HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DO MEU PAI - Vera Orphão [PALESTRA ESPÍRITA]
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Olá, meus amigos. É um grande prazer sempre estar em contato com a nossa casa, a comunhão espírita de Brasília. É sempre um momento de grande agradecimento a Deus por esses instantes em que saímos dos nossos pequenos assuntos, dos nossos assuntos mais do dia a dia para tentar nos elevarmos, tentar elevar sentimentos até mundos melhores onde toda a espiritualidade agora guarda a cada um de nós. Hoje nós vamos pensar um pouco sobre o capítulo tr nosso Evangelho Segundo o Espiritismo, cujo título é: Há muitas moradas na casa de meu pai. Nós vamos ler primeiro a citação evangélica, que sempre começa os capítulos. Eu vou ler depois só um primeiro parágrafo do item dois para que a gente possa conversar um pouco mais sobre essa grande notícia de que há muitas moradas na casa do nosso pai. Diz assim a citação do evangelho de João, no capítulo 14, itens de 1 a tr. Que o vosso coração não se perturbe. Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu pai. Se assim não fosse, eu já vos teria dito: "Porquanto eu vou para preparar o lugar para vós e depois que eu tiver ido e preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que lá onde estou vós estejais também". Que notícia, que bem faz ao nosso coração quando João nos narra essa afirmativa de Jesus, que depois que tiver ido nos preparará um lugar e voltará para nos retirar para ele. grande bênção aqui é anunciada e que muitas vezes nós não nos chama não nos chama a atenção. Que grande bênção. No item dois, como eu disse, eu vou ler só o comecinho que diz: "A casa do Pai é o universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem aos espíritos encarnados locais apropriados ao seu adiantamento. Então, já aquela época nos era anunciada a verdade consoladora, que há inúmeras casas, há inúmeros lugares onde seremos sempre um uns filhos amados, onde teremos sempre repouso, onde teremos sempre chances de continuar. A nossa evolução há muitas casas no reino de meu pai. Que coisa linda.
inúmeros lugares onde seremos sempre um uns filhos amados, onde teremos sempre repouso, onde teremos sempre chances de continuar. A nossa evolução há muitas casas no reino de meu pai. Que coisa linda. Nós vamos lembrando da pergunta de número 172 do livro dos espíritos, um pequeno sub, uma parte de um capítulo cujo título é encarnações nos diferentes mundos. Lá na questão de número 172, Kardec pergunta aos espíritos: "As nossas diversas existências corporais se verificam todas na Terra? recebe primeira primeira parte da resposta já é não, já é um não definitivo. Depois vem a explicação: "Vivemmo-las em diferentes mundos". E aí seguem-se explicações, seguem-se detalhes que vão até a questão de número 188. Então, Jesus havia anunciado essas inúmeras moradas na casa do nosso pai, o espiritismo atualizando, revivendo os ensinos trazidos pelo nosso mestre, nos fala também dessa realidade. E nós vamos agora avançando, tentando conhecer um pouco mais essas muitas moradas na casa de meu pai. Há um livro muito interessante que eu em minhas aulas costumo mostrar, costumo ir, costumo indicar, que é o segundo livro escrito pelo grande médium Chico Xavier, o médium excelente. O primeiro livro dele foi Parnaso de Alentúmulo. O segundo livro, que é esse ao qual me refiro, se chama Cartas de uma morta. Ele tem outra capa, mas o conteúdo é o mesmo. É o único livro em que Chico Xavier psicografa a própria mãe, Dona Maria João de Deus. É a única vez em que eles fazem um trabalho desse tipo. E logo ao começo, explicação necessária ao leitor, há aí uma beleza como tudo que vinha de Chico, mas eu queria ler só o último parágrafo. Diz ele, aí estão, minha mãe, as tuas páginas, elas vão ser vendidas em benefício dos órfãozinhos. Deus permita que os pequeninos que sofrem recebam um conforto em teu nome e que a misericórdia divina te auxilie, multiplicando as tuas luzes na vida espiritual. Que beleza, que grandeza, que coisa mais linda do mundo. já no prefácio desse livro, que é um livro muito especial,
ue a misericórdia divina te auxilie, multiplicando as tuas luzes na vida espiritual. Que beleza, que grandeza, que coisa mais linda do mundo. já no prefácio desse livro, que é um livro muito especial, um livro em que dona Maria João de Deus começa a falar do seu desencarne, da sua surpresa ao se descobrir, existindo após o desencarne, fala da tristeza que o apego aos filhos lhe trouxe no início, mas logo depois, começando a se adaptar ou se readaptar ao mundo espiritual, ela começa a sua missão, a missão de trazer notícias não só ao filho, mas a todos nós sobre essas múltiplas moradas. São sempre pequenas mensagens para ser lidas com atenção, com profundidade, porque apesar de pequenas, são imensamente profundas, imensamente consoladoras. Todas elas merecem de nós boas reflexões. Dona Maria João de Deus é levada a visitar alguns globos celestes, alguns da Via Láctela época conhecidos, mas outros ainda desconhecidos até hoje. E vai dona Maria, João de Deus nos revelando a diferença que há entre esses globos, sempre coerente com a evolução daqueles espíritos que ali compõe a maioria da população. Uma beleza, uma lógica, uma clareza que vai rasgando os véus da nossa ignorância. Vemos também numa mensagem um encontro maravilhoso de dona Maria de João de Deus com sua mãezinha, dona Francelina. Quero citar especialmente duas mensagens. A primeira quando dona Maria João de Deus fala da imensa beleza do corpo celeste ao qual nós damos o nome de Saturno. Conta ela que Saturno já uma morada de espíritos muito evoluídos naturalmente. tem também a sua natureza, a sua beleza enormemente brilhantes. Fala ela da beleza desse mundo ao qual nós damos o nome de Saturno. Numa outra mensagem, ela fala de um outro mundo ainda desconhecido aquela época, ainda desconhecido hoje. Um mundo que era banhado por três sós de cores diferentes. Imaginemos nós se pela manhã nesse nosso mundo ainda de provas e expiações, quando o sol brilha no horizonte, quando o sol brilha sobre um rio, sobre um mar,
banhado por três sós de cores diferentes. Imaginemos nós se pela manhã nesse nosso mundo ainda de provas e expiações, quando o sol brilha no horizonte, quando o sol brilha sobre um rio, sobre um mar, a beleza que nos traz essa visão, imaginemos nós a beleza que experimentam habitantes de um mundo que é banhado por três sós de cores diferentes. Aquela época, Chico Xavier, um rapaz mestiço, como a maioria da população brasileira, um rapaz muito pobre que, por precisar trabalhar, havia estudado apenas até a quarta série falar destes mundos, destas realidades. Imaginemos nós o quanto Chico foi agredido, um o quanto virou deboche, mas Chico já esse espírito crescido, evoluído, jamais respondeu a nenhum, nenhuma dessas maldades. E nós vamos vendo que a época os cientistas diziam que aquilo era um absurdo, que apenas a presença de um segundo sol brilhando, esquentando um corpo celeste faria com que esse corpo explodisse. O tempo passa, a ciência avança e 40, 50 anos depois, o telescópio Rubol e depois outros telescópios mais adiantados descobre numa outra galáxia um mundo banhado por vários só de cores diferentes. Essa é a grandeza da doutrina espírita. Essa é a grandeza da obra de Chico Xavier, que vem corroborar com todas as notícias de vida eterna que nosso mestre Jesus nos trouxe. Interessante lembrarmos também que no Evangelho de João, no capítulo 5, versículo 7, ele nos traz uma afirmativa de nosso mestre Jesus. Eu trabalho e meu pai trabalha até hoje. E nós vamos ver que essas mesmas sondas espaciais, cada vez mais adiantadas, vão descobrindo paulatinamente que o universo continua se expandindo, trazendo a certeza desse trabalho que o nosso pai continua fazendo até hoje. Hoje já não chamamos para sermos certos. Já não chamamos mais de universo, mas de multiverso. Tal o tamanho inimaginável ainda para nós da criação divina. Esse Deus que é nosso pai, de imenso saber, de imensa bondade e misericórdia, que continua nos guiando numa grande viagem pelas suas muitas casas, sempre
inimaginável ainda para nós da criação divina. Esse Deus que é nosso pai, de imenso saber, de imensa bondade e misericórdia, que continua nos guiando numa grande viagem pelas suas muitas casas, sempre com o objetivo de nos fazer evoluir, de nos fazer chegar à perfeição. Sabemos que a única condenação que pesa sobre cada um de nós é a de chegarmos a perfeição relativa das criaturas. Uma vez criados por Deus, jamais deixaremos de existir. E viremos à Terra e viremos a todas as moradas que forem necessárias para viver as experiências que vão nos ajudar a adoçar os nossos sentimentos, a quebrar os nossos corações ainda tão endurecidos. fazendo com que se tornem a cada dia corações mais compassivos. A pluralidade dos mundos habitados, então é uma realidade. Quem ainda não se perguntou, considerando a noite, a lua, os outros astros, se esses globos são habitados? Quem ainda não teve essa dúvida? E aqui eu estou entrando numa outra publicação, numa publicação muito importante, a publicação que nosso mestre Kardec trouxe até nós ve meses, apenas ve meses após o lançamento do livro dos espíritos. esse nosso mestre querido, querendo sempre ampliar os nossos conhecimentos, meses após o lançamento do livro dos espíritos, lança, com os seus parcos recursos a revista espírita. Ela era vendida a preço simbólico e muitas vezes doada. saía mensalmente e tinha o objetivo, como diz o nome, de ser uma revista, de trazer assuntos que buscassem a curiosidade das pessoas para que elas começassem a se interessar pelo espiritismo. Há tempos atrás, essas revistas foram reunidas em livros separados ano a ano. Eu estou aqui com a primeira, com o primeiro ano, o ano de 1858, quando nós temos nessa, como nas outras os artigos que eram publicados desde o mês de janeiro até o mês de dezembro, pois nesse primeiro número da revista espírita é Kardec que nos faz essa questão. Quem ainda não se perguntou, considerando a lua e outros astros se esses globos são habitados? Segue ele dizendo que havia muita
primeiro número da revista espírita é Kardec que nos faz essa questão. Quem ainda não se perguntou, considerando a lua e outros astros se esses globos são habitados? Segue ele dizendo que havia muita objeção. E ele pergunta: "Seria mesmo a Terra o único globo celeste a servir de pouso para a criação divina? Os outros globos celestes, me perdoem, os outros globos celestes seriam apenas para nos distrair, para ver estrelas à noite? continua dizendo que não se concebe que pessoas inteligentes tenham esse tipo de pensamento, esse tipo de objeção. E como um grande gênio, como um grande missionário, ele nos faz pensar. Em relação aos seres vivos que conhecemos, sabemos que a solicitude da natureza é tão admirável que até o menor inseto tem a solicitude da natureza para viver em lugares apropriados aos seus próprios órgãos. que os menores seres são capazes de viver na água, na terra ou no ar. Todos eles preparados para isso, para viver nos meios que lhe são próprios. Pergunta ainda Kardec. Os seres que vivem sob o forte calor da zona tórida poderiam viver nos gelos polares? Por que então não admitir que seres possam ser constituídos de maneira diferente para que possam viver em globos sob novas formas? O genial nos traz mais um exemplo. Imaginemos uma pequena ilha perdida no oceano longo. Essa pequena ilha não teria nenhuma relação com mais ninguém. Poderiam esses únicos habitantes da ilha se sentirem os últim os únicos seres vivos do globo, os únicos seres da criação? Diríamos então a eles: Como podeis julgar que Deus tenha feito o mundo apenas para si? é nossa, é sempre nossa vaidade, nosso orgulho que nos traz essas suposições. Mas a doutrina espírita, como já disse, como tenho dito muito, tá me tocando muito essa essa expressão de Emanuel, a doutrina espírita continua rasgando véus. Então, nós vamos ver desde o Evangelho Segundo o Espiritismo, o livro dos espíritos, desde o Novo Testamento com Jesus, nós vamos ver essa nossa viagem por toda essa terra, não essa terra que estamos agora, mas
vamos ver desde o Evangelho Segundo o Espiritismo, o livro dos espíritos, desde o Novo Testamento com Jesus, nós vamos ver essa nossa viagem por toda essa terra, não essa terra que estamos agora, mas por todos esses globos que dependendo do estado físico, moral, espiritual de seus habitantes, varia e imensamente. Vamos lembrar de nossas aulas de história lá da quarta, lá da quinta série, quando a Terra é descrita, inclusive com desenhos, como um mundo ainda primitivo. O mundo primitivo tinha uma natureza muito pior, muito mais dura. Os corpos desses homens habitantes dos mundos primitivos eram corpos muito mais grosseiros. E conforme viemos, mesmo com as nossas dificuldades evoluindo a Terra, a nossa morada atual também se melhora. O mundo dos espíritos, então, é constituído para almas de todas as escalas. Kardec fala da escala dos espíritos. Não só o mundo terra conhecido, mas todas as esferas são adaptadas à evolução que vamos conseguindo, que vamos galgando. Serão eles as qualidades e imperfeições que os que os espíritos que os animam, que que são a sua própria população. Kardec cita nesse primeiro, nesse primeiro livro, nesse primeiro artigo da segunda revista, a revista de fevereiro de 1858, algo muito interessante. Havia na época um dramaturgo inglês muito conhecido chamado Vitorian Sardu, de uma inteligência de uma sensibilidade imensa. estava começando no espiritismo, se mostrando um ótimo médium e ele, sem nenhuma habilidade como desenhista, cede suas mãos para que um oleiro do século X chamado Bernard Palici mostrasse alguns desenhos sobre um mundo desses que está muito à frente de nós, sobre o mundo muito especial ao qual todos nós chegaremos, porque a bondade divina não abandona a nenhum de seus filhos. Ele nos traz notícias desenhos do de um dos planetas mais belos, o planeta ao qual se dá o nome de Júpiter. Júpiter era aquela época o planeta conhecido como ser o mais belo, não por acaso, mas porque tinha em sua população espíritos bem mais evoluídos do que nós.
o planeta ao qual se dá o nome de Júpiter. Júpiter era aquela época o planeta conhecido como ser o mais belo, não por acaso, mas porque tinha em sua população espíritos bem mais evoluídos do que nós. E Kardec começa a falar sobre essa grande viagem. Lembra que o mundo dos espíritos é composto das almas de todos os humanos desta e de outras esferas, que há solidariedade entre esses mundos e onde se faz sempre progressos que vão se acumulando. Suponhamos, então, diz nosso mestre, um globo habitado exclusivamente por espíritos da dona da nona classe, espíritos impuros e para lá nos transportaremos em pensamento. Veremos todas as paixões desencadeadas e sem freios. O estado moral no mais baixo grau do do embrutecimento, a vida animal em toda a sua brutalidade. Falta total de laços sociais, porque cada um vive apenas no seu interesse. Penscemos agora numa outra esfera, onde se encontram espíritos de todas as classes, de todos os níveis da terceira ordem. Na escala espírita, nós sabemos que a cada ordem, dentro de cada ordem, há ainda uma divisão. E diz aqui Kardec: "Sabemos que em todas classes dessa ordem ainda predomina o mal, mas sem ter a ideia do bem, a do mal decresce à medida que se afastam do início." O egoísmo é sempre o móvel principal das ações, mas aqui já os costumes são mais suaves, a inteligência mais desenvolvida, o mal se apresenta um tanto já disfarçado, mas essas diferenças engendram outro defeito, o orgulho, pois as classes mais elevadas são suficientemente esclarecidas e tem consciência de sua superioridade. E nosso querido mestre fala aqui do início da hora, do momento triste em que o orgulho começa a brotar no nosso espírito. continua ele falando dessa nossa viagem e vai nos dando cada vez melhores notícias. Suponhamos agora um mundo onde entre os elementos maus que acabamos de ver encontrem-se alguns melhores de segunda ordem. Então, em meio à perversidade, veremos começar a aparecerem algumas virtudes. Então, após a fase anterior, onde o orgulho começa a brotar
acabamos de ver encontrem-se alguns melhores de segunda ordem. Então, em meio à perversidade, veremos começar a aparecerem algumas virtudes. Então, após a fase anterior, onde o orgulho começa a brotar em nós, vem essa fase benéfica, onde as virtudes também começam a crescer. Se os bons forem minoria, serão vítimas ainda dos maus. Mas à medida, porém, que se aumenta esse predomínio, a legislação torna-se mais humana, mais equitativa e a caridade cristã deixa de ser para todos letra morta. Continuemos nossa viagem através dos mundos e paremos neste que nos dará um pouco de repouso do triste espetáculo que acabamos de assistir. É habitados a É habitado apenas por espíritos de segunda ordem. E que diferença imensa faz isso. O grau de depuração atingido exclui entre eles qualquer pensamento mau. E isto é o bastante para nos dar uma ideia do estado moral dessa terra feliz. A legislação aqui se torna muito, muito simples, pois os homens não têm necessidade de se defender uns dos outros. Ninguém quer mal ao próximo, ninguém se apropria do que não lhe pertence. Ninguém procura viver em detrimento do vizinho. Quanto avanço, quanta melhora, quanto essa viagem descrita pelo nosso querido mestre Kardec vai fazendo com que entendamos essa melhora que não tem fim. Ali não reina ainda a igualdade absoluta, porque esta pressupõe uma perfeita identidade entre desenvolvimento intelectual e moral. Mas vemos que nesses espíritos da segunda ordem já não haverá desigualdade, porque uns serão mais adiantados que os outros. Mas esses mais adiantados saberão que são devedores dos que vem a quem e que precisam ajudá-los. De todos os planetas, o mais adiantado em todos os sentidos é Júpiter. É o reino exclusivo do bem e da justiça, porque só tem bons espíritos. Pode-se então fazer uma ideia da felicidade vivida diariamente. Mas vejam bem, a superioridade de Júpiter não é só no estado moral de seus habitantes, é também na sua constituição física. A descrição que se tem dos corpos dos habitantes de Júpiter são de
riamente. Mas vejam bem, a superioridade de Júpiter não é só no estado moral de seus habitantes, é também na sua constituição física. A descrição que se tem dos corpos dos habitantes de Júpiter são de corpos etéreos, não sujeitos a doenças. São corpos que se movem de uma forma leve e de uma forma rápida. O habitante de Júpiter se se transporta de um lugar ao outro, deslizando pela superfície do solo, quase sem fadiga, como pássaro no ar ou peixe na água. A situação muda totalmente em sentimentos e pensamentos. A intuição que todos têm do seu futuro, a segurança dada por uma consciência isenta de remorços, fazem com que a morte não lhes cause nenhuma apreensão. Vem a chegar sem medo e como uma simples transformação. Que beleza, que estado de felicidade é esse? Os espíritos que habitam Júpiter geralmente se comprazem quando querem comunicar-se conosco, em descrever seu planeta. E quando lhes perguntamos a razão, respondem que o fazem a fim de nos incentivar a nos melhorar. Seguem as descrições. Eu convido a todos para lerem. São descrições didáticas, terapêuticas, mas quero dizer aqui ainda, o planeta Júpiter, a despeito do quadro sedutor que nos foi dado, não é, entretanto o mais perfeito dos mundos. Imaginemos outros há de nós desconhecidos que lhe são muito superiores, quer física, quer moralmente, e cujos habitantes gozam de felicidade ainda mais perfeita. São eles o repouso dos espíritos mais elevados, cujo involtório etério nada mais tem das propriedades conhecidas da nossa matéria bruta. Sim, deixando a terra, continuaremos nessa nossa viagem. E os que podem esperar esse favor, seguramente não são os egoístas, nem os ambiciosos. Os que podem esperar esse favor de viajar cada vez mais rápido para mundos ditosos. Não são os vaidosos, nem os hipócritas, que se deixaram dominar pelo apego às coisas terrenas. A esses talvez ainda sejam precisas longas e rudes provas. Isso depende de sua vontade, isso depende do emprego de seu livre arbítrio. Então, nós temos nessa bendita doutrina espírita tudo o
terrenas. A esses talvez ainda sejam precisas longas e rudes provas. Isso depende de sua vontade, isso depende do emprego de seu livre arbítrio. Então, nós temos nessa bendita doutrina espírita tudo o que necessitamos para crescer. espiritualmente. Nós sabemos do papel do nosso livre arbítrio. Nós sabemos da misericórdia e da sabedoria divina, que conforme nos abrimos a elas, vamos sendo cada vez mais beneficiados. Há muitas moradas na casa de meu pai. E essas moradas para nós, a cada encarnação, vão se tornando moradas mais leves, mais agradáveis, mais bonitas. lugares onde em alguns momentos teremos repouso, em muitos momentos teremos lições para que possamos continuar é nessa nossa grande viagem que já começou há muitas há muitas encarnações e que pela nossa dificuldade de amar a tudo e a todos sabemos que continuar ará ainda por muito tempo. Divina consolação trazida pela doutrina espírita. Nós vamos lembrar também de um espírito querido chamado Inácio de Antioquia. Inácio de Antioquia é levado para ser sacrificado na cidade de Roma. Chega a Roma e fica espantado com a beleza daquele lugar. fica estasiado, está cercado de seus algozes, dos soldados que o sacrificarão. Mas ao ver aquele ambiente tão maravilhoso, abre um sorriso e observa aquela beleza imensa, cheio de alegria. Um daqueles soldados mais brutos, mais endurecidos, lhe chama de tolo e lhe diz: "Por que estás rindo, tolo? Não sabes que serás agora a pouco sacrificado?" O querido Inácio respira fundo, aumenta ainda mais aquela sua sensação de bem-estar. Porque sempre que conseguimos uma mente calma e conseguimos respirar fundo, estamos trazendo para nós o hálito divino. Então, Inácio de Antioquia, diante desse momento, após respirar o hálito divino, diz aquele pobre homem: "Estou feliz, sim, estou vendo a beleza que há aqui." E dizem que Roma a época era realmente de uma beleza espetacular e completa. Roma, feita por homens, tão ainda longe da graça divina. Já é este mundo de tanta beleza que nos faz tanto bem
ue há aqui." E dizem que Roma a época era realmente de uma beleza espetacular e completa. Roma, feita por homens, tão ainda longe da graça divina. Já é este mundo de tanta beleza que nos faz tanto bem olhar. Imagino eu aqui quando o meu corpo for retirado, quando meu espírito se sentir liberto, a que beleza terei acesso? Porque sei que Jesus me espera? para levar para uma de suas moradas. morada que para nós ainda é difícil de imaginar, mas que em pouco tempo conhecerei. Quando a nossa fé cria raízes, quando o nosso conhecimento nos ajuda a ter bases consolidadas na fé da bondade que Deus derrama sobre nós sem nenhuma interrupção, tudo muda de na forma com que encaramos. É como Allan Kardec disse de Júpiter, não sendo ainda o mais evoluído, mas já sendo muito evoluído, a morte perde a sua face dramática. A morte é vista como uma transformação necessária. Os espíritos não passam mais pelas dificuldades que o peso dos remorços, que o peso do corpo físico grosseiro traz. E nós vamos então nos elevando, vamos nos adoçando, vamos tirando, vamos quebrando nossos corações ainda tão endurecidos para que se tornem a cada dia corações mais compassivos. E são esses, esses que conseguem a cada dia firmar a fé no Cristo, que são donos, apesar de qualquer situação de uma alegria que para muitos ainda é inexplicável. São esses como aqueles verdadeiros cristãos, aqueles primeiros cristãos que foram chamados a dar o testemunho de sua fé nos terríveis circos romanos. No começo desciam cabis baixos e antes de serem trucidados por feras cheias de fome, eram ainda obrigados a dizer: Ave César, aqueles que morrerão te saúdam com a evolução, com a fé que cria grandes, grandes bases no nosso espírito. aqueles próximos cristãos já preparados, já tendo elaborado a sua fé, desciam agora felizes cantando, rezando a Jesus Cristo para os circos, paravam à frente de César e lhe diziam: "Ave Cristo, aqueles que morrerão pelo Cristo saúdam ao nosso Senhor. estavam eles ali para serem sacrificados
cantando, rezando a Jesus Cristo para os circos, paravam à frente de César e lhe diziam: "Ave Cristo, aqueles que morrerão pelo Cristo saúdam ao nosso Senhor. estavam eles ali para serem sacrificados e sabiam com certeza que após o sacrifício do corpo físico reencontrariam Jesus e seriam levados a uma dessas grandes moradas com a morada que chamamos de Júpiter. Esse é um convite que fazemos, que fica para todos nós. Vamos fazer nossa viagem, vamos começar a empreender maiores maiores esforços para chegarmos a Júpiter. Todos nós lá chegaremos. A forma, o tempo que isso levará depende de cada um de nós. O convite é feito a cada um desde que encarnamos pela primeira vez na Terra, ainda tão simples e ignorantes, mas agora já capazes de entender que o convite para ir para chegar a Júpiter, sabendo que ainda não é a última estação, mas que esse convite precisa ser agarrado por cada um de nós, usando o nosso livre arbítrio para sermos aqueles cristãos que, não precisando mais dar aqueles testemunhos terríveis nos circos, precisamos dar o testemunho diário de viver como verdadeiros cristãos. Júpiter espera por cada um de nós e cada um de nós certamente chegará a ele no tempo certo, no tempo em que nossos esforços farão com que não nos distraiamos tanto e que aproveitemos o tempo, o grande tesouro que Deus nos deu para que possamos melhorar. Júpiter nos espera. Nos encontraremos com certeza todos lá. Muito obrigada. Obrigada a Kardec. Obrigada a Jesus. Obrigada a toda essa espiritualidade que jamais nos abandona, que jamais se cansa de nós e que tem sempre um olhar otimista. sobre os nossos itinerários. Vamos, vamos todos a Júpiter. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o
sica, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome,
tinuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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