Jesus e Saúde Mental | #135 • Paulo em Atenas (Atos 17: 15-34)
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 135 • Paulo em Atenas (Atos 17: 15-34) #jesus #saúdemental #apóstolopaulo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Ah. Muito bem, estamos começando mais um Jesus e saúde do Bental. Mas antes da nossa vinheta, eu queria convidá-lo a fazer uma prece. Então, em oração, em silêncio, em casa, nós possamos entrar em comunhão com o criador e dizermos mais ou menos assim: Senhor da vida, vós que nos deste a possibilidade da existência de podermos mais uma vez palmilhar caminhos, palmilhar trajetórias, te rogamos, Senhor da existência, que possamos passar instantes de paz, renovando as nossas energias, renovando os nossos pensamentos e os nossos conceitos. Agradecemos a vós pela doutrina espírita que para nós acaba sendo um manancial de esperança. E que na noite de hoje, no dia de hoje, no encontro de hoje, nós possamos renovar essa esperança através do amor que aprendemos a ter. para com Jesus. Fica conosco, Senhor da vida, hoje e sempre. Que assim seja. A ideia é que nós possamos falar sobre Paulo de Tarso, a ida dele, especificamente a Atenas. A vida de Paulo de Tarso é todo manancial de explicações, de reflexões sobre a trajetória de um indivíduo que conseguiu se autorrealizar de uma maneira muito potente e de uma maneira muito intensa em uma única existência do ponto de vista de transformação. Costumamos pensar que Paulo de Tasso conseguiu fazer em uma existência o que muitos de nós conseguimos fazer em várias existências e que ainda não conseguimos fazer. Então, o que Paulo de Tasso fez em uma existência, alguns espíritos precisam de algumas reencarnações para palmilhar. Por isso, a trajetória de Paulo é rica de ensinamentos do ponto de vista de transformação, saindo de alguém que perseguia uma causa, de alguém não só que perseguia uma causa, mas alguém que também perseguia de uma forma violenta, alguém que perseguia de uma maneira intensa, de uma maneira a matar. É curioso pensar que Paulo de Tasso isso fazia numa perspectiva de perseguição, não só de ideias, mas uma perseguição também de corpos. Quando percebemos, por exemplo, que uma das primeiras perseguições em relação ao cristianismo,
Tasso isso fazia numa perspectiva de perseguição, não só de ideias, mas uma perseguição também de corpos. Quando percebemos, por exemplo, que uma das primeiras perseguições em relação ao cristianismo, aquela mesma que levou Estevão ao martírio e que levou Estevão a ser o primeiro márte do cristianismo, foi justamente uma perseguição física empreendida por Paulo. Pensamos na figura de Paulo e nos lembramos que ao longo do caminho que ele vai até Damasco e que o conduz na estrada de Damasco a uma mudança a partir de um encontro com Jesus, era também uma viagem de perseguições físicas que ele iria empreender. Então, percebamos que não era apenas alguém que com o seu zelo para com a lei judaica, a lei mosaica, perseguia e combatia com as ideias. Era alguém também que perseguia e combatia de um ponto de vista físico. E a partir das suas perseguições iniciais, alguns cristãos vieram a desencarnar. Estev sendo o grande o grande símbolo. Então, percebemos uma mudança muito intensa de alguém que de perseguidor vira perseguido por traduzir muito bem a mensagem de Jesus. E é interessante então pensarmos em algumas passagens, mas na de hoje eu queria pensar na passagem dele em Atenas, especificamente, o que é que isso pode trazer de reflexões em torno da nossa saúde mental do ponto de vista de autodesenvolvimento e de evolução espiritual. E para tanto, queria trazer algumas reflexões. A primeira é a própria análise sobre onde Paulo é, digamos assim, formado. Ele nascendo na cidade de Tasso com o nome de Saulo. Ele teve, portanto, a possibilidade de comungar de algumas culturas muito ricas, a o próprio judaísmo, do qual ele aprendeu especialmente com Gamaliel. Gamali, Gamaliel, um grande sábio do judaísmo, forma esse jovem dentro do judaísmo, que tinha um futuro brilhante dentro, digamos, eh, do farisaísmo, dentro da cultura judaica. Mas esse jovem que judeu aprende de forma muito profunda a cultura judaica, a religião judaica e de forma muito zelosa com zelo, ele aprende o hebraico, portanto, né? Ele sábio
tro da cultura judaica. Mas esse jovem que judeu aprende de forma muito profunda a cultura judaica, a religião judaica e de forma muito zelosa com zelo, ele aprende o hebraico, portanto, né? Ele sábio hebraico, é da cultura hebraica, mas ele tá inserido no na cidade de Tarso. E a cidade de Tarso era, pelo que nós sabemos, pelo que a história nos conta, era uma cidade, digamos, cosmopolita, uma cidade que agregava muitos estrangeiros. E como uma cidade que agregava muitos estrangeiros, portanto ali se falavam muitas eh línguas. E para poder, digamos assim, ter uma linguagem em comum, era comum que se falasse o grego, o grego coiné. Então, Paulo de Tarso ou Saulo de Tarso, hebreu, aprende, né, digamos assim, é iniciado a partir da trajetória de Gamaliel, mas ele também aprende a cultura grega, a cultura helênica e o grego. Então, ele sabe falar o grego. Eh, e o grego coiné. O grego coiné, acho que vale a pena, aqueles que não sabem, a gente poder fazer alguma reflexão. Existia, digamos, o grego clássico, o grego de uma elite e grega que estava justamente na cidade de Atenas. E a cidade de Atenas era a culminância da cultura grega, onde a cultura grega, a filosofia grega, digamos assim, acontecia em toda sua potência, em toda a sua intensidade. Eh, a Macedônia era, muitos macedônicos, ã, se consideravam gregos, mas os atenienses, de certa forma, não a consideravam as pessoas da Macedônia como sendo gregos autênticos, digamos assim. Então, é como se para os gregos de Atenas a Macedônia fosse um quintal. Então, a Macedônia como se fosse o quintal da Grécia antiga nessa perspectiva. Curioso é que Alexandre, o grande era da Macedônia, mas ele tinha uma um amor, uma admiração muito grande pela cultura helênica e tomou para si a tarefa de helenizar o mundo, de universalizar a cultura do helenismo. E foi isso que ele fez. E ele fez, portanto, uma uma divulgação do grego que era falado na Macedônia, que era o grego, justamente o grego chamado Coiné. Então, nós temos o grego clássico, o grego mais erudito dos
ue ele fez. E ele fez, portanto, uma uma divulgação do grego que era falado na Macedônia, que era o grego, justamente o grego chamado Coiné. Então, nós temos o grego clássico, o grego mais erudito dos filósofos atenienses de Atenas e temos o grego falado na Macedônia, que é o grego coiné, um grego, digamos, mais simplificado, embora o grego não seja simples, mas um grego um pouco mais simplificado, que é o grego que vai se espalhar eh pelo mundo através da dominação que Alexandre Grande faz do mundo antigo. Então, é esse grego coiné que Saulo de Tarso tem contato nessa cidade cosmopolita de tantos estrangeiros. E é esse grego coiné pelo qual as escrituras eh muitas partes, né, do Novo Testamento são escritos. Um grego eh como sendo uma língua, de certa forma universal. Então, em Tarso, por exemplo, as pessoas se comunicavam muito mais em grego coiné. Uma outra coisa interessante de a gente pensar sobre essa invasão da cultura grega também no povo judeu é porque nós temos, digamos assim, dois grandes eh judeus de antigamente, os chamados judeus da dispersão e aquele judeu mais eh da Palestina, né, da Judeia, aqueles judeus mais preso à tradição. Então todos eram bem vinculados à tradição. É verdade. Mas se a gente, por exemplo, e vislumbrar a mãe de Timóteo, um seguidor querido de Paulo, né, do qual Paulo trata como se fosse filho do próprio coração. Então você vê a mãe de Timóteo sendo judia, mas o pai de Timóteo sendo grego. Então, essa mistura já seria mais possível, não naqueles judeus eh mais originais, mais da Judeia, mais da Palestina, era mais possível entre os judeus eh da dispersão, que eram judeus helenizados, né? Eram os judeus que tinham mais influência da cultura grega. Em na cidade de Tarso, nós temos uma possibilidade de maior mistura da das das culturas por conta dessa desse predomínio de tantos estrangeiros e também desse predomínio da fala grega coiné e desse helenismo. Saulo era um grego, era um judeu, digamos que tava seguindo a tradição mais rígida do judaísmo. Por isso que
nio de tantos estrangeiros e também desse predomínio da fala grega coiné e desse helenismo. Saulo era um grego, era um judeu, digamos que tava seguindo a tradição mais rígida do judaísmo. Por isso que ele se torna também um perseguidor, pelo que se chamava antigamente pelo zelo. Zelo num termo mais técnico, que era a tentar manter a tradição da letra do judaísmo. E era o zelo, então, que Paulo de Tassu tinha e que se apegava. E pelo zelo, muitos judeus acabaram ultrapassando uma barreira, que era a barreira inclusive do não matarás. Porque veja que coisa curiosa, o zelo, os zelotas, inclusive existia uma denominação, um grupo de pessoas que eram chamadas zelotas, que eram bastante intensos, digamos assim, numa palavra mais simples, radicais, na defesa da tradição judaica nas suas raízes. E eles então não eram, digamos assim, doutores da lei, embora soubessem da lei, mas eles eram além disso, eram como se fosse um tanto quanto guerreiros. E pelo que nós temos notícia, um dos discípulos diretos, um dos apóstolos de Jesus eram zelota, Simão Pedro e Simão o Zelota. Então tem dois Simãos na no apostolado de Jesus e um deles era dessa dessa desses zelotas. Zelota vem de zelo e zelo vem esse essa defesa em relação à tradição judaica. Então os zelotas eram um exemplo, mas o zelo era uma forma eh em geral daqueles, quer seja mais pela guerra, quer seja mais pela ideia que o que judeu tinha para com a tradição. Tudo bem? Então, Paulo, enquanto Saulo, tem esse zelo, mas ele nasce em uma cidade que lhe apresenta, que lhe oferta a cultura eh helênica, a cultura grega, e ele próprio sabia o grego. Por último, nessa formação cultural intelectual de Saulo, vale a pena destacar que ele também tinha um contato com a o latim. Por quê? Porque Taro era uma cidade dominada pelo Império Romano. Então o latim também era uma língua eh falada, embora não fosse a predominante realmente a língua para as pessoas se comunicarem, pelo que nós sabemos, era realmente o grego. Mas então Paulo teria
no. Então o latim também era uma língua eh falada, embora não fosse a predominante realmente a língua para as pessoas se comunicarem, pelo que nós sabemos, era realmente o grego. Mas então Paulo teria essa tripla formação linguística, o hebraico, o grego, o coiné e o latim. E nessa tripla formação linguística, ele tinha o contato sobretudo com o judaísmo, com o zelo da lei, mas também tinha um contato com o helenismo, com, digamos assim, a admiração em relação ao mundo antigo grego, aos filósofos de Atenas e tudo mais. Na cidade de Tarso, é importante falar que ela era uma cidade romana, uma cidade dominada pelo Império Romano, porque em algum momento, não se sabe exatamente quando, em algum momento na história de Tarso, os habitantes da cidade ganharam a cidadania romana. E talvez tenha sido aí o momento em que a família eh de Paulo, no caso Saulo, conseguiu a cidadania. Então veja que coisa interessante. Saulo era de uma cidade cosmopolita, uma cidade que lhe proporcionou uma cultura eh diferenciada, uma formação linguística para se comunicar, inclusive não só com o hebraico, mas com o grego, com o latim. E lhe possibilitou também uma cidadania romana. Então ele era um cidadão romano, porque provavelmente em algum momento os habitantes da cidade de Tarso conseguiram, incluindo os seus familiares. E isso lhe deu uma certa proteção e uma certa vantagem no sentido de poder divulgar e transitar pelo mundo antigo de então, uma questão cultural, uma questão linguística, um que se traduzia em uma questão intelectual, mas uma questão também legal, né? Ou seja, de cidadania. E esse Saulo, ele é forjado nesse nesse aspecto. Curioso é que enquanto Saulo, o nome dele era de certa forma em homenagem ao rei Saul, né? um dos grandes reis do do povo hebreu, das glórias do povo hebreu. Então, veja, enquanto Saulo buscando ali desde a sua intimidade, a sua família batizando como Saulo para que ele fosse grande como o rei Saul. E de fato aquele jovem tinha um futuro brilhante, pelo que nós sabemos, dentro
Saulo buscando ali desde a sua intimidade, a sua família batizando como Saulo para que ele fosse grande como o rei Saul. E de fato aquele jovem tinha um futuro brilhante, pelo que nós sabemos, dentro do judaísmo, quando ele se converte para o cristianismo, que não existia nenhum termo cristianismo ainda, era aquelas pessoas seguidoras de Jesus, aqueles irmãos do caminho, aqueles aquelas pessoas que estavam pelo caminho. Talvez essa fala pelo caminho fosse até uma fala diminutiva, né, da dos das outras culturas e do próprios hebreus, tentando diminuir a importância daqueles seguidores. Mas quando ele faz a a virada de chave, a conversão pelo contato com Jesus, depois de um tempo, não o mais conhecemos como Saulo, que era aquele que ia ser grande como rei judeu, mas como Paulo. E Paulo tem a ver com pequeno. Então veja a mudança. quanto antes, né? grandioso como a glória passada hebraica, agora pequeno como Paulo, do ponto de vista de se tornar menor para poder se fazer maior, se tornar o servidor que serve e que não vem ser servido a princípio, traduzindo, portanto, já no próprio nome, um nome que traduz uma tentativa de um homem novo, uma nova trajetória, uma nova perspectiva. É natural que nessas viagens que Saulo empreende, pelo que nós temos notícia, foram três grandes viagens. Uma viagem um tanto quanto menor do ponto de vista de cidades a percorrer, uma viagem, inclusive que se concentra boa parte dos anos nas na re na na comunidade fundada e crescente de Antioquia. e uma segunda viagem, que é justamente esse a viagem que ele vai para a cidade de Atenas. Nessa igreja de Antioquia, eh é ali inclusive que ele tem bastante contato com Lucas. Lucas, um médico que também tinha sido criado dentro de uma cultura grega, sabia do grego coiné, escreve os seus livros Atos dos Apóstolos, do qual nós estamos abrindo nesta noite, bem como o seu evangelho em grego coiné, diretamente relacionado com o cristianismo que ele aprende diretamente de de Paulo, ele se junta, digamos, de uma forma mais eh intensa eh
abrindo nesta noite, bem como o seu evangelho em grego coiné, diretamente relacionado com o cristianismo que ele aprende diretamente de de Paulo, ele se junta, digamos, de uma forma mais eh intensa eh a a esse a esse essa população, né, a esses seguidores, justamente na igreja de Antioquia. E embora não temos a notícia através das mãos de de Lucas em Atos dos Apóstolos, que tenha sido ele que deu o nome de cristão a esses seguidores de Jesus, nós temos a notícia pelas mãos dele dentro do ato dos Apóstolos, que foi justamente na comunidade de Antioquia. Foi justamente nessa primeira viagem em que o Lucas, que já vinha tendo contato com Paulo em pregações, ele mantém ali um contacto maior, ficando, se estabelecendo por um tempo nessa igreja comungando. E depois segue viagem enquanto médico. E naquele primeiro momento ainda era seguidor de Jesus, mas ainda tinha muito mais a função médica. E ali o Emanuel, ele nos dá a notícia de que enquanto o Lucas, talvez de uma forma bastante humilde, né, ele não noticia que foi ele que sugeriu o termo cristão, ele apenas noticia que foi em Antioquia que pela primeira vez os cristãos se chamaram de cristãos. Emânuel nos fala em Paulo e Estevão, que foi justamente Lucas quem sugeriu o nome cristão e que foi aceito por todo o mundo. E a partir dali eles então começaram a se chamar de cristãos. Pouco tempo depois, na segunda viagem de Paulo, ele então reencontra, né, o meu que por acaso e na cidade na no local de Troad. E ali a mãe dele já havia falecido a mãe de Lucas e ele era médico de um estabelecimento. E então Paulo o convida, já que tu estás eh disponível no sentido de não estares mais necessitando cuidar de nenhum familiar, etc., por que tu não vais agora se dedicar a cuidar mais intensamente de almas? Essa é uma passagem que tá em Paulo e Estevão, no Atto dos Apóstolos. Nós temos algo também mais sutil, eh, temos ali a menção em Troad, não temos a menção do encontro dos dois em especificamente do reencontro dos dois eh em Troad. Eh, mas temos ali, a
to dos Apóstolos. Nós temos algo também mais sutil, eh, temos ali a menção em Troad, não temos a menção do encontro dos dois em especificamente do reencontro dos dois eh em Troad. Eh, mas temos ali, a partir daquele momento, Lucas escrevendo nós, quando vai falar das viagens missionárias de divulgação do evangelho, a partir daquele momento, justamente quando eh Emanuel situa em Paulo e Estevão aquele reencontro dos dois, no ato dos Apóstolos, Lucas começa a falar na primeira pessoa do plural. Nós saímos nós. Interessante. E Paulo, então, nessa segunda viagem tem um desejo de ir para Atenas. Era interessante que esse desejo era certamente mobilizado por alguma coisa disso que estou falando sobre o caldo cultural em que Saulo foi criado na cidade de Tarso. o conhecimento do grego, a vontade de conhecer Atenas e de divulgar ali o cristianismo e talvez uma certa ingenuidade de achar que o intelecto é quem abre porta antes da do coração. A razão antes do coração, ele vai para lá. E Lucas anota no capítulo 17 do Atto dos Apóstolos, do qual nós estamos abrindo. E e Paulo e Estevão através de Chico Xavier e Emanuel nos relata também a o relato em Atos dos Apóstolos é um pouco mais reduzido, né, como todo o relato. Mas em Paulo e Estevon, nós temos ali eh a notícia de que a pregação de Paulo durou algumas semanas, alguns dias, pelo menos. Não foi apenas uma entrada. Não foi apenas uma entrada, foi alguns dias, foram alguns dias. E foram dias muito difíceis, porque enquanto em outras cidades ele conseguia atrair mais pessoas e eh sensibilizar as pessoas, parece que em Atenas não. Os gregos eles gostavam de cultuar os deuses. Existiam vários deuses. Seria um povo, segundo a visão judaica, um mais de uma idolatria, vinculada à idolatria dos deuses, à imagens, mas não conseguiram abrir muito espaço. Só que o grupo de pessoas mais intelectualizadas teve a sua atenção sendo chamada a em relação a Paulo. É interessante percebermos que Paulo naquele momento ele já não tinha mais aquela
muito espaço. Só que o grupo de pessoas mais intelectualizadas teve a sua atenção sendo chamada a em relação a Paulo. É interessante percebermos que Paulo naquele momento ele já não tinha mais aquela indumentária totalmente arrumada, era alguém que já estava com o físico eh de certa forma alterado, abatido. Então, era alguma figura que de alguma forma tinha um um parecia uma figura mais exótica. Ele não tava ali com a aparência mais bela possível, como certamente outrora, enquanto jovem judeu, ele se mantinha. Ali era uma figura um tanto quanto exótica. E é interessante perceber que os atenienses, de alguma forma eh já estavam acostumados com essas figuras exóticas que pregavam alguma coisa nova, alguma filosofia nova. Vale salientar que o próprio Sócrates fora uma figura exótica. O grego ele tinha uma ideia de que a beleza e o bom eles andam juntos, né? Seria o eh o cacóis agatóis, né? Seria o belo e o bom estão juntos, né? Calóis, cacóis, agatóis, seria o termo grego para poder falar o belo bom. Então, a simetria, o grego gostava muito da da simetria da beleza. E foi interessante porque Sócrates, pelo que nós temos notícias, ele não era uma figura bela, ao contrário, era uma figura que fisicamente soava estranho para os padrões de beleza do do grego. E era uma figura que andava, né, com poucas posses, simples, chamou atenção. Depois dele, algumas escolas surgiram e uma dessas escolas foi o cinismo. E o cinismo teve como um dos grandes personagens Diógenes. Diógenes, ele era inclusive contemporâneo a Alexandre e era uma pessoa que vivia o numa vida muito radical em relação ao desapego das coisas materiais e ao desapego da posse, tentando viver uma vida mais conforme a natureza para buscar a felicidade. E nós não sabemos nada de escrito de Diógenes, mas temos a notícia de algumas anedotas, de algum de alguns encontros que simplificam bem de que primeiro ele achava tão necessário ter apenas o básico para ser feliz que uma vez ele estava num perto de um poço e encontrou uma jovem que
tas, de algum de alguns encontros que simplificam bem de que primeiro ele achava tão necessário ter apenas o básico para ser feliz que uma vez ele estava num perto de um poço e encontrou uma jovem que pegou a água com a mão e bebeu. E ele então teve um insight, um eureca e falou assim: "Puxa vida, descobri mais uma coisa que é inútil". Então pega a sua caneca e joga fora a caneca que ele carregava assim na no cinto já de uma forma quase mendicante, sabe? Porque ele pensava que era só preciso ter aquilo que era estritamente necessário para viver, para sobreviver, porque tudo que fosse além era desnecessário e, portanto, atrapalhava a autonomia, a autarquia da alma e a felicidade. Uma outra história sobre Diógenes é o encontro dele com Alexandre Grande, que já falado neste encontro, Alexandre, que tinha o mundo todo, ele vai ao encontro de Diógenes porque queria que Diógenes fosse, digamos assim, o filósofo da corte. E então Diógenes olha para Alexandre porque ele estava sentado dessa forma mendicante, eh, quase um mendigo, né, de farrapos. E aí vem Alexandre, o imperador, o grande imperador jovem, e faz sombra. E então Dióes olha de forma bastante intensa e fala para que ele pudesse sair de cima do sol para não fazer sombra e tirar coisas que ele não poderia dar para diógenes, ou seja, a luz do sol. Era uma é uma passagem talvez anedótica, que simboliza que Diógenes ele não vislumbrava as coisas, digamos assim, passageiras, mas sim uma vida natural. Então, Diógenes era essa figura exótica que chamou muita atenção e que veio sem o símbolo do da escola cínica, que foi que não foi uma escola, foi um pensamento, uma forma de viver, eh, que foi consequência eh do socratismo, né? eh da da da figura de Sócrates. Então, de alguma maneira, a gente fica pensando em Paulo chegando na cidade de Atenas e de alguma forma lembrando a cultura daquele povo, um novo diógenes, assim, uma figura exótica que prega uma uma coisa nova que eles não estavam acostumados. Mas alguns filósofos então lhe deram importância.
uma forma lembrando a cultura daquele povo, um novo diógenes, assim, uma figura exótica que prega uma uma coisa nova que eles não estavam acostumados. Mas alguns filósofos então lhe deram importância. Paulo é mais eh Paulo e Estevão é mais específico quando conta que foi Dionísio, o aeropagita, que organizou um encontro enquanto Lucas fala de uma forma mais livre e cita Dionísio, o aeropagito, é só no final, porque esse Dionísio se converteu ao cristianismo junto com uma mulher chamada Damaris, também se converteu ao cristianismo junto com alguns outros que se converteram depois desse encontro que ele organizou. Mas Lucas mostra como se fosse algo mais simples assim. E e no livro Paulo Estevo temos notícia que não, que foi então esse Dionísio que teve a sua atenção chamada e ele então convidou alguns filósofos que eram mais comuns eh naquela época contemporânea a Paulo. E qual eram os filósofos mais comuns? E isso Lucas cita na nessa passagem do capítulo 17. é justamente eram justamente os estoicos e os epicuristas. Esses eram os filósofos mais eh proeminentes e o estoicismo, ele teve tanto, digamos, sucesso que existia um grande histórico que estava vivo, né, estava reencarnado naquele momento, que foi contemporâneo, portanto, de Paulo, mas o que parece eles não tiveram contato. e que esse é filósofo histórico, ele foi designado para formar Nero, que era o mais tarde o imperador de Roma. Então, Senc até tentou eh sair da da da tarefa porque, enfim, percebeu os traços difíceis, os traços, digamos, psicopáticos de Alexandre, mas não conseguiu. Então, ele aceitou a incumbência, deve ter dado algumas eh ministrado alguns algumas aulas, alguns ensinamentos, algum tipo de preceptoria ao jovem Nero. e era um filósofo históico, Seneca, um famoso filósofo históico de origem hispânica e eh um, portanto, hispânico-grega ali. Então, o estoicismo era essa coisa famosa, né, que tanto assim que depois um imperador romano, Marco Aurélio, também era um históico. Não era um filósofo, pensador históico, como
hispânico-grega ali. Então, o estoicismo era essa coisa famosa, né, que tanto assim que depois um imperador romano, Marco Aurélio, também era um históico. Não era um filósofo, pensador históico, como alguns dizem, não é? Não é bem assim, mas ele era um históico, porque o estoicismo era uma espécie de cosmovisão. Pois bem, Lucas é bastante específico quando anota que filósofos históricos e ecuristas foram escutar Paulo. E Paulo, de forma muito perspicaz percebe ali que os gregos e atenienses adoravam tantos deuses que até o deus desconhecido eles adoravam. Então tinha lá uma imagem, o culto ao Deus desconhecido. E ele então fala desse Deus desconhecido, etc. Em algum momento ele coloca Jesus, a figura de Jesus como sendo esse Deus desconhecido que já veio renovar as coisas. E as pessoas então ficam escutando, de certa forma tem algum interesse em relação em relação a a à pregação de Paulo. Mas em algum momento Paulo fala da ressurreição. E quando Paulo fala da ressurreição, não importa o que é que nós vamos interpretar como ressurreição. Nós espíritas entendemos de uma forma, segundo muito bem coloca Allan Kardec em a gênese, uma questão de uma aparição, digamos assim, uma materialização de, ou seja, um fenômeno mediúnico defeito físico. Outros vão acreditar na ressurreição propriamente dito, mas não importa muito como uma visão espiritualista vê a ressurreição de Jesus. O que importa é que para podermos ter uma crença na ressurreição, temos que ter uma visão espiritualista. Temos, temos que acreditar que algo subexiste e sobrevive à matéria. Quando esses filósofos escutam isso, eles automaticamente se desinteressam e fazem o pior tipo de reação, que é a reação da indiferença. Então, deixam ali Paulo eh e fala e falam assim sobre isso, nós escutaremos depois. e deixam Paulo. E Paulo fica bastante triste porque foi a única cidade em que ele não conseguiu fundar nenhum tipo de comunidade. Próprio Dionísio e Damares, apesar de terem se convertido, eles não fundaram, não tomaram assim
ica bastante triste porque foi a única cidade em que ele não conseguiu fundar nenhum tipo de comunidade. Próprio Dionísio e Damares, apesar de terem se convertido, eles não fundaram, não tomaram assim para si uma comunidade. Realmente você não escuta falar de uma comunidade ateniense. Embora nesse nessa viagem algumas pessoas eh acreditaram, se converteram. Mas é interessante porque aqui no nosso programa Jesus e Saúde Mental, se você procurar na TV da Manão do Caminho, tem vários capítulos que nós nos dedicamos para falar sobre estoicismo e espiritismo, portanto estoicismo e cristianismo. Falando das semelhanças, falando das semelhanças, mas há uma diferença que essa diferença fundamental. O estoicismo, se a gente pudesse de forma simplificada traduzir se o estoicismo era uma visão materialista ou espiritualista, era uma visão mais vinculada ao materialismo, porque eles acreditavam em uma transcendência, em um tipo de sobrevivência, mas era uma transcendência na matéria. Então, era uma era uma espécie de materialismo, não era um espiritualismo de que algo sobrevive, algo individualizado sobrevive depois da morte e pode, digamos assim, ressuscitar ou pode, digamos assim, eh, ter algum tipo de fenômeno para além da normalidade, sabe? Então, era um eh seria uma espécie de materialismo. E os epicuristas, mais ainda, os epicuristas eles eram atomistas. Então, esses dois filósofos, que eram os mais prevalentes naquele momento, os epicuristas e os hisóicos, eles acreditavam, portanto, na imanência. Imanência seria algo da matéria, algo de dentro, entende? Então, por isso que nesse momento eles então de certa forma abandonam, porque acreditar na alguma coisa de ressurreição, qualquer que seja a crença ou a interpretação, envolve uma percepção espiritual, eminentemente espiritual da existência. E por isso, apesar de toda uma intelectualidade, todo um racional que tem muita semelhança, se você pega o estoicismo do o médio chamado médio estoicismo, do qual Cica faz parte, do
ual da existência. E por isso, apesar de toda uma intelectualidade, todo um racional que tem muita semelhança, se você pega o estoicismo do o médio chamado médio estoicismo, do qual Cica faz parte, do qual Epicteto faz parte e mais e mais tarde estarei ali também fazendo um grande sucesso, um ex-escravo, um estoicismo do médio estoicismo romano como Marco Aurélio, ou seja, tanto Tantas reflexões tão interessantes que do ponto de vista prático eh nos dizem algo semelhante ao cristianismo. Quando vão nesse ponto, eles são tão divergentes que Paulo não consegue obter, digamos, o sucesso que ele desejaria e se queda muito triste, conforme a gente vê Emanuel narrando em Paulo e Estevão. Mas assim como Jesus sugeriu, quando entrares numa cidade e ela não te receber com essa abertura, sacode a poeira e vai em frente. Continua. Ele fez isso, mas ele ficou triste porque, de certa forma decepcionado. essa passagem, portanto, que a gente fez toda essa reflexão sobre a figura de Paulo, a cultura de Paulo e sobre a cultura helênica, o momento em que ele viveu, nos leva a grande reflexão final que eu queria colocar para podermos deixar brotar vida como uma vida que emergiu do cristianismo nascente. do cristianismo primitivo, dos irmãos do caminho que se transformaram em cristãos do primeiro tempo. É preciso que a gente acione não uma intelectualidade, mas sim uma emocionalidade. Não é apenas um entender, mas é um sentir. Esse sentir envolve algum tipo de abertura. E essa abertura precisa necessariamente passar por uma humildade. A grande lição que para mim fica de Paulo na cidade de Atenas é a lição da humildade como sendo a porta de abertura, portanto a porta de entrada para podermos unir intelectualidade com emocionalidade. Porque humildade ela se desdobra em pelo menos duas grandes frentes, uma humildade intelectual e uma humildade espiritual. Antes de termos a humildade espiritual, que é uma humildade mais profunda, nós precisamos ter pelo menos a humildade intelectual. E percebamos que se os filósofos ali
ctual e uma humildade espiritual. Antes de termos a humildade espiritual, que é uma humildade mais profunda, nós precisamos ter pelo menos a humildade intelectual. E percebamos que se os filósofos ali tivessem a postura de humildade intelectual que Sócrates tivera, eles teriam pelo menos se aberto um pouco mais para poder escutar mais, desenvolver mais e não sair, porque poderiam pelo menos perguntar, porque quando eles ignoram e saem da indiferença, de certa forma eles estão fazendo a pior postura, que é a postura da indiferença, do fechamento. É, portanto, uma postura vaidosa, a vaidade intelectual. Eu não sei sobre isso. Não acredito, não acredito nisso. Não quero nem escutar, não quero nem debater, não quero nem ouvir falar sobre essa coisa de vida após a morte e saio. Então eles acabaram não adotando a postura de humildade intelectual que Sócrates tivera. E é interessante porque os epicuristas, tanto quanto os cínicos, quanto tanto quanto os hisóicos, eles foram todos assim derivados da postura socrática. Então, o socratismo tem como primeira base o quê? Justamente a postura de humildade intelectual. Humildade intelectual é a base fundamental pra gente poder conseguir construir saúde mental através de uma construção de uma coisa mais profunda que é uma humildade espiritual. Mas antes dessa humildade espiritual, temos que ter algum nível de humildade intelectual para dar abertura, dar acesso. Ninguém sabe tanto que não possa estar aberto a entender, a aprender um pouco mais. Quando eu tenho humildade intelectual, eu me abro para humildade espiritual. Mas antes de ter a humildade espiritual, eu tenho que passar pela humildade intelectual, porque a humildade intelectual é um pouco mais simples, porque envolve pela apenas abertura, pelo menos abertura para investigar como os cientistas do primeiro tempo do espiritismo do século XIX fizeram. Muitos não tinham humildade espiritual ainda, porque a humildade espiritual fala de fala-nos de uma maturidade espiritual, mas eles tinham uma
s do primeiro tempo do espiritismo do século XIX fizeram. Muitos não tinham humildade espiritual ainda, porque a humildade espiritual fala de fala-nos de uma maturidade espiritual, mas eles tinham uma humildade intelectual, tinham, portanto, uma maturidade intelectual de se abrirem para poder estudar o fenômeno. E essa abertura do intelecto levou a muitos deles ou alguns deles poderem sim, em outras existências, desdobrarem já com intelecto aberto e, portanto, aberto a essa conclusão da do espiritualismo do universo e da existência do espírito se abrirem para uma mudança mais profunda espiritual. Percebamos, por fim, que enquanto Saulo, aquele jovem que busca as glórias do rei Saul, aquele jovem não se percebeu de um ponto. Se ele tem zelo pela lei judaica, é um contrassenso. Matar alguém em nome da lei. É um contrassenso. Por quê? Especialmente matar alguém que está, digamos assim, comando de outros ideais. Então, por que é um contrassenso? Porque na lei mosaica, uma das leis mosaicas é não matarás. Então, o o decálogo eh trazido pela lei mosaica, ou seja, a parte divina da lei mosaica, que nós falamos dentro do espiritismo, a parte divina da lei mosaica, ela não só tem amar a Deus acima de todas as coisas como o primeiro mandamento, mas tem também não matarás. Então, se o judeu, ele da época tivesse o zelo de o zelo, mas junto da humildade intelectual que eles foram aprendendo a ter, porque veja, amar a Deus, eles foram aprendendo a amar a Deus como forma de ter uma submissão a Deus. Eu não sei tudo, mas se tá acontecendo isso na vida, talvez Deus o saiba. E se Deus o sabe, nós temos que ter uma humildade intelectual. Ou seja, eu não sei, mas Deus sabe. Então, essa própria humildade intelectual que está embutida, ou seja, está dentro do não do amar a Deus acima de todas as coisas, deveria estar alinhada ao não matarás. Só que quando nós não temos uma humildade intelectual, nós não conseguimos nos invadir de fato em uma humildade espiritual e caímos no caminho da vaidade. E foi
deveria estar alinhada ao não matarás. Só que quando nós não temos uma humildade intelectual, nós não conseguimos nos invadir de fato em uma humildade espiritual e caímos no caminho da vaidade. E foi essa vaidade do Saul, do Saulo, que o fez, equivocasse, vê um ponto e desconsiderar outro. Porque se ele tivesse ficado na própria lei mosaica, ele poderia ter um ódio de Jesus, um ódio daqueles seguidores dele, um ódio dos discípulos, mas não iria empreender a o o matar. Por quê? porque estava na lei, mas a vaidade, né, a vaidade o enseguece. Então, humildade é abertura intelectual, depois humildade espiritual. Vaidade é fechamento. Então, vaidade, de alguma forma nos deixa com um ponto cego, sem conseguir perceber o todo. E é isso que muda no Saul para o Paulo. Quando o Saulo sente Jesus na estrada de Damasco, ele então sai da postura de vaidade e entra na postura profunda de humildade. Então, quando ele vai, enquanto Paulo agora, o pequeno, não mais o grandioso, mas o pequeno, pregar em Atenas e não encontra a ressonância, a vaidade dele poderia deixá-lo preso na amargura, mas a humildade dele faz com que ele levante, sacuda a poeira e siga em frente. Humildade, portanto, intelectual, que nos desdobra mais na frente uma humildade espiritual, que nos dá abertura, é um ponto fundamental para podermos sair de uma vaidade prepotente e entrarmos em uma humildade potente que faz mudanças enormes. Em relação a isso que queríamos pensar nessa parte tão bonita da história do cristianismo do primeiro tempo. E lembrando dessas figuras, nós podermos fechar os olhos juntos e agradecermos a Deus pela oportunidade das reflexões, pela oportunidade de estarmos juntos dentro dessa visão espírita que renova as nossas percepções, saindo da vaidade de achar-se supremo e entrando na humildade de saber-se pequeno. Por isso, lembrando do exemplo de Paulo, lembrando desse momento na cidade de Atenas e dessa vaidade que fecha as portas, dessa vaidade que escurece, essa vaidade que não permite uma abertura que nós te
r isso, lembrando do exemplo de Paulo, lembrando desse momento na cidade de Atenas e dessa vaidade que fecha as portas, dessa vaidade que escurece, essa vaidade que não permite uma abertura que nós te rogamos, Senhor da vida, cria em nós um coração mais humilde. que nós possamos ter uma postura mais humilde diante da vida, da amplitude do conhecimento, para podermos adentrar também em uma amplitude interna. Abençoa todos aqueles, Senhor da vida, que nos procuram pedindo algum tipo de auxílio, incapazes que somos de auxiliar na proporção que desejaríamos. Nós te pedimos uma bênção para todos aqueles que nos acompanham pela TV da Mansão, que acompanham essa instituição pedindo auxílio, pedindo ajuda, para que as suas dores possam ter um lenitivo, nem que seja temporário, para que eles possam aguentar a sustentação da própria existência. Nos despede em paz, Senhor, hoje, agora e sempre. Que assim seja.
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