Evangelho no Lar • 07/09/2025

Mansão do Caminho 08/09/2025 (há 6 meses) 45:54 2,654 visualizações

Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Hilde Fonso Correia. Nós estamos em Curitiba, no Paraná. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná e transmitimos através do canal SEC essa atividade e também aos domingos pela TV Mansão do Caminho. Temos outros parceiros de transmissão, como a Web Rádio Fraternidade, a Rádio Espírita do Paraná, a Rádio Manaus de Estudos Espíritas. A todos abraçamos, acolhemos, desejamos que se acomodem para juntos participarmos deste evangelho no lar. Nós queremos cumprimentar alguns de vocês, como fazemos habitualmente, porque destacamos e percebemos quantas pessoas de vários locais do nosso Brasil e às vezes do mundo, como veremos hoje. A Ana Marques de Porto Alegre, seja muito bem-vinda, Ana. Também a Lília de Mairinque, São Paulo. Boa noite, Lilian. Seja bem-vinda. O Volnei Cruz. Pelotas, Rio Grande do Sul, está aqui conosco hoje. Seja bem-vindo. Jorge Rosa de Lorena, São Paulo, desejando uma noite de luz de paz a todos. e o Luís Antônio Fratini, que está junto com a Leila em Santiago, no Chile. Eh, é uma alegria. Não me recordo, Luiz Antônio, se você já esteve conosco outras vezes, você e Leila, mas seja muito bem-vindo ao nosso Evangelho no Lar. Elida da cidade de Amparo, São Paulo. Uma cidade que marcou seu nome também até no movimento espírita por conta das ocasiões em que Divaldo Pereira Franco lá esteve realizando uma atividade intitulada Você e a Paz. Então, eh, é uma uma alegria receber vocês de amparo aqui também. E a Conceição já destacou ali, né, que está em Boston. Ah, Conceição Fonseca, seja bem-vinda. Veja, olha, o negócio hoje tá internacional. Agora eu provoquei, né? Provoquei. As pessoas estão se manifestando. Maria Vitorina lá em Kerne. Certamente não é essa pronúncia, mas tá próxima, né? New Jersey. Muito bom. é uma uma satisfação, uma alegria. Eh, a gente entende como é como eh não é simples, não é? Eh, esse contexto em que a gente tá fora do país da gente e como

mas tá próxima, né? New Jersey. Muito bom. é uma uma satisfação, uma alegria. Eh, a gente entende como é como eh não é simples, não é? Eh, esse contexto em que a gente tá fora do país da gente e como é bom a gente participar de uma atividade no Brasil, ouvir o português, né? Ah, eh, especialmente no dia como hoje, né? Estamos hoje no dia 7 de setembro, vamos falar um pouquinho sobre isso. Eh, aliás, para a atividade de hoje, nós temos uma entusiasta eh do nosso país, do nosso Brasil, eh do do dia 7 de setembro, do hino nacional, dos símbolos nacionais, a nossa querida Maria Helena Marcon, a Malena, a trabalhadora do nosso centro espírita Edefonso Correa, mas também da Federação Espírita do Paraná, onde ela dirige a área de comunicação social espírita. Ela está à frente de importantíssimas tarefas desenvolvidas pela federação, como o jornal eh Mundo Espírita, o programa Radiofônico, Momento Espírita, mas também tudo aquilo que está atrelado ao programa radiofônico, como os livros, as redes sociais, as transmissões que vão a televisivas, enfim, entre dentre outras tantas atividades desenvolvidas por essa grande trabalhadora que já dirigiu a federação, já foi sua presidente também. Boa noite, Malena. É sempre uma alegria recebê-la aqui do nosso Evangelho e seja bem-vinda. >> Obrigada, Adriano, que é nosso atual presidente da Federação Espírita do Paraná e trabalhador da nossa casa, Centro Espírito Eldonso Correa. Uma boa noite a todos os amigos e realmente hoje é um dia muito especial para todos nós brasileiros. estejamos no nosso país ou fora dele. >> Malena, para te receber, nós temos aqui eh Fernando e Suzi. Fernando é o presidente do Centro Espírita e o Defonso Correa. Suzi uma das vice-presidentes. Então, Suzi, boa noite. Primeiro as damas, né? Tudo bem? >> Boa noite. Boa noite a todos. Muito bom estar com a Malena, sempre um prazer ouvi-la e nesse dia especial, que possamos todos vibrar pelo nosso país que tanto precisa dessa paz, né, nesse dia que a gente possa

. Boa noite a todos. Muito bom estar com a Malena, sempre um prazer ouvi-la e nesse dia especial, que possamos todos vibrar pelo nosso país que tanto precisa dessa paz, né, nesse dia que a gente possa aproveitar e e orar um pouquinho mais por todos os brasileiros e o nosso país, que tenhamos uma uma noite de muitas reflexões. Fernando, boa noite, meu amigo. >> Boa noite, meu caro Adriano, querida Malena, querida Suzi, meus amigos que estão aqui na janelinha, juntamente com todos essas eh esses que estão aqui no chat. É um prazer estar aqui novamente assistindo, podendo absorver os conteúdos a serem trabalhados e rogando a Deus, nosso pai que possamos ter não somente hoje, mas vários 7 de setembros muito bons para todos nós. Obrigado. >> Obrigado, Fernando. Então vamos lá, meus amigos, orarmos juntos, demarcando então o início da nossa atividade. Nós vamos pedir ao Fernando que conduz os nossos pensamentos na prece de abertura. nosso mestre, nosso exemplo maior. Nós agradecemos imensamente a possibilidade de estarmos encarnados neste momento, quando tantas atividades acontecem de norte a sul, de leste, oeste no nosso país. Deus certamente nos confia muito por estarmos trabalhando a favor do nosso país num período bastante conturbado, mas sabemos que depois da tempestade sempre vem um período de tranquilidade, de paz, de muita prosperidade. Como diz o ditado popular, Mar Calmo não faz bom marinheiro. Então, sabemos que estamos sendo forjados para atividades mais relevantes um tanto mais à frente, seja nesta encarnação ou em tantas outras no porvir. Esses momentos de reflexão, de estudo que nossa querida Malena trará para todos nós, será de grande valia para todos. Mas independente do contexto, rogamos a ti, Senhor Jesus, tua paz, a tua tranquilidade, tua proteção, como sempre. Fica conosco, caro amigo, hoje e sempre. Que assim seja, senhor. Obrigado, Fernando. O nosso, a mensagem de hoje é de um livro. Eu tenho aqui o livro, queria mostrar a capa, Karina, o livro Exaltação ao Brasil da editora

migo, hoje e sempre. Que assim seja, senhor. Obrigado, Fernando. O nosso, a mensagem de hoje é de um livro. Eu tenho aqui o livro, queria mostrar a capa, Karina, o livro Exaltação ao Brasil da editora Fratter, pelo espírito Sebastião Lesnou. Mas a mensagem que será lida é do prefácio, é um trato do prefácio do espírito Camilo. Eh, então eu vou pedir a Suzi que faça a leitura do texto para nós. Os rumos do Brasil vêm sendo traçados pelos seus nobres guias, a fim de que não se demore mais tempo a assunção brasileira dos compromissos com o bem que estavam previstos e que não foram ainda lobrigados. Os brasileiros devem muito ao Brasil. sob justificativas de maus governos e maus doutrinadores, de problemas socioeconômicos em múltiplos níveis, deixam-se picar pelos venenos da indiferença, do desapreço, dos maus tratos para com seu rincão, passando a valorizar somente o que contatam em outros países, o que ouvem dizer de outros povos, esquecendo ou ignorando muitas vezes os episódios de guerras, de asperezas econômicas, de rígidas disciplinas sociais que tiveram que aceitar e vivenciar para que chegassem aos patamares materiais aos quais chegaram. É lamentável. sido o egoísmo, com todas as suas máscaras, o grande motivo da procrastinação desse tempo feliz para os espíritos aqui renascidos. Por aqui, pelas plagas do invisível, o que se vê e ouve são alusões à importância desse país ante as carências gerais que assinalam a maioria dos seus filhos. São referências à gratidão que devemos ao Criador por nos ha concedido esse recorte planetário tão belo e tão especial, para que nele pudéssemos realizar a trajetória na busca da felicidade. São apelos a um maior acercamento do pensamento do Cristo Excelo, desenvolvendo com dedicação os trabalhos da grande luz no mundo, a fim de que as falanges da desarmonia não logrem vitória por causa da postura descuidada do rebanho desatento do Mestre. Cantemos as belezas da terra e do povo brasileiros. Un-nos em um hino de exaltação a Deus

e as falanges da desarmonia não logrem vitória por causa da postura descuidada do rebanho desatento do Mestre. Cantemos as belezas da terra e do povo brasileiros. Un-nos em um hino de exaltação a Deus por nos haver oferecido como campo de trabalho atual o solo, o céu e o pquismo do Brasil. E roguemos ao grande Pai por esse povo e por esse chão. Camilo, psicografia de Raul Teixeira. >> Que bela mensagem, Malena, com você. Muito obrigada. O texto lido, como salientou o nosso Adriano, é de mensagem que constitui a apresentação de Camilo a esse livro extraordinário Exaltação ao Brasil, que foi publicado no ano 2000, por ocasião dos 500 anos do nosso país. Vejamos como o mundo espiritual se volta também e ah analisa a importância de cada nação. Sebastião Lasnô, ao escrever esse livro nos dá uma aula de história. Para aqueles que o lemos, nós encontramos aqui tantas referências que foi necessário pesquisarmos muitos dos assuntos que ele trata. Por exemplo, quando ele cita tantas das nossas tribos indígenas, confessamos que algumas delas jamais ouvíamos falar. ver como nós somos ainda ignorantes do nosso país. Sebastião Lasnou era poeta, repentista e trocadilhista. Ele fazia versos de improviso e qualquer motivo lhe sugeria um tema. Além de poeta, ele foi expositor de temas doutrinários do espiritismo, tendo realizado uma apreciável tarefa no campo da divulgação doutrinária. É interessante como Raul Teixeira fala de como conheceu Sebastião Lasnô. No ano de 1968, quando Raul Teixeira frequentava uma cidade espírita Leôcio de Albuquerque, em sua cidade, Niterói, no Rio de Janeiro, ele foi assistir uma palestra da semana espírita de Niterói. Era um dia de muito calor. O centro estava lotado, repleto e aí ele foi para a porta do centro, onde estava um pouco mais fresco. Foi ali que ele viu chegar um senhor cego, acompanhado por uma senhora amiga dele. E ele viu aquele senhor se aproximando e ouviu que alguém de uma forma muito eufórica falou assim: "Elasnou, chegou o orador." E assim foi

hegar um senhor cego, acompanhado por uma senhora amiga dele. E ele viu aquele senhor se aproximando e ouviu que alguém de uma forma muito eufórica falou assim: "Elasnou, chegou o orador." E assim foi o primeiro encontro de Raul Teixeira com Sebastião Lasnô. Raul tinha na época 18 anos de idade. No ano seguinte, março de 69, Lasnô desencarnou na sua cidade natal, no Vale do Paraíba. E apenas dois anos depois, quando Raul estava numa sessão mediúnica, o espírito chegou e falou que desejava escrever através dele, que queria que Raul lhe dedicasse um tempo. E a partir daí, Raul passou a receber versos, poesias, poemas até o acidente que lhe afetou o cérebro em 2011, o AVC. E Raul relata que toda vez que vê esse espírito, ele se emociona muito com as poesias que ele traz, os versos que ele traz. O livro então homenageia os 500 anos do Brasil. é um repositório da nossa história e mostra realmente como os espíritos sabem agradecer a terra que lhe serviu de berço, permitindo-lhes o progresso. E nesse dia em que nós estamos comemorando 203 anos da nossa independência, é muito bom nós reverenciarmos esta terra maravilhosa. E normalmente nós nos sentimos emocionados ao ver desfraudado o nosso pavilhão nacional, ouvir o hino nacional. Hoje é um dia em que isso ainda nos causa maior emoção. Porque conforme vimos no texto, muitos de nós que nos havíamos comprometido no velho continente durante várias reencarnações, tivemos a bênção de nos ser oferecido o solo brasileiro, o seu céu, o seu psiquismo para que nós pudéssemos nos desvencilhar de muitos problemas. e tivéssemos acrescidas as nossas possibilidades de progresso. O psiquismo do Brasil não está carregado com aquelas nossas tantas falhas cometidas no velho continente. Por isso, todos aqueles que nascemos aqui ou que adotamos esta terra como nosso lar, devemos reverenciar o Brasil. Normalmente nós dizemos que é um país de muitos problemas. Com certeza podemos considerar que para uma nação, no entanto, de 500 e poucos anos, é algo

rra como nosso lar, devemos reverenciar o Brasil. Normalmente nós dizemos que é um país de muitos problemas. Com certeza podemos considerar que para uma nação, no entanto, de 500 e poucos anos, é algo como se ele estivesse, ela estivesse vivendo a sua adolescência. E como todo adolescente passa por conflitos, precisa decidir sobre o seu próprio futuro. Então, neste 7 de setembro, é bom lembrarmos algumas coisas da nossa história, lembrarmos dos heróis da pátria, daqueles que lutaram pela nossa independência. Nós lemos a história, ao menos aquilo que nos é divulgado, porque nós sabemos que nem tudo que acontece chega ao conhecimento do povo em geral, realmente como aconteceu. No entanto, nós vamos recordar que por trás dos homens sempre existe a atuação dos espíritos. Aprendemos em o livro dos espíritos que eles atuam através de nós e que habitualmente até nos dirigem. E são os espíritos que nos dizem então que desde a audaciosa desobediência de Dom Pedro, as determinações da metrópole portuguesa não regressando a Portugal, estava proclamada a independência do Brasil. Desde então ele tinha as suas noites povoadas de sonhos de amor à liberdade. E o que são os sonhos? Senão a possibilidade de encontros espirituais em que podemos receber instruções, aconselhamentos? Imaginemos um governante com a responsabilidade de uma nação. Dom Pedro, em verdade, os espíritos dizem, ele não apresentava, não representava o tipo ideal necessário à realização dos projetos espirituais, mas a autoridade era ele. E isso nos mostra então como os espíritos nos utilizam, se servem de nós onde estejamos, mesmo que por vezes nos faltem as condições específicas melhores para o trabalho. Então, no retorno de sua viagem a São Paulo, nas margens do Ipiranga, local em que foi feita então uma parada estratégica, dizem os historiadores que Dom Pedro passava mal. ele tivera uma indisposição estomacal, fora lhe dada lhe dado algum chá, mas ele não estava muito bem ainda. E então pararam estrategicamente ali as

, dizem os historiadores que Dom Pedro passava mal. ele tivera uma indisposição estomacal, fora lhe dada lhe dado algum chá, mas ele não estava muito bem ainda. E então pararam estrategicamente ali as margens do Ipiranga. Foi nesse momento que o mensageiro que vem do Rio de Janeiro traz as cartas enviadas pela princesa Leopoldina, sua esposa, pelo conselheiro José Bonifácio de Andrade Silva e outros políticos, informando-o da iminente necessidade de proclamar a independência do Brasil, alertando sobre as ameaças, as ameaças de Dom João de que ele precisaria retornar a Lisboa de imediato. Dom Pedro era muito voluntarioso e nós imaginamos como aquilo deve ter mexido muito com o seu brio. Por isso é que ele retira os laços e grita: "Laços fora! os laços que representavam, traziam nos seus chapéus a a pátria portuguesa. Então ele grita laços fora, independência ou morte. Sem suspeitar, nesse momento, ele estava sendo um dócil instrumento de um emissário espiritual que velava pela grandeza da pátria. Os espíritos informam que Tiradentes, morto em 1792, naquela inconfidência mineira estava ao seu lado. por muitos anos e até mesmo através de quadros que representam este momento histórico, foi nos dito que quando o monarca levanta sua espada e grita a famosa frase independência ou morte, ele estava usando suas melhores roupas. estava montado num cavalo maravilhoso, acompanhado por uma enorme comitiva de soldados brasileiros prontos para qualquer batalha. No entanto, com especialmente com o lançamento do livro 1822 escritor e jornalista Laurentino Gomes, alguns desses fatos acabaram sendo desmistificados. por exemplo, diz que Dom Pedro I e sua comitiva não estavam montando cavalos, mas mulas, e que não teria sido com toda aquela pompa e aquela elegância que Pedro Américo retratou mais de 60 anos depois, no seu admirável quadro A independência do Brasil. Essa obra foi encomendada pelo governo de São Paulo, que queria celebrar a independência do Brasil com uma grande pintura para o Museu do Ipiranga.

, no seu admirável quadro A independência do Brasil. Essa obra foi encomendada pelo governo de São Paulo, que queria celebrar a independência do Brasil com uma grande pintura para o Museu do Ipiranga. Quando nós contemplamos o quadro de Pedro Américo, nós nos perguntamos: será que o que ele retratou não foi exatamente o que a espiritualidade mostrou? A grandeza daquele momento não será a concepção exata de quem adentra cenários que os olhos normais não descobrem, porque artista tem outra forma de olhar tudo o que vê, de olhar, de sentir. É por isso que esse é um quadro magnífico que quanto mais olhamos, mais nos encanta pelos pequenos e tão importantes detalhes. Mas o importante de tudo isso é que naquele momento estava declarada a nossa independência, embora demorasse ainda um pouco para se consolidar o que se daria 2 anos depois, em 1824, o Brasil se tornaria a primeira monarquia das Américas e a única de toda a América do Sul. Então, a independência do Brasil foi fruto do intenso trabalho das hostes espirituais junto aos homens. E quando nós olhamos o nosso imenso país, todos nós sabemos com tantos problemas, nós falamos de independência e nos perguntamos: será que nós somos realmente livres? A verdadeira independência é moral. Quando nós assumirmos o nosso papel de homens dignos, corretos, fiéis aos nobres ideais, então nós seremos verdadeiramente livres. Para que o progresso se instale, é necessário que, como individualidades, nós cresçamos. A soma das nossas conquistas pessoais resultará no crescimento coletivo. E hoje é um dia excelente para nos propormos a trabalhar pelo nosso gigante, que dizem que está adormecido, mas convenhamos só porque os seus filhos dormem. A mãe gentil que nos recebe nesta etapa da vida no planeta merece o nosso esforço. Se quisermos, e só se quisermos, poderemos tornar verdadeira desde agora a assertiva espiritual. Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Coração que pulsa, que ama, que não relega ao abandono seus filhos e tanto

se quisermos, poderemos tornar verdadeira desde agora a assertiva espiritual. Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Coração que pulsa, que ama, que não relega ao abandono seus filhos e tanto quanto pode recebe e ampara os filhos de outros solos. Pátria do Evangelho, que irradia o bem, que serve de modelo, que luta pela justiça, pela verdade. E então orar a Deus por esta nação, por este país que nos recebeu como filhos. Vejamos que a mensagem diz que os brasileiros devemos muito ao Brasil. Poderíamos dizer então, repetindo frases que amigos espirituais conceberam e alguém registrou num momento de inspiração, unindo ali várias das frases. Poderíamos fazer como se fosse uma oração, uma oração pela nossa pátria. Brasil. Minha terra, como eu te desejo grande no conserto das nações. Como eu te desejo, padre amada, ver-te alçada entre as demais, levantando bem alto o estandarte da ordem e do progresso, em síntese da paz, da paz verdadeira que fala de justiça social, de fraternidade, de um povo amigo. Brasil amado, como eu te vejo grande vivendo sobre um céu de estrelas, as mesmas estrelas que ostentas na tua bandeira. És tão pródigo em belezas, meu Brasil, tão rico teu solo, que alguém já o definiu como aquele que em si plantando tudo dá. recém-chegado aqui, alguém olhou e viu essa terra perdeu com tantas oportunidades e assim escreveu ao rei de Portugal: "A beleza das tuas matas, povoadas por tantas espécies exóticas da fauna, da flora, tantas que nós, os teus filhos, nem conhecemos todas. Se nos encantamos com as riquezas naturais da Amazônia, nós vivemos num país continental. Também o fazemos com a diversidade do Pantanal, a imensidão dos pampas do sul, os cálices das araucárias imponentes. E nos emocionamos com as cascatas que tecem melodias, os riachos que murmuram os segredos das florestas, os rios que correm rejeios rumo ao grande mar. Estudando tua história, Brasil, as vitórias conquistadas, o progresso alcançado, sabemos que triunfarás. Neste dia, nós desejamos imensamente que todos os

s rios que correm rejeios rumo ao grande mar. Estudando tua história, Brasil, as vitórias conquistadas, o progresso alcançado, sabemos que triunfarás. Neste dia, nós desejamos imensamente que todos os teus filhos te amem e somente pensem em te fazer crescer. crescer nas questões morais, no intelecto, na cultura, nesta hora de desconforto moral que nós vivemos, que nos unamos orando por ti, que nos viu nascer mais de uma vez, que acalentou nossos sonhos, que nos viu crescer. É possível que o nosso país chore. Chore a exaustão de um povo tão cansado quanto descrente de que haverá um retorno às fontes do bem. Tantos desmandos que nós observamos, leviandade no dilapidar as riquezas do país de destruir os seus valores. Então, nós vemos o nosso país sofredor, mas nós desejamos sinceramente que ele se vivencie no mundo, não pelo ouro que ainda repousa nas suas entranhas, nem pelo petróleo que percorre as suas artérias, mas que ele seja grande ao mostrar ao mundo que um solo amado por seus filhos se revigora e vem imensos percalços que se apresentam. Ainda temos muitos problemas a equacionar, com certeza. Mas o gigante se levanta quando se agitam os seus filhos e unem as suas forças. Então, vencendo a timidez dos bons, a corrupção e a violência dos que ainda estacionam na própria pequenez. Desejemos todos juntos neste dia que o nosso Brasil, muito além das nossas fronteiras físicas, cumpra sua destinação de celeiro do mundo, de pátria do evangelho. Que vença e mostre que quem vive sob o símbolo do cruzeiro não perde a fé, nem se acovarda na luta. Oremos e vibremos para que o nosso Brasil mostre ao mundo coração. Coração que pulsa, que acolhe, que ama. Coração do Brasil, coração do mundo, hoje, mais do que nunca, oremos pela nossa nação e nos proponhamos a sermos verdadeiramente seus filhos patriotas. Honremos os símbolos nacionais. A nossa bandeira pode não parecer, ah, é um pedaço de pano, simboliza a nação, o nosso hino nacional, que o saibamos cantar e que poremos dentro de nós os seus versos,

Honremos os símbolos nacionais. A nossa bandeira pode não parecer, ah, é um pedaço de pano, simboliza a nação, o nosso hino nacional, que o saibamos cantar e que poremos dentro de nós os seus versos, cada um daqueles versos não é somente algo que deve nos emocionar, mas deve deve nos motivar, estimular a sermos verdadeiros patriotas. Sirvamos ao nosso país como gratidão por ele nos ter recebido aqui e agradecendo a Deus e a Jesus por vivermos aqui. Muito obrigada, meus amigos. Nós é aqui agradecemos, Malena. Você verá depois as manifestações ali no chat de gratidão pelas reflexões que nos emocionaram. Vamos aproveitar esse clima então de de emoção, de reflexão em torno dessa essa terra adorada e vamos fazer a nossa prece de encerramento. Depois retornamos para nos despedir. Senhor mesmo, amigosas, aqui estamos todos juntos nesse dia tão importante, mas que ganhou para todos nós que pudemos ouvir a nossa irmã Malena mais importância ainda. Quando relembramos da nossa necessidade de sermos gratos por essa terra maravilhosa que nos acolhe, que nos oferece as suas belezas e o terreno fértil preparado para que possamos viver a nossa jornada iluminativa. Queremos, Senhor, resgatar, então, a partir deste estímulo que recebemos hoje, esse espírito de amor incondicional a essa terra, que deixemos de lado os tantos pensamentos opostos para construirmos uma visão otimista, positiva, que não nos deixemos em momento algum contaminar pelo veneno do desapreço a esta terra maravilhosa. Aprendemos muito, Senhor, nessa noite e queremos então agradecer a esta pátria amada, a esta terra que nos acolhe. E queremos prosseguir na nossa caminhada certos de que aqui estamos diante de uma grande oportunidade oferecida pela espiritualidade superior para o nosso progresso. Senhor, então nosso país, seus governantes, todos eles, nosso povo, mas abençoa também os nossos lares nessa noite, visitando aqueles que sofrem, emprestando as bênçãos da tua luz divina, que possa atender, que possa socorrer.

seus governantes, todos eles, nosso povo, mas abençoa também os nossos lares nessa noite, visitando aqueles que sofrem, emprestando as bênçãos da tua luz divina, que possa atender, que possa socorrer. os que passam por algumas necessidades, mas abençoa também a todos estes lares que estão conectados conosco hoje no Evangelho, no lar. Muito obrigado então, Senhor, por esse dia, por esta noite de reflexão e fica conosco no Brasil, hoje e sempre. Que assim seja. Olha, meus amigos, eu anotei aqui e queria compartilhar com vocês porque foi uma lembrança do Hélio, Hélio Ciríarco, que está sempre conosco aqui, nosso eh eh participante aqui já de muitos muitos anos, eu diria. E o Hélio recorda também que foi sim no dia 7 de setembro de 47 que Divaldo e Nilson Pereira fundaram Centro Espírita Caminho da Redenção. A mansão do caminho viria anos depois, em 52, 15 de agosto. Mas o Centro Espírita Caminho da Redenção, no dia 7 de setembro. Obrigado, Hélio, pela lembrança e aos que estão conectados conosco através da TV Mansão do Caminho, que são frequentadores dessa casa de luz que é o Centro Espírita Caminho da Redenção. Nosso abraço, né, a todos vocês vinculados a essa instituição. Também anotei aqui, e haviam muitos outras anotações a serem feitas, mas destaquei pouquíssimas, a frase da Gerlúcia, né, Brasil, como eu te desejo fraterna, justa, próspera e abençoada. E ela foi, no momento em que a Malena ia falando, foi quando ela já postou essa sua frase. Eh, são muitos outros contatos, muita gente agradecendo e nós também vamos nos somar aos que agradecem para agradecer. Eu vou deixar por conta do nosso presidente Fernando que inicia aí esses essa esse momento e suas despedidas também. Fernando, >> eu vou tentar traduzir as as observações daqui do chat, dizendo que além de todo esse cabedal espiritual que foi trazido, que foi fantástico, tivemos uma aula de história também muito agradável, muito bem focada e em nome de todos aqueles que escreveram ali, nós te agradecemos muito, Mal. Muito obrigado. Que Deus te

ido, que foi fantástico, tivemos uma aula de história também muito agradável, muito bem focada e em nome de todos aqueles que escreveram ali, nós te agradecemos muito, Mal. Muito obrigado. Que Deus te abençoe sempre. Obrigado a todos. Até mais. >> Obrigado, Suzi, pela presença. >> Eu que agradeço por ter a oportunidade de estar mais perto aqui nesse momento. Realmente uma aula muito agradável, muito suave, com informações que a gente sempre aprende um pouco mais. Obrigada, Malena. E como todos que estavam conosco, fiquei muito feliz de estar aqui, de ouvir essa essas informações todas com tanto carinho também pela nossa pelo nosso Brasil. >> Obrigado, Malena, pela sua participação. >> Eu fico muito feliz e fiquei cogitando quantos corações nos unimos nessa noite orando pelo nosso Brasil. nosso Brasil amado, que possamos com o nosso trabalho, com as nossas vibrações, auxiliá-lo a ser a grande nação que está nos planos espirituais que ela seja, porque como nós, as nações também estão ali para crescerem, para se tornarem melhores. Muito obrigada a todos os amigos. Obrigada, Adriano, Fernando, Suzi, gratidão. >> Queridas irmãs, queridos irmãos, queremos renovar o convite para que estejam conosco amanhã no mesmo horário, 21:50, ou senão no próximo domingo, vocês que estão na TV Manão do Caminho, no próximo domingo, nesse mesmo horário. Um excelente final de domingo a todos, uma ótima semana que agora se inicia e que Deus abençoe a todos. Tchau tchau. Ten um um excelente final de domingo mais uma vez e até amanhã. M.

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