Jesus e Saúde Mental | #149 - Episódios Diários • Ação de paz

Mansão do Caminho 18/11/2025 (há 4 meses) 25:05 2,187 visualizações

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 149 - Episódios Diários • Ação de paz #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Querido amigo, querida amiga que nos acompanha semanalmente aqui no Jesus e saúde mental. Eu queria hoje começar agradecendo as inúmeras manifestações de carinho que eu tenho recebido pelo benefício que as pessoas sentem com a nossa trajetória aqui junto do Jesus e saúde mental especificamente. Um programa que veio, vem realmente nessa perspectiva de ajudar, não só de analisar, mas também de ajudar. Nós tivemos outros programas sobre fenômeno de Miranda, mais analíticos que estão no Espiritismo Play. Tivemos um programa sobre como lidar com as emoções, mas desde que o Jesus saúde mental começou já mais 140 e tantos episódios, né? Então, semanalmente, nós temos nos disposto a pensar sobre como Jesus, nos seus diversos ângulos da sua mensagem, não só analisando as questões teológicas, mas a partir de livros da doutrina espírita podem nos ajudar. E um relato que me chamou muita atenção foi na Colômbia, né, uma pessoa de de língua, portanto, hispânica, que não entende o português, me falou assim, muito emocionada. O doutor, queria agradecer muito o senhor porque eu tava precisando escutar algo de bom e não conseguia entender o português e orei e orei e não sei falar português, não entendia o português, mas cheguei no programa do Senhor e entendi o que foi falado e tô entendendo tudo que tá sendo falado. Isso tem me ajudado. Mas ela falou com tanta emoção que eu sinto, né? As pessoas então vêm agradecer. Eu sinto a energia da emoção e muitas vezes seguro às vezes o choro, mas as lágrimas vêm. Então, com coração em lágrimas de alegria e de gratidão, eu queria entoar esta oração com você, para vocês, para nós outros, a fim de que possamos ter paz, que as nossas ações possam ser em nome da paz, que nós possamos ser pacificadores pacificando o nosso coração, que nós possamos ser pacificadores, pacificando as nossas emoções. que nós possamos ser pacificadores, pacificando também o nosso entorno. Não uma paz baseada na paz do mundo, mas uma paz inspirada na paz de Jesus. Aquela paz que, segundo o mestre, não é

sas emoções. que nós possamos ser pacificadores, pacificando também o nosso entorno. Não uma paz baseada na paz do mundo, mas uma paz inspirada na paz de Jesus. Aquela paz que, segundo o mestre, não é derrubada com facilidade, porque ele não veio trazer a paz do mundo, mas veio trazer um pouco a paz que ele próprio tinha, sentia e era para a nossa existência. Muito obrigado, Senhor, porque a partir da tua inspiração, do teu nome, da tua vida, dos teus ensinamentos, nós temos um outro parâmetro para seguir. E é com esse parâmetro em nossa jornada que temos a resistência moral para dar continuidade às nossas ações de paz. Fica conosco hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja. A mensagem de hoje é justamente do livro Episódios Diários da Joana de Ângeles e é a mensagem 41, o a mensagem Ação de Paz. E a benfeitora vai dizer assim: "No teu ciclo de amigos não faltam aqueles que cultivam a violência, a arrogância e o espírito perturbador. Bulhentos e requietos, gostam de promover desordens, sempre armados contra tudo e todos. Cuidado com eles. Aconselham a anarquia, estimulam as arroaças. encorajam a malquerença. Não te inspires na sua poluição mental, responsável pelo seu comportamento alienado. Trata-os com gentileza, no entanto, poupa-te a sua convivência malzeja. Eles são cansativos pela instabilidade e esaurem aqueles que os cercam em razão da agressividade em que se debatem. A quem aconselhe, revide a qualquer ofensa, reproche a toda insenuação, respostas ácidas às provocações. O fogo não se acaba quando se lhe atira combustível. Assim também acontece com o mal. A única alternativa é a que decorre da ação do bem, que apaga as labaredas da violência e estabelece a paz na qual o progresso se firma. És instrumento da vida para a tua e a felicidade geral. Esparze alegria sem fomentar o pandemônio. Irradia degnidade sem caratonha ou simulação cisuda. Favorece a paz sem pieguismo ou receio da perturbação. Tua realidade íntima é tua forma de tua forma de vida pessoal.

ia sem fomentar o pandemônio. Irradia degnidade sem caratonha ou simulação cisuda. Favorece a paz sem pieguismo ou receio da perturbação. Tua realidade íntima é tua forma de tua forma de vida pessoal. Vive em paz e apazigua todos quantos cerquem de ti. A mensagem termina justamente com a principal contribuição que nós podemos fazer para paz. É óbvio que existem pessoas que têm os seus cargos, né? Existe aquelas pessoas que com seus cargos têm uma função maior na paz do mundo. Mas para todos outros, como eu e como você, que não temos esse cargo maior em que uma canetada minha não vai, digamos assim, trazer uma ação de paz do mundo diretamente, temos a chance de fazer a ação de paz no mundo, a paz de Jesus. Então, mesmo aqueles ou em outras encarnações quando tivemos a oportunidade da canetada, ou seja, a oportunidade da caneta da assinatura transformar várias vidas, né? Isso não quer dizer que nós estávamos excluídos da ação pacificadora interna, porque sobretudo essa ação de paz que o cargo me coloca, o que o cargo coloca a pessoa, só consegue ser uma ação de paz realmente profunda se ele é uma pessoa em paz. Porque se a pessoa está em paz consigo, essa paz se transborda para fora. E todas as suas ações, todas as ações dessa pessoa vão ser ações que vão transbordar a paz. Por isso que ela simplifica e vai dizer assim: "Essa ação de paz que a gente tem, no final das contas, é a nossa própria vida íntima que se transborda nas funções que nós desempenhamos, quer sejam as funções minúsculas, quer sejam as funções macro". E essas funções macro ou as funções minúsculas, elas vão ter uma consequência direta dessa ação pacificadora que nós sentimos no nosso interior. De uma forma direta ou indireta, essa ação pacificadora que a gente tem dentro de nós vai transformar o mundo ao nosso redor. E é isso que Joana de Andes termina falando, como muito bem coloca o nosso colega, nosso amigo pernambucano Nando Cordel na sua música fantástica sobre a paz, né? A paz do mundo começa em mim. Precisa ter um

o que Joana de Andes termina falando, como muito bem coloca o nosso colega, nosso amigo pernambucano Nando Cordel na sua música fantástica sobre a paz, né? A paz do mundo começa em mim. Precisa ter um amor, com certeza eu sou feliz. Se eu faço bem ao meu irmão, tem uma grandeza dentro do meu coração, né? Chegou a hora da gente construir a paz. Ninguém suporta mais o desamor. E aí ele vai falando: "Paz paz, paz pela paz". Entende? Não é paz por qualquer alguma outra conveniência, paz pela própria situação de paz. Então, a o transbordamento íntimo da paz, ação de paz fundamental que eu tenho que fazer, que você tem que fazer, é construir paz íntima. Então, nesse sentido, eh, ela vai falar assim: "Olha, cuidado com essas pessoas que são, digamos, bulhentas e requietas, que gostam de promover desordens e sempre estão armadas contra tudo e contra todos. Cuidado com elas diretamente, né?" Porque a benfeitura é assim, ela é direta, ela não é, digamos assim, grosseira, né? Lógico que não, mas ela é direta, porque a verdade é a verdade. A gente não pode ficar se iludindo. Tem pessoas assim que perdem um tempo danado. E eu vejo às vezes eu próprio como professor no início da minha carreira, às vezes eu perdi um tempo danado, uma energia danada para aquele aluno que realmente ele não queria nada com nada. E não é que eu vou desistir desse aluno, não, nunca desisto. Mas não significa que eu tenha que perder toda a minha energia e toda a minha atenção com essa pessoa. Então, com o tempo, eu fui aprendendo a dividir, né, a com olhar para essa pessoa, mas sobretudo olhar para aquele aluno que está doido para ter aula, para aquele aluno que está precisando de mim e está me querendo mais ainda. E é interessante que eu fui aprendendo a dosar. Fui aprendendo a dosar. Isso é curioso porque eu lembro de quando eu fui para ninfa de uma turma, uma aluna me falou assim: "Professor, olha na formatura dela, muito obrigado por não desistir de mim". Realmente eu não desisto, mas não desistir da pessoa

ro de quando eu fui para ninfa de uma turma, uma aluna me falou assim: "Professor, olha na formatura dela, muito obrigado por não desistir de mim". Realmente eu não desisto, mas não desistir da pessoa não significa que eu tenho que perder toda a minha energia com ela, porque existem tantos outros, incluindo o filho. Tem tantos filhos, eu vejo assim, tantas mães, tantos pais, tem, sei lá, três filhos, quatro filhos, cinco filhos, não importa, dois filhos, mas perde toda a energia com um só, que é o menino problema ou a menina problema. Não quer dizer que não vai perder o gás, não vai dedicar o gás a essa pessoa, mas e outro? E esse outro aqui que não dá problema? Será que ele também não merece um pouco do amor e da tua paz, do teu tempo, da tua atenção? Toda atenção tem que ser pra pessoa problemática. Então esse é um ponto importante que a gente tem que entender, né? Isso significa humildade também. Por que humildade, Léo? Porque eu vou entendendo que eu não sou capaz de mudar tudo. De alguma forma, eu querer salvar aquele aluno que ele não quer se colocar em salvação, não deixa de ser também uma vaidade de minha parte, querendo salvar quem não quer ser salv salvado. A gente tem que pensar nisso, né? Porque a nossa mente às vezes mente para nós mesmos e às vezes a gente tá achando que tá fazendo uma coisa pelo bem e é não é pelo mal, mas também pel um bem pelo um bem meio infantil demais. Então aqui é uma benfeitora madura, sábia, nos falando assim: "Olha, tem situações que a gente tem que ter cuidado." Ela não tá dizendo que a gente deva esquecer de desistir, deixa ser tenha que ser assim inconveniente ou grosseiro. Olha que Olha o que ela diz. Trata-os com gentileza, amor. No entanto, poupa-te a sua convivência malfej. a gente não vai se abraçar, né, com mais com o bandido, digamos assim, aquela pessoa que rouba a nossa paz, o bandido da nossa paz, entre aspas, vai ficar se abraçando o tempo todo. Não é possível. Isso é masoquismo. E todo masoquismo esconde uma vaidade.

digamos assim, aquela pessoa que rouba a nossa paz, o bandido da nossa paz, entre aspas, vai ficar se abraçando o tempo todo. Não é possível. Isso é masoquismo. E todo masoquismo esconde uma vaidade. Esconde uma vaidade. A vaidade de achar que sabe qual é a pena que deve receber. E nós não sabemos qual é a consequência. Quem sabe é Deus. Então, na na no final das contas, a humildade significa também qual é a humildade significa também saber que nós não sabemos aquilo que nós merecemos por completo e sabermos nos submeter às coisas da vida com tranquilidade. Trata-os com gentileza, no entanto, poupa-te a sua convivência malfej. Aí ela vai dizer assim: "Olha, há quem quem aconselhe revidar a qualquer ofensa, reprochar toda a insinuação, dar respostas ácidas a todas as preocupações." Aí ela diz um ponto importante, o fogo não se acaba quando se lhe atira combustível. É o que a gente fala no popular, cuidado para não colocar lenha na fogueira. Mamãe, disse-me um uma pessoa, me deixa em paz quando eu tiver com raiva. Não fique que eu não fique querendo que eu fique tranquila de hora para outra. Me deixe em paz. Eu não quero brigar. Eu quero só ficar no meu quarto isolado um pouco. A menina não tinha risco de suicídio, não tinha risco de quebrar tudo. E hora ela estava com raiva. Todo mundo tem o direito de ter raiva. Todo mundo tem o direito de estar zangado. Então não é possível que eu enquanto pai e mãe, não posso também dar esse direito a uma pessoa já adulta. Não tô falando de uma criança, falando de um adulto de 32 anos. E a mãe lá insistindo, não, ela tem que ficar bem. O que que eu faço, doutor? Olha, ela ensinuou que tava ia ia cometer suicídio? Não, não. Ela tem algum meio de suicídio? Não, não. Ela quebrou alguma coisa? Não, ela só queria ficar quieta. Então, deixa ela quieta. Deixa ela quieta. Não, mas ela tá escrevendo muito. Deixa ela escrevendo. Deixa ela em paz. Às vezes a paz significa deixar o outro em paz significa deixar que a perturbação vá se acalmando, senão fica

eixa ela quieta. Não, mas ela tá escrevendo muito. Deixa ela escrevendo. Deixa ela em paz. Às vezes a paz significa deixar o outro em paz significa deixar que a perturbação vá se acalmando, senão fica mais combustível no fogo. E os obsessores são muito inteligentes. São muito inteligentes. Às vezes, em nome da paz na cabeça de alguém, encontra-se a guerra. É a lenha na fogueira. é o combustível que não apaga o fogo, mas alimenta ainda mais o fogo. Assim também acontece com o mal. A única alternativa de paz é aquela que decorre de uma ação do bem, mas um bem maduro. Nessa perspectiva que a Jana de Angeles está dizendo, para exemplificar, eu lembro de uma situação de um amigo, posso falar o nome dos amigos, né? o Divaldo Franco encarnado e, enfim, eventualmente, infelizmente nós encontramos assim alguma fala mais ácida, às vezes de despeito, às vezes de assim, pessoas que querem ser evoluídos com evolução alheia, né? pessoa assim: "Ah, mas o Divaldo devia fazer isso, devia falar aquilo, mas olha, talvez você precisasse estar no lugar dele para poder opinar o que que ele devia que fazer ou não, né? Por quê? Porque é fácil eu dizer o que é que um líder tem que fazer se eu não tô na liderança e não sei o que está lá no local dele." Então, é fácil prescrever comportamento quando não se trata de mim. Então, essas falas mais, infelizmente, acontecem em todos os movimentos do mundo, religioso, não religioso, das religiões, como eu atendo muitas pessoas, quer seja dentro da do espiritismo, né, quando vou fazer palestras, sempre no final converso com um, converso com o outro, os atendimentos fraternos, ou então como médico ou então como professor, enfim, sempre tenho um contato com muitas histórias, muitas religiões, muitas pessoas, eu posso dizer tudo muito parecido. O movimento espírita é muito parecido com o movimento de outras religiões, com o movimento eh não religioso. Por quê? Porque são seres humanos. Então tem muitas dessas perturbações. Então uma dessas perturbações, né, lançou assim

parecido com o movimento de outras religiões, com o movimento eh não religioso. Por quê? Porque são seres humanos. Então tem muitas dessas perturbações. Então uma dessas perturbações, né, lançou assim uma uma fala muito pesada contra o Divaldo e Sran, muitos anos atrás. E eu fiquei assim sentido, né, empatizado com a dor, com compaixão, né, e fiquei com raiva também, né? Tomei as dores e fiquei com raiva. E aí fiquei pensando em fazer alguma nota, alguma coisa assim para poder defender, para poder, enfim, mostrar o o oposto, alguma coisa do tipo. Mas não me senti tão eh será que eu devo? Será que não devo? Será que eu vou botar mais combustível no fogo? Então, recorri a um amigo em comum, o Raul Teixeira, bem mais experiente do que eu. Eh, então eu perguntei, Raul, tal e tal situação, eu tô com vontade de fazer tal coisa assim, fazer uma nota para poder defender alguma coisa assim. E aí o Raul falou assim, muito, eu achei muito sábio, né, maduro, e falou assim, meu, falou, Léo, eh, vou falar com minhas palavras, tá? que não recordo exatamente as palavras, mas basicamente foi, Léo, o Divaldo está acostumado, o Divaldo sabe se defender, não vamos dar, né, mais espaço para perturbação, porque se é uma perturbação, a gente vai ficando dando lenha, só vai aumentar a perturbação, vamos orar. Então eu achei muito coerente, fiz isso, né? Mas também como contato, falei, vou mandar uma mensagem. Mandei uma mensagem e falei assim, na época eu não chamava ele de tio Divaldo, chamava de Divaldo, né? Então falava assim: "Divaldo, olha, quero manifestar o meu carinho". E enfim, fiz lá uma mensagem manifestando o meu carinho, né? que tinha pensado eh em fazer alguma defesa, mas que contasse comigo, etc. Como aqueles que me conhecem na intimidade viram a como sou, que sabem como eu sou, sabe como é que eu falei, né? Sem colocar assim que eu tivesse, digamos, consolando, porque seria uma prepotência de minha parte, querer consolar o Divaldo, quem sou eu para consolar o Divaldo? Ser o pessoal

mo é que eu falei, né? Sem colocar assim que eu tivesse, digamos, consolando, porque seria uma prepotência de minha parte, querer consolar o Divaldo, quem sou eu para consolar o Divaldo? Ser o pessoal muito mais experiente que eu, mas também, enfim, amor, né? A gente pode expressar amor também, não podem ficar também tão tenso em expressar amor. Expressar amor, rapaz. Então, expresse o amor, expresse o cuidado, expresse o carinho. E ele me respondeu exatamente isso. Meu filho, eu já estou acostumado. Não se preocupe. Muito obrigado pelo seu amor, etc. Fiquemos em paz. Entende? A intenção era boa de minha parte, querer ajudar. Mas às vezes esse querer ajudar é colocar mais lenha na fogueira, é colocar mais combustível no fogo. E esse combustível no fogo só vai deixar o fogo explodir. Então o que que eu posso fazer? Às vezes é orar e chegar diretamente pra pessoa, não com uma fala ferina, não estimulando ainda mais a dor do outro, mas dizendo assim: "Olha, eu estou aqui, né? Conte comigo". enfim, sem ficar colocando mais combustível na mágoa, porque todo mundo é ser humano. É natural que todas as pessoas, líderes ou não, elas sintam mágoas, porque nós não somos, digamos assim, perfeitos. Então, é natural. Também não vou ficar com a postura de salvador, de consolador. Humildade até para ajudar. Humildade até para ajudar, para não se sentir, digamos assim, o solucionador. Então, acho essa mensagem muito boa, muito bonita. e muito pertinente, porque às vezes nós enquanto pai, enquanto mãe, a gente perde um pouco também o a nossa mão na ajuda e às vezes mais coloca combustível no fogo e às vezes é o que os obsessores precisam. O que Jesus veio fazer foi uma ação de paz, mas não uma paz do mundo, sim uma paz de Deus. E a paz de Deus, ela é mais profunda. A paz de Deus, portanto, é mais complexa e necessita de maior exame e maior cautela antes da execução de alguma ação. É, portanto, pedindo essa cautela, esse discernimento, essa sabedoria que nós, com os olhos cerrados, em prece te pedimos, Senhor,

sita de maior exame e maior cautela antes da execução de alguma ação. É, portanto, pedindo essa cautela, esse discernimento, essa sabedoria que nós, com os olhos cerrados, em prece te pedimos, Senhor, dilata a nossa consciência, amplia a nossa percepção para que nós possamos saber quando dizer sim, quando dizer não, para que nós possamos saber quando entrar e quando sair. quando falar e quando silenciar, termos a sabedoria de entender qual ação de paz é necessária em tal ou qual situação, na nossa vida micro, na nossa vida macro. Dai-nos a ampliação de consciência para percebermos que diante de tantas guerras do mundo, no mundo, nós não precisamos estar sempre opinando, colocando mais lenha na fogueira do mundo, mas sim orando, estando como um mensageiro simples, mas um mensageiro do amor. À tua disposição, nos colocamos, Senhor, para trabalhar em nome da paz do mundo, mas trabalhando a paz no mundo íntimo, para que ela possa se transbordar em ações concretas e não só, em imaturidades do nosso dia a dia. Nos ajuda, portanto, a silenciar e a ter sabedoria de agir. Muito obrigado, Senhor. nos despede em paz hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja.

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