OS INIMIGOS DA PAZ - Flaviana de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
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beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. >> Boa tarde ainda, né, meus irmãos? Ainda estamos na tarde. Queremos cumprimentar a todos com maior carinho, acolhendo-os com alegria na nossa querida comunhão espírita de Brasília. Igualmente nós acolhemos a todos os irmãos desencarnados que aqui estejam, alguns em aprendizado, outros para nos auxiliar nos trabalhos desta tarde. Cumprimentamos ainda aqueles que nos acompanham pela rádio comunhão, pela TV comunhão, pelo YouTube e outros eventuais recursos disponíveis pela internet. Vamos fazer uma pequena leitura, meus irmãos. E a leitura escolhida do livro Coragem de eh de vários autores, psicografado por Chico Xavier. Então, escolhemos aqui o decálogo do bom ânimo de André Luiz. Dificuldades. Não perca tempo lamureando, trabalhe. Críticas, nunca aborrecer-se com elas. Aproveite-os no que mostrem de útil incompreensões. Não busque torná-las maiores através de exigências e de queixas. Facilite o caminho. Intrigas. Não lhes estenda a sombra. Passa alguma luz com o óleo da caridade. Persegamais revidá-las. Perdoe esquecendo calúnias. Nunca enfurecer-se contra as arremetidas do mal. Sirva sempre. Tristezas. Afaste-as de qualquer disposição ao desânimo. Ore abraçando os próprios deveres. Desilusões. Por quê? Desculpe, de ilusões. Por debitar aos outros a conta de nossos erros, desilusões. Caminhe para a frente, dando ao mundo e à vida o melhor de seu alcance. Doenças. Evite a irritação e a inconformidade. Raciocine nos benefícios que o sofrimento do corpo passageiro trazem a alma eterna. E o último é o item 10, fracassos. Não acredite em derrotas. Lembre-se de que pela bênção de Deus você está agora em seu melhor tempo, o tempo de hoje, no qual você pode sorrir e recomeçar, renovar e e servir em meio a todos os recursos. André Luiz, meus irmãos, nós vamos eh a leitura
nção de Deus você está agora em seu melhor tempo, o tempo de hoje, no qual você pode sorrir e recomeçar, renovar e e servir em meio a todos os recursos. André Luiz, meus irmãos, nós vamos eh a leitura das preces, da prece de abertura. você antes pedindo aqui para você anotar o seu texto que eu não sei como che. Então vamos agradecer ao nosso patrono, patrono da nossa casa espírita, Dr. Bezerra de Menezes, o médico dos pobres, que soube tão generosamente amar com carinho e respeito a todos, mormente aos desprovidos. Em nome de todos, nós agradecemos ao Dr. Bezerra por ele permanecer conosco aqui trabalhando no planeta Terra, tendo já a condição de poder ir para um mundo melhor. Falemos com Jesus, nosso amado mestre de luz e de amor, amigo nosso de todas as horas. Agradecemo-vos, Jesus, vós que sois o mais doce e suave modelo que Deus, nosso Pai, concedeu a todos nós, seres humanos que estagiamos neste lindo educandário que é o planeta Terra. Muito obrigada, Senhor. E com igual reverência e gratidão falemos com o Senhor, nosso Deus de amor e de bondade. Nós vos louvamos e vos bendizemos, Senhor, pelas bênçãos seguidamente derramadas sobre nós. E rogamos-vos, amado Pai, que essa força divina que emana de vós alimente a alma de todos nós, humanidade da terra, a fim de que nosso convívio venha sempre a ser afável e fraternal, que mantenhamos o equilíbrio emocional, a fim de que possamos corrigir as imperfeições que ainda trazemos. Abençoai-nos, Pai. Muito obrigada, meus irmãos. Então, nós vamos passar a palavra pra nossa querida Flaviana, que vai falar o o, aliás, o texto da palavra dela é o eh Inimigos da Paz, >> os inimigos da Paz. Vamos ouvi-la. >> Boa noite a todos. Boa noite, Expedito. Obrigada. Hoje nós trouxemos esse tema. Ele é inspirado neste nesta obra, chama Desperte e Seja Feliz de Divaldo Franco, pelo espírito Joana de Ângeles. E é uma grande alegria mais uma vez estar aqui com vocês para que nós possamos refletir. Eh, vamos começar falando sobre a questão dos inimigos, né? Quando a gente
nco, pelo espírito Joana de Ângeles. E é uma grande alegria mais uma vez estar aqui com vocês para que nós possamos refletir. Eh, vamos começar falando sobre a questão dos inimigos, né? Quando a gente fala inimigo, o que que vem à cabeça da gente? Alguém que quer o mal, alguém que faz mal, não é isso? Um adversário, né? E quais serão esses inimigos da paz? Na realidade, são os inimigos da nossa paz. Porque a gente também quando fala em paz, pensa na paz no mundo, no planeta, nas nações que estão, né, em um momento de altercações. Então a gente fala: "Nossa, podia a paz existir no mundo, mas a paz vai começar primeiro aonde? Dentro de nós. E os inimigos são os da nossa paz. Joana deângeles, né? a nossa mentora espiritual e que escreveu esse livro psicografado, ela vai dizer que existem vários inimigos que tiram a nossa paz, vários, ainda mais nesse mundo em que nós vivemos, muitos inimigos, né? Porém, ela vai nos trazer três, que são três inimigos assim que bem desafiadores da nossa paz, né? Então ela vai dizer que eh o primeiro desses inimigos, eles ele é a a depressão. E esses inimigos todos eles aparecem de formas assim bem diversas. Às vezes a gente nem percebe quando eles se aproximam, né? E a depressão é uma delas. Depressão, ela sabemos, né, que é uma doença que tem acometido uma parte grande da sociedade aqui no Brasil, inclusive, e que é um excesso de pressão, né? A gente às vezes começa, vai, começa sentindo uma tristeza, uma melancolia e são as preocupações, as ansiedades da vida e daqui a pouco essa ela se manifesta de forma contundente, nos deixando, né, bem eh às vezes inoperante. Outras vezes ela é operante, né? A depressão ela aparece, as pessoas estão aqui sorrindo, né? Hoje em dia se fala muito eh eh da depressão, onde a pessoa tá conversando com você tranquilamente, mas, né, sozinha, no seu íntimo, ela tá sofrendo, tá, né, num num estado bem eh até grave, né, mas continua trabalhando até que as forças se esvavai, uma hora ela nem se levante. Eu lembro de um uma amiga minha que
ha, no seu íntimo, ela tá sofrendo, tá, né, num num estado bem eh até grave, né, mas continua trabalhando até que as forças se esvavai, uma hora ela nem se levante. Eu lembro de um uma amiga minha que trabalhava muito e ao trabalhar ela não se dava conta, ia pro trabalho, fazia inúmeras coisas, tarefas, né? Era mãe, era filha e etc, etc. Até que um dia ela adorava trabalhar. Eu até que um dia ela estava, não consegue levantar da cama. E aí ela me contou, né? Isso. Era uma amiga antiga, já faz um tempo que ela teve que não conseguia levantar e aí falava: "Ui, mas vai perder a hora hoje? Que que foi?" Não. Aí tava paralisada, foi ao, né, ao médico, ao psiquiatra, psicólogo e, né, foi detectado que ela tava com depressão por conta das inúmeras atividades, muita pressão, né? Então é isso. E a Joana, ela vai dizer que essas esses inimigos, eles chegam até nós assim como essa enfer como uma enfermidade infecciosa e ela vai eh dizer que a depressão é como uma um como é que ela ela vai dizer que é como uma nuvem pesada. é como uma nuvem pesada e que chega e que fica ali uma nuvem daquelas, né, mais densas e ficam em volta de nós. Então, eh, a depressão, o próprio nome já vai dizer, né, um declínio. A gente se decline e vira aquela nuvem escura a nos envolver, os pensamentos, os sentimentos, as vontades. Por isso, nós precisamos tomar cuidado. E a Joana vai trazer depois uma terapêutica para essa questão da depressão, tá? Além da depressão, um outro inimigo e que se aloja também na nossa mente, no nosso coração e que vai tomando conta é a o ressentimento. Ressentimento. O que que é o ressentimento? Hum. Quando nós falamos em ressentimento, a própria palavra já diz, né? ressentir, sentir novamente. Eh, e ela, esse sentir é o quê? São as mágoas que nós vamos guardando, as a falta do perdão que muitas vezes nós nos deixamos levar pelas atitudes dos outros, do comportamento do outro com relação a nós mesmos, não é isso? Então, muitas vezes a gente deixa se levar por eh situações que
erdão que muitas vezes nós nos deixamos levar pelas atitudes dos outros, do comportamento do outro com relação a nós mesmos, não é isso? Então, muitas vezes a gente deixa se levar por eh situações que acontecem conosco e vamos o tempo inteiro ressentindo, relembrando, poxa, o fulano fez isso comigo. Aí daqui a pouco passa um tempo, lembra? Ai, o fulano fez. Isso vai se instalando no nosso ser e vai causando doenças e podendo trazer doenças também, né? som na no som na no corpo, porque o ressentimento é quando nós ainda não conseguimos perdoar aquilo que nos aconteceu. E por que que nós chegamos a essa situação? Porque ainda, né, nós esperamos que o outro, que as pessoas que estão ao nosso redor, elas têm um comportamento, né, como nós criamos expectativas com elas. Nós criamos expectativas e queremos que elas correspondam a essas expectativas, né? E daí cria-se o ressentimento ou uma às vezes através de uma palavra, nós ainda somos muito sensíveis. Nós nos ofendemos com facilidade. Nós nos melindramos com facilidade ainda por conta do quê? do nosso orgulho. O orgulho que ainda, como nos traz o Evangelho Segundo o Espiritismo, é uma, né, um dos grandes males da humanidade e que ainda impede o nosso progresso, o nosso aperfeiçoamento moral. Então, nós ainda nos melindramos, nós ainda nos ressentimos, nós ainda nos ofendemos. E hoje em dia, quando nós falamos em eh recente, no nos dias atuais, às vezes a gente vê, nossa, hoje em dia as pessoas estão tão sensíveis, você não pode falar um a, né? Tem a geração, não tem as várias gerações que a gente fala, a geração X, Baby Bloom e tal, a geração X é aquela durona, né, que ainda tá que pega várias gerações. Aí tem uma outra que o povo fala: "Ah, essa aí é uma geração do mimimi, você não pode falar nada que parece um cristal, quebra". E aí isso vai criando, né, eh, doenças dentro de cada um de nós por conta desses ressentimentos. Tem um livro que chama, é uma trilogia da Ivone do Amaral. Faz tempo que eu li, mas eu me lembrei dele agora. E uma da das
do, né, eh, doenças dentro de cada um de nós por conta desses ressentimentos. Tem um livro que chama, é uma trilogia da Ivone do Amaral. Faz tempo que eu li, mas eu me lembrei dele agora. E uma da das personagens é alguém faz mal à sua família e ela vai, né, se vingar. Por quê? Porque ela guardou um ressentimento desse ser sem conhecer. Quando ela conhece, ela se apaixona por ele, mas mesmo assim, por pelo que ele fez, ela deixa de usufruir do amor que poderia existir entre os dois por algo que ele fez e ela não conseguiu perdoar e criou esse ressentimento e foi ressentindo até que causou mal para si mesma, para ele, para si mesma, que é o que acontece, né, quando nós não aprendemos a como nós ainda não aprendemos a perdoar. Então, ressentir o ressentimento, quando nós não superamos, o que que vai acontecer? Ele vai nos prejudicar e vai nos fazer, né, ter um peso muito grande. A Joana de Ângeles vai dizer que ele se assemelha a um mofo. O ressentimento é um mofo que vai tomando conta de todos nós e vai criando doença. Por exemplo, um uma sinusite, né? Sinusite é um fungo que às vezes, né, nos acomete. Pode ser oriundo de uma de um ressentimento, pode. Pode ser que não. Pode ser que seja por conta das questões climáticas, mas também pode ser por questões de ressentimento, né? E Joana também vai trazer um remédio para cada um deles. Eu vou falar de cada um dos dos inimigos. Então, nós falamos primeiro sobre a depressão, né, que é como eh um estado mesmo ao meio-dia de escuridão, uma nuvem, né, escura. E segundo o ressentimento, que é como um mofo, que se assemelha a um mofo, como diz Joana, é Joana vendo do mundo espiritual, tá? é a visão dela do mundo espiritual em relação a essas situações a qual nós estamos falando aqui, é esses adversários, esses inimigos da nossa paz. E o terceiro, terceiro é um bem interessante que é e que acontece muito, né? Que é a exaltação, né? Exaltação, como exaltação é a ira, né? É a cólera, aquele ataque súbito que muitas vezes nós nos deparamos. Nós
o, terceiro é um bem interessante que é e que acontece muito, né? Que é a exaltação, né? Exaltação, como exaltação é a ira, né? É a cólera, aquele ataque súbito que muitas vezes nós nos deparamos. Nós no nosso dia a dia, quando alguém de repente corta no trânsito, não é? O que que acontece quando alguém quase faz com que nós batamos o carro? Às vezes nós, se nós não tivermos um equilíbrio, uma harmonia, o que que vai acontecer? Nós vamos ser, né, talvez entrar num ataque de exaltação. Às vezes agimos, né, falamos palavras que não são adequadas por conta daquele sentimento que vem, né, naquela rapidez. E a esse sentimento ele é rápido mesmo. Se a gente souber esperar, logo ele passa. Por isso que é importante, por isso que Chico dizia que a gente precisava tomar a água da paz quando a gente tivesse um acesso de raiva, colocar água na boca e contar até 10, porque a raiva, esses que é, né, o o a exaltação é esse, é um, des, né, desdobramento dessa raiva, ela é rápida. Por isso que Joana diz que ela se assemelha a um raio, né, que corta. Então, essas três situações a qual nós vivenciamos e que tiram a nossa paz, que nos traz doenças, que nos traz eh situações que podem depois nos fazer até nos arrepender, como por exemplo, no caso da exaltação, é preciso que nós, né, cuidemos. Eh, tem um filme muito antigo, já faz muito tempo, tem esse que chama um dia, o dia, um dia de ira, alguma coisa assim, onde o personagem ele tinha que chegar um aniversário de uma filha e acontece inúmeras situações. um dia de fúria, não é fil? Acontece inúmeras situações até que ele chega ao grau de, né, até agredir, né? Eh, uma das histórias que eu ouvi também foi de um motociclista que foi cortado por um carro e de repente ele perde a noção porque a a exaltação nos faz ficar cegos e aí ele para se vingar do outro, né? que tinha cortado, ele vai e atravessa e não quer saber quem vai machucar. Por isso a gente precisa tomar cuidado com eh com tudo isso que nos acontece, com essas emoções em desregramamento,
utro, né? que tinha cortado, ele vai e atravessa e não quer saber quem vai machucar. Por isso a gente precisa tomar cuidado com eh com tudo isso que nos acontece, com essas emoções em desregramamento, porque raiva nós podemos, nós vamos sentir, tristeza nós vamos sentir, né? nós vamos sentir também eh eh nós vamos nos magoar também com a com o que o outro faz conosco. Isso não é errado, né? A questão é nós mantermos isso, porque se nós não sentíssemos, nós seríamos como os psicopatas, não é verdade? Porque o psicopata não sente, não, não tem emoção. Nós temos, nós ficamos com raiva, nós ficamos tristes, nós ficamos eh eh temos, né, ressentimentos muitas vezes. O que nós não podemos é ficar com isso sempre dentro de nós. Como fazer então, Flaviana, né? Que que que nós podemos fazer? Primeiro lugar que a doutrina espírita nos convida é o autoconhecimento e a reforma interior. É observar esses sentimentos em nós e ir trabalhando. É fácil. Eu posso dizer para vocês que eu não acho fácil, né? A, eh, no livro dos espíritos vai dizer que basta que nós nos esforcemos. É uma luta diária. É uma luta diária. Cada um de nós conosco mesmo. Então, esses inimigos que nos tiram a paz, eles podem ser sim superados aos poucos. E aí a Joana vem vem trazer, né, o o que que nós podemos fazer para que eh nós nos libertemos, né, que nós aprendamos a eh superar cada um deles. Então, ela vai dizer para a depressão, a vacina da coragem, da coragem pela prece, né? a depressão, não. Claro, gente, aquela aquela, Claro que nós precisamos procurar terapia, claro que nós precisamos procurar a medicina, para isso existe a ciência, para isso existem os estudos. a doutrina espírita, né, nos nos concita a isso, procurar a medicina, procurar a ajuda, mas podemos também, né, ir a a utilizar os recursos, esses recursos terapêuticos da oração, né, a coragem pela prece. Olha que bonito que Joana traz para ir irmos vencendo essas dores, essas tristezas que vão sendo colocadas muitas vezes debaixo do tapete do nosso
sos terapêuticos da oração, né, a coragem pela prece. Olha que bonito que Joana traz para ir irmos vencendo essas dores, essas tristezas que vão sendo colocadas muitas vezes debaixo do tapete do nosso coração, das nossas emoções e se tornam uma depressão, né? Eh, a outra é para o ressentimento, o raciocínio lúcido mediante o amor que não espera nada, que é aquilo que Jesus nos convida, a amar como eu vos amei. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Não é isso que Jesus nos convida? Então, quando nós amamos alguém, quando nós amamos, exercitamos o amor como deveríamos exercitar, nós não vamos querer nada em troca. E por isso não vamos precisar guardar ressentimento, porque o ressentimento está justamente em esperar que o outro te dê algo em troca daquilo que você tá oferecendo. Então, se eu ofereço, ah, eu não tem as pessoas que às vezes falam: "Nossa, eu faço tudo por essa por essa pessoa e olha só o que que eu tô recebendo em troca". Então, deixa de ser amor, porque o amor não vai querer nada em troca. O amor verdadeiro não espera nada em troca. Não é assim? Então é o exercício do amor. E ela vai dizer, né, que eh as meditações, o a autorreflexão, tudo isso vai nos auxiliar, né, a vencer o perdão. Jesus fala: "Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão a misericórdia". Então, trabalhar o perdão, a própria palavra perdão é doar totalmente, completamente, perdoar para o ressentimento. Então, a caridade, o esperar nada em troca, eh, para a exaltação, para a exaltação. Esse esses processos muitas vezes são doenças também, né, mentais que que nos que nos acompanham e que pode ser eh tratada, né, terapeuticamente, pode ser tratada de diversas formas. Aqui Joana propõe a meditação, o olhar. Porque quando nós meditamos, olhando para dentro de nós, nós vamos observando, né? Por quê? Para quê? Qual o objetivo de eu ter ficado encolerizado, irritado, de eu ter me exaltado, né? Qual é que que eu que aconteceu, o que que eu ganhei com isso? até para que nós não nos arrependamos daquilo que nós
Qual o objetivo de eu ter ficado encolerizado, irritado, de eu ter me exaltado, né? Qual é que que eu que aconteceu, o que que eu ganhei com isso? até para que nós não nos arrependamos daquilo que nós possamos fazer no momento de exaltação. E por isso, né, o que nosso querido irmão Chico falou da água da paz. Eh, certa vez, eu vou contar uma história que aconteceu comigo no na época da pandemia, ainda a casa tava funcionando, algumas situações de atendimento fraterno. E certa, é claro que eu não vou falar quem a pessoa, nem lembro se a pessoa aparecer na minha frente, que já faz tanto tempo. É, um senhor veio porque ele falou assim: "Eu vim aqui porque senão eu não eu não sei o que que seria do meu vizinho porque ele me irritou tanto. Nós brigamos e eu saí de lá porque senão não sei o que queria dar." E aí na conversa, eu conversando, né, no atendimento, aliás, no acolhimento, a gente pergunta para ele: "Então vamos fazer?" Passei a terapêutica do Cristo e falei: "Olha, você vai fazer o tratamento e começa a fazer uma prece por ele. Não consigo fazer prece por ele. Aí eu então tá bom, não vou fazer prece por ele. Faça por você então para que você possa compreender essa situação." E começou o tratamento, era a distância por conta da pandemia. E na semana aí pedi para que ele voltasse, porque a gente precisa acompanhar, né? as pessoas que estão numa situação dessa. Eu falei, eu preciso que você volte tal dia para que eu possa saber como é que foi. Na outra semana ele falou: "Ah, o vizinho me pediu perdão". Então, já pensou se ele tivesse, né, não tivesse vindo para cá, talvez poderia se arrepender daquilo que fez. Por isso, nos processos de exaltação, de cólera, de ía, que nós possamos tomar água da paz, respirar, entender o porquê daquela raiva, esperar a raiva passar, esperar essa ira passar e ela toma conta primeiro do nosso corpo. Por isso nós adoecemos. Quando a gente tem um um acesso desse de cólera, de ira, de raiva, de fúria, primeiro que recebe somos nós. O raio,
ar essa ira passar e ela toma conta primeiro do nosso corpo. Por isso nós adoecemos. Quando a gente tem um um acesso desse de cólera, de ira, de raiva, de fúria, primeiro que recebe somos nós. O raio, como diz Joana, ele vem primeiro para nós. Então é necessário que nós, né, tomemos cuidado, acolhamos aquela situação, entendamos o que é, por que eu me irritei tanto, por que que eu fiquei tão com tanta raiva, o que que foi que a pessoa fez para eu ficar com tanta raiva? Muitas vezes nós vamos falar, tem justificativa, né? Ah, fulano fez isso. O que que a doutrina tem nos convidado? O que que Jesus nos convida? Bem-aventurados aqueles que são brandos e pacíficos. Não é assim? Jesus nos convida e a doutrina nos ensina a seguir, né, a seguir Jesus, a boa nova. E como que nós podemos fazer isso? Exercitando a paz, meditando, tentando compreender. E quando percebermos em nós esses sentimentos, nós começamos a olhar para isso e trazer pra consciência. né? Eh, o Kardec, né, a doutrina espírita fala: "Conhecerei", não, Jesus, né? Que fala, "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". E é isso, quando nós conhecemos aquilo que nos tá causando dor, nós nos libertamos daquilo. Como conversava aqui com Expedita, as situações acontecem em nossas vidas porque nós precisamos aprender. E quando nós aprendemos, nós não vamos precisar repetir essa mesma situação. E vamos cur porque vamos curar dentro de nós aquilo que precisa ser curado. Por isso o autoconhecimento, né, no Evangelho, no na livro dos espíritos nos convida, nos tem uma questão 919, né, onde Kardec pergunta, né, como que eu faço para vencer as minhas más inclinações? Como que eu faço para me conhecer? Eh, aí os espíritos vão dizer, um sábio da antiguidade já dizia, conhece-te a ti mesmo, né? que então olhar para nós, nos conhecer, para nos transformar, trazer a consciência essas emoções que muitas vezes vão causar dores, principalmente em nós, e muitas vezes arrependimentos. Então, pensar, né? Por isso Jesus dizia: "Orai e
cer, para nos transformar, trazer a consciência essas emoções que muitas vezes vão causar dores, principalmente em nós, e muitas vezes arrependimentos. Então, pensar, né? Por isso Jesus dizia: "Orai e vigiai." Orai e o vigiar é a quem? A nós mesmas. Olhai, né? Ele fala primeiro, olhai, orai e vigia, vigiai e orai. Olhar para nós, né? Perceber aquilo que nós pensamos e aquilo que nós sentimos, né? E oremos para que possamos passar por essa situação com tranquilidade, com harmonia. Há momentos que nós vamos conseguir. Há momentos que nós não vamos conseguir. Mas aí nós já olhamos e falamos: "Não preciso repetir essa situação. Por que que eu tenho que repetir isso? Por que que eu tenho que ser sempre aquele? Por que que eu tenho? Por que isso tá me entristecendo? Por que que isso tá me preocupando tanto? Tem como eu resolver? O que que eu posso fazer para resolver? Eu preciso ficar repetindo sempre a agressão, sempre a exaltação no trânsito, onde quer que seja?" Não, nós não precisamos fazer isso, não é verdade? Basta que nós olhemos e modifiquemos os nossos a nós mesmos. Então, para terminarmos, que já estamos nos momentos finais, né? O que que é necessário para que nós possamos fazer essas mudanças em nós? a vontade, a vontade de querer mudar eh os esclarecimentos, né? Por quê? Porque quando nós buscamos o conhecimento, nós vamos desenvolvendo, né? Na doutrina espírita a gente fala que nós precisamos eh falado, né? Que nós precisamos desenvolver eh o nosso lado moral e o nosso lado intelectual da, né, da sabedoria. Precisamos conhecer. E Kardec dizia: "Amai-vos e instruí-vos." Instruí-vos. Por quê? Porque a instrução vai nos elevar, né? O conhecimento vai elevar a nossa mente, vai ampliar a nossa mente até que nós possamos trazer isso para o lado moral. Então, o conhecimento, as leituras edificantes, as as a prece, o evangelho no lar, tudo, né, faz parte desse processo de autoconhecimento e de autotransformação. Vamos virar seres crísticos agora? Não, nós seremos futuramente. Nós temos é
ficantes, as as a prece, o evangelho no lar, tudo, né, faz parte desse processo de autoconhecimento e de autotransformação. Vamos virar seres crísticos agora? Não, nós seremos futuramente. Nós temos é isso dentro de nós. Somos, temos a centelha divina em nós. Então, podemos fazer brilhar a nossa luz através desse conhecimento, transformando em ação na parte moral, nos melhorando a cada dia. Então, meus queridos, muito obrigada a todos e até a próxima. Vou passar retorno a palavra para esse pedido. Nós queremos agradecer a Flaviana. Palestra muito importante para todos nós de qualquer idade, né? E difícil mesmo. Esse trabalho é para dentro, não é para fora. Mas nós precisamos do do pessoal que tá de fora pra gente sentir as diferenças. Meus irmãos, eu queria dizer o seguinte, nós vamos fazer a prece de encerramento, mas eh com atenção, tranquilidade e depois nós vamos nos dirigir ao passe. O nosso irmão está ali na porta, vai nos orientar sem correria, sem atrapalhar nada. Vamos à prece. E quem quiser fechar os olhos pra gente concentrar mais ainda, melhor. Senhor Jesus, ensinai-nos ainda e sempre a respeitarmos e a vivenciarmos vossos ensinamentos. que nos conscientizemos de quão importante para nossa evolução é vivenciarmos vossas sublimes recomendações, que levemos muito a sério a glória de amarmos a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos sinceramente. Quando essa esperança se fizer a realidade, prevalecerão as leis de Deus na terra regenerada e haverá grande harmonia entre todos nós. Que retornemos aos nossos lares com o coração repleto de paz e de amor, e que reconheçamos na família que Deus nos confiou a alegria de uma convivência respeitosa, fraterna e amorosa. Derramai sobre todo planeta a Terra a luz divina de vosso infinito amor, Senhor, nosso Deus. Muito obrigada, meus irmãos. Então, vamos com calma seguir as orientações ali do nosso irmão que está na porta e uma boa noite para todos. Eu desejo saúde, paz, alegria de viver e gratidão a Deus.
us. Muito obrigada, meus irmãos. Então, vamos com calma seguir as orientações ali do nosso irmão que está na porta e uma boa noite para todos. Eu desejo saúde, paz, alegria de viver e gratidão a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.
colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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PRECEPTOR DE ALMAS - Flaviana de Souza [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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