Evangelização de bebês, crianças e jovens. Há espaço para a família? Com Cintia Vieira

Federação Espírita de Mato Grosso do Sul 09/02/2026 (há 1 mês) 1:34:22 126 visualizações 20 curtidas

O Encontro Estadual de Evangelizadores Espíritas 2026, contará com a participação online de Cíntia Vieira, no domingo, dia 08 -autora de diversos livros sobre a Evangelização de bebês. Junte-se a nós, e acompanhe "Evangelização de bebês, crianças e jovens. Há espaço para a família?"

Transcrição

Tá travando aqui. Aí agora acho que vai dar certo. Agora acho que vai dar certo. Então, vamos lá. Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Aqueles que estão no salão azul aqui no presencial e aqueles que estão nos assistindo no formato online do interior do estado, de outros estados. Bem-vindos ao encontro estadual de Evangelizadores Espíritas de Mato Grosso do Sul. Então, é com muito carinho que nós mandamos um abraço a todos vocês. Meu nome é Eliete, eu sou diretora da área de infância e juventude aqui da Federação Espírita de Mato Grosso do Sul. Agora nós vamos dar alguns recadinhos, né? Em março, agora dia 15 15 de março, nós vamos realiz nossa pré-congên para jovens de 13 a 20ada em cinco polos. Aí nós entrando na no site da Federação Espírita de Mato Grosso do Sul, nós teremos todas as informações, inclusive onde serão os polos, a faixa etária. Acesse o site www.femis.orgo.br que vocês terão todas as informações lá, tá bom? E aí nós a nós teremos ainda um outro convite que é o encontro das crianças. Nós vamos realizar no mesmo dia, no dia 15 das crianças. A faixa etária vai ser de 5 a 12 anos. E que que nós queremos com esse encontro? Nós queremos criar uma ponte entre a infância e a juventude para quando houver os encontros da juventude, a criança já está acostumada com esses eventos. Então vocês, por gentileza, entrem no site da FEMES, divulguem aí na na no na regional de vocês para que esses dois eventos tenham sucesso que eles merecem, né, tanto as crianças quanto os jovens. Nós vamos agora então convidar para dividir a tela com a gente a nossa querida Cíntia. Olá, minha querida. Seja muito bem-vinda, CJ, sempre querida, amorosa, atendendo aos nossos convites. A Cíntia já é prata da casa, né? Já esteve aqui conosco em eventos presenciais e agora ela sempre tá online porque ela sempre é uma menina muito viajada, fica viajando pela Europa, fazendo, fica fazendo inveja pra gente, né? É uma menina que olha, anda pelo mundo, eh, ide e evangelizar. ela atende

tá online porque ela sempre é uma menina muito viajada, fica viajando pela Europa, fazendo, fica fazendo inveja pra gente, né? É uma menina que olha, anda pelo mundo, eh, ide e evangelizar. ela atende esse esse esse imperativo do mestre, né? Então, muito bem-vinda, querida. A Cíntia, ela é graduada em música, mestre em educação, tem vários livros eh sobre evangelização de bebês, inclusive aqui no corredor, para quem tá no presencial, aqui no nosso corredor, tem vários livros dela, né, que se vocês quiserem adquirir, tá bom? Então, CT vai nos conduzir no tema a evangelização de bebês, crianças e jovens. para a família. Há espaço para a família. S. Agora então é com você, minha querida. Muito obrigada, Eliete. Bom dia, pessoal. Bom dia a todos que estão aí no encontro e aqueles que estão participando de forma online. É uma alegria muito grande mesmo retornar a esse encontro, né, que eu estava até comentando com a Eliete, né, que como é bom ver o processo, né, de construção doutrinária, metodológica, que a gente vem fazendo eh ao participar de encontros seguidos, né? Então eu estava observando isso no meu planejamento essa semana para esse encontro e e vendo, né, os caminhos que a gente já trilhou em outros encontros anteriores. Então é uma alegria muito grande estar com vocês, compartilhado esse tema assim eh fundamental no Centro Espírita, mas que é um tema também que parte do nosso coração, né? Então, evangelização de bebês, crianças e jovens, será que há mesmo esse espaço? Como é que a gente tem feito, criado esse espaço para a família no centro espírita, nas atividades de evangelização? Então, nós teremos três momentos, né, na minha parte aqui do encontro, né? O primeiro momento, a gente vai começar agora. Nós vamos fazer uma atividade vivencial. Depois a gente vai fazer uma reflexão doutrinária sobre tudo que a gente compreende desse tema dentro de uma perspectiva prática, eh trazendo experiências, né, não só do centro espírita que eu frequento, mas também do movimento espírita, né, de uma maneira

tudo que a gente compreende desse tema dentro de uma perspectiva prática, eh trazendo experiências, né, não só do centro espírita que eu frequento, mas também do movimento espírita, né, de uma maneira geral. E depois a gente vai fazer um relato de experiência, que é uma vivência que deu certo, que foi interessante. Então eu compartilho com vocês aqui no último momento do nosso da nossa fala. Bem, falando de família, né? Quando a gente fala de família, a gente não tá falando só da família que a gente recebe no centro espírita. Nós estamos falando também de família que é nossa, de nós dentro da família. Nós também estamos falando das nossas relações familiares. Por que que eu trago essa reflexão? Porque na verdade nenhuma temática ela consegue alcançar o seu objetivo pleno se ela não perpassa o evangelizador. Então o evangelizador é aquele canal que processa o tema doutrinário. Ah, então a gente não pode falar de qualquer tema porque a gente não tem ainda essa eh perfeição, né? Na verdade, eu gosto muito, né, do trecho do Evangelho que fala eh no no capítulo C de perfeitos, que fala da da do esforço, né, do espírita em domar as suas más inclinações, né, o homem de bem é aquele que se esforça, que tem os méritos do esforço. Então eu incluo aí o evangelizador, que o evangelizador é aquele que se esforça por adquirir aquilo que ele está planejando, a temática que ele está estudando. Por quê? Porque de tal forma nós chegaremos aos corações dos bebês, das crianças e dos jovens de maneira mais efetiva e verdadeira, porque nós vamos estar tão envolvidos no nosso próprio aprimoramento que nós vamos transbordar esse amor pela família, chegando aos corações de quem está à nossa volta. E quando a gente transborda, a gente acessa o outro na sua parte mais íntima, que é acessá-lo com a verdade que existe em nós. Mas pra gente fazer essa vivência, eu queria pedir para vocês sentarem de forma bem tranquila, respirarem profundamente, sentir a ambiência desse encontro de evangelizadores que é tão especial e que

. Mas pra gente fazer essa vivência, eu queria pedir para vocês sentarem de forma bem tranquila, respirarem profundamente, sentir a ambiência desse encontro de evangelizadores que é tão especial e que traz tantos benefícios. Nós sabemos que no encontro desses reúnem-se equipes espirituais responsáveis pela evangelização na terra. Então eles estão presentes, os amigos benfeitores, nos auxiliando nas reflexões, trazendo ali as inspirações para que a gente possa ser assertivos nas falas, nas condutas. E também os espíritos benfeitores estão ao nosso lado para nos dar ideias, porque quando a gente para um pouquinho a dinâmica, né, da evangelização em sala, que é tão eh efetiva, a gente não, o evangelizador ele praticamente ele não tem tempo para parar. Então, quando a gente senta para fazer um estudo, para participar do encontro, é o momento onde nós nos abrimos as ideias inspiradoras. É o momento onde nós nos encontramos conosco, o evangelizador, que também é um espírito aprendiz. Então eu peço a vocês que respirem de forma bem profunda, três vezes mais, para que o coração se aquiiete, para que a gente pacifique os pensamentos e para que a gente sintonize nesse ambiente fluido da natureza espiritual, que a gente possa, quem quiser, fechar os olhos, percebendo a ambiência que se forma em torno de nós, percebendo a presença dos amigos benfeitores, agradecendo a oportunidade de estarmos aqui neste momento participando desse encontro de luz. E ainda respirando profundamente, de forma tranquila, pacificada, nós vamos lembrar lá da nossa infância, das brincadeiras em família, das músicas, das comidas, da dinâmica familiar, de uma forma geral, pois sabemos que a nossa Nossa vivência na infância não foi feita só com momentos felizes, também teve momentos de desafio, de conflito, mas todos os momentos trouxeram aprendizados. E lembrando dessa infância que trouxe tantos aprendizados, que trouxe tantas perspectivas de crescimento espiritual, que nos trouxe conquistas das mais variadas

dos os momentos trouxeram aprendizados. E lembrando dessa infância que trouxe tantos aprendizados, que trouxe tantas perspectivas de crescimento espiritual, que nos trouxe conquistas das mais variadas para nossa vida até hoje. Se eu pudesse definir uma virtude que eu aprendi com a minha família, qual virtude seria essa? Cada um vai pensar, vai sentir. Às vezes nós vamos nos deparar com inúmeras virtudes, mas nós vamos escolher uma, aquela marcante, aquela que nos faz o adulto de hoje saudável. Aquele adulto que sabe reconhecer a família. Então, retornando à pergunta, se eu pudesse definir uma virtude que eu aprendi com a minha família, qual virtude seria essa? Então, cada um já pensou nessa virtude escolhida, pensando nos momentos atuais, que já usou essa virtude, como tem vivenciado no dia a dia essa virtude que aprendeu com a família. E vamos passar para um momento muito especial, o momento de gratidão. Momento de gratidão aos nossos pais, aos nossos familiares, aqueles que se colocaram nesse nesse lugar de família, de pessoas com o vínculo paternal, maternal. Nós vamos agradecer a tudo que vivemos e aprendemos em família, tudo. As dores, as alegrias, os conflitos, as conquistas. Tudo é aprendizado. Tudo é motivo de gratidão. Hoje nós somos a construção familiar que tivemos. Nesse momento, nosso coração se enche de amor, mas é tanto amor, é tanta gratidão que transborda, que invade, envolve. Vamos lembrando dos nossos familiares com muita gratidão, com muito amor, lembrando de agradecer por tudo, pela convivência, pelas relações, pela oportunidade de vida aqui na terra a partir dessa família que nós escolhemos no mundo. espiritual. Graças nós te damos, Senhor, por esta família, pela nossa família. Abençoa todos os nossos familiares, abençoa os nossos pais. Que a sua luz, Jesus chegue nos corações de cada um deles. e agradecidos por esse momento importante em que nós sentimos a nossa família pertinho de nós, com sentimentos de amor, de gratidão. Nós vamos voltando para nosso ambiente

s corações de cada um deles. e agradecidos por esse momento importante em que nós sentimos a nossa família pertinho de nós, com sentimentos de amor, de gratidão. Nós vamos voltando para nosso ambiente do encontro, respirando profundamente, abrindo os olhos, observando ainda em silêncio o nosso entorno, sentindo ainda a presença da espiritualidade amiga. que favoreceu esse momento especial. Respirando mais uma vez, tomando consciência que aqui estamos no encontro. E agora, nesse momento, eu queria pedir eh a participação de de uma ou duas pessoas que queiram, é livre, para comentar conosco como foi essa experiência vivenciada. Quem quiser falar não tem problema. Até se nem quiser, não tem problema. E aí a equipe técnica vai estar aí no apoio, vai conduzir vocês para um ambiente específico, pertinho aí para que vocês possam comentar um pouco daquilo que foi vivenciado. Tudo bem? A gente vai aguardar um pouquinho porque ainda, né, eles estão eh isso, eles estão eh caminhando, né? Enquanto nós estamos aguardando a parte técnica, né, vamos pensando em nós, né? Como foi pensar na família enquanto criança? Foi fácil? Foi difícil? Como é que foi esse processo? A gente vai conversando conosco mesmos que marcas aí eu vou fazendo as perguntas, tá Letícia? Quando tiver pronto, você pode me interromper que a gente vai ouvir as pessoas que se ofereceram para participar, ok? Estou aqui aguardando. Como é que foi, né, participar desse momento? Como é que foi voltar um pouquinho nas lembranças? Foi fácil? Foi difícil, né? Que marcas, né, a gente deixou de que a gente trouxe, né, das virtudes da nossa família? Que que eu aprendi, né, em família? Certamente muitas coisas. OK, já vamos ouvir então os nossos companheiros aí, nossos amigos que querem participar falando. Pode colocar. E como foi também a parte da gratidão, né? Reconhecer que às vezes nós tivemos dificuldades, conflitos, alegrias e agradecer por isso, agradecer as virtudes que nós adquirimos, conquistamos a partir das vivências em família.

e da gratidão, né? Reconhecer que às vezes nós tivemos dificuldades, conflitos, alegrias e agradecer por isso, agradecer as virtudes que nós adquirimos, conquistamos a partir das vivências em família. Como foi experimentado o processo de gratidão, né? Muito importante, né, a gente pensar dessa forma. E aí vocês vão fazendo essas reflexões para que a gente possa continuar e chegar na na resposta daquela pergunta inicial, né? >> Uma de cada vez. >> Sair do áudio lá. >> Uhum. >> Pronto. >> Pronto. >> Eu sou Rosimeire, eh, do Centro Espírita Operário de Amor de Coxim, Mato Grosso do Sul. Estou participando aqui da formação e agradeço muito essa oportunidade. Fiquei muito emocionada com este momento. Agradeço a Cíntia. Lembrando da família, dos momentos juntos. A virtude que me vem à mente é amor, amorosidade, família calorosa, numerosa e muito de muita amorosidade. Ai, é, cortou para mim aqui. Eu tô sem tem tô sem áudio, tá? de vocês. enquanto a Rosemir se organiza lá com a equipe técnica. E olha, gente, eu vou ser bem sincera com vocês, viu? Eh, foi, na verdade, assim, a ideia da vivência nós preparamos, né, para para trazer. Então, a equipe técnica não tem nenhuma responsabilidade sobre isso. Sou eu que fico inventando as coisas e eu sinto necessidade, né, desse momento mais próximo, né, para poder eh não só falar da parte cognitiva, intelectual, mas uma parte mais eh cuidadosa, né, que envolva o evangelizador pela emoção, pelo sentimento. Então, eu vivo colocando a equipe técnica em apuros. Desculpa. E muito obrigada, Letícia e equipe, tá, por possibilitar esse esse momento que para mim é muito especial, porque é aonde fala a verdade do evangelizador, né? Quando a gente fala de verdade, a gente tá falando daquilo que tá na raiz do nosso coração, assim como Bezerra de Menezes nos traz, né? Aí >> chegamos. Pode começar. >> Oi, meu nome é Marina, eu sou de Campo Grande mesmo, frequento de ciclos, parque, vários, algumas outras. Eh, essa experiência me muito lembrada das virtudes que minha família mencionou

de começar. >> Oi, meu nome é Marina, eu sou de Campo Grande mesmo, frequento de ciclos, parque, vários, algumas outras. Eh, essa experiência me muito lembrada das virtudes que minha família mencionou e eu acho que na verdade foram duas principais que eu acho que e desde pequena minha família frisou a importância de fazer a caridade, de ajudar o próximo. >> Bacana. Então, a gente ouviu aqui a Rosineira e a Marina, né, trazendo eh a amorosidade, a caridade, o a importância de observar, de olhar o outro, né? E se a gente pudesse ouvir vocês, nós ouviríamos muitas histórias bonitas, né? muitas histórias bonitas que trazem a as virtudes que a família eh contribuiu na nossa formação, né? Tem mais alguém, Letícia, posso continuar? perguntar aqui paraa nossa parte técnica. E aí quando a gente percebe, né, que falar de família, compreender família perpassa a nós, né, perpassa o nosso entendimento, a nossa relação. Então, quando a gente fala desta forma, pera aí que eu vou compartilhar a tela pra gente poder continuar a nossa reflexão, né? Então, quando a gente fala, né, evangelização de bebês, crianças e jovens, né, há espaço para a família, né, eh, Eh, de alguma forma, essa é uma pergunta que fica para a nossa reflexão, né? Quando a gente vivencia, igual fizemos agora, né? O momento da gratidão, o momento de reconhecer as virtudes, né? Virtudes que fazem parte do nosso desenvolvimento espiritual, né? Nós vamos pensar que, na verdade, nós somos essa construção, né, tijolinho por tijolinho, né, da relação familiar. E não faria qualquer sentido se nós chegássemos no centro espírita e não tivéssemos esse espaço para nós, porque nós somos a família, né? O jovem, o bebê, a criança, eles são a família. Mas por que que é tão importante esse espaço ser garantido na evangelização no centro espírita? Quando nós fomos criados, né, Deus nos fez simples e ignorantes com uma perspectiva educativa processual, né? Por isso a gente reencarna, por isso nós chegamos a aos planetas para vivenciar no corpo carnal as

ós fomos criados, né, Deus nos fez simples e ignorantes com uma perspectiva educativa processual, né? Por isso a gente reencarna, por isso nós chegamos a aos planetas para vivenciar no corpo carnal as experiências mais diversas para adquirirmos as virtudes. Porque na verdade o nosso grande objetivo é a comunhão com Deus, é a comunhão com a divindade. Para chegarmos à comunhão com a divindade, nós precisamos ter as virtudes do Criador. Então, a cada momento reencarnatório, porque é um momento mesmo, né, gente? A reencarnação ela é muito rápida. Se a gente for pensar o que é 60, 70, 80 anos numa vida espiritual de milênios. Então, a cada momento reencarnatório, nós vamos experienciar eh as nossas habilidades. Nós vamos reeducar os nossos hábitos. infelizes. Nós vamos buscar aprender a cada nova experiência, logicamente levando as nossas malas de experiência, né? A nossa malinha, ela vai com virtudes, ela vai com desafios a serem reeducados. Então, a gente vai aprendendo eh e também aproveitando, né, tudo que nós eh podemos fazer. E quando nós chegamos, né, no planeta Terra, né, o que que acontece, né, nós reencarnos com esse objetivo de chegar à perfeição. Para uns é expiação, como dizem os espíritos, a Kardec na pergunta 132. Para outros é missão, mas todos nós estamos no mesmo percurso de chegar a perfeição. Se nosso objetivo é chegar à perfeição, nós vamos trabalhar com as com os desafios que mais eh nos ajudarem a chegar a esse objetivo. E aí nós vamos falar das relações, né? Quando nós chegamos lá no no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 14, os espíritos esclarecem com Kardec que os que encarnam numa família são parentes próximos, mas eles são espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, mas também podem ser espíritos afastados por antipatias. Então, na família nós temos todo tipo de espírito. Nós temos aqueles que nós temos relações de tranquilidade, de paz, de entendimento, de escuta, de acolhimento. E temos até aqueles espíritos que nós não temos eh muito

nós temos todo tipo de espírito. Nós temos aqueles que nós temos relações de tranquilidade, de paz, de entendimento, de escuta, de acolhimento. E temos até aqueles espíritos que nós não temos eh muito vínculo, que a gente tem dificuldade de comunicação, de entendimento, que tudo vira conflito. Então, justamente porque nós estamos ali para aprender. Então, a família é um lugar onde se aprende mais, onde se exercita as os bons hábitos para que na sociedade maior isso venha a se concretizar efetivamente. É na família que nós reconhecemos as nossas raízes espirituais. é onde nós identificamos aquilo que nós somos, quais são as minhas virtudes, as minhas dificuldades, porque é na no ambiente familiar em que nós nos colocamos de forma mais verdadeira e autêntica, né? Ali a gente não tem as máscaras, a gente trabalha com a nossa essência. Então, muitas vezes isso gera conflitos nas relações, mas também podem gerar fortalecimento dos vínculos. vai depender da nossa forma de aprender. E quando a gente fala, né, de agrupamento familiar, esse agrupamento familiar, esse grupamento familiar, como diz Joana de Angeles, não foi decidido, não é um resultado casual, né, de encontros apressados no mundo físico. Ah, não. Eh, nós encarnamos por acaso nessa família, não. Nós tivemos a reunião espiritual, nós desenhamos as programações entre os espíritos comprometidos. Nós tivemos ali um acordo, né? Quem vai primeiro? Quem vai depois? Quem vai ser a mãe? Quem vai ser o pai? Quem vão ser os irmãos? Como que vai se desenhar esse mapa reencarnatório? Porque todos nós estamos em busca do mesmo objetivo, que é a evolução espiritual. OK? Já que nós planejamos que Deus trouxe a reencarnação familiar como uma estratégia de evolução, o que que acontece quando isso efetiva na Terra? A gente encontra sementes diferentes, né? Cada um de nós é diferente e a gente tá no mesmo celeiro. Então, quando a gente fala, né, de natureza familiar, nós estamos falando de espíritos com características próprias,

sementes diferentes, né? Cada um de nós é diferente e a gente tá no mesmo celeiro. Então, quando a gente fala, né, de natureza familiar, nós estamos falando de espíritos com características próprias, autênticas, diferentes, a diversidade existente. Por isso que muitas vezes nós precisamos eh estudar a nossa natureza, as nossas tendências, os nossos problemas, mas também observar como o outro reage, as facilidades dos companheiros. Por quê? Porque isso facilita a nossa convivência familiar. E dentro dessa perspectiva de diversidade, né, aí nós vamos chegar uma pergunta, né? Quais são realmente os desafios grandes? Por que que a gente faz essa introdução? Porque na verdade nós precisamos entender como é que essa família chega lá no no nosso centro espírita, né? Para que a gente possa responder aquela pergunta se há espaço ou não. Então, quais são os desafios nas relações hoje que a gente enfrenta? Vários desafios. Se vocês pudessem responder, eu tenho certeza que vocês levantariam um inúmeros desafios, né? Porque realmente são muitos, muitos desafios. Eh, a gente que vive em família, né, nós vamos aprendendo igual esse bonequinho subindo um degrau de cada vez, porque realmente é é algo que nos impulsiona a crescer. E se nós soubermos aproveitar as experiências, porque na verdade o desafio nas relações familiares, ele é a base, né, da dos desafios sociais, né, quando a gente fala de inúmeras questões que acontecem na terra, né, na sociedade, eh dramas morais também, mas também as guerras e outras questões que nos trazem, né, para reflexão Então, nós vamos observar que a raiz tá no seio familiar de uma estrutura sólida, ética, amorosa. Então, se nós tivermos famílias mais eh estruturadas espiritualmente, nós teremos uma sociedade mais feliz. E quando a gente fala de desafios, eu elenquei alguns que eu acho que são hã talvez os desafios que são atuais, né? Mas a gente tem números, tá? Primeiro deles que eu coloquei faz diferenças geracionais. Pais e filhos têm formas diferentes de

quei alguns que eu acho que são hã talvez os desafios que são atuais, né? Mas a gente tem números, tá? Primeiro deles que eu coloquei faz diferenças geracionais. Pais e filhos têm formas diferentes de se expressar. Eles veem o mundo de forma diversa, né? E muitas vezes isso pode gerar atritos, dificuldades de compreensão, de comunicação, de entendimento, né? Então, se a gente for pensar nós adultos que que somos, eu mesmo sou da geração analógica e transição para geração digital, então eu consigo eh ainda pensar de forma analógica. Eu uso agenda de papel, eu tenho todo um mecanismo de anotar as coisas assim. E já observo que os meus filhos, que são de outra geração, que nasceram na era digital, eles têm outras formas de registro, por exemplo, tudo no celular, no tablet, no computador. Tudo bem que a gente tem, né, os nossos desafios, né, para para seguir a a geração digital, né, mas a maioria de nós que nasceu na era analógica ainda tem essa forma de pensar. E é interessante que é uma forma, inclusive com ritmos diferentes, né? Os os as os as crianças que nascem hoje, os jovens têm uma forma de pensar muito mais rápida, muito mais precoce, às vezes até tumultuada porque não tem o tempo analógico de vida, né? Vamos dizer assim. E não tem, não é um pior ou melhor que o outro, são diferentes. É isso que é interessante, né? são diferentes. Então, quando nós observamos filhos e pais, a primeira coisa que a gente vê é a diferença na forma de viver, né, no modo de vida, no modo de pensar e que exige ali um ponto de equilíbrio, tanto da parte dos pais quanto da parte dos filhos, para que haja harmonia na relação, né? Então essa esse é um desafio que eu considero importante para que a gente entenda como as famílias chegam no centro espírito, né? O outro desafio que vem sendo falado amplamente na mídia e pelos estudos é o uso excessivo da tecnologia, né? A dependência de dispositivos digitais pode criar barreiras na comunicação e no engajamento familiar. Então, quando a gente

ado amplamente na mídia e pelos estudos é o uso excessivo da tecnologia, né? A dependência de dispositivos digitais pode criar barreiras na comunicação e no engajamento familiar. Então, quando a gente observa o nosso entorno e vê o como, né, o celular, o computador, né, a internet, o Instagram, eles fazem parte, né, amplamente das nossas vidas e e cada vez mais cedo, né, no desenvolvimento. nós vamos perceber que há um uso excessivo e que isso causa um distanciamento, abrem dificuldades na família. Por quê? Porque criam barreiras na comunicação, no engajamento, né? Nós eh vemos às vezes famílias que sentam à mesa para alimentação conjunta, mas que cada um tá no celular, cada um tá fazendo uma coisa e que isso eh impede, né, e prejudica ali a comunicação natural, o entendimento, né, a aproximação das questões, né, entre os familiares, né? Então, algumas escolas eh na Europa já aboliram, né, o tablet, o uso da tecnologia como como recurso principal, voltaram com os livros, com a leitura, com porque as crianças estavam tendo dificuldade de compreensão de texto, de leitura, interpretação. Então, isso é muito sério, né? Porque ah, a criança que não tem uma interpretação básica, lá na idade escolar, ela não consegue interpretar vida, ela não consegue compreender a vida, né, o roteiro da vida, porque exige um pensar abstrato, de uma abstração, né, de uma interpretação, e que isso eh foi sendo prejudicado com o uso excessivo da tecnologia, por pela rapidez, pela forma de pensar, né, agora com a inteligência artificial, a gente vendo, né, o o quanto isso pode facilitar alguns trabalhos, mas também pode dificultar eh algumas áreas do desenvolvimento e não são só da das crianças e dos jovens, do próprio adulto também. Então, existem pesquisas que mostram como o cérebro ele vai ficando preguiçoso, né, com o uso da da tecnologia, né, com a IA, com chap. Então, assim, ele deixa de pensar porque existe outro ser pensante, né? E aí a gente pensa da seguinte forma, né? Quando o cérebro aí é neurociência,

om o uso da da tecnologia, né, com a IA, com chap. Então, assim, ele deixa de pensar porque existe outro ser pensante, né? E aí a gente pensa da seguinte forma, né? Quando o cérebro aí é neurociência, quando o cérebro deixa de pensar, quando ele deixa de eh estimular algumas conexões, elas passam pela poda neuronal, ou seja, aquilo que não é usado vai pro lixo, vai para, né, para para é retirado, é perdido. E isso acontece desde a infância. Se você trabalha, né, na na no estímulo, traz todas as questões do desenvolvimento pra criança, as sinapses elas vão ser feitas de maneira efetiva e ativa. Mas se você não estimula uma área do desenvolvimento, existe a poda neuronal. Da mesma forma acontece com os adultos que ficam excessivamente na tecnologia. A gente deixa a leitura, a gente deixa a interpretação de texto e a gente deixa também o desenvolvimento da criatividade, né? Nós somos seres criativos, nós somos cocriadores e e sem contar assim, ah, falar que a inteligência artificial ela vai substituir o ser humano, não. Nunca vai substituir, porque o ser humano tem a criatividade original, né? A inteligência artificial, ela usa um aparato de textos, de materiais, de recursos que são organizados. Então, dependendo do prompt que você faz, ele usa eh associa um recurso a outro para chegar na resposta que você está querendo, mas criar ineditamente ele não cria. Então, é interessante a gente observar isso, né? E aí quando a gente fala de evangelização, o cuidado que se deve ter, né? Porque se a evangelização da criança, do jovem, do bebê, ela perpassa o evangelizador no seu exercício de aprimoramento, então qual é o tanto de tecnologia que a gente tem que usar, né? Não tô dizendo que não se deve usar, mas qual é a forma para eu não ficar fora do processo enquanto evangelizador? né? Se eu pego uma aula pronta, será que eu vou estar no processo de exercício, de estudo, de construção espiritual? Eu vou deixar a pergunta em aberta, tá? Pra gente refletir. E continuando como desafios e

eu pego uma aula pronta, será que eu vou estar no processo de exercício, de estudo, de construção espiritual? Eu vou deixar a pergunta em aberta, tá? Pra gente refletir. E continuando como desafios e dificuldades em família, a dificuldade de expressar emoções, né? como nós eh somos estimulados desde muito cedo a nos expressar cognitivamente, as emoções elas foram colocadas de lado. Então, existe uma dicotomia, né? A gente raciocina, a gente entende, mas a gente não sente, a gente não conecta a emoção ao corpo, a gente não sabe o que que a angústia é essa, por que tô sentindo angústia. Então, nós não temos essa facilidade de perceber eh as emoções e essas mudanças psíquicas e físicas, né, que acontecem geralmente na adolescência, mas tem na infância, tem na fase do bebê, na fase do apego, né? São problemas externos na vida, às vezes os problemas até externos na vida dos pais também podem afetar a comunicação, gerar distanciamento, né? Então, quando a família ela tem uma um exercício, né, de perceber e acolher as emoções, eh o campo, né, de diálogo se abre, existe uma facilidade maior da comunicação, né, do da aproximação, do vínculo, porque o jovem, a criança, o bebê, ele pode ser quem ele é, ele pode expressar aquilo que ele sente. E isso é um exercício que tem que começar nos pais, nas famílias, porque quando os pais eles têm esse hábito, esse exercício, essa vivência de reconhecer emoções, nomear as emoções e saber buscando, né, caminhos para resolvê-las, né, para acolhê-las, eh isso é passado na construção de relação com os filhos. Então, por isso que eu trago isso com uma dificuldade, um desafio em família. Seguindo então, né, com tantos desafios, mas a gente tem uma luz. Que luz é essa? É Jesus, né? Tendo sido semeado, cresce, né? Quando eu faço o bem, eu abraço a Jesus. E é nesse abraço que eu faço bem. Quando ajudo alguém, eu abraço a Jesus. E é nesse abraço que eu ajudo alguém. Quando a paz me vem, eu abraço a Jesus. E é nesse abraço que a paz me vem. Quando enxergo além, eu abraço a Jesus.

ço bem. Quando ajudo alguém, eu abraço a Jesus. E é nesse abraço que eu ajudo alguém. Quando a paz me vem, eu abraço a Jesus. E é nesse abraço que a paz me vem. Quando enxergo além, eu abraço a Jesus. E é nesse abraço que eu enxergo além. Então, onde tudo parece caos, tudo parece desafio, onde as famílias às vezes têm muitas dificuldades, aí nós enxergamos a luz, que é Jesus que diz assim: "Olha, gente, se semear cresce. Tendo sido semeado, cresce". E aí ele traz os ensinamentos da lei de amor e ele anuncia o consolador prometido, que vem trazendo amor, imortalidade, que traz a fé raciocinada, o entendimento do que é vida espiritual, reencarnação. Então, a doutrina espírita, ela traz o entendimento, o alargamento do da nossa compreensão espiritual. Quando nós observamos a nossa vida aqui na Terra e compreendemos que nós estamos de passagem, que isso é transitório, que a nossa verdadeira vida no mundo espiritual, que a gente veio de lá com objetivo de evoluir, então nós compreendemos melhor os desafios da família, os desafios nas relações do centro, os desafios na evangelização e os nossos próprios desafios enquanto seres espirituais que somos. A doutrina traz na sua essência os pilares da educação. Ela é eminentemente educativa, não só porque Allan Kardec, enquanto Hipodenizar Ivail, era um educador na sua profissão de base, mas porque ela realmente ela traz a perspectiva de evolução, ela traz a perspectiva de renovação espiritual. De que forma, né? Através dos três pilares, que é o conhecimento das leis divinas. Então, pela pela doutrina espírita, nós compreendemos quais são as leis naturais que regem o universo, o moral e o material. Quais são as leis morais que regulam a vida do espírito? A doutrina traz de forma muito clara as leis divinas. E se nós tivermos a compreensão e o conhecimento dessas leis, nós vamos compreender como o universo se organiza, qual que é a intenção divina, qual que é o propósito de Deus, né? O segundo pilar é o autoconhecimento. Então, a doutrina espírita nos traz a

s leis, nós vamos compreender como o universo se organiza, qual que é a intenção divina, qual que é o propósito de Deus, né? O segundo pilar é o autoconhecimento. Então, a doutrina espírita nos traz a possibilidade de fazermos reflexão sobre nós mesmos para identificar as falhas, desenvolver virtudes, compreender aonde eu preciso, né, crescer espiritualmente dentro dessa perspectiva de aprimoramento espiritual. A doutrina espírita também nos dá o pilar da vivência moral, ou seja, tudo que eu fizer, né, de que forma eu vou praticar os ensinamentos na minha vida diária, como que eu vou modificar, transformar os meus próprios atos como responsáveis que somos por eles. Então, conhecer as leis divinas, buscar o autoconhecimento e a vivência moral são pilares de uma educação espírita que faz parte de toda o nosso todos os nossos objetivos enquanto espíritos reencarnantes. E ainda seguindo, quando a gente fala, né, de espíritos, quando a gente fala de pais, de família, se nós temos vários desafios na família, mas temos uma doutrina consoladora que nos mostra caminhos assertivos, então, nesse momento, né, que os pais entram em contato com essa doutrina maravilhosa, eles se tornam solos de qualidade. Então, quando nós recebemos a semente, que são os nossos filhos, que são as nossas crianças da evangelização, os nossos jovens, nós precisamos, enquanto educadores ser um solo de qualidade. O solo de qualidade é aquele que favorece a frutificação. O que é um solo de qualidade? É aquele que tem todos os elementos para que a semente germine, para que ela cresça, floreça, frutifique. Então, a qualidade do solo familiar é fundamental. E se a gente for pensar no centro espírita, a qualidade do solo do centro espírita precisa ser fundamental. qualidade afetiva, relacional, doutrinária, organizacional, né? Por quê? Porque na verdade nós temos um compromisso com o crescimento, porque tendo sido semeado, cresce. Jesus disse isso pra gente. Então, nós precisamos construir solos de qualidade para que as

né? Por quê? Porque na verdade nós temos um compromisso com o crescimento, porque tendo sido semeado, cresce. Jesus disse isso pra gente. Então, nós precisamos construir solos de qualidade para que as sementes que chegarem até nós possam crescer, né? E aí quando a gente fala das sementes, a gente fala do período lá do início, né? Do bebê que chega, da criança, que nesse momento é um período muito importante. Por quê? Porque nessa idade ainda não existe uma integração perfeita entre ele, o espírito e a matéria orgânica. Então esse espírito, ele consegue assimilar os princípios educativos de forma renovada. Ele consegue rever hábitos infelizes, comportamentos infelizes, padrões de maneira mais assertiva, porque ele está mais propício a essa assimilação. E quando a gente pensa em solo produtivo, nós estamos pensando no papel dos pais também que tem o a função de orientação para a vida. Aí eu tô falando de orientação para a vida. Não só a vida profissional, ética, né, mas a vida espiritual. Então é função da família, especificamente dos pais, a orientação dos filhos para a vida. Então nós enquanto pais temos os deveres, temos nossos deveres e temos que colocar todo o nosso amor e aproximar de Deus essa alma. E aqui de acordo com o Evangelho, né, em Allan Kardec, que é nosso dever, né, que nós quando nós produzimos um corpo, né, não existe ali apenas uma alma que vai assumir um uma matéria, mas existe uma alma que encarna, vem do espaço para progredir. E nós precisamos ter essa consciência, porque no final das contas, né, no final de tudo, o nosso grande papel com os filhos é orientar para a vida de maneira ampla, orientar para a vida de crescimento físico, espiritual, emocional, profissional, não definir por eles, mas auxiliá-los no protagonismo deles para que eles escolham as melhor os melhores caminhos. Mas para isso nós precisamos de um solo de qualidade. Então, além de orientar para a vida, a segunda tarefa dos pais, das famílias, especificamente dos pais, é construir

s melhor os melhores caminhos. Mas para isso nós precisamos de um solo de qualidade. Então, além de orientar para a vida, a segunda tarefa dos pais, das famílias, especificamente dos pais, é construir memórias, tempo de qualidade e construção de memórias, porque é o que fica. Então, se a gente for pensar em construção de memórias, vocês trouxeram bem no início do da nossa vivência, quando eu pedi para vocês irem lá na infância, lembrarem de eh momentos com a família, de alegrias, momentos de brincadeiras, eu pedi para vocês irem lá. Vocês não chegaram lá? Por quê? Porque a família de vocês construíram memórias com vocês, por isso elas permanecem até hoje, né? Essa construção de memórias, ela vem a partir do tempo de qualidade. Não tem como construir memória estando ausente. Só existe construção de memória quando nós estamos presente. E aí, quando nós estamos presente de verdade, quando nós somos o presente, né, dos filhos. Então, o tempo de qualidade e construção de memórias é algo que vai permanecer eternamente na memória espiritual. Por isso nós trouxemos e acessamos hoje, porque elas são construídas com emoção. Mesmo que não sejam memórias muito boas, às vezes são memórias difíceis, tristes, mas foram construídas com emoção. Então, tarefa grandiosa dos pais, orientação para a vida. construção de memórias. E dentro dessa perspectiva, nós vamos entender que os pais também são convidados ao seu processo de aprimoramento. A educação parental, ela perpassa o conhecer e conhecer-se. Então, para que a gente possa auxiliar na educação dos filhos, é preciso que a gente faça um exercício de observação atenta deles e de nós mesmos, que é um processo múltuo. Não existe educação só do outro. A educação é de ambas as partes. Então, quanto mais nos conhecemos, mais conseguimos perceber o mundo interno do outro. Então, quando os pais, né, t os as dificuldades, os desafios e eles conhecem a doutrina espírita, eles têm a chance, né, de buscar o conhecimento doutrinário para conhecer

er o mundo interno do outro. Então, quando os pais, né, t os as dificuldades, os desafios e eles conhecem a doutrina espírita, eles têm a chance, né, de buscar o conhecimento doutrinário para conhecer os filhos e se conhecer. né, buscando entender o seu a sua tarefa aqui na Terra, que é orientar e construir memórias. O que que acontece então quando essa família chega no centro espírita, né? A família chega no centro espírita com uma parceria espiritual. Como que isso acontece? Um centro espírita, ele é logicamente hospital, ele é um um templo de oração, ele é uma escola de aprendizado, né? Então ele recebe ali espíritos encarnados e desencarnados que precisam do consolo, precisam do apoio espiritual, mas que também querem melhorar a qualidade das suas vidas aqui na Terra, que já despertaram para essa necessidade. Então, eu consigo perceber a família e o centro espírita com uma parceria espiritual que tem, na verdade, objetivo comum, que é formação do homem de bem, né? O centro espírita tem a formação, tem esse objetivo a partir da espiritualização das suas propostas, de trazer a doutrina, a formação do homem de bem e as famílias também, os pais também. Além disso, né, no centro espírita, nós podemos aprender e na família nós podemos dar continuidade a esse aprendizado. Então, o que é aprendido na evangelização é reforçado pelos pais no cotidiano, pelo exemplo. Então, o Centro Espírita em parceria com a família promove uma aprendizagem contínua, permanente, onde todos se beneficiam dos conhecimentos, dos pilares, lembro? dos pilares do conhecimento das leis divinas, eh, do autoconhecimento e da vivência do amor, da vivência da caridade. Ainda a família e o centro espírita como parceria espiritual, eles têm o acolhimento e orientação. O centro espírita faz isso, né? Ele acolhe e orienta, porque os pais chegam buscando acolhimento e chegam buscando orientação. Eu digo nas salas que muitas vezes problemas que a gente tem desafios com famílias mesmo, porque são famílias

acolhe e orienta, porque os pais chegam buscando acolhimento e chegam buscando orientação. Eu digo nas salas que muitas vezes problemas que a gente tem desafios com famílias mesmo, porque são famílias aprendizes. Os pais também são espíritos que são aprendizes. Eles não estão ali sabendo tudo. Eles são aprendizes. Eles precisam do nosso apoio, da nossa orientação, do acolhimento. Então, o centro espírita atua na acolhida e orientação dos pais, auxiliando-os na educação dos filhos à luz dos ensinamentos de Jesus. E ainda é um um ambiente espiritualmente preparado, né? É um campo de trabalho dos benfeitores. Ali, se nós quisermos encontrar com espíritos benfeitores, amigos, a gente vai pro centro espírita. >> que lá a gente encontra com todos eles trabalhando, né? Então ali um ambiente espiritualmente preparado para acolher, para orientar, para gerar aprendizagem contínua pra gente cumprir o objetivo comum, que é a formação do homem de bem, né? Então, quando a gente fala de Centro Espírita parceira, parceria entre família e centro espírita, nós estamos falando da evangelização, trazendo a educação moral. E aí nós trazemos Carlos Lomba, que fala que a evangelização é uma tarefa espiritual de grande envergadura, que ela não só beneficia essa geração, mas todas as que decorrerem das crianças e jovens que participaram da evangelização. Porque a semente ela se multiplica. Quando você evangeliza uma família, uma criança, um jovem, ele multiplica, ele replica as suas ações, boas ações, gerando referência para outros jovens, para outras crianças. Por isso que ela não só beneficia a geração presente. E ainda Carlos Lomba diz que é uma preparação para a vinda de espíritos que deverão integrar no futuro as fileiras do espiritismo no mundo. Erguer a bandeira e do amor crístico em toda parte, levantar templo de amor nos corações, né? Então, o papel da evangelização é muito importante e sério. Existem equipes especializadas nesse na implantação desse trabalho aqui na terra, na continuidade dessa tarefa.

lo de amor nos corações, né? Então, o papel da evangelização é muito importante e sério. Existem equipes especializadas nesse na implantação desse trabalho aqui na terra, na continuidade dessa tarefa. Nossa, nossos espíritos benfeitores da equipe da MEMEI, que realmente fazem eh com que a evangelização seja propagada pelo mundo, né? Então, quando a gente fala da evangelização espírita, nós estamos falando de um método de educação que visa a formação integral, promovendo a integração do indivíduo consigo mesmo, com os outros e com Deus. é um processo de educação, né, do espírito. Então, se nós considerarmos, né, como Mei nos alerta, que essas crianças, esses jovens, né, os bebês são espíritos que estão estarão renascendo, confiantes no propósito de serem educados, serem conduzidos ao bem, né? Nós vamos compreender a tarefa da evangelização ampla, não só voltada pro bebê, não só voltada paraa criança, não só voltada para o jovem, mas também abraçando as famílias, porque as famílias são contextos coletivos. A criança tá imersa na sua família, o jovem tá imerso na sua família. Se nós abrirmos espaço para que as famílias venham, nós estaremos trabalhando de forma efetiva, alcançando todos os espíritos ali. E aí a gente volta na nossa pergunta lá do início, né? Qual é essa pergunta? Há espaço para a família na evangelização com bebês, crianças e jovens? Depois da gente perceber a importância dessa família chegando aqui na terra. o contexto espiritual de construção dessas dessas relações, dos vínculos, os desafios que eles passam, a doutrina como bússola moral para as relações, a evangelização como barco que vai navegar no mundo, uma de maneira segura, a construir esse homem de bem, né? Depois da gente ver tudo isso, há espaço para a família. Então nós vamos perceber que sim, né? A evangelização de bebês, por exemplo, a família tem participação ativa em sala, né? Os pais estão dentro da sala. O foco principal é o acolhimento do espírito em sua nova existência, construindo

né? A evangelização de bebês, por exemplo, a família tem participação ativa em sala, né? Os pais estão dentro da sala. O foco principal é o acolhimento do espírito em sua nova existência, construindo vínculos entre a família, a criança, a casa espírita. Então, o pai ele atua como mediador, a família atua como mediadora. desse espírito que precisa vir pro centro espírita, né, para a sua construção espiritual, moral e precisa da família para fazer essa ponte, fazer essa ligação daquilo que realmente é necessário. É um momento de sensibilização de os pais participam diretamente para aprender a lidar com as diversidades espirituais do bebê. Então isso acontece, muitos pais aprendem ali na sala da dos bebês como é que lida, como é que conta história, como é muitos aprendem inclusive quem são os próprios filhos, porque é no ambiente coletivo é que a gente percebe quem é o nosso filho. É quando ele tá frustrado porque o coleguinha pegou o brinquedo. É quando ele tá feliz porque viu um boneco chegando e ele ficou alegre. É quando ele chega no centro espírita que às vezes chora, chora, chora, não quer entrar. Então quando a gente observa, tem olhos de ver, né? A gente percebe esse esse olhar sensível, percebendo ali quem é esse espírito que está no meu lar, que chegou ao meu lar. Porque desde que é nascido até na gravidez, nós já sabemos e temos indícios, né, de como esse espírito é pela forma, gravidez tranquila, uma gravidez que o bebê mexe muito ou toca uma música mais tranquila, ele ele gosta, ou então à noite ele acorda, ele mexe o tempo todo na barriga. Então, a gente fala que a gente conhece o filho desde a gestação. E aí aí André Luiz ainda vai falar do do da pré-concepção. Ele vai trazer ainda o espírito que vai na na no lar para conhecer a família, para ver a família, né, na verdade, para poder reencarnar naquele núcleo. Então essa ligação ela já é antiga, só que muitas vezes nós não temos o olhar aguçado, sensível para perceber esse espírito. Então, se nós aguçarmos o nosso olhar,

ara poder reencarnar naquele núcleo. Então essa ligação ela já é antiga, só que muitas vezes nós não temos o olhar aguçado, sensível para perceber esse espírito. Então, se nós aguçarmos o nosso olhar, nós vamos perceber que lá desde a gestação, antes, durante a gestação, nasceu, foi paraa salinha de evangelização, eu consigo ver pelas ações, pelas reações e intenções como o meu filho é. Mas na evangelização das crianças e dos jovens, a gente também pode ter uma sala da família na evangelização. A gente pode fazer um estudo integrado à temática das crianças, dos jovens, sobre a perspectiva da educação espírita. Aqui é uma imagem do do centro espírita que eu frequento. Lá nós temos tanto a sala da família que apoia a evangelização da infância quanto a sala da família que apoia a evangelização do juventude. Então, o nosso grupo de jovens funciona na segunda noite e numa sala do lado ou outro ambiente existe um estudo integrado dos pais de jovens que estudam as temáticas da juventude, sobre o desenvolvimento jovem, sobre questões que os jovens estão estudando em sala, mas numa perspectiva da educação, né, de como eu me coloco enquanto educador daquele espírito. Então, o objetivo, né, é conhecer a doutrina e usá-la como contribuição na formação dos filhos moral. Por isso que é importante esse apoio, né? Então, na evangelização da infância também há espaço para para a sala da família, também há espaço para a família participar da juventude também. Mas não são só os estudos que a gente pode trazer como experiência. nós podemos trazer uma participação ativa na construção de projetos. Eh, lá no nosso centro espírita, nós temos eh essa esse engajamento dos pais. Isso se deu muito pela construção desde a sala dos bebês, porque os pais eles entram na evangelização eh sem conhecer muito o que que é o processo, eh se realmente é importante. Eles sabem que tem que levar os filhos, mas eles não sabem realmente o que que acontece na sala. E com a evangelização de bebês, que lá é o centro onde nós fundamos a

so, eh se realmente é importante. Eles sabem que tem que levar os filhos, mas eles não sabem realmente o que que acontece na sala. E com a evangelização de bebês, que lá é o centro onde nós fundamos a evangelização de bebês. Então, tá com cinco, vai para 20 anos, não, 21 anos de evangelização de bebês nesse centro, poço de auxílio espírita. E lá, eh, desde que começamos a evangelização de bebês, os pais na sala foram aprendendo a entender, a compreender que uma atividade planejada pros bebês tem planejamento do evangelizador, tem estudo, que na verdade tem uma forma diferente de contar história que o bebê gosta. Ah, e também se eu cantar uma música, ele vai lembrar lá em casa, porque eu cantei a música lá na minha casa e ele lembrou da música da evangelização. Ou seja, o bebê tem memória, ele consegue aprender. Então, lá na evangelização de bebês, os pais tomaram consciência do que realmente é evangelização, que não é só uma sala para cuidar das crianças, para que não atrapalhe na palestra, né? É uma sala onde existe aprendizagem espiritual, onde existe acolhimento, onde existe preparo do evangelizador, estudo. E quando eles saíram da sala dos bebês, eles quiseram permanecer no trabalho. Hoje lá nós não temos dificuldade nenhuma com trabalhador na evangelização, porque os pais que já despertaram para essa questão do trabalhador, eles querem fazer parte do trabalho, né? Eles querem ajudar tanto nas salas quanto nos corredores. Então, chega numa sala de estudo lá, né, quando tá na infância, vai pra sala de estudo que eu mostrei no slide anterior, mas eles são convidados a participação ativa na construção de projetos. Quais projetos? Aqui na foto, ó, é, são os pais e as crianças no abrigo que nós fizemos atividades com as crianças lá, fizemos anteriormente, construímos, eh, lembrancinhas que faziam sentido paraa criança. Fizemos campanhas de doação com as crianças e as famílias porque o abrigo tava precisando de alguns itens de higiene de limpeza. Então, fizemos, organizamos cestas e nós fomos fazer o

o paraa criança. Fizemos campanhas de doação com as crianças e as famílias porque o abrigo tava precisando de alguns itens de higiene de limpeza. Então, fizemos, organizamos cestas e nós fomos fazer o momento da alegria com os vovôs e as vovós do abrigo. Então, projetos de ação voluntária social, né? Visita em abrigos, distribuição de cesas, organização do dispensário, auxílio na organização de lanches a serem distribuídos, campanhas solidárias, visitas fraternas. Só que isso é um projeto que não é levado pro pai falar assim: "Gente, ó, tal dia vocês vêm". Não, a gente constrói com eles. Como a sala da família acontece no mesmo momento da evangelização, no sábado de manhã, então, da mesma forma que a gente constrói com as crianças, a gente leva o projeto para construir com os pais, para que eles deem opção, deem sugestão, eles possam colocar as impressões deles, eles e isso gera um engajamento fantástico, porque eles se sentem pertencentes à evangelização. Mas não são só os projetos de ação voluntária, eles também se oferecem. Nós precisamos uma uns três semestres atrás, talvez um ano e meio atrás, nós precisamos de um apoio dentro da sala da evangeliza eh fora da sala das da evangelização, das salas, que as crianças saíam eh às vezes queriam ir ao banheiro, às vezes queriam, sei lá, ir na sala do da família para ver a mãe e a gente tava com eh uma falta lá de evangelizadores, né? Então nós fizemos uma um convite na sala do da família no estudo que acontece no mesmo horário, né, para que os pais pudessem auxiliar e apoiar durante o encontro da evangelização. Foi feito um convite, mas eles fizer agora fazem parte da equipe de apoio. Então eles dão suporte nos corredores, nos portões de acesso. Eles é que ficam dos portões de entrada e saída, auxiliam as crianças fora da sala, ajudam na montagem e desmontagem das salas, porque os bebês lá nós temos eh uma, duas, três salas de bebês e lá eles que montam tapete, desmontam os tapetes para poder ajudar os evangelizadores, guardam os

m na montagem e desmontagem das salas, porque os bebês lá nós temos eh uma, duas, três salas de bebês e lá eles que montam tapete, desmontam os tapetes para poder ajudar os evangelizadores, guardam os materiais, levam água se precisa. Então, nós conseguimos uma equipe de apoio. A gente fez um tipo um aventalzinho, né? Apoio, pais apoio. E aí eles são os pais apoio e eles trabalham auxiliando na evangelização. Mas não são todos, né? A gente faz o convite e vieram alguns, os outros continuam na sala de estudo sem problema nenhum. E aí os projetos doutrinários também foram eh trazidos com uma contribuição dos pais, que é levantamento de temas necessários para compor o programa que foi desenvolvido com as crianças, né? Então, esse último eu vou comentá-lo com mais detalhamento no relato de experiência que eu que agora daqui 3 minutinhos acho que eu já vou colocar aqui pra gente já fazer, que foi uma experiência muito interessante. Eu trouxe essa experiência para compartilhar com vocês e ela foi muito interessante. Eh, o relato de experiência foi o que eu trouxe para vocês é a construção temática do programa de evangelização de 2024. Então, essa experiência foi feita em 2024. Então, como é que ela aconteceu? Eh, nós pedimos para os pais que eles fizessem, né, isso para o ano de 2024. Nós fizemos a solicitação em 2023, em novembro, dezembro de 2023. Nós pedimos que eles fizessem um levantamento de temas que eles eh achavam necessários para que fossem trabalhados na evangelização com os próprios filhos, com seus filhos. Então, nós tivemos mais de, sei lá, 50 temas ou mais, todo mundo participou, colocaram vários temas diversos, muitas eh temáticas interessantes, atuais, que trazem conflito de entendimento. Tudo que eles queriam, quiseram, eles puseram lá nessa relação de temas. Então, a gente solicitou, né, que eles fizessem isso. Depois, o que que a gente fez? Nós fizemos uma essa listagem, organizamos, né, os temas que eram atuais, doutrinários, vários temas, e nós fizemos um agrupamento por este

, né, que eles fizessem isso. Depois, o que que a gente fez? Nós fizemos uma essa listagem, organizamos, né, os temas que eram atuais, doutrinários, vários temas, e nós fizemos um agrupamento por este temático com os temas semelhantes. Então, fizemos um agrupamento daquilo que era mais semelhante e juntamos os temas em eixos, né? Depois, que que nós fizemos? Nós pegamos o Evangelho Segundo o Espiritismo e fizemos a correlação dos eixos que os pais trouxeram com os capítulos do Evangelho. Então, para cada capítulo, nós elencamos ali uma quantidade eh X de temas que os pais trouxeram juntando, né? E fizemos os eixos temáticos. Para cada tema sugerido pelos pais, nós fizemos ou um capítulo ou um item que correspondia ao subsídio como subsídio doutrinário, né? Então, pegamos o que eles trouxeram e organizamos junto com os capítulos do Evangelho. Todos os capítulos do Evangelho, segundo o Espiritismo, foram contemplados no programa. Nós usamos todos os capítulos. de forma que nós fizemos o estudo do evangelho, né, o estudo dos temas à luz do evangelho, né, a ideia era essa. Para cada tema, nós definimos um objetivo geral e três objetivos específicos de acordo com as faixas etárias. Então pensa assim, se nós juntamos em eixos em cada capítulo, então para cada eixo às vezes até tinha mais de mais de um eixo por capítulo, porque às vezes o capítulo tinha outras temáticas interessantes também. Então a gente fez de tal forma que nós trabalhamos o ano todo com esse programa. E para cada eixo definido, nós definimos objetivo geral pro eixo três específicos. Por que três específicos? Para que a gente possa pudesse ali definir um objetivo bem voltado pro zero a 6 anos, que é a primeira infância, que tem totalmente um foco diferente, né, dos outros das outras crianças. Depois definimos um objetivo para a infância, a segunda infância de 7 a 12, que também tem um foco diferenciado. e o outro objetivo pra sala da família, porque a sala da família também estudou os temas que eles sugeriram para os

para a infância, a segunda infância de 7 a 12, que também tem um foco diferenciado. e o outro objetivo pra sala da família, porque a sala da família também estudou os temas que eles sugeriram para os filhos, porque se existe uma dificuldade eh temática dos pais que eles, né, trouxeram tantos temas, é porque eles também precisam da compreensão doutrinária daquele tema, né, da compreensão do tema à luz da doutrina espírita, como a doutrina enxerga o bullying, como ela enxerga a briga em família dos irmãos, como ela enxerga todos os as questões, né, conflitantes que eles trouxeram. Então, elencamos os três objetivos. Então, todos os os eixos temáticos tinham três objetivos. E aí os evangelizadores usavam esses esse programa de acordo com a faixa etária da sala, ele usava o objetivo específico. E aí eu trouxe um exemplo para vocês verem. Por exemplo, exemplificando, nós pegamos um eixo, né? Então, esse eixo pais, os pais sugeriram tolerância e respeito, valorização das diferenças, docilidade em casa e na escola, interação social, briga entre irmãos, laços de família, empatia. Então, de todos lá, isso aqui é um dos eixos, né? A gente pegou um eixo para trazer para vocês. Então, os pais sugeriram esse tema. Aí nós fomos lá no Evangelho, trouxemos capítulo 10, bem-aventurados os que são misericordiosos. Então, nas ideias básicas, eu trouxe um trechinho só, mas tem quatro ou cinco trechos do Evangelho trabalhando eh na no subsídio daqueles temas dos pais, né? Ideias básicas. Aí a gente elencou os conteúdos que são importantes nesse capítulo, tá? misericórdia, o esquecimento das ofensas, perdoar 70 vezes sete vezes, a indulgência e o perdão das ofensas, né? Então isso aqui são conteúdos do capítulo 10 do Evangelho. E trouxemos aqui o objetivo geral. Qual que é o objetivo geral? Ou seja, onde todos a gente para é o nosso a nosso, como fala? A nossa búsola geral. Compreender que a misericórdia, o perdão das ofensas e indulgências são caminhos ensinados no evangelho de Jesus que nos conduzem a

dos a gente para é o nosso a nosso, como fala? A nossa búsola geral. Compreender que a misericórdia, o perdão das ofensas e indulgências são caminhos ensinados no evangelho de Jesus que nos conduzem a Deus, fortalecendo os passos desta vida e elevando-nos espiritualmente na jornada evolutiva. Então esse foi o objetivo geral. Aí vamos pros específicos. Então eu trouxe aqui objetivos específicos de zer a 6 anos. ão que os bebês ali o maternalzinho, né, vai usar despertar o sentimento de perdão, levando o bebê e a criança pequena vivenciar o respeito ao próximo e o exercício de pedir desculpas e ainda a sentir a importância dos ensinamentos do evangelho de Jesus como roteiro em nossas vidas. Aí vem o segundo objetivo da segunda infância, de 7 a 12 anos, despertar o sentimento de perdão e amor ao próximo, fortalecendo os corações infantis a importância da reconciliação com os adversários no caminho de evolução do espírito. Levar a criança a compreender as expressões trazidas por Jesus. Então, o que que significa? Quantas vezes perdoarei a meu irmão? perdoar-lhes. Ei, não sete vezes, mas 70 vezes sete vezes. O que que Jesus quis dizer? Atire a primeira pedra aquele que estiver dentro de pecado, né? Então, eh, desmistificar um pouco e trazendo a interpretação do texto de Jesus, né? As crianças nessa idade já conseguem perceber isso, né? Fortalecendo nos corações infantis a importância dos ensinamentos do evangelho como roteiro em nossas vidas. E o terceiro objetivo que é a da sala da família que é despertar o sentimento de perdão e amor ao próximo, fortalecendo nos corações dos pais e familiares a necessidade de reconciliação com os adversários encarnados e desencarnados no caminho de evolução do espírito. Então aqui é um convite para os pais. a gente não consegue trabalhar uma temática de forma verdadeira e autêntica quando a gente não tá no exercício. Então, para falar de perdão para as crianças, nós tivemos que trabalhar na sala da família o perdão dos próprios pais, o perdão consigo, o perdão com os

e autêntica quando a gente não tá no exercício. Então, para falar de perdão para as crianças, nós tivemos que trabalhar na sala da família o perdão dos próprios pais, o perdão consigo, o perdão com os outros, porque tá em uma coisa é pai e mãe culpado, né? A gente acha que tem culpa do mundo, né? Então, o perdão daquilo que foi feito foi o melhor, aquilo que você conseguiu, o perdão de si próprio, né? e desenvolvendo o amor ao próximo. Então, primeiro foi feito um despertar dessa virtude nos próprios pais para depois a gente entender que levar os pais e familiares a compreender que o exercício do perdão se estende a eles também, fortalecendo o autão nos corações e a importância de se perdoarem como educadores enquanto pais, mães e familiares, a fim de se acolherem e bem compreenderem os ensinamentos do evangelho de Jesus como roteiro em nossas vidas. Então, para que eles pudessem compreender o processo que as crianças estão fazendo em sala, nós também trouxemos a possibilidade da vivência nesse sentido para eles. Deixa eu ver o meu tempo. Vamos lá. Então, o que que foi feito, que que nós observamos? que os pais eles ficaram muito felizes, primeiro de serem ouvidos, segundo de fazerem parte de uma construção. Eles não foram chamados só para carregar a cadeira, para montar, levar o lanche, mas eles fizeram parte da construção do projeto. E isso faz toda a diferença. Por quê? Porque nós vivenciamos assim eh a o os três eixos, né, de parceria e participação ativa, que é a criança, o jovem, que é um eixo, o evangelizador e a família. Nos três eixos, todos aprendem, todos ensinam. Então, quando a gente se programa, né, de uma forma a ouvir e dar espaço aos pais, nós vamos ficar surpresos com as potencialidades de trabalho, de sugestões, de engajamento, de auxílio que nós podemos ter. Voltando lá naquele slide que fala família e centro espírita, parceria ativa, parceria espiritual. Nós temos os mesmos objetivos. Nós temos os mesmos objetivos. Nós enquanto centro espírita e pais, quando

ando lá naquele slide que fala família e centro espírita, parceria ativa, parceria espiritual. Nós temos os mesmos objetivos. Nós temos os mesmos objetivos. Nós enquanto centro espírita e pais, quando se trata da evangelização. Os pais estão buscando crianças evangelizadas. O Centro Espírita quer homens de bem através da evangelização. Então, quando a gente pensa, né, numa possibilidade em abrir portas para que os pais abrir espaço, para que os pais possam eh se engajar nas ações da evangelização, muitas vezes a gente ouve eh assim: "Ah, mas eh às vezes vão pedir coisas que não t sentido. eles vão querer favorecer os filhos ou então, ah, não, ficam reclamando disso, daquilo. Se nós percebermos, sentirmos que os pais são espíritos aprendizes também, muitos deles chegam na maternidade, na paternidade, com muitas dúvidas, não sabem muito dos filhos, não sabem como fazer. Então, se eles são aprendizes também, eles estão no caminho de experiência, né? Estão construindo as experiências deles conosco. Hoje o que eu posso dizer é que temos um programa de evangelização com crianças, com jovens e com pais, porque eles fazem parte por vontade, eles querem participar. a gente não precisa insistir muito, basta nós eh possibilitarmos as ofertarmos, né, as possibilidades de auxílio. Por que que isso acontece? Porque houve um caminho construído de confiança, de clareza nos objetivos, diretrizes da evangelização, de acolhimento, de espaço de escuta, né? Então hoje nós, por exemplo, nosso momento da alegria cristã, que é um momento de abertura com as crianças, todos participam, os pais todos, o salão fica lotado, é um salão grande, bebês, crianças, todos participam. Depois cada um vai pra sua sala, pro seu espaço de de trabalho, de estudo, e depois eles se encontram no final para encerrar. E na juventude, que é um espaço que também acontece na segunda-feira, eh tem também o estudo, só que a gente não tem muita interação com os jovens, tem momentos especiais, em datas programadas, até pra gente preservar um pouco a

aço que também acontece na segunda-feira, eh tem também o estudo, só que a gente não tem muita interação com os jovens, tem momentos especiais, em datas programadas, até pra gente preservar um pouco a autonomia do jovem, a individualidade, né, o grupo, bando deles, né? Então, a gente não faz aulas juntas, eh, como a gente faz na infância, mas existem datas especiais, projetos de de visitas fraternas, de projetos sociais que são feitos com toda a família, infância, juventude e e família, né? Trazendo aí a perspectiva. Por que isso? Porque a gente entendeu que se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha? né? O sonido certo é o exemplo, é o acolhimento, é o conhecimento. Então, se nós pais, nós educadores, nós evangelização, nós centro espírita não nos unirmos para esse sonido chegar ao coração das crianças e dos jovens, nós não conseguimos prepará-los para a batalha moral que a vida pede. Então, que a gente possa, né, refletir, pensar. Espero que tenha, vocês tenham tido muito mais ideias, né, de trabalhos com as famílias, de espaços de engajamento, de pertencimento com as famílias, porque na verdade o Centro Espírita ele é composto por todos nós, por todas as famílias que estão aí eh nas configurações múltiplas, trazendo as crianças, os jovens, Às vezes nem traz a criança, vem só o adulto, às vezes vem só a criança, o pai deixa na porta e depois busca. Isso acontece. Mas que o trabalho é de união, né? É um trabalho em que nós todos nos damos as mãos para ser essa trombeta que dá o sonido certo. O sonido certo não só paraa criança, não só pro jovem, pro bebê, mas também pro adulto pai, o adulto mãe, a vovó que vai levar, o vovô, os tios e especialmente para nós. Porque quando nós exercitamos o acolhimento indistinto, quando nós abrimos as portas para que a família participe do projeto, nós estamos sendo coerentes enquanto trabalhadores de Jesus. Nós estamos sendo eh atentos às especificidades de cada necessidade do espírito que é trazido ali.

para que a família participe do projeto, nós estamos sendo coerentes enquanto trabalhadores de Jesus. Nós estamos sendo eh atentos às especificidades de cada necessidade do espírito que é trazido ali. E encerro aqui a minha fala. Deixa eu ver se eu consigo minutinho parar aqui. >> Ai, Cintia, você como sempre muito muito muito querida e trazendo reflexões tão oportunas para todos nós. Fiquei encantada com esse trabalho. Aí eu pensei aqui, acho que na próxima encarnação vou querer nascer por lá. [risadas] >> Nada disso, nada disso. A gente vai trocar figurinhas. Você aí noem Mato Grosso do Sul e eu aqui em Goiás. [risadas] Mas se quiser nascer aqui, a gente te acolhe, tá? >> Tá bom. >> Ai, que bom, que bom. [risadas] Muito obrigada, minha querida. Tô muito feliz com essa parceria que nós fizemos com a área da família, né? agradecer aqui já de público a Magda e toda a sua equipe, a Andreia, Ana Cecília, que que tem nos auxiliado nesse nesse encontro com essa temática, né, evangelizadores e família, parceria de amor. Muito obrigada mesmo. Nosso abraço aqui de Mato Grosso do Sul. Um abraço de todos que estão te assistindo, tá bom, minha querida? Um beijo, um beijo para vocês. Eu que agradeço, tá Eliete? Porque é uma alegria, é assim, a cada temática a gente estudar mais, a gente buscar novos caminhos, né? E trazer um pouquinho da experiência, né? Eu tenho certeza que se a gente pudesse trocar, tem muitas experiências de vocês aí que a gente também ia acolher de maneira muito feliz, tá? Um grande beijo a todos. Agradeço aí essa parceria que foi uma parceria boa, hein, a área de infância, juventude e família. Agradeço pelo convite e que Jesus nos abençoe sempre nessa trilha. Obrigada você,

Mais do canal