Jesus e Saúde Mental | #144 - Episódios Diários - Critério de Julgamento
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 144 - Episódios Diários - Critério de Julgamento #jesus #saúdemental #espiritismo #joannadeângelis #episódiosdiários #julgamentos *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
ла Olá, seja muito bem-vindo ao nosso programa Jesus e Saúde Mental. Eu queria aproveitar e convidar você que acompanha o trabalho a acompanhar um curso voltado para trabalhadores espíritas. Quando eu falo trabalhadores espíritas, ou seja, aqueles que têm um conhecimento não inicial, não um conhecimento básico do Espiritismo, mas aqueles que já conhecem o Espiritismo, mas gostariam de aprofundar conhecimentos em torno do Espiritismo, mas não de uma forma aleatória, de a forma vinculada à psicologia de Joana de Angeles, porque os livros da série psicológica de Joana de Angeles são realmente livros que aprofundam o conhecimento. Então, nós temos um curso que estará disponível no Espiritismo Play. Dependendo de quando você estiver vendo esse vídeo, o curso já estará lançado lá ou não. Mas de qualquer forma, vou falar a data. A partir do dia 10 de outubro de 2025, o curso estará estará lá disponível na plataforma Espiritismo Play. Então, basta ser assinante da plataforma. Se você já for, ótimo, já vai tá lá. Se você não é, procura o a mansão do caminho, procura o site da mansão do caminho para as formas de assinar o Espiritismo Play. Nesse curso nós temos chamado o curso Psicologia de Joana de Angeles. Foram 15 aulas que nós gravamos tentando assim fazer um um resumo eh dos principais pontos da psicologia de Joana. Eh, não para os as pessoas que sejam profissionais e sim para as pessoas que sejam espíritas. Aqueles que trabalham na casa espírita, atendem pessoas na casa espírita, no atendimento fraterno, no passe, depois da palestra, enfim, todos aqueles que somos espíritas e que já não somos só apenas alguém que está frequentando a casa espírita, mas que tem alguma forma, uma uma maneira de ajudar, né? Se você também não for um trabalhador da casa espírita, mas já tem um conhecimento espírita e se sente à vontade, seja muito bem-vindo. O curso tem essas 15 aulas. Eu gravei, salvo engano, umas oito aulas. Eh, a nossa Cristiane Beira, Cris Beira, que também tem um programa aqui na WebTV
rita e se sente à vontade, seja muito bem-vindo. O curso tem essas 15 aulas. Eu gravei, salvo engano, umas oito aulas. Eh, a nossa Cristiane Beira, Cris Beira, que também tem um programa aqui na WebTV Mansão do Caminho, ela gravou duas aulas. Eh, e a Ana Teresa Carmazmi, que está aqui comigo muitas vezes nesse nesse programa Jesus e Saúde Mental, ela também gravou outras aulas, salvo engano, foram cinco aulas que ela gravou. Então, totalizamos 15 encontros, tá? e vamos ter periodicamente, digamos assim, eh mentorias, ou seja, online, ao vivo, para poder tirar dúvidas, situações reais que você eh encontre espírita de como poder auxiliar melhor. Então fica o convite para você procurar a plataforma Espiritismo Play, porque sempre tem conteúdos novos que estão sendo eh lançados, além da TV da Manão do Caminho, que é essa daqui aberta para todo mundo eh na no YouTube. Dito isso, nós queremos mais uma vez começar o nosso programa com uma prece, uma breve prece para que possamos sintonizar os nossos pensamentos e agradecer a Deus a oportunidade da vida. pedindo ao criador do universo, ao criador da nossa existência, para podermos discernir o que é bom do que é ruim, discernir do que é bom do que é melhor ainda para a nossa vida, a fim de que possamos escolher a melhor parte e aquilo que nos compete diante da economia celeste. É diante desse cenário, Senhor, que nós te pedimos uma ampliação do nosso critério de julgamento para que possamos julgar aquilo que é melhor para a nossa existência e escolher aquilo que é melhor para nossa evolução e nos deterquilo que vem para o bem da nossa evolução. Muito obrigado, Senhor. Fica conosco hoje e sempre. A mensagem de hoje é justamente critério de julgamento na questão 27, né, a a o capítulo 27, e diz assim: "Há uma tendência muito grande para um indivíduo supervalorizar ou desconsiderar as tarefas que executa. Faz uma pausa ela. Por processo de autoafirmação, um grande número de criaturas se crê a razão pela qual o sol se movimenta nos espaços,
divíduo supervalorizar ou desconsiderar as tarefas que executa. Faz uma pausa ela. Por processo de autoafirmação, um grande número de criaturas se crê a razão pela qual o sol se movimenta nos espaços, superestimando-se em prosaico processo de engrandecimento pessoal. não se dão conta de que todos eh possuem critérios de avaliação e de julgamento, derrapando no ridículo que poderiam evitar. Tornam-se assim desagradáveis no trato e na convivência, evitados por uns e antepatizados por outros. Ela faz uma outra pausa e vai falar de uma outra situação, né? Da mesma forma, encontramos larga faixa de pessoas que se subestimam e não concedem o valor que merecem as suas realizações. Crem-se incapazes para qualquer atividade e supõem-se dispensáveis em toda parte. Pessimistas por índole, fazem-se desestimulantes e arredios, caindo em frustrações desnecessárias. Outra pausa. Dá o valor real aos teus atos. Se poderias fazer melhor o que te parece imperfeito, logra-o da próxima vez. Se consideras insignificante o teu feito, menor seria sem ele. Se outros realizam com mais eficiência qualquer coisa, exercita-te e chegarás à mesma posição dele. Todas as ações positivas são importantes no contexto geral da vida. Até mesmo o erro tem um sentido de ensinar como se não deve fazer o que ora resulta prejudicial. Esforça-te um pouco mais quando estiveres produzindo algo. E mediante o teu critério de julgamento, valoriza sem excesso nem depreciamento o que faças pensando na finalidade para que se destina. Eu acho essa página assim eh fantástica. Na verdade, eu já repeti isso algumas vezes com esse livro, né? Mas essa página especificamente eu acho fantástica, porque eu até mesmo não tava em dúvida se eu já tinha falado ela aqui ou não, porque ela guarda, ela cala muito ao meu coração, ela guarda muita, eh, fica muito gravada na minha, na minha cabeça, porque ela resume de forma muito brilhante o que é humildade, saindo de um conceito piegas de humildade e entrando num conceito real de humildade. Humildade. É isso.
gravada na minha, na minha cabeça, porque ela resume de forma muito brilhante o que é humildade, saindo de um conceito piegas de humildade e entrando num conceito real de humildade. Humildade. É isso. Valoriza sem excesso nem depreciamento que faças. Então eu falo assim numa num resumo, porque dentro da ciência da felicidade nós temos um estudo muito intenso sobre as virtudes e aqueles que são chamados de faces da das virtudes ou forças de caráter. essas faces da virtude. Quando encontramos a virtude, eh, uma da uma das virtudes da psicologia positiva, nós encontramos a face da humildade. Então, a humildade dentro da ciência da felicidade é uma face, é uma força de caráter. E humildade nessa perspectiva da ciência da felicidade é justamente o que Joana de está dizendo. Nem mais nem menos. Humildade é reconhecer aquilo que se é, nem mais, nem menos. Humildade é ver as próprias limitações, as próprias potencialidades, mas também as realizações. Porque se a gente só vê as potencialidades, a gente não tá vendo a realidade, porque potencial é aquilo que eu vou ser ainda ou que eu posso ser. realizações é aquilo que eu já realizei, é aquilo que eu já sou de alguma forma. Humildade não é não ver isso. Humildade é ver isso para até se estimular para continuar. Porque quando eu não vejo o que eu realizei já, eu vou ficar sempre assim me subestimando. Aí eu fico num paradoxo narcisista, né? Ou me sub narcisista pessimista, né? ou eu fico me subestimando demais, ou eu fico me superestimando demais. E é importante que do ponto de vista da ciência da felicidade, eu construa uma autoestima elevada, mas segura. Uma autoestima que não é segura, ela é frágil, ela é instável ou então ela é contingente. São três termos técnicos. Porque quando ela vai dizer aqui, ó, por processo de autoafirmação, um grande número de criaturas se cria a razão pela qual se movimenta nos espaços, superestimando-se em prosaico processo de engradecimento pessoal. Ela tá falando nesse momento aí em que a pessoa ela tem uma uma
úmero de criaturas se cria a razão pela qual se movimenta nos espaços, superestimando-se em prosaico processo de engradecimento pessoal. Ela tá falando nesse momento aí em que a pessoa ela tem uma uma autoestima pseudoelevada, né? Por quê? Porque é uma autoestima frágil. Porque para continuar sendo uma autoestima elevada, ela tem que se ficar se afirmando o tempo todo. E ela faz essa autoafirmação, muitas vezes diminuindo os outros, que ela por insegurança sente, percebe como sendo um perigo, uma ameaça pessoal. Então é uma a autoestima elevada, mas é frágil por conta disso. Ou então uma autoestima instável. Por quê? porque ela se sente bem hoje, daqui a pouco se sente o pior dos piores e fica nessa instabilidade. Ou uma autoestima contingente. O que é contingente? Ela é elevada, mas ela sempre fica precisando da, digamos assim, da avaliação dos outros. Sempre tem que fazer um desafio novo, realizar coisas novas. Óbvio que do ponto de vista evolutivo, a gente tá sempre atinge um patamar, sempre tem algum outro patamar, né? a gente tá num processo evolutivo. Agora, isso não significa dizer que a gente tem que tá sempre produzindo, porque o produto não é externo, o produto é interno. Nessa autoestima elevada, mas contingente, ela fica dependente de um produto externo que possa ser adorado e possa ser venerado e possa ser respeitado, entendeu? Então não é esse tipo de autoestima, porque essas autoestimas que eu falei agora, ela no final das contas são baixa autoestima. é tanta baixa autoestima que a pessoa nem se percebe. Então, como ela não percebe a baixa autoestima que tem, ela cai para esse outro lado da autoafirmação. Tem que ficar se afirmando muito. Por outro lado, por outro lado, se ela tem uma autoestima baixa, né, ela se subestima, ela também fica numa falsa humildade, porque ela se sempre sente mal, pessimista. Ah, eu não consigo, eu não posso só na outra reencarnação, sempre fica adiando. Então, no final das contas também não é o ideal, né? Porque esconde também um
orque ela se sempre sente mal, pessimista. Ah, eu não consigo, eu não posso só na outra reencarnação, sempre fica adiando. Então, no final das contas também não é o ideal, né? Porque esconde também um medo e às vezes esconde assim, eh, como é que eu posso dizer? uma vaidade escondida, uma vaidade no subterfúgio de casa da casa mental, uma vaidade no porão da casa mental. Ó, todo mundo tem um pouco dessa vaidade, beleza? Mas que a gente tá tratando num processo de evolução, a gente tem que entender para ver se a gente sai dessa vaidade escondida, que é o quê? Veja, Deus é quem sabe. Se Deus é quem sabe e disse que você abriu essa oportunidade, essa janela para deu oportunidade para você fazer, quem é você para dizer que não? Não é? Então, se você tá, digamos assim, duvidando da oportunidade que Deus tá dando, você tá sendo, no final das contas, vaidoso também. Então você não tá sendo humilde. Então quando você fica se rebaixando, no final das contas, você não tá sendo humilde, você tá de alguma forma subestimando a capacidade dos outros de poderem avaliar o teu valor, subestimando a vontade de Deus em relação a você mesmo. Então, humildade é saber aquilo que se é. Nem mais porque aí vai fica na nessa autoestima elevada, frágil, contingente, né, instável, trocando em miúdos fica na autoestima chata, né? Fica uma pessoa chata, como ela colocou aqui. Quantas palavras mais bonitas, óbvio, tornam-se desagradáveis. Não porque é chato, né? Porque a pessoa fica sendo todo o tempo tendo que se afirmar, fica sendo evitado por um ou antipatizado por outro. Aquela pessoa que quer saber de tudo por insegurança, entendeu? Fica uma coisa chata no final das contas, não é isso? Mas também aquela pessoa que fica assim se depressando demais também fica chato, entendeu? Fica chato porque ela nunca vai assumir, digamos assim. Então, nem mais nem menos conseguir entender as limitações, as potencialidades, mas também as realizações que a gente pode fazer, que a gente já fez, as potencialidades que a gente pode fazer,
assim. Então, nem mais nem menos conseguir entender as limitações, as potencialidades, mas também as realizações que a gente pode fazer, que a gente já fez, as potencialidades que a gente pode fazer, aquilo que ainda não dá e aquilo que é possível. Então, quando a gente entende esse conjunto de coisas, é muito importante, porque é importante entender as limitações, porque quando eu entendo a minha limitação, eu não vou, digamos assim, ficar dependente do que o outro vai, digamos assim, me proporcionar, me mandar fazer, me pedir, mas eu sei o que eu posso, o que eu também não posso. Se eu tiver caminhando nessa autoestima elevada e segura, ou seja, eu tenho uma segurança íntima. Não é, quer dizer que eu tô me rebaixando, é que eu ainda não consigo fazer isso. Eu me recordo que quando eu tive o primeiro trabalho espírita na casa espírita, antes de trabalhar oficialmente, eu queria eh estagiar. Então, eu propus, porque naquele ano eu ia ler pela primeira vez assim, do início ao fim o livro dos espíritos. Eu já era espírita, nasci uma família espírita, mas resolvi naquele ano, com 12 para 13 anos, ler a codificação inteira pela primeira vez. Então eu achei assim, agora eu posso trabalhar na Casa Espírita, mas antes de trabalhar eu queria fazer um estágio. E aí eu escolhi a evangelização infante juvenil para fazer um estágio, acompanhar os professores, ajudar da melhor forma possível e também eh a campanha do Quilo. Então, a campanha do Quilo era mais tranquilo, né? A campanha do Kilo ia nas casas pedindo mantimentos para instituições, eh, e a evangelização. Mas o que eu achei interessante foi porque eu fui falar com o pessoal, tudo, o pessoal ficou feliz, empolgado, mas uma pessoa falou assim: "Mas por que você não trabalha logo?" Falei: "Não, mas porque o estágio é um trabalho, né?" Só que eu não queria assumir logo de cara, porque eu achei interessante porque a pessoa julgou assim, eh, para trabalhar ninguém quer, mas, rapaz, veja que coisa, eu era um jovem de 12 para 13 anos, eh, querendo
ão queria assumir logo de cara, porque eu achei interessante porque a pessoa julgou assim, eh, para trabalhar ninguém quer, mas, rapaz, veja que coisa, eu era um jovem de 12 para 13 anos, eh, querendo me capacitar para poder melhor trabalhar. E é interessante que essa pessoa, ela não tava ali, eh, eu não tava falando de por mal, mas também é por bem, né? é pura imaturidade, porque não se desestimula, ainda mais porque era uma coisa madura de minha parte, assim, no sentido, olha, antes de me colocar no trabalho, me coloca no estágio, porque eu sabia da minha limitação. Eu nunca tinha dado aula ainda, eu era jovem demais, ia lidar com outros jovens ou com crianças. Com crianças eu não sabia lidar naquele momento, entende? Então isso é saber a limitação. Eu não tava dizendo que eu não ia trabalhar, quem disse que eu não ia trabalhar? tava querendo fazer um ano de estágio para no outro ano assumir se assim eles achassem e entendessem. Foi isso que aconteceu e até hoje nunca parei de trabalhar porque até antes disso eu não era um trabalhador espírita, eu era espírita evangelizando. Então era passava pela evangelização eh nesse centro, né, o o Núcleo Espírita Investigadores da Luz e pela Federação Espírita Pernambucana, pelas duas. Eu fui evangelizando das duas, então fazia o evangelho no lar, lia poucos livros, assim, não tinha muita, quando era, engraçado, né? Quando eu era criança, eu não tinha muita paciência para ler livro. Eu gostava muito de brincar, brincar, gostava de escrever, sim, escrever, sim, gostava eh escrever poesia, escrever sobre história, a história do Egito. Gostava muito de escrever sobre isso, mas não gostava assim de ler muito, entendeu? não tinha paciência para ler muito. Me lembro era essa característica. Pois bem, mas ela era o trabalho, entendeu? Então assim, saber as limitações não é ficar assim fugindo do trabalho, mas é saber as limitações. Então, o critério de julgamento, entender aquilo que se é, aquilo que se pode ser, aquilo que ainda não se pode
m, saber as limitações não é ficar assim fugindo do trabalho, mas é saber as limitações. Então, o critério de julgamento, entender aquilo que se é, aquilo que se pode ser, aquilo que ainda não se pode ser, aquilo que só se será daqui a um tempo vindouro, bem mais paraa frente. Esse é o critério de julgamento que a Jana deângeles nos propõe. Nesse critério de julgamento, eu queria então compartilhar a vitória de vitória. Poderei contar em outros momentos, em palestras de forma mais ampliada ao sabor da emoção das palestras, né, que muitas vezes nós estamos ali sintonizados de forma mais intensa ainda. aqui. Eu queria nesse bate-papo compartilhar porque pedi para ela uma jovem estudante de medicina que curiosamente a vida me colocou pelo caminho em alguns momentos. Ela foi uma criança muito pobre, nascida em uma cidade do interior do estado de Pernambuco. Para que os senhores tenham ideia, ela morava em uma casa em que, digamos assim, perto dela era o era o penhasco, era o barranco e tinha medo ali de de desabamento por causa da falta de obras de contenção das barreiras. Pois bem, ela conseguiu entrar na faculdade de medicina, mas ela começou a querer ser médica de uma forma pelo menos inusitada, né, ou pelo menos incomum. Por quê? Porque ela foi uma criança acometida por um tumor. Não era um tumor maligno, não era um câncer, mas era um tumor que raro, etc., na perna, no osso. No osso. E acabou que teve que amputar a perna. Isso quando era criança. E o hospital onde eu me formei, na Universidade de Pernambuco, o chamado hospital universitário Osvaldo Cruz, é um hospital referência em cuidados de oncologia e especialmente na oncologia pediátrica. Existe lá um trabalho voluntário chamado GAC, grupo de apoio à criança com câncer. E nesse g tinha assim uma frase muito bonita: curar às vezes, consolar quase sempre, aliviar, não aliviar quase sempre e consolar sempre, curar às vezes, aliviar quase sempre, mas consolar sempre. é uma frase atribuída para Celso, que foi um médico, talvez místico da Idade Média,
pre, aliviar, não aliviar quase sempre e consolar sempre, curar às vezes, aliviar quase sempre, mas consolar sempre. é uma frase atribuída para Celso, que foi um médico, talvez místico da Idade Média, mas uma figura notável, eh, que trazia essa visão. Então, esse G era era um foi construído como um castelinho. Então, ali você tinha por quê? Eh, tinham várias obras ali, uma sala de ginástica, sala de música, porque voluntários iam ensinando as crianças que ficavam lá, porque muitas crianças pobres, como ela vinham do interior para fazer tratamentos prolongados e tinham que ficar verdadeira, ficar de fato morando no hospital durante um tempo, como ela ficou algum tempo longo, né, um tempo longo dentro do hospital. E o GAC fazia voluntariado. Eu próprio, enquanto estudante de medicina do local, desenvolvi atividade voluntária lá, mas pouco lá eh desenvolvi também pros adultos, às vezes pegava o violão, ia tocar junto desses trabalhos do GAC, não só para criança, mas para adulto. Então passava por lá. Mas independente de ser voluntário ou não lá, você voluntariasse um pouco ou muito tempo. Eu fui pouco tempo, o tempo que a faculdade de medicina me permitia junto com as atividades espíritas que eu já fazia, inclusive palestras, etc. Como eu falei, eu andava por lá, né? Então, a gente via muitas crianças nessa nesse g, mas eu nunca imaginei que uma dessas crianças era a Vitória, porque ela se tornou estudante de medicina. Agora não mais na UPE, ela cresceu e pelas contas ela está, eu estava na faculdade de medicina quando ela era criança e estava lá no GAC, ou seja, na minha faculdade de medicina, no local que eu ajudei em alguns momentos, né? Não a lembro dela, não nos conhecemos naquele momento, mas eram éramos ali contemporâneos de alguma forma. e depois ela se torna aluna minha na Universidade Federal de Pernambuco de Medicina no sétimo período. Mas eu identifiquei que a Vitória naquele trabalho que ela desenvolveu junto com os os amigos, naquela aula que já havia se
a minha na Universidade Federal de Pernambuco de Medicina no sétimo período. Mas eu identifiquei que a Vitória naquele trabalho que ela desenvolveu junto com os os amigos, naquela aula que já havia se transformado em uma espécie de terapia de grupo, como acho que eu já contei algumas vezes, que transformei um das minhas classes de medicina quando lá ensinei durante 11 anos. uma boa parte desse tempo, uma das classes era uma terapia de grupo, na verdade. Então, as pessoas, os alunos contavam pouco, ela contou a história dela e eu vi a melancolia, eu vi que ela estava triste, eu vi que ela estava deprimida, vi que ela estava com ideiação de suicídio. Ela não falou disso na sala de aula, mas a gente como psiquiatra percebe, né? Então, como eu havia fundado um programa chamado Galdino Loreto, de apoio aos estudantes de medicina, em homenagem a esse grande professor de psiquiatria lá da universidade, que fez esse trabalho lá eh de atendimento às aos estudantes da federal e aos e aos estudantes de medicina. De alguma forma, eu acabei continuando sem sem querer e sem saber o trabalho que ele fez, levando inclusive paraa sala de aula algo que ele havia pensado, né? E eu vi depois, só depois que eu já tinha feito. Então eu falei com a a Vitória, Vitória, nós temos esse grupo, os residentes podem te atender, eu vou ficar supervisionando, então vou estar aperto. Não era bom você ter uma ajuda? Então ela aceitou, mas não porque ela queria, sim, porque eu pedi, né? Ela falou: "Tá certo". Ela chegou na primeira consulta falando isso pro residente. Olha, eu vim porque o Dr. Léo, o professor Léo, me pediu para vir. Ou seja, ela não entendia muito bem porque ela tava lá. Mas o tempo foi passando. O residente que começou a atendê-la de forma muito boa, inclusive sobre as supervisões que eu fazia com ele, eh acabou a residência, né? Se tornou médico, médico psiquiatra, ou seja, médico especialista. Ele, então eu passei a atendê-la e vi todas as suas dores, todas as suas dificuldades, toda essa baixa
e, eh acabou a residência, né? Se tornou médico, médico psiquiatra, ou seja, médico especialista. Ele, então eu passei a atendê-la e vi todas as suas dores, todas as suas dificuldades, toda essa baixa autoestima, essa sensação de que não era capaz, essa percepção de diminuição, porque muitas coisas da vida, né, a pobreza, a doença muito criancinha, as dificuldades com a mãe que coitada não tem, né, a a maturidade, digamos assim, para a maturidade total para ser mãe como a vitória precisaria, como é comum, mas no caso ali um pouquinho mais intenso por conta de algumas crenças que até precisariam de um tratamento psiquiátrico, mas não aceita. enfim, essas coisas da vida e ao mesmo tempo a a decepção com o curso, porque às vezes nós aprendemos nos cursos que fazemos, que seja de medicina, de psicologia, qualquer curso, é muito difícil o curso universitário ser realmente o espelho do que a profissão o é ou poderá ser muitas vezes por conta de professores, por conta de profissionais. Então, as pessoas se decepcionam, os alunos se decepcionam às vezes com a com o tema. E é comum o aluno se decepcionar de medicina com a própria medicina, porque vem assim professores que eles se estimulam, mas professores que eles se decepcionam. E às vezes na imaturidade da juventude eles acham que aquilo é a medicina, quando na realidade é a medicina feita por tal professor, a medicina feita por tal médico e não necessariamente a medicina. Então, ela se decepcionou. Eh, mas foi seguindo, eu fui ajudando, fui tratando como psiquiatra, como psicoterapeuta e 3 anos e meio depois ela então se formou, se formou médica. E ainda interessante dois pontos que eu queria levantar. Primeiro, essa baixa autoestima gigantesca que levava à vontade de morrer justamente quando ela estava no local onde ela sempre quis estar. justamente aos olhos do mundo, uma vitoriosa, uma criança com câncer, que teve que ter uma perna amputada muito novinha, saindo do hospital e entrando no hospital sobra forma, num curso de
quis estar. justamente aos olhos do mundo, uma vitoriosa, uma criança com câncer, que teve que ter uma perna amputada muito novinha, saindo do hospital e entrando no hospital sobra forma, num curso de medicina na universidade pública, na federal, mas ela não conseguia enxergar tudo isso, porque a depressão vai tirando a esperança e às vezes também o meio social não ajuda, porque às vezes existe uma certa competição invejosa mesmo de familiares, assim, porque é como se a pessoa se sentisse rebaixada porque a outra está mudando o próprio destino. Então, existe essas coisas mais complexas na nas na vida de todo mundo, não só na dela, mas na vida de todo mundo. Ela então eh conseguiu e se tratando, conseguiu resistir e foi melhorando. E uma outra coisa que chamou atenção é porque ela tem irmãs, irmãs pequenas e ela então ficava assim muito condoída com as irmãs, porque ela queria que as irmãs pudessem assim seguir um outro destino, né? Ela queria, de certa forma salvar as irmãs. E eu falava assim para ela em determinado momento, Vitória, para você conseguir salvar as suas irmãs, a única forma é você salvar a você mesma. é você não desistir da vida, não só isso, continuar existindo e se formar, porque você vai com certeza, com o teu exemplo inspirar as tuas irmãzinhas. E ela me falava feliz outro dia do professor, quem fica ali chamando de professor ainda, né? foi professor dela. Professor, que coisa curiosa. Bem que o senhor falou na minha formatura, na colação de grau, foi uma coisa tão boa, foi tão bom, eu não imaginava que seria tão bom, porque eu vinha passando por essa depressão fazia tanto tempo, né, como o senhor detectou, antes mesmo de eu perceber. E aí minha irmãzinha falou assim: "Vitória, eu vou querer estudar para ser que nem você". Bem que o senhor falou, né, professor? Eu salvando a minha vida, posso salvar a vida dos da das minhas das minhas irmãs. Pois é, professor. O senhor falou tanto de gratidão ao longo desse dessa trajetória. A gente treinava não só os aspectos da psicologia
nha vida, posso salvar a vida dos da das minhas das minhas irmãs. Pois é, professor. O senhor falou tanto de gratidão ao longo desse dessa trajetória. A gente treinava não só os aspectos da psicologia tradicional a partir da psicoterapia cognitiva, comportamental, não só da psiquiatria tradicional a partir do diagnóstico, do medicamento, mas também da psiquiatria positiva e da psicologia positiva, que fala da ciência da felicidade na prática. na prática clínica e uma das estratégias é a gratidão. Ela tinha muita dificuldade de conseguir escrever carta de gratidão, diário de gratidão, coisa assim, muita dificuldade, porque o seu olhar estava muito contaminado pelo pessimismo. Mas quando ela estava para se formar, ela começou a tentar ver uma nova, um novo rumo. Por exemplo, ela nunca colocou uma prótese na sua perna, então ela anda com as muletas. E ela foi começar a buscar pela primeira vez. Ela começou a buscar e me falou assim depois de um tanto quanto desse triste, né? Porque professor é tão caro, R$ 100.000 uma prótese que seja um pouco melhor. Eu falei: "Mas vamos com calma, cada passo por sua vez. Cada passo por sua vez, vai com calma. Depois você que se formar, você vai ver, obviamente e ela angustiada porque queria ajudar a família, queria ajudar os irmãos, né? precisando se ia precisar se manter também, apesar dos benefícios, né? Mas enfim, que ela recebia de forma muito justa. É natural ela querer dar outros passos, enfim. Mas ela resolveu assim ir para o GAC. Professor, se eu acho que eu devo ir no GAC, falha que vai ser muito bom. Acho que vai ser muito forte, muito intenso, porque faz muitos anos, né, que você não vai lá. Exatamente. Muitos anos. Mas eu acho que vai ser muito bom. Ela foi a primeira vez e me falou: "Professor, eu chorei tanto, vi os funcionários, eles se lembraram de mim, eu só não consigo encontrar a minha médica. Então eu vou lá outro dia, mas foi tão bom, professor, estar perto de me formar e voltar para lá, mas eu vou voltar lá".
ionários, eles se lembraram de mim, eu só não consigo encontrar a minha médica. Então eu vou lá outro dia, mas foi tão bom, professor, estar perto de me formar e voltar para lá, mas eu vou voltar lá". Voltou outro dia, encontrou a a antiga médica dela que a inspirou inclusive a fazer medicina. E aí não só se abraçaram, como também se consultaram, porque ela precisa fazer consultas, né, de uma certa regularidade. Eu nem sabia porque ela não falava para que eu não pudesse, digamos assim, puxá-la, né, pegar ela no pé dela. Mas sabe que coisa boa, professor? Aquela prótese de R$ 100.000 a gente pode fazer pelo SUS, pelo Sistema Único de Saúde. Se não for igual, vai ser uma muito boa também. É difícil, mas há uma grande chance. Então, aí eu já voltei a me consultar lá com ela e também voltei a fazer, porque aí tem toda uma consulta com engenheiro biomédico, entendeu? toda uma outra outra área da medicina que eu nem conhecia muito porque não é da minha área. Geralmente você vai ver o pessoal da onologia, da vascular, né, onde você tem mais amputações. E ela falou assim: "Professor, agora eu acho que eu vou escrever a carta de gratidão e eu queria escrever para aquela professora. Ela tinha escrito algumas falado, agradecia muito a minha pessoa, mas a ideia da gratidão não era que ela direcionasse para mim, e sim que ela direcionasse paraa vida, pro olhar dela. Que que o senhor acha? Eu acho que vai ser fantástico se você puder ir e agora agora com o olhar da gratidão de uma forma mais aprofundada. Por que que o senhor acha também, professor? Fiquei pensando de eu conseguir uns plantões, não tá tão fácil hoje em dia como era na época do senhor, mas porque muito mais médicos no mercado. E é difícil para mim também ir para um interior muito distante, porque eh eu, enfim, tem toda essa dificuldade financeira de locomoção, vou ter que comprar um carro, não tenho. Então não é tão fácil assim conseguir os plantões, porque os plantões que existem são no interior muito distante. Mas eu consegui
dade financeira de locomoção, vou ter que comprar um carro, não tenho. Então não é tão fácil assim conseguir os plantões, porque os plantões que existem são no interior muito distante. Mas eu consegui uns plantões, só que eu fiquei pensando assim, professor, de fazer um trabalho voluntário lá no GAC. O que é que o senhor acha? Eu não falei com todas essas palavras, um dia falarei mas falo aqui para vocês. Eu falei para ela assim, eu acho fantástico, porque você sabe, né, que eu faço trabalho voluntário. Eu sei, professor, por isso que eu tô perguntando pro senhor. Eu sei que o senhor vai lá para Salvador, não é? Foi por isso que o senhor até saiu da aqui lá da federal. Exatamente. Que não tava dando para conciliar. Então eu não, agora não sou mais professor da federal desde maio de 2025 para poder me dedicar mais exclusivamente aos trabalhos do Centro de Saúde Mental Joana de Ângeles. E já que você sabe disso, porque foi minha aluna, você imagina, né? Porque lá na Federal eu contei isso para ela e vou contar aqui. Minha carga horária era equivalente a um professor de 20 horas. Nós temos carreiras, né? O professor de 20 horas não é que ele dê 20 horas semanais na sala de aula. Na sala de aula ele vai dar 8 horas e o restante das horas ele tem as provas, tem os artigos científicos, tem as bancas, tem uma série de outra vida acadêmica que vai contando. Mas o que eu fazia lá na federal durante esses 11 anos que fiquei era o equivalente a 40 horas, ao que os professores de 40 horas faziam. Por quê? Porque eu fiquei percebendo nunca desde que eu me formei, eu sempre fiz um trabalho voluntário como médico, desde que eu me formei. Só que e às vezes eu fazia incent espírita no próprio Neil, que já falei aqui, o o investigadores da Luz, às vezes no próprio consultório, só que é difícil às vezes você atender como psiquiatra, aí não tem um remédio para dar, não tem exame pra pessoa fazer porque ela não tem dinheiro para conseguir. Então, quando eu estive numa estrutura do SUS,
difícil às vezes você atender como psiquiatra, aí não tem um remédio para dar, não tem exame pra pessoa fazer porque ela não tem dinheiro para conseguir. Então, quando eu estive numa estrutura do SUS, o que é que eu fiz? Bem, minha carga horária é X, eu vou dar então 2x de carga horária, vou dar o dopro de carga horária, porque essa carga horária mais eu posso fazer essa trabalho caritativo sem ninguém saber, né? Então eu era professor lá da federal, eu não era médico da da do hospital, mas como professor da federal eu posso ter o campo prático porque é importante paraa medicina, então não ficava assim eh digamos tão visível, né? fazia realmente nos bastidores e aí conseguia fazer não só atender as pessoas, mas gerar um campo de prática. Então, fundar esse ambulatório para atender os estudantes de medicina, fundar o primeiro ambulatório de de de primeiro episódio psicótico lá de Pernambuco e assim era bom para todo mundo, né? pros estudantes que iam ganhando um campo de prática pros residentes. E muitas vezes depois eu até deixei, como hoje outras, antes mesmo de sair, deixei que outras pessoas fossem coordenando, porque o objetivo era eh fazer o trabalho, né? Então eu falei para ela, o que que eu fui fazendo? Por que eu saí da Federal Vitória? Porque quando os trabalhos voluntários lá na mansão do caminho começaram a aumentar, eu então falei assim: "Vou diminuir minha, vou vou fazer aqui na federal só o que eu preciso, ou seja, só o que eu tenho vínculo mesmo. Esse carga horário a mais eu deixo lá na federal e vejo se eu consigo dar conta". E aí os meus alunos falam: "Mas professor, porque aí viram, né, que eu diminuí e não não teve nenhum nenhum problema do ponto de vista legal, porque eu fazia a mais. E aí os alunos perguntaram: "Professor, o senhor vem de graça esse horário?" É porque perceberam. Eu falei: "É outro tipo de pagamento, é um pagamento emocional, né? Não falei isso para eles, falou aqui, é um pagamento emocional. O pagamento que o voluntariado faz é um
rário?" É porque perceberam. Eu falei: "É outro tipo de pagamento, é um pagamento emocional, né? Não falei isso para eles, falou aqui, é um pagamento emocional. O pagamento que o voluntariado faz é um pagamento que eleva a nossa autoestima. Porque tem coisas que o dinheiro não paga, tem coisas que o dinheiro não compra. E autoestima, amor próprio, amor pessoal, a gente não consegue comprar, a gente consegue construir e conquistar. E o trabalho voluntário é uma forma de podermos entender o nosso valor de utilidade para com o universo, para com a vida. Então, falei mais ou menos isso para ela e falei: "Então, minha querida, eu acho muito louvável você aí". Mas o que eu não falei para ela para que ela pudesse assim eh continuar, né? não ser aquele fogo de palha, é que eu pouquíssimas vezes vi alguém se formar em medicina e já começar a fazer um trabalho voluntário. É natural quando a gente, as pessoas se formam, elas estão preocupadas em vencer na vida, né? É natural. É o desejo do jovem, o estudante de medicina, o trabalhador, o estudante de saúde, ele não pode trabalhar, né? uma enfermeira não vai conseguir trabalhar na área, estudando de medicina menos ainda, porque é o curso integral da plantão de noite. Então fica seis anos dependendo ali dos pais e quando se forma ele quer ter uma independência natural. Mas também é natural eu perceber que ela que eu só vi dois duas mulheres, duas jovens, né? Não tô nem colocando o meu, não falei isso para ela, não tô falando com eu, tô colocando duas pessoas além de mim, né? ela e uma jovem psiquiatra que ajuda aqui também na manção do Caminho, que durante 14 anos eh atendeu gratuitamente como psiquiatra no Peixotinho, um centro espírita Peixotinho em Recife. Então, tirando essa voluntária que desde que acabou a psiquiatria, ela tende gratuitamente, né? Quem não pode foi a primeira estudante. Olha que eu tenho muito contato, né, porque foi professor 11 anos de várias turmas, professor que era homenageado, fui muitas vezes para
ende gratuitamente, né? Quem não pode foi a primeira estudante. Olha que eu tenho muito contato, né, porque foi professor 11 anos de várias turmas, professor que era homenageado, fui muitas vezes para da turma ou patrono da turma, fiz discursos lá eh nas colações de grau ou nas aulas da saudade e não pouquíssimas vezes vi. Então tem um n de pessoas muito grande que conheço, mas poucas vezes vi. Então eu falei para ela, minha filha, se você for, vai ser muito bom, porque é tão bom a gente ser ter algum trabalho voluntário ao lado do plantão que você vai ganhar. E você precisa também do seu dinheiro, da sua profissão, da sua carreira para lhe dar estabilidade, para você conseguir as coisas. Graças a Deus que você vai conseguir essa prótese, provavelmente no SUS. Ainda bem que você quer, porque isso certamente vai facilitar a tua vida, porque você vai poder deixar a muleta do lado e utilizar tecnologia. Isso vai facilitar o teu trabalho médico. Graças a Deus que as coisas estão se ampliando, mas ainda bem que você teve esse desejo de ser voluntária no local onde você foi ajudada por outros voluntários também, não só por médicos, mas por voluntários. Porque eu acho que aquela médica que ele atendeu, ela ganha um salário, mas o que ela fez por você não tem preço, não é? Ela, exatamente, doutor. O que ela fez por você foi estimular o ânimo, a esperança, né? A gente ganha para trabalhar, mas para trabalhar bem aí já é uma questão pessoal. A gente não consegue forçar o outro para trabalhar bem, né? trabalhar com amor, a gente não ganha para trabalhar com amor. O que o salário pode fazer é pagar a hora, mas pagar a hora com qualidade, como os alunos falam, professor, o senhor faz uns slides, a gente vê que você se preocupa, não foi à toa que eles me colocaram, fiquei surpreso porque, enfim, nunca comprei a minha homenagem para ser paranfa. Então fiquei surpreso assim, é um psiquiatra, né, que não, às vezes os colegas até, será que é médico ainda do estudante de medicina, rapidamente rapidamente fiquei
a minha homenagem para ser paranfa. Então fiquei surpreso assim, é um psiquiatra, né, que não, às vezes os colegas até, será que é médico ainda do estudante de medicina, rapidamente rapidamente fiquei conhecido na faculdade onde trabalhei, na Universidade Federal de Pernambuco, por causa dessas homenagens que recebi por causa do amor. O amor não tem preço. Autoestima, portanto, não tem preço. A gente não consegue comprar nem vender. Então, a vitória da vitória voltando no ao hospital em que ela saiu amputada e agora chega renovada com o diploma literalmente de doutor para poder ajudar. É uma maior vitória, uma das maiores vitórias que eu pude presenciar. Eu fiquei tão feliz para por poder ver isso que eu queria então compartilhar para que você possa ter esperança em si, não se diminuir, nem se vangloriar, mas ser o que você é. sendo que você é, com esse critério de julgamento, você pode ir muito mais além do que nós imaginamos, porque não são, entre aspas, as amputações que as dores da vida nos dão, que vão nos tornarmos menores ou incapazes. A vitória é um exemplo disso, com a sua dificuldade emocional, com a sua depressão, mas vencendo a depressão, com a sua vontade de morrer, mas vencendo isso com a vontade de viver, nos convidando, sim a pensar sobre o valor da vida e o nosso próprio valor. É por isso que agradecendo a Deus nós fechamos os nossos olhos. e dizemos: "Senhor da vida, muito obrigado pela própria existência, pela oportunidade de termos contato com as histórias de dor, mas também com as histórias de vencedor, com as histórias que nos desanimam, mas também com as histórias que nos animam, com as superações que as pessoas conseguem fazer. Muito obrigado, Senhor. É assim que nós vamos evoluindo. É assim que nós vamos conquistando novos patamares, ampliando o nosso critério de julgamento e percebendo que sim, nós temos o nosso valor, porque nós somos filhos teus e somos herdeiros da tua criação, como lembra tão bem a nossa benfeitora Joana. E se somos herdeiros
critério de julgamento e percebendo que sim, nós temos o nosso valor, porque nós somos filhos teus e somos herdeiros da tua criação, como lembra tão bem a nossa benfeitora Joana. E se somos herdeiros da tua criação, cocriadores somos convidados a ser de melhor maneira, de maneira mais eficiente. Nos abençoa a intimidade para que com humildade nós possamos saber o que nós somos, nem mais e nem menos para podermos seguir na vida. Muito obrigado, Senhor. Que assim seja.
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