LE 0313
Este é um projeto criado com o apoio de inteligência artificial para gerar voz e legendas. Pedimos desculpas antecipadamente por eventuais falhas. Nosso objetivo é compartilhar reflexões fraternas sobre O Livro dos Espíritos, obra fundamental da doutrina espírita, que nos convida a entender a vida, a morte e a evolução espiritual. Acompanhe e reflita conosco! 💙✨ Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
Quem foi feliz na Terra sente saudade dessa felicidade. Bem-vindos ao nosso estudo do livro dos espíritos. A pergunta 313 indaga: "O homem que neste mundo foi feliz deplora a felicidade que perdeu, deixando a terra." Os espíritos respondem: "Só os espíritos inferiores podem sentir saudades de gozos condizentes com uma natureza impura qual a deles, gozos que lhes acarretam a expiação pelo sofrimento. Para os espíritos elevados, a felicidade eterna é mil vezes preferível aos prazeres efêmeros da Terra". A resposta redefine felicidade. Aquele que viveu apenas para os sentidos pode sentir falta dos prazeres materiais. Mas essa saudade revela apego e o apego denuncia a imperfeição. Os espíritos elevados não lamentam. Eles ampliam a visão, comparam o transitório ao eterno e escolhem o eterno. É como quem deixa uma sombra para caminhar sob o sol. Os prazeres da terra são passageiros, tem começo e fim. Dependem do corpo e o corpo se desgasta. A felicidade espiritual é diferente, é estável. é profunda, não depende de circunstâncias externas. André Luiz ensina: "A verdadeira felicidade não é deste mundo. Quando o espírito desperta plenamente, percebe que aquilo que parecia máximo era apenas ensaio. A alegria superior não provoca cansaço, não exige excessos, não gera arrependimento, é paz consciente. Se hoje buscamos felicidade apenas fora, talvez ainda estejamos aprendendo. Se começamos a cultivá-la dentro, já estamos amadurecendo. A morte não retira a alegria verdadeira. Ela apenas separa o ilusório do real. Que saibamos distinguir prazer de felicidade e que escolhamos desde agora a luz que não se apaga quando o corpo adormece. M.
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