Mário Sérgio, Solange Seixas, Eulália Bueno e Juselma Coelho • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 08/08/2025 (há 7 meses) 1:07:36 13,454 visualizações 2,248 curtidas

Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE AS NOSSAS CONVIDADAS » *Solange Seixas* é voluntária da Mansão do Caminho desde 1969. Natural de Jacobina, Bahia, e professora de formação, atuou em diversas frentes da instituição, como a evangelização de crianças e jovens, direção escolar, Caravana Auta de Souza, cozinha-geral e atividades doutrinárias. Foi mãe-social nas casas-lares, revisora da Revista Presença Espírita e colaboradora nas decorações de eventos. Atualmente, coordena a “Casa Grande” e participa ativamente de grupos de estudo e reuniões mediúnicas, mantendo firme sua dedicação ao ideal espírita-cristão. » *Eulália Bueno* é expositora espírita, médium e fundadora do Lar Espírita Caminho do Cristo, em Santos (SP), onde atua desde 1994. Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a doutrina e o serviço ao próximo, é autora de livros voltados ao autoconhecimento e à valorização da vida. Reconhecida nacionalmente, realiza palestras que unem profundidade espiritual e sensibilidade cristã. Atualmente, integra a equipe do Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, aos domingos, na TV Mansão do Caminho. » *Juselma Coelho* é educadora, com especialização em supervisão e administração escolar, e diretora-presidente das seguintes instituições: Sociedade Espírita Maria Nunes, Sociedade Espírita Joanna de Ângelis, Editora Espírita Fonte Viva e Instituto Assistencial Espírita André Luiz - todas em Belo Horizonte, Minas Gerais. Juselma é ainda responsável pela produção e distribuição da Pomada Vovô Pedro, além de expositora espírita no Brasil e no exterior. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Boa noite. Damos início ao Conversando sobre o Espiritismo. A professora Solas de Seixas irá proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, a tua luz brilhou sobre a face da terra e os corações refertos de esperanças desceram aos circos, entregaram-se em vida para continuar a luta da sobrevivência e a continuidade do labor que trazias como roteiro iluminado para a libertação das criaturas. Ó Senhor, ainda somos aqueles que através das experiências que se repetem sucessivamente tem tamanhas dificuldades que temos a coragem o olhar na tua direção >> e erguer o pensamento, suplicando-te que a misericórdia do teu amor se derrame cada vez mais sobre a face da terra, onde a humanidade ainda se debate pelas coisas frívolas e insignificantes. Ó Jesus, dános olhos de ver, ouvidos de ouvir, para que não reclamemos tanto e saiamos de nós na direção do nosso semelhante, estendendo as mãos, permitindo que os nossos ouvidos possam agasalhar E a dor daquele que ainda não despertos para a realidade espiritual, se debatem na escuridão. Ó Jesus, ajuda-nos, Senhor, a não esquecer jamais os teus ensinamentos de amor e estar lembrando sempre o teu convite abençoado e enobrecedor, que nos tira das nossas vans utopias e abre os olhos para a lucidez do amanhã radioso e belo, se soubermos lutar contra as próprias tendências, oferecendo a nossa migalha, que contigo será sempre generosa e boa. Vem, Senhor. Clareia a noite escura, madrugada de tantas vidas sofridas, para que despertem e, escutando-te, possam alegremente superar as dificuldades e avançar na direção do Pai. Ser conosco, Jesus. Hoje e sempre, >> levando ao nosso Divaldo a nossa eterna gratidão a tio Nilson e aos trabalhadores desta casa que no mundo espiritual continuam o labor da manutenção desta casa erguida sobre a rocha. da renúncia, do amor e da caridade. Se conosco hoje e sempre. Que assim seja. >> Muito boa noite a todos. Vamos dar início então nosso conversando sobre o espiritismo.

esta casa erguida sobre a rocha. da renúncia, do amor e da caridade. Se conosco hoje e sempre. Que assim seja. >> Muito boa noite a todos. Vamos dar início então nosso conversando sobre o espiritismo. A nossa equipe está aqui de prontidão para as perguntas que vere do público e para as respostas pela mesa enriquecida do dia de hoje com a presença da Eulá e da Juselma. Nós gostaríamos de, primeiramente, falar sobre o nosso seminário nesse sábado com Dr. Leonardo Machado. Ele irá lançar esse livro, Ansiedade e Felicidade, que é o primeiro livro da editora Leal da autoria do Dr. Leonardo. Nosso seminário começa às 16, as portas serão abertas aqui lá pelas 15 horas e se desenvolve as ações até às 19. Depois das 19 nós teremos um intervalo e às 20 horas nós teremos a palestra que seria perguntas e respostas com Dr. Leonardo Machado e a nossa irmã que está aqui presente no dia de hoje conosco com seu esposo Ana Teresa Camasmia. Ela também irá participar com Dr. Leonardo deste seminário ansiedade e felicidade. Aqueles que quiserem participar e receber o livro que será ofertado, pode fazer as inscrições no site da Mansão do Caminho, né? E depois, no outro próximo sábado, nós teremos a apresentação do filme do Divaldo Franco. Esse filme ele pertence a Disney e ela uma concessão especial que foi feita através do nosso confrádio lá de São Paulo, Jonas Pinheiro. ele conseguiu que nós pudéssemos fazer essa apresentação do filme nesse dia que acontecerá dia 16 das 19 até às 21 horas nós vamos fazer a apresentação do filme e também ah a partir das das 17 às 18 nós teremos um encontro com a Luzinha do Bahia o Jonas e o diretor do filme também que é o Cloves Melo junto juntamente com a Adilto Buglies. Então vai ser uma roda de conversa a respeito do filme e as particularidades que o diretor Cloves Melo deve ter participado e muitas coisas ele deve naturalmente ter para contar pra gente, né? Então fica aí o convite no próximo sábado, sem ser esse sábado ou outro, o nosso cine debate,

etor Cloves Melo deve ter participado e muitas coisas ele deve naturalmente ter para contar pra gente, né? Então fica aí o convite no próximo sábado, sem ser esse sábado ou outro, o nosso cine debate, né, com o filme do Divaldo Franco. Nós temos hoje aqui conosco a dona Eulália Bueno, a nossa irmã Eulá Bueno, que é expositora espírita, médium e fundadora do Lar Espírita Caminho do Cristo em Santos, onde atua desde 1994. Ela tem uma trajetória marcada pelo compromisso com a doutrina espírita e o serviço ao próximo e é autora de diversos livros voltado a autoconhecimento e à valorização da vida. Ela tem o reconhecimento nacional e internacional também, que já estive com você lá em Miami, com Divaldo, realiza palestras que unem profundidade espiritual e sensibilidade cristã. atualmente integra a equipe do grupo de estudo celical da Schuber aos domingos na TV da mansão do Caminho. Então eu convido a nossa irmã Eulália para fazer a apresentação. o nosso carinhoso boa noite a todos que aqui se encontram e aos internautas através do canal da TV Mansão do Caminho. Agradecimento ao Mário, a Solange, a equipe da mansão pela honra de poder estar nesta casa consolidada na renúncia e no serviço ao próximo. Muita gratidão, Mário, e a todos. >> Muito obrigado, minha irmã. Nós temos também hoje conosco, remotamente, virtualmente, a nossa irmã Juselma Coelho, que é educadora com especialização em supervisão e administração escolar e diretora presidente das seguintes instituições lá em Belo Horizonte: Sociedade Espírita Maria Nunes, Sociedade Espírita Joana de Ângeles, Editora Espírita Fonte Viva Instituto Assistencial Espírita André Luiz, todos em Minas Gerais, Belo Horizonte. Jelme ainda é responsável pela produção e distribuição da pomada do vovô Pedro, além de expositora espírita no Brasil e também no exterior. Então eu convido agora a nossa irmã Jcelma Coelho para a sua apresentação a todos nós aqui. >> Um abraço, querido amigo Mário Solange Lália, aos companheiros que estão presentes.

e também no exterior. Então eu convido agora a nossa irmã Jcelma Coelho para a sua apresentação a todos nós aqui. >> Um abraço, querido amigo Mário Solange Lália, aos companheiros que estão presentes. eh no auditório, os que estão conosco através da da da internet, eh o meu abraço mesmo carinhoso, cheio de gratidão a esta casa que que tanto bem tem feito a tanta gente, a tanto coração. E a cada vez que a gente tem a oportunidade de estar aqui, de conviver com vocês, fica para mim a aquela vibração renovada de gratidão pelo muito que a gente teve oportunidade de aprender na convivência com Divaldo e e nos exemplos que ele sempre deixou claros para todos nós. Então é uma alegria muito grande poder estar mais uma vez com vocês. Que Deus nos abençoe. Muito obrigado, minha irmã. Também gostaria de registrar aqui entre nós, fisicamente presente a nossa irmã Teresa Camazmia, o seu esposo Júlio, estão aqui conosco para participar com o Dr. Leonardo Machado no seminário de sábado. Tem uma pergunta que chegou aqui paraa Juselma, antecipadamente do público. Juselma, eu não sei se você vai poder responder, mas eu vou fazer a pergunta. Eh, querida amiga, gostaria de ouvir o seu relato com o Chico Xavier sobre um jornal que ele sempre lia e você visitando ele viu o tal jornal. >> Eh, já posso ir respondendo, querido amigo? Pode, >> pode. >> Então, eh essa, esse fato realmente é muito interessante. Eh, eu cheguei à casa de Chico em Uberaba e a a menina que me recebeu me deixou na sala assim, falou: "Aguarda um pouquinho que ele já está vindo". E por alguns instantes eu fiquei sozinha ali na sala, naquela sala tão abençoada que a gente tinha a maior alegria de estar ali. E eu olhei, olhei as coisas assim, os livros, as pilhas de livros e vio em cima da mesa um jornal, um jornal daqueles que só traz notícias eh menos felizes, aqueles jornais que a gente às vezes até evita em adquirir para não adentrar naquela vibração mais densa. E eu levei muito susto quando eu vi aquele jornal aberto na mesa do nosso

as eh menos felizes, aqueles jornais que a gente às vezes até evita em adquirir para não adentrar naquela vibração mais densa. E eu levei muito susto quando eu vi aquele jornal aberto na mesa do nosso Chico e eu disse assim: "Meu Deus, mas que povo distraído! Como é que deixa um jornal com esse tipo de notícia na mesa de trabalho do numa das mesas de trabalho do Chico? Meu Deus! E aí eu tinha ímpetos de ir até a mesa e dobrar o jornal. Eu falei: "Eu não posso fazer isso. Eu eu aqui eu sou visita." Eu voltava para trás e fiquei naquela ansiedade quando ele veio entrando. Ele veio entrando muito alegre, me cumprimentou e se dirigiu direto à mesa e ao jornal e foi arrumando as folhas que estavam assim um pouco soltas. E eu, >> ela tá criando uma expectativa para nós aí. >> Dá, né, gente? >> Vamos a resposta. >> Continuo. >> Continua. >> Ah, tá. Então eu ali estava eh eh assim entre a aflição por não ter arrumado o jornal e entre ele arrumando. Aí ele disse se voltando para mim, acabando de arrumar o jornal. Pois é, José, quando eu tinha pernas boas, eu mesmo ia à banca de jornais da esquina e comprava diariamente os jornais. Aí, novamente, a minha cabeça de julgamento, né? Tá vendo aí? Aí agora ele depende dos outros, as pessoas vão lá e compram esse tipo de jornal. E ele continuou. Hoje os meus amigos, os os companheiros me trazem, para grande alegria minha, me trazem os jornais a cada manhã. E aí, José, eu faço algo que é importante para a minha alma. Eu pego nesses jornais os nomes e endereços de algumas pessoas que cometeram crimes tão graves que nem a mãe dessas pessoas oram por eles. Então, José, eu ponho o nome deles neste livro aqui. Aqueles livros que tinha antigamente de ata, aqueles livros grandes, era um de 200 folhas. Ele disse assim: "Olha aqui, os de hoje eu já pus aqui." E aí ele me mostrava o nome no jornal e o nome com a letrinha dele no livro. E ele disse, ele passou algumas páginas para trás. Tá vendo, José? Eu ponho tudo aqui e oro por eles. Eu me senti tão envergonhada. Eu tinha

ava o nome no jornal e o nome com a letrinha dele no livro. E ele disse, ele passou algumas páginas para trás. Tá vendo, José? Eu ponho tudo aqui e oro por eles. Eu me senti tão envergonhada. Eu tinha vontade de fazer um buraco naquela sala no chão e sumi pela minha precipitação ao ver aqueles jornais ali sobre a mesa. E eu aprendi com aquele exemplo tão simples, tão natural, a orar por aqueles que, como ele disse, às vezes nem as mães oram por eles. É, eu acredito que tenha sido esse e o caso que a companheira ou a irmão pediu que eu contasse. >> Muito obrigado, Jelmo. Foi um belo exemplo. Aí eu também, Edival, também tinha uma tinha uma, ele chamava posta restante. Então, os nomes das pessoas que pediam para ele, ele botava do lado do gabinete dele, do lado da mesa, e ele orava por aquelas pessoas, né? E temos um belo caso no livro Semeador de Estrelas, né? Aquele aquele homem que se suicidou na linha do trem, né? E que Divaldo orava por ele, porque nem a mulher nem os filhos oravam por ele, né? Era um pedreiro que não tinha condições de sustentar a família e desesperado se suicidou, né? Minha irmã Olália, a luz do Espiritismo, além da oração, o que se pode fazer para um filho que se afastou do próprio pai? Vem o dia dos pais, né? uma boa oportunidade. >> Planejamento familiar é feito com profunda meticulosidade pelos benfeitores junto a cada um de nós. Dezenas e dezenas de anos antes de virmos à reencarnação. E é claro que entre os indivíduos que compõem cada família, estamos os que já nos acertamos, já conquistamos os patamares do amor e ainda aqueles que têm severas desavenças entre si. Obviamente nós estamos apenas vendo o caso de forma superficial, mas demonstra que entre esses dois espíritos, pai e filho, há uma rusga que não se pode precisar de quanto tempo. É por isso que o Espiritismo nos esclarece, nos suplica que eduquemos os nossos filhos à luz dos exemplos do Cristo e nos oferece a vastidão dos ensinos da evangelização infanto juvenil, para que encontremos

sso que o Espiritismo nos esclarece, nos suplica que eduquemos os nossos filhos à luz dos exemplos do Cristo e nos oferece a vastidão dos ensinos da evangelização infanto juvenil, para que encontremos a forja do caráter, a fim de aprendermos a amar. Então, para uma mãe que se encontra nessa circunstância, toda vez que puder abraçar o seu filho e falar-lhe das dificuldades que o casal enfrentou, porque todos enfrentamos, todos somos jovens, todos somos inexperientes quando temos os nossos filhos e passamos por severos desafios. Então, ressaltar ao filho as lutas, as dificuldades desse pai e pedir-lhe que a ajude a aprenderem a amar-se aos outros, a fim de que possamos vencer esta reencarnação, cumprindo o planejamento. >> Muito obrigado, minha irmã. Jelma, tem eh uma pergunta do público aqui a respeito da das religiões e do futuro das religiões. O que que nós poderíamos explicar à luz do espiritismo sobre a questão que o espiritismo não será a única religião do futuro, né, mas será uma religião para orientar, servir de lastro, de base para as religiões do futuro? Como não é que nós podemos esclarecer o nosso público a respeito dessa questão? >> A doutrina espírita se baseia em princípios universais. Universis, eh, que são baseados nas leis divinas. As leis divinas são para todos, para toda a humanidade. E aí a doutrina espírita, ela avança à frente de outras na medida que ela já busca cultivar as leis divinas no sentido da compreensão e da vivência, com mais naturalidade, com mais harmonia. E a os princípios que nós abraçamos, eu entendo que não quer dizer que no futuro eu sou espírita. Não é esse o ponto, mas todos estaremos vivenciando os princípios universais do amor, da lei, das leis divinas, eh fazendo ao outro aquilo que a gente gostaria que fosse feito a nós, entendendo a reencarnação, aceitando, aceitando as leis de causa e efeito. Então, a partir do momento em que todos estivermos vivenciando esses princípios eando a virinas, nós estaremos num só diapasão

ntendendo a reencarnação, aceitando, aceitando as leis de causa e efeito. Então, a partir do momento em que todos estivermos vivenciando esses princípios eando a virinas, nós estaremos num só diapasão de universal no sentido da vivência. E essa é a minha maneira de entender. >> Muito obrigado, irmã. Tem uma pergunta do público aqui, Lália. de Pedro, esforço de evolução. Geralmente compreendemos que evoluir é muito difícil e realmente não é que seja difícil, é lento, gradual e inevitável. Era a lei do progresso, sempre iremos evoluir. Mas na questão 90 de O livro dos Espíritos, os espíritos dizem que poderíamos vencer estas nossas imperfeições, fazendo esforços bem pequenos, bem pequenos, ele sublinhou, bem pequenos, mas que nos falta a vontade. Então, como conciliar essa resposta com as demais, os demais ensinos gerais da doutrina espírita? Primeiramente, eu queria aqui eh cumprimentar a Joselma, porque eu esqueci de dar um abraço a essa irmã querida. Então, Joselma, um grande abraço a você, que Jesus te abençoe sempre, viu? É uma honra estar aqui com você. Quanto à resposta, essa foi uma das perguntas que mais me impressiona até hoje em o livro dos espíritos, porque na 919, Santo Agostinho nos pede que conheçamos a nós mesmos. Mas antes, 10 perguntas, Allan Kardec questiona os benfeitores sobre a dificuldade que temos quando reencarnados, porque não estamos de posse da nossa memória integral, estudando as más inclinações, obviamente, sem necessidade de saber os fatos dos quais fomos protagonistas. Nós sabemos quem somos. Então, quando ele diz, seria até bem fácil domar as nossas más inclinações, o que nos falta é vontade. É um fato. Porque quando adentramos a reencarnação envolvidos pelas urgências do corpo físico, nós vamos esquecendo que somos espíritos. Então, vamos atendendo a tudo que é imediato, a tudo que nos traz conforto. E a Joséma falando do espiritismo me fez recordar que a própria revista espírita em dezembro de 1861, quando trata da organização do espiritismo, no item 11, que fala do seu

udo que nos traz conforto. E a Joséma falando do espiritismo me fez recordar que a própria revista espírita em dezembro de 1861, quando trata da organização do espiritismo, no item 11, que fala do seu objetivo, diz que o espiritismo não veio para os perfeitos, porque sabe que não existem num planeta de provas e expiações, mas para aqueles que reconhecendo as suas imperfeições, querem se modificar. Então, eu acho que a pergunta que nós devemos nos fazer ao apreciarmos essa resposta a questão 90 é: nós queremos realmente fazer essa caminhada porque ela, o Mário, disse, e é a maior verdade, é muito lenta e sacrificiosa. É uma subida. Na subida, nós paramos para tomar fôlego, mas precisamos persistir. Mas é difícil reconhecer as minhas imperfeições, é difícil domá-las. Então, procure fazer o maior bem possível, porque o bem concretizado devagarinho ele vai apagando o mal que existe em nós. >> Muito obrigado. Vamos agora a um pequeno intervalo e já retornamos. Convido vocês para nos acompanharem nos estudos da nona temporada de psicologia espírita com Joana de Angângeles. Para essa temporada falaremos sobre a essência da comunicação, tentando sempre aprimorar um pouco mais a qualidade das nossas relações, dos nossos relacionamentos. Espero vocês em breve. Enchameiam na terra em renhidas lutas de libertação, almas crucificadas, exaurindo-se e renovando-se no processo grande eloquente da vida. Tem lugar então calvários morais de laceradores em longo curso, calvários físicos de agigantadas proporções, calvários mentais e emocionais de complexas expressões, ensejando aos transfugas do dever no passado as sublimes metas da felicidade. dia virá após o seu calvário de libertação, qual ocorre contigo, em que todos unidos fruiremos a bênção da paz. A mansão do caminho apresenta Calvário de Libertação de Edivaldo Pereira Franco pelo espírito Víor Hugo. Jelma, muitas perguntas têm chegado aqui pelo YouTube a respeito da palmada do vovô Pedro. Muitas pessoas têm muita curiosidade, né, onde obter, como é que

aldo Pereira Franco pelo espírito Víor Hugo. Jelma, muitas perguntas têm chegado aqui pelo YouTube a respeito da palmada do vovô Pedro. Muitas pessoas têm muita curiosidade, né, onde obter, como é que ela é feita. Eu me lembro que há alguns meses atrás você fez uma belíssima exposição a respeito da pomada do Vô Pedro. Você poderia no conceder a a repetição daquela história sobre a pomada do Vovô Pedro e aqui em Salvador, como é que nós podemos obter também a pomada, né? É, eh, não é muito simples falar sobre a pomada, vovô Petro. a nossa querida Solange, que tá aí ao seu lado, já nos deu a honra de estar junto com a gente numa num trabalho, né, Solange, ela e e Ana Jaici e a pomada já estamos com 51 anos que ela foi recebida e que é produzida. Eh, acima de tudo, além dos elementos vegetais eh, que a compõe, ela tem, acima de tudo, uma composição vibratória de muito amor, de muita simplicidade e e de muita, vamos chamar devoção no sentido desse, dessa dedicação e desse amor maior. eh, sem nenhum ritual que pudesse vulgarizar o trabalho. Não existe nenhum ritual. Eh, nós temos eh a oportunidade no dia a dia, quando a gente reflete sobre eh a produção da pomada, eh eu fico impressionada quando eu paro para pensar, embora eu esteja como uma das responsáveis, eu eu me impressiono quando eu vejo a quantidade de casas espíritas que assumiram com muito carinho, com muita responsabilidade a produção da pomada. Nós somos hoje 32 casas que produzimos a pomada Vovô Pedro. Isso distribuídos em todo o Brasil. E por duas, por três vezes já fizemos fora do Brasil, atendendo a necessidade que era muito grande. Eh, quando nós eh nos encontramos eh eh nós temos ali em torno de 150 170 pessoas para fazerem 50.000 potinhos. Eh, e nós temos sido às vezes até pressionados, quase todos os dirigentes, a receber mais pessoas para participarem. E aí nós somos obrigados a fazer rodízio. Aqueles que vem de uma vez, deixa o espaço para outro, para que a gente possa dar chance a todas as pessoas que queiram conhecer, porque é

para participarem. E aí nós somos obrigados a fazer rodízio. Aqueles que vem de uma vez, deixa o espaço para outro, para que a gente possa dar chance a todas as pessoas que queiram conhecer, porque é importante conhecer exatamente para ter referência eh intelectual de entendimento, de compreensão, né, e e de vivência do que que do que que nós produzimos ali. Eh, a pomada foi ditada a João Nunes Maia pelo eh espírito Mesmer. E quando eh ele estava no lançamento de um livro, foi o primeiro romance que ele psicografou chamado Além do Ódio e alguns componentes eh eh alguns personagens do romance eh desencarnaram com a Cenise e eles se apresentam a Nunes e pedem que o lançamento fosse na colônia Santa Isabel em Betim, próximo aqui a Belo Horizonte, mas era um lançamento que não seria vendido, os livros seriam distribuídos gratuitamente. E como foi muito difícil conseguir eh um veículo que levasse, eles foram num Fusca, né, um pequenininho. Tinha inúmeras pessoas dentro do carro. Naquela época não havia limites. Havia uma pessoas uma no colo da outra. e sóc coue uma caixa de livros no porta-mala do Fusca, que quem conheceu sa ou conhece sabe que é um porta-mala pequeno. E quando chega lá, eh, João Nunes a a assustou-se com o número de pessoas que estavam ali na casa espírita. E o João Pipoca, que era o presidente do do Centro Espírita Campos Vergal dentro da colônia, ele tinha falado que haveria eh distribuição grátis, usou a expressão, distribuição grátis de livros e o centro estava cheíssimo. É, e a e o Nunes ficou muito preocupado, os livros não vão dar. E o Pipoca eh virou para ele e disse: "Fica tranquilo, aqui tem muitos da mesma família, eu os conheço. A gente vai conseguir". nada ali aquele momento de prece de evangelho. Eh, João Pipoca começou a chamar as pessoas, a família do fulano, saía, levantava todo mundo daquela família, ia lá na frente ganhar o livro e a caixa de livro esvaziando e o auditório cheio. E o Nunes fala, mas não vai dar. E o certo é que o grande fenômeno

fulano, saía, levantava todo mundo daquela família, ia lá na frente ganhar o livro e a caixa de livro esvaziando e o auditório cheio. E o Nunes fala, mas não vai dar. E o certo é que o grande fenômeno é que quando eh tinha um só livro na caixa, a caixa tinha 108 livros, tinha um só livro na caixa, o pipoca pegou e disse: "A família do fulano, todos os demais que estavam presentes, eram todos da família daquele último que ali estava. E todos ficaram muito felizes porque todos saíram com um livro grátis, um livro espírita. E nesse meio tempempo, enquanto todos ali conversavam felizes com aquele acontecimento, o Nunes viu que foram adentrando espíritos com roupa de festas, espíritos caracterizadamente escravos, porque a o romance envolve uma fazenda de escravos. Eh, e eles com a roupa de festa, eles foram adentrando. Aí o Nunes falou: "Mas que estranho, né?" pensou o pessoal lá comentando sobre o fenômeno dos livros e o Nunes observando aquilo, pensou, mas que estranho agora que que acabou e que eles estão chegando e aí foram entrando depois que esses que eh estavam caracterizados como escravos num dia de festa, entraram os outros personagens do livro e finalmente entrou uma figura diferente que foi caminhando e todos fizeram um cumprimento de se curvaram eh eh com muito respeito diante da figura dele quando ele passava. E aí, eh, ele chegou perto do Nunes e disse: "Eh, eu venho aqui, pega um papel e eu vou ditar para você uma fórmula para nós ajudarmos os nossos irmãos que aí estão a terem aliviadas as suas dores." E aí não tinha papel na mesa aquele dia e o Nunes brincava: "Eu nunca vi mesa espírita que não tem papel". Aí hoje ele veria, né? Porque hoje em dia já quase não tem papel nas vezas, mas naquela época era raro isso, mas não tinha papel. E ele então abaixou-se, pegou um pedaço de papel que estava embrulhando os livros, ele rasgou assim e o espírito ditou os componentes da pomada vovô Pedro. num pedaço de papel o Nunes escreveu e aí quando ele ia saindo, terminou, ele se voltou para sair e o

va embrulhando os livros, ele rasgou assim e o espírito ditou os componentes da pomada vovô Pedro. num pedaço de papel o Nunes escreveu e aí quando ele ia saindo, terminou, ele se voltou para sair e o Nunes disse: "Mas qual é seu nome?" Ele disse assim: "Ah, me chama vovô Pedro". Nunes ficou assim, eh, e aceitou e ele já ia saindo, ele voltou e falou: "Ah, essa pomada tem um preço". O Nunes falou: "Meu Deus, mas pomada, eh, espiritismo cobrar, pagar alguma coisa, não tem como, mas ficou assim assustado. O espírito sorriu e disse assim: "O preço desta pomada é Deus lhe pague." o se você cobrar em algum momento eh um potinho que seja desta pomada, pode ser que ela não eh produza o mesmo efeito, porque estará interferindo um interesse material nessa vibração de amor que há de acontecer. Bom, foi isso aí. E só mais tarde é que o Nunes foi saber que aquele espírito era Mesmer, porque ele estava numa biblioteca em São Paulo, eh, na biblioteca pública de São Paulo. Toda a cidade que o Nunes ia, ele procurava saber onde tinha biblioteca pública. E ele ia, sentava-se e começava a ler. E ao pegar uma enciclopédia, ele vai folheando e e depara com aquela figura. Ele falou: "Mas esse aqui é o vovô Pedro?" E lá tava o nome mesm. Ele ficou mais uma vez assim admirado. E o espírito se apresenta a ele ali na biblioteca. Já tinham quase 10 anos que a fórmula estava eh eh sendo utilizada. Ele disse: "Sim, sou eu." Eh, as coisas simples devem ter nome simples. Se eu lhe desse o meu nome, alguns iriam achar que você estava utilizando um nome pomposo, que poderia ser algum algum processo seu de vaidade, de orgulho. que você como médium poderia se sentir muito envaadecido, embora a gente sabe dos seus princípios. Então, por isso eu me apresentei como simplesmente vovô Pedro. E por que que ficou pomada vovô Pedro? O pessoal falava assim: "A pomada do vovô Pedro". A pomada do E o brasileiro adora ir economizando sílabas, né? E quando a gente assustou, tiraram o du e ficou pomada, vovó Pedro. Então, não tem nada

O pessoal falava assim: "A pomada do vovô Pedro". A pomada do E o brasileiro adora ir economizando sílabas, né? E quando a gente assustou, tiraram o du e ficou pomada, vovó Pedro. Então, não tem nada a ver com eh que algumas pessoas falam assim: "Ah, era um preto velho". Não, não era não. Eh, embora não tenhamos nenhuma nenhum preconceito com os espíritos, tô só esclarecendo, aproveitando a oportunidade. Em linhas gerais, eu acho que é o que eu poderia falar para não tomar muito tempo da de todos aí e da Oláia que tem que falar também. Muito bem, muito obrigado aí pelas explicações, né, e pela história que muitos desconhecem a respeito da pomada Vovô Pedro. Eu sei que aqui em Salvador quem produz é o centro espírita Paulo Estevão, né? Eu não sei se tem mais algum outro, mas o Paulo Estev, eu tenho certeza que produz a pomada vovô Pedro. Minha irmã Eulália. Pergunta de Marcelo. Eu eu trouxe umas perguntas aqui que ficaram de sábado, que eu disse que ia trazer de volta. Então eu trouxe aqui as perguntas de sábado do nosso encontro a respeito de mediunidade. Então o Marcelo na ocasião perguntou o seguinte: "Como a obsessão se manifesta quando nós não desenvolvemos a nossa mediunidade? A obsessão é mais presente em quem não desenvolve? Caro Marcelo, isso é um mito, porque não é a mediunidade, o trabalho com a mediunidade ou a ausência dele que provoca a obsessão, mas sim os nossos vícios morais. Nós estamos ininterruptamente em intercâmbio espiritual. Já no livro dos médiuns, no item 159, Kardec nos afirma que todo aquele que sente em qualquer grau a presença dos espíritos é médium. E muitos de nós dizemos, mas eu não sinto nada. E aí lá no último capítulo, Kardec vai nos mostrar no item 11, dissertações espíritas, o capítulo de que todos temos um anjo guardião. Então todos estamos em conexão com ele por sinais, por sintomas, por pensamentos, então somos médiuns. Ora, se temos intercâmbio, esse é contínuo. E como sabermos que tipos de espíritos nos acompanham? É só analisarmos

s em conexão com ele por sinais, por sintomas, por pensamentos, então somos médiuns. Ora, se temos intercâmbio, esse é contínuo. E como sabermos que tipos de espíritos nos acompanham? É só analisarmos a nossa, as nossas inclinações, os pensamentos que nos rodeiam a mente diária. A todo momento nós estamos pensando. Quando eu penso, não vou pensar nada, já estou pensando. Então, os espíritos se aproximam, porque o pensamento no mundo espiritual é matéria. Eles acessam e se aproximam de nós. Quando você trabalha a mediunidade com continuidade e disciplina, que é o correto, aliás, dizer, eu preciso trabalhar a mediunidade porque se não o fizer, tudo na minha vida vai dar errado, também é mito. Então, aquele que vai se entregar ao trabalho da mediunidade deve encará-lo como um sacerdócio e obedecer à disciplina, ao estudo. Divaldo nos trouxe uma obra excepcional em torno da mediunidade e a sua vida é um exemplo, porque ele continua nos oferecendo esse exemplo. Então, é a condição moral e não trabalhar ou não a mediunidade, mas as nossas atitudes para com as pessoas mais próximas a nós dizem por si quem são os que dividem o campo mental conosco. >> Muito obrigado, minha irmã. Tem uma pergunta bastante complexa aqui, Juselma, sobre obsessão e mediunidade também foi do sábado de Antônio. Ele é dirigente de uma de uma casa espírita, mas pelo que eu pude entender da pergunta, e tá diante de uma prova obsessiva muito de largo porte e também tem uma mediunidade muito ostensiva. Então, esse conjunto de ser dirigente de uma casa espírita está dentro de um uma provação obsessiva e tendo uma mediunidade ostensiva. O que é que nós podemos recomendar ao nosso irmão para que ele possa realmente vencer essa etapa dificultosa na sua vida? É, e acima de tudo eu manifesto a ele o meu respeito pela humildade dele em colocar eh o momento eh mais difícil que ele está vivenciando. E isso para nós é muito importante porque demonstra logo a humildade dele. Eu entendo que a coisa mais importante é

ela humildade dele em colocar eh o momento eh mais difícil que ele está vivenciando. E isso para nós é muito importante porque demonstra logo a humildade dele. Eu entendo que a coisa mais importante é trazer Jesus de uma força, eh, é claro que sem rituais, mas trazer trazer Jesus de uma forma muito intensa para dentro da casa espírita, no sentido assim de fazer leituras do próprio evangelho, eh, do Evangelho Segundo Espiritismo, pequenos trechos diariamente para que eh possa ir consolidando a presença de Jesus. Não para ele que a gente vê que eles ele ele tem isso claro, mas os espíritos vão começar a sentir a vibração eh eh da presença da do evangelho de Jesus ali dentro daquele ambiente. Isso uma prática simples. Mas acima de tudo, eu fiquei pensando que se ele pudesse, seria muito bom que ele pudesse pudesse deixar alguém assumir a direção da casa para que ele pudesse se liberar um pouco da pressão vibratória e se dedicar sempre aos estudos e ao trabalho em favor do mais necessitado. Se não tiver quem assuma, que ele continue mais fazendo este trabalho de estudo, trabalho em favor do necessitado e evangelho. Eu entendo que todos nós que passamos por momentos de obsessões, nós precisamos de ter próximo a nós alguém evangelizado. Não é assim um santo, não. Não é santo que não existe, mas alguém que já se esforce para praticar o bem. aquela pessoa que tem consciência do seu papel de praticar o bem. Quando nós, nos nossos momentos de dificuldades, temos ao nosso lado alguém com essa característica, certamente facilita mais a nossa caminhada. Então, resumindo, estudo, trabalho, evangelho, é o que eu a princípio encontrei como proposta e paciência, porque eh não é de uma hora para outra, não é no simples estalar no de dedos, paciência e perseverança que a gente consegue vencer. Obrigada, minha irmã, pela apresentação do roteiro, o roteiro de conduta para o nosso irmão diante dessa prova difícil que está passando. Minha irmã Oláia, como blindar a nossa família de interferências de espíritos.

irmã, pela apresentação do roteiro, o roteiro de conduta para o nosso irmão diante dessa prova difícil que está passando. Minha irmã Oláia, como blindar a nossa família de interferências de espíritos. Ele colocou aqui deletérios, mas espíritos perturbadores, né? Como nós podemos blindar a família da ação desses dessa interferência de espíritos na no nosso dia a dia? >> Jesus nos legou talvez o maior, talvez não, com certeza o maior exemplo, porque ele fez o primeiro evangelho no lar na casa de Simão Pedro. Então, o evangelho no lar é aquele momento de comunhão da família com os benfeitores espirituais. Se cada um temos o nosso anjo guardião, nós temos uma comissão de benfeitores à frente de uma família, todos eles contribuindo da melhor forma para nos intuir, a fim de observarmos a nossa conduta diária. Então, viver o evangelho, respeitar-se mutuamente. Então, aquela situação do filho com o pai, ele não consegue aproximar-se, mas ele deve respeito ao seu pai. Então, o evangelho já está lá dizendo honrar pai e mãe. Então, o evangelho ele nos fortalece os sentimentos, a emoção para pelo menos nos respeitarmos. E, obviamente, todos os dias, por múltiplas eh condições, nós trazemos conosco acompanhantes espirituais. Então, que eles encontrem em nossa casa uma família cristã e no nosso caso, uma família espírita cristã. Nós abrimos espaço para todos os desejos dos nossos filhos. Essa concessão está cada dia ficando menos policiada, menos ajuizada. Então, por que não pedir aos nossos filhos que pelo menos atendam um desejo nosso, que é o estar conosco no evangelho em família? Se nós não conseguirmos de qualquer maneira, façamos a sós, porque na realidade não estaremos a sós. Mas a vivência da moral cristã é exatamente o antídoto para a obsessão. >> Muito obrigado. A quando a Juselma estava respondendo a respeito da essa perturbação espiritual do dirigente espírita, eu me recordei muito num livro de Manuel Filomé de Miranda, Perturbações Espirituais. Tem ali um exemplo bem característico,

espondendo a respeito da essa perturbação espiritual do dirigente espírita, eu me recordei muito num livro de Manuel Filomé de Miranda, Perturbações Espirituais. Tem ali um exemplo bem característico, né, a respeito do assunto e muito interessante ser lido para consolidar as recomendações e o roteiro que a nossa irmã Jusma deixou. Vou fazer a última pergunta aqui então paraa Jelma. É uma pergunta também a respeito de mediunidade, veio de João, tá aqui no YouTube, uma pergunta dos dias atuais, eh, sobre reuniões mediúnicas online. Que que você pode nos esclarecer a respeito deste assunto, Jelma? Eh, nós entendemos que lidar com a mediunidade, com as manifestações dos espíritos, amigos e também os credores, exige de nós muita atenção, muita disciplina e muita vigilância. Nós sabemos que os momentos eh atuais trouxeram novidades e recursos que eh facilitam a nossa caminhada, mas nós temos que ter o cuidado para não vulgarizar o uso de determinados recursos, porque nem sempre nós estamos devidamente preparados para eles. Se nós somos um grupo em harmonia, eh, que temos uma condição já é uma base de estudo e de trabalho e de sintonia, se nós nos dedicamos um tempo a esse trabalho virtual para um exercício e nos mantermos unidos, é uma coisa. Agora eu pegar um grupo de pessoas que está começando a conhecer mediunidade, eh, que que não tem muita noção de doutrina espírita e eu fazer um grupo virtual e trabalhar com essas criaturas, certamente eu estou colocando em risco eh a harmonia desses médiuns que estão começando a despertar e até a minha própria condição. Então, em tudo o bom senso, em tudo o equilíbrio, eh, doutrina espírita, ela já é considerada a doutrina da liberdade, exatamente porque existem situações que, dependendo do grupo, dependendo de do nível do nível de conhecimento e de segurança daqueles que participam e de quem conduz, ele tem autoridade para tomar tomar uma posição, falar, nós precisamos, é urgente. Vamos fazer aqui uma reunião, mas transformar o trabalho

nto e de segurança daqueles que participam e de quem conduz, ele tem autoridade para tomar tomar uma posição, falar, nós precisamos, é urgente. Vamos fazer aqui uma reunião, mas transformar o trabalho virtual em um hábito deixando de ir eh à casa espírita, abrindo mão do magnetismo que ali eh se é vivenciado, não é recomendável e e é arriscado. Ou seja, deixando claro, existem casos que, dependendo da condição evolutiva de conhecimento, o médium pode assumir aquela responsabilidade, mas que não seja vulgarizada, que seja um trabalho muito sério, mas começar com outros que não conhecem não deve ser feito, porque é um risco e nós temos que fazer de tudo para que os médiuns encontrem o aconchego da casa espírita para ali eles eh se familiarizarem com a presença dos espíritos e dos companheiros dos médiuns. É a vibração, é a sintonia e isso é de extrema importância. Muito obrigado, Juana, pelas sábias recomendações. Eu aproveito o instante agora de finalização da nossa reunião e convido a nossa irmã Eulia Bueno para que faça a sua despedida de todos nós. A nossa despedida é de gratidão Divaldo Pereira Franco, a Nilson de Souza, que doaram as suas existências para erguer esta obra que acolhe, ampara e encaminha. Os dois retornaram para casa e nós lhes devemos tudo, tudo que aprendemos sobre o espiritismo. Então, que não nos esqueçamos da obra e de continuarmos presentes nesta casa, oferecendo que seja uma fagulha da nossa gratidão para que ela permaneça de portas abertas. acolhendo a todos. Muita gratidão. >> Muito obrigado, minha irmã. Agora eu convido então a Jucielma Coelho para que possa se despedir também de nós. Juselma, >> então, eh, eu tenho no coração um pedacinho desta casa na minha alma. Eh, desde a primeira vez que eu fui aí, há muitos, muitos anos e que Divaldo, eh, a expressão é essa, ele escancarou as portas de toda a casa. Eu me lembro ele dizendo pra tia assim: "Olha, abra todas as portas, que ela conheça toda a mansão." Isso me emocionou muito e eu tenho eu

a expressão é essa, ele escancarou as portas de toda a casa. Eu me lembro ele dizendo pra tia assim: "Olha, abra todas as portas, que ela conheça toda a mansão." Isso me emocionou muito e eu tenho eu tenho comigo na alma a vibração da mansão do caminho e de todos vocês que aí trabalham, que se esforçam para garantir a divulgação da doutrina e o exemplo da vivência da caridade e do amor. Então eu agradeço profundamente a oportunidade de estar com vocês e daqui eu estou todos os dias orando por vocês, por nós, para que possamos continuar juntos caminhando em favor da divulgação da doutrina e do evangelho de Jesus. Um abraço a cada um de vocês. Muito obrigada por tudo. >> Muito obrigado, Jelma. Muito obrigado mesmo. Mas o Celmo e a Lália. Vamos então agora para a nossa parte prática da doutrina espírita, aplicação dos passes, convidando os médiuns passistas para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso fiel companheiro de todas as horas. Palavra, Senhor. As palavras temos muitas para dizer, para expressar. para discursar, mas as palavras sem a obra são mortas. O importante, Senhor, é a expressão do amor, o exercício físico das palavras, a expressão da tua verdade em relação à caridade. A obra Mansão do Caminho, fundada por Nilson de Souza Pereira e Divaldo Pereira Franco, continua o legado deixado pelo nossos irmãos de atender as almas sofridas, como dizia Divaldo, os filhos do Calvário. É a missão desta casa que teve autorização de Jesus, de Francisco de Assis e a direção segura da benfeitura Joana de Angeles, para que continue se manifestar o amor na forma e no pensamento de Francisco de Assis, atender aos necessitados. na assistência social e na saúde e a educação, conforme disse a benfeitora Joana de Ângeles, para esclarecer as consciências do mundo. A obra é vossa, Senhor. Nós somos os vossos discípulos que estamos atento às vossas orientações. Para-nos, pois neste momento, para que o nosso amor se expresse nas nossas mãos,

consciências do mundo. A obra é vossa, Senhor. Nós somos os vossos discípulos que estamos atento às vossas orientações. Para-nos, pois neste momento, para que o nosso amor se expresse nas nossas mãos, irradiando a energia neste ambiente, juntamente com o fluido do mundo espiritual, numa química maravilhosa para as nossas dificuldades físicas, espirituais e mentais. Leva a nossa gratidão aos fundadores desta instituição. Abençoa os nomes da entrada desse cenáculo, os encarnados e os desencarnados. transforma a água que ali deixamos num remédio precioso, com o mesmo amor e com a mesma irradiação da pomada vovô Pedro, para que ao sorvê-la possamos levar até o nosso organismo físico, ao nosso perespírito, os benefícios desse líquido precioso. abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar, pensando em ti e levando a boa mensagem do teu amor aqueles que nos aguardam. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Muita paz a todos. Está encerrada a nossa reunião.

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