de orientação pra área de comunicação social espírita, a comunicação ela tem três funções específicas. Uhum. Que é a função evangelizadora, integradora e mediática. Uhum. Normalmente as pessoas ficam muito focadas nesse na função midiática da comunicação, né? Sim. Nós focamos muito na questão integradora e evangelizadora da comunicação. Então, a partir dessas duas funções específicas, nós criamos o núcleo cênico para comunicar com a sociedade, a comunidade espírita e a sociedade em geral. o evangelho de Jesus através do teatro. E nós tivemos, Márcia, uma experiência muito bonita, porque nós apresentamos recentemente, eh, não tão recente assim, né, mas nós fizemos uma apresentação lá na cidade de Goiás. Hum. Né? Fomos convidados ali pela pela região, é a Jaqueline que que cuida lá, né?Elum Então eles nos convidaram e nós fizemos, fomos muito bem acolhidos ali, uma recepção espiritual e e pelos irmãos encarnados maravilhosa. Então, nós fizemos uma apresentação da peça Bezerra de Menezes e nós ficamos sabendo que metade do público que estava no teatro São Joaquim, a metade era espírita e a metade não espíritas, né, que eram pessoas da sociedade que foram convidados pelos programas de rádio,
ficamos sabendo que metade do público que estava no teatro São Joaquim, a metade era espírita e a metade não espíritas, né, que eram pessoas da sociedade que foram convidados pelos programas de rádio, tal, e o teatro estava cheio. Então assim, nós levamos essa mensagem através da comunicação fundamentada na arte. Esse é o objetivo do nudo cênico. Pensa comunicação através da arte. É, inclusive aqui no auditório da Federação Espírita já foram apresentadas outras peças também nesta gestão que foi tributo a Kardec, uma peça belíssima, os trabalhadores de Jesus e Bezerra. E para este ano nós já estamos programando outras peças também. Nos aguarde. É. E e nós temos aí na nossa na nossa agenda, tivemos recentemente na Concafras, né? Simos e estamos já agendados pra cidade de Inumas, lá pro teatro de Umas, não, de Morrinhos, perdão, e também para Rio Verde, né? Então, aos poucos nós vamos e também e também estiveram na em Trindade, no irmã Sheila de Trindade. Irmã Sheila e uma cidade próxima de Trindade também. Ali nós fizemos um encontro fraterno Alta de Souza, né? Olha só que interessante, né? Como é interessante a gente observar como o nosso estado ele é tão rico, né, na área de arte, né? São muitos artistas, tanto na linguagem cênica, tem dança também. Inclusive encontrei com um grupo de dança agora esse fim de semana que foi Páscoa no Eva, que é um encontro espírita, né, de evangelização através da arte lá na Campo da Paz, um grupo de meninas que fazem dança dentro da casa espírita. Olha que maravilha. E o Gan, por exemplo, sempre teve, né, tanto parte cênica, música, dança e audiovisual sempre teve também. E eu acho isso tão tão relevante, a gente poder, eh, ter olhos para todas as linguagens artísticas, certo? Porque geralmente o que que vem de primeira, sempre vem a música e o teatro. Mas a gente consegue reunir tudo isso, sabe onde? um congresso, congresso do estado de Goiás, ele tem essa característica de reunir todas essas linguagens, inclusive a literatura. Literatura, literatura,
a gente consegue reunir tudo isso, sabe onde? um congresso, congresso do estado de Goiás, ele tem essa característica de reunir todas essas linguagens, inclusive a literatura. Literatura, literatura, poesia. E sem a literatura, nós não teríamos nem a primeira, nem a segunda, nem a terceira revelações. Uhum. Porque todas elas são através da literatura. E nós não teríamos também a obra magnífica de Francisco Cândido Xavier se não houvesse a literatura. E começou e nesse trabalho de literatura a poesia. E aí o Enio é entendido de poesia. Poes qual foi o primeiro livro do Chico? E a poesia e a poesia é o tipo de literatura mais difícil, porque ele vai exigir rima, métrica e estilo. É. E o que que aconteceu em Parnaso? A rima, a métrica e o estilo dos espíritos coincidiam com a rima métrica e estilo dos espíritos enquanto encarnados. Se nós pegarmos, por exemplo, Castro Alves eh, encarnado e o Castro Alves desencarnado, é o mesmo estilo. A mesma coisa vai acontecer com Augusto dos Anjos, com Guerra Juqueiro, com Lavo Bilar, todos os poetas que Francisco Cândido Xavier recebeu em Parnaso e também em antologia dos imortais coincide com a mesmo estilo. Inclusive tem uma tese em cima disso que foi defendida mostrando isso. Eu quero confessar aqui o seguinte, que depois dessa explicação, né, eh, quando as pessoas me perguntam qual é a regra ou a técnica que eu utilizo para escrever poesia, eu vou lá no precursor do espiritismo. Só sei que nada sei. Essa essa teoria é muito complicada, né, para mim. Tem que tem que ter cabeça para ela. Uma pergunta que aqui eu quero fazer, mas que todos que te conhecem, que estão ali nos assistindo também querem fazer. Como é que você consegue decorar textos tão grandes? Eu eu vou usar aquele recurso, né? Eh, dívidas, dívidas. Ô, Maurício, mas você imagina o seguinte, né? Nós temos uns minutinhos ainda. A Márcia falou de literatura e aí eu quero dizer para vocês, meus irmãos, que a livraria da Federação Espírita do Estado de Goiás, ela está vivendo um novo momento,
né? Nós temos uns minutinhos ainda. A Márcia falou de literatura e aí eu quero dizer para vocês, meus irmãos, que a livraria da Federação Espírita do Estado de Goiás, ela está vivendo um novo momento, né? Um momento diferenciado, tá? que talvez não seja melhor das melhor do que as experiências anteriores, até porque nós temos que valorizar o trabalho de todos os nossos companheiros. Mas a nossa livraria hoje da Fego, eh, ela se tornou também um espaço de convivência. Então, quando você entra ali na livraria, você tem um um lanche, você pode tomar um chá, um sorvete, um refrigerante, não é? Uma torta, uma pizza e com música e alegriaão. Muita alegria. E pode ler um livro de graça ali ou não tem que comprar ele primeiro? Claro, você tem os livros, né, que você tem acesso ali para você dar uma uma foliada, né? Mas sempre lembrando daquele compromisso espírita, né? Folou, levou, né? Eu não conhecia essa não. Mas eh, Márcia, coisa de poeta. Já, já passando pro nosso pra nossa conclusão. Uhum. Nós vamos para mais uma pergunta e mais uma música, Maurício. Tá aí. E vou fazer, eu vou fazer uma canção aqui na hora, certo? E aí, se vocês quiserem dar algum tema, alguma coisa para fazer a canção, eu faço. Amizade. Amizade. Amizade, né? Maurício, ó, antes da de passar paraa Márcia, eh, você tava falando da dança no movimento espírita, né, no centro espírita, no núcleo cênico, nós temos também as dançarinas que trabalham conosco, né, que são especializadas inclusive num trabalho de inclusão. Nós temos no nosso grupo a rainha da inclusão, né, participando conosco. Mas você imagina o seguinte, terminou o passe, aí o o dirigente da reunião, ele diz assim: "Meus irmãos, então para continuar mantendo a nossa vibração, nós vamos ter aqui uma apresentação de dança, né?" Uhum. Esse convite soua um pouco estranho, não é verdade? Porque não é o momento adequado para músicas e esse tipo de expressão de arte. E é interessante, Maurício, eu tô falando isso porque antigamente, né, no meu tempo de mocidade espírita, os
o é verdade? Porque não é o momento adequado para músicas e esse tipo de expressão de arte. E é interessante, Maurício, eu tô falando isso porque antigamente, né, no meu tempo de mocidade espírita, os dirigentes eles limitavam muito a nossa manifestação artística, porque a grande maioria deles entendiam que doutrinariamente a arte, claro, não vamos generalizar, mas que ela não tinha um espaço reservado do ponto de vista doutrinário dentro da casa espírita. Uhum. Então, nós precisamos deixar claro que tudo tem o seu ambiente, tudo tem a sua hora, né? E cada expressão artística, ela agrega dentro do aspecto doutrinário, de acordo com a necessidade e a realidade da casa espírita, né? Então, meus irmãos, vamos incentivar a arte, vamos levar a arte, a música, não é, para o nosso centro espírita, eh, envolvendo de energias positivas. Precisamos dar espaço porque não é dança paraa preparação do ambiente ou dentro de uma reunião pública, a não ser que seja num contexto de uma peça de teatro. Vamos abrir as portas da nossa instituição para as mais variadas expressões artísticas. Quem também não trabalhava muito com arte era Madame Kardec, a Ameli. E Leon Deni também tem uma obra falando sobre a arte, a arte espírita. Uhum. Mas se nós formos lá no na primeira revelação ou no Velho Testamento, que é a mesma coisa, nós vamos ver o rei Saul. E o rei Saul era um pouco perturbado. E havia um pastor de ovelhas que quando percebia que o rei estava desajustado, ele tocava músicas de corda, instrumentos de corda. Uhum. acalmava o rei. E por que que acalmava o rei? Porque os espíritos que o envolviam era eram acalmados. E esse pastor é o rei Davi. É aquele que diz assim: "O Senhor é meu pastor e ele não me faltará". Uma frase poética. Então, quer dizer, a música ela acalma as aflições. Ou seja, lá no tempo de Saul, nós já tínhamos ali plantada a semente da musicoterapia. Exatamente. Que maravilha, Márcia. Como que a diretoria, né, tem trabalhado para essa aproximação com Centro Espírita?
ja, lá no tempo de Saul, nós já tínhamos ali plantada a semente da musicoterapia. Exatamente. Que maravilha, Márcia. Como que a diretoria, né, tem trabalhado para essa aproximação com Centro Espírita? Todas as regionais, nós estamos juntos. Toda a diretoria está presente nas regionais, também nos trabalhos realizados nas casas espíritas, independente de regional. Temos uma diretoria de unificação do movimento espírita, temos os coordenadores estaduais de área, que são nove áreas, além da gestão e além do projeto memória. Uhum. E temos as os coordenadores regionais e os secretários. Portanto, tudo isso é envolvido nesse trabalho de unificação do movimento e união dos espíritas. Muito bom. Nós queremos pedir perdão aos nossos companheiros porque hoje é o nosso primeiro dia. Nós estamos estreando, não é? Uhum. Então esse programa vai ficar registrado ali e lógico, toda primeira vez, toda estreia, é possível que tenhamos algumas dificuldades, algumas limitações. Então hoje nós iniciamos um pouquinho atrasados por questões não de indisciplina, mas por questões de ajustamento técnico. Então, nós já queremos de antemão agradecer o nosso companheiro Andrei, nosso irmão Andrei Renato, a nossa companheira Márcia Rizo pelo apoio que nos deu, que é a diretora editorial, né, da Federação Espírita, a nossa companheira Daniela Lacerda, tá, que nosso companheiro Natã Lacerda também, a Gisele Freitas que esteve conosco o tempo todo, inclusive chegou bem cedo aqui com junto com o Andrei, né? Uhum. E queremos agradecer a Maurício, a nossa presidente Márcia Ramos e vamos, após as palavras finais, breves, colocar essa música final como prece. Pode ser? Sim. Pode. Tá. Então vamos às considerações finais. Olha, gratidão pela coragem. Trabalho belíssimo, o estúdio está lindo. Convidamos os nossos companheiros para conhecer o estúdio e utilizá-lo, porque a proposta é que este estúdio atenda todo o movimento espírita. Portanto, será uma alegria e um prazer se nos procurarem para a utilização deste
mpanheiros para conhecer o estúdio e utilizá-lo, porque a proposta é que este estúdio atenda todo o movimento espírita. Portanto, será uma alegria e um prazer se nos procurarem para a utilização deste espaço. Você que nos assiste, que nos honra com a presença, a nossa gratidão e na próxima quinta estaremos juntos no ON estará aqui novamente. Não, já tem os convidados. Temos em fase de confirmação. OK, então até quinta-feira que vem. Muito obrigada a todos. Deus quiser. Tudo bem. Eu quero quebrar o protocolo antes de eu da falar minha minha palavra final, eu queria ouvir de você que espaço é esse? Onde ele está? Por que ele existe, qual que é o nome desse espaço aqui? Que que é isso aqui que tá acontecendo aqui agora, Maurício, esse aqui é um novo espaço de integração do movimento espírita. Inclusive, nós temos na nossa grade cinco programas. Esse é o programa Espiritismo em Movimento. Uhum. A nossa proposta é de trabalhar com as áreas da unificação, buscando dar visibilidade às ações das áreas da unificação, né? Então esse espaço ele é a somatória do esforço de várias pessoas, não somente da área da comunicação, né, mas também das outras áreas da unificação, da diretoria, da Federação Espírita. Então, por exemplo, quando nós pensamos eh na organização física desse espaço, na pintura desse espaço, né? Não dá para você pensar nisso sem lembrar do mutirão que foi feito aqui, envolvendo, por exemplo, o nosso companheiro Will, né? Os seus filhos que nos ajudaram do Messageiros da Luz, né? Eu inclusive me propus a participar do mutirão, ajudar na pintura, porém a minha coluna não função da idade, né? Ela não ajudou muito, mas eu fiquei como mestre de obra, dando alguns palpites aqui. Então esse esse espaço, Maurício, ele foi construído a partir do momento que a a nossa irmã Márcia bateu o martelo. Ele foi um espaço construído a muitas mãos, porque aqui conta com o esforço de muita gente, inclusive do nosso companheiro Andrei, né, que é uma referência no campo tanto da arte, né, quanto no aspecto técnico e
espaço construído a muitas mãos, porque aqui conta com o esforço de muita gente, inclusive do nosso companheiro Andrei, né, que é uma referência no campo tanto da arte, né, quanto no aspecto técnico e tá colaborando conosco aqui. Hêno, quando você fala áreas, quais são essas áreas? O que que que quer dizer áreas? para as pessoas que estão nos assistindo e que talvez não tenham essa não seja familiar essa essa colocação. Bom, Márcia, então nós temos, né, a nível nacional o movimento de unificação, que parte do CFN, que é o conselho, o Conselho Federativo Nacional, né, que surgiu a partir do lançamento do Pacto Al em 1949. Então, essas áreas são aquelas áreas que nós chamamos de áreas funcionais. Então, aí eu vou precisar da sua ajuda, porque nós temos nós temos a área de arte, temos a área da mediunidade, a área da comunicação, a área de atendimento espiritual e vamos continuar. Vamos da infância, da juventude, da APS, que é a área do assistência promoção social espírito. São nove áreas. Falou mediunidade, estudo, infância, juventude, atendimento espiritual, comunicação, arte. Uhum. Eu acho da família é o a assistência e promoção social, né? É, a áce e a família são essas. Não é fácil não fazer a lista inteira. E além dessas, nós temos o projeto Memória que a gente considera como uma área e ainda chegará a ser e a gestão e a gestão. A gestão da Casa Espírita. Na verdade são 11 áreas. 11 áreas. Olha só, né? Maravilha. OK, Maurício. Então, OK. Por gratidão a Jesus, nós vamos ter uma música espontânea. Vamos pegar aqui alguns acordes. Vamos falar sobre final, família. Não, ó, Maurício, vamos dar uma correção aqui. Estreia, estreia, tá? Nós pulamos a consideração final. Vamos lá, então. Vamos. Só a gratidão mesmo por esse momento. Trabalho muito lindo, com muita união, comunicação, arte. Estamos com os nossos companheiros aqui também, a Márcia Riso, a Daniela, o Andrei, a Gisele que está ali fora e nós aqui e os espíritos que estão nos auxiliando também. E é você que nos honra com a presença, a nossa
ossos companheiros aqui também, a Márcia Riso, a Daniela, o Andrei, a Gisele que está ali fora e nós aqui e os espíritos que estão nos auxiliando também. E é você que nos honra com a presença, a nossa gratidão. Até quinta-feira que vem. Muito obrigado, Maurício. Bom, as minhas considerações finais vou fazer no violão aqui. Pode ser. Ótimo. Que já é também a prece de encerramento. Lembrando que esse programa vai ficar registrado ali no YouTube da FEGO. Ótimo. Então vamos lá. Movimento, movimento. movimentará te fazer realizar a nossa doutrina espírita. E assim vamos dando as mãos. E assim vamos dando nossos corações lado a lado, ombro a ombro. E com sinceridade a genuin sinceridade fazermos deste movimento, fazermos amizade. Sim, é pura gratidão. Agradecer ao Pai, agradecer a Jesus pelo trabalho que nos une no consolo, no perdão que nos une na doação. Caridade é o lema. Deus Cristo, caridade no coração e nas mãos eternamente, sem querer nada em troca, nada, nada, nada mesmo. Nada em troca, nada mesmo. Apenas o amor, apenas a luz do amor que invade, que cura e abençoa, que cura e abençoa. Agradecer. Muito obrigado por ser nada menos que um grão. Nada para servir. Apenas servir e nada mais. Apenas servir e nada mais. Obrigado, Jesus. Que assim seja. Fiquem todos com Deus e até a próxima. Muita paz. Muita paz.