Flaviana de Souza | A MISERICÓRDIA E O PERDÃO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 22/10/2024 (há 1 ano) 40:06 343 visualizações

Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu Whatsapp! Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais no Youtube, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. - Comunhão Espírita de Brasília (canal de Palestras e Lives) https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 - TV Comunhão (canal de Projetos e Programas Espíritas): https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 - TV Comunhão 2 (canal de Transmissão 24 horas e mensagens espíritas): https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 - TV Comunhão Kids (canal infantil): https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? Uma palestra pública espírita é uma atividade que faz parte da programação de muitos centros espíritas ao redor do mundo. É um momento em que um expositor espírita, geralmente um voluntário, apresenta um tema relacionado à doutrina espírita para um público interessado em conhecer mais sobre essa filosofia. Essas palestras podem abordar uma ampla variedade de tópicos, desde temas mais gerais, como amor, caridade e espiritualidade, até temas mais específicos, como a reencarnação, mediunidade e o processo de evolução espiritual. O objetivo das palestras públicas é compartilhar conhecimentos e esclarecimentos sobre a doutrina espírita e suas práticas, além de proporcionar um espaço para reflexão e debate sobre questões importantes da vida e do mundo espiritual. As palestras públicas espíritas são abertas ao público em geral e geralmente não têm custo. É comum que os centros espíritas promovam essas atividades regularmente, em diferentes dias e horários, para que um número maior de pessoas possa participar e aprender sobre a doutrina espírita. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br

Transcrição

É uma grande alegria estarmos aqui mais uma vez na segunda tarde, mas é uma tristeza também porque o nosso querido Sérgio não pôde estar presente hoje, ele está internado, por isso nós vamos vibrar por ele. Então, saudo também aquele saudamos, né, aqueles que que estão conosco acompanhando pela TV Comunhão e vamos ler um uma mensagem e depois nós falemos a palestra e a prece. A prece e a palestra. Eh, carta do perdão, que o tema que nós vamos falar é sobre perdão. Alma boa, onde estiveres, tranquiliza quem te escuta, seja na dor ou na luta, construindo entendimento. Eis que a vida te deseja. A palavra benfazja na garantia do bem. Recorda às vezes o incêndio que se amplia, cresce e arrasa. é uma faísca de casa mantida em desatenção. Vemos também grandes males surgindo da bagatela que a sombra desnovela num pingo de irritação. Fit os céus de estrela a estrela. O universo brilha e avança com garbos de segurança que não se sabe explicar. É Deus que nos lembra a vida desde os páramos supremos o dever que todos temos de servir e edificar. Onde estiver, atende ao nosso claro programa, desculpa, trabalha e ama em qualquer cenda a transpor, onde a discórdia apareça, aí é que Deus te eleva por luz que dissipe a treva na bênção do eterno amor. Maria Dolores. Então vamos elevar nosso pensamento ao mais alto, agradecendo a Deus, nosso pai, agradecendo a Jesus, nosso mestre, a espiritualidade que nos ampara, nos conectando às vibrações desta casa de amor. E vamos pedir a Deus que nos auxilie neste momento, nos dando entendimento, compreensão sobre o tema do Evangelho, para que nós possamos a cada dia ir vencendo um pouquinho mais de nós mesmos em busca dos páramos supremos, aos quais todos seremos um dia chegaremos lá, mas precisamos fazer a nossa parte aqui. Vamos pedir também pelo nosso irmão Sérgio da Fonseca, que se encontra hospitalizado, para que ele receba todo o amparo da espiritualidade, possa superar essa dificuldade e em breve voltar para nós, pro nosso trabalho na seara do Mestre.

érgio da Fonseca, que se encontra hospitalizado, para que ele receba todo o amparo da espiritualidade, possa superar essa dificuldade e em breve voltar para nós, pro nosso trabalho na seara do Mestre. E assim nós pedimos as bênçãos para esse momento e a inspiração para que as palavras do evangelho possam ressoar nos nossos corações. Assim seja. Então, meus queridos, nós vamos utilizar o Evangelho mesmo, que é o capítulo 10º, bem-aventurados os misericordiosos. E o tema de hoje, né, misericórdia e perdão. E vamos começar falando um pouquinho sobre isso. O que que será misericórdia? O que que é misericórdia? O que que é perdão? Será que nós já podemos dizer: "Nossa, como meu coração está livre, posso perdoar, né? ou ainda estamos em processo neste caminhar constante rumo a perfeição relativa. Bem, a misericórdia, né? Quando a gente fala misericórdia, Deus é misericordioso conosco muito. E a misericórdia de Deus, ela se manifesta nas oportunidades que temos de recomeçar, principalmente com a reencarnação. Então, a reencarnação é a misericórdia de Deus agindo, nos permitindo reparar os males que nós causamos. tanto nesta existência como em outra existência. Então, é uma oportunidade de nos eh nos recolocarmos no caminho do amor. Então, essa é assim que age a misericórdia divina. Mas eh se a gente for fazer a análise da palavra misericórdia, né, é estar em compaixão com a miséria, com a dor do outro, né? Então, nesse sentido, como nós somos, nós será que nós somos misericordiosos com os outros? Ou nós ainda somos aqueles que queremos a misericórdia do Pai, mas ainda não somos capazes de, né, fazer a nossa parte ainda nesse sentido. Quem será que nós somos? Será que nós somos aqueles ainda que no momento em que alguém que nos fez mal ou alguém que temos uma adversidade, uma contenda, quando eh um criminoso vai preso, nós somos aqueles que falamos: "Nossa, a morte é pouco para ele". Né? Ele tem que pagar até o último cetil. né? Muito pouco ou quando no dia a dia, isso são, né, algo mais um pouquinho

noso vai preso, nós somos aqueles que falamos: "Nossa, a morte é pouco para ele". Né? Ele tem que pagar até o último cetil. né? Muito pouco ou quando no dia a dia, isso são, né, algo mais um pouquinho maior, mas no dia a dia, quando alguém nos faz o mal e aí o mal acontece com esse alguém, a gente fala: "Nossa, bem feito, mereceu". Será que nós somos ainda esses, né? Eh, e aí nós vamos ao evangelho que nos diz assim no no capítulo 10º, no item 4: "Com que direito reclamaria ele o perdão? Ele somos nós, de suas próprias faltas, se não perdoa dos outros em toda contenda. Aquele que se mostra mais conciliador, que demonstra mais desinteresse, caridade e verdadeira grandeza da alma, granjeará sempre a simpatia das pessoas imparciais. Então, quem será que nós somos? Nós ainda eh somos caminhantes, né, nessa estrada de autoconhecimento, de autoaperfeiçoamento. E é nesses momentos em que nós nos deparamos com os estudos, com o evangelho, com as leituras, é que nós vamos nos colocando neste papel de autoconhecimento, né? Quem quem eu sou? Será que eu ainda sou aquele que vinga quando alguém me corta no trânsito e eu saio em disparada para poder, né, competir com o outro? Bem, e como então ser merecedor da misericórdia divina, já que o evangelho nos traz isso, o Evangelho segundo o Espiritismo e Jesus também, né? que o que que eu preciso fazer para merecer essa misericórdia divina? Que será que é necessário? Jesus nos ensina isso muito claramente, de fazer ao próximo aquilo que nós gostaríamos que fosse feito a nós mesmos. Mas diante de uma situação adversa, nós muitas vezes agimos como foi citado à frente, né? que a justiça seja feita com outro ao pé da letra, mas a misericórdia seja para mim. Que Deus seja misericordioso comigo, mas com outro ele tem que pagar até o último setil. Então, será que agindo assim nós seremos também merecedores dessa misericórdia, né? Então, uma das questões importantes do evangelho de Jesus é quando eh ele fala qual é o sacrifício mais agradável a

Então, será que agindo assim nós seremos também merecedores dessa misericórdia, né? Então, uma das questões importantes do evangelho de Jesus é quando eh ele fala qual é o sacrifício mais agradável a Deus, né? E aí ele diz no Evangelho, ideiliai-vos com o vosso irmão antes de de pôrdes a oferenda no altar, né? Por quê, né? E aí ele vai dizer mais além, né, que vamos nos reconciliar com os nossos inimigos e enquanto estamos a caminho com ele. Então, antes, no Evangelho de Jesus, ele diz isso: "Vá, antes de ir lá oferecer a tua oferenda no altar, reconciliase-se com o teu irmão." Então, esse é o sacrifício mais agradável. É falando o quê? sobre o perdão. E por que que será que é tão importante? Por que que Jesus fala tanto disso, né, do perdão para nós? E nós ainda estamos em processo de aprendizado. Um dia nós vamos chegar lá, vamos aprender e vamos ser como Jesus, que simplesmente depois de, né, passar por tudo que ele passou, ele vai dizer: "Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem." Mas nós ainda não estamos nesse patamar, né? Estamos aqui. E para isso nós precisamos refletir em quais os momentos, o que que ainda nos prende. Por quê? Porque o maior remédio, bem-aventurados os misericordiosos. Jesus nos diz, bem-aventurados são felizes aqueles que são misericordiosos, aqueles que têm misericórdia, aquele que tem um olhar compassivo do mestre com relação ao outro, compreendendo a humanidade do outro. Porque a compaixão é isso, é compreender a humanidade do outro. é compreender que o outro que me fez mal, ele é um ser como eu. E assim como eu erro, assim como eu caio, assim como eu tropeço, o outro também tropeça. Lembrando que estamos num mundo onde estamos mais ou menos, somos mais ou menos parecidos, claro que dentre as suas diferenças, né? Então, enquanto uns ainda são, não, vamos falar de em termos de escola, que para mim é mais fácil, né? Que eu já fui educadora, professora há muito tempo. Então, em termos de maternal para um ensino médio, né, é todo o ensino

são, não, vamos falar de em termos de escola, que para mim é mais fácil, né? Que eu já fui educadora, professora há muito tempo. Então, em termos de maternal para um ensino médio, né, é todo o ensino do, né, o ensino normal, natural, regular. O ensino regular ele é do seis, né, até os 17 anos, onde se encerraria o ensino médio. Mas olha o tanto de diferença que tem aí. Tem aquele que tá começando a alfabetizar, tem os que estão antes ainda, estão no maternal se preparando pra educação, né, pra educação, ensino fundamental um. E tem os que já estão concluindo e já indo paraa universidade. Então nós estamos aí nesse meio. Alguns ainda estamos, na maioria nós estamos ainda no ensino fundamental um. Então tem uns espíritos que ainda estão para entrar no ensino fundamental, ainda não aprenderam muita coisa, ainda não despertaram para o lado moral. E aí Jesus nos convida, né, a olhar cada um com olhar, né, ter compaixão, ter misericórdia. Tem uma parábola, inclusive num dos evangelhos que diz isso, né, que chega um eh um administrador que vai até o rei e fala que tá devendo. O rei manda prender e ele pede misericórdia, pede clemência e o e o rei concede. E na hora que ele sai, a primeira coisa que ele faz é mandar prender um outro que estava devendo bem pouquinho para ele para que ele pudesse, eh, né, receber esse isso que ele tava devendo. E ele pedia por favor e ele não vão escravizar você, sua mulher, seus filhos. E daí o rei volta atrás, né, e fala: "Não, você não foi misericordioso com o outro. Eu te dei misericórdia, você não foi com o outro". Então esse é um processo que nós precisamos refletir, né? O que que nós queremos para nós e porque o outro não tem o mesmo direito que nós. Eh, e o perdão, gente, quando a gente vai falar sobre perdão, o perdão ele diz respeito mais a nós do que o ao outro. Porque quando nós conseguimos nos desconectar das correntes que nos prende ao ressentimento, a mágoa, começa com mágua, depois vem ressentimento, aí fica e aquilo a gente vai adoecendo.

ue o ao outro. Porque quando nós conseguimos nos desconectar das correntes que nos prende ao ressentimento, a mágoa, começa com mágua, depois vem ressentimento, aí fica e aquilo a gente vai adoecendo. A própria medicina já fala sobre isso, né? E quantas doenças não vem porque por conta do da falta de perdão, né? O câncer, doenças inúmeras, estômago, por conta da falta de perdão. E Jesus já dizia, né? Qual é o limite do perdão? Pedro pergunta: "Senhor, quantas vezes eu devo perdoar?" sete vezes. Jesus não, 70 vezes, sete vezes, que significa infinitas vezes, sempre perdoar, sempre. Mas como perdoar se é tão complicado, não é? É mais fácil falar. É fácil falar, né? Às vezes a gente nem tem consciência. Às vezes a gente chega a um a um começa a estudar, trabalhar doutrina espírita, que ela é encantadora, né? nos convida assim uma mudança e você fala: "Nossa, eu já perdoei não tenho nada contra ninguém. Eu Mas de repente você se depara com algo lá no no seu, né, nos seus lá no seu íntimo e aí fala: "Nossa, mas isso ainda dói é sinal que ainda não foi perdoado e causa doenças". Às vezes é uma mágoazinha que fica ali mágoa, uma água parada, uma água que fica ali perturbando nosso coração, perturbando a nós mesmos e nós nem percebemos. Aí um certo momento nós nos deparamos com isso. Nossa, isso ainda me perturba, ainda dói, ainda machuca. E quem adoece com essa com esse com esse sentimento somos nós. Às vezes o outro nem se deu conta de que nos causou a mágoa. Ou às vezes ele já até pediu desculpe, mas nós achamos que perdoamos e não perdoamos, né? E aí ficamos adoecidos. Por isso que o perdão é o remédio para todas. Maior remédio, a própria palavra, né? ir além um pouquinho mais, perdonar e doar um pouquinho mais, doar completamente, amar, né? É a caridade posta. própria palavra caridade já diz, é o amor em ação. Então, o perdão é esse, essa o que coroa tudo isso. No dia que nós aprendermos a perdoar, nós nem precisamos precisaríamos mais estar neste neste mundo de provas e

a caridade já diz, é o amor em ação. Então, o perdão é esse, essa o que coroa tudo isso. No dia que nós aprendermos a perdoar, nós nem precisamos precisaríamos mais estar neste neste mundo de provas e expiações. Nós já iríamos para um mundo feliz, direto. Mas ainda temos muito que aprender a perdoar esse ser que que chega até nós com esse buscando esse olhar. Quando nós começamos a compreender, desenvolver em nós essa compreensão de que o outro que me causou uma dor, ele caminha comigo e ele erra tanto quanto eu. Será que não fui eu que causei também alguma dor para ele de alguma forma? Mesmo sem perceber, muitas vezes uma palavra, algo ressoa em alguém ou em nós mesmos e aí nós ficamos com aquilo, né? Criando eh questionamentos em relação a a algo que doeu, que magoou. Por quê? Porque tem algo que tá ferido ali e ressoou com o que o outro falou. ou nós nos projetamos no outro. Aquele que muitas vezes nos diz ou fala algo que nos magoa, é porque estamos em ressoando com aquele de alguma forma, projetando, né? Existe uma projeção aí. A própria psicologia trata disso. Fazemos, fazemos uma projeção muitas vezes. Ah, mas o fulano fez algo grave comigo, tá? Então, como trabalhar o perdão? Vou contar uma história que aconteceu comigo uma vez aqui na casa. Gente, eu não lembro quem é a pessoa, porque no atendimento fraterno a gente atende, mas não não guarda só os fatos às vezes, mas não a pessoa nem, né, não guarda. E foi na época da pandemia, apareceu um senhor, ele estava, né, ainda estávamos aqui, já estava trabalhando, mas tudo fechado. E ele veio aqui e falou: "Olha, eu vim aqui porque senão eu não sei o que que eu vou fazer com meu vizinho. Eu não aguento mais, não suporto, né? E eu, por isso que eu vim aqui." E aí nós o escutamos, né? Faz, conversamos um pouquinho, ouvimos toda a situação e perguntamos, falamos para eles assim: "Olha, eh, então faça uma prece pelo seu vizinho". Não, de jeito nenhum. Não consigo fazer prece para ele, consigo nem ouvir, nem olhar para ele. Falei:

ituação e perguntamos, falamos para eles assim: "Olha, eh, então faça uma prece pelo seu vizinho". Não, de jeito nenhum. Não consigo fazer prece para ele, consigo nem ouvir, nem olhar para ele. Falei: "Então faça por você mesmo". Então, às vezes a situação é tão grave que nós não conseguimos. Isso é natural mesmo em nós, que alguém nos causou um mal, nos trouxe um um nos caluniou, mesmo que a calúnia não tenha, né, nenhum eh significado, nenhum sentido e não seja verdadeira, isso acaba que, né, nos tira do sério. É uma injustiça e nós diante da injustiça, nos não não nos sentimos confortáveis, não é verdade? Então, às vezes, nós precisamos trazer para nós essa consciência e fazer prece por nós mesmos para nos ajudar a nos libertar disso que nos conecta com o outro. Porque na realidade quando nós não perdoamos, nós estamos atrelados ao outro e presenciamos isso nos grupos mediúnicos, né? A maioria, a grande, né, a maioria das obsessões são por conta de falta de perdão. Então, é algo grave que aconteceu, que o, né, aquele que veio tratar fez com a família do que está no processo de obsessão do outro e não consegue perdoar. E ele e e não enxerga que é isso que conecta ao outro. O que nos conecta de forma eh perniciosa ao outro é justamente isso, a falta de perdão, o ódio, as vinganças e vira um circo, né? aquele ciclo que se torna vicioso. Um vem, o outro veio, o outro vem porque não perdoa. E o perdão é algo que nós precisamos fazer por nós. Se nós não conseguimos fazer pelo outro, que nós cons possamos olhar para nós, trabalhar em nós para que não adoecemos, adoeçamos. Não fiquemos doentes por conta disso, porque como nós falamos, é uma corrente que nós nos atrelamos ao outro quando nós conseguimos aos poucos, gente, porque o perdão é passo a passo, não é assim, eu vou, é, fulano fez algo muito ruim comigo, eu agora não, já perdoei. Não, não adianta ser da boca para fora. é um processo interno, é um trabalho e exige muito de nós, exige esforço, né? O primeiro passo é esse, buscar

algo muito ruim comigo, eu agora não, já perdoei. Não, não adianta ser da boca para fora. é um processo interno, é um trabalho e exige muito de nós, exige esforço, né? O primeiro passo é esse, buscar compreender o que que levou o ser a fazer isso, né? É grave o que a pessoa fez? É, então tem existe dentro do mundo em que vivemos a justiça, né, humana que, né, que tenta aos poucos ser o mais justa possível. Vai ter como reparar isso de alguma forma? OK. Mas o mais libertador era ele é aqui dentro. Tem uma história que eu escutei há muitos anos, quando eu era ainda adolescente e eu era católica a época, em que uma pessoa foi morta, né, por um um assaltante e ele foi preso e a única pessoa que o visitava na prisão era a irmã do que foi da vítima. né? E daí ela ela ia visitar e ele acabou com por conta da amorosidade dela, do trabalho dela, ele acabou se arrependendo muito daquilo que fez. E Chico também falava, né, que diante de um algo grave, a vítima, e aqui também no Evangelho nos diz, né, para nós fazermos prestes pelos criminosos, que a vítima ela tá já tá sendo tratada, né? Quem precisa de oração é aquele que que fez o mal. Então, trazendo isso pro perdão, nós podemos ampliar a nossa consciência sobre isso e tentar compreender o lado do outro. Para quê? para que nós tenhamos paz interior. O que que acontece muitas vezes que nós observamos nos grupos mediúnicos e nas leituras é que às vezes aquele que foi o o que causou maior mal ao outro, já se perdoou, já reparou e já tá num outro patamar. E aquele que foi a vítima e não conseguiu sair do lugar porque não perdoou. E aí assim, ah, mas tá, eu fiz mal a alguém, vou pedir perdão e a pessoa não quer me perdoar. E aí o problema é dela. Agora nós é que precisamos viver em paz, fazer a nossa parte. Aí vem a questão do auto perdão, que é olhar para nós também. Porque como do mesmo jeito que o outro erra, nós também erramos. E muitas vezes nós somos aqueles que ficamos eh nos martirizando com a culpa. Então, já saí do perdão, agora vem pro outro tipo

também. Porque como do mesmo jeito que o outro erra, nós também erramos. E muitas vezes nós somos aqueles que ficamos eh nos martirizando com a culpa. Então, já saí do perdão, agora vem pro outro tipo de perdão, que é o o olhar para nós, né? O o auto perdão. Muitas vezes nós nos deixamos envolver pela culpa e nos paralisamos também. Não caminhamos, não dão não damos continuidade à nossa vida por conta das culpas que carregamos. Então, perdoar o o outro é importante, né? Trabalhar o perdão, porque quando eu perdoo, eu também sou perdoado. Claro que sem interesse, é um exercício diário. Eu sou perdoado, por quê? Porque eu me liberto, né, do mal do que o outro me fez. Se eu não perdoo, eu fico ligada a esse outro por isso, por essa situação. A outra questão é olhar para si quando erra. Quando nós erramos, quando nós tropeçamos, lembrarmos que não somos perfeitos ainda. E assim como o outro também não é perfeito, que erra, nós também não. E nós erramos também. E ficar preso naquela fotografia dos erros cometidos não nos faz avançar, faz com que nós fiquemos olhando, olhando pro passado. Então, o autão é importante também, né? Perdoar, né? é dentro desses dois contextos, tanto do perdão ao outro como também a si, senão nós ficamos paralisados. E às vezes eh é complicado para nós, mas nós vamos chegar, veja, o filho pródigo quando ele sai e ele pede a herança pro pai, ele tá matando o pai, não é verdade? Se naquele tempo hoje já é, já pensou, imagina chegar aqui para falar para minha mãe, pro meu pai, olha, eu preciso que vocês, né, dividam aí a parte, me passa aí, né, a minha parte que eu preciso dela. Eu estaria fazendo o quê? Matando os meus pais. Imagine naquela época. Então, o filho pródigo faz isso. E o que que ele faz? Ele vai, né, acaba com toda a herança dele, vai vivendo a vida até que chega um momento que ele passa por uma situação em que ele cai em si. E cair em si é isso. Muitas vezes nós precisamos cair em nós para recomeçar a nossa vida. Pera aí, eu não preciso ficar remoendo o

chega um momento que ele passa por uma situação em que ele cai em si. E cair em si é isso. Muitas vezes nós precisamos cair em nós para recomeçar a nossa vida. Pera aí, eu não preciso ficar remoendo o passado. Eu posso, né, fazer diferente. Errei. Errei. Todo mundo erra. Já pensou se Paulo, Paulo de Tar, Saulo, né, que depois virou Paulo, ele tivesse falado para Jesus: "Não, Jesus, eu persegui todos os cristãos, persegui o Senhor, não, não vou poder te ajudar. Como que eu posso te ajudar? Não tenho, não, não sou, não estou, é, né? Não posso fazer isso, não mereço, não sou merecedor disso." Imagine se ele tivesse não. Ele falou: "Tá bom, senhor, o que queres que eu faça?" E mudou a vida dele. Jesus no evangelho também fala da pra mulher adúltera, olha, vai lá, alguém te condenou? Não, nem eu te condeno. Então vai, não peques mais. Siga a sua caminhada, siga a sua rota e não erres mais. Não peques, que é pecar errar o alvo. Não erres mais o alvo. Então isso tudo nos faz olhar para nós como nós estamos com relação às culpas dos nossos erros. Muitas vezes nós somos muito duros também conosco com relação aos nossos erros e por isso nós precisamos aprender a perdoar-nos. Porque quando nós aprendemos a olhar para nós, perceber os nossos erros, olhar para eles e falar: "Não sou mais esse que errou ou essa que errou". e continuar a caminhada, nós também vamos desenvolver o olhar compassivo com o outro, de enxergar a humanidade do outro, de entender que aquele ali ainda vai aprender a não errar mais, pelo menos não aquele erro, porque vamos olhar para trás. Se nós voltássemos 5, se anos atrás em nossas vidas, quantos erros nós cometíamos que hoje nós não cometemos mais porque já aprendemos, já avançamos. Então, às vezes nós queremos que o outro seja perfeito e ou nós também sejamos perfeitos. Aí exigimos tanto a perfeição do outro como a nossa. Quando nós aprendemos a ter a humildade de observar que nós ainda somos imperfeitos, que nós escorregamos, que nós erramos, que nós

amos perfeitos. Aí exigimos tanto a perfeição do outro como a nossa. Quando nós aprendemos a ter a humildade de observar que nós ainda somos imperfeitos, que nós escorregamos, que nós erramos, que nós tropeçamos, e muitas vezes nós observamos que o outro também erra, ele também tem o direito de errar, porque ele não é perfeito ainda, como, né? Um dia seremos todos, teremos a perfeição relativa, estaremos nos pármos supremos, mas existirão outros seres que estarão como nós hoje em processo de e nós vamos olhar para eles com um olhar, o mesmo olhar que o pai olha. Se uma criança, eu gosto de trazer muito esse exemplo, né? Eu sou tenho netinhos, né, pequenininhos e aí quando estão começando a nascer dente, eles mordem a gente, dói, não dói? E a gente acha até bonitinho, ô, pode morder de novo, de novo, porque é criança. Sim, se nós olharmos cada um que chega até nós, que erra, que causa eh um uma dor grande em nós mesmos, nós vamos observar que são só crianças que estão espirituais, que estão machucadas e por isso a única forma que sabem agir ou reagir é trazendo dor ao outro. Então, ampliando essa consciência de nós mesmos, olhando pro outro como esse ser que está a caminho, olhando para nós com olhar também compassivo de que nós também muitas vezes necessitamos de parar, né, de olhar pros nossos erros e nos perdoar, olhar e avançar, não ficar preso ali, gente, não é uma coisa fácil, não é algo que se faz num passe de mágica. é um olhar para dentro de si de autoconhecimento. Muitas vezes vamos precisar de ajuda assim terapêutica para esses momentos para que a gente possa olhar e continuar a nossa caminhada e aprender também a perdoar o aquele que nos causou mal, né? No olhar para nós nos perdoar e olhar pro outro para aquele que nos causou mal. Então é sempre um convite de Jesus, né, para todos nós que perdoemos uns aos outros. Nós muitas vezes no Pai Nosso falamos, né, e repetimos: "Pai, perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos ofendem".

e de Jesus, né, para todos nós que perdoemos uns aos outros. Nós muitas vezes no Pai Nosso falamos, né, e repetimos: "Pai, perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos ofendem". Então, se nós pedimos isso, que nós também perdoemos realmente aqueles que nos ofendem e nos perdoemos também para que possamos viver efetivamente e sermos felizes. Bem-aventurados os misericordiosos. Meus queridos, encerramos. Agradeço a todos e vamos fazer a nossa prece. Em seguida, nós teremos o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da Agradecemos, Senhor, por mais este momento de reflexão sobre o perdão, sobre a misericórdia. Pedimos, Senhor, que o seu olhar compassivo para nós nos auxilie ao olharmos a cada um com esse mesmo olhar compassivo, o olhar de humanidade, olhando cada ser com as suas limitações, do mesma forma que nós também a temos. E que nós possamos, Senhor, trabalhar esse perdão, tanto em nós quanto nos outros. que comecemos nas pequenas coisas, nos pequenos gestos de perdão e depois que nós possamos ir evoluindo até conseguirmos perdoar mais além, ir mais além no doar. E assim agradecemos e pedimos as suas bênçãos a cada um de nós e aos nossos familiares. E que essa vibração de luz e de amor chega ao nosso querido irmão Sérgio da Fonseca. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Muito obrigada. Fiquemos com paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à

sica] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada [música] canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. [música] Estamos chegando aos momentos finais [música] de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

sus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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