Jesus e Saúde Mental | #145 - Episódios Diários - Sono e Repouso

Mansão do Caminho 21/10/2025 (há 5 meses) 36:43 2,500 visualizações

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 145 - Episódios Diários - Sono e Repouso #jesus #saúdemental #espiritismo #joannadeângelis #episódiosdiários #inexoravelmente *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, que possamos estar mais uma vez juntos no nosso programa Jesus e Saúde Mental. Não sei exatamente quando você irá ver esse programa de hoje, mas no dia 10 de outubro de 2025, portanto, no último final de semana, na plataforma Espiritismo Play, que inclusive ajuda não só na divulgação espírita, mas também no consolo das nossas almas e sobretudo também na manutenção das obras sociais. que a mansão do caminho promove junto com o centro espírita caminho da Redenção. Está lá o curso Psicologia de Joana de Angeles. Para quem já tem a plataforma, já tá lá disponível. É só assistir as aulas. São 15 aulas que nós gravamos e elas vão ficar lá disponíveis. O pessoal vai liberar algumas a metade, porque vamos ter uma mentoria ao vivo. Essa mentoria ao vivo também vai ser pela plataforma Espiritismo Play com debates, né, sobre as primeiras metade das aulas, né, ou seja, sete, oito aulas iniciais. Aí depois eles liberam as próximas e aí nós temos uma segunda mentoria para poder falar do restante. Mas esse curso vai ficar lá. Então, periodicamente a gente deve ficar lançando turmas. eh turmas assim, mentorias ao vivo para poder debater. E o curso traz um resumo assim da da série psicológica de Jonângeles, psicografado por Divaldo Franco, eh trazendo uma uma coisa acessível às pessoas que não são profissionais da área, mas pessoas que conhecem espiritismo e querem aprofundar o seu conhecimento, porque ali não tá um conhecimento, digamos, introdutório, porque o livro de Jonas de Anjo não é introdutório em relação ao espiritismo. é um livro que pressupõe uma série de conceitos, digamos assim, que um livro introdutório pro Espiritismo, é a própria codificação, mas livro dela Lampadário Espírita, Estudos Espíritas, que são dois livros muito bons que eu aprendi muito com ela lá, que falam da base geral do Espiritismo, sabe? Esse a série psicológica não é introdutória, então também as aulas não são introdutórias. a gente pegou, digamos assim, pesado com os conceitos espíritas, pesado para poder subir o

Espiritismo, sabe? Esse a série psicológica não é introdutória, então também as aulas não são introdutórias. a gente pegou, digamos assim, pesado com os conceitos espíritas, pesado para poder subir o nosso nível de conhecimento, né, em torno do espiritismo. Por quê? Porque tanto pra gente fazer as interfaces com a psicologia, com a psiquiatria, com as neurociências, mas também pra gente se capacitar para se conhecer um pouco mais, mas sobretudo aí ajudar a atender as pessoas que nos procuram no centos espíritas, né? Então, tá lá. oito aulas eu gravei, salvo engano, foram oito que eu gravei ou nove. Eh, a Cristiane Beira gravou dois, duas aulas e a Ana Teresa Camazmi gravou cinco aulas, se não me engano. Então, quem não fez a inscrição, assim, quem não quem ainda não tem o Espírito Play, é só fazer a assinatura do Espírito Moplay e poder então participar dessas aulas, tá bom? Fica o convite, vai ser um momento bem interessante. Em uma outra perspectiva, a própria Cristiane Beira tem um programa aqui na TV da Mansão sobre a série psicológica, mas como ela mesmo colocou, como a gente coloca aqui reforçando que ela já conversou comigo, é um programa para o público em geral, né? Ali a gente tá tentando aprofundar para um público eh que conhece já uma base doutrinária espírita. Tá bom? Fica o convite. Hoje nós iremos falar mais uma vez sobre os episódios diários da nossa Joana de Angeles a partir do da mediunidade de Divaldo Franco. E como vamos começar mais uma vez o nosso programa e temos feito isso, nós queremos começar orando, porque orar é agradecer também. E queremos então agradecer, Senhor, por tudo que nos deste, por tudo que ainda nos darás. Nós também queremos agradecer por aquelas coisas difíceis que não chegaram em nossa vida, mas também pelas coisas difíceis que estão nos passando ou que chegarão. Todas essas coisas, no final das contas, são as tuas presenças de forma direta ou indireta. No final, Senhor, somos nós pagando as nossas contas, pagando os nossos débitos,

s passando ou que chegarão. Todas essas coisas, no final das contas, são as tuas presenças de forma direta ou indireta. No final, Senhor, somos nós pagando as nossas contas, pagando os nossos débitos, porque como nós falamos num popular, um dia a fatura do cartão chega e quando as dores chegam são as faturas do nosso cartão espiritual chegando. E é muito bom podermos ter a possibilidade de não ficarmos com dívidas perante a harmonia celeste. Portanto, renova as nossas energias, Pai amado. Renova a nossa esperança para que nós possamos continuar seguindo em demanda de ti. Que assim seja. A mensagem é lá do final. 49. Sono e repouso. O sono é uma experiência que faz recordar a desencarnação. É uma pré-morte ou treinamento para ela em razão do entorpecimento da consciência da vontade, graças à ausência de defesa a que fica exposta à criatura. No sonho, às vezes, a lucidez espiritual, sintonizando com a vida exuberante, fixa impressões que se incorporam às lembranças em tes agradáveis ou aflingentes, representativas dos lugares e pessoas onde e com quem se esteve. Como ninguém sabe com segurança se ao dormir despertará no corpo mais tarde, dois impositivos se fazem indispensáveis para um bom repouso, a prece harmonia mental. A oração abre as portas da percepção ao indivíduo e o equilíbrio mental o conduz a regiões felizes. O sono é um fenômeno fisiológico de alta magnitude para a vida animal, sem o qual inúmeros distúrbios se instalam no ser. Não apenas dormir é importante, senão bem dormir, especialmente para o homem, ou seja, o ser humano, né? O repouso físico aliado ao prazer emocional constitui-lhe fator indispensável à saúde. Que que ela tá dizendo aqui? Só um parênteses, né? O sono. É impossível alguém ter bem-estar sem dormir. Impossível, não tem como. É uma coisa fisiológica. Eu vou explicar o porquê. E o prazer, né? ou seja, eh, sentir algum nível de prazer. A questão é o tipo de prazer, como a gente já falou em alguns programas, vários programas aqui, não ficar escravizado e também a questão

quê. E o prazer, né? ou seja, eh, sentir algum nível de prazer. A questão é o tipo de prazer, como a gente já falou em alguns programas, vários programas aqui, não ficar escravizado e também a questão é, digamos assim, só não ficar dormindo, né? Mas dormir é fundamental, tá? O repouso, quer seja no sono ou quer seja no repouso, tá? Porque quando fala sono, seria o repouso mais profundo que a gente tá colocando. Mas o repouso num sentido lato, no sentido geral também é fundamental. Então ele faz uma pausa antes do repouso noturno, deixa as preocupações à margem. O travesseiro não aconselha a ninguém. A noite bem repousada, os encontros espirituais durante a fase do sono são os propiciadores da inspiração que soluciona as questões em pendência. Assim, lê uma pequena página de otimismo antes de dormir, a fim de que ela te estimule o centro do pensamento assadio. Ora com íntima confiança em Deus. Entrega-te em paz ao repouso. Quando despertares, estarás renovado. E se retornares à pátria espiritual, enquanto o corpo dorme, terás melhor condição de compreender e seguir tranquilo os novos rumos que a vida te concede. Então, queria começar explicando essa questão mais eh fisiológica. Por que é fundamental? Porque nós temos basicamente o seguinte, quando nós estamos acordado ou acordados na vigília, o termo técnico, com nível de consciência v, nós estamos, não estamos, a gente não para de pensar, o nosso pensamento é constante, né? A nossa atividade mental é constante. Essa atividade mental ela gera uma consequência. A consequência seria, digamos assim, guardar no nosso organismo radicais livres. Beleza? Se for muito, muito pensamento, que aí é uma ruminação, muito pensamento que fica tóxico nas ruminações depressivas, ansiosas, da do transtorno obsessivo compulsivo, dos adoecimentos emocionais e mentais como um todo. Isso aí é mais intenso, né? você ter mais produção de radical livre, digamos assim, quando o pensamento é mais quando você tá com nível de, a gente chama assim eh

os emocionais e mentais como um todo. Isso aí é mais intenso, né? você ter mais produção de radical livre, digamos assim, quando o pensamento é mais quando você tá com nível de, a gente chama assim eh resting state ou nível de atividade basal quando nós estamos acordados. Tem pessoas que tm esse nível de atividade basal mais elevado por natureza, tem outros que já tm um nível mais elevado porque estão adoecidos, mas tem outros que conseguem a partir de técnicas meditativas, a partir de uma tranquilidade pessoal da alma, tem um nível de atividade menor. Isso é ótimo. Por quê? Porque ainda é menos produção de radical livre, o cérebro fica menos intoxicado. Quando a gente dorme, tem um sistema reticular ativador ascendente que vai do nosso tronco cerebral, que fica aqui na base do crânio e lança, né, na verdade desliga, né, que ele ele desliga o cérebro, ele lança substâncias para fazer com que a gente durma naturalmente. gente é mais invadido por gaba e outras substâncias que não vem ao caso. Mas, por exemplo, quando a gente tá em alerta, tem estamina demais, né? Por isso que anti a antialérgico dá sono. Pode dar mesmo porque tem efeito antiestamínico, diminuir estamina, que é uma coisa que dá vigília. Beleza? Esse sistema reticulativo do ascendente é como se fosse um interruptor que faz a gente dormir. Aí o que que acontece quando a gente dorme? Existe um sistema chamado glinfático. Glinfático. Esse sistema glinfático, ele ajuda a limpar o nosso cérebro desses radicais livres. Então, dormir é uma faxina cerebral para que a gente possa estar no outro dia com o cérebro mais inteiro. E aí eu tô falando de pensamentos. Essa é a questão fisiológica. Agora, se eu tô com um excesso de pensamentos, se eu tô com muitos, muitos pensamentos, que é que vai acontecer? Mais difícil o interruptor ligar, desligar. É como se o interruptor tentasse desligar, mas eu não desligo porque meu pensamento fica muito, muito acelerado. Então, por isso que ela diz assim, ó, o travesseiro não

o interruptor ligar, desligar. É como se o interruptor tentasse desligar, mas eu não desligo porque meu pensamento fica muito, muito acelerado. Então, por isso que ela diz assim, ó, o travesseiro não aconselha ninguém. Não é o local ideal você ficar pensando nos problemas da vida, porque cria até um condicionamento negativo, entendeu? Quando fala condicionamento negativo é o termo técnico mesmo, né? Um condicionamento de cama como problema. Então é melhor destinar horas do dia. Eu vou dizer até no ponto de vista técnico, tá? Por exemplo, celular. Esse negócio aqui, eu acho, eu tenho uma relação de amor e desconfiança. Por quê? Porque esse aqui é ótimo, mas esse negócio também deixa a gente muito acessível, né? Então, por exemplo, eu tenho feito o seguinte, deixado o meu celular mais menos atrativo, porque você vai ver, sei lá, um um WhatsApp, aí daqui a pouco já vê um Instagram, aí daqui a pouco já vê o YouTube, é tanta coisa que tá disponível, então você vai pagar uma conta, mas aí o dedo já fica meio, né, meio quente demais para poder tocar em outras coisas. Então eu, por exemplo, fazia tempo que eu não usava agenda física, eu botava tudo na agenda aqui do do iOS, né, do sistema, mas eh acabou ficando tanta agenda que assim me me confundo, entendeu? Me atrapalhava minha secretária que fica preocupada, porque são tantas agendas assim de coisas diferentes e esse negocinho não é pequeno demais, né? e ver consegue anotar tudo. E outro problema, segundo, eu ia ver a agenda para ver o compromisso. Aí ela tem o WhatsApp, aí tem não sei o quê. Então, agenda física, voltei, eu voltei pra agenda física, achei melhor, né, para poder eh, peguei até a agenda aqui da mansão que eu tinha e voltei a a utilizar. Por que eu tô dizendo isso? Porque você vai responder o WhatsApp quando tá se deitado na cama com travesseiro. Não é uma coisa boa, porque a luz do celular ativa o teu córtex cerebral. Você já tem vários estudos, então dificulta esse desligamento, mas também as preocupações, porque o WhatsApp virou

ravesseiro. Não é uma coisa boa, porque a luz do celular ativa o teu córtex cerebral. Você já tem vários estudos, então dificulta esse desligamento, mas também as preocupações, porque o WhatsApp virou trabalho, né, ou então aperreio. Dificilmente vai ser um local de bate-papo com os amigos, né? Geralmente pode ver virou trabalho ou aperreio. Para trabalho é ótimo. Então você não vai trabalhar dormindo, você vai se preparar para dormir. Então outra coisa também que eu acho que é é importante na nossa modernidade, entendeu? Eh, se for ver alguma coisa, bota na televisão, não no celular, porque a distância da luz, né, para é melhor, né? Essa luz muito próximo do celular atrapalha o nosso corte, que se desligar. Então vai criando uma agenda de horários para fazer as coisas, entendeu? Por quê? Porque quando a gente for dormir, a gente precisa do nosso cérebro mais relaxado. É natural. É natural que conforme a gente tenha muitas atribuições, muitas responsabilidades, que quando a gente vai deitar, essas responsabilidades assolem a nossa cabeça. Por isso, já que é natural isso acontecer, também é inteligente de nossa parte nos prepararmos. inteligente da nossa parte nos prepararmos. Eu particularmente me preparo mais ao acordar. Faço muito mais essa questão de meditação ao acordar. Mas à noite eu tento fazer coisas. Vou dar uma dica. Se eu for usar o meu celular, eu boto uma música, tem várias no YouTube que tem assim ondas delta para fazer dormir. Pior que é verdade. Tem estudos que mostram aquelas, não são músicas muito estimulantes não, porque se for música muito estimulante estimula o nosso córtex. São músicas, na verdade nem é música, é uma onda, uma frequência assim que fica meio como se fosse um barulho de um avião, aquele ar condicionado da de antigamente que fazia um barulhinho constante, né? Porque barulho constante, mas de pinga pinga. Isso é ruim porque vai despertando, mas aquele barulho constante que não tem uma uma ritmo para ajuda, né? Então tem estudos aí que

ulhinho constante, né? Porque barulho constante, mas de pinga pinga. Isso é ruim porque vai despertando, mas aquele barulho constante que não tem uma uma ritmo para ajuda, né? Então tem estudos aí que mostram. Então, geralmente eu faço alguma coisa nesse nível, porque às vezes eu volto paraa minha casa depois de uma ideia de trabalho muito intenso. E é obviamente quando trabalho clínico, né, atendendo pessoas, problemas delas, né, que mexem com minhas questões íntimas, aspectos espirituais, né, que a gente percebe, sente as energias, os a a conexão reencarnatória, porque às vezes uma coisa tá que a pessoa tá passando, não mexe com a minha história de hoje, mas mexe com conteúdos inconscientes lá do passado. né? Então não é uma situação fácil e falo com toda tranquilidade assim e muitas vezes eu vou até mais tarde da noite. Às vezes chego em casa, o cérebro tá cheio de conteúdo que eu escutei, pá, pá. E não, e como é um trabalho muito atenção, atenção, tem que ficar muito ligado no que a pessoa tá dizendo. Eh, vocês terem ideia, eu me recordo quando eu tava com meus filhos pequenos e ficava de noite com eles. Ele, então quando chegava no outro dia tinha que trabalhar, eu falava assim para eles, bebê, né, velho bebê. Aí eu falava pros pacientes assim, ó, até pros alunos também, ó. Se eu abrir a boca, se eu estiver bocejando, não é porque tá desinteressante alguma coisa, não, porque eu tô cansado mesmo, tá? Aí falava tal e todo mundo tinha pena, beleza? Mas você vê o nível de atenção que todo mundo, qualquer gesto que você fizer, a pessoa tá percebendo também. Então, é uma atenção que gera uma tensão. Então, às vezes eu uso dos artifícios para poder, já que é natural que o cérebro esteja cheio de pensamentos, de responsabilidades, é natural que eu precise usar eh artifícios, ferramentas para tentar acalmar meu cérebro. Então, ela tá colocando aqui oração, né? Eh, uma leitura, porque às vezes você não consegue orar porque tá cheio de pensamento. Então, faz uma leitura como

ferramentas para tentar acalmar meu cérebro. Então, ela tá colocando aqui oração, né? Eh, uma leitura, porque às vezes você não consegue orar porque tá cheio de pensamento. Então, faz uma leitura como aqui do episódio diário ou vida feliz ou a coleção Fonte Viva de Emmanuel é muito muito boa também. Tem tanto livro interessante, livro bom, que podem nos dar uma mensagem assim para a gente poder sintonizar em outro ambiente, entendeu? com outra faixa ou então vai ler uma página de um livro do Evangelho, mensagem, ler uma uma parte curta, tem tanta mensagem boa na literatura espírita e que a gente vai se desconectando e se reconectando eh a um outro uma outra faixa vibratória. Isso faz parte de saúde, né? Não é a toa que ela coloca aqui a necessidade do sono, a necessidade do do repouso, né? Mas uma outra coisa que eu queria dizer, veja, isso não tô colocando que a gente deve fazer isso, nem ela tá dizendo aqui que a gente deve fazer isso para que não tenha nenhum tipo de perturbação de 100% durante o sono. Isso não acontece, entendeu? Porque é normal, como ela muito bem colocou, eu vou pegar o início para para ficar fácil, ó. Ah, botou aqui, ó. Uma é uma pré-morte ou um treinamento para a morte. Por quê? Por causa do entorpecimento da consciência, da vontade, graças à ausência da defesa. A que fica exposta a criatura. Defesa. Defesa de quê? Que defesa? Defesa espiritual, não necessariamente. A defesa psíquica. Eh, os mecanismos de defesa é um termo que ela usa na psicologia dela, eh, pegando a conceitualização da psicanálise, que realmente foi quem bem descreveu, não só o Freud, mas também outros autores dele depois dele. Mas ele descreve muito bem um principal mecanismo de defesa que é a negação. Ele tem até um livro, esse bem bom chamado Anegação, em que ele de forma bastante didática precisa, descreve esse mecanismo de defesa que é a negação. Esse mecanismo de defesa tem a ver com quê? Hoje a gente pode falar de forma mais neurofisiológica, assim, entendeu? Mais neurocientífica, ou seja, neuronal.

esse mecanismo de defesa que é a negação. Esse mecanismo de defesa tem a ver com quê? Hoje a gente pode falar de forma mais neurofisiológica, assim, entendeu? Mais neurocientífica, ou seja, neuronal. Nós tem a ver com a nossa atividade do córtex e sobretudo o córtex pré-frontal. Esse córtex, falando do ponto de vista biológico, tá? Esse córtex pré-frontal, ele digamos assim faz algum nível de controle dos nossos pensamentos, entendeu? Faz algum tipo de rechaço, algum tipo de autocontrole. Então, quando a gente tá eh na no sono, essas defesas psíquicas, esses mecanismos de defesas psíquicos, justamente por causa que o nosso córtex tá um pouco desligado, ele não fica totalmente desligado, mas ele entra em outro tipo de atividade, né? a atividade no sono rein, a atividade do sono não rein, ele entra noutro tipo de atividade. Uma atividade é mais onírica, mas já não tem mais defesa psíquica nesse chamado mecanismo de defesa que ela tá fazendo alusão. Ao não ter as defesas psíquicas, veja só, conteúdos do nosso inconsciente. Ah, eu não tô falando do de contato espiritual, não. Tô falando do nosso inconsciente. Eles vão vir à tona. Então, é, digamos assim, impossível, eu diria, com algum grau de confiança firme. Impossível você ter alguém nesse plano reencarnatório que tenha todas as noites tranquilas. Todas as noites tranquilas, ou seja, sem nenhum tipo de emoção mais densa. A gente precisa ficar tenso por aí. Se se não dá para você não sentir medo quando tá acordado, não sentir ansiedade, né? Como é que você não sente ansiedade quando tá acordado? Faz parte da vida. Então você vai sentir algum nível de emoção quando tiver dormindo também, entendeu? Porque esse, essas defesas egoicas, essas defesas do ego, essas defesas do nosso córtex pré-frontal, essa atividade vai estar bloqueada. Então vem um inconsciente, um inconsciente pessoal primeiro, né? Então, nossas angústias, nossos medos, natural que a gente na vigília dá uma dá uma reprimidazinha para poder sobreviver, faz parte, dá uma negada,

inconsciente, um inconsciente pessoal primeiro, né? Então, nossas angústias, nossos medos, natural que a gente na vigília dá uma dá uma reprimidazinha para poder sobreviver, faz parte, dá uma negada, faz parte, é normal. Agora no sono vai vir. Além disso, nós temos o nosso inconsciente profundo, o inconsciente coletivo, a questão reencarnatória. Nós esquecemos o nosso passado, não é verdade? esse esquecimento, ele é mais ou menos intenso de de em determinadas situações. Então, quando é mais intenso, às vezes nem dormindo, a gente vai ter uma lembrança, mas a gente pode também ter as lembranças de outras existências, né? Também vai acontecer. Porque quando a gente fala de lembrança, não é só lembrança eh narrativa da história, do fato, da novela, não é isso. É também a lembrança emocional e também a lembrança do ponto de vista de algum tipo de aptidão, às vezes até a mudança perespiritual, energética que acontece. Então, é mais uma um teor aí de de digamos assim de vibrações intensas, entre aspas, alguma perturbação que vai acontecer, né? A fora isso, no nosso inconsciente profundo, nós temos um inconsciente coletivo que não é só a questão reencarnatória, tem também o quê? a impressão energética do ambiente. Então, por isso que é interessante quando você às vezes tem uma mediunidade e também tem desdobramento, a gente percebe o seguinte, às vezes quando você tá em outro local que não é o seu habitual, às vezes você fica mais eh com sono um pouco mais perturbado às vezes se o não for um ambiente bastante adequado, né, por causa desses teores energéticos que ficam impregnados. Isso também impregna. Fora isso, tem o que ela tá colocando. Às vezes, eh, a lucidez espiritual, sintonizando com a vida exuberante, fixa impressões que se incorporam a lembranças em tões agradáveis ou afligentes, representativos de lugares e pessoas onde e com quem se esteve. O espiritismo fala disso, disso além disso tudo que eu tô dizendo que o espiritismo, porque eu tô pegando inclusive da própria

ligentes, representativos de lugares e pessoas onde e com quem se esteve. O espiritismo fala disso, disso além disso tudo que eu tô dizendo que o espiritismo, porque eu tô pegando inclusive da própria psicologia que ela traz, né, a Jona de Ângeles nas suas obras aqui, ela ela simplifica para poder se tornar acessível para todo mundo. O espiritismo também fala que durante o sono nós temos contacto eh não só com essa energia ambiental, não só com essas lembranças reencarnatórias, mas também com pessoas que estão encarnadas, mas estão dormindo ou estão encarnadas, a gente pode ir para lá, mas também eh com desencarnados, né? Com desencarnados. Então tudo isso fica uma mistura e não é fácil não de você identificar. Eu gostaria de contar um um fato assim que o tio Divaldo me contou de um sonho que ele tava tendo repetitivo, né? E aí ele, eu perguntei: "Tio, você, você sabe se o senhor tá encontrando eh porque é um sonho repetitivo?" Aí ele: "Pois é, eu ainda não sei se eu tô indo encontrar ou são imagens do meu inconsciente." Então, veja que coisa, um médium super médium, né? Assim, um um uma pessoa que também com paranormalidade bem desenvolvida. eh, que tem também um tinha um conhecimento e tem um conhecimento psicológico, porque afinal de contas foi o instrumento de uma psicologia eh bastante bastante acertada, né, que é a psicologia da Joana de Angeles. Então, ele falou, ainda tô tentando entender o que é, né, se é do meio inconsciente. Eu acredito que tem uma interferência também. Sabe por quê? Porque às vezes eu tô aqui, ele não tava ainda com os adoecimentos assim eh diagnosticados, não tava naquela fase de tratamento difícil, não era antes. Então ele me falou assim: "Às vezes eu tô aqui e aí me vem aquela baixa de energia, aquele desânimo, eu já me liguei que podem ser os obsessores, né? Aí eu falei assim, telepaticamente, né, tio, porque às vezes o obsessor não consegue ultrapassar a barreira física, energética do local. A gente tá falando da mansão do caminho, eh, mas às vezes

, né? Aí eu falei assim, telepaticamente, né, tio, porque às vezes o obsessor não consegue ultrapassar a barreira física, energética do local. A gente tá falando da mansão do caminho, eh, mas às vezes eles mandam telepaticamente uma ação, entende? Especialmente se forem obsessores muito ou perseguidores, né, muito inteligentes, muito contumazes. E aí ele falou: "Não sei, porque eu sei que lá eu vou ficar bem", né? como eu vi alguma vez ele me contando até durante palestras que a gente esteve junto, ele me teve uma vez que ele tava assim muito fraquinho eh também no momento bem anterior ao adoecimento que ele teve e dessas flutuações, ainda mais um uma pessoa super médio, né? Eh, fica ainda essas esse intercâmbio fluídico fica muito mais exuberante, viu? A mediunidade tem os seus escolhos, como disse Allan Kardec, não tem só suas benéces, não. Tem muitas dificuldades, assim, é como tô, como eu tô dizendo, né? Como psiquiatra, atendendo pessoas é ótimo, maravilhoso ajudar os outros, mas tem as suas seus desafios, né? Porque você entra em sintonia, entra para ajudar e a gente fica com alguma coisa também do do local onde a gente foi na ajuda. Então ele talvez ele tava bem bem bem bem molinho assim, cansado. Aí eu fiz a palestra tudo, ele falou assim: "Osor, um perseguidor apareceu, né, justamente quando você tava falando. E aí eu falei assim, ó". Aí ele apontou assim pra palestra Jesus e o obsessor foi neutralizado e ele mostrou assim: "Olha como é que eu tô". Aí mostrou a mão porque ele tava tremendo antes e tava com a mão tranquila. Tô bem. Por quê? Porque a energia, ele falava assim, aqui no cenáculo, os obsessores, no auditório, os obsessores não conseguem entrar. Eles não conseguem. E se entram, eles não conseguem, digamos assim, eh, eles vão entrar recebendo ajuda, é diferente, entendeu? Aí eu perguntei, tirio, essa essa pergunta eu fiz do ponto de vista até inclusive de estudo. O senhor acha, o senhor vê essa o senhor tá falando que tá achando esse obsesso, que tá tendo

te, entendeu? Aí eu perguntei, tirio, essa essa pergunta eu fiz do ponto de vista até inclusive de estudo. O senhor acha, o senhor vê essa o senhor tá falando que tá achando esse obsesso, que tá tendo alguma influência externa, porque o senhor tá vendo o pensamento, uma força, né? Ou seja, uma forma, pensamento, energia, ou é mais pelo efeito no Senhor? Ele não no caso um efeito em mim porque então ele não falou dessa vez que tava vendo de alguma forma que também se visse tem isso, o grau de complexidade. Se o o perseguidor quer atingir o outro e o outro é um super médio como ele, o obsessor tem que ser muito inteligente para poder conseguir vencer as barreiras. E qual é? Eu não vou mandar, eu vou tentar fazer alguma forma que eu também não saberia dizer como, é de fazer com que essa forma pensamento fique ali meio camuflada para que o médium não perceba, porque se ele perceber, ele vai, digamos assim, se proteger de forma mais fácil. Então, o que que eu tô querendo dizer? É uma complexidade tão grande, tão grande, e às vezes fica tudo tão misturado, como eu já falei algumas vezes, mas aqui já que tô falando do tio Divaldo, eh, ele falando, né, meu filho, você quando retorna ao corpo você lembra de muitas coisas, né, no seu desdobramento. Então, eu não tinha falado isso para ele. É verdade. Muitas vezes lembro. Só que a lembrança, queridos, não é necessariamente uma história total, entendeu? assim, palavra por palavra, às vezes o é, mas quase nunca o é. Geralmente é uma simbologia que fica, uma simbologia que fica, até porque a linguagem espiritual não é bem pela palavra. Quando Allan Kardec vai falar da influência do médium na comunicação, em o livro dos médiuns, ele vai dizer que a comunicação se dá pelo pensamento, né? Só que eh quanto mais conteúdo, digamos, intelectual o médium tem, mais fácil vai ser a transmissão pensamento a pensamento, porque vai lá o pensamento, então vem como se fosse um insight, entendeu? E aí esse insight vem e o médium, no caso nós é que temos a vamos

m, mais fácil vai ser a transmissão pensamento a pensamento, porque vai lá o pensamento, então vem como se fosse um insight, entendeu? E aí esse insight vem e o médium, no caso nós é que temos a vamos traduzir o pensamento vendo-se de uma forma eh ideal. Quando o médium tem menos bagagem cultural sobre o assunto X ou Y e o espírito vai se comunicar, eh, vai ficando mais difícil conforme mais distanciada aí a bagagem. E aí Allan Kardec fala, inclusive às vezes a ter que editar palavra por palavra ou letra por letra, né? Por isso que dificuldade de um médium às vezes trazer uma comunicação em outra linguagem, em outra língua que não seja só língua natal. Então tem toda essa complexidade, tá entendendo? Interessante que uma vez ele me falou, o Divaldo, olha, Filomeno de Miranda estava aqui na reunião mediúnica e pediu para dizer para você e para Paola. Aí me falou uma uma frase lá do Filomeno. Então o que é que aconteceu? Eu tentei registrar aquilo o máximo possível para poder não perder a essência do que o Felmento de Miranda tinha mandado, porque não foi por escrito, foi um recado, né? Então, já tenho que o tio Divaldo captou e conseguiu passar porque tinha um termo técnico da psiquiatria. Aí eu guardei assim, mas mesmo assim eu escrevi aqui, foi isso? Aí ele, exatamente, você captou perfeitamente. É isso. Então essa é a tradução, entendeu? Então não vai ser no sonho que a gente vai poder acordar, lembrando que vai ser tão claro assim. Existe, como ela falou assim, esse essa mistura de simbolismos e por isso a importância dessa preparação para o repouso, entendeu? Preparação para o sono. Vamos focar no sono, que é que eu foquei mais hoje, porque a mensagem fala mais do sono. Preparação para o sono. Existem várias formas, eu coloquei algumas dessas formas, mas justamente para isso. É como se fosse dar uma limpada no nosso psiquismo. Mas uma das preparações também é isso, não eh entender a complexidade do fenômeno para não simplificar a interpretação e ao mesmo tempo também não simplificar, me sentir

ma limpada no nosso psiquismo. Mas uma das preparações também é isso, não eh entender a complexidade do fenômeno para não simplificar a interpretação e ao mesmo tempo também não simplificar, me sentir mal, me sentir bem. A gente sente uma série de emoções, tá? É importante que a gente não fique com medo disso, porque no final das contas nós podemos pedir, né, ao criador para poder nos acolher bem. É isso que vamos fazer hoje, pedindo a Deus, pedindo aos nossos benfeitores, para que nós possamos dormir com o máximo de paz possível, mas que sobretudo o nosso sono seja um sono que seja reparador para o nosso corpo, para que o nosso corpo cansado das batalhas da vida, das batalhas da vigília, essas defesas que precisamos fazer para poder sobreviver e viver bem, que possam ser diluídos no sonho. Afinal de contas, Senhor da vida, graças a Deus que podemos sonhar. Graças a ti que podemos ter essa atividade onírica para como se fosse diluir essas emoções que são difíceis de sentirmos na vigília quando estamos acordados para podermos diluir essas formas pensamento, esses pensamentos, essas angústias. Muito obrigado, portanto, pela perfeição da tua criação na fisiologia do nosso corpo e na espiritualidade da vida. Muito obrigado, Senhor. Nos despede em paz e em teu nome. Que assim seja.

Mais do canal