O movimento Espírita, estrutura federativa e desafios atuais. | Espiritismo em Movimento
🔹 O movimento Espírita, estrutura federativa e desafios atuais. Neste programa quinzenal, recebemos Kadu Sant'Ana, Conselheiro administrativo (CA) da FEEGO, para uma conversa inspiradora sobre o movimento Espirita, estrutura federativa e desafios atuais. 📌 Apresentação: Enio Francisco - coordenador da ACSE 🎥 Produção: Espiritismo em Movimento Inscreva-se no canal, curta 👍 e ative as notificações 🔔 para acompanhar novos episódios sobre Espiritismo, unificação, espiritualidade e ação com amor. #espiritismoemmovimento #podcastespirita #unificacaopelaarte #estreiahoje #arteespirita #movimentoespirita ---- Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: / feego.oficial Facebook: / feego.oficial
Prezados amigos, sejam muito bem-vindos mais uma vez ao programa Espiritismo em Movimento. Hoje nós vamos falar um pouco sobre a organização do nosso movimento espírita, né? E para isso, nós estamos aqui recebendo o nosso companheiro Cadu Santana, nosso amigo, ele é vice-presidente do Conselho de Administração da FEGO. Ele frequenta o Centro Espírita Gecal, que é o grupo [música] eh grupo espírita, né? Eh, Cadu Jecal significa grupo espírita, >> caminheiros da luz. >> Caminheiros da luz. E por falar em luz, o nosso irmão também canta no coralda e luz e é um trabalhador da Federação Espírita aqui do Estado de Goiás, tá sempre aqui no dia a dia, né, Cadu? Seja muito bem-vindo, companheiro. >> Obrigado, Eno. É uma alegria estar aqui e prestigiar o programa que já é conhecido por todos nós, né? Obrigado pelo convite. >> Muito muito bom. Cadu, eh, eu quero começar perguntando a você o seguinte. Nós falamos assim, movimento espírita, não é? Eh, o que que é um movimento espírita? O movimento espírita, particularmente aqui no nosso estado de Goiás, é esse essa ação realizada por todos no sentido de unir as diversas instituições espíritas do nosso estado, eh organizar essa participação conjunta, aumentar a união entre as pessoas e ao mesmo tempo a unificação do nosso do nosso trabalho, né, dentro das das organizações que são feitas em nível institucional. Então, é, acima de tudo, aproximar as pessoas e também as instituições em função de objetivos comuns do trabalho. >> Muito bom, Cador. Nós sabemos que qualquer pessoa que busque conhecimento, né, eh, da estrutura do Conselho Federativo Nacional, está habilitado a falar sobre movimento espírita, né? E é interessante porque o nosso companheiro Cadu, ele fez questão de de ressaltar que ele não fala em nome da diretoria de unificação, não é o papel do nosso companheiro, mas assim, nós não poderíamos, né, perder essa oportunidade de saber um pouco mais sobre o nosso companheiro, sobre o nosso movimento com o nosso companheiro Cadu, até porque
pel do nosso companheiro, mas assim, nós não poderíamos, né, perder essa oportunidade de saber um pouco mais sobre o nosso companheiro, sobre o nosso movimento com o nosso companheiro Cadu, até porque você foi durante alguns anos diretor de unificação, né, Cadu. Eh, como é que é essa relação FEB, CFN, eh, Federação Espírita? É uma pergunta importante, Enio, porque assim, o papel da FEGO no nosso estado é de organizar essa estrutura do movimento espírita, [música] é, na verdade coordenar esse processo de integração das instituições, das pessoas, dos trabalhos, né, das diversas ações realizadas dentro do nosso estado. Mas ela não está sozinha no nosso país nesse trabalho, porque cada unidade da federação, [música] né, os 26 estados e o Distrito Federal, eles têm uma instituição federativa, né, que é também responsável por essa parte de organização do movimento espírita nos seus respectivos estados e no no Distrito Federal, né? Então, a a FEGO aqui em Goiás há várias décadas, ele tem ela tem esse papel de estimular a difusão, a divulgação da doutrina espírita, né, nos pelos mais variados meios. você como um companheiro da área de comunicação social tem participado, né, ativamente desse processo de divulgação. Então, o papel da federação não é, acima de tudo, não é estabelecer regras para as instituições, [música] não é interferir na autonomia que cada casa espírita tem [música] de desenvolver os seus trabalhos de forma natural dentro das suas perspectivas. Então, eh, durante algum tempo se questionava muito, ah, mas o papel então da FERO, da Federação Espírita, eh, ir lá na na instituição, na casa espírita, e dizer como que ela tem que fazer a sua reunião mediúnica, a seu trabalho de assistência e promoção social, as suas atividades de eh de assistência de um modo geral, inclusive do ponto de vista espiritual, como deve ser o passo. Então, o papel da instituição FEGO deveria ser lá e interferir na dinâmica da instituição. E já ficou muito claro para todos nós que não. Esse não é o papel da nossa fé ego.
al, como deve ser o passo. Então, o papel da instituição FEGO deveria ser lá e interferir na dinâmica da instituição. E já ficou muito claro para todos nós que não. Esse não é o papel da nossa fé ego. papel da nossa fé ego é, acima de tudo, estimular as diversas instituições [música] a interagirem, a se unirem em torno do nosso ideal espírita e também proporcionar essa união das pessoas com fraternidade, com inclusão, com com aproximação realmente fraterna entre todos [música] e, acima de tudo, organizar essa parte da do das integrações em nível de estado, né, de Goiás, para todas as as instituições. Então, nunca, desculpe, nunca interferir na dinâmica da instituição que é autônoma para realizar suas atividades da forma que entender, [música] como sendo melhor. >> Interessante, Cadu. é quando a Federação Espírita se faz representada, né, e na abordagem a um dirigente espírita, cujo centro espírita ainda não é afiliado à Federação Espírita. Eu ouço muito assim dos coordenadores regionais dizendo assim que aquela pessoa, aquele dirigente que não conhece o processo diz assim: "Não, não vou eh filiar a federação não, porque depois eles vão mandar na gente e ditar as regras e tal, né? Dá ordem pra gente. Então, quer dizer, o pessoal não entende muito eh essa dinâmica, como é que se dá esse processo de ligação entre federação e a casa espírita, né? É, é isso, né, Cadu? Não, não, não tem nada a ver com essa ideia de >> Para você ter uma ideia, eh, realmente na na nossa FEGO, nós temos dois tipos de associados. os associados efetivos, que são as pessoas físicas, né, e os associados eh que são as instituições, os associados federativos. Então, no quadro de associados federativos, de instituições, nós temos mais de 400 instituições [música] conectadas à FERUM. no nosso cadastro tem um número muito maior, mas dessas 400 e poucas eh instituições, elas estão associadas à nossa federação. Então isso significa que elas têm direito a votar, por exemplo, na na figura dos dos conselheiros do nosso conselho de
mas dessas 400 e poucas eh instituições, elas estão associadas à nossa federação. Então isso significa que elas têm direito a votar, por exemplo, na na figura dos dos conselheiros do nosso conselho de administração, elas podem votar na na para a diretoria executiva. Então, quem vota [música] no nosso movimento espírita federativo são os associados federativos, são as instituições, ou seja, o representante legal da instituição, o presidente ou alguém designado pela diretoria é que vota nessas instâncias que nós temos da federação. Então, é um é um movimento de participação ampla, coletiva, né, de muitos atores envolvidos nesse processo. Então, [música] e e é importante, né, a as instituições entenderem que eh quando nós falamos assim, olha, vamos divulgar para que mais institui mais instituições possam se associar a Fego, o que que isso significa? basicamente democratizar o processo de decisão da nossa instituição, porque se a FEGO ela é composta por esse grande número de instituições que são os seus associados, que inclusive participam da assembleia geral com direitos importantes de [música] decisões, significa que a a o poder da decisão ela não está centrada apenas na diretoria executiva, [música] né, sob o ponto de vista da gestão propriamente, né? né? E quando um companheiro às vezes de uma instituição diz: "Olha, eu não, muitas vezes eu nem me associo à federação porque ah, eu tenho receio, né, de que a federação vai interferir aqui na minha dinâmica". Esse não é o papel, é um, um, digamos assim, um mal entendido, né, principalmente em função de questões históricas. em outros momentos, pode ser que ao longo de todo esse trabalho desenvolvido há muitas décadas, eh, pode ter havido esse essa má compreensão, né, em momentos anteriores, [música] mas hoje isso já está diminuindo bastante. É claro que nós respeitamos a posição de qualquer dirigente em se associar ou não. Não há nenhuma obrigatoriedade, né? Mas mesmo assim seria importante que esse dirigente participasse das diversas
te. É claro que nós respeitamos a posição de qualquer dirigente em se associar ou não. Não há nenhuma obrigatoriedade, né? Mas mesmo assim seria importante que esse dirigente participasse das diversas atividades quando chamado, quando convidado ou convocado, para que ele possa em loco avaliar essas questões e verificar se isso existe mesmo ou não. E nós podemos afirmar que há há várias décadas esse não é o papel realmente, como falamos anteriormente, da FEGO em interferir na na no dia a dia das instituições. é mais no sentido de apoiar, de estar à disposição para ministrar cursos de formação nos nossos encontros, avaliar as dificuldades e as potencialidades do nosso movimento, né? Então, e principalmente esse processo da unificação, que às vezes algumas pessoas de forma errônea entendem unificação como padronização. Então, a unificação é a nossa união do movimento em torno de princípios fundamentais dentro da obra kardequiana, mas não é uma forma de padronização em que todas as instituições, as pessoas, os dirigentes, os trabalhadores tenham que pensar exatamente igual. Isso seria muito negativo pro nosso movimento, porque identificaria um certo engessamento, né, das pessoas e das instituições. [música] E esse não nunca foi o objetivo. >> Muito bom. Eh, Cad, então o lema é unificar sem uniformizar, né? Sem engessamento e tal. Maravilha. No bloco seguinte, eu quero que você comente para nós, Cadu, sobre essa questão aí do do senso, né? [música] Eh, dessa ideia de um encolhimento do movimento espírita, futuro do movimento espírita. Pode ser? >> Sim, claro. >> OK. Eh, meus amigos, então nós vamos para um breve intervalo. Fiquem vocês aí com as novidades da nossa livraria espírita. [música] Amigos, estamos em mãos aqui [música] um livro extraordinário que deve fazer parte das nossas leituras, das causas primárias, escrito pelo [música] nosso grande amigo Otaciro Rangel Nascimento. Otaciro é doutor, professor, sênior de física da Universidade de São Paulo e é um grande trabalhador do movimento
causas primárias, escrito pelo [música] nosso grande amigo Otaciro Rangel Nascimento. Otaciro é doutor, professor, sênior de física da Universidade de São Paulo e é um grande trabalhador do movimento [música] espírita do Brasil. Com essa obra, ele nos facilita a compreensão de questões [música] científicas que às vezes temos dificuldade. Nós preocupamos muito com as questões práticas da vida, as questões de relações emocionais e deixamos às vezes de visitar obras como esta que nos [música] facilita a compreensão até mesmo dessas questões que a vida nos traz. Olha que interessante, [música] ele traz aqui questões sobre os elementos gerais do universo, sobre [música] Deus da criação, princípio vital. Olha o que ele fala em relação à nossa reflexão sobre Deus, que é muito [música] difícil entender Deus enquanto pensarmos como homens e mulheres, mas será mais fácil buscar Deus como espíritos [música] imortais que somos. Outra questão interessante também que nos traz sobre o pensamento, ele diz assim: "Ainda não sabemos de todas as formas de energia que existem na natureza. Nada sabemos da energia radiante gerada pelo pensamento, pois que não desenvolvemos medidores do pensamento. Olha só, [música] então são coisas muito importantes para a nossa compreensão da própria vida. Recomendo a todos. Está à disposição na livraria da Federação [música] Espírita do Estado de Goiás, editado pela própria FEGO e [música] é uma recomendação nossa que não pode fazer estar distante da vida de [música] todos nós. Então, boa leitura a todos. Meus queridos amigos, então estamos de volta, né, agora no segundo bloco com o nosso companheiro Cadu Santana. Cadu, em relação à questão do senso, né, houve mesmo diminuição eh dos espíritas nas casas espíritas, não é? aumentou a procura nas redes sociais, mas assim, nas casas espíritas parece que tá diminuindo. Como é que é? >> É, nós temos algumas questões que são relativas a a essa questão organizacional mesmo do próprio censo, né? Eh, de fato, se nós pensarmos do
casas espíritas parece que tá diminuindo. Como é que é? >> É, nós temos algumas questões que são relativas a a essa questão organizacional mesmo do próprio censo, né? Eh, de fato, se nós pensarmos do censo de 2010 para o último agora a partir de 2020, [música] né? eh houve realmente uma uma diminuição da proporção [música] do número de espíritas em relação à população como um todo. Se nós formos pensar em termos absolutos, teria havido um aumento do número de espíritas, mas em termos relativos, que é uma proporção do quanto da população seria em função do próprio aumento populacional que nós tivemos no Brasil, houve uma pequena retração. nesses estudos populacionais, né, e o IBGE, uma instituição [música] competente, né, bastante eh antiga, com muitos técnicos de alto nível, eles têm realmente todo um uma competência para fazer esses esses trabalhos de senso e tudo mais, mas existe uma questão eh muito que que é utilizada inclusive em outras áreas do conhecimento científico, quando a gente estuda flutuação das populações, estudos demográficos, é muito natural e normal haver essas pequenas flutuações, pequenos aumentos, pequenas retrações. Isso ocorre até no no reino animal, né, numa relação, por exemplo, ecológica entre predador e presa, né, por exemplo, às vezes aumenta o número de predadores, aumenta o número, reduz o número de presas. Essas flutuações populacionais, elas são realmente normais de acontecer. Agora, numa escala de tempo maior, é que nós vamos poder visualizar ao longo dos sucessivos estudos e das sucessivas décadas, é que nós vamos ver se está havendo uma tendência de aumento ou uma tendência de diminuição e não apenas num é como se a gente fizesse assim, olha, pense numa eh num estudo de inflação, tá? Às vezes não ocorre num determinado mês uma deflação, no outro mês um pequeno aumento, mas às vezes ao longo dos anos nós vemos qual que é a tendência efetiva, né, e não apenas pontual, né, de uma década para outra ou de um ano para outro. Então, eh, é cedo
outro mês um pequeno aumento, mas às vezes ao longo dos anos nós vemos qual que é a tendência efetiva, né, e não apenas pontual, né, de uma década para outra ou de um ano para outro. Então, eh, é cedo para nós entendermos e esse processo realmente do que que possa estar acontecendo, né? Mas eh não há nada ainda muito claro se existe uma tendência a longo prazo de aumento ou de diminuição apenas por essa questão pontual. [música] >> Então assim, não, eu vi muita gente preocupada com isso, né, Cadu? Falando e tal, né, que tava diminuindo o número. Não é uma coisa, então para as pessoas ficarem preocupadas. Até porque essa questão da autodeclaração, da pessoa se dizer eh uma coisa ou outra [música] tem a ver com uma série de elementos. Eh, por exemplo, várias pessoas se dizem eh eh participadores de alguma determinada visão religiosa, de uma determinada religião, por exemplo, num senso. E às vezes é uma questão de tradição familiar e não necessariamente de uma participação efetiva. Na visão espírita, nós temos muitas pessoas que têm afinidade, que frequentam as instituições espíritas, que vão no dia a dia, participam de tratamento espiritual, dentre outros fatores, e muitas vezes não se autodenominam espíritas, né? >> Agora, você tocou numa questão importante que nós estamos tendo um desafio eh como em várias áreas da nossa sociedade do que tem acontecido no período pós pandemia, né? Porque nós estamos vendo que em algumas instituições o número de participantes presenciais, né, assim, realmente aumentou significativamente. Em outras não. Algumas pessoas realmente se adaptaram a uma participação virtual e estão tendo uma certa dificuldade desse retorno. Mas essa é uma questão que também nós estamos analisando, porque a participação de vários estudos e de várias atividades virtuais, ela também tem permitido para aquelas a presença daquelas pessoas que em condições naturais conseguiriam ir até a instituição fisicamente ali presencialmente, né? Então, nós estamos analisando esses esses dados ao longo do
do para aquelas a presença daquelas pessoas que em condições naturais conseguiriam ir até a instituição fisicamente ali presencialmente, né? Então, nós estamos analisando esses esses dados ao longo do tempo e realmente tentando entender o que que está acontecendo. Não temos ainda um um estudo muito quantitativo, muito claro, eh, se houve realmente um aumento grande ou diminuição. Nós vemos isso de forma muito variada em várias instituições, em vários estados. Não temos ainda um dado assim muito genérico, generalizado, efetivo para de uma de uma curva de crescimento ou de retração, de diminuição para ter muita certeza a respeito disso, né? >> Uhum. Muito bom, Cadu. Como tornar o Centro Espírita, né, eh, mais atrativo para as pessoas que estão chegando, muitas delas a seu a grande maioria em sofrimento, né? como que o centro espírita ele poderia ser mais atrativo no sentido de acolher essas pessoas, como seria esse caminho? >> É, esse realmente é um desafio importante, é uma questão significativa isso que você está falando, né? Eh, várias instituições, ela tem elas possuem trabalhos muito interessantes de acolhimento, de integração das pessoas, né? e outras, me parece que ainda estão nesse esforço de tentar achar essas soluções. Nós temos vários exemplos interessantes, [música] né, na instituição a qual eu participo, né, o grupo espírita Caminheiros da Luz, o GECAL, nós temos um trabalho institucionalizado de acolhimento. Então, todas as pessoas que chegam até a instituição, elas realmente são acolhidas. as pessoas, [música] por exemplo, são recebidas lá na porta de entrada da instituição. Temos vários companheiros nas reuniões públicas, no dia a dia, que que ficam lá à disposição para receber essas pessoas que vêm pela primeira vez e todos aqueles que já são trabalhadores regulares, né, da instituição. E isso de alguma forma tem se surtido bastante efeito no sentido das pessoas se sentirem à vontade. né? Elas são encaminhadas desde o primeiro momento para as atividades de
ulares, né, da instituição. E isso de alguma forma tem se surtido bastante efeito no sentido das pessoas se sentirem à vontade. né? Elas são encaminhadas desde o primeiro momento para as atividades de orientação. Passam de acordo com as suas necessidades, são encaminhadas para o tratamento, mas acima de tudo tem essa questão da fraternidade, do coração aberto, né, para acolhimento dessas pessoas. Porque no fundo, no fundo, o que motiva a ida das pessoas aos nossos centros espíritas pode ser a vontade de de obter conhecimento, mas como você atua inclusive na na sua área de atuação, né, você vê que as pessoas às vezes têm as suas dores pessoais e vão em busca de tentar um auxílio para essas dificuldades, né? Então eu acho que dentre outros fatores, esses são são alguns importantes que a gente tem visto [música] no desafio das instituições. >> Tem algumas casas espíritas ainda acontece isso, né, que você chega no centro, você tem a impressão de que você é um desencarnado, né? Parece que você tá em outra dimensão, as pessoas não te vem, né? Então é importante esse negócio de receber na porta do centro espírita, mas receber com aquela energia calorosa da fraternidade, envolvendo a pessoa, né, sem excessos, né? >> Sim. >> Eu acho que para aquele que tá chegando assim, para aquela pessoa que tá em desequilíbrio, que tá, vamos dizer assim, sem um rumo, né, precisando desse dessa orientação, o acolhimento >> é fundamental. a pessoa quando chega à nossa instituição, ela ela precisa realmente se sentir acolhida, porque às vezes até há o acolhimento, mas e e o que acontece com essa pessoa depois, né? Por que que muitas vezes ela não volta ali na instituição? Tem vários fatores, mas alguns deles estão diretamente relacionadas com essa questão do acolhimento fraterno que a pessoa tem ali, né? [música] >> Tudo bem? Eh, tem muita gente, como você diz, que às vezes vai em busca de um tratamento espiritual, [música] mas faz parte de um outro segmento religioso, né? Então, às vezes, quando chega ali no
>> Tudo bem? Eh, tem muita gente, como você diz, que às vezes vai em busca de um tratamento espiritual, [música] mas faz parte de um outro segmento religioso, né? Então, às vezes, quando chega ali no momento do passe, que desliga a luz e tal, né? Agora você tem que entrar naquela salinha, tem muita gente, por incrível que pareça, que fica assustado, não sabe o que que vai acontecer, >> fica tensa, né? >> Vamos eh abordar essa questão no próximo bloco. >> Ah, pois não >> pode ser. Sim, >> meus amigos. Então nós fechamos mais esse bloco e voltamos daqui a pouco lembrando a vocês do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Eh, o Congresso de 2026 traz como tema central Jesus e Kardec para os tempos atuais. Então nós teremos aí palestrantes como Simão Pedro, Alberto Almeida, Jorge Goldinho, que é o presidente da Federação Espírita Brasileira, né? Teremos o Severino Cavalcante, eh, Cosm, Mayara Pais, Maíse Braga, né? Então nós temos aí Gustavo Musa, Gustavo Silveira, Jacobs Santana, né, Trovão que é aqui do nosso estado, Taciro Rangel. Então, nós temos aí um time eh maravilhoso de palestrantes para abordar essa temática central do congresso. Aí faça a sua inscrição, não perca essa oportunidade. A maior confraternização do estado e um movimento doutrinário de muito conhecimento. Faça a sua inscrição e vamos aí às novidades da nossa livraria. Eu andando aqui pela livraria da FEGO, me deparei com esse livro, A Hora do Espelho, [música] né, que é do Juliano Fagundes, pelo espírito de Célia. E ele é um livro muito interessante que ele explica o [música] desencarne de uma jovem de 16 anos, ou seja, para os pais que perdem os filhos tão jovens, né? Então assim, é um é um acalento muito grande, é uma história muito interessante [música] que vai contar o despertar dessa alma, né, dessa jovem encarnada. Quando [música] desencarna ainda se entende como jovem, né, até relembrar que ela é um espírito imortal, mostra toda essa jornada. Então é um livro muito interessante, [música] recomendo eles
carnada. Quando [música] desencarna ainda se entende como jovem, né, até relembrar que ela é um espírito imortal, mostra toda essa jornada. Então é um livro muito interessante, [música] recomendo eles para vocês. Meus amigos, estamos aqui novamente com o nosso companheiro Cadu Santana, né? Eh, ele que é vice-presidente do Conselho de Administração da Féegoo. Cada um nós fechamos com uma questão, né? Eh, esclareça para nós. >> Então, você estava falando a respeito dessa questão do acolhimento, né, das pessoas que chegam às nossas instituições [música] espíritas, um tema sempre muito atual e necessário, né, uma preocupação constante que nós temos. [música] E e você falava a respeito dessa necessidade de nós eh acolhermos e e sim, realmente as pessoas precisam ser orientadas. o que é estar numa instituição espírita? [música] Que diferenças existem em relação a esses elementos importantes, como o atendimento espiritual, a [música] questão do passe, né, a a como que funciona ali a a palestra. Então, é sempre muito importante a pessoa não só se sentir acolhida, abraçada ali fraternalmente, né, sem afetação, como você mesmo eh falou, mas de uma forma assim muito muito sincera, muito profunda e a e a pessoa entender que ali realmente funciona como uma escola de esclarecimentos e também muitas vezes, né, um um local onde ela pode obter o suporte espiritual, né, para auxílio das na na resolução das suas dificuldades. >> Eh, nós não podemos prometer as pessoas de forma muito precisa que nós vamos resolver os problemas dessas [música] pessoas. Nós temos que ser honestos no sentido de dizer: "Olha, a resolução das suas dificuldades envolvem questões suas internas, pessoais, né? Questões até de, em alguns casos, né? A orientação é para que ela busque o apoio profissional, né? médico psicológico, enfim, né? Para que para que a a atividade espírita na vida dela seja um coadjuvante importante do seu processo de autoconhecimento, de busca, né, da seu aperfeiçoamento espiritual, [música]
cológico, enfim, né? Para que para que a a atividade espírita na vida dela seja um coadjuvante importante do seu processo de autoconhecimento, de busca, né, da seu aperfeiçoamento espiritual, [música] mas não como uma panaceia de resolução de todos os problemas dela, [música] né? Então, senão você cria uma expectativa falsa. A pessoa vai lá dizendo assim: "Olha, eu quero resolver meus problemas, então vou lá numa instituição espírita e essa não é a questão." Aham. Cadu, dentro dessa proposta, né, eh, da Federação Espírita e da FEB, do Conselho Federativo, né, nacional, essa estrutura toda, ela tem uma organização muito boa, não é >> muito, >> não é uma coisa assim, ah, a a aquela área ali que mexe com o social, com a promoção social, não é a mesma que cuida da área de estudos e de comunicação e por aí vai, né? Você vai falar um pouquinho disso para nós, mas eu quero que você fale primeiro, Cadu, se for possível, sobre a participação da Federação Espírita do Estado de Goiás junto à FEB e ao Conselho Federativo Nacional. Como é que funciona essa dinâmica? Claro, isso é isso é muito interessante, realmente, assim como aqui no nosso estado nós temos uma das instâncias, né, da nossa federação é o Conselho Federativo Estadual, nós temos em nível nacional o Conselho Federativo Nacional. Existe uma pequena diferença, algumas diferenças de constituição dessas instâncias, né? Mas [música] no fundo, no fundo, eh, a FEGO integra um grande conselho que é chamado de Conselho Federativo Nacional, que é [música] constituído pelas federativas, pelas federações dos vários estados e do Distrito Federal. Então essa reunião de união de todas essas federativas, ela ocorre presencialmente uma vez por ano lá em Brasília. Em novembro, inclusive agora na daqui a duas semanas aproximadamente nós teremos a nossa reunião do Conselho Federativo Nacional. quem participa dessa reunião são os representantes de todas essas federações do do país. Por exemplo, eh em São Paulo, né, nós temos lá a US, a União
s a nossa reunião do Conselho Federativo Nacional. quem participa dessa reunião são os representantes de todas essas federações do do país. Por exemplo, eh em São Paulo, né, nós temos lá a US, a União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, que é a federativa que representa o estado de São Paulo. >> Não necessariamente o nome lá é Federação Espírita, né? Por exemplo, em Minas é a União Espírita Mineira, não é uma Federação Espírita de Minas Gerais. de menos, né? Mas assim, de qualquer forma, porque é uma questão histórica de cada estado e todas as decisões relativas ao nosso movimento espírita nacional são realizadas de forma colegiada, com participação coletiva, são decisões que não são autocráticas, digamos assim, né? Então, vamos pegar um exemplo dos nossos documentos orientadores. Por exemplo, o documento orientador da área da mediunidade. Como é que funciona esse documento? Ele foi construído com a participação de todo o território nacional. [música] Então, esses documentos orientadores, muito importante que se fale, eles não são determinadores, eles não falam o que as federações e os estados eh os centros espíritas devem fazer. mas são eh sugestões de condução nas diversas áreas do conhecimento [música] espírita, né? Um documento como esse, ele é discutido em todos os estados. Depois ele vai para as comissões regionais. Por exemplo, a nossa comissão regional da qual Goiás participa é a Comissão Regional Centro junto com Mato Grosso, junto com o Distrito Federal, o Espírito Santo, o Tocantins, com Minas Gerais, né? Então nós participamos esses seis estados, né? C e o Distrito Federal que veiculamos essas discussões sobre uma determinada temática e depois que todos esses estados participam, as outras três comissões regionais nacionais, a Sul, a Nordeste e a Norte, também discutem todos esses materiais, esses documentos nas suas regiões com [música] os centros espíritas das regiões e depois toda essa síntese volta para uma para serem organizadas e depois depois elas vão
iscutem todos esses materiais, esses documentos nas suas regiões com [música] os centros espíritas das regiões e depois toda essa síntese volta para uma para serem organizadas e depois depois elas vão para votação no Conselho Federativo Nacional. Então, quando um documento desse é apresentado, né, para pra sociedade, ele já circulou por todos os estados, passou por muitas mãos. Por exemplo, eh, recentemente, há poucos anos atrás, nós reformulamos o orientação ao Centro Espírita, que era um documento já de vários anos, né, mas que precisava de alguns ajustes em função da própria dinâmica do tempo mesmo, né? Então, nós aqui em Goiás fizemos muitas sugestões para reformulação do documento e depois essas sugestões foram analisadas nas diversas instâncias. Algumas delas foram implementadas, outras não, por uma questão de síntese, né? O documento não pode ser muito extenso, mas quando ele foi aprovado no Conselho Federativo Estadual, tinham representantes de todos os estados e ele foi aprovado e aí passou a ser um documento de caráter nacional >> que ele não é específico para uma cidade pequena, uma cidade grande, um estado rico, um estado com menos recursos. Não, ele é discutido em todo o nível nacional. Então essa é a parte interessante, né? Porque a FEGO participa ativamente de todas essas instâncias em nível nacional e de todas as discussões dos documentos, dos textos, dos materiais. Ou seja, há várias décadas, né, desde que o Conselho Federativo Nacional foi constituído, né, na Federação Espírita Brasileira, o Estado de Goiás ativamente participa de todo esse processo, né, contribuindo com sugestões e também decidindo conjuntamente com todos eh tudo aquilo que é veiculado, né, pela Federação Espírita Brasileira. Ou seja, não é a diretoria da Federação Espírita Brasileira que decide isso e nem é a Federação Espírita do Estado de Goiás. São construções coletivas e submetidas à participação de todos no Brasil inteiro, né? >> Bom, Cad esquecemos de destacar aqui também no
que decide isso e nem é a Federação Espírita do Estado de Goiás. São construções coletivas e submetidas à participação de todos no Brasil inteiro, né? >> Bom, Cad esquecemos de destacar aqui também no seu currículo, né, que você também é assessor da presidente, né? >> Ah, sim. >> Tá lado a lado com ela aí nas reuniões e tal, né? né? >> Colaboro sempre que >> Cad como que você tá vendo aí eh essa gestão, essa proposta, né, que a nossa presidente Márcia Ramos tá trazendo aí pro nosso estado? É, nós temos nós temos acompanhado, né, esse trabalho há vários anos e temos a alegria de várias gestões, né, sucessivas que têm realizado trabalhos excelentes, né, de divulgação da doutrina espírita e esforços sempre constantes de buscar essa união de espíritas e unificação do nosso movimento. Então, todas as as últimas gestões fizeram esforços, né, cada um dos dos nossos companheiros que assumiram, né, as suas seus papéis nas diretorias [música] eh ao longo desses anos, fez esse esforço muito grande e também não é diferente com a atual gestão, né, que está fazendo um trabalho, eh, significativo de de tentativa, né, de ampliar essa união, de organização do nosso trabalho. Então, o meu olhar, né, sobre esse trabalho é um eh até porque eu estou ali no dia a dia, né, acompanhando, tentando auxiliar eh com esforço junto com individual e coletivo nesse trabalho. Então, o meu olhar é muito positivo no sentido de todos os esforços que estão sendo feitos nessa direção. Tenho estado assim muito alegre de participar desse desse processo, né, diretamente e e nós a nossa expectativa é que esse trabalho, né, frutifique cada vez mais e continue fortalecido com a união de todos nós. >> Muito bom, Cador. E por falar nisso, como é que está o movimento aí para o nosso Congresso Espírita de 2026? Então, a nossa >> Ah, sim, sempre muito animado, né? O nosso nosso congresso é é um evento que mobiliza muitas mentes, muitos corações, né, em muitas regiões. As nossas equipes aqui do nosso estado, das várias áreas,
> Ah, sim, sempre muito animado, né? O nosso nosso congresso é é um evento que mobiliza muitas mentes, muitos corações, né, em muitas regiões. As nossas equipes aqui do nosso estado, das várias áreas, têm trabalhado incansavelmente para mobilizar recursos, desde financeiros, recursos humanos, né? Então, o trabalho está a todo vapor, né? Nós temos tido eh muitas alegrias, né? Algumas iniciativas importantes desse ano eh foram algumas alguns ajustes, algumas adaptações, né? A e o trabalho está tá excelente, né? Quer dizer, o o você mencionou aqui os nossos palestrantes, todos eles eh figuras eh [música] realmente importantes, né, na divulgação do nosso da nossa doutrina espírita. E a e a federação está coordenando esse trabalho de forma muito efetiva. E o e o coisa muito interessante é que nós temos trabalhadores de dezenas de instituições espíritas do nosso estado, né? Quer dizer, não é um trabalho específico da a de uma comissão central apenas ligada à diretoria, né? é um trabalho de extremo valor sobre o ponto de vista também da união de pessoas e instituições. Então, sobre esse ponto de vista, estou muito feliz com os resultados que temos conseguido até agora, né? E e tudo indica que teremos um [música] momento muito significativo do ponto de vista de eh de esclarecimento, de consolo e também de iluminação espiritual para todos nós, né? >> Que maravilha. Ado, nós estamos, infelizmente, chegando ao final, né, de mais um programa Espiritismo em Movimento e gostaria que você colocasse para nós aí as suas considerações finais. Obrigado, Enio. Então, uma alegria, né, estar aqui, contribuir com esse programa e dizer que convidar, né, todos os os dirigentes espíritas, [música] né, das das várias instituições do nosso estado, a somar esforços nesse sentido de dinamizarmos o nosso movimento espírita. Eh, nessa perspectiva integradora de não interferência, né, nas nas autonomias das diversas instituições, mas acima de tudo união de pensamentos, de corações no nosso ideal espírita em todo o nosso
a. Eh, nessa perspectiva integradora de não interferência, né, nas nas autonomias das diversas instituições, mas acima de tudo união de pensamentos, de corações no nosso ideal espírita em todo o nosso estado, né? Então, esse convite para que todos aqueles que nos nos assistirem eh no nosso estado possam somar esforços conosco nesse nesse trabalho de união e de unificação do [música] nosso estado, né? Obrigado. >> Maravilha. Cadu, muito obrigado, muita paz para você. >> Eh, continue, né, firme nessa nessa jornada aí de divulgação da doutrina espírita, acolhendo os nossos irmãos sofredores, né, nessa proposta de esclarecer e consolar. [risadas] Meus irmãos, o nosso programa só foi possível pelo apoio que nós tivemos aqui da nossa técnica, né? Nós temos aqui a Gisele Freitas, a nossa querida Daniele Lacerda, que é a coordenadora adjunta da área de comunicação social espírita, o nosso companheiro Natã Lacerda e o nosso grande Andrei Renato que tá sempre com a gente aqui comandando toda essa estrutura técnica. Muito obrigado a todos vocês. Obrigado mais uma vez, Cadu. E nós ficamos por aqui agradecendo também eh a atenção de todos vocês. Fiquem em paz. Até a próxima. >> A Federação Espírita do Estado de Goiás honrosamente os convida para o Congresso Espírita de 2026, que terá como tema central Jesus e Kardec para os tempos atuais. O Congresso Espírita é momento de confraternização e aprendizado com muita arte e alegria. Mantenha-se informado pelo site da Fé Ego e pelo Instagram do Congresso.