VIDA FUTURA - Vera Orphão [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/08/2025 (há 7 meses) 38:46 271 visualizações

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Transcrição

Espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz de boa tarde, meus amigos. Sejam todos encarnados e desencarnados bem-vindos a essa casa de amor e de caridade. Nessa casa, as nossas maiores angústias, as nossas maiores ansiedades são tratadas, vão se diluindo e a nossa encarnação, mesmo que no mundo de provas e expiações, se torna uma encarnação cada vez mais leve. Agradeçamos a toda a espiritualidade aqui presente, a Alan Kardec, nosso grande mestre, a Jesus. E vamos começar essa nossa pequena reflexão. Vamos procurar uma posição confortável, fechar os nossos olhos, abrir os nossos corações para todas essas bênçãos que são derramadas sobre nós a cada momento que estamos na terra. Nesse momento, Mestre Jesus, queremos lembrar aquele instante glorioso quando o cego Bartimeu lhe procurou, pedindo que o curasse. Após confirmar que queria ser curado, tu, Mestre, com a tua luz imensa e o teu domar, passastes as mãos sobre aqueles olhos, e todos em volta viram que daqueles olhos caíam escamas e escamas, fazendo com que Bartimeu voltasse a enxergar. Nós todos, como Bartimeus modernos, também pedimos a ti, Senhor, tira de nós a dificuldade de ver. Ajuda-nos a caminhar na tua direção, porque sabemos hoje que apenas caminhando na tua direção, seremos realmente felizes. Que Jesus abençoe a cada um de nós e aos nossos lares. Para começar, eu vou ler uma pequena mensagem que está no livro chamado Atenção, psicografia de Chico Xavier, do médium excelente pelo espírito a quem se deu o nome de Emanuel. A mensagem de número 19 diz assim: Vida e futuro. Se o mundo não estivesse aguardando profissionais competentes e do progresso, não se entenderia o esforço da escola. Para que? Professores e pesquisas, disciplinas e exercícios se não houvesse o futuro. De certo modo, sucede o mesmo com a vida no plano físico e na vida além da morte. Reconhecendo-se que a espiritualidade superior espera criaturas habilitadas a concurso efetivo na construção do mundo melhor, observa-se claramente o

om a vida no plano físico e na vida além da morte. Reconhecendo-se que a espiritualidade superior espera criaturas habilitadas a concurso efetivo na construção do mundo melhor, observa-se claramente o imperativo de tribulações e dificuldades, problemas e conflitos nas áreas do homem ante a função da existência terrestre como recurso de aperfeiçoamento. É por isso que nós outros, os amigos desencarnados volvemos ao intercâmbio espiritual, a fim de solicitar paciência e coragem aos irmãos corporificados na terra. Se te veis engajado numa tarefa que se te afigure superior às próprias forças, suporta com serenidade os deveres que te cabem, evitando reclamações e queixas que simplesmente se te fariam mais espinhoso o caminho a percorrer. Se convives com familiares doentes ou perturbados, abençoa-os e assiste-os com bondade e tolerância, indagando de ti mesmo, se não estarás ao lado daqueles mesmos irmãos que, em instâncias do passado, terás talvez atirado à sombras da doença e do desequilíbrio. carregas compromissos que te parecem excessivamente pesados e que tomaste sem lhes sopesar as consequências. Permanece neles sem rebeldia, para que não te responsabilizes por lesões e prejuízos no coração dos outros. Se sofres num corpo enfermiço ou se adquiriste moléstias ou inibições dificilmente reversíveis, suporta com calma semelhantes constrangimentos, procurando reconhecer que te encontras nos resultados de tuas próprias escolhas em passadas reencarnações, em qualquer prova na qual porventura te encontres, arma-te de paciência e coragem e não abandones as obrigações que te competem. Certifica-te de que o suicídio é sempre calamidade contra quem o executa. A morte como aniquilamento do ser não existe. E a vida hoje para cada criatura será amanhã a continuidade dessa mesma vida com tudo aquilo que a criatura faça de si. Lido esse texto, nós começamos mais uma vez a pensar sobre a nossa bendita doutrina espírita, que é luz, que é amor, que é caridade, que nos liberta daquelas visões antigas

que a criatura faça de si. Lido esse texto, nós começamos mais uma vez a pensar sobre a nossa bendita doutrina espírita, que é luz, que é amor, que é caridade, que nos liberta daquelas visões antigas e erradas. acerca das pessoas, dos fatos e da própria vida e que vai fazendo com que os nossos horizontes se ampliem paulatinamente. A doutrina espírita matou a morte. Através da doutrina espírita. Sabemos que a morte, como antes nos era apresentada, não existe. Sabemos que uma vez criados por Deus, jamais deixaremos de existir. e que essa existência a cada encarnação vai sendo liberada de dificuldades pesadas, porque a lei do progresso nenhum de nós escapa. motivo de alegria, motivo de contentamento, de paz e serenidade para cada um de nós quando temos acesso à bendita doutrina. Nós vamos falar hoje sobre um assunto fundamental, sobre um assunto central, que é a vida futura. Se nós sabemos que o espiritismo matou a morte, se nós sabemos que uma vez criados por Deus jamais deixaremos de existir, a vida futura se torna uma certeza, uma certeza extremamente terapêutica, nos alargando os horizontes, nos tirando o peso. que antes carregávamos. Tudo toma uma nova feição diante da certeza da vida futura, da vida que nunca se esgota. Temos apenas uma vida, inúmeras existências na carne, com o objetivo de cumprir aquela receita que Emanuel nos trouxe há mais de 60 anos. Chegar ao próximo túmulo melhor do que chegamos no último berço. A certeza da vida futura é uma consequência natural. do ensino dos espíritos trazidos, codificados por Kardec, por todos os continuadores de sua obra. Então, nós vamos falar desse conceito especialmente consolador e que deve também ser moralizador da vida futura. Eu começo essa nossa conversa. Lembrando do trabalho primoroso de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, especialmente na série chamada Vida no mundo espiritual. Alguns a chamam a de série André Luiz. São 13 livros começando com o nosso lar. O 13º é: "E a vida continua". E nós vamos por 11 desses 13 livros,

ecialmente na série chamada Vida no mundo espiritual. Alguns a chamam a de série André Luiz. São 13 livros começando com o nosso lar. O 13º é: "E a vida continua". E nós vamos por 11 desses 13 livros, lendo uma primeira vez de forma romanceada a verdade sobre essa vida futura. E a gente sempre aconselha que se passe a uma segunda leitura mais maduros para aí sim estudar a profundidade desses conhecimentos. Conhecimentos que não são conhecimentos quaisquer. Não estamos tendo aula de de matemática, de geografia, não. Estamos tendo aula da vida futura. Estamos tendo aula do nosso destino que vai sempre sendo adocicado pela misericórdia divina. Estamos tendo aula, estamos recebendo ferramentas para fazer o que viemos fazer tantas vezes a nossa reforma íntima. Nessa coleção de livros, quantas pessoas começaram, se tornaram espíritas, se tornaram simpatizantes do Espiritismo após ler a primeira obra chamada Nosso Lar. Mas eu quero começar esse essa nossa reflexão pensando e citando algo interessante que nós muitas vezes, apesar de lermos toda a coleção, não nos chamou a atenção. Toda essa coleção maravilhosa tem os seus prefácios escritos por Emanuel. É Emanuel, que a cada um desses volumes vem nos trazer prefácios de uma profundidade imensa. Nós poderíamos fazer cursos, estudos que se limitassem a estudar esses prefácios desse nobre mentor que tem um conhecimento e uma misericórdia sem fim para nos ajudar nesse caminhar. Para esse tema, o tema da vida futura, eu escolhi citar apenas alguns trechos do prefácio do quarto livro da série, cujo título é Obreiros da Vida eterna. Faço também uma indicação rápida. Quem também quiser ler um outro prefácio muito especial, vá até o sexto livro chamado libertação, quando Emanuel, mais uma vez, no seu prefácio nos traz a história do peixinho vermelho, uma história oriental antiguíssima, que como tudo que Emanuel faz chegar a nós, nos ajuda nesse caminhar de séculos e séculos que talvez agora nessa encarnação possa ser um caminhar mais produtivo.

o, uma história oriental antiguíssima, que como tudo que Emanuel faz chegar a nós, nos ajuda nesse caminhar de séculos e séculos que talvez agora nessa encarnação possa ser um caminhar mais produtivo. Então nós vamos começar, eu vou citar alguns pequenos pequen algumas pequenas frases de que é para mim o melhor dos prefácios. Começando com o nome, com o título que Emanuel coloca. Que nome é esse? O que nos diz esse nome do prefácio de Emanuel? Diz: Rasgando véus. Que beleza, que profundidade, a quantos pensamentos, a quantos sentimentos nós podemos ter acesso agora quando somos lembrados que a doutrina espírita rasga véus. Os véus normalmente encobrem algo, os véus escondem algo. Nós sabemos que pela misericórdia divina, por esse correr inúmero de inúmeros séculos, chegou o momento das grandes revelações. já estamos um pouco mais maduros para que esses véus sejam levantados, sejam rasgados. Então, inúmeras inúmeras coisas que vinham encarnação após encarnação, por falta de preparo nosso, sendo veladas pelos véus, agora podem ser reveladas para cada um de nós. E começa esse nosso querido Emanuel dizendo algo que para mim é uma descoberta até hoje. Diz Emanuel, o homem moderno. Nós vamos lembrar que esse livro é de 1946. Até eu sou mais nova do que esse livro. Mas o que é divino, vamos sempre lembrar. O que é divino não perde a contemporaneidade. Então, 1946, Emanuel nos traz rasgando véus e começa dizendo: "O homem moderno, pesquisador da estratosfera e do subsolo, esbarra ante os pórticos do sepulcro, com a mesma aflição dos egípcios, dos gregos e dos romanos de épocas recuadas. Se nós pensarmos o quanto caminhamos daquela época, daquelas épocas, aquelas épocas em que mesmo nós já estivemos por aqui, já estávamos por aqui ocupando outros corpos, respirando á de outras latitudes, vivendo outras experiências sempre mais grosseiras, porque mais grosseiros éramos. Quando nós lembramos disso e lembramos do enorme enorme progresso tecnológico que aconteceu, essa constatação de Emanuel nos faz

ras experiências sempre mais grosseiras, porque mais grosseiros éramos. Quando nós lembramos disso e lembramos do enorme enorme progresso tecnológico que aconteceu, essa constatação de Emanuel nos faz pensar, apesar de todo esse avanço tecnológico, quando nos deparamos com o assunto morte para nós espírita, espírita chamado de desencarne. Nós muitas vezes estamos como aqueles antigos egípcios, como aqueles antigos romanos. Muitas vezes caminhamos intelectualmente, muitas vezes caminhamos tecnologicamente, mas a grande diferença entre esse caminhar e o caminhar espiritual traz para nós essa defasagem entre o homem tecnológico e o homem espiritual. Continua ele. Os séculos que varreram civilizações e refundiram povos não transformaram a misteriosa fisionomia da sepultura. milenário, ponto de interrogação. A morte continua ferindo sentimentos e torturando inteligências. Quando nós fazemos atendimento fraterno aqui na casa, em outras casas espíritas, não é incomum encontrarmos pessoas de diferentes situações, de diferentes formações, sofrendo pela certeza do desencarne. Esse sofrimento é por conta do véu que ainda não foi rasgado. Mas Jesus nos avisou há muito tempo que a verdade nos libertará. A verdade, através da doutrina espírita está acessível a cada um de nós. Mas é preciso ser acessada, é preciso que nos esforcemos. É preciso que usemos de ação para dar conta de tudo isso que nos é trazido há tanto tempo e que vai nos curando física e espiritualmente. Vou ler só mais um pedacinho. A vontade é ler tudo, mas para não ser tão chata, vou ler só mais um pedacinho. diz ele. O espiritismo começou o inapreciável trabalho de positivar a continuação da vida além da morte, fenômeno natural do caminho de ascensão. Esferas múltiplas de atividade espiritual interprenetram-se nos diversos setores da existência. Pulo de novo para apenas uma frase. Ninguém morre. O aperfeiçoamento prossegue em toda parte. A vida renova, purifica e eleva os quadros múltiplos de seus servidores,

s diversos setores da existência. Pulo de novo para apenas uma frase. Ninguém morre. O aperfeiçoamento prossegue em toda parte. A vida renova, purifica e eleva os quadros múltiplos de seus servidores, conduzindo-os. vitoriosa e bela a união suprema com a divindade. Nesse dia em que chegarmos à perfeição relativa das criaturas, viveremos a felicidade real, que para nós hoje ainda é pura intuição. Vamos seguindo a certeza da vida futura. O Espiritismo nos traz todas essas certezas. O espiritismo rasga os véus. rasgando os véus, diminui a nossa ignorância acerca dos assuntos espirituais, nos ajudando e nos lembrando que o evangelho tem como função abrir essas novas visões. Que coisas são essas que os véus nos ocultavam até hoje? vemos a necessidade premente de entender isso, de ter acesso a essas revelações. E nós vamos tendo essas revelações, usando o nosso livre arbítrio, usando o tempo, o grande tesouro que Deus nos dá para que possamos evoluir, para que possamos caminhar. grande maioria da humanidade. E nós podemos pensar na grande maioria da humanidade que hoje ocupa toda a terra, nas mais diferentes seitas, religiões, visões de mundo. Nós vamos ver que a maioria da humanidade não consegue pensar com o mínimo de tranquilidade e dessa forma se preparar para o próximo desencarne. Diz a querida Joana de Ângeles que já desencarnamos tantas vezes, mas que normalmente damos um trabalho danado. Precisamos mudar isso. Precisamos nos preparar para o próximo desencarne. Quantas pessoas ainda limitam o espaço de vida entre o berço e o túmulo? E quando fazem isso, limitam os seus valores, os seus sentimentos, a sua capacidade de perdoar, a sua capacidade de conviver com esses seres imperfeitos como nós, mas que também são filhos de Deus. Conforme vamos fazendo isso, deixando esses limites, as nossas vidas vão se ampliando imensamente e a nossa visão mudando. Mudam também os nossos valores, os nossos comportamentos. Quantas inteligências ainda se torturam por algo tão natural e

limites, as nossas vidas vão se ampliando imensamente e a nossa visão mudando. Mudam também os nossos valores, os nossos comportamentos. Quantas inteligências ainda se torturam por algo tão natural e tão necessário para que possamos continuar evoluindo. Usamos esse corpo por um determinado momento, como já usamos tantos outros. E sabemos que pela nossa incapacidade ainda de amar a tudo e a todos, viremos inúmeras vezes ocupar outros corpos para ter experiências que nos preparem para um trabalho que ninguém fará por nós. um trabalho no nosso íntimo que vai ampliar a nossa capacidade de amar, tirando de nós qualquer tipo de preconceito, tirando de nós a necessidade que ainda temos de discriminar, seja a quem for. A única certeza que nós todos encarnados temos é que um dia desencarnaremos. E paradoxalmente essa é uma grande dúvida, essa é a fonte de uma grande ansiedade. Nós vamos lembrar de Leon Denir, o grande filósofo do Espiritismo, o grande continuador da obra de Allan Kardec, quando no seu primeiro livro chamado Depois da Morte nos traz também esse rasgar de véus. Esse livro é dividido em cinco partes. Nas quatro primeiras, Leon Deni nos fala das vidas sucessivas, nos fala do que a ciência nos mostrava aquela época, se dedica a trazer esse primeiro saber. E é lindo quando ele começa esse livro dedicando aqueles irmãos mais cegos do que nós, aqueles irmãos para quem a vida era muito mais doída do que a nossa, nos trazendo, como sempre o ampliar de visões. Ele quer trazer novos horizontes. Ele quer mostrar para nós esse novo viver, o processo natural de encarnar e de desencarnar. O livro é, como eu já disse, é dividido em cinco partes. As quatro primeiras falam de filosofia e de ciência, mas a mais bonita, a mais importante, a mais coerente é a quinta, a quinta parte cuja cujo título é o caminho reto. diante de tudo que ele vem nos explicando durante todo o livro, é natural que ele, como nossos mentores esperem, que tomemos a partir desses momentos um caminho mais reto, uma

título é o caminho reto. diante de tudo que ele vem nos explicando durante todo o livro, é natural que ele, como nossos mentores esperem, que tomemos a partir desses momentos um caminho mais reto, uma encarnação que vai conscientemente se depurando, se melhorando, tirando de nós qualquer sentimento contrário A caridade mostrada por Jesus, a realidade da vida futura é algo extremamente concreto. É um tema tratado em inúmeras obras espíritas e tratado antes pelo nosso mestre Jesus. Vamos lembrar do capítulo 22 do livro Boa Nova, quando Humberto de Campos, psicografado por Chico Xavier, nos fala de Maria de Magdala, daquela mulher que foi a escolhida por Jesus para trazer a melhor notícia que poderia ter sido nos dada, a de que a vida continua depois do decesso do corpo físico, que é apenas uma ferramenta temporária. Um grande filósofo francês, Ernest Renan, perguntou à época: "Que grande filósofo, que grande cientista, que grande conhecedor da verdade poderia ter trazido a cada um de nós notícia melhor do que Maria de Magdala, a certeza de que a vida continua. Quando desconhecemos essa realidade, trazemos peso paraa nossa encarnação e nós vamos caminhando, nós vamos buscando a necessária ampliação dos nossos pontos de vista. Os primeiros cristãos aos descer aos ao descer aos círculos romanos, eram obrigados a se prostrar diante de César e a dizer: Ave César, aqueles que vão morrer te saúdam com esse novo ver, com a certeza da vida futura. Os novos cristãos já daquela época passaram a descer aos circos romanos, a se prostrar na frente de César e a dizer: "Ave Cristo, aqueles que serão sacrificados lhe saúdam e sabem que serão recebidos por nosso mestre Jesus. que a nossa, que o nosso estudo continue. Peço perdão pelo tempo que já passou e que a gente continue pensando, vibrando, procurando entender que a certeza da vida futura é um ponto central para tratar as nossas maiores angústias, as nossas maiores ansiedades. Muito obrigada. Que Jesus ilumine a cada um de nós.

vibrando, procurando entender que a certeza da vida futura é um ponto central para tratar as nossas maiores angústias, as nossas maiores ansiedades. Muito obrigada. Que Jesus ilumine a cada um de nós. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.

a colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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