Vera Orphão | A VIDA FUTURA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 19/04/2025 (há 11 meses) 50:45 355 visualizações

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Transcrição

Olá, meus amigos. É um grande prazer, é uma felicidade ter a oportunidade de conversar um pouco sobre a doutrina espírita que é luz, que é amor e que é caridade. É também muito bom estar em contato, mesmo que virtual, com os grandes amigos da comunhão espírita de Brasília. Essa casa que é um porto seguro, essa casa em que nos momentos mais graves de nossa encarnação, nós encontramos acolhimento para que possamos enfrentar os desafios naturais a um mundo de provas e expiações, de uma forma serena, de uma forma tranquila, procurando aprender as lições que sempre chegam junto com qualquer processo doloroso. Nós hoje vamos tentar falar um pouco sobre a vida futura. O que será isso? Não é? Será que há uma vida futura? Se há uma vida futura, como será aquela seidade? O espiritismo, a nossa bendita doutrina. matou a morte. A partir do espiritismo, do espiritismo, sabemos todos nós que a morte, como antigamente conhecíamos, não existe, que a morte é apenas o processo natural do desencarne, para que possamos continuar a nossa enorme trajetória rumo às leis divinas, rumo como a felicidade plena, a felicidade real, a qual nós só chegaremos quando mais sublimados, mais espiritualizados tivermos a condição, a possibilidade de amar a tudo e de amar a todos. Nós vamos começar lendo um pequeno trecho do livro O céu e o inferno, o quarto livro do pentateuco kardequiano, que vem nos trazer notícias, notícias, inclusive eu acho a principal de que o inferno não existe, não teria Deus, nosso pai de imenso amor e sabedoria, criado um lugar de penas terríveis e eternas. Este livro é um livro que rasga o véu da nossa ignorância. Sempre recomendo a todos os alunos, a todos que me ouvem ler especialmente esse livro, é de um esclarecimento, é de uma consolação que nos faz imenso bem. Nós podemos começar inclusive por um capítulo chamado espíritos medianos, que somos todos nós na nossa maioria. Lá nós vamos ver o que é o futuro. O futuro de filhos amados por Deus, o futuro de seres imperfeitos e que, apesar dessas

um capítulo chamado espíritos medianos, que somos todos nós na nossa maioria. Lá nós vamos ver o que é o futuro. O futuro de filhos amados por Deus, o futuro de seres imperfeitos e que, apesar dessas imperfeições, são e continuarão sendo filhos a desse pai imensamente sábio, justo e bom. Eu queria ler só o comecinho do primeiro capítulo desse livro, cujo título é o porvir e o nada. Pergunta assim o nosso querido Allan Kardec. Vivemos, pensamos e agimos. Eis o que é positivo e morreremos o que não é menos certo. No entanto, deixando a terra para onde vamos, que seremos após a morte? Estaremos melhor ou pior? Existiremos ou não? Ser ou não ser? tal alternativa para sempre ou para nunca mais, ou tudo ou nada, ou viveremos eternamente ou tudo se aniquilará para todo sempre. Vale a pena pensarmos nisto. Que beleza, não é? Que grandeza, que inteligência, que sensibilidade sempre teve nosso querido Kardec nos auxiliando a entender, abrindo a nossa percepção para esses assuntos. E começa ele nesse livro, onde a gente vai ali por vários capítulos refletir, fazer essas reflexões à quais ele nos convida logo no início. E nós vamos lembrar que no capítulo dois do Evangelho segundo o Espiritismo, meu reino não é deste mundo. nos itens 5, 6 e 7, cujo subtítulo é o ponto de vista, nós vamos ver logo no quinto, no que eu gosto mais, os espíritos dizendo, por intuição a Kardec, de que a simples certeza de que a morte, como o fim da existência do ser não existe, deveria nos ajudar a mudar uma série de pontos de vista que nós viemos alimentando a muitas encarnações, a maioria deles sem nenhuma caridade. Agora que sabemos que uma vez criados por Deus, que jamais deixaremos de existir, que viremos aqui inúmeras vezes, como já viemos, para uma lavanderia. Nós viemos, estamos aqui ainda vamos vir outras vezes para lavar o nosso perespírito, para traçar um novo caminho, para encomendar, para fazer uma nova veste para nós, uma veste que precisa ir clareando. precisa ir se sublimando para que

vir outras vezes para lavar o nosso perespírito, para traçar um novo caminho, para encomendar, para fazer uma nova veste para nós, uma veste que precisa ir clareando. precisa ir se sublimando para que possamos na vida futura continuar na terra que vive hoje o ápice da sua transição. Estamos saindo de um mundo em de provas e expiações para um mundo em regeneração. O tempo urge e é preciso que nos preparemos entendendo a vida futura e entendendo a necessidade de nos preparar para ela. Para o materialista, esses não são questionamentos. Para o materialista, apenas o presente importa e costuma ele ter uma visão muito obtusa, naturalmente muito limitada e com isso se fixar apenas na vida atual, na existência atual na carne e costuma se encher de angústias e ansiedades diferentes de nós todos. Benditos pela doutrina que é amor e que é caridade. Vamos lembrar de um livro infantil famoso mundialmente, um livro muito bom, inclusive para adultos, que é o livro Alice, no País das Maravilhas, que tem uma linguagem simbólica para quem já pode decodificar esses símbolos. Nós vamos nos fixar num pequeno momento em que Alice está andando, parece andando, apenas andando, e passa um gato na sua frente com a linguagem simbólica. A gente sabe que esse livro nos traz esses animais, objetos que falam. E o gato se interessa por aquela menina e lhe pergunta: "Para onde você vai?" Alice responde: "Não sei, não sei para onde vou." E agora, prestemos bem atenção no que o gato lhe diz. Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho sabe, serve. Se não sabe para onde vai, o vento chega e lhe joga para um lado ou para o outro e tanto faz. Para nós também, quando não sabemos para onde vamos, parece que tanto faz. qualquer caminho. Por isso é tão importante que aí aproveitemos a oportunidade do convite de Kardec para refletirmos um pouco mais sobre o caminho que estamos seguindo. Seguimos caminhos muitas vezes ainda de forma inconsciente. fazemos escolhas, muitas vezes de forma automática, sem pensar na vida futura,

fletirmos um pouco mais sobre o caminho que estamos seguindo. Seguimos caminhos muitas vezes ainda de forma inconsciente. fazemos escolhas, muitas vezes de forma automática, sem pensar na vida futura, sem pensar que no mundo espiritual ou no mundo físico a vida nunca cessa. Essa, aliás, é uma das afirmativas de André Luiz quando está naqueles momentos terríveis em que passa pelo umbral. São 8 anos de sofrimento e só com o tempo ele começa a ter algum tipo de reflexão, porque no início obsediado pela culpa, pelo remorço, por aquelas entidades que estavam ali, ele não conseguia fazer nenhum tipo de reflexão, mas depois se depurando, começando a sua depuração, ele chega a fazer a triste reflexão. Já sabendo que não estava no corpo físico, ele faz a triste reflexão de que preferia que após o desencarne nada houvesse. Resultado dos caminhos que escolheu. É necessário pensar então, e é para nós, é possível pensar agora o que aguarda a cada um de nós na vida futura, qual será o nosso destino, já que a doutrina espírita nos dá a certeza de que a vida futura existe. Nós vamos lá na pergunta do livro dos espíritos de número 132, quando Kardec pergunta aos seres de luz qual o objetivo da encarnação, recebe como resposta que Deus nos impõe à encarnação com o fim de nos fazer chegar à perfeição. Claro que a perfeição relativa das criaturas. E é fundamental lembrar que nesta presente encarnação, nós estamos vivendo essa situação num momento em que a transição planetária atinge o seu ápice e se acelera. Esse é um momento muito especial. De novo, mais uma vez nos são apresentadas duas portas, a porta estreita e a porta larga. A porta larga é a porta do materialismo, do orgulho, do egoísmo, da indiferença pelo sofrimento do outro, do preconceito. A porta estreita é a porta da espiritualidade, da sublimação de nossas paixões, da necessidade de começarmos a renunciar a uma série de coisas do esforço consciente para melhorarmos espiritualmente. Para entrarmos por essa porta estreita, é preciso

a sublimação de nossas paixões, da necessidade de começarmos a renunciar a uma série de coisas do esforço consciente para melhorarmos espiritualmente. Para entrarmos por essa porta estreita, é preciso atravessá-la, fazendo um grande regime, um regime ético moral, nos desapegar de vários vários vícios físicos e morais, de preconceitos, dessas visões erradas sobre as pessoas, os fatos e a própria vida que viemos alimentando em muitas encarnações. E aí nós vamos ter toda a bagagem que a doutrina espírita nos traz para fazermos essa esse trabalho que ninguém fará por nós, que está na nossa frente e que precisa ser trilhado. Nós vamos ver na questão de número 318 do livro dos espíritos, Kardec perguntando a esses seres se as opiniões dos espíritos mudam. E aí recebe como resposta que as que as opiniões mudam muito, porque é claro, após aquele período de confusão, de perturbação, após o sono reparador, após estarmos nos readaptando ao mundo espiritual, a nossa visão se amplia enormemente. E é claro que isso tem como consequência mudanças de ponto de vista, mudanças de ideias. E muitas vezes brigamos, muitas vezes discriminamos e até atacamos pessoas simplesmente porque pensam diferente de nós. Tudo isso na vida futura perde a sua importância. E nós não temos que convencer ninguém a nada. Nós vemos muitas vezes as pessoas nos surpreendem com ideias ainda muito beligerantes, com ideias agressivas, com ideias sem nenhuma caridade. O que fazer nesse momento? Nos calar e orar. Orar para que essas pessoas um dia caiam em si. Na coleção Fonte Viva Emanuel tem uma mensagem que se chama caindo em si. Cada um vai ter o seu tempo, o seu momento para cair em si. Mas o certo é que sim, as ideias dos espíritos mudam enormemente. Nós vamos lembrar nesse mês de abril, mês de aniversário do médium excelente, do médium incomparável Chico Xavier, nós vamos lembrar que em muitos momentos quando o nosso querido Chico com as suas santas mãos psicografava mensagens de alguns espíritos ao entregá-las aos seus

e, do médium incomparável Chico Xavier, nós vamos lembrar que em muitos momentos quando o nosso querido Chico com as suas santas mãos psicografava mensagens de alguns espíritos ao entregá-las aos seus parentes, era ofendido, levou inclusive bofetadas, levou cuspe no seu rosto e ele sempre respondia isso com extrema humildade, com a paz que já tinha em si. Ele foi inúmeras vezes agredidos porque os que tinham aqui ficado achavam aquela mensagem muito diferente das mensagens que o espírito que estava ali quando encarnado lhes dirigia. Não é possível. Meu filho não falaria isso. Não é possível. Meu marido não agiria dessa forma. Às vezes o espírito há 18, há 20 anos no mundo espiritual. E é claro que com a misericórdia divina já havia evoluído, já havia mudado. E aí nós damos um salto no livro dos espíritos e vamos até a questão 780. O progresso moral acompanha sempre o progresso intelectual. Recebe a Kardec a resposta. Decorre deste, mas nem sempre o segue imediatamente. A moral decorre da evolução espiritual. E nós vamos lembrar Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 6, o Cristo Consolador, o menor capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Todas as mensagens extremamente iluminadas, todas elas assinadas pelo Espírito Verdade e haja consolação. o Cristo consolador, o capítulo 6, quando o espírito verdade vem nos trazer a imensa consolação, lá no item cinco, ele diz em determinado momento: "Espíritas, amai-vos e instruí-vos. Esse é o principal mote para nos prepararmos para a vida futura, a vida que nós sabemos nos aguarda. Nos amar instruir, diminuir a nossa ignorância acerca dos assuntos espirituais. O código ético moral trazido por Jesus e pelos espíritos que vieram nos trazer a doutrina espírita, pede que seja implantado por cada um de nós na prática do cotidiano de nossa encarnação. Estamos tendo então a necessidade de ter novas atitudes, novos comportamentos, porque nós vamos agora tendo uma segurança de que o que realmente importa é o que nós levaremos para a vida futura. O que nós

mos tendo então a necessidade de ter novas atitudes, novos comportamentos, porque nós vamos agora tendo uma segurança de que o que realmente importa é o que nós levaremos para a vida futura. O que nós não levaremos perde imensamente a importância. E nós vamos conseguindo fazer essa diferença entre o que importa e o que é mera ilusão. Vamos sabendo a cada dia mais que não é o ter que importa, mas é o ser. não é a propriedade material, mas sim a propriedade espiritual que vai nos acompanhar. São nossas conquistas éticas e morais que nós levaremos para onde formos. Nessa turbulência em que estamos no momento vivendo, precisamos ter isso muito claro, o caminho a seguir, como foi lembrado a Alice, não podemos mais caminhar sem saber como, sem saber para onde. Com a doutrina espírita sabemos que escolhas estamos fazendo, como andam os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, os nossos interesses, o que anda nos emocionando, o que anda prendendo a nossa atenção, o que anda nos energizando. Nós já temos consciência de que, a depender do que fizermos nos próximos anos, estamos desenhando a nossa vida futura, estamos desenhando a nossa volta ao mundo espiritual e a nossa próxima encarnação. Que grande privilégio saber disso. Basta agora digerir essa verdade para, como nos ensinou, como nos aconselhou João, começarmos a ateliharmos novos itinerários. Há um ditado popular, uma coisa engraçadinha. A gente sabe que o queijo suíço é um queijo que tem muitos buracos. A gente olha um queijo suíço e vê aqueles inúmeros buracos. Por conta disso, há um ditado popular que diz: "Quanto mais queijo suíço, menos queijo suíço". Mas como pode isso? uma brincadeira, uma coisa bem humorada, nos lembrando do tamanho dos buracos do queijo. Então, ter mais queijo é ter mais buraco, é ter menos queijo. É claro que isso é uma brincadeira. Qual a lógica disso? a gente entende que é uma brincadeira, que é uma forma de relaxarmos, de pensarmos sob um ponto de vista diferente. Mas mesmo modo também o

jo. É claro que isso é uma brincadeira. Qual a lógica disso? a gente entende que é uma brincadeira, que é uma forma de relaxarmos, de pensarmos sob um ponto de vista diferente. Mas mesmo modo também o evangelho acontece, acontece quando pensamos que entendemos o evangelho, ele muitas vezes nos escapa. Temos até hoje dificuldade de entender o que Jesus nos trouxe. E Jesus sabia dessa nossa dificuldade. Em determinado momento, começou a nos contar parábolas. Está lá no capítulo 24. Não ponhais a candeia debaixo do alqueire, onde nós vamos ver a explicação porque Jesus começou a nos contar essas parábolas. Porque são histórias que ficam na nossa memória, que tocam o nosso coração, já que aquela época, como muitas vezes até hoje, ainda não temos a capacidade de tudo entender, então também ficamos na confusão dos buracos do queijo futuro, do, ô, me perdoem, do queijo suíço. O que é a vida futura? É o amanhã? É amanhã quando eu acordar? A minha vida futura é aqui ou é no mundo espiritual? Leituras e memorizações rápidas do evangelho não nos darão a compreensão que nós precisamos ter. Mas quando Jesus diz, "Meu reino não é deste mundo," diz algo fundamental que talvez agora possamos entender. O reino de Jesus como reino de Deus não é o mundo físico, como também não é o nosso mundo, como também não é a vida futura amplamente entendida. Nós vamos vir aqui à terra inúmeras vezes, mas a nossa vida maior, quando tivermos a possibilidade de lá ficar por termos já amado a tudo e a todos, é no mundo espiritual. Lá nós poderemos estar perto perto de Jesus e de todos os Cristos que com ele vivem. na luz radiante dos seres que já se fizeram puros. Quando desencarnarmos, nós normalmente temos vontade de ir para o nosso lar. Todo espírita quer ir para o nosso lar. Não há lugar para todos no nosso lar, mas não temos que nos assustar, porque como a colônia maravilhosa nosso lar, há inúmeras, há colônias sem conta que nos abrirão seus braços carinhosos para nos receber. Em uma ou outra, ainda não

lar, mas não temos que nos assustar, porque como a colônia maravilhosa nosso lar, há inúmeras, há colônias sem conta que nos abrirão seus braços carinhosos para nos receber. Em uma ou outra, ainda não conseguiremos encontrar Jesus. face a face. Ainda não temos sintonia necessária para isso. No livro Nosso lar, nós vamos ver por onde aqueles mentores todos maravilhosos desfilam que apenas veneranda. E o chamado chamado para que isso fique mais fácil para nós entendermos o chamado governador de nosso lar. Apenas os dois tinham sintonia, grandeza necessária para encontrar Jesus. Nós então vamos falar um pouco mais desse nosso irmão que nasceu numa manjedoura e se tornou esse líder e se tornou esse líder da mensagem do amor, do amor coletivo, do amor que se estende a tudo e a todos e que foi tão forte que foi o único conquistador que não passou. O mundo conheceu inúmeros conquistadores, Nero, Napoleão, Augusto e tantos outros que em alguns momentos pareciam ser os conquistadores do mundo. Todos eles, um a um, foram passando. E apenas Jesus, o conquistador diferente, ficou. ficou e jamais chefeou nenhum exército. Jamais usou capas ou sentou em tronos. Jamais ofendeu a ninguém. Aceitou ser encarcerado para ninguém, para que ninguém mais vivesse a tortura, a angústia do cárcere. É sobre esse conquistador diferente que a gente agora se debruça, esse conquistador que continua ampliando o seu império, um império que não é apenas na terra, um império que espalha amor, espalha sintonias amorosas por toda a criação divina. Nós vamos lembrar da grande capacidade de Jesus, do grande magnetismo que sua presença trazia. Jesus aos 12 anos entra no Sinédrio, o que era interditado a crianças e a jovens. Ele tinha 12 anos. Jesus fala aqueles homens cuja o cujo único requisito eram ser filhos de nobres, eram ser filhos de famílias poderosas. E Jesus os faz calar para que o ouvissem por conta de sua força magnética. Quando Jesus fala, qualquer um se cala, mesmo que não queira. E alguns ainda tão imperfeitos,

r filhos de famílias poderosas. E Jesus os faz calar para que o ouvissem por conta de sua força magnética. Quando Jesus fala, qualquer um se cala, mesmo que não queira. E alguns ainda tão imperfeitos, quando ouvem Jesus, caem. Além de se calarem, caem tal a força desse magnetismo imenso de amor do nosso mestre Jesus. Quando Judas o trai e vem se aproximando com aqueles soldados romanos, os soldados fazem uma pergunta desnecessária, porque todos sabiam quem era Jesus, mas perguntam: "Qual deles é Jesus?" Jesus responde: "Sou eu mesmo a quem vocês vieram buscar. E para que as escrituras se cumpram, é preciso que vocês me levem. Jesus se entrega sabendo da traição de Judas e de tudo o que viria à frente, de tudo o que o esperava. Vinham tirar Jesus da vida encarnada e ele se apresentam. Nós também muitas vezes traímos a Jesus e tiramos Jesus da nossa encarnação, da nossa vida. Nós vamos lembrar também que nesse momento Pedro, tão parecido conosco, desembainha a sua espada e corta a orelha do soldado chamado Malco. Jesus imediatamente o repreende, diz a ele Pedro, baina a tua espada, porque quem com ferro fere, com ferro será ferido. Jesus coloca a mão no lugar onde havia sido cortada a orelha de Malco e imediatamente o cura. Que poder é esse? Que poder é esse desse nosso mestre que nos traz uma revolução na forma de amar? que nos ensina que para sermos amados é preciso, antes de tudo, que sejamos amáveis. No sermão do monte, a página sagrada mais maravilhosa já escrita na terra, Jesus se senta num monte perto de Cafarnaum. Parece até que ao se abaixar e sentar queria mostrar que estava ali no momento se colocando na altura de cada um daqueles que ouvi, que o ouviam. E Jesus começa esse sermão com as bem-aventuranças e há uma delas sobre a qual gostaríamos de falar nesse momento. Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra. Interessantíssima. Esta bem-aventurança traz uma promessa. A promessa de que os mansos e pacíficos herdarão a terra. O melhor de tudo é nada disso

rados os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra. Interessantíssima. Esta bem-aventurança traz uma promessa. A promessa de que os mansos e pacíficos herdarão a terra. O melhor de tudo é nada disso terse apagado. O que é divino não perde a contemporaneidade. O que é divino é sempre atual. E depois de tantos séculos, é bom lembrarmos que os mansos e pacíficos, apenas eles, herdarão a terra. O evangelho nos ensina as verdades. E as verdades muitas vezes são não digeridas por nós e são desvirtuadas, não há dúvida. com ess com esse processo da transição planetária, com esse processo em que a Terra atingirá um novo formato e a humanidade que nela vier terá naturalmente também um novo formato. Não haverá lugar para violentos, para beligerantes, para pessoas, para seres que não t ainda a caridade como seu norte. Não adianta mudarmos, plasmarmos novos pontos de vista diferentes desses. Rossando Clingei, um grande explanador da doutrina, nos fala sobre a customização da fé. O que é a customização? Uma fábrica de camisetas, por exemplo, faz 10.000 camisetas brancas iguaizinhas e as vende. Mas alguém ao comprar essa camiseta branca resolve customizá-la. Então, prega um botãozinho aqui, uma florzinha aqui, um laço. Uma outra pessoa pega a mesma camiseta branca e coloca o escudo de um time. Uma outra vai colocar uma frase que gosta. Todas essas pessoas customizaram a camiseta, modificaram a camiseta original, o que é um sinal de criatividade, diferente daqueles que ainda hoje pegam o evangelho que traz em seu bojo todas as mensagens de amor, de preocupação com o coletivo, de amor amor sem discriminação e tentam mudar a mensagem de vida eterna, que é a mensagem do nosso querido mestre Jesus, falando da justiça e da sabedoria de Deus. Sabemos que na carne ou fora da carne continuaremos vivos. E o objetivo de tudo isso, dessa coisa tão grande, desse processo tão grande, é sempre a nossa melhoria íntima, é sempre conseguirmos aumentar o pequeno faço de luz que foi colocado em nós no momento de nossa

tivo de tudo isso, dessa coisa tão grande, desse processo tão grande, é sempre a nossa melhoria íntima, é sempre conseguirmos aumentar o pequeno faço de luz que foi colocado em nós no momento de nossa criação. E quis Deus que cada um, no seu tempo, do seu jeito, fosse aumentando, a ponto de seres que foram criados como nós, simples e ignorantes, terem por sua vontade, por sua força, por sua energia, por sua perseverança, terem feito tanta luz em si próprios, que hoje caminham muito, muito à nossa frente. nos ajudando, nos iluminando. A transição planetária acelerada é um momento muito especial. É um momento de aferição dos sentimentos mais íntimos que podiam até então ser escamoteados. Há tempos atrás, nós poderíamos ter a aparência de cristãos, mas aqueles discursos, aquelas visões que segregavam pessoas que chegavam a fazer um mal terrível à comunidades inteiras, estavam ainda dentro de nós. Chegou o momento diferente, o momento em que estamos sendo chamados a mostrar o que há realmente dentro de nós. Chegou o momento da aferição dos sentimentos mais íntimos. E vamos lembrar de novo do nosso querido Chico Xavier, quando em 1971, no programa chamado Pingafogo da extinta TV Tupi, vai falar sobre a nossa doutrina. Esse programa tinha normalmente 2 horas de duração e o programa de Chico, o primeiro, dura quase 4 horas e como ninguém, nenhum dos outros entrevistados, o sucesso é tão grande que ele é convidado a fazer um segundo programa. O Espiritismo tem aí um novo limiar. é popularizado rapidamente com a luz, com o conhecimento, com a bondade de Chico Xavier. Mas importante lembrarmos que logo no início do programa, imaginemos esse nosso querido, esse nosso exemplo inigualável, diz aquela plateia imensa, inclusive uma plateia que não estava ali no auditório, que assistia pela TV, que não se sentia capaz de falar pelo Espiritismo, que falava apenas do que ele tinha como certo e do que Emanuel lhe dizia. Imaginemos nós, não é? Mas nesse programa, uma das perguntas é sobre o fim dos tempos,

sentia capaz de falar pelo Espiritismo, que falava apenas do que ele tinha como certo e do que Emanuel lhe dizia. Imaginemos nós, não é? Mas nesse programa, uma das perguntas é sobre o fim dos tempos, sobre o apocalipse, não é? Eh, essa linguagem do apocalipse, nós vamos ter livros apocalípticos no Velho Testamento. Já Jeremias, Daniel, Isaías, já tem livros apocalípticos, mas o principal é de João no Novo Testamento. E o Apocalipse muitas vezes é confundido como o fim do mundo. Primeiro, as pessoas ainda achando que o mundo é apenas a terra, ignorando essa vastidão. São bilhões de corpos celestes hoje, pelo avanço da ciência, sabemos. Mas aquela época ainda se achava que a Terra era o centro do universo, que o universo era apenas a Via Láctea. E aqueles homens perguntam a Chico o que Emanuel afirmava sobre o fim dos tempos. Imaginavam o final da Terra, a destruição total da Terra. E muita gente hoje ainda sofre, ainda se apavora quando ouve, quando escuta a palavra apocalipse, lembrando que este livro, como todo o Evangelho de João, é cheio de símbolos. Chico Xavier, na sua grandeza, bondade, inteligência, serenidade nos avisa que o fim que há é o fim da maldade, é o fim do egoísmo e do orgulho, é o fim de um mundo em que a competição, a agressividade ainda estão no meio de nós. E muito importante, diz ele naquela época que Emanuel avalia que mais ou menos no ano de 2057 a Terra chegaria a um mundo em regeneração. Não já regenerado, mas um mundo em regeneração. Um mundo em que a humanidade que estará nele será uma humanidade de convalescentes, cansados de tanto sofrer, cansados de tanto ir e voltar ao mundo espiritual, uma série enorme de espíritos, tomara que estejamos incluídos, estará aqui na terra com o único desejo de se iluminar. Nos alertam então os espíritos que o momento de mudarmos a nossa postura perante a vida é esse. Chegou o momento de realmente entendermos que sofremos. Sofremos apenas por cada imperfeição que alimentamos em nós. O objetivo sempre é

ue o momento de mudarmos a nossa postura perante a vida é esse. Chegou o momento de realmente entendermos que sofremos. Sofremos apenas por cada imperfeição que alimentamos em nós. O objetivo sempre é nos orientar para que da próxima vez, voltando ao mundo espiritual não sintamos o que tantas vezes sentimos, o arrependimento tardio. Podemos agora traçar novos itinerários. Podemos agora aproveitar a doutrina espírita, a certeza da vida futura, para nos tornarmos aqueles seres que ainda imperfeitos, já se sabendo nessa condição, trabalham arduamente, diariamente para se transformar. Nós espíritas já somos conhecidos pela capacidade de praticar a caridade material, embora a façamos ainda de forma muito incipiente, mas não somos conhecidos pela nossa transformação moral. que possamos cerrar fileiras no único combate que vale a pena, o combate íntimo, o combate das nossas dificuldades espirituais. A doutrina espírita vem rasgar os véus, os véus de ignorância que cobriam o nosso espírito, nos fazendo ser indiferentes ao sofrimento do outro, nos fazer ser imensamente orgulhosos, imensamente egoístas. Mas a vinda de Jesus, a sua mensagem, o seu nascimento na manjedoura e o seu desencarne logo após a sua volta, mostrando que a vida futura é essa realidade que a todos nós contempla, rasgando esses véus, nós vamos agora caminhando com mais possibilidades de fazer já agora, de trilhar já agora novos caminhos, porque sabemos que estamos desenhando nossa próxima volta ao mundo espiritual, onde nossa consciência vai nos mergulhar num céu de esperanças e alegrias ou num lugar triste. de remorços e culpas, nos fazer mais perseverantes, enxergar o futuro, o futuro como uma promessa de cada um de nós, de se tornar a cada dia um verdadeiro cristão. Muito obrigada. Que Jesus seja recebido no nosso espírito, que Jesus seja recebido nos nossos lares, para que nos façamos a cada dia mais aptos a lidar com a nova realidade, a realidade a que somos agora convocados do trabalho que vai nos fazer

osso espírito, que Jesus seja recebido nos nossos lares, para que nos façamos a cada dia mais aptos a lidar com a nova realidade, a realidade a que somos agora convocados do trabalho que vai nos fazer Um dia, verdadeiros cristãos. Muito obrigada. Que Jesus chegue a cada um de nós, que nos abramos para essa aproximação, porque quando nos abrimos para essa aproximação, Jesus chega, pega as nossas mãos ainda tão frágeis, enxuga as nossas lágrimas e nos dá a certeza de que o nosso futuro está resguardado. pela misericórdia divina. Muito obrigada.

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