Evangelho no Lar - #205

FEEGO 05/03/2026 1:06:24

Evangelho no Lar - #205 Programado para o dia 4 de março de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 26, item 10, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite, sejam todos muito bem-vindos. Meu nome é Glauso, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da fé Ego. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que é realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar agora os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite. O Tonim, que é um assessor da unificação. Boa noite, Tonim, seja bem-vindo. >> Boa noite, Ga. Boa noite, gente. Tudo bem? Uhum. E o professor Ademar, que é coordenador da área de estudo do espiritismo da FEO. Professora Ademar, seja muito bem-vindo novamente. Recebe a nossa gratidão por ter aceitado o nosso convite. Seja bem-vindo. Ah, boa noite a todos. Boa noite aqueles que vão nos assistir posteriormente. É uma grande satisfação estar aqui para falar dos ensinamentos de Jesus. Gratidão por estar nesse trabalho. >> Que bom, professora. Esse é o quinto ano de evangelho no lar. >> A área [risadas] >> área de atendimento espiritual iniciou ainda na gestão da Ivana. Esse é o quinto ano de evangelho no >> que bom. E nós não terminamos o evangelho ainda, professor. >> Pois é, isso engraçado, são 1800 dias, né? >> Sim. Sim. >> Se você dividir por sete, vamos ver quantas semanas tem. 1800 di por 7 dá 200 e poucas semanas. >> Sim, que bom, né? Mas a ideia é essa mesmo, a orientação desta tarefa no nosso documento orientador, né, do atendimento espiritual na FEB, é que a gente trabalhe um ou dois itens por evangelho no lar e nós seguimos essa orientação. A proposta é a gente ampliar nosso olhar, aprofundar nesse conhecimento maravilhoso, nesse roteiro de vida eterna que é o Evangelho Segundo

s itens por evangelho no lar e nós seguimos essa orientação. A proposta é a gente ampliar nosso olhar, aprofundar nesse conhecimento maravilhoso, nesse roteiro de vida eterna que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, né? Que bom que o senhor está conosco. >> Obrigada. >> Bom, vamos dar boa noite, né? O Toninho já iniciou aí mostrando os nossos amigos que estão conosco. Jeferson deixando o seu boa noite, o Elpídio, Kirino também. Boa noite a todos. Luz e paz. Austia, eh, deixando também do Belém do Pará, Estevan também deixando aí seu boa noite para todos nós. Sejam todos muito bem-vindos. Nós temos aqui também o Fernando Rodrigues, o João Batista, a Elsa, a Maria Lúcia, o Antônio Carlos de Abreu, a Renata Cunha. Então, sejam todos muito bem-vindos. Coloque aqui para nós eh o seu nome, a cidade de onde você está nos acompanhando. É uma honra para todos nós estarmos sintonizados nesta noite de Evangelho no Lar. Gratidão a todos. Para darmos início ao nosso evangelho, Tominho vai fazer a leitura da mensagem do capítulo 5 do livro Pão Nosso, eh, psicografado por Chico Xavier, editado pelo Emanuel. E em seguida ele fará a nossa prece inicial >> do livro Pão Nosso, salários. E contentai-vos com o vosso soudo, João Batista. Lucas, capítulo 3, versículo 14. A resposta de João Batista aos soldados que lhe rogavam esclarecimento é modelo de concisão e bom senso. Muita gente se pede através de inexplicáveis laberintos em virtude da compreensão deficiente acerca dos problemas da remuneração da vida comum. Operárias existem que reclamam salários devidos a ministros se cogitarem das graves responsabilidades que não raro convertem a administradores do mundo em vítimas da inquietação e da insônia, quando não seja em mártires de representações e banquetes. a homens cultos que devem a paz, que vendem a paz do lar em troca da dilatação de vestimentos. Inúmeras pessoas seguem da mocidade a velice do corpo, ansiosas e descrentes, enfermas e aflitas, por não se conformarem com os ordenados mensais e a

a paz do lar em troca da dilatação de vestimentos. Inúmeras pessoas seguem da mocidade a velice do corpo, ansiosas e descrentes, enfermas e aflitas, por não se conformarem com os ordenados mensais e a circunstância do caminho humano lhe assim. dentro das impercutáveis desígnios. Não é por demasia a de remuneração que a criatura se entregará nos quatros nos quadros divinos. Se um homem permanece consciente quanto aos deveres que lhe competem, quando mais altamente pago, estará mais intranquilo. Desde muito Desde muito esclarece a filosofia popular que para grande mal surgirá a grande tormenta. Contenta-se cada servidor com o próprio salário. prova de elevada compreensão ante a justiça do todo- poderoso. Antes, pois, de analisar o pagamento da terra, habitua-te a valorizar as concessões do céu, Emanuel. Vamos aproveitar esse momento da leitura, pensar no nosso dia a dia, dos nossos pagamentos, daquilo que for nos dados. Senhor mestre Jesus, ventores que aqui estão nos auxiliando, pedimos a compreensão dessa leitura, a possibilidade de ouvir uma palestra pelo professor Ademar, que venha nos auxiliar, nos beneficiar com essa doutrina magnética que é o Espiritismo. Pedimos caridosamente que esteja conosco, pontuando cada passo que nós dermos nessa seara do bem. Que o mestre esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja, tua mim. Obrigada. Bom, nós estamos hoje encerrando o capítulo 26. Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. Professora Ademar trará as suas reflexões. Ele vai fazer um apanhado geral deste capítulo e vai falar especificamente depois do capítulo 10. Professora Ademar, fique à vontade. >> Tá? Muito obrigado. É um prazer estar aqui e que o divino mestre possa nos acolher a todos nós para que nós possamos ser intuídos nas reflexões que vamos fazer na noite de hoje, trazendo uma das faculdades mais bonitas, mais interessantes e de mais útil que nós temos. dentro da doutrina espírita que é a mediunidade. mediunidade é o caminho que Jesus deixou para todos

de hoje, trazendo uma das faculdades mais bonitas, mais interessantes e de mais útil que nós temos. dentro da doutrina espírita que é a mediunidade. mediunidade é o caminho que Jesus deixou para todos nós, para a comunicação com o mundo espiritual, para trazermos as informações e as orientações que nós precisamos para também dar sequência aos nossos trabalhos, à nossas progressão espiritual, a o nosso adiantamento. Então, a mediunidade com Jesus é um benefício deixado por ele para que nós possamos entender um pouco mais do mundo espiritual, do mundo eh após o desencarne. Não vamos falar em morte, que a morte não existe. apenas trocamos de roupagem, passamos para a verdadeira casa, que é o mundo espiritual. E Jesus deixou essa oportunidade para que nós tivéssemos conhecimento através dos medianeiros do plano espiritual. E o grande responsável por devaçar essa esse mundo espiritual, por trazer para nós as informações de como é o mundo espiritual, de como se age, como que é o trabalho no mundo espiritual, foi o nosso querido Chico Xavier. Ele trouxe, através das obras de André Luiz e Emmanuel informações do mundo espiritual para que nós pudéssemos eh seguir e entender o que acontece depois que nós deixarmos esse corpo pesado aqui e e chegarmos realmente à pátria de onde nós viemos, né? Então, nesse sentido, é que nós trabalhamos eh na mediunidade, mediunidade com Jesus. A mediunidade, ela existe no decorrer de toda a existência da humanidade, mas a mediunidade com Jesus foi aquela que ele trouxe quando ele chegou a esse plano e nos orientou de como consultar os espíritos. através de mensagens sérias, objetivas e que trouxesse luz e conforto para a humanidade. Não a mediunidade especulativa, que era a mediunidade de interesses pessoais, de interesses materiais, elas essa aí sempre existiu. Então, vamos fazer um apanhado de tudo isso. Vamos fazer uma viagem nesse tempo até chegarmos à mediunidade com Jesus, que é o item 10. do evangelho. Então, esse capítulo fala sobre a medidade, o

tiu. Então, vamos fazer um apanhado de tudo isso. Vamos fazer uma viagem nesse tempo até chegarmos à mediunidade com Jesus, que é o item 10. do evangelho. Então, esse capítulo fala sobre a medidade, o dom de curar. Jesus mostrou para nós como fazer as curas. A mediunidade, o dom de curar quando eh a mediunidade está em contato com os espíritos superiores e num trabalho sério, ela tem esse dom de curar. Ah, no outro item desse capítulo, ele fala das preces pagas. Dai de graça o que de graça recebeste. Esse dom nós recebemos de graça. Falamos de graça porque ele está conosco e ninguém nos cobrou isso. Mas ele é um compromisso que nós temos com a espiritualidade de trazer informações seguras para o desenvolvimento de toda a humanidade. Os mercadores expulsos do templo. Quando Jesus chegou lá no templo e tinha toda aquela confusão, o pessoal vendendo, comprando animais dentro do templo, e Jesus deu as instruções e orientou. Alguns historiadores, alguns evangelistas até comentam que Jesus ficou irritado e chicoteou o pessoal. Existe essas anotações. Nós não sabemos se realmente foi assim, mas sabemos que Jesus proibiu isso dentro do tempo. Na casa do meu pai não tem comércio, não tem coisas materiais, são as coisas espirituais. a mediunidade gratuita. E é aqui vamos fazer uma síntese do que Jesus veio nos mostrar sobre a a humanidade, a mediunidade. Todos nós somos médiuns. Todos nós somos médiuns. Alguns mais ostensivos, outros menos ostensivos. Mas todos temos mediunidade, né? Ah, mas todos nós temos essa mediunidade e precisamos educar essa mediunidade para que ela possa produzir frutos, né, eh, com os ensinamentos de Jesus. E nesse capítulo vamos falar então da um pouco sobre esse dom que temos e que às vezes ignoramos por falta de conhecimento. Às vezes muitas pessoas nem sabem que tem mediunidade, mas todos têm. a mais ostensiva, menos ostensiva e alguns bem aflorad, outros não, né? Mas todos nós somos médiuns, né? Muitas vezes achamos que médiuns são só aqueles que estão na casa espírita dando

mas todos têm. a mais ostensiva, menos ostensiva e alguns bem aflorad, outros não, né? Mas todos nós somos médiuns, né? Muitas vezes achamos que médiuns são só aqueles que estão na casa espírita dando paz. Quando nós vamos assistir uma palestra, aí nós vemos os passistas, pessoas dando passo, às vezes entramos numa cabine de passo, achamos que só aqueles são médios. Não, todos somos médios. Aqueles são mais ostensivos. são aqueles que estão com a mediunidade mais aflorada e com compromissos mais marcados com a doutrina em aplicar os ensinamentos com Jesus, né? Então, recebendo mensagens, tem aqueles médicos que recebem mensagem, tem os médicos que faz a diologação com os espíritos, com os desencarnados, todos esses são médiuns, né? Então é que nós às vezes enganamos na casa espírita, achando que só aqueles são médios, mas todos que estão ali são médiuns. Então esse seri os mais propriamente os médiuns, aqueles que receberam essa tarefa, essa oportunidade de trabalho, de aprendizado, de crescimento na seara do evangelho e mais propriamente do trabalho nas nossas casas espíritas. Então esses são os mais ostensivos, são aqueles que estão aí eh com a mediunidade mais aflorada. É sobre isso que falaremos nessa noite, buscando cada um de nós meditar no íntimo do nosso coração. Qual tem sido a posição em relação a essa faculdade? Que posição que nós temos em relação a essa faculdade? Nós acreditamos que ela realmente existe ou será que nós acreditamos só que tem nos outros e nós não temos? Quantas vezes a gente tem alguns pensamentos, estamos diante de uma dificuldade e a gente fala: "Olha, apareceu uma luz no fim do túnel. Eu tive uma intuição, isso é mediunidade. Então, sejamos nós aqueles médiuns trabalhando nas casas espírito, com a faculdade mais ostensiva e nós, os médiuns, em sentido mais abrangente. Então, não faz sentido só pensar naqueles que estão na casa espírita, né? Então, vamos buscar meditar. Que tipo de intermediar temos sido nós? Qual o sentido? Qual tem sido as forças que nós

rangente. Então, não faz sentido só pensar naqueles que estão na casa espírita, né? Então, vamos buscar meditar. Que tipo de intermediar temos sido nós? Qual o sentido? Qual tem sido as forças que nós temos utilizado nos caminhos da nossa vida? Como que nós temos utilizado essas intuições? Como que nós temos utilizado a esses sonhos que às vezes a gente tem? Como que tem acontecido isso na nossa vida? Quais são esses canais de atuação que tem tido em nós os meios, esses veículos para que a gente possa fazer uma compreensão mais abrangente acerca da mediunidade? O primeiro ponto a percebermos aqui é que a mediunidade não é algo exclusivo do espiritismo. Ah, só no espiritismo tem mediunidade? Não, a mediunidade ela está em toda a humanidade, né? O espiritismo é que trabalha ela e estuda e traz eh uma força maior sobre a mediunidade, mas todos nós somos médiuns, né? Então não é só o espiritismo mediunidade. Talvez seja uma das primeiras expressões próprias da humanidade, do próprio ser humano, juntamente com as primeiras manifestações religiosas. Ou seja, a as primeiras manifestações do ser humano, as primeiras intuições que o ser humano teve, as primeiras eh intuições religiosas, é um exemplo de mediunidade. Vamos só reportar aqui bem mais recente, porque a gente fala recente, mas é por causa da história brasileira. Quando o Brasil foi descoberto aqui, né, que chegar com os índios, índios tinha um deus lá, Tupã, chamavam de Deus, ou seja, todos tinha essa intuição de alguma coisa superior e uma comunicação por esse ser superior. Então, não é uma coisa exclusiva do espiritismo. A humanidade existe em todos os seres humanos. Os egípcios trabalhavam muito essa parte da mediunidade também, né? os a parte também lá dos babilônios, né? Tudo isso tinha muito a ver com a minunidade. Então, a as manifestações do ser humano, ela começou a tomar consciência de si, era buscar interagir, entrar em contato com essas forças maior que ele sabia existir. Então, o ser humano sempre procurava entrar em

manifestações do ser humano, ela começou a tomar consciência de si, era buscar interagir, entrar em contato com essas forças maior que ele sabia existir. Então, o ser humano sempre procurava entrar em contato com esse ser superior, com essa força maior, que ele tinha o conhecimento de existir intuitamente. Intuitivamente ele sabia que existia, né? uns chamando de um jeito, outros chamando de outro, mas tinha essa intuição da existência de um ser superior, né? Buscava ele entrar em contato com esse outro mundo que por intuição, sabia que existia. De modo que poderíamos dizer, sem sombra de dúvida, sem medo de nos equivocar, que talvez seja a mediunidade, juntamente com a religiosidade, uma das primeiras manifestações do espírito humano desde o início da humanidade, né, desde que a humanidade existe. Nos textos mais remotos, mais antigos que possamos pesquisar, lá encontramos relatos claros que, com as características peculiares do tempo e da cultura da época, da simbologia daqueles povos, fundamentalmente encontramos relato acerca da mediunidade. Às vezes a gente tem que entender a cultura daquele povo, a época que ela existia, para entender a como eles estavam relatando. Então, precisa ter uma percepção maior daqueles escritos, daqueles legados que eles deixaram paraa gente entender isso. A nossa proposta aqui hoje é fundamentalmente fazer essa visão panorâmica e ver qual foi o grande mudança, qual foi a grande guinada que essa faculdade tomou com o advento do Cristo, com o advento do evangelho. Então, com o advento do Cristo e com o advento do evangelho, eh, que Kardec codificou e que Kardecou, nós tivemos uma mudança na visão da mediunidade, daí o nome mediunidade com Jesus. Isso nos mostra que também existe mediunidade não norteada, não orientada por Jesus. Ou seja, a mediunidade é uma característica do ser humano. Depende do jeito que ele vai usar. Se ele vai usar para em benefício da humanidade, em benefício do bem, em benefício de ajuda do próximo, em benefício de acolhimento,

ma característica do ser humano. Depende do jeito que ele vai usar. Se ele vai usar para em benefício da humanidade, em benefício do bem, em benefício de ajuda do próximo, em benefício de acolhimento, de amparo espiritual, essa é a mediunidade com Jesus. Agora, existem outros tipos de desenvolvimento dessa mediunidade que não é que Jesus aconselhou para nós, né? e não faz parte aqui do nosso trabalho. Se voltarmos aos tempos antigos em todas as grandes civilizações e estudarmos um pouco das suas manifestações religiosas, cada uma delas com as suas características muito influenciadas também por suas culturas, veremos a manifestação da mediunidade sempre esteve presente, mas sobretudo ainda muito misturada, ainda muito eh impregnada de paixões, de ignorância, de interesses materiais, mas ela tava ali presente, né? Veremos um desvio da sua finalidade primordial com que aprendemos com Jesus. Ou seja, não foi essa mediunidade que Jesus pediu para nós e que ele nos trouxe. Emânuel vai nos ensinar numa mensagem muito bonita em que ele faz esses panoramas históricos e abrangentes acerca da mediunidade e dos fenômenos mediúnicos. na mensagem, no livro, acho que dá para mostrar um pouquinho aqui esse livro aqui, ó, Religião dos Espíritos, eh, no capítulo 57, intitulada Fenômenos mediúnicos. Aqui no capítulo 57, ó, só vou mostrar um pouquinho. Ele fala dos fenômenos mediúnicos. Então, Emuel vai aqui nos orientar e fazer um um relato, seria interessante depois quem puder e dar uma olhada. Ele faz um relato histórico da humanidade, da mediunidade em relação à humanidade. E isso é interessante pra gente entender como que ela era praticada e como que ela deve ser praticada hoje, né? Então, a às vezes a gente fica às vezes um pouco perdido de como que as coisas têm que acontecer. Eu nos esclarece nesse livro Religião dos Espíritos na mensagem no capítulo 57, fenômenos mediúnicos. Ali ele descreveu os fenômenos mediúnicos que é relatado desde os egípcios com os sacerdotes, com os seus

esclarece nesse livro Religião dos Espíritos na mensagem no capítulo 57, fenômenos mediúnicos. Ali ele descreveu os fenômenos mediúnicos que é relatado desde os egípcios com os sacerdotes, com os seus cultos, a morte com toda aquela relação que eles tinham com os mortos e tudo mais. Vem também nos relatos dos magos da Babilônia, da Síria, da Caldeia por volta de 3.000 anos antes de Cristo. A humanidade já tinha esse noção desses fenômenos, só que não eram tão direcionados como Jesus pediu, né? Eles já conheciam esses fenômenos mediúnticos, mas claro, ainda muito distante do seu verdadeiro objetivo e de expressar o seu verdadeiro potencial. Temos relato ainda nos oráculos, né, do dos templos lá, né, os oráculos do das pitonesas, pitonisas, né, da Grécia. Os romanos também tinha muita semelhança com os gregos lá pela influenciação grega, não é? Que tinha uma maneira muito similar aos gregos de interação com o mundo espiritual. Talvez os relatos mais conhecidos são os dos profetas do Antigo Testamento. Esse a gente conhece mais porque às vezes tá mais próximo das nossas leituras, das nossas eh informações espirituais, religiosas, né? Os profetas, no livro dos profetas, no Antigo Testamento, tá cheio de relatos mediúnicos, né? Se formos aos livros do Antigo Testamento, com um olhar mais profundo, capaz de superar ali os véus da letra e do simbolismo, nós vamos ver que o Antigo Testamento está todo ele repleto de narrativas em torno de fenômenos mediúnicos. A vida de Moisés está cercada de fenômenos mediúnicos. Se formos analisar a vida dos profetas ou dos patriarcas como Abraão, vamos encontrar uma interação com os anjos, com os mensageiros de Deus. Sempre eles tinham essa noção, esse intercâmbio com o mundo espiritual, mas de uma maneira ainda mais eh grosseira, né? nos profetas Jeremias, Isaías, Ezequiel e Daniel e em tantos outros, veremos que ali temos um número muito grande de relatos acerca de mediunidade, mostrando-nos que este é um fenômeno muito antigo que nasceu e se desenvolveu

aías, Ezequiel e Daniel e em tantos outros, veremos que ali temos um número muito grande de relatos acerca de mediunidade, mostrando-nos que este é um fenômeno muito antigo que nasceu e se desenvolveu com a própria humanidade terrestre. Mas esse fenômeno vinha caminhando, né, para um momento marcante. Viria ganhar um novo sentido e elevar-se de plano a partir do advento do Cristo. É o que Emânel vai nos falar nessa mensagem do capítulo 57 do livro Religião dos Espíritos, né? Então, se nós observarmos aí a mediunidade, ela vem mais de 3.000 anos antes de Cristo, já temos relato de fenômenos mediúnicos. A primeira parte da mensagem que Emanuel fala nesse livro relata os fenômenos antes de Jesus e a segunda parte da mensagem, os fenômenos após Jesus. Na nossa vida, na vida dos povos, das civilizações, na vida na terra, a mediunidade há sempre um antes e um depois de Jesus. A humanidade ela foi dividida em duas partes, antes de Jesus e depois de Jesus. O fato histórico, todos eles são antes de Jesus ou depois de Jesus. Olha a grandeza desse espírito que chegou aqui, que dividiu a humanidade em dois períodos. A mediunidade também foi dividida em dois períodos, antes de Jesus e depois de Jesus. Então, olha, depois do Cristo, a mediunidade ganha um novo sentido, um novo propósito fundamental. Vai dizer-nos, Emânel, que com o Cristo nós recebemos crio moral. capaz de definir objetivos e responsabilidades no que diz respeito à mediunidade. Não, a mediunidade com o Cristo, ela passa a ser o quê? Ela tem um crio moral, ela tem um crio instrutivo, um crio de auxílio, de benefício para a humanidade, não de especulação do mundo espiritual e especulação de coisas materiais. Com Jesus, nós recebemos agora uma orientação incrível, uma lente que nos permite agora discernir no que diz respeito à mediunidade, quais são as responsabilidades envolvidas nesse processo, como também quais são os objetivos fundamentais desse processo. É lógico, tem responsabilidade, tem objetivos e tem consequências de quem

ade, quais são as responsabilidades envolvidas nesse processo, como também quais são os objetivos fundamentais desse processo. É lógico, tem responsabilidade, tem objetivos e tem consequências de quem usa bem ou mal, né? Então, passamos a enxergar agora a mediunidade como algo que representa da nossa parte ou traz a nossa vida uma grande responsabilidade por aquilo que semeamos na vida, no mundo, nos corações alheios. Responsabilidade pelas forças que temos utilizado nos caminhos da vida. Quais são essas forças e a que se destinam? Com que finalidade elas atuam? E se estão elas a serviço do bem e da coletividade? Se estão elas a serviço da libertação e da iluminação das consciências, ou se estão elas ainda a serviço do cativeiro, da ignorância e das ilusões. Nós temos que ter muito cuidado com a mediunidade. Para onde nós estamos usando a mediunidade? Qual é o objetivo que nós estamos usando? É para acolher corações? é para consolar corações ou ainda estamos a serviço da ignorância e das ilusões anteriores? Agora, a partir do conhecimento do Evangelho, percebemos que somos responsáveis por tudo aquilo que se utiliza de nós no caminho da vida, com tudo aquilo que nós semeamos nos passos, nos caminhos ou nos corações que vamos encontrar. temos responsabilidade com tudo isso que estamos fazendo. Por isso, Emanuel, né? Por isso, Emmanuel acrescenta mais adiante, dizendo que com Jesus o fenômeno mediúnico foi intimado à redenção das consciências. Isso é uma frase de irmã. O fenômeno mediúnico foi intimado a à redenção das consciências. Com o Cristo, o fenômeno mediúnico não é mais enxergado como um meio de se beneficiar, seja por meio de status, seja por meio do poder, do interesse material, do dinheiro ou de qualquer recurso ou benefício próprio. O fenômeno mediúnico agora está a serviço da humanidade e não para individual. Pessoa querendo saber, sabe, vou ganhar na loteria, não vou ganhar, vou comprar esse material, será? Vou pedir orientação espiritual, se eu compro, se

tá a serviço da humanidade e não para individual. Pessoa querendo saber, sabe, vou ganhar na loteria, não vou ganhar, vou comprar esse material, será? Vou pedir orientação espiritual, se eu compro, se eu não compro. Isso, a espiritualidade superior não se preocupa com isso. Então, nó com Jesus são benefícios para a coletividade, para a humanidade. O materialismo está fora, né? Agora com Jesus, o fenômeno mediúnico é convidado a estar a serviço de Jesus, claro, trazendo sim um benefício, mas não um benefício criado, alimentado por interesse pessoal ou pelo egoísmo. Benefício, sim, da nossa redenção, da nossa iluminação, mas não o benefício mesquinho ao qual tantas vezes a mediunidade havia sido associada nos tempos antigos. A mediunidade era utilizada para a manutenção do status. Então aquela pessoa que tinha medidade era mais respeitada e lá pros altares dos palácios, né? Um misto de luz e sombra ainda muito envolta nas superstições, na ignorância e, claro, nas paixões que existiam nos corações humanos. Então essa mediunidade não é que Jesus espera de cada um de nós, mas com Jesus ele passa a ser, a mediunidade passa a ser intimada à redenção da consciência, porque com Jesus passamos a ver a mediunidade uma oportunidade bendita de crescimento, de aprendizado, de serviço, patrocinando a nossa própria libertação das paixões que nós nos tem mantido cativos. Nós temos ficado muito nesse cativeiro das paixões inferiores do materialismo e, portanto, angustiados, aflitos da ignorância que têm nos desprovidos de uma visão mais abrangenta no sentido dos propósitos grandiosos da vida. Então, a mediunidade vem para nós estabelecermos o mundo espiritual, vem nos dar orientações de como libertar desse egoísmo, dessas vaidades, do orgulho e como caminhar na direção do Cristo. O evangelho é o caminho, a verdade e a vida. É por onde nós temos que seguir. E a mediunidade está presente em todos os capítulos do Evangelho. É esse o novo caráter que a mediunidade adquire. Portanto, com Jesus, a partir

o, a verdade e a vida. É por onde nós temos que seguir. E a mediunidade está presente em todos os capítulos do Evangelho. É esse o novo caráter que a mediunidade adquire. Portanto, com Jesus, a partir desse crio moral que o Cristo nos traz, nos ensinando como aplicá-la, como exercitá-la, como efetuar, ele, o Cristo, era o médium, não de espíritos, mas na feliz definição kardequiana, na Gênese, tem uma definição de Kardec sobre mediunidade de Jesus. Jesus é o médium de Deus, o médium direto de Deus. Ele vem não nos ensinar a aplicá-la, sempre em provas semelhantes. Ele vem nos dar o exemplo. Ele, que era o maior de todos, o maior que já pisou nesse planeta, nunca fez da mediunidade um meio de se beneficiar. Sempre fez dela um meio de enriquecer e alimentar as consciências, deixando daí por diante um paradigma, um padrão de ação na mediunidade com Jesus. ou com os evangelhos, bebendo o espiritismo dessas informações, né, dessa própria fonte do evangelho, não poderia ele distanciar-se desse mesmo objetivo, o objetivo de seguir nessa mesma linha de uma mediunidade colocada a serviço da coletividade, a serviço do bem comum, não sendo o espiritismo outra coisa que o cristianismo, que o evangelho redivido. segue ele essa mesma linha. E o que que é o evangelho redivido? É voltar na base dos ensinamentos do de Jesus, né? E é claro, alargando os horizontes, ampliando a compreensão, porque o fenômeno da mediunidade, que lá atrás era difícil de ser compreendido, a época de Jesus, teve Jesus de ser prudente em alguns aspectos, porque ainda não estávamos preparados com uma interação maior com o mundo espiritual. Por quê? Olha que Jesus disse muitas vezes, eh, falando sobre Zaqueus, quando ele falou sobre Nicodemos, que precisava entrar de novo no ventre da mãe dele, né? E ele ficava, não entendeu, vou ter que entrar no ventre da minha mãe para renascer de novo da água e do espírito. Ele achava que isso era uma coisa física, não é? Jesus não tava falando disso. Jesus tava falando da mediunidade, da reencarnação,

r no ventre da minha mãe para renascer de novo da água e do espírito. Ele achava que isso era uma coisa física, não é? Jesus não tava falando disso. Jesus tava falando da mediunidade, da reencarnação, da oportunidade que tem. Então, muitos ensinamentos que Jesus tinha que dar naquela época, um deles era sobre a mediunidade, ele não poderia falar porque as pessoas não estavam preparadas para ouvir e para entender e poderia se perder. Que que Jesus disse? Vou mandar um consolador que trá novas notícias, novos ensinamentos e vai burilar um pouco mais disso que eu estou falando. E esse consolador prometido foi trazido no século XIX, né, como Kardec, que fez a codificação do mundo espiritual, do mundo dos espíritos, né? A doutrina não é de Kardec, a doutrina é dos espíritos. Kardec foi apenas um intermediário, codificador que trouxe essas informações do mundo espiritual para nós. Do mesmo jeito que Chico fez, trazendo informações do mundo espiritual para nós, né? Por isso que Chico nunca vendeu no livro dele. Por quê? Porque ele falava que não era dele, é dos espíritos. Então ele é apenas um intermediário, né? Então, com o espiritismo agora, esse conceito se amplia, é mais acessível, compreensível a todos, porque vem ele com o consolador prometido desenvolver, explicar, colocar de maneira mais acessível a todos aquilo que Jesus lá atrás já havia nos ensinado, aquilo que ele já havia falado. É por isso que Emânel quando vai definir a mediunidade no livro Consolador, é outro livro que nós precisamos ter, vou só mostrar aqui também, ó, o livro Consolador, tá? É um livro de perguntas e resposta que deu muito interessante. Então ele vem aqui na questão número 351, mediunidade desenvolvimento. Mediunidade e desenvolvimento. Tiver oportunidade dá uma foliada, dá uma lida. Eu vai explicar muita coisa sobre o desenvolvimento da mediunidade, como fazer isso, né? Então, na questão 382 vai nos lembrar uma definição interessante de mediunidade, uma definição de um profeta antigo, o

explicar muita coisa sobre o desenvolvimento da mediunidade, como fazer isso, né? Então, na questão 382 vai nos lembrar uma definição interessante de mediunidade, uma definição de um profeta antigo, o profeta Joel, no capítulo 2 de seu livro, no versículo 28. Então, lá no Antigo Testamento, profeta Joel, no capítulo 22, no versículo 28 do seu livro, quando ele diz que haveria um dia que o Senhor derramaria o seu espírito sobre toda a carne. Vossos filhos e filhas profetizarão, vossos velhos terão sonhos, vossos jovens terão visão. E aí eu vou aproveitar, nós temos um videozinho, ô Toninho, sobre eh T Vanessa, que fez uma música em cima dessa desse versículo do profeta Joel. Você tem como colocar aí para nós para só para ilustrar um pouquinho? >> Em verdade eu vos digo que se eles se calarem, [música] As pedras é que falarão. Vossos [música] velhos terão sonhos. Vossos jovens [música] profetizarão. [música] Em verdade eu vos digo que se eles se calarem, [música] as pedras é que falarão. Vossos [música] velhos terão sonhos. Vossos jovens [música] profetizarão. Cajado [música] de Moisés, o manto [música] de Elias, escada de Jacó, as visões [música] de Jeremias. Hoje médiuns, antes profetas, faculdades [música] não mais ocultas. Quantos falam, quantos sentem, [música] quantos ouvem, quantas línguas. >> Em verdade eu vos digo que se eles [música] se calarem, as pedras é que falarão. [música] Vossos velhos terão sonhos. [música] Vossos jovens profetizarão nas rodas de Cana. >> Calma aí, só pra gente ter uma ilustração, [música] >> só para mostrar que t Vanessa, depois se alguém for lá no YouTube, eh, com tia Vanessa, mediunidade, tá? música chama mediunidade. Ele tem, ele fala sobre essa passagem do profeta Joel, onde ele fala que vossos filhos e filhas profetizarão, vossos velhos terão sonhos, vossos jovens terão visões. Isso há quanto Joel? há mais de 2000 anos antes de Cristo. Então, já tinha essas, ele já fazia essas previsões do como que as coisas iriam acontecer, né?

lhos terão sonhos, vossos jovens terão visões. Isso há quanto Joel? há mais de 2000 anos antes de Cristo. Então, já tinha essas, ele já fazia essas previsões do como que as coisas iriam acontecer, né? Emanu relata isso lá no livro consolador. Ele fala disso. Emanu ao definir a mediunidade dizem então, olha como Emfina a mediunidade. A mediunidade é aquela luz que haveria de ser derramada sobre toda a carne prometida pelo divino mestre aos tempos do consolador agora, em curso na qualidade terrestre. aos tempos do consolador, ou seja, ao tempo do espiritismo, depois da codificação, ali está o consolador prometido. Então, com o cristianismo, a mediunidade se amplia ainda mais em termos de compreensão e de exercício, em termos de possibilidades. Com o espiritismo, recuperando o evangelho de Jesus, que é o evangelho Rede Vivo, vamos entender melhor o que eram aqueles fenômenos que nos encantavam. Nada demais, nada de fora das leis divinas, fora das leis da natureza. Apenas um desdobramento, não é? apenas um desdobramento dessa própria lei, apenas uma faculdade humana naqueles tempos desconhecida, mas agora acessível, agora vindo de maneira mais universal abrir um novo tempo, um novo período para a humanidade. Enfim, com o espiritismo, a era do espírito chegou e foi estreitando esses laços e essa comunicação entre os dois mundos. Então, o espiritismo é que fez esse estreitamento da comunicação entre o mundo físico e o mundo espiritual, né? e principalmente com Chico Xavier e Divaldo. Daí o derramar a luz sobre toda a carne, daí os fenômenos que vimos pular em todas as partes do globo no século XIX, prenunciando o advento do Consolador. Quando os imortais enfim ergueram e disseram: "Desde que nada morra, estamos vivos, seguimos contigo, a vida prossegue sem". sempre triunfante. Que que são os imortais? São os espíritos que disseram, falam: "Olha, a morte não existe." Ou seja, a morte é apenas uma janela que se abre para mudar de plano para o mundo espiritual. Então, a nós apenas deixamos

s imortais? São os espíritos que disseram, falam: "Olha, a morte não existe." Ou seja, a morte é apenas uma janela que se abre para mudar de plano para o mundo espiritual. Então, a nós apenas deixamos esse corpo físico pesado, passamos para o mundo espiritual. Não aos imortais que ele fala aqui que fala são os espíritos que disseram que enfim se ergueram e disseram desde que nada morra estamos vivos. Mostrou que existe um mundo espiritual, que os seres não morreram estão lá. Seguimos contigo. A vida prossegue sempre triunfante. A mediunidade então se amplia, se aprimora, mas traz com o espiritismo a compreensão mais profunda, uma responsabilidade maior. E é isso que todos nós espíritas precisamos entender. Como o espiritismo vai definir a mediunidade e nos apresentar essa proposta de trabalho, mostrandoos que, em geral, os médiuns não são predestinados, não são missionários. Raras são as tarefas no campo da mediunidade realmente missionária. Temos poucos esses médicos que vem com missão, a maioria vem com tarefa a cumprir, né? Então, os missionários, nós temos aí o Chico, temos o Divaldo, temos muito outros, né? Bezerra de Menezes e assim nós vamos. Mas o restante são mediunidades de trabalho, de compromisso, de desenvolvimento e de resgate de eh de dívidas passadas ou contraídas nessa mesma encarnação. Os médiuns não são em geral. Então os méd não são em geral na visão espírita e agora nos alarga uma compreensão da vida, que não nos prendemos apenas a uma encarnação. Então agora nós temos a noção de que a vida continua. Inclusive o último livro da série de André Luiz do Mundo Espiritual é esse. A vida continua, né? Então, a aqui é apenas um estágio, é uma escola de aprendizado e nós voltamos lá pro mundo espiritual para ver se realmente aprendemos a lição aqui e se não aprendemos vamos voltar e refazer. Ficamos de recuperação, né? Os médiuns são, em geral, na visão espírita que agora nos alargam a compreensão da vida, que não nos prendemos a apenas uma encarnação. Agora

ndemos vamos voltar e refazer. Ficamos de recuperação, né? Os médiuns são, em geral, na visão espírita que agora nos alargam a compreensão da vida, que não nos prendemos a apenas uma encarnação. Agora enxergamos os porquês e os reflexos das vidas pregressas na vida presente. Então, começamos a entender o porquê das dificuldades, né? O espiritismo vai nos mostrar na mediunidade agora sim, efetivamente como na grande, na imensa maioria dos casos, uma oportunidade de resgate, de reparação dos erros e faltas que nós cometemos. Quem quer que se duvide disso, bastaria ler um pouquinho a definição de Emmanuel acerca dos médiuns no livro Emuel, capítulo 11, item 3, no é um livro Emânel, onde ele fala também sobre mediunidade, tá lá no capítulo 11, no item três, ele vai definir um pouco eh do que que são os médiuns e quais os compromissos que os médiuns têm com a encarnação que eles estão aqui. Ali a gente tem uma primeira leitura para nós médiuns, um choque, porque eles mostram realmente na generalidade dos casos, com algumas exceções, o que o médium é, quem é esse médium? Nada mais do que, na generalidade dos casos, uma alma que muito tropeçou lá atrás. Então eu tenho uma expressão de uma amiga da gente da aqui do grupo espírito que fala assim: "O médium é aquele que tem promissória vencida no cartório, tem que resgatar, né? É um, não é privilégio nenhum ser médium, né? É compromisso, né? É tarefa a cumprir, né? Então, uma alma que muito se desviou de cora dos corações e muito atrapalhou corações e caminhos lá atrás, mas que agora, né, com essa oportunidade, que agora encontrou na mediunidade com Jesus a oportunidade de redenção, a oportunidade do reajuste dos caminhos, sendo agora instrumento de outras forças e de outros pensamentos, ou seja, já não mais ligado aos planos materiais, as conquistas materiais, aos prazeres materiais, já voltada para os ensinamentos de Jesus e trazer conforto, alegria e consolo para a humanidade. Então, a mediunidade é então essa porta bendita, oportunidade grandiosa de

ais, aos prazeres materiais, já voltada para os ensinamentos de Jesus e trazer conforto, alegria e consolo para a humanidade. Então, a mediunidade é então essa porta bendita, oportunidade grandiosa de trabalho, de iluminação à luz do Espiritismo. Mas é preciso pensar como podemos então aproveitá-la. É preciso pensar como efetivamente desempenhar esse trabalho à altura do que ele representa, como efetivamente sermos bons médiuns. E a definição de bom médium, Kardec vai nos trazer, é fantástica a definição do que que é um bom médico que Kardec vai trazer para nós. Olha aqui, é uma é uma definição simples, mas ao mesmo tempo fundamental. Foi no cerne da questão, dirá ele. Bom médium não é aquele que tem muita facilidade de comunicação, não é aquele que tem muita ostensividade nos fenômenos, porque por muito tempo assim se pensou. era exaltados e idolatrados, engrandecidos e louvado àeles que tinham as faculdades mais brilhantes e ostensivas, como eram muitas vezes esses termos adorados colocados no pedestal, nos altares. Mas na definição kardequiana ou espírita da mediunidade, que vem no mesmo sentido da definição do evangelho, bom médium é o homem bom. Bom médium é um ser bom. Bom médio é aquele que está amparado com os bons espíritos. E sabemos, só há um jeito de estarmos efetivamente sintonizados com os bons espíritos. É buscando o caminho do bem, é buscando o caminho de Jesus. Então, buscando uma mediunidade bem-sucedida no mundo, não será medida pelo número de pessoas atendidas. Não será medida pelo número de cartas recebidas. Não será medida por nada que diga respeito à quantidade aos padrões do mundo. Será medida sim pela quantidade envolvida no processo ou na intermediação. O ponto de amor ilimitado. Esse é o verdadeira definição de mediunidade. É o ponto de bem que está envolvido na nas comunicações. É o ponto de humildade sustentada. é o ponto de fidelidade ao alto que a lei divina ostentava. Eis a definição felicíssima de Kardecja um bom médium, uma mediunidade bem

envolvido na nas comunicações. É o ponto de humildade sustentada. é o ponto de fidelidade ao alto que a lei divina ostentava. Eis a definição felicíssima de Kardecja um bom médium, uma mediunidade bem intencionada, bem vivida. Algo que manos, depois de complementar no seu livro roteiro, né? Também tem um livrinho aqui, ó, roteiro, no capítulo no capítulo 36. Capítulo 36 do livro Roteiro. Emanuel também vai trazer uma definição para nós, né, intitulada desenvolvimento psíquico. Vai dizer ele assim, ó, não há bom médio sem um bom homem. Não há um bom médio sem um ser humano bom. Não há bom médio, sem ser, que esteja buscando algum comprometimento com o bem, com a sua transformação, assim como não existirá um desenvolvimento psíquico verdadeiro e proveitoso, distante, portanto, da caridade e serviço e a serviço do estudo. Então, não haverá desenvolvimento profíguo, verdadeiro, no sentido da mediunidade, se tivermos distante da caridade e ausentes do estudo. Olha a definição de Emanuel. Não tem bom médium, distante da caridade e ausente dos estudos. É feliz a definição de Emanuel, porque às vezes ficamos a nos perguntar como fazer nos como fazer nos perdermos numa série de processos muitas vezes complicados, como desenvolver a mediunidade, como ampliá-la, mas nos esquecemos o essencial. O melhor meio de desenvolver, de ampliar a mediunidade, é aplicá-la como Jesus espera, já que está lá no próprio exemplo de Jesus, já que está lá no evangelho de Jesus segundo o Espiritismo, quando nos diz a receita dos dois ingredientes fundamentais. Qual que é os dois ingredientes fundamentais que Jesus disse tá no Evangelho? Amai-vos e instruí-vos. Aí está o que Kardec definiu também como mediunidade e como Emânel também definiu, amai-vos. Aí está incluído tudo que Jesus quis que nós quisésemos que a gente precisava fazer. Instrui-vos. Também é o segundo ensinamento, né? nas palavras de Jesus, no seu evangelho, a mesma frase, só que de maneira diferente. Tomai sobre vós o meu julgo e

sésemos que a gente precisava fazer. Instrui-vos. Também é o segundo ensinamento, né? nas palavras de Jesus, no seu evangelho, a mesma frase, só que de maneira diferente. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, amai-vos e instruí-vos. Afinal, o julgo de Jesus é o jogo do amor. Amai-vos, instruíi-vos. Queremos então desenvolver a mediunidade. Às vezes temos cursos e mais cursos de desenvolvimento e mediunidade, mas nos do essencial que é desenvolver, né, a mediunidade em todos os âmbitos, não só a mediunidade mais ostensiva, mas a mediunidade mais geral se instrua. é um dos grandes eh objetivos da humanidade. Estará então onde estiver, sendo desde que já um bom médium, Jesus por meio de ti poderá realizar prodígios. Então esse é um uma definição quando eu busquei na nesses três livros, nos quatro livros, onde Emanuel traz muitas informações para nós a respeito da mediunidade. Seria bom se todos pudessem depois voltar um pouquinho lá e ver como Emanuel define a mediunidade, o que que Jesus espera de cada um de nós, né, em relação à mediunidade, aos nossos compromissos que nós vamos ter com a a humanidade, nos meios que nós frequentamos, no ambiente que nós estamos, sermos luz. Precisamos de ser luz. Deixai brilhar a vossa luz, ou seja, seja um elemento que de reconstrução do cristianismo aqui na Terra, né? Então era isso, Grausa, que eu trouxe para lá. Tinha mais algumas coisas que eu tinha anotado aqui, mas o nosso tempo, eu tô vendo aqui que já tá bem no final, né? Então, eh, vamos finalizar por aqui, ver se tem alguma pergunta, alguma orientação para que a gente possa ajudar a esclarecer, né? É muito importante que todos entendam que mediunidade com Jesus é instrução e trabalho, caridade e amor. >> Muito obrigada, professor. Foi excelente. Foi uma aula que nós tivemos muito importante. É, eu gostaria, né, pelo que tudo nosso tempo já está esgotando, mas seria muito importante também a gente pensar nessa lei de causa e efeito, porque tanta recomendação, tanto cuidado em relação à

te. É, eu gostaria, né, pelo que tudo nosso tempo já está esgotando, mas seria muito importante também a gente pensar nessa lei de causa e efeito, porque tanta recomendação, tanto cuidado em relação à mediunidade. E claro, nem todos t essa mediunidade ostensiva, mas nós pensamos nos dons, nos talentos que todos nós temos, né? E a relação, porque o senhor deixou muito bem claro aí a questão da mediunidade, né? E a gente pensa assim, nós estamos canalizando todo esse talento para enxugar as lágrimas do próximo, para aliviar as dores ou nós estamos é contribuindo para para que aumente o sofrimento. Qual é a relação disso com a lei de causa e efeito? Porque até Moisés em sua época proibiu pelo pelo uso indevido dessa faculdade, né? Mas atualmente, hoje, né? É, nós temos que tomar muito cuidado com a maneira que nós usamos a mediunidade. A humanidade, a mediunidade é uma faculdade que o ser humano tem para trazer benefício ao próximo, para enxugar lágrimas, como você diz, para trazer consolo, para colher, para orientar e não buscar as coisas frívolvulas, buscar a que a gente vê às vezes muitas por aí buscando interesses materiais. A gente vê de vez em quando você veio pregado nos postes, ó, recém-chegado da Bahia, tá para ler a sorte. Isso não é mediunidade com Jesus, não é isso. Jesus não não trouxe essa informação para nós. Então esses nossos irmãozinhos que estão usando eles não entenderam ainda o que que é mediunidade, mas eles vão entender um dia. Um dia vai chegar. Um dia todos nós aqui o profeta J falou, vossos filhos profetizarão, vossos velhos terão sonhos. Então dis isso vai chegar a coisa de cada tempo. Nós levamos 2000 anos para chegar o consolador prometido para trazer informações mais seguras para nós. Então não precisamos ficar apavoráveis, não. O tempo de cada um vai chegar. >> Sim. Muito bom. Então, é importante a gente perceber que tudo que a gente faz tem uma consequência. Quando a gente pensa assim no atendimento espiritual, quantas pessoas adentram o centro espírita com muitas

ito bom. Então, é importante a gente perceber que tudo que a gente faz tem uma consequência. Quando a gente pensa assim no atendimento espiritual, quantas pessoas adentram o centro espírita com muitas dificuldades, é importante esclarecer que não é castigo de Deus, não é por causa do outro, é uma consequência dos nossos próprios atos, que é uma lei natural. Porque a lei de Deus está escrito na nossa consciência. E claro que tudo que a gente faz ou a gente negligencia, a nossa consciência, ela é um piscalerta para todos nós. O cuidado de pensar nos nossos atos, nas nossas escolhas, é importante porque nós recebemos as as consequências. Isso é uma lei natural também, né? Eh, se nós voltarmos lá no livro dos espíritos, a questão 619, 621 traz exatamente isso para nós, né? A lei de Deus é a lei natural. E onde que ela está? Está na nossa consciência. Então, na questão, nesse capítulo da questão 619 até 636, nós temos informações das leis de Deus e como que nós podemos utilizar em benefiador, não é? Eh, nós vamos semar. Que que eu vou colher? Cuidado com aquela semeadura, né? Nós colhemos o que semeamos, né? É isso, >> sim. Muito bom, professora Demar. Nós já estamos até passando um pouquinho do nosso tempo. Eh, Toninho, vou passar para você se você tiver alguma consideração. >> Olha, eu pelo tema, eu achei que o professor foi muito adequado, até até a música que ele escolheu para passar, vem realmente colaborar com tudo. E, professor, como já foi dito aqui, né? Eh, só disse e ouvi alguns comentários, né? Eh, reconhece o verdadeiro cristão pelas suas obras. Eu mamã, né? Quanto melhor, né? Quanto mais estudado, mais qualificado, melhor. >> Muito bom, Toninho. Bom que todos nós, é lembrar que todos nós reencarnamos, nós viemos ao mundo para sermos bons, para fazermos o bem. Ninguém veio com um propósito aqui de fazer mal para ninguém. É importante a gente lembrar disso, né? E no decorrer da nossa vida, das nossas escolhas, nós às vezes escolhemos eh caminhos equivocados ainda, mas nós

om um propósito aqui de fazer mal para ninguém. É importante a gente lembrar disso, né? E no decorrer da nossa vida, das nossas escolhas, nós às vezes escolhemos eh caminhos equivocados ainda, mas nós estamos nesse processo de aprendizado, não é isso, professor? Isso mesmo. Estamos aqui aprendendo e sendo colocada à prova, né? >> Isso mesmo. Já passo pro senhor fazer as considerações finais. né? Então, vamos agradecer a espiritualidade superior que nos acompanhou nesse nossa nas nossas reflexões de hoje e pedir a orientação do plano espiritual que continue nos orientando, nos conduzindo para que cada vez mais nós possamos estar aplicando as nossas intuições em benefício do próximo. Acho que a internet, né, Toninho, a internet dele não tá boa. Então, nós vamos agradecer a todos por essa oportunidade, claro, especialmente a professora Ademar, que esteve conosco nessas belíssimas reflexões, que nós possamos nesta noite refletir mais um pouquinho ainda na nossa nas nossas escolhas. Agradecemos pela presença de todos. Agradecemos ao Toninho que está aqui conosco nos auxiliando. Gratidão. Agradecer a todos que acessarão nosso evangelho no lar posteriormente. E nós já convidamos a todos para estarem conosco na próxima quarta-feira. Muita paz aos nossos corações. Que Jesus esteja conosco. Bom restinho de semana toda. E o Toninho vai colocar para nós a nossa poesia de encerramento que foi escrita especialmente para esse momento de Evangelho no lar. Fiquem com Deus. Muita paz. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. เฮ

denção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. เฮ

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