Evangelho no Lar - #202

FEEGO 12/02/2026 (há 1 mês) 54:50

Evangelho no Lar - #202 Programado para o dia 11 de fevereiro de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 26, itens 5, 6 e 7 do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite, meu nome é Cláusia. Sejam todos muito bem-vindos. Nós retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todo o nosso a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bem, gostaria de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Tonim, que é um assessor da unificação. Boa noite, Tonim, seja muito bem-vindo. A nossa gratidão >> por estarmos juntos. >> Obrigada. e a Régimena, que é coordenadora da área de assistência e promoção social da FEGO. Régimena, seja muito bem-vinda. Receba a nossa gratidão pela oportunidade de estarmos juntas, juntos nesta noite. >> Boa noite, Gláuscia. Boa noite, Toninho. Boa noite a todos que estão conosco. A satisfação é nossa, Glácia. nós. A nossa gratidão é imensa por todas as oportunidades que temos de refletir sobre as luzes do consolador prometido. Muito obrigada. >> Mais uma vez recebo o nosso carinho. Bom, nós vamos dar boa noite para os nossos amigos que já estão conosco. A Maria Lúcia deixando o seu boa noite a todos. A Renata Cunha que está conosco de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sejam todos, todas muito bem-vindas. A Elsa também deixando o seu boa noite de Araçatuba, São Paulo. O Antônio Carlos Abreu deixando seu boa noite para nós, Réga, que Deus nos abençoe. E a você também, Antônio Carlos. A Elsa aqui deixando o seu boa noite. Elsa Carrijo. Isso mesmo. Pessoal, sejam muito bem-vindos. Ó, nós temos o Fernando. Ah, Toninha, eu esqueci de descer aqui, ó. A Salete também, boa noite. O João Batista do Messageiros da Luz. O Fernando Rodrigues também deixando o seu boa noite a todos. A Lourdes Barreto, o Jeferson, todos sejam todos muito bem-vindos.

i, ó. A Salete também, boa noite. O João Batista do Messageiros da Luz. O Fernando Rodrigues também deixando o seu boa noite a todos. A Lourdes Barreto, o Jeferson, todos sejam todos muito bem-vindos. Recebam a nossa gratidão por estarmos juntos nessa noite de Evangelho no Lar. E para iniciarmos, o Tonin fará a leitura de uma mensagem do livro Pão Nosso, psicografado pelo Chico Xavier, editado pelo espírito Emanuel. Capítulo dois. >> Capítulo dois. Pensa um pouco. As obras que eu faço em nome de meu pai, essas testificam de mim, Jesus. João, capítulo 10, versículo 25. é vulgar a preocupação do homem comum relativamente às tradições familiares e aos institutos terrestres a que se prende, nominalmente, exaltando-se nos títulos convencionais que lhe identificam a personalidade. Entretanto, na vida verdadeira, criatura alguma é conhecida por semelhante processos. Cada espito traz consigo a história viva dos próprios feitos e somente as obras efetuadas dão a conhecer o valor ou o demérito de cada um. Com o com enunciado são não desejamos significar que a palavra esteja desprovida de sua vantagem indiscutíveis. Todavia, é necessário compreender-se de que o verbo é também profundo potencial recebido da infinita bondade como recurso divino, tornando tornando-se indispensável saber o que estamos realizando com esse dom do Senhor eterno. A afirmativa de Jesus nesse particular reveste-se de imperecível beleza. Que diríamos de um salvador que estatuísse regras para a humanidade sem partilhar-lhe as dificuldades e impedimentos? O Cristo iniciou a missão divina entre homens do campo. Viveu entre doutores irritados e pecadores rebeldes. Uniu-se a doentes e aflitos. Comeu o duro pão dos pescadores humildes e terminou a tarefa santa entre dois ladrões. Que mais desejas? Se aguardas vida fácil as situações de evidência do mundo, lembra-te do mestre e pensa um pouco, Emanuel, mestre Jesus, benfeitor da terra, nossos eh mestres, nossos guias, nesse momento, pedimos a vóz a intuição para os nossos companheiros que aqui

do mundo, lembra-te do mestre e pensa um pouco, Emanuel, mestre Jesus, benfeitor da terra, nossos eh mestres, nossos guias, nesse momento, pedimos a vóz a intuição para os nossos companheiros que aqui estão, que vão falar conosco, dando e explanando coisas boas de pensamento e principalmente de coração. Pedimos que essa esse amor que todos emanam vá por todo canto do universo, toda a terra. E nesse momento num só coração esteja convosco. Pedimos permissão para continuar esse culto. Que assim seja. >> Que assim seja. Bom, nós estamos no capítulo 26. Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. A Régima trará as suas reflexões dos itens 5, 6 e 7. Lembrando que o Evangelho segundo o Espiritismo é da editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro, para todos que queiram acompanhar. Regina, seja muito bem-vinda. Fique à vontade. >> Muito obrigada mais uma vez. E. E vamos lá, então, às nossas reflexões. Nós vamos ler só o trechinho evangélico para nos situarmos, para situar todo mundo, né? Então, lá no capítulo 26, o item 5, vendilhões expulsos do templo. Em seguida, eles vieram a Jerusalém e, havendo Jesus entrado no templo, começou a expulsar aqueles que lá vendiam e compravam, e derrubou as mesas dos banqueiros e as cadeiras daqueles que vendiam pombas. e não permitiu que ninguém transportasse nenhum utensílio para o templo. E ele os instruía, dizendo: "Porventura não está escrito: "Minha casa será chamada casa de oração por todas as nações? E, entretanto, feito dela um covil de ladrões. Os príncipes dos sacerdotes e os escribas, ouvindo isso, buscaram o meio de o perder, porque todo o povo admirava sua doutrina e tinha medo dele. Esse trecho tá em Marcos, capítulo 11, versículos 15 a 18. e Mateus, capítulo 21 versículos 12 a 13. Então, é um trecho bastante emblemático, né, sobre vários aspectos. Precisamos considerar primeiro essa questão de templo à época de Jesus. Nós sabemos que o primeiro templo foi construído 1000 anos antes de Jesus pelo rei Salomão, porque Jerusalém sempre foi uma cidade

ecisamos considerar primeiro essa questão de templo à época de Jesus. Nós sabemos que o primeiro templo foi construído 1000 anos antes de Jesus pelo rei Salomão, porque Jerusalém sempre foi uma cidade muito importante na Palestina. Então, esse primeiro tempo foi construído 1000 anos antes de Jesus. foi destruído por volta do ano 500, mais ou menos, pelos babilônios, e foi reconstruído 70 anos depois de Cristo. Isso nos reporta a cultura ao judaísmo. Os judeus, eles como que faziam sacrifícios para saudarem suas dificuldades, vamos colocar assim, os seus pecados, né, através de sacrifícios e sacrifícios de animais. Então, as portas do do templo começ tinham esses mercadores que vendiam desde animais, perfumes, utensílios, vasos, aquilo que fosse necessário. E também uma outra prática era curiosa, acontecia ali, que era o o câmbio do dinheiro, porque vinham judeus de várias localidades e eles tinham que converter a moeda para poder comprar esses as suas utensílios necessários aos sacrifícios. Então daí quando a época de Jesus, essa essa questão da da de mercadejar mesmo tinha atingido um ápice a ponto de a casa de Deus, como Jesus bem lembra na passagem, ter se transformado literalmente num covil de ladrões, comércio e covilio de ladrões. a insatisfação de Jesus e em lembrar de forma enérgica a todos que estavam ali, que aquela ali era a casa de Deus e que tudo que vem de Deus não se vende porque é recebido de forma gratuita, né? Então, é muito importante. O Espiritismo nos esclarece a envergadura espiritual de Jesus como único ser perfeito que esteve entre nós. Tal, de tal forma era perfeito. Tá lá na questão 625 de O Livro dos Espíritos, né, que que o Espírito divino o animava. Então, ninguém como ele para trazer a lei, interpretar e dar mostras daquilo que realmente ela significa. Muitos confundem a atitude dele no templo. É muito falado que Jesus eh ele se se ele fez um ato de violência, mas de forma alguma a firmeza que ele usou ali é confundida com violência. Da mesma forma

Muitos confundem a atitude dele no templo. É muito falado que Jesus eh ele se se ele fez um ato de violência, mas de forma alguma a firmeza que ele usou ali é confundida com violência. Da mesma forma que a gente pode confundir às vezes bondade com complacência, são coisas distintas e diferentes. A firmeza mesmo os pais utilizam de firmeza com os filhos quando há necessidade. Assim como Deus utiliza de firmeza com toda a criação, com todos nós, quando há necessidade. Então assim, isso realmente é uma é uma é uma interpretação equivocada dizer que Jesus foi violento ali no templo. Não, ele estava lembrando a que ele viera e o que que era uma casa de Deus, o que que era a casa de oração. fazendo um link bem próximo com o espiritismo que nos trouxe a dádiva da positivação da mediunidade ou da certeza da imortalidade, né? Kardec, ele trai, é um verdadeiro divisor de águas na história do cristianismo. Quando ele faz isso, ele positivou a imortalidade, positivou a certeza de que somos seres espirituais temporariamente num corpo de carne. E como tal, essa comunicação nossa dos seres encarnados com os desencarnados também é fato. Ele deixa claro isso no livro dos médiuns, não só em toda a codificação espírita, mas mais precisamente em se tratando de mediunidade no livro dos médiuns, né? O livro dos médiuns é um divisor de águas, a mediunidade antes de Jesus e a mediunidade com Jesus. Quem quiser realmente entender o emprego, o que que é mediunidade, né, e como que ela deve ser praticada, no livro dos médiuns é um roteiro perfeito, mas nós temos como em tudo o espiritismo deixa claro para nós, né, a graça de Deus, que a medianidade com Jesus significa primeiro evangelizarmo-nos a cada um de nós. Sabemos, através da explicação dos espíritos que todos somos médiuns. Alguns tm a mediunidade ostensiva e outros têm a mediunidade no patamar normal de todo mundo. exemplo de, por exemplo, da a intuição mesmo é uma é uma é uma característica que compreende todo mundo. Em maior ou menos grau, todos já

va e outros têm a mediunidade no patamar normal de todo mundo. exemplo de, por exemplo, da a intuição mesmo é uma é uma é uma característica que compreende todo mundo. Em maior ou menos grau, todos já tivemos aquele pensamento mais próximo que a gente sabe que não é nosso e que a gente eh dá a gente dá créditos à intuição, né? Não, fui, eu, eu, eu, eu tive um pensamento. Não, você foi intuído sobre aquele pensamento, né? Então, entendemos que Jesus é o modelo perfeito para tudo. Ele foi o médium mais perfeito, assim como seus apóstolos. E entendemos que definitivamente tudo que recebemos de Deus, se recebemos de forma gratuita, aquilo deve ser passado adiante também de forma gratuita. De maneira alguma nós devemos, assim como Jesus expulsou os vendilhões do templo, esse recado soa bastante alto em nossas consciências a partir do momento que começamos a estudar o espiritismo, que é o cristianismo, na sua expressão mais pura. Então Jesus recomenda que assistíssemos, que curássemos, que fizéssemos todo bem possível ao nosso próximo, sem cobrança alguma, como ele fazia, como os apóstolos faziam. autores que falam que o médium ele tem que ter como objetivo ser uma carta viva do evangelho. Olha que expressão mais maravilhosa, Gláuscia, né? Cartas vivas do do evangelho. E aí a gente começa a compreender a extensão da nossa responsabilidade enquanto cristãos, enquanto espíritas, né? Se nós recebemos, se nós viemos com esse compromisso. E aí nós entendemos, os espíritos nos explicam sobre planejamento reencarnatório. Também nós planejamos essa vinda, inclusive todo o espírita Kardec fala que fizemos, tivemos um certo preparo antes de vir, né? E daí a gente pode compreender como que algumas pessoas, pelo simples fato de ouvir um fato ou de após a leitura de um livro, ela já se torna espírita. Outros, apesar de um enorme conhecimento intelectual, não conseguem compreender ainda a importância das informações trazidas pelos espíritos. E aí é muito simples entender essa fala de Kardec. Se

ita. Outros, apesar de um enorme conhecimento intelectual, não conseguem compreender ainda a importância das informações trazidas pelos espíritos. E aí é muito simples entender essa fala de Kardec. Se não me engano, tá no livro A Prece. publicada pela FEB. Tem um antes antes de no início do livro tem uma fala grande de Kardec e ali ele fala que nós fizemos esse compromisso de sermos então de compreender essa questão da mediunidade, da importância dela ser levada adiante de forma gratuita e que ela se manifesta sobre várias e infinitas formas. O médium, ele não é médium somente na reunião mediúnica, uma ou duas vezes por semana. Somos médiuns, somos intérpretes dos benfeitores o tempo todo, 20, 24 horas por dia, todos nós. Daí eu falo, eu volto a repetir, a responsabilidade de termos essas informações à nossas mãos. A exemplo do livro dos médiuns, por exemplo, além de toda a codificação espírita, a quantidade de informações que Kardec nos traz nesse sentido, que somos seres interesistentes, estamos o tempo todo conectados com a matéria e com o plano espiritual, né? Basta a gente saber que toda noite ao ao adormecermos, estamos nos desprendemos de uma forma mais ostensiva do corpo e estamos em contato mais mais próximo ainda do do plano espiritual. E aí, de posse dessas informações, todo espírita, com toda certeza, já vivenciou situações onde ele poôde comprovar a veracidade de tudo que os espíritos falam, né, em relação a essa certeza de que somos medianeiros, somos instrumentos da espiritualidade o tempo todo e que isso, de forma inequívoca, não é mérito de nenhum de nós. Não foi uma conquista nossa, não foi um planejamento, foi através do planejamento reencarnatório, foi uma oportunidade que nos foi outorgada por Deus, né? Nós concordamos, mas foi outorgada por Deus, a fim de que déemos o uso, fizéssemos dela o uso, um uso para o bem, um uso cristão, né? sem pensar em recompensas, sem pensar em remuneração de forma alguma. E é um verdadeiro exercício para o nosso desprendimento genuíno, né?

fizéssemos dela o uso, um uso para o bem, um uso cristão, né? sem pensar em recompensas, sem pensar em remuneração de forma alguma. E é um verdadeiro exercício para o nosso desprendimento genuíno, né? Sabemos que estamos aqui de passagem, que aqui uma existência de hoje com a expectativa de vida alta aí batendo muita gente batendo 100 anos, né? Mas o que são 100 anos diante da nossa verdadeira realidade de seres imortais? É um tempo muito curto e ao mesmo tempo é uma oportunidade valiosíssima de pôrmos em prática aquilo que nós aprendemos e que fizemos o compromisso de realizar aqui enquanto estávamos no plano espiritual, né? Então é importante que dentro dessa questão da mediunidade a gente fazer ela de forma gratuita também e consciente e com Jesus. É muito importante nós indagarmos todos os dias a quem nós estamos emprestando as nossas mãos, a quem estamos emprestando os nossos olhos, a quem estamos, quem está reinando em nossos corações, né? Porque isso são escolhas que fazemos diariamente. E através dessas escolhas, nós definimos o que estamos realizando. Antes das nossas ações, nós sentimos, depois nós pensamos e depois nós realizamos. E isso, o resultado final é a mediunidade com Jesus, é a mediunidade gratuita, como ele bem ensinou e exemplificou. E na contramão do bom sentimento ou do altruísmo ou do bem coletivo, aí vem a perda literal dessa oportunidade reencarnatória e a medianidade desfigurada, né? Sempre que estamos na contramão da lei de Deus, nós estamos desfigurando o exemplo que Jesus trouxe. Nós não estamos seguindo aquele exemplo que ele deixou e definitivamente nós estamos cumprindo também com o nosso planejamento reencarnatório, porque definitivamente ninguém planeja vir aqui e ir contra a lei de Deus. Ao contrário, o objetivo de todos estarmos reencarnados é, primeiro deles, voltarmos melhores do que quando chegamos. E o segundo objetivo, gente, o dia que eu li aquela parte que tá em letra pequenininha, Kardec põe a resposta dos espíritos, depois ele faz uma anotação às vezes com

s melhores do que quando chegamos. E o segundo objetivo, gente, o dia que eu li aquela parte que tá em letra pequenininha, Kardec põe a resposta dos espíritos, depois ele faz uma anotação às vezes com letra pequenininha. Às vezes a gente não lê aquela letra pequenininha, né? O dia que eu li a letra pequenininha dessa resposta, qual o objetivo reencarnatório, eu fiquei sem dormir. Falei: "Gente, é muita responsabilidade". Então, os espíritos falam o seguinte, que o objetivo reencarnatório de todos, todos, gente, é maravilhoso saber que a lei de Deus, como os espíritos explicam, maravilhoso do jeito que é, realmente só podia ser de Deus, é para todo mundo, é universal, sempre foi, é sempre será. a mesma. E dentro desse propósito, desse universo, o objetivo de estarmos aqui é irmos embora melhores do que quando chegamos. Nós planejamos eh provas, testes para isso e em segundo lugar, olha que coisa séria, tomarmos parte na obra como cocriadores. E eu tive que pensar muito tempo. Eu falei: "Gente, quando que somos cocriadores? é muita responsabilidade. E eu pensei pensando e lendo e buscando sempre na codificação que tem respostas para muitas encarnações, nós não vamos aprender a codificação espírita em uma encarnação. É razoável a gente entender isso, porque são ensinamentos eh dos espíritos da pleia de Jesus coordenados por ele. E Jesus está há anos luz da nossa compreensão de entendimento. Definitivamente, né? Nós nós não temos a menor noção ainda grandeza dele e é o patamar que a gente tem, né? Então, quando que somos cocriadores? Eu penso que sempre, todas as vezes que conseguirmos alinhar os nossos pensamentos, sentimentos e emoções com a lei de Deus. Sempre que praticarmos essa mediunidade gratuita mesmo, de verdade, despretenciosa, sem um pingo de interesse que não seja realmente o bem do semelhante, nesse momento estamos sendo cocriadores. Nesse momento estamos cumprindo o nosso planejamento reencarnatório. Nesse momento estamos sendo verdadeiramente instrumentos de Jesus através da

o semelhante, nesse momento estamos sendo cocriadores. Nesse momento estamos cumprindo o nosso planejamento reencarnatório. Nesse momento estamos sendo verdadeiramente instrumentos de Jesus através da espiritualidade amiga. E acho que sobre essa passagem era isso que a gente tinha para comentar. Se podemos abrir para o para a conversa agora. Nós agradecemos, Réga, eh, essas reflexões, esses esclarecimentos tão importantes. >> Eh, é fundamental que nós estejamos sempre, né, com o Evangelho Segundo o Espiritismo nas nossas mãos, porque olha o quanto de esclarecimento ele nos trouxe. e o quanto a gente pode buscar nas outras obras a partir dessas informações aqui maravilhosas. >> Sim. >> Então, médiuns, médiuns, todos nós somos mais ou menos de um um grau, porque nós recebemos a influência dos espíritos. E eu achei muito interessante, olha, nós somos intérpretes dos espíritos para trazer instrução aos homens. E isso nós estamos falando dos médiuns que vieram com compromissos, preparados de fato para exercer essa tarefa. E aí nós vamos pensar, né, olha só, para lhes mostrar o caminho do bem e conduzi-los à fé. >> Eu estava lembrando aqui do Chico, do Divaldo, >> daí Donivon, do Amoral Pereira. Olha quanta luz, né? Quantos esclarecimentos? Porque como você falou, Jesus é anos luz à nossa frente, mas ele vem trazendo os seus intérpretes através do consolador prometido. E isso tudo é pra gente ter essa compreensão desse objetivo que você trouxe da reencarnação para todos nós. >> E eu também não deixei de pensar no atendimento espiritual. Régima, >> não tem jeito >> não. De quantos corações que aparecem sofridos, doídos nos centros espíritas e que nós precisamos aprender a fazer esse acolhimento. >> Eh, esse consolo, esse amparo, esse esclarecimento. >> É isso, >> né? Você também trabalhou muito na área do atendimento espiritual. Você quer comentar como é que nós trabalhadores espíritas podemos chegar a esse patamar de médiuns intérpretes para aqueles que estão chegando? E eu não estou falando

a área do atendimento espiritual. Você quer comentar como é que nós trabalhadores espíritas podemos chegar a esse patamar de médiuns intérpretes para aqueles que estão chegando? E eu não estou falando de mediunismo. >> É, é, mas isso é um ponto importante, Cláusia. Até tem um um trecho do Emanuel aqui que eu vou ler depois, mas de forma indiscutível passa por tudo aquilo que a gente já comentou aqui, que é a nossa consciência espírita. Você não é espírita, eu não sou espírita só agora que eu tô falando aqui com você no Evangelho que está sendo transmitido, que é evangelho segundo espiritismo. Nós sermos espírita, começa dentro de casa, né? o exemplo que você dá para sua família tem assim eh eh é fundamental que você faça isso e em todos os lugares, em tudo que acontece, você é espírita, médium 24 horas por dia. Então, o que a gente conseguir assimilar, né, dos benfeitores amigos, a gente tem que entender que no final o único inimigo que você tem que temer, como os espíritos bem falam, é a vaidade, o orgulho, o mal que eu que eu abrigar no meu coração que vai se externar nas minhas atitudes. E a gente tem que pensar que nós temos uma nuvem de testemunhas o tempo todo. Então esse acolhimento é fundamental que ele aconteça na casa espírita, mas deve ser a nossa atitude diária, que é nós estamos assim a princípio copiando Jesus, que foi nosso modelo e guia. E o André Luiz fala no ação em reação, um ensinamento muito importante que eu achei, porque a gente não nós estamos longe de sentir o amor que Jesus sentia, a paciência, a generosidade, a benevolência, né, a indulgência, mas a gente começa copiando. Você copia e quando você percebe, você automatizou aquilo. Eu eu achei isso maravilhoso, me confortou demais, né? Porque nós conhecemos a nossa intimidade, né? E como como Chico falava, como é que você descobre um criminoso? E ele respondeu: "É qualquer um de nós que formos descobertos". Eu acho que ninguém que tá aqui nesse nível evolutivo tem um passado do qual se orgulha, né? Então, é muito importante

bre um criminoso? E ele respondeu: "É qualquer um de nós que formos descobertos". Eu acho que ninguém que tá aqui nesse nível evolutivo tem um passado do qual se orgulha, né? Então, é muito importante que a a a através das informações absolutamente racionais que a fé raciocinada promove, nós tomarmos consciência da importância de Jesus como modelo guia e começar pelo menos copiar o comportamento. Nossa, eu acho lindo, maravilhoso Jesus, o que ele, nossa, eu quero fazer igual ele. a gente vai forçando a nossa a nossa intimidade, né, até que a gente consegue realmente automatizar. É uma coisa natural. E o Emanuel, eu tenho uma fala, tem uma lição, é muito comprida aqui, mas eu eu vou ler só um pedaço porque vale a pena, sabe? Tá no livro Religião dos Espíritos. >> Pode ler, Régia. Pode ler. >> Ai, vale a pena, Cláusia. Gente, vocês me dão licença, então. Chama doutrina espírita. E tá no livro Religião dos Espíritos, tá? Eh, foi é da reunião pública de 13 de novembro de 1959. Eu não tinha nem nascido ainda. Ia nascer no ano seguinte, aliás, eu já tinha nascido [risadas] um pouquinho. Então, ele diz o seguinte: "Toda crença é respeitável. No entanto, se buscaste a doutrina espírita, não lhe negues fidelidade. Toda religião é sublime, no entanto, só a doutrina espírita consegue explicar-te os fenômenos mediúnicos em que toda religião se baseia. Olha que importância, em que toda a religião se baseia. Toda a religião é santa nas intenções. No entanto, só a doutrina espírita pode guiar-te na solução dos problemas do destino e da dor. Toda religião auxilia. No entanto, só a doutrina espírita é capaz de exonerar-te do pavor ilusório do inferno, que apenas subsiste na consciência culpada. Toda religião é conforto na morte. No entanto, só a doutrina espírita é suscetível de continuidade da vida além do sepulcro, além de ter positivado essa situação, né? Toda a religião apregou o bem como preço do paraíso aos seus profites. No entanto, só a doutrina espírita estabelece a caridade incondicional como

o sepulcro, além de ter positivado essa situação, né? Toda a religião apregou o bem como preço do paraíso aos seus profites. No entanto, só a doutrina espírita estabelece a caridade incondicional como simples dever. É onde entra o acolhimento fraterno. Aí, ó. É, é dever. Nossa, é incondicional, tem que ser o tempo inteiro, né? Toda a religião exorciza os espíritos infelizes. No entanto, só a doutrina espírita se dispõe a abraçá-los como doentes, neles reconhecendo as próprias criaturas humanas desencarnadas em outras faixas de evolução. Acolhimento. Ó, toda religião educa. No entanto, só a doutrina espírita é aquela em que se permite o livre exame com o sentimento livre de compressões dogmáticas para que a fé contemple a razão face a face. Porque a doutrina espírita é em si a liberalidade e o entendimento a quem julgue seja ela obrigada a misturar-se com todas as aventuras marginais e com todos os exotismos, sob pena de fugir aos impositivos da fraternidade que veicula. Dignifica sim a doutrina que te console e liberta, vigiando-lhe a pureza e a simplicidade, para que não colabore sem perceber nos vícios da ignorância e nos crimes do pensamento. Atenção com estrelinha para essa parte. Espírita deve ser o teu caráter. Ainda mesmo te sintas em reajuste depois da queda. Espírita deve ser a tua conduta. Ainda mesmo que estejas em duras experiências. Espírita deve ser o nome do teu nome. Ainda mesmo respires em aflitivos combates contigo mesmo. Gente, olha isto. Espírita deve ser o nome do teu nome. Espírita deve ser o claro adjetivo de tua instituição. Ainda que por isso te faltem as passageiras subvenções e honrarias terrestres. Doutrina espírita quer dizer doutrina do Cristo. E a doutrina do Cristo é a doutrina do aperfeiçoamento moral em todos os mundos. Guarda-a, pois, na existência como sendo a tua responsabilidade mais alta, porque dia virá em que serás naturalmente, naturalmente convidado a prestar-lhe contas. Emanuel, quantos muito obrigado a gente tem que dar pro Emanuel, gente, para

o a tua responsabilidade mais alta, porque dia virá em que serás naturalmente, naturalmente convidado a prestar-lhe contas. Emanuel, quantos muito obrigado a gente tem que dar pro Emanuel, gente, para Kardec, para Jesus. Eu acho que só cabe na eternidade. Nossa, muito obrigada por tanto esclarecimento, por tanta luz, por tanto consolo, por tanta paz que a gente sente quando a gente percebe que lida com uma realidade maravilhosa que é a lei de Deus, né? Então o acolhimento, Glácia dentro do atendimento espiritual, eu penso que deve ser uma característica do espírita, como como o Emuel fala que é impossível a gente ler, se você ter uma semana de estudo, um mês de estudo do espiritismo e você não se modificar, você não começar a ser mais, a ser indulgente, a ser acolhedor com todas as criaturas que nos cercam. Então eu acho que quando ele fala aqui que naturalmente nós seremos levados a essa cobrança, é conforme a nossa compreensão. É uma coisa que você não cobra de ninguém também. É o despertar individual de cada um. Por isso que o Emmanuel fala isso. Naturalmente serás cobrado quando você tiver entendido, né? Quando cada um tiver entendido. Isso é maravilhoso. Isso é de Deus. Sim. >> Isso, né? E Deus quer que essa luz chegue a todos, né, para que todos possam desenvolver essa fé raciocinada. >> É, mas todos vão chegar, cada um tem o seu caminho, né? >> Cada um tem o seu tempo, não é? >> Tem o seu tempo, sim. E Deus nos aguarda a todos. Quem somos nós para cobrar alguma coisa de quem quer que seja, né? Isso. E aí outra vez a gente lembra do atendimento espiritual com esse acolhimento incondicional. >> É, >> sem o julgamento, >> sem julgamento. >> E a gente receber o outro numa não na sua perspectiva, né, com o conteúdo que você já tem, com os conceitos pré-concebidos, mas e a gente traz também. Eu gosto muito da comunicação não violenta, né? Porque resumidamente, né, muito de forma bem simplista, mas é a gente aprender a ouvir o sentimento e necessidade do outro para que a gente consiga um

. Eu gosto muito da comunicação não violenta, né? Porque resumidamente, né, muito de forma bem simplista, mas é a gente aprender a ouvir o sentimento e necessidade do outro para que a gente consiga um diálogo, uma comunicação pacífica no entendimento, na gentileza, na doação. Então, nós precisamos aprender a a acolher melhor em todos os lugares, a começar nós mesmos, né? >> Sim. que no estado que nos encontramos >> e trabalharmos. Nós só oferecemos aqui e você trouxe assim grandes, né, trouxe luz a grandes pontos importantes para nós que é do dia a dia que nós precisamos no convívio consigo mesmo, com o outro no lar, mas lá fora também dentro do centro espírita, >> em todos os lugares, né? em todos os lugares. >> Que bom, que bom. Então, olha só ressaltando, a mediunidade não constitui privilégio e se encontra em toda parte, ou seja, não somente pessoas que são inscritas, pessoas queãoig >> tá cortando um pouquinho para mim. A mediunidade ela não é >> sim >> está com com todos em todos os segmentos religiosos. >> É, é compromisso. >> É compromisso. >> E assim, mesmo que eles não identifiquem nos outros segmentos, mas ela tá presente ali. Isso aí são os casos são inúmeros, né? A história atesta isso daí com toda a certeza, não é? Eh, tudo que Kardec fala, ele fala com propriedade, sabe? E ele fala inúmeras vezes que a certeza da imortalidade sempre foi trazida a todos os povos, em todas as épocas, né? E o caminho da luz mostra muito claro isso pra gente, que se Jesus era o é o governador da terra, está conosco desde a formação da terra, todos que foram enviados para falar da lei de Deus em todos os pontos da terra vieram coordenados por ele com toda a certeza. E Deus definitivamente é perfeito, né? Não tem privilégios. Todo mundo recebe o que precisa na hora certa, né? E a gente absorve conforme o nosso esforço ou não. Isso daí só ele que sabe também, né? Quem tá se esforçando e quem não tá. Não cabe a nós julgar até cairíamos em erro, certamente porque a gente não conhece o outro, a gente mal

nosso esforço ou não. Isso daí só ele que sabe também, né? Quem tá se esforçando e quem não tá. Não cabe a nós julgar até cairíamos em erro, certamente porque a gente não conhece o outro, a gente mal se conhece, né? Muito importante essa questão também. Os espíritos >> batem muito nessa certeza. Todo o ensinamento é para mim, primeiro é para mim. E a gente às vezes fala: "Não, nossa, o Toninho precisava de ouvir aquilo. A glós não, eu que preciso de ver, sou [risadas] eu." >> Inclusive quando nós estamos falando, né? Rég >> somos os primeiros a ouvir, a escutar. É, >> sabe que você estava falando? E eu fiquei aqui pensando, né? Eh, todos nós somos médiuns, porque todos nós temos a oportunidade de estar passando uns para os outros. >> O que que eu quero passar? >> O bem. >> Exatamente. >> Ou não. >> Você tá emprestando as suas mãos, os seus sentimentos, seus olhos, seus ouvidos. Para quem? >> Porque somos influenciados, sim, 24 horas por dia. Só que a gente escolhe a influência, né? Isso é muito importante a gente saber. A gente, eu escolho as influências que eu sofro, né? Nosso livre arbítrio é isso daí. Isso é uma certeza. Então, por isso que somos herdeiros do passado e construtores do futuro, porque eu tô escolhendo o tempo todo, né? E aí a gente tem que entender que quando você escolhe estar do lado da lei de Deus, é como eu falei, a gente se torna cocriadores, né? E a gente sente paz, a gente sente alegria, esperança, fé e etc. E quando você se afasta, quando você resolve cobrar pela mediunidade ou por qualquer trabalho que você recebe que não é seu, né? Aí a gente vê uma lista interminável de sofrimento e de desequilíbrios também, né? Sim, Regna, isso você trouxe um ponto que é importantíssimo para todos nós, eh, esse despertar de consciência, o quanto eu já consigo colocar essa vontade que é essa força motriz, né, que que me move. Sim, >> porque nós temos instrumentos valiosíssimos eh na nas nossas mãos, que esse conhecimento maravilhoso, né, a reencarnação, estarmos aqui é um

ntade que é essa força motriz, né, que que me move. Sim, >> porque nós temos instrumentos valiosíssimos eh na nas nossas mãos, que esse conhecimento maravilhoso, né, a reencarnação, estarmos aqui é um recomeço, o livre arbítrio. E e o interessante que se hoje não estou bem, não estou satisfeita, é importante saber que eu posso construir uma amanhã melhor. Sim. >> Mas é a partir de agora. Por isso que é importante a gente prestar atenção no que estamos ou não fazendo agora. >> Sim. >> Ter para ter essa clareza. E e muitas vezes nós deparamos com pessoas que estão tão bem, felizes, mas não é porque tudo está perfeito. Às vezes é muito pelo contrário, é porque já houve esse despertar, essa paz íntima, essa coerência entre pensar, sentir e realizar, >> porque ela tá transformando o limão na limonada. Recentemente nós ouvimos um seminário, Glinda comentei com a pessoa que tava do meu lado, né? Eh, a pessoa às vezes acha: "Não, agora vai ficar tudo tudo zeradinho. Eu sou espírita, eu vou na casa espírita cinco vezes por semana, eu trabalho de de eu participo de trabalho de assistência social, eu participo do atendimento espiritual. Agora vai ficar redondinho. E problema em casa, problema, problema, problema, entendeu? Então é aquela, ainda falei isso, uma pessoa relatando, uma pessoa assim muito comprometida, muito trabalhadora mesmo, sabe? Sabe o que fala, né? E eu ainda comentei, tá vendo como é que é? Se não fosse, então não significa quem tá encarnado não significa que não vai ter dificuldade, ninguém. Elas podem se abrandar a medida que a pessoa conseguir fazer essa limonada do limão. Depende da do tanto de açúcar que ela tem para colocar, de creme de leite, né, para tirar acidez e a Mas sempre assim, dificuldades é o que a gente vem enfrentar, todo mundo que tá na terra, né? Então, se a gente se alia à lei de Deus, a gente é como se literalmente a gente segurasse nas mãos de Deus, porque ele tá o tempo todo nos oferecendo esse manancial infinito de bênçãos. E aí a

ra, né? Então, se a gente se alia à lei de Deus, a gente é como se literalmente a gente segurasse nas mãos de Deus, porque ele tá o tempo todo nos oferecendo esse manancial infinito de bênçãos. E aí a gente se fortalece para passar pelas provas que nos dispomos a passar, que quando estávamos desencarnados entendemos que aquilo era necessário para nós, né? Então não significa mar de rosas. significa pode ser mar de rosas, mas vai ter ondas, [risadas] ondas que nós vamos ter que enfrentar, né? >> E acredito também que é o quanto nós conseguimos desenvolver a obediência e a resignação. >> Então que são, mas isso tudo é fruto do do seu da sua intimidade com os benfeitores, né? Você pede, é aquilo que isso sempre nos será dado, né? Sempre que você pedir forças, que você pedir paciência e resignação, você vai receber, né? É exatamente que é para você ser o autor da sua imortalidade, né? >> Muito bom. Muito bom. Toninho. >> Toninho está só observando. >> Opa. Não. Eh, vocês são manacial, gente. Eu tenho que ficar escutando vocês, tá certo? Acredito que muitos que aqui estão assistindo aprender muita coisa, Edina, né? Você trouxe reflexões da fala falou que a fala é igual a Bela. Quem é o primeiro a acender a falar é o que primeiro a ser contagiado. Então é muito sabedoria que vocês trazem. Tá cortando um pouquinho o som para mim. Eu não sei se é, >> mas para mim também cortou. Não sei se é internet. >> É, eu acho que sim. Nossa internet. E você trouxe, né, o que o Paulo >> disse, né, acho que se eu não me engano em Coríntios, que nós precisamos vir a ser cartas vivas do evangelho de Jesus, né? maravilhoso. Eu eu não sabia que era Paulo. Eu falei isso, mas eu escutei na verdade e essa fala do Jacobson já. E mas eu lembro que ele se referiu a espíritos. Os espíritos falaram: "Então é de Paulo, olha que lindo, né? Cartas vivas. >> Cartas vivas >> de Jesus, né? >> De Jesus. Que bom! Que bom! Régna, eu vou passar para você, para você fazer as considerações finais e já te agradecendo imensamente pelas

e lindo, né? Cartas vivas. >> Cartas vivas >> de Jesus, né? >> De Jesus. Que bom! Que bom! Régna, eu vou passar para você, para você fazer as considerações finais e já te agradecendo imensamente pelas reflexões, pelo conhecimento, pela amorosidade. Muito, muito obrigada. >> Eh, nós que agradecemos novamente, Gláusia. Como você lembrou aí, os nossos ouvidos são os primeiros >> que nós alcançamos. Então nós sabemos da nossa necessidade de uturna, né, de aprendizado, de perseverança no bem, né? E e então todas as oportunidades que temos de reflexões, a gente agradece imensamente a Deus, né? Eu costumo nas minhas reflexões pensar isso daí mesmo. Nossa, o muito obrigada a Jesus, a Kardec, aos benfeitores, todos que participam dessa empreitada maravilhosa da do espiritismo. Nosso, muito obrigada a eles. Assim, não só cabe na eternidade mesmo, não tem, né? Porque é grande demais. Então, que possamos aí estar sempre com o evangelho aberto em nossas vidas, buscando essa transformação que Jesus recomendou, que não é paraa felicidade dele, é paraa nossa felicidade, né? Jesus definitivamente está num patamar que nós não compreendemos, tal, a sua evolução e tudo a gente, principalmente nós estamos longe de compreender o amor dele pelas criaturas. Ele está aqui desde a formação da terra. Ele participou da formação, da nossa formação aqui. Ele enviou emissários o tempo todo, cada época ele enviava um. Depois não satisfeita, ele falou: "Não, agora eu vou, né? Ninguém tá entendendo. Eu vou. Ele veio. Nós fizemos o que fizemos. E depois, não satisfeito ainda, ele falou: "Não, eu vou enviar um outro consolador", né? Então, que saibamos refletir nessa grandeza, na importância do evangelho de Jesus explicado pelos nossos irmãos. que já se foram explicado, mastigado, só falta pô na garganta e empurrar com o dedo para dentro, né? Então que a gente saiba refletir, apreciar, valorizar e principalmente levar adiante para cumprirmos todos, porque todos vemos fazer a mesma coisa, nos melhorarmos

empurrar com o dedo para dentro, né? Então que a gente saiba refletir, apreciar, valorizar e principalmente levar adiante para cumprirmos todos, porque todos vemos fazer a mesma coisa, nos melhorarmos e cuidar dos nossos semelhantes. Então, que Jesus nos abençoe absolutamente redundante, né? porque ele abençoa, ele vem nos abençoando desde os mais antigos. Que a gente desperte para essa realidade e possamos começar a agradecer ao menos. Muito obrigada, Glácio, obrigada Toninho e obrigada a Jesus infinitamente. >> É válido lembrar o quanto ele ele está sempre presente em nossas vidas. Nós aqui precisamos acessá-lo através da sintonia, da prece, da gratidão, >> né? nos colocarmos em humildade para reconhecer a sua grandeza, >> mas que ele é o nosso guia e modelo. >> Por isso, a nossa reverência, a nossa gratidão e o nosso nossos melhores sentimentos, né, que já conseguimos conquistar. >> Muito obrigada mais uma vez. Obrigada, Toninho. Obrigada a todos que estão conosco, a todos que acessarão o nosso evangelho no lar e quero convidá-los para estarem conosco na próxima semana. Gratidão por esse momento e fique em paz. E eu peço pro Toninho colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Fiquem com Deus. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.

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