FERIDAS INVISÍVEIS - Márcia Sirotheau [9º SEMINÁRIO DO GRUPO ACOLHER]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que há. Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Sejam todos bem-vindos a essa casa de Jesus. Sejam bem-vindos também, acolhidos os nossos irmãos que nos assistem pelos diversos canais da TV, pelos diversos canais da internet, né, no canal da comunhão, no YouTube. Eh, hoje nós estamos numa hoje não, nós estamos numa semana de grande alegria, né? Não sei se todos aqui estão tendo oportunidade de estar conosco desde segunda-feira, mas nós estamos por meio da coordenação da diretoria de atendimento e orientação a nossa DAL, realizando o nosso nono seminário do grupo Acolher. Então são 9 anos nesse processo de maturação, né? Mas o que que é esse grupo Acolher? Que trabalho é esse que acontece aqui na nossa casa? O grupo Acolher é um grupo que oferece momentos de compartilhamento às pessoas em sofrimento pelo transtorno da ansiedade, medo, insegurança, depressão e outros transtornos emocionais. Então, nós temos esse grupo que se reúne aqui na casa às quintas e às sextas-feiras às 19 horas na sala 13. Então, quem porventura se identificou aqui com o grupo destinado a esse a esse esse público, né? Quem se identificou com esses transtornos emocionais é muito bem-vindo. É só chegar, só entrar, não precisa pegar ficha, não precisa se inscrever, é só chegar que será muito bem-vindo. e aqueles que estão nos ouvindo que possam multiplicar essa informação para que essa informação chegue a um coração que necessite, alguém que esteja vivendo um desses transtornos e que se sente sozinho para que possa perceber, descobrir que não está sozinho. E se esse é um seminário do grupo acolher, os nossos temas são afetos a esses assuntos. À luz da doutrina dos espíritos, à luz do evangelho do nosso querido mestre Jesus, nós nos propusemos ao longo dessa semana refletir um pouquinho sobre a depressão, sobre a ansiedade, sobre o medo, sobre essas angústias que nos
itos, à luz do evangelho do nosso querido mestre Jesus, nós nos propusemos ao longo dessa semana refletir um pouquinho sobre a depressão, sobre a ansiedade, sobre o medo, sobre essas angústias que nos visitam, né? E o tema do nosso seminário esse ano é: Quem governa o mundo é Deus e o amor não age com inquietação. Isso é uma fala de Jesus aos discípulos. Lá nas perturbações deles, Bartolomeu triste, deprimido, angustiado, o outros tantos ansiosos, perturbados, com medo, inseguros, Jesus os reúne e fala para eles que eles se lembrem que quem governa o mundo é Deus. E o amor não age com inquietação. O amor espera, guarda, sabe a hora de agir na nossa vida. Nós é que ficamos, né, alvoroçados aí, perturbados. Então esse é o nosso tema de reflexão desse nosso seminário que vai até sábado. E hoje nós vamos falar um pouquinho sobre as feridas invisíveis, a depressão e a revolta contra o próprio destino. Esse é o nosso tema. E para que nós possamos nos harmonizar um pouquinho mais, nós já começamos, né, esse processo de harmonização. Nós trouxemos aqui uma mensagem de Cáritas que diz o seguinte: "Segui-me, pois, meus amigos, a fim de que eu vos conteam sob a minha bandeira, nada tem mais. Eu vos conduzirei pelo caminho da salvação, porque sou a caridade. Então, embalados nesse convite feito pelo plano maior, nós chamamos aqui o nosso irmão Henrique, um dos trabalhadores da DAL, facilitador do grupo Acolher, para fazer a nossa prece de abertura. Queridos irmãos, queridas irmãs, vamos elevar o nosso pensamento a Deus, nosso pai, tranquilizarmos o nosso coração, suavizarmos a nossa mente para que possamos receber as benéces que nos são disponibilizadas iguais pétalas de rosa que descem sobre nós nesse momento, afagando o nosso corpo físico e nos preparando para recebermos os ensinamentos de hoje, que eles possam, Senhor, ficar impregnados no nosso ser, na nossa mente e que possamos levá-las até os nossos lares com o amor de fraterno de Maria. E o doce é a doce paz de Jesus.
sinamentos de hoje, que eles possam, Senhor, ficar impregnados no nosso ser, na nossa mente e que possamos levá-las até os nossos lares com o amor de fraterno de Maria. E o doce é a doce paz de Jesus. Que a espiritualidade maior possa intuir a nossa querida palestrante e amiga que nos conduza aos ensinos profundos. que conduzem também a nosso progresso espiritual, a nossa elevação. E assim damos por iniciado nossos trabalhos de hoje e permitimos mais essa oportunidade. Graças a Deus e graças a Jesus. Então, para falar para nós sobre as feridas invisíveis, a depressão e a revolta contra o próprio destino, com a palavra nossa irmã Márcia, que vai compartilhar conosco as suas reflexões. Meus amigos, uma excelente noite para todos. Para mim é uma alegria muito grande estar aqui com vocês nesse momento tão importante para nós do grupo Acolher, que é o momento do nosso seminário. É o momento em que nós procuramos compartilhar tudo aquilo que o grupo representa para nós com todos. E eu vou dizer para vocês aqui muito em particular que para mim esse grupo é uma fonte de luz e alegria. Porque desde o primeiro dia eu tava pensando, quando eu botei os pés lá, ainda no fazendo a formação como atendente fraterna, né? A casa orientou: "Olha, tem que visitar os grupos para saber o que que tem, como é que funciona". E eu fui, né, fazer essa visita e foi amor, a primeira visita não foi a primeira vista não. E com muita alegria, né, e gratidão, fiquei no grupo e vejo como o grupo é importante para mim, eu acho que para todos, mas eu posso falar de mim, né? Isso a gente aprende no grupo para a minha renovação, para o meu crescimento, para o apaziguamento dessas dores que eu trago na minha alma também. E quem de nós não traz essas dores, né? Essas dores que o espírito Emanuel vai chamar de dores morais, nos falando do tanto que elas são complicadas para nós, o tanto que elas nos machucam. E nós, no mundo em que nós vivemos, esse mundo material, para nós é muito fácil a gente olhar, perceber e até se comover
ando do tanto que elas são complicadas para nós, o tanto que elas nos machucam. E nós, no mundo em que nós vivemos, esse mundo material, para nós é muito fácil a gente olhar, perceber e até se comover diante da dor física. Se um de nós cair aqui, né, machucar o pé, todo mundo, meu Deus, o que aconteceu? O que que houve? Quer que ajude, né? Com certeza nós vamos nos mobilizar. Mas quantos de nós trazemos o coração às vezes tão pequenininho, tão apertado, meio despedaçadinho e ninguém tá vendo? Porque se eu coloco um sorriso na minha no meu rosto e falo palavras ali amenas, ah, aquela pessoa tá ótima, tá bem. E muitas vezes a gente não está. Então, meus amigos, hoje, mais do que nunca, nós temos nos conscientizado da importância que é poder falar sobre as nossas dores, poder dividi-las, especialmente com aqueles que sentem dores semelhantes também. Então, por isso a grandeza dos grupos de autoajuda, falando sobre a as dores que nós sentimos. Nós vemos que o evangelho é muito lindo. E eu diria assim, até com um pouco de ousadia da minha parte que nós conseguimos compreender o evangelho já intelectualmente conseguimos. A gente se esforça, ali, senta, estuda, lê, temos muito material, mas a nossa dificuldade não tá nessa compreensão intelectual. Isso ficou para trás na nossa história como humanidade. A nossa dificuldade é saber como esse manancial de luz, de beleza, resolve a minha vida. Como que isso se aplica no meu dia a dia, na hora que eu tô passando por aquelas dores, aqueles sofrimentos, eu tenho mesmo no evangelho uma ferramenta que vá me socorrer. Como é que eu vou enfrentar os meus conflitos íntimos? E quando Emmanuel fala para nós lá no livro Consolador sobre as dores, nos falando da dor moral e da dor física, e perguntam para ele assim: "Entre a dor física e a dor moral, qual delas que faz vibrar mais profundamente o espírito humano? Qual que é a mais complicada? Qual que tem maior impacto?" E ele responde assim, ele faz uma diferença da dor realidade, que é a dor,
l, qual delas que faz vibrar mais profundamente o espírito humano? Qual que é a mais complicada? Qual que tem maior impacto?" E ele responde assim, ele faz uma diferença da dor realidade, que é a dor, é o sofrimento do espírito, é a dor essência. Interessante, né? Porque o espírito é a nossa essência. Então, Emmanuel vai falar a dor essência e a dor física. a dor física que ele vai chamar de dor ilusão, porque é um fenômeno. Ela dá e ela passa. Mesmo que ela nos traga a desagregação molecular do nosso corpo, que é o que a gente chama de morte, mesmo assim ela vai passar. Mas essa dor moral é aquela que a gente leva todos os instantes, encarnados ou desencarnados, ela tá aqui com a gente. Então é essa dor, nos diz Emanuel, que tem esse maior poder de provocar em nós uma reflexão. É aquela dor que faz a gente parar. Pera aí, arruma tudo. Tem alguma coisa aqui que não tá boa e a gente para porque ela é muito impactante. Ele vai nos dizer, o espírito emanu nesse livro, o consolador, que só a dor espiritual ou moral é bastante grande e profunda para promover o luminoso trabalho de aperfeiçoamento e de redenção do nosso ser. Estamos aqui para nos aperfeiçoar. e para nos redimir. Porque claro, se nós estamos aprendendo, a hora que a gente olha para trás, que que tem no nosso passado? Tem acertos e tem erros. E quando a gente erra, qual é a única solução, a única saída que se apresenta para nós? É a da nossa redenção. É da gente voltar ali naquele momento, né? se não for naquele momento, em termos temporais, mas naquela conjuntura e refazer aquilo que a gente fez de uma maneira que não tava mais, não é mais adequada. Então é essa dor moral que é a responsável por essa nossa vontade de nos aperfeiçoar e de nos redimir. E quando a gente fala em depressão, é claro que é uma dor moral, né? Às vezes tem gente que até sente a dor no corpo físico, a depressão é tão tão assim forte que a gente até sente o incômodo na própria pele, mas a dor, a origem dela tá lá no nosso espírito.
moral, né? Às vezes tem gente que até sente a dor no corpo físico, a depressão é tão tão assim forte que a gente até sente o incômodo na própria pele, mas a dor, a origem dela tá lá no nosso espírito. Então, meus amigos, eh quando a gente tava pensando aqui nesse tema que nós vamos falar hoje, vamos pensar assim, quando a gente tem uma situação para resolver, vamos pensar assim numa mãe. A mãe eh, falo mãe porque eu sou mãe, né? Mas poderia falar pai, os pais me desculpem e não é assim, não quero puxar a sardinha aqui pro meu lado, mas como eu sou mãe, eu falo mãe, né? Então assim, quando a mãe vê o filho com problema, machucado que seja, que que ela vai fazer? Primeiro ela vai entender ali o que que houve, né? A criança chorou. Tô lembrando aqui que eu eu minha mãe deve ter sofrido demais, que eu já tive mais de 15 fraturas quando criança. Acho que foram mais 11. Era aquele, né, aquele choro. Que que aconteceu? Ela chegava para que que foi? Mexe o braço, mexe a perna, você consegue aí consegui ou não, né? Que já sei que quebrou e tal. Então o que que ela fazia? Uma radiografia mental, né, visual ali. Qual que é o problema? Então ela via primeiro a superfície para depois me levar pro hospital onde eles iam aprofundar aquela visão com a radiografia. Ia penetrar um pouquinho ali mais naquela situação para ver o que que realmente aconteceu. E depois, claro, o gesso era a terapêutica. E assim com as nossas dores morais também, se a gente quiser se cuidar e se tratar, primeiro a gente tem que ver, opa, deixa eu ver que que tá acontecendo, aonde que tá doendo, por que que tá doendo. A gente vai fazer essa primeira, essa primeira visão e depois nós vamos aprofundar. falar, a gente pode dizer assim, para falar de um jeito assim bem chique, a psicogênese espiritual da nossa dor, ou seja, onde que ela foi gerada em termos lá do espírito. E depois a gente vai pensar na terapêutica. Então, é essa, mais ou menos em linhas gerais a conversa que eu queria que nós tivéssemos hoje.
, ou seja, onde que ela foi gerada em termos lá do espírito. E depois a gente vai pensar na terapêutica. Então, é essa, mais ou menos em linhas gerais a conversa que eu queria que nós tivéssemos hoje. Começando então por essa visão superficial, não no mau sentido, mas pra gente ter uma visão geral do que que é a depressão. Às vezes nós confundimos a depressão com a tristeza. A gente fala: "Ah, tô deprimido, n?" Mas isso não é depressão. A tristeza, ela é um sentimento normal, faz parte. Nós não temos como seres humanos e não sentirmos a tristeza, uma hora aqui, outra ali. Agora, quando essa tristeza ela vai se prolongando de uma maneira assim que vai, né, extrapolando o tempo razoável do que seria esperado para aquela tristeza, aí a gente começa a pensar na depressão. E aí não vou entrar muito nessa área, né? Mas se a gente for procurar o auxílio que devemos de um de um psiquiatra, de um psicanalista, de um psicólogo, ele vai ter alguns critérios para identificar se aquilo ali é ou não depressão. Os critérios que estão lá no DSM5, né, que é o manual diagnóstico estatístico dos transtornos mentais, quinta edição. Prometo que eu não vou ficar com essa com essa eh abordagem aqui mais acadêmica, científica, porque não é o nosso objetivo. Mas só para que a gente possa entender, eles falam nove nove características de comportamento que a gente pode ter e a gente pode pensar, bom, se eu tiver algum desses, será que eu tô com depressão? Será que aquela minha pessoa querida, será que isso é depressão ou é a tristeza? Só. E é importante a gente ter isso um pouco em mente, porque muitas vezes nos nossos momentos de depressão, nós não conseguimos identificar essa situação. Então, precisamos da ajuda de um familiar, de um amigo, uma pessoa que nos queira bem, que vai sugerir: "Olha, você não acha que você deveria procurar uma ajuda, né? Quem sabe fazer uma terapia, quem sabe é o psiquiatra." E aí precisamos ouvir com ouvido de ouvir, porque se essas pessoas que nos rodeiam querem o nosso bem, a gente
ê deveria procurar uma ajuda, né? Quem sabe fazer uma terapia, quem sabe é o psiquiatra." E aí precisamos ouvir com ouvido de ouvir, porque se essas pessoas que nos rodeiam querem o nosso bem, a gente precisa dar um peso ao que elas estão falando. Às vezes eu não percebo, mas o outro tá percebendo. E se ele fala, ele tá querendo me ajudar. Por que não aceitar essa ajuda? Vamos ver, vamos consultar um especialista, saber se é ou não a depressão. Então, eh, essas características elas vão falar para nós daquele aquele humor deprimido, né? aquela aquele sentimento persistente de tristeza, de vazio. Não é um dia eu tá triste, não é um dia eu sentir um vazio, sentimento persistente, um dia e o outro e outra semana e aquilo ali vai, né, se arrastando. Uma perda de interesse ou prazer é uma diminuição da nossa capacidade de sentir prazer. Então, por exemplo, ah, eu adorava, por exemplo, eh, andar de bicicleta. Mas tô com desânimo, não tô mais com vontade. Márcia, mas você adorava. Você vivia pensando nessa sua bicicleta no final de semana. Ai, sabe que nem sei, não sei, não sei o qu, não quero mais. Então, coisas que antes nos davam prazer passam a não nos dar mais esse prazer. E se é depressão, a gente não pode fazer eh uma um diagnóstico dessa maneira com apenas um uma característica, né? A gente tá falando de várias características para que a gente possa pensar. O apetite mudou. Eu tô com dificuldade de comer, tô comendo muito. Vamos ligar o nosso sinal de alerta. Essa nossa conduta diz alguma coisa sobre alguma desorganização que a gente tá experimentando. Então vamos nos olhar com carinho. Tô dormindo muito. Tô dormindo nada. Sinal de alerta. Estou muito agitada ou muito lenta em termos das minhas habilidades psicomotoras. Ando só correndo desesperada. Não, mas você não era assim. E eu tô muito acelerada de alguma maneira ou então muito lenta, muito devagar. Às vezes a fala até fica mais lenta. Se não é o meu jeito de ser, opa, vamos prestar atenção, né? O dia que eu não bater
E eu tô muito acelerada de alguma maneira ou então muito lenta, muito devagar. Às vezes a fala até fica mais lenta. Se não é o meu jeito de ser, opa, vamos prestar atenção, né? O dia que eu não bater nesse microfone, eu acho que a Rute vai dizer que eu tô com depressão, porque toda vez é uma tapa no microfone, gente, desculpem. A fadiga, a perda de energia, sentimento de inutilidade. Quando que nós podemos deixar que esse sentimento venha e a gente faça assim no nosso coração abrigo para ele? Se nós somos seres divinos, mas às vezes a gente fala: "Ah, não sirvo para nada", né? E aí a pessoa começa, Deus podia até me levar, né? A gente começa naquela, naquele aquela espiral de autodepreciação, se sentindo inútil, ocupado por tudo. O outro espirrou, meu Deus, que que eu fiz? Eu que fiz ele espirrar. Estamos se sentindo culpado por tudo. Como se a gente fosse assim a o bode expiatório do mundo. Vamos ter acender o nosso sinal de alerta. dificuldade de concentração ou tomada de decisões, pensamentos recorrentes de morte ou suicídio. Então, nós aprendemos que quando a gente tem mais de cinco desses dessas características, a gente precisa acender o nosso sinal de alerta, porque pode ser uma depressão que precise do tratamento adequado. E como nós temos o recurso hoje em dia, né, nós nesse século XX a gente fala de tantas coisas ruins, mas temos tantas coisas maravilhosas que antes a gente não tinha, do avanço da medicina, do avanço das terapias, tudo isso como uma possibilidade, como uma ferramenta para que a gente possa construir o nosso caminho de felicidade. Então, se essas características estiverem presentes e se elas estiverem causando um sofrimento significativo pra pessoa ou estiverem de alguma forma incapacitando que eu me relacione no meu meio familiar, no meu trabalho, então precisamos de uma ajuda especializada. E vejam que nós somos o corpo físico, nós somos as nossas emoções, a nossa mente, o nosso espírito. Então, precisamos tratar de todas essas dimensões. Não adianta a gente falar
ma ajuda especializada. E vejam que nós somos o corpo físico, nós somos as nossas emoções, a nossa mente, o nosso espírito. Então, precisamos tratar de todas essas dimensões. Não adianta a gente falar assim: "Não, mas eu vou naquele negócio de médico, não. Isso é pouca fé. Eu vou investir mais na fé e vou procurar minha casa religiosa. Excelente, parabéns. Mas não se esqueça que você também é um corpo e que Deus nos deu a medicação e a ciência para um auxílio para a nossa melhora. Então, vamos examinar quantas vezes a gente deixa de aproveitar algo que é paraa nossa felicidade por conta de preconceito, por conta de eh de orgulho. Às vezes a gente tá com algum tipo de vergonha. E a gente lembra lá do Evangelho Segundo Espiritismo, causas das aflições. Tem as passadas e tem as atuais. E quando a gente estuda esse capítulo, gente, é de cair o queixo, porque a gente começa a estudar e a gente percebe que a maioria das nossas aflições tem as suas causas no nosso presente. Nós espíritas que às vezes com a nossa dificuldade de ver a nós mesmos, a gente fala assim tudo, ah, é da outra vida, é karma. Ou então a gente culpa o pobre do espírito obsessor. É obsessor que tá botando na minha cabeça. Não é que não existam influências espirituais negativas. Claro que existe. É claro que existe o nosso passado a resgatar, lógico. Mas aonde que eu me vejo nisso? Eu não tenho nada na minha conduta que possa ser revisto, alterado. Gente, só se eu fosse um ser perfeito, como nenhum de nós é. Então, temos algo na nossa conduta que precisa ser revisto e precisa ser alterado. E precisamos então fazer esse movimento para nos cuidar, né? Para nos nos deixar cuidar também, mas fazendo a nossa parte. Então, quando nós eh estamos tristes, isso aí não é depressão, mas se isso é prolongado, vamos ficar atentos e vamos buscar ajuda. A comunhão tem, por exemplo, esses grupos de autoajuda, né, a Patrícia falou aqui no começo, o grupo Acolher, que é o do nosso seminário, mas tem também os grupos da dependência
e vamos buscar ajuda. A comunhão tem, por exemplo, esses grupos de autoajuda, né, a Patrícia falou aqui no começo, o grupo Acolher, que é o do nosso seminário, mas tem também os grupos da dependência química, tem o grupo Viver, que é maravilhoso, que funciona as quartas-feiras para os casos deção suicida. E quem de nós em um momento de tristeza, de angústia, nunca pensou em como seria bom se a nossa encarnação terminasse agora? Às vezes a gente não quer tirar nossa vida, mas a gente fala assim: "Ô Deus, será que dá para me levar? Será que não esgotou?" ou não. Isso é de alguma maneira uma ideiação suicida e que precisa da nossa atenção, do nosso reconhecimento. Não é vergonha nenhuma, porque nós somos seres em evolução e esses sentimentos nos visitam. Por que que eles nos visitam? para que a gente possa encará-los, acolhê-los, cuidar deles e assim cuidar também de nós. Então, meus amigos, eh nós falando de depressão, nós vamos pedir ajuda do espírito, porque o espírito Ramed, ele estudou muito esse tema. Ele tem livros maravilhosos, né? Tem o livro Dores da Alma, que vai falar de todas essas essa esses sentimentos. Tem também o Prazeres da Alma que vai falar das nossas nossos sentimentos positivos, né? As nossas características também de luz, mas nós somos ainda luz e sombra e precisamos nos debruçar sobre todos os nossos aspectos, porque é isso que nos faz humanos, isso que nos faz filhos de Deus. Mas o espírito Ramed tem um livro que eu trouxe aqui para vocês. Não sei se isso aqui funciona nessa distância, sabe? Mas o pessoal lá da produção, eu vou colocar aqui, né? Às vezes dá para ver, não sei, é o transtornos mentais e remédios espirituais, Rafael, Papa pelo espírito Ramed, em que ele vai nos falar da depressão, nos chamando atenção para um aspecto que eu queria também ressaltar. Quando a gente pensa em depressão, a gente pensa numa pessoa triste, né? Claro, triste. E geralmente a pessoa que está assim envolvida por um estado depressivo, ela é uma pessoa que aparenta muita,
r. Quando a gente pensa em depressão, a gente pensa numa pessoa triste, né? Claro, triste. E geralmente a pessoa que está assim envolvida por um estado depressivo, ela é uma pessoa que aparenta muita, muita meuce, muita docilidade, né? Pessoas que falam assim de uma maneira muito tranquila, apesar da tristeza. Mas Ramed vem chamar atenção para dois aspectos que estão lá no fundo dessa desse estado de depressão. O primeiro deles é a culpa, que está muito ligada também ao sentimento de raiva. Aí a gente fala assim: "Não, pera aí, tá tudo errado, gente. Eu conheço uma pessoa que tá com depressão. A última coisa que essa pessoa é raivosa, mas ela é um amor, ela é uma fofa, uma pessoa meiga. E aí nós precisamos parar e aprofundar um pouquinho mais nessa nossa análise. Lembra que eu falei que a gente ia começar com a visão superficial e a gente começou vendo os sintomas. Agora vamos procurar a causa desses sintomas, porque claro, se a gente quer melhorar, a gente precisa fazer esse exame mais profundo e um pouquinho mais penetrar no nosso no nosso íntimo, nos nossos sentimentos que às vezes estão até para nós muitas vezes ocultos no nível inconsciente. A gente não tá percebendo, porque nem tudo a gente consegue perceber. É difícil, né? Então, o espírito nesse livro vai nos falar que essa esse nosso hábito da gente se culpar pelos erros que a gente comete, ele vai nos dizer que é uma disfunção emocional que nós precisamos reinterpretar. Ramed tá falando assim: "Ah, viva sem culpa, não tem problema, não, errou, segue em frente, toca o barco, tá tudo certo". Não é isso, mas ele está nos falando daquela culpa que é tóxica para nós. Aquela culpa que me coloca numa posição de me achar sem valor, de achar que eu não mereço ser feliz, de achar que eu mereço uma punição. Essa culpa, ela precisa ser por nós reinterpretada. A gente vai ter que olhar isso de uma outra maneira. Se quisermos construir a o nosso caminho de redenção, que é o que a gente veio fazer aqui na terra, todos
, ela precisa ser por nós reinterpretada. A gente vai ter que olhar isso de uma outra maneira. Se quisermos construir a o nosso caminho de redenção, que é o que a gente veio fazer aqui na terra, todos nós, a gente não veio fazer outra coisa, a não ser construir o nosso próprio caminho de redenção. Então ele vai dizer para nós assim: "A gente não pode ir atrás e refazer os momentos que a gente em que a gente errou. Não dá, já era, já passou, não tem como. Mas podemos consertar os nossos erros e avançar modificando o nosso comportamento. Gente, aí vem a a pegadinha da história, né, que tava tudo muito lindo, né? muita o acolhimento, nosso autoamor, tudo ótimo. Mas agora, opa, chegou tarefa aqui para mim, modificar o comportamento. Essa modificação do comportamento, ela não é da hora para outra, mas nós podemos tomar a resolução de modificar aquele comportamento que a gente tá entendendo que foi equivocado. Isso a gente pode. E aí a gente vai modificar aos poucos, mas a gente já decidiu colocar o pé naquela estrada de modificar aquele comportamento. Agora, por que que a culpa se instala para uns e não se instala para outros? Por exemplo, se a gente pensar no apóstolo Paulo, a gente vai olhar a história dele e perceber que quando ele era Saulo, ele perseguiu os cristãos. Ele foi o responsável pela execução, pela morte do primeiro mártir do cristianismo, que foi Estevão, e perseguiu outros cristãos. Mas quando ele encontrou Jesus na estrada de Damasco, ele não ficou se lamureando. Ah, meu Deus, eu não valho nada. Desculpa real aqui, como é que eu pude fazer aquilo? Tô tá com vergonha, Jesus. Não quero nem olhar pro senhor, não. Ele falou assim: "Mestre, que queres que eu faça? Olha só a diferença. Ele reconheceu o equívoco, como diz o espírito ham, não dá para voltar atrás e refazer. Ele não ia conseguir ressuscitar os cristãos que ele tinha perseguido e e assassinado. Mas ele pode consertar o erro. Então ele pergunta: "O que que o senhor quer que eu faça?" E modificar o comportamento.
ão ia conseguir ressuscitar os cristãos que ele tinha perseguido e e assassinado. Mas ele pode consertar o erro. Então ele pergunta: "O que que o senhor quer que eu faça?" E modificar o comportamento. Essa é a orientação que a gente precisa trazer paraa nossa vida. Que não seja só uma coisa linda lá da história de Saulo, de Paulo, não. Que seja para mim olhar para trás, perceber o equívoco, refazer, consertar o erro e modificar o comportamento. Então, por que que a culpa, por exemplo, nele não se instalou e em mim se instala? Que que eu tenho de tão diferente, gente? Será possível? E o espírito Ramed vai falar para nós assim, dois motivos. Primeiro, porque ainda não houve o movimento da alma para que esta condição seja atenuada. Qual condição de eu me sentir culpado, precisa haver um movimento da minha alma que vai atenuar em mim essa condição. E a gente vai ver isso quando a gente falar das terapêuticas pra gente lidar com a nossa depressão. Como é que eu vou desinstalar essa culpa em mim? Se ela se instalou, então tem que desinstalar. como é que eu faço isso? E ele vai nos dizer, à medida que a gente vai buscando a reparação pros nossos erros, eles vão se transformando em lições de vida. Não é mais o erro que tá ali me humilhando, me lembrando que eu mereço ser punida. Não, ele virou lição de vida. Olha a diferença. O erro vai se transformando em lição de vida que nos permitem lições que nos permitem avançar. Então, por que eu sei? que se eu pisar aqui eu vou me machucar, eu não piso mais, eu piso ali. Então é esse erro reconhecido que me permite avançar. Primeira coisa, então, para que a gente possa eh desinstalar a culpa quando ela se instala na gente. Segundo aspecto que o espírito Ramed nos lembra, por que que a gente se sente culpado ainda? Ele vai nos dizer por quê? Em razão da nossa poluição mental, ainda a gente ainda vê as coisas um pouco embaralhadas. A gente tende a ver, a perceber, a sentir Deus como um ser punitivo. O Deus como um ser punitivo, como se ele
Em razão da nossa poluição mental, ainda a gente ainda vê as coisas um pouco embaralhadas. A gente tende a ver, a perceber, a sentir Deus como um ser punitivo. O Deus como um ser punitivo, como se ele estivesse, a média fala assim, por trás de uma neva de vingança. Então, aquele sujeito que tá ali só anotando, né? Pera aí, fez isso. Aham. Me aguarde que teu tá guardado, né? Não é isso. Deus não tá por trás. essa néva de vingança. E por que que a gente vê ele assim? Então, e ele vai nos explicar. A gente projeta no que percebemos como Deus, o que a gente traz no nosso coração. Como a gente ainda é vingativo, como a gente ainda julga o outro, como a gente ainda quer às vezes a revanche, a gente acha que Deus vai agir assim conosco também. Por isso que a gente precisa mudar a nossa percepção para que a gente possa ir avançando. Por isso que o Cristo falou pra gente não julgar. Por isso que ele falou que Deus é pai para nós, para que a gente vá entendendo que Deus é amoroso, não é punitivo. Mas esse conceito tá arraigado em nós, lá no nosso inconsciente, que faz com que a gente acabe atraindo circunstâncias para nós de sofrimento. Quando Pedro nos disse de uma maneira linda que o amor cobre a multidão de pecados, gente, essa frase é das mais lindas que eu já ouvi. Você sabe que eu tenho uma amiga que ela é muito católica, né? E é isso, maravilhoso, não tem nenhum problema nisso, né? Muito pelo contrário. E ela está agora, minha amiga da juventude, né? A gente aqui chegando na meia idade, ela já tá percebendo que a gente já tá, já passou do primeiro tempo, né? Já estamos no segundo, não estamos ainda no final do segundo tempo mais, né? E ela já tá preocupada com o purgatório. Ela me falou: "Márcia, eu tô vou pro purgatório porque todos mão, né?" Eu falei: "É mesmo?" É, eu falei nem discuta. Eu falei: "Tá bom". E aí eu tô preocupada porque eu não sei o tempo que eu vou ter que ficar lá. Aí eu fiz uma proposta para Deus. Eu falei assim: "Deus, vamos fazer uma coisa para eu abreviar meu
ta. Eu falei: "Tá bom". E aí eu tô preocupada porque eu não sei o tempo que eu vou ter que ficar lá. Aí eu fiz uma proposta para Deus. Eu falei assim: "Deus, vamos fazer uma coisa para eu abreviar meu tempo de purgatório. Será que o senhor não pode mandar logo para meu sofrimento?" Logo pode mandar logo que eu já vou aguentando aqui. Agora ela falou assim: "Eu queria só pedir uma um detalhezinho que ele não atingisse minhas filhas". Aí ela falou: "Massa, até parece que dá, né, para eu sofrer, se minhas filhas não sofrerem". Mas enfim, foi a proposta que eu fiz. Eu falei: "Olha, mas que interessante, né? Será que não tem outro jeito?" Ela falou: "Ah, não tem não. Eu já fiz logo para eu adiantar o pagamento." Eu falei: "Vem cá." E aquela história que Pedro fala que o amor cobra multidão de pecado, será que não vai dar uma moratóriazinha para você abreviar lá o seu tempo? Ai, falou isso. Eu falei, pode ver na Bíblia, né? A gente tem que falar, né? A a a nossa linguagem comum. Aí eu vou ver. Eu falei: "Pois é, às vezes redobra caridade, quem sabe, né?" né? Aí ela ficou de pensar, não sei o que que vai dar isso. Mais meus amigos, diante dos nossos erros, para que a gente não seja vítima da prisão, que é a culpa, a gente precisa lembrar também do nosso sol de Assis, Francisco de Assis, que naquela oração linda, que eu acho que é um guia da felicidade para nós, ele vai nos dizer assim, quando ele fala de erro, um dia houver erro, que eu leve a verdade. O que é a verdade se não despertar da nossa consciência? Joana deângeles fala que a gente tem vem de um período de consciência de sono. Que que é isso? Consciência dormindo. Tá ali. Não tá prestando atenção. Aquele agir mal para mim achei que não me impactou. Consciência ainda tá em um momento muito adormecida e a gente está despertando a nossa consciência. Onde houver erro, que eu leve a verdade é trazer para mim o despertar da minha consciência. A verdade que Francisco do Jacis nos fala, não é que eu vou virar a dona da verdade
ndo a nossa consciência. Onde houver erro, que eu leve a verdade é trazer para mim o despertar da minha consciência. A verdade que Francisco do Jacis nos fala, não é que eu vou virar a dona da verdade agora ditando regra pro mundo, não. Isso é arrogância, não é isso que ele quis falar, mas a verdade sobre mim mesmo, que eu possa me ver na minha condição espiritual de ser em evolução, que acerta, que erra, o erro faz parte do processo evolutivo. Então, preciso lidar com esse erro de uma forma mais produtiva para a minha felicidade. E aí Ramed nos fala que nós precisamos ressignificar essa nossa paisagem mental punitiva para uma percepção mais acolhedora e fraterna diante dos nossos fracassos. E ele ainda fala para nós uma coisa: "Olha, fracasso não é derrota de forma alguma. Fracasso é algo inerente à experiência. a gente acerta, a gente tem sucesso, a gente tem fracasso. A derrota é quando eu não assumo o meu erro, ele vai nos dizer, e não busco adotar novas atitudes. Aí é uma derrota no sentido de que eu fico ali naquela posição estacionada, não aprendi aquela lição e em volta, envolta no sofrimento que vem não pela punição de Deus, mas pela lei de causa e efeito. É como se eu jogasse uma pedra no lago. Todo mundo já jogou, né, uma pedrinha no lago. Aí se forma aquelas ondas, né, ao redor da pedra, onde a pedra caiu no lago. Aquelas ondas se formaram por quê? Porque a água resolveu que ia fazer isso. Não. Elas são consequências, consequência do impacto daquela pedrinha na água. E assim também os sofrimentos que advém dos nossos erros. Não é que Deus tá ali anotando, ah, agora nem sabe o que que vai chegar aí para você. Não é isso. São consequências. E por que que essas consequências vêm? Elas são boas porque elas nos causam um desconforto. E o desconforto é muito importante para que a gente possa querer sair daquela posição. Porque se eu erro, erro, erro e não tem nenhuma consequência, por que que eu vou parar de errar? Vocês já pensaram nisso? Como que a gente ia
rtante para que a gente possa querer sair daquela posição. Porque se eu erro, erro, erro e não tem nenhuma consequência, por que que eu vou parar de errar? Vocês já pensaram nisso? Como que a gente ia evoluir? não ia evoluir, a gente ia ficar igualzinho. E aí vem o desconforto, opa, um convite para mudança. A gente não quer ficar no no desconforto, a gente não quer ficar no sofrimento. Então, a gente quer organizar nossa vida de maneira que a gente possa evitar esse desprazer. E aí nós começamos a rever as nossas atitudes. Então, meus amigos, a resposta nossa emocional à culpa e a tristeza, que o que que a gente deve oferecer nesses momentos é compreender o que nós fizemos. Vamos compreender. Fizemos com aquela consciência daquele momento. Ah, não está mais adequado. Parabéns, você avançou. Então, vamos consertar o que você fez. e não ficar estacionados na autopunição, buscar a nossa reparação. E como é que a gente vai reparar? Ah, não dá mais para eu reparar o que eu fiz não, porque era uma situação lá na outra vida e aquele espírito lá me falaram que ele até até já me perdoou, até já evoluiu, como é que eu vou reparar o que com ele? Ele que tá até me ajudando do lado de lá. Mas a gente pode reparar em situações semelhantes. Se a gente lesou alguém na área afetiva, vamos cuidar dessa área para que a gente possa colher na área afetiva. Se a gente lesar alguém na área financeira, vamos dispor os nossos recursos para auxiliar alguém também nessa área material. E a gente vai, né? Nossos erros são muitos, o cardápio é grande, a gente pode escolher, tem muita área de atuação pra gente, não falta serviço. A gente abre lá a oferta de serviço do bem, é muita coisa. Então a gente pode escolher, olha como é que a gente tá bem, tem muita tarefa para nós, então tem muito jeito pra gente seguir adiante. E ainda falando do que tá por trás da depressão, a gente falou da culpa, né? Tem uma outra, um outro sentimento que a gente precisa trabalhar, que é a raiva. Aí a gente fala assim: "Nossa, mas a pessoa,
ainda falando do que tá por trás da depressão, a gente falou da culpa, né? Tem uma outra, um outro sentimento que a gente precisa trabalhar, que é a raiva. Aí a gente fala assim: "Nossa, mas a pessoa, meu parente ali que tá com depressão é tão doce, ah, não faz mal a uma mosca. Raivosa aquela pessoa nunca, de jeito nenhum. Mas a raiva, quando a gente sente a culpa, a raiva tá junto, porque a gente fica com raiva da gente mesmo. E aí vem toda esse todo esse comportamento autodestrutivo da gente não se gostar, da gente não querer, não se querer, da gente não se cuidar. Então nós precisamos, meus amigos, identificar essas características em nós. A gente não cuida do que a gente não gosta, não tem jeito. Pensa numa coisa que você gosta muito. Pode ser a camisa do seu time de futebol preferido, pode ser aquele livro que você adora, tá ali, cuidado. E o que você não gosta? Ah, você nem sabe onde guardou, não é isso? Na nossa casa. Então, a gente só cuida do que a gente gosta. Se a gente não está se cuidando, vamos investir mais na nossa capacidade de injetar amor na gente, porque precisamos fazer isso para que a gente vá reconstruindo o nosso caminho de felicidade. E o espírito hermano, em outro livro que eu trouxe aqui para que a gente pudesse brevemente comentar, ela vai nos falar também sobre a depressão, mas aí sou com so de acordo com alguns aspectos eh espirituais, a gente tá aprofundando a nossa visão. Lembra que eu falei que a gente ia fazer um raio X? a gente tá indo, né, falando das emoções. Agora vamos falar também de nós como espíritos imortais. Ela vai nos dizer que tem aquela depressão que é uma depressão eh que é causada por alguma coisa, que ela vai chamar de depressão secundária, né? Então, por exemplo, eu perdi um emprego, tô deprimida, tem uma causa, né? Eu tô deprimida. Foi muito difícil aquele BAC financeiro. Alguém que eu amo muito desencarnou e eu tô deprimida e aquela dor não passa. Então tem uma causa. Essa é a chamada depressão secundária e ela é mais fácil da gente
uito difícil aquele BAC financeiro. Alguém que eu amo muito desencarnou e eu tô deprimida e aquela dor não passa. Então tem uma causa. Essa é a chamada depressão secundária e ela é mais fácil da gente cuidar. Mas tem uma depressão que é a depressão primária, que é aquela que não tem causa parente. Aí você olha assim: "Puxa, mas a pessoa não tem nada grave na vida dela, por que que ela tá deprimida?" E aí, meus amigos, é muito importante que a gente tome cuidado para que não nos falte a empatia, porque no coração do outro ninguém sabe o que vai. Nós às vezes vemos uma situação, aparentemente temos a nossa impressão e às vezes ela não podia estar mais distante da realidade íntima daquela pessoa. Então essa depressão primária, ela é em si mesma a causa e o efeito. Como é que a gente vai entender isso? Não tem jeito, só a luz da imortalidade. E aí a ciência espírita é muito importante para nos ajudar a abrir um pouquinho esse vel que a gente possa olhar mais fundo. Então, Hermano, o espírito Hermã Seufô, né, vai nos dizer nesse livro que é é reforma íntima sem martírio, que é muito lindo também. Ela vai nos dizer que à luz da imortalidade, essas depressões, elas são como que uma tristeza do espírito. E ela ocorre no momento em que o espírito amplia a sua consciência sobre si mesmo. Então, é como se eu olhasse no espelho da minha consciência, que a nossa consciência é um espelho também, né? E como se por alguma situação, às vezes o nosso próprio desencarne, a gente do lado de lá com mais clareza, a gente olha assim e não gosta da imagem que tá vendo. E aí, como é que a gente faz? Não dá, não tem maquiagem para arrumar, não tem jeito. A gente vai precisar olhar para aquela nossa imagem e trabalhar aceitação e trabalhar o amor e trabalhar o perdão. Então, meus amigos, a gente começa a tomar em determinado momento da nossa trajetória espiritual e isso acontece com todos nós. A gente começa, quando a nossa consciência vai despertando, dá aquele clique, a gente começa a olhar para trás
omar em determinado momento da nossa trajetória espiritual e isso acontece com todos nós. A gente começa, quando a nossa consciência vai despertando, dá aquele clique, a gente começa a olhar para trás e dar aquela vergonha da nada, né? Se a gente pudesse, a gente até largava o perespírito e se escondia em algum lugar embaixo da mesa, né? Mas não dá para fazer isso. E a gente começa a ver nossas imperfeições. Puxa, não sou essa fofa que eu achava, né? Puxa, todo mundo me falava, mas não sou. começa a ver as nossas faltas, começa a ver as nossas necessidades. E aí, novamente, nós somos invadidos pela culpa e às vezes pela raiva da gente mesmo. Às vezes a gente projeta essa raiva no outro também. E aí, a partir dessa nossa visão que a irmã se vai dizer que é uma visão ampliada de nós mesmos, nós estabelecemos lá no nosso inconsciente, que fica no nosso inconsciente, registros muito profundos de inferioridade, de desvalor pessoal, tá lá no inconsciente. Em, por que que a gente faz isso? Porque nós somos ainda, ela nos diz, iniciantes na arte do perdão. A gente não tá treinado no perdão. Ora, se eu não tô treinada no perdão, como é que eu vou me perdoar? Não tem jeito. Olha a importância da gente praticar o perdão. Quando a gente pratica com outro, a gente tá praticando com a gente mesmo e vice-versa. Então, a gente precisa ir treinando essa arte do perdão. Então, quando nós desencarnamos, se a gente tem, ela nos fala assim, algum mérito, que que é mérito? ações no bem, a gente vai passar por esse momento, vamos dizer assim, de tratamento das nossas emoções lá no plano espiritual. Existem hospitais, né, que nos tratam, grupos de autoajuda, existe também do lado de lá. Ainda bem, né, porque a gente desencarna do mesmo jeito com nossas emoções e conflitos. Já pensou se não tivesse? Tava muito complicado esse plano espiritual, mas tem também. Então a gente, se tem algum mérito, nós conseguimos ser resgatados e acolhidos por esses grupos que vão nos ajudar a perceber as nossas emoções, a
ito complicado esse plano espiritual, mas tem também. Então a gente, se tem algum mérito, nós conseguimos ser resgatados e acolhidos por esses grupos que vão nos ajudar a perceber as nossas emoções, a fazer a ressignificação desse sentimento de culpa que decorre lá dos erros. E a gente vem então pra terra trazendo um certo nível de um apaziguamento mental, como se a gente de alguma maneira fizesse as pazes com a gente mesmo. Olha, o que eu podia fazer, né, mas tô aqui para melhorar, né, vamos em frente. Então, a gente retorna ao corpo dessa maneira. Outras vezes a gente não consegue fazer esse processo, ou porque nós não tivemos essa oportunidade, ou porque a necessidade da reencarnação foi imediata e a gente não pôde ter esse preparo. Não podemos generalizar de alguma de forma alguma, porque cada um de nós é único. As nossas experiências são únicas e as nossas necessidades também. Então, muitas vezes a gente regressa à vida em condições expiatórias sobre o domínio de severas psicoses, nos dizm, colhendo os frutos da das sementes que nós lançamos. Então, nessa, sob essa perspectiva, ela nos diz, a depressão que a gente sente não é nada mais, nada menos do que o doloroso estado de decepção, de desilusão, que nos acomete em busca da nossa recuperação perante a própria consciência na vida física. Não tem nada a ver com Deus, é perante a nossa própria consciência. Então é aquele estado de desilusão. Mas olha só, se a gente se desiludiu, é porque a gente tinha uma visão equivocada de nós mesmos. O primeiro passo pra gente se consertar é realmente a gente se desiludir. Dói, dói, tudo bem, dói. Mas a gente vai atravessar isso porque nós vamos treinando, como ela nos diz, essa arte do amor, essa arte do perdão. Então, meus amigos, e ela segue aprofundando. É muito difícil, sabe, gente, que a gente vai cada vez, meu Deus, é culpa, é raiva. Que mais que tem? Tem mais coisa aí pra gente ver. Ela vai nos dizer que a depressão é o resultado de séculos de atitudes egoístas nossas. Ah, então todo
ente vai cada vez, meu Deus, é culpa, é raiva. Que mais que tem? Tem mais coisa aí pra gente ver. Ela vai nos dizer que a depressão é o resultado de séculos de atitudes egoístas nossas. Ah, então todo mundo que é deprimido é porque foi muito egoísta. Sim, quem é deprimido e quem não é também, porque todos nós aqui na terra, né, notícia triste, mas é a verdade, fomos e somos ainda muito egoístas. é o nosso nível de maturidade espiritual ainda em evolução. Então essa longa trajetória de egoísmo, ela vai se manifestar em um sentimento de desapontamento. Que quer dizer isso? Não gostei da vida que Deus me deu. Não gostei de nascer no Brasil. Não gostei desse corpo. Não gostei da família. Não gostei do vizinho. É isso, é esse desapontamento com tudo, essa contrariedade, porque muitas vezes em outras resistências nós já tivemos imposições em que nós fomos atendido em tudo que nós queríamos. Todos nós já passamos por essa experiência. E aí a gente veio cultivando o hábito do egoísmo. É do jeito que eu quero, senão não é. E aí, meus amigos, a contrariedade então é o preço que a gente paga. pelo nosso egoísmo, porque precisamos que a vida nos contrarie para que para que a gente desenvolva instrumentos para o nosso crescimento. Porque essa contrariedade que vai me provocar a mudança, essa contrariedade da vida, puxa, não é como eu queria, que vai me obrigar a pensar sobre a necessidade de mudança. Preciso mudar, não tá bom dessa maneira. Tem um amigo muito querido que fala uma uma piada que eu adoro, né? Virou até piada que ele fala assim: "Márcia, olha, minha família é muito ruim, eu não gosto, eu não gosto de ter nascido aqui." Eu acho o seguinte, a gente vai estudar as obras do André Luiz, né? E vê nos livros, principalmente o nosso lar, tem isso, os mensageiros, que nós temos um processo de preparação lá na espiritualidade. Então, né, a gente estuda, são os mentores ali, cada coisa muito bem planejada. Aí ele fala assim: "No meu caso, eu tenho certeza que o chefe saiu,
mos um processo de preparação lá na espiritualidade. Então, né, a gente estuda, são os mentores ali, cada coisa muito bem planejada. Aí ele fala assim: "No meu caso, eu tenho certeza que o chefe saiu, foi tomar um cafezinho, o estagiário assumir e fez essa bagunça que é minha vida". Mas não é, né, gente? Não é bagunça, não era para ser assim mesmo. Não foi o estagiário, não. Tá certinho, porque nós atraímos as experiências que nós precisamos para desenvolver algumas potências da nossa alma que já podem ser desenvolvidas. A terra é então o hospital que a gente vê se tratar, todos nós doentinhos, um ajudando o outro. Ó que coisa linda, toda tudo doente. Um ajuda o outro, um melhora, aí o outro cai, o outro vai lá, só corre, daqui a pouco o que caiu levanta o, né? E vamos nos ajudando, treinando a solidariedade. E a encarnação é a nossa guia de internação no hospital. Internou, internou aqui no corpo, deixa internado, né? E aí, como é que nós vamos, qual é o remédio que a gente vai tomar? É a prática do bem. É a prática do bem. Porque através da prática do bem, eu vou desenvolver esse que eu preciso, que é a amorosidade. A gente não falou que a depressão tem a ver com a nossa dificuldade de aceitar as nossas culpas, com a nossa dificuldade de nos amar como nós somos. Ah, então vamos treinar amorosidade, porque no que eu treino com outro você vai treino para mim também, porque eu vou desenvolvendo aquela potência ali como um todo. Então, meus amigos, para que a gente possa concluir, né, nossa a nossa fala de hoje, vamos falar da terapêutica espiritual. A gente vem falando durante toda essa nossa conversa, mas vamos só pontuar algumas coisas para que a gente possa deixá-las gravadas no nosso coração e possa utilizá-las como ferramenta. Não é para ficar na estante do coração, ah, que lindo, não. É pra gente pegar na hora H que tá precisando. Primeira coisa, reconhecer a nossa responsabilidade para melhorar. Não adianta eu chegar assim: "Ah, tô entregue, cuide de mim". Até posso falar
do, não. É pra gente pegar na hora H que tá precisando. Primeira coisa, reconhecer a nossa responsabilidade para melhorar. Não adianta eu chegar assim: "Ah, tô entregue, cuide de mim". Até posso falar isso no primeiro momento, mas vem cá, meu amigo, sua parte. Você vai fazer o que mesmo? Porque a gente só anda com os nossos pés. A gente não anda com os pés de ninguém. Pode ser o nosso médico, pode ser o nosso anjo da guarda, pode ser o nosso mestre Jesus. ele não vai andar pela gente. Então, a gente tem que se colocar e se responsabilizar pela nossa, nosso processo de melhora, tomando a medicação. Medicação, a prática do bem. Precisamos conhecer a verdade para que ela nos liberte. Que verdade é isso? É a verdade de eu sair por aí ditando regra. Agora eu sou a dona da religião. Agora eu que sei tudo de todas as organizações sociais. A política é só a minha visão. Não é essa verdade, não. É a verdade sobre mim mesma. Essa verdade que vai me libertar. Compreender a nossa realidade espiritual. Não vamos nos iludir. Nós somos espíritos em evolução. A gente tem problema, a gente tem conflito, a gente tem coisa mal resolvida e muita, mas também temos muita coisa boa que nós já conquistamos. Então, vamos olhar para o que precisa ser consertado e vamos pegar a ferramenta do que a gente já tem de bom e usar para consertar o que a gente já dá conta de consertar no nosso coração, treinando amorosidade, treinando perdão. Se a gente está num processo de depressão, nos faz muito mal a gente falar: "Fulana me fez isso, eu não perdoo". muito mal, porque é essa medida que a gente tá usando com a gente também, mesmo que inconscientemente. Então, vamos treinar o perdão. E para, de novo e lembrar da importância do trabalho do bem, quando eh Kardec estuda sobre a prece lá no livro dos espíritos e sobre as nossas faltas, ele pergunta assim: "A gente pode pedir a Deus de uma maneira eficaz o perdão das nossas faltas?" Adianta? E aí os espíritos falam: "Olha, Deus, ele sabe discernir muito bem o mal. Não precisa
faltas, ele pergunta assim: "A gente pode pedir a Deus de uma maneira eficaz o perdão das nossas faltas?" Adianta? E aí os espíritos falam: "Olha, Deus, ele sabe discernir muito bem o mal. Não precisa você contar para ele o que que você fez, que ele já entendeu o que que você fez de bom de errado. Aquele que quer pedir a Deus, Deus o perdão das suas faltas, não o obtém. Se não mudar de conduta, é o é a história do refazer o erro, mudar a conduta. E aí eles finalizam, né, os espíritos que ditam a resposta a essa questão. Uma frase que eu acho linda e que me ajuda muito nos meus momentos de dor, que eu queria compartilhar especialmente com vocês. As boas ações são a nossa melhor prece. Ai, eu tô tão triste que eu não consigo me concentrar. Cabeça tá parece que vazia. Não tem, não consigo fazer uma um Pai Nosso, não dou conta. As boas ações são a melhor prece. Todos nós somos capazes dessas boas ações, porque nos dizem os espíritos, e a gente sabe disso, os atos valem mais do que as palavras. Então, meus amigos, que a gente possa tomar essa medicação que nos é oferecida da prática do bem, do autoamor e do autão. Não é mágica, é treino. Para que a gente possa se matricular nessa academia, primeira coisa, precisamos querer, ter a consciência, arregaçar as mangas e partir para o nosso trabalho, porque é um trabalho muito lindo, é um trabalho muito abençoado, porque somos todos obras de Deus em aperfeiçoamento. E com certeza, quando nós nos propomos a uma obra tão linda como da nossa própria redenção, nós temos muita ajuda, porque somos cercados por uma corrente de amor e de bondade que quer nos ver melhorar, que quer a nossa felicidade. Eu agradeço a vocês esse momento muito de todo coração e desejo uma excelente noite para todos nós. que nós possamos agradecer esses abençoados minutos de reflexão que a nossa amiga nos trouxe. Eu convido a nossa irmã Roberta, também trabalhadora da DAL, para fazer a nossa prece de encerramento. Então nós aqui doentinhos, né, tão necessitados também.
de reflexão que a nossa amiga nos trouxe. Eu convido a nossa irmã Roberta, também trabalhadora da DAL, para fazer a nossa prece de encerramento. Então nós aqui doentinhos, né, tão necessitados também. Vamos neste instante unir toda a força de amor de cada coração aqui presente, a força de amor do coração puro e grandioso do Cristo, para que ele possa subir aos céus e encontrar a misericórdia infinita de Deus, nosso Pai. E que assim essas bênçãos, sendo derramadas, possam nos manter despertos e perseverantes no caminho do bem. Que tenhamos olhos de ver, ouvidos de ouvir e coração para sentir toda a sutileza de Deus nas pequeninas oportunidades que ele nos oferta de sermos pessoas melhores, de sermos ferramentas na obra de amor do Cristo, para que assim nós possamos alcançar a verdadeira felicidade, que é iluminar o nosso espírito e estar na companhia. do Cristo, cada vez mais sentindo a sua doce, meiga presença. Que assim seja, meus irmãos, o nosso seminário continua ainda amanhã, sexta e sábado. Então, eu convido a todos a estar conosco amanhã às 20 horas para que nós possamos continuar refletindo sobre essas temáticas. O nosso tema de amanhã é ansiedade e o tempo perdido, viver no presente e confiar no amor de Deus. E quem vai nos trazer essa reflexão será o nosso irmão Pedro Paulo. E aqueles que não puderam estar conosco na segunda e na terça-feira ou que ouviram que a Márcia falou, mas aí eu queria refletir de novo. Está tudo lá no canal da comunhão no YouTube. Pode assistir, assistir novamente, encaminhar para outros irmãos que necessitam ouvir e receber essas mensagens. Nós também queremos eh informar que a nossa casa presta o serviço de atendimento fraterno. Então aquele irmão que tiver em sofrimento, tiver sozinho, precisando conversar, venha até a nossa casa. O atendimento fraterno, ele é individual e ele é feito sobilo com trabalhadores da casa que foram capacitados para acolher esses irmãos em sofrimento, qualquer um de nós esse momento, né, de dor. E ele acontece na casa de segunda a
ndividual e ele é feito sobilo com trabalhadores da casa que foram capacitados para acolher esses irmãos em sofrimento, qualquer um de nós esse momento, né, de dor. E ele acontece na casa de segunda a quinta-feira, de 8:30 às 10:30 da manhã e depois à tarde a partir de 15:30 até às 21 horas. Na sexta-feira, o atendimento fraterno também acontece de 8:30 às 10:30 e à tarde começa um pouquinho mais cedo, a partir de 13:30 às 21 horas. Também temos o atendimento fraterno aos sábados de 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30 e no domingo de 17:30 às 19:30. Patrícia, não deu para copiar tudo. Essas informações estão disponíveis no site da comunhão, no Instagram, para que todos possam também divulgar esse serviço prestado pela casa, que é um serviço na seara do bem. Nós vamos passar agora às atividades do passe e eu peço em nome da casa que nós possamos manter o nosso nossa concentração, o nosso silêncio, manter os celulares desligados quando nós nos dirigirmos ali pra sala de espera do passe, nos mantermos em silêncio, para que nós possamos permitir a espiritualidade para continuar fazendo o trabalho que ela já iniciou desde o início da palestra. em cada um de nós. Então, é muito importante porque é no silêncio que Deus conversa conosco, é no silêncio que os amigos espirituais agem e atuam em nós. Então, que todos nós possamos nos manter assim em harmonia na cabine de passe, na sala de espera, para receber os melhores lenitivos. Espero vê-los amanhã. Tenham uma boa noite e fiquem em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta
ntimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as
u nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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