VIDA FUTURA - Vera Orphão [PALESTRA ESPÍRITA]
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Olá, meus amigos da nossa casa querida da comunhão espírita de Brasília. Vamos hoje pensar um pouco sobre a vida futura. E para começar a falar dessa certeza que a doutrina dos espíritos nos traz, eu vou começar a ler um pequeno trecho de um livro especialíssimo chamado Obreiros da Vida Eterna, quarto livro da coleção A vida no mundo espiritual, também conhecida como a coleção André Luiz, nós começamos a coleção com o livro Nosso Lar. Terminamos com o livro e a vida continua. E muitas vezes nós não nos damos conta de que todos os prefácios dessa obra maravilhosa são escritos por Emanuel. Esse, como outros, são prefácios que apenas eles já dariam conta de grandes estudos. um livro de 1946, cujo título do prefácio é um título que chama a atenção, um título primoroso que se chama Rasgando os véus, diz o nosso querido Emanuel, o homem moderno, pesquisador da estratosfera. e do subsolo, esbarra ante os pórticos do sepulcro, com a mesma aflição dos egípcios, dos gregos e dos romanos, de épocas recuadas. Que coisa interessante, que observação que só espíritos como Emanuel seriam capazes de fazer. O homem moderno, pesquisador da estratosfera. Isso lá em 1946. Esbarra ante os pórticos do sepulcro com a mesma aflição dos egípcios, dos gregos e dos romanos de épocas recuadas. Os séculos que varreram civilizações e refundiram povos não transformaram a misteriosa fisionomia da sepultura. Minelenário ponto de interrogação, a morte continua ferindo sentimentos e torturando inteligências. Então aqui sob esse título maravilhoso rasgando véus é Emanuel que nos lembra: ninguém morre. O aperfeiçoamento prossegue em toda parte. A vida renova, purifica e eleva os quadros múltiplos de seus servidores, conduzindo-os vitoriosa e bela a união suprema com a divindade. que ou além, o homem é fruto de si mesmo e que as leis divinas são eternas organizações de justiça e ordem, equilíbrio e evolução. Em seguida, no capítulo um, começa André Luiz, psicografado pelo nosso querido Chico Xavier, num outro título também
as leis divinas são eternas organizações de justiça e ordem, equilíbrio e evolução. Em seguida, no capítulo um, começa André Luiz, psicografado pelo nosso querido Chico Xavier, num outro título também que define muito convite ao bem. Então, rasgando os véus. Que beleza. Essa frase tem me tocado muito. Eu tenho pensado muito nessa frase porque ela define com muita clareza o que faz a doutrina espírita com cada um de nós. Que véus são esses rasgados? Os véus da ignorância, os véus que nos mantém presos a opiniões encarceradas, os véus que nos trazem medos, angústias, ansiedades diante de assuntos, diante de fatos naturais, a seres imperfeitos, encarnados ainda no mundo de provas e expiações e que precisam ampliar os seus pontos de vista. Capítulo 2 do Evangelho segundo o Espiritismo. Meu reino não é deste mundo. Item 5, 6 e 7. O ponto de vista. O item cinco, já no começo dele, nos diz tudo. O simples fato de sabermos que somos filhos amados de Deus, o simples fato de sabermos dos processos misericordiosos das vidas sucessivas devem fazer com que os nossos pontos de vista se ampliem. Lembrando-nos esse falar de Emanuel, que o evangelho tem como função rasgar esses véus. Que coisas? O que nos ocultam esses véus? Vemos então a necessidade, a importância de alargar os nossos horizontes de nossa vida agora e na eternidade, quando temos a certeza da vida futura. Que grande bênção termos essa certeza. A grande maioria da humanidade, conhecedora da estratosfera, lembra ele, das profundezas do subsolo, ainda não consegue rasgar esses velos. E quando lembrei que o livro é de 1946, vou lembrar da atualidade dele até hoje. O que é divino não perde a atualidade. Humanidade, quando se trata de pensar na morte, esbarra ainda com a angústia da dor, com a dúvida, com o sofrimento, assim como as civilizações de 2000, de 3.000 anos antes. Caminhamos tecnologicamente enormemente, mas moralmente caminhamos a passos de formigas. Quantas pessoas na Terra ainda limitam a vida ao espaço temporário entre o berço e o túmulo? São
00 anos antes. Caminhamos tecnologicamente enormemente, mas moralmente caminhamos a passos de formigas. Quantas pessoas na Terra ainda limitam a vida ao espaço temporário entre o berço e o túmulo? São milhões e milhões de pessoas. Ainda que professando algumas religiões, a maioria que fala da vida eterna, ainda vem o desencarne como um grande mistério. E é preciso decifrar esse mistério que ainda nos inspira terror. Nós não imaginamos com a dúvida sobre o desencarne. Esse processo necessário transformador dá origem a uma série de angústias, de ansiedades, de síndromes do pânico aqueles que ainda não rasgaram os véus. Quando limitamos nossa vida a esse pequeno espaço entre berço e túmulo, nós também ficamos muito a quem do que deveríamos no mundo das ideias. Nossas ideias, nossos horizontes precisam ser ampliados. A nossa visão de medo reflete nos nossos valores, nos nossos hábitos, na maneira como lidamos e nos comportamos uns com os outros. Essa é uma questão central. E prossegue, Emanuel, os séculos que varreram civilizações e as refundiram, ainda não foram capazes de tocar as nossas mentes. Quantas inteligências ainda se torturam por ainda não entender esse processo natural da vida corpórea, que é a morte. A única certeza que todos nós temos, todos nós encarnados, é que chegará o dia do desencarne. Mas paradoxalmente é a maior dúvida, é a maior angústia. Nas nossas casas espíritas, quando fazemos o atendimento fraterno, não é incomum encontrarmos pessoas de variadas idades, de variadas eh estruturas sociais que temem a morte como algo trágico, como algo terrível. Emanuel então nos convida a pensar sobre esse processo que precisa ser melhor entendido e a partir desse esforço as consequências que virão. Porque conforme vou entendendo esse processo, eu naturalmente me liberto de uma série de visões erradas acerca da vida, dos fatos das pessoas, acerca do que viemos cada um de nós mais uma vez fazer aqui um entendimento mais amplo, um melhor aprendizado, um melhor
e liberto de uma série de visões erradas acerca da vida, dos fatos das pessoas, acerca do que viemos cada um de nós mais uma vez fazer aqui um entendimento mais amplo, um melhor aprendizado, um melhor aproveitamento do tempo que estamos aqui na Terra. E nós vamos lembrar agora do querido Leonir, conhecido como filósofo do Espiritismo, que em seu primeiro livro chamado Depois da Morte, logo a introdução, isso é importante a gente lembrar, ver o humano desse ser iluminado, ele dedica essa obra aqueles que cansaram de viver como cegos, aqueles que têm vontade de buscar algo além. E também leva essa sua ajuda, diz ele, aos aflitos e aflitas da terra, aos filhos e filhos do povo, para quem o vento da diversidade é mais frio. Para aqueles que têm horizontes mais duros, para aqueles para quem a jornada é mais áspera, quer trazer com o livro novas esperanças, novos horizontes. Diz ele assim: "A morte é o ponto de interrogação entre nós, sempre colocados, a ponto de que se ligarão questões sem conta." Lembrando deste livro brilhante, Depois da Morte, nós vamos fazer uma pequena interpretação dele. Nós vamos lembrar que nas quatro primeiras partes, o livro é dividido em cinco. O filósofo se dedica a temas científicos e filosóficos da doutrina espírita. Ele fala sobre o conhecimento da vida espírita, o conhecimento da vida futura, a pluralidade das existências, os mundos habitados e dedica de forma especial a última parte dessa obra para falar da transformação moral da Terra. a parte mais bonita obra que é chamada o caminho reto. Tudo, absolutamente tudo o que nos é trazido por ele nas quatro primeiras partes não será útil se não transformar nossa vida presente numa vida mais reta, em uma vida antes da morte. que vai se fazendo cada vez mais harmonizada com a lei divina. Quando eu resolvo a questão central do natural processo de desencarne, eu resolvo questões sem conta no meu psiquismo. A morte não é o fim. Sabemos disso. A morte, não sendo o fim, faz a preocupação e o terror que nos trazia serem
ntral do natural processo de desencarne, eu resolvo questões sem conta no meu psiquismo. A morte não é o fim. Sabemos disso. A morte, não sendo o fim, faz a preocupação e o terror que nos trazia serem ressignificados. Do que decorre isso? De onde viemos? Para onde vamos? Qual o propósito da vida? Do que decorre tudo isto? Quantos sistemas filosóficos já foram construídos para tentar entender esse processo? Com a doutrina espírita, que é luz, que é amor, que é caridade, conseguimos transformar palavras do pensamento, conforme vamos saindo dos umbrais da dúvida, os pórticos da morte. Nós vamos entendendo a vida como algo que transcende em muito essas nossas visões antigas quando são rasgados os véus. No Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 2, meu reino não é deste mundo. Nos itens 5, 6 e 7, há um três mensagens chamadas o ponto de vista. Lembro desse momento porque o subitem do capítulo dois é a vida futura. A vida futura é essa certeza trazida pela nossa bendita doutrina. Temos tratado em muitas obras espíritas e antes por nosso mestre Jesus ao nos dar mostras concretas. da existência da vida futura. Quando no livro Boa Nova, por exemplo, Chico Xavier e Humberto de Campos, no capítulo 22, chamado A mulher e a Ressurreição, nos fala da escolha de nosso mestre Jesus de aparecer primeiro a Maria de Magdala, por sua fé ardente e seu testemunho de transformação. Que beleza. Deus não erra, Deus não improvisa. Jesus, como seu filho maior, tudo o que fez tinha o propósito de nos ensinar. Então, naquele momento tão especial, ele escolhe Maria de Magdala como grande exemplo de conversão para aparecer primeiro a ela. que é Ernest Renan, um historiador e filósofo francês que nos pergunta em uma de suas obras: "Onde está o sábio da terra que já deu ao mundo tanta alegria quanto a carinhosa Maria de Magdala?" É coisa para nós pensarmos, é coisa para nós refletirmos e para irmos melhorando essas nossas visões que nos afastam da lei divina. Como também no capítulo um do livro O
a carinhosa Maria de Magdala?" É coisa para nós pensarmos, é coisa para nós refletirmos e para irmos melhorando essas nossas visões que nos afastam da lei divina. Como também no capítulo um do livro O céu e o inferno, um livro de 1865. como tudo que é divino não perde sua atualidade, cujo título é essa partezinha, o futuro e o nada. E aí o nosso querido mestre Kardec faz algumas perguntas no item um. Diz ele: "Nós vivemos, nós pensamos, nós agimos. Eis o que é positivo, eis o que é certo, e nós morremos, o que não é menos certo. Mas ao deixarmos a terra, para onde iremos? No que nos transformaremos? Estaremos melhor ou pior? Seremos ainda nós mesmos ou não mais o seremos? Ser ou não ser é a alternativa. Ser para todo sempre ou nunca mais ser. Tudo ou nada. Viveremos eternamente ou tudo estará acabado para sempre? Vale a pena pensar em tudo isso? Com certeza. Certamente vale a pena pensar em tudo isso. Para o materialista não há questionamento. A vida é apenas o presente. E aqui eu vou lembrar de um brilhante argumento do nosso querido Bezerra de Menezes, quando se declarou espírita naquela época em que o Espiritismo era ainda cercado de mais preconceitos, ele diz em público: "Me apresente uma só pessoa a quem o materialismo tenha feito bem". É verdade que se nos apresentem alguém, alguém a quem o materialismo tenha curado de dúvidas, de angústias, de inseguranças terríveis. Lembramos também da literatura universal num livro infantil conhecido pelo mundo todo. O livro se chama Alice no país das maravilhas. Nós lá nesse livro, que é um livro mágico, cheio de símbolos, vamos ver um diálogo entre Alice, a principal personagem que caminhava com um gato, um gato que passa, um gato que ela não conhece. Ela caminhava, esse gato aparece e o gato lhe pergunta: "Para onde você vai?" Ela responde: "Não sei, não sei para onde vou." O gato então lhe diz: "Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Ou não sabe para onde vai, ou sabe. Se não sabe, o vento empurra você para qualquer
de: "Não sei, não sei para onde vou." O gato então lhe diz: "Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Ou não sabe para onde vai, ou sabe. Se não sabe, o vento empurra você para qualquer lado e aí tanto faz. Quando nós também não sabemos para onde vamos, tanto faz qualquer caminho. Por isso é tão importante refletir sobre o caminho que seguiremos. É necessário pensar sobre o que nos aguarda no futuro. Qual será o nosso destino, a vida futura, a partir da doutrina espírita, é uma certeza. Uma vez criados por Deus, jamais deixaremos de existir. A vida não cessa nunca, como nos diz André Luiz, a verdade nos libertará. A verdade hoje é acessível a todos nós, mas ela precisa ser acessada. Precisamos estudar a doutrina. Precisamos nos aprofundar nesse conhecimento maravilhoso, libertador, terapêutico. Nós estamos aqui onde moro, relendo o livro Nosso Lar e muitas vezes as pessoas não entendem a necessidade de reler essas obras. Essas obras maravilhosas foram nos trazidas de forma romanceada. Nós muitas lemos, muitas vezes as lemos ligeiramente como um romance, esquecendo de nos aprofundar. Por isso, uma segunda leitura dessas obras é tão importante. Há pouco tempo aqui no nosso grupo, no início do no meio do livro, nós fomos surpreendidos com uma com uma informação que talvez há muitos de nós tenha passado despercebida. a informação de que abaixo da colônia nosso lar, ainda mais próxima da crosta terrestre, há uma outra morada espiritual chamada moradia, onde encarnados e desencarnados, sempre vivos, estão lá num processo ainda mais inicial. e que apenas quando fazemos essas leituras mais concentradas, somos capazes de refletir. Na questão número 132 do livro dos espíritos, Kardec pergunta a esses seres qual o objetivo da encarnação? recebe como resposta: Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Fundamental lembrar que esta encarnação, esta situação está sendo vivida em um momento em que a transição planetária está no seu ápice. Chegou o momento da
ão com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Fundamental lembrar que esta encarnação, esta situação está sendo vivida em um momento em que a transição planetária está no seu ápice. Chegou o momento da aferição dos sentimentos mais íntimos. Não há mais lugar para disfarces. Não há mais lugar para hipocrisia, para o jogo de aparências. Nos são apresentadas mais uma vez a porta estreita e a porta larga. A porta larga é a porta da materialidade, do orgulho, do preconceito, da indiferença pelo sofrimento do outro. A porta estreita é a porta da espiritualidade, do perdão, do acolhimento à porta da reforma íntima. Para atravessar a porta estreita é preciso um regime, um regime espiritual, um regime ético moral, nos desapegar de vícios físicos, de vícios morais, nos desapegar de opiniões encarceradas. Eu queria fazer um adendo aqui e contar para vocês que na minha necessidade hoje em dia mais premente de mim se mesmar, eu às vezes fico dois dias em casa fazendo leituras, pensando no meu processo, porque cada um só dará conta do seu próprio processo de evolução. E nesses dias, depois de vários exercícios, eu tive um sonho, um sonho muito especial, que tenho certeza que me foi um presente dado pelo meu mentor espiritual, em que ele me mostrava a porta estreita, a porta larga, me mostrava a minha opção por sair pela porta larga. E imediatamente saindo por essa porta, a escuridão se fez. Eu comecei a ver alguns quadros tristes, não tão tenebrosos, mas quadros tristes. E no final, pouco antes de acordar, o meu mentor me fez uma pergunta que é a razão de eu dividir isso com vocês? Porque eu acho que é uma pergunta que deve ser feita por todos nós. Com que sentimentos queremos chegar ao umbral? Fundamental, porque não adianta fazermos trabalhos nas nossas casas espíritas. Não adianta dar palestras, estudar, fazer caridade material e moral, embora tudo isso seja fundamental. Mas o cerne da nossa questão com a qual estaremos um dia de frente é: Que tipos de sentimentos levaremos na nossa próxima ida a umbral.
er caridade material e moral, embora tudo isso seja fundamental. Mas o cerne da nossa questão com a qual estaremos um dia de frente é: Que tipos de sentimentos levaremos na nossa próxima ida a umbral. É um processo muito difícil às criaturas que limitam suas vidas a chegada ao túmulo e mesmo a muitos de nós, porque fica quase natural se apegar a tudo que exista antes do túmulo, esquecendo os legítimos valores que subsistem à morte. São esses valores que vão nortear os sentimentos que levaremos à nossa próxima ida umbral. Desconhecendo a vida futura, desconhecendo a vida que transcende a morte, a criatura humana se lança, se apega a tudo que é transitório, a tudo que é impermanente. Quando desconhecemos o maior, quando desconhecemos, a nossa alma se aferra a um processo de quase defesa a tudo que para nós vai representar a escolha da porta estreita. É necessário então refletir sobre a vida maior, trazendo menos desilusão aqueles que se apegam ao que é transitório, construindo muitas vezes a sua paz sobre terrenos que são mera areia movediça. Vamos aprendendo a fazer a diferença entre o que importa e o que não passa de ilusão. Não é o ter, é o ser. Não é a propriedade material, mas a propriedade espiritual. As conquistas éticas e morais que levamos e levaremos para onde formos. Que escolhas estamos fazendo? Um bom momento de nos ensismarmos é fazer esse tipo de pergunta: que escolhas estamos fazendo? Vivemos tantas dinâmicas, tantas relações, tantos problemas. Por que nos preocuparmos com a vida futura? Já temos consciência do que a depender do que fizermos hoje, do que fizermos nos próximos anos, estamos desenhando nossa próxima volta ao mundo espiritual. Estamos desenhando nossa próxima encarnação. Leituras rápidas do Evangelho nos dão muitas vezes a impressão de tudo entender. Quando encontraremos Jesus? Será que temos ainda a ilusão de que ao desencarnar já teremos vibração necessária para esse encontro maravilhoso? Com certeza nenhum de nós. Lembrando de novo do livro Nosso Lar, lá nós ficamos
esus? Será que temos ainda a ilusão de que ao desencarnar já teremos vibração necessária para esse encontro maravilhoso? Com certeza nenhum de nós. Lembrando de novo do livro Nosso Lar, lá nós ficamos sabendo que no meio de tantos trabalhadores maravilhosos que se dedicam há tantos anos a ajudar aos seus irmãos, apenas o governador de nosso lar e a grande veneranda já conseguiram se avistar de com Jesus. E são seres tão puros, tão iluminados, tão avançados que não comentam isso com ninguém. Nós vamos então alargando os nossos horizontes e caminhando cada vez melhor para o que a vida futura nos trará. Com todas as certezas que a doutrina espírita nos traz sobre a sobrevivência da alma ao desencarne, sobre os processos divinos das vidas sucessivas, a vida futura não é mais uma dúvida e precisa agora ser tratada de uma forma mais coerente. Vamos alargando os nossos horizontes, vamos caminhando cada vez melhor para o que a vida futura nos trará. Ela nos trará o resultado do uso do nosso livre arbítrio. Apenas os que têm sua fé concretizada, como os primeiros cristãos, tem força de descer aos circos para serem devorados por feras, cantando e rezando. E antes, e se antes aqueles que seriam massacrados tinham que se declarar na frente de César. Ave César, aqueles que vão morrer, te saúdam e te glorificam. Os cristãos viriam a dizer, os verdadeiros cristãos, aqueles que tinham a fé embasada, aqueles que tinham uma fé concretizada, passam a descer aos circos sem nenhum temor, rezando, agradecendo a Deus a espiritualidade, se prostrando na frente de César e dizendo: "Ave Cristo, os que vão viver para sempre te saúdam, porque sabiam que o corpo tombaria e o Cristo os aguardava." A certeza da vida futura é a causa dessa nossa transformação. A certeza da vida futura, tantas vezes demonstrada, nos traz essa nossa nova visão sobre o tudo o que nos acontece, sobre o que viemos mais uma vez fazer aqui, aquela receita de Emanuel há tanto tempo nos traz. voltar ao próximo túmulo melhor do
trada, nos traz essa nossa nova visão sobre o tudo o que nos acontece, sobre o que viemos mais uma vez fazer aqui, aquela receita de Emanuel há tanto tempo nos traz. voltar ao próximo túmulo melhor do que chegamos no último berço. Bendita doutrina espírita, bendito consolador prometido, que nos faz ansiar pela própria transformação. Sabemos agora que não transformaremos a ninguém. Sabemos agora que a nossa grande luta é com o nosso íntimo, nos liberar de visões erradas e antigas acerca das pessoas, dos fatos e da própria vida. tirar de nós essas opiniões encarceradas que trazemos a muitas encarnações alimentadas pelo orgulho e pelo egoísmo, e nos fazer a cada dia seres mais coerentes com a doutrina que abraçamos. Não basta adotar a doutrina espírita. É preciso digeri-la. Nós vamos ver aquele momento em que Jesus, cercado dos seus mais próximos seguidores, os disse: "É preciso que se convertam". Mas como aqueles homens não eram convertidos, absolutamente aqueles homens tinham feito a adesão à doutrina do mestre, como a maioria de nós que conhece a doutrina do mestre há muitas encarnações, aderiu aos seus exemplos maravilhosos, mas ainda não se converteu. Que a certeza da vida futura nos dê mais instrumentos para trabalhar a urgente conversão aos ensinos do Mestre, onde toda agressividade, onde todo o orgulho, a vaidade, onde toda a indiferença pelo sofrimento do outro serão banid do nosso íntimo. Que o conceito de vida futura seja esse instrumento a alavancar o trabalho que tantas vezes viemos fazer, mas que deixamos de lado. Muito obrigada. Que Jesus ilumine os nossos lares. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,
ficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra
inais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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