Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 17/08/2024
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Muito boa noite a todos. Vamos dar início a nossa reunião doutrinária de sábado à noite, uma reunião presencial e transmitida pelos canais virtuais. E para o início da nossa reunião, vou convidar a nossa diretora tesoureira para proferir a prece de abertura dos trabalhos da noite. Querido amigo Jesus, é com alegria que nos reunimos em teu nome para refletir sobre as tuas mensagens de maneira a promover em nós a renovação necessária para seguir irmos à nossa estrada com passos firmes, seguros e com o amor que nos toca para levarmos a todos aqueles que vão compartilhar conosco nas vivências do cotidiano. Que possamos, Jesus através destas reflexões, nos tornarmos melhores hoje em relação a ontem e no amanhã, melhor do que temos sido até então. E que sejamos, mestre, os divulgadores da tua proposta, do teu evangelho e que seja visto pela vivência que a cada passo iremos dar para que tu possas, Jesus, reconhecer-nos como os teus verdadeiros discípulos E que diante dos desafios, não esqueçamos jamais da tua mensagem que consola, que harmoniza e que nos impulsiona a prosseguirmos confiantes na certeza da vitória plena. Em teu nome, Mestre, em nome de Deus. da nossa mãe santíssima. Nós pedimos a permissão para iniciar as reflexões desta noite e que a tua paz, Jesus envolva a cada um de nós e se estenda por toda a humanidade hoje e sempre. Que assim seja. Boa noite a todos mais uma vez. Então, depois da prece da nossa irmã Tânia, nós gostaríamos de anunciar o nosso próximo evento, que é o Congresso Espírita Joana de Angeles. Ele aconteceu a primeira vez ano passado em Uberaba e esse ano será aqui na mansão do caminho. Congresso Espírita Joana deÂngeles, promovido pelo núcleo de Psicologia e Espiritismo da AM. Ovorecer do mundo de regeneração e os desafios atuais. vai ser do dia 19 a 20 de 2024 na mansão do caminho. Então é o segundo congresso. E o nós temos aí diversos palestrantes que são psicólogos, médicos psiquiatras e que farão parte desse contexto do congresso espírita.
9 a 20 de 2024 na mansão do caminho. Então é o segundo congresso. E o nós temos aí diversos palestrantes que são psicólogos, médicos psiquiatras e que farão parte desse contexto do congresso espírita. Então vocês podem ver aí a uma equipe lá de do Rio Grande do Sul, eh, Dr. Leonardo aí de Pernambuco e os outros. Júnior aí passa mais um pouquinho aí. Mais uma turma ali, uma senhora do Paraná, Alexandre Fontoura do Rio Grande do Sul, Dr. Gelson, Luís Roberto, que também é do Rio Grande do Sul. E a palestra das 20 horas será com Divaldo no sábado, né, dia 19 com Divaldo. E começa das 8 às 21 horas e no domingo das 8 às 13 horas. E também nós anunciamos a esse essa esse evento na terça-feira à noite. Então transcorreu quarta, quinta e sexta. Já foram vendidos 300 convites, nós temos 500. Então acredito que até quarta-feira já termine tudo. Todos os convites daqui do Senáculo. Nós teremos mais 150 no prédio Lijabanhos, no telão em frente. Depois que esgotar, nós abriremos o Espiritismo Play para aqueles que querem assistir remotamente. Então acredito que semana que vem a gente já faça também o espiritismo play. Então, aqueles que moram no exterior, em outros estados, em outras cidades, que não tm condições de comparecer presencialmente, vão poder assistir no Espiritismo Play todas as palestras, todo, nós estamos com problema de estabilidade, de luz aí da escada de luz tão rápida que o gerador não tem tempo nem de entrar, né? Isso já aconteceu aí duas ou três vezes hoje e agora aconteceu de novo. Então vamos aqui levar. Daqui a pouco o ar condicionado volta também que leva um tempo para voltar. Muito obrigado a todos. Aí a palavra com Div. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, amigas e amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho. Nossos votos de muita paz. Por volta dos anos 70, no século passado, um sacerdote católico americano saiu em peregrinação pela América Latina para dar uma ideia geral de uma atividade religiosa que ele estava começando
ita paz. Por volta dos anos 70, no século passado, um sacerdote católico americano saiu em peregrinação pela América Latina para dar uma ideia geral de uma atividade religiosa que ele estava começando nos Estados Unidos. Chama-se padre de peitan e ele trazia como verdadeira chamada uma frase: "Família que ora unida permanece unida e esteve pelo Brasil praticamente em rede nacional, convidando as famílias católicas a orarem no lar, reunindo a família em um contexto diferente de diálogo. Porque, por incrível que pareça, a questão religiosa, os pais, nós outros, sempre deixamos por conta da própria religião no templo em que ela tem o exercício. E raramente abordamos os fundamentos da religião, principalmente cristã, porque na doutrina Maomé é diferente entre os muçulmanos. A religião faz parte de todas as horas do dia e então ela também faz parte da charia, que é o documento onde está escrita a lei. É o livro de justiça e de oportunidades legais para dirigirem a sociedade. Nós, os cristãos, algumas exceções, certamente, nem sempre abordamos com nossos filhos a questão religiosa. máximo. As mães nos ensinam o Pai Nosso, na hora de dormir e quando são realmente religiosas nos encaminham para o catecismo dominical, onde nas diversas igrejas do cristianismo, nós nos preparamos para ser amantes de Deus. A expressão pode soar um pouco vulgar, mas é que algumas dessas religiões dizem que nós deveremos atender porque Deus deve ser temido. Então, nós seríamos os tementes a Deus e criamos um paradoxo, porque se Deus é o nosso pai, não há nenhuma razão para temê-lo, e sim para amá-lo. Graças a isto, surgiu ainda nos Estados Unidos, mais ou menos no fim do século X, uma doutrina cristã baseada no Deus teme. Essa religião, toda vez que pronuncia o nome de Deus, os seus discípulos tremem. Daí surgiu ao lado dos testemunhas de Jeová essa outra doutrina muito peculiar e que tem um número de adeptos muito grande em todo o mundo ocidental. E o padre Peiton realizou um trabalho admirável,
. Daí surgiu ao lado dos testemunhas de Jeová essa outra doutrina muito peculiar e que tem um número de adeptos muito grande em todo o mundo ocidental. E o padre Peiton realizou um trabalho admirável, porque famílias católicas, realmente católicas, de pessoas que atendiam aos dispositivos legais da igreja, não falavam nada dentro do seu programa de educação da família. E isso resultava que a fé não se desenvolvia no coração, porque a fé é uma semente como a bondade, o ódio, a tolerância, a misericórdia e que encontrando clima próprio, desenvolve-se tecnicamente, dizem os psicólogos, todos nós nascemos religião e naturalmente seguimos a religião da nossa família ou do grupo social no qual nós pertencemos. É que vale dizer que a fé é elaborada. Não se crê gratuitamente do ponto de vista religioso. É comum dizermos: "Nunca pensei nisso". a respeito, por exemplo, como é a vida espiritual, se é que a vida espiritual existe, a vida física, nós temos uma ideia, mas ao abandonar o corpo, como será essa vida espiritual se ela é constituída apenas de energia e não de massa, que constitui a parte material. da criatura humana. Esse sacerdote fez um grande benefício à sociedade daquela época, porque, infelizmente, pelo que eu consegui observar, passado uma temporada, foram desaparecendo os núcleos, as famílias deixaram de reunir-se e em breve já não havia mais aquele trabalho do evangelho. no lar dos estudos da família. Nessa oportunidade, aquela proposta foi muito saudável, porque nós espíritas já realizávamos aquilo que denominávamos o culto do evangelho no lar em mensagens que que o filho a partir dos 15 anos é posto para fora de casa. E a filha também. O pai dá uma chave da casa, mas eles vão ter que morar em separado, vão assumir a sua vida financeira, social, estudantil. faz parte da cultura desde aquela época a independência do jovem que passou a ter a idade de 15 anos como sendo uma idade adulta que nós celebramos há 18 anos, alguns países há 21 e outros há 25 anos. Nós poderemos
ultura desde aquela época a independência do jovem que passou a ter a idade de 15 anos como sendo uma idade adulta que nós celebramos há 18 anos, alguns países há 21 e outros há 25 anos. Nós poderemos analisar a questão, porque todos aqui já tivemos 15 anos e por mais maduros que hajamos sido, as nossas ideias aos 15 anos, por mais profundas, eram ideias muito superficiais. O que é que vai ser quando estudar? O que é que prefere? as primeiras manifestações da libido, os interesses e paixões, os atritos em família por causa da nossa liberdade de pensamento. E quando nós chegamos a esse interim 15, 25 anos, nos tornamos um problema para nós mesmos e para a nossa família. Mas este problema na Europa se tornou muito mais grave, porque jovens de 15, 16 anos, que ideia tinham do que é a vida? Ter um emprego, conseguir um emprego que lhe desse dignidade para poder manter-se? Alguns pais preferiam manter os filhos, mas a maioria deixava que cada qual cuidasse de si mesmo e se mantivesse. Então, fazer uma atividade para manter-se era muito problemático, porque o tempo ou era dedicado ao estudo ou era dedicado à vida dos prazeres, daquela oportunidade em que estamos descobrindo o mundo. E nesse período surgem também os nossos conflitos, as nossas dúvidas, porque até ali invariavelmente são os pais que nos dirigem, os pais, os psicólogos, as babás, aqueles mais velhos que nos orientam, que nos dizem o que é certo, o que é errado, o que é direito, o que não é direito, o que é moral. a moral e imoral. E então nós passamos sempre a fazer o que nos ensinam aqueles que já passaram pela idade. Ocorre, entretanto, que essas ideias nos são informadas e nós passamos a formar a nossa vida. Então, passamos a ter a própria vontade, começar a alimentação que nos apraz, os relacionamentos que nos interessam, o emprego que não seja mais rendoso ou não e as afetividades que nos facilitem uma vida de prazer do ponto de vista do adulto. que o jovem de 15 anos, 16 ou de 12 anos, hoje, como é muito comum, as
m, o emprego que não seja mais rendoso ou não e as afetividades que nos facilitem uma vida de prazer do ponto de vista do adulto. que o jovem de 15 anos, 16 ou de 12 anos, hoje, como é muito comum, as modelos mais jovens estão ganhando as passarelas do mundo. Uma modelo de 20 anos é velha, não tem a mesma expressão corporal de uma menina de 12 anos, de 14 anos. O corpo está em formação, está atraente. Depois dos 20, 25, já os hormônios se estabeleceram a sua marcha, as suas necessidades e o corpo responde por elas. Então, tivemos como resultado hoje uma sociedade competitiva, não uma sociedade cooperativa. Invariavelmente onde estamos, onde vamos, com pouco tempo, começamos a competir e esquecemos de contribuir. Se alguém nos pede uma ajuda, nós reagimos e temos o prazer de querer ser melhor do que o outro. A experiência de uma longa jornada me deu um quadro dessa realidade muito típico. Faz anos nós programamos um seminário, era uma experiência americana naquele tempo em que esses seminários começaram aqui no Brasil e que nós trouxemos das experiências nos Estados Unidos. sobre o nome de workshop, sala de trabalho. As experiências foram incontáveis. Depois agora acostumaram e fazemos o workshop, o seminário, o encontro, o congresso, a lá brasileira, sem aquelas características americanas que facilitavam o intercâmbio entre o orientador e os participantes. Agora no Brasil, nós colocamos o povo lá e falamos de cá e raramente damos a oportunidade de um intercâmbio, de eliminar dúvidas. Reservamos uma hora para perguntas e respostas daquilo que foi ouvido, mas das nossas dúvidas não temos tempo. E está se prolongando esse método e nós estamos ficando mais ou menos informados, não ficamos esclarecidos, que é outra coisa. A maioria fica mais ou menos informada. do que é física quântica, que se dá uma resposta de uma sessão. Quando a física quântica exige uma vida inteira para a gente entender somente o átomo. Imagine para colocar isso em dia, com explicações para um grupo como aqui, que
se dá uma resposta de uma sessão. Quando a física quântica exige uma vida inteira para a gente entender somente o átomo. Imagine para colocar isso em dia, com explicações para um grupo como aqui, que nós temos desde uma pessoa analfabeta até um Dr. causa com a variedade cultural imensa e ter a capacidade de chegar aos diferentes níveis. Ninguém pense que é fácil. Então, o culto do evangelho no lar era feito por espíritas num encantamento que fascinava. Algumas famílias que tinham a casa grande aproveitavam para fazer uma reunião fraterna com vizinhos, com amigos no Rio, em São Paulo, Porto Alegre. em cujas cidades eu participei de muitos cultos evangélicos e que se transformaram em centros espíritas, tal número de pessoas que ocorreram. E eles eram tão bons para as famílias que naquela noite, por exemplo, as famílias dedicavam-se ao culto evangélico. Não é necessário. Porém, dedicavam-se porque se sentiam tão bem que, por exemplo, na porta da rua ou na porta do apartamento do edifício, colocava: "Não bata na porta, estamos orando". Noutras havia: "Este é o momento do culto, espere tal hora". Naquela hora acabava. E muitas vezes as pessoas se telefonavam, olha, hoje eu vou e tal. havia um doce encantamento e, em consequência maior amplitude cultural, porque debatíamos os temas do cotidiano. Tivemos um problema com o nosso filho, com nossa mulher, a mulher com os filhos ou com seus familiares e debatíamos no culto. Era uma terapia grupal. É muito interessante olhar porque mais tarde surgiram na própria psicologia terapêuticas familiares em que nós repetimos a família criando esse trabalho de terapêutica para descobrir a razão dos conflitos que nós mantemos entre irmãos, entre amigos e etc. As mudanças psicológicas ultrapassaram a legitimidade das tarefas de natureza terapêutica e os cultos evangélicos foram desaparecendo e começamos a justificar o que é pior. Não, eu não posso fazer porque meus filhos não querem. Primeiro erro, filho não tem querer. Ele está numa fase de orientação
ltos evangélicos foram desaparecendo e começamos a justificar o que é pior. Não, eu não posso fazer porque meus filhos não querem. Primeiro erro, filho não tem querer. Ele está numa fase de orientação pedagógica. Queira ou não queira, ele é um aprendiz. Não é o filho que educa a família, é a família de adulto. Por isso que os filhos vêm quando já temos certa idade para orientá-los. É a lei. Mas muitos pais me dizem: "Meus filhos, mas já vem com esse negócio? é o negócio de comer, de ter a hora de alimentar-se, ter a hora de conviver, ter o respeito pelos visitantes. Então, o jovem começou a ter independência em muitos lares em que eu me suspendei, tinha na porta assim proibida entrada no quarto e os pais não entravam mesmo, as mães não entravam mesmo, porque lá dentro tinha maconha. Lá dentro tinha os quadros da conta da cultura e os pais convincentes de que não podiam contrariar o filho, mas o filho pode contrariar o pai a qualquer hora e a mãe deixava. E quando ele estava na droga pesada, aí era tarde demais, porque não podiam libertar-se daquela dependência orgânica. Outros me diziam assim: "Tivaldo, você veja, eu tenho uma filha de 17 anos, tenho um rapazinho de 19. Quando eu disse para eles, o quê? A gente uma vez por semana se reunir e então você veja a minha situação?" Eu digo, "Mas não vejo situação nenhuma". Era o senhor dizer assim: "Pois não, vamos nos reunir." Ah, mas eu não. Então, meu filho, você vai para outra casa. Porque aqui na nossa, não diga minha não, que fica feio. Na nossa casa todo mundo tem direitos, mas tem também deveres. Todo mundo come, mas nem todo mundo trabalha para comer. Sou eu quem trabalha para comer. E enquanto eu trabalhar para você comer, você faz o que eu mandar. Na hora que você não quiser, vai embora. 15 anos vai embora. Não impeço, vou sentir muito porque vou ver que fracassei porque eu devia ter começado com você quando você estava na barriga de sua mãe, porque é ali que começa a educação. Quando o homem entusiasmado está com embaraçada
r muito porque vou ver que fracassei porque eu devia ter começado com você quando você estava na barriga de sua mãe, porque é ali que começa a educação. Quando o homem entusiasmado está com embaraçada ou grávida e ele passa a mão, é impressionante fisiologicamente a descarga de uma substância de um neurônio chamado amor que ele descarrega no ventre. Essa criança vai ser muito feliz porque ela não reencarnou ao peso de antipatia nem de animosidade. Isto é ciência, não é espiritismo, não é ciência. Então, quando a mulher acaba tendo o parto, antes dava uma palmada pra criança chorar. Santa ignorância. Era para o ar entrar nos pulmões. Ent dava palbada. Agora não. Agora a mulher acaba teu filho. Coloca sobre a mãe para que as substâncias afetivas que ela continuou no ventre não sejam interrompidas. E enquanto a placenta não vai retirada, esse intercâmbio está perfeito. Então, quando corta a placenta, aí a parte medical recolhe, ela recolhe e fecha a comunicação com o mudo. Então, o tipo de amor que recebe o de ódio vai desenhar o comportamento do menino mais tarde. Mas o que que acontece? A questão da reprodução humana deixou de ser uma página da afetividade para ser uma página direta da negociação, mas ser um filho, ah, dá muito trabalho. Então, para que usa o sexo? Porque tudo tem uma causa e é um efeito. Já que usa o sexo, causa ter um filhinho efeito. Ah, mas eu não queria. Não use o sexo. Ou então se utilize de substâncias químicas que vão danificar o seu organismo espiritual. como vão danificar pessoas profissionais de sexo que as utilizam exclusivamente para um prazer tóxico, porque todo prazer que se repete torna-se uma dependência e toda dependência é um vício. Eu me recordo que quando eu era pequeno eu roía a unha. Não sei por, mas eu rí a unha. Eu tenho um irmão que ficou adulto e quase não tinha dedo porque ele ia roendo a unha e já estava roendo metade do braço de tanto ruido da unha. E então certo dia, eu devia estar com os 8 anos, eu estava em casa, chegou uma visita naquele tempo
ão tinha dedo porque ele ia roendo a unha e já estava roendo metade do braço de tanto ruido da unha. E então certo dia, eu devia estar com os 8 anos, eu estava em casa, chegou uma visita naquele tempo que a visita sentava na sala, a gente oferecia qualquer coisa, eu não oferecia nada, mas abria a sala de visita. Havia uma sala só para visita. Lá em casa tinha, mas não abria nunca, porque quase nunca ia visita, mas tinha os móveis, minha mãe limpava, passava óleo, não sei o quê e tal, vai lá na sala de visita. E quando chegavam pessoas distintas, quando chegavam, então meu Deus, a gente corria por dentro de casa, abria a sala de a pessoa entrava naquele santuário. Então conversávamos tudo e eu abri a porta, a visita entrou e eu me sentei logo, né? Eu adorava a visita para saber o que acontecia, porque minha mãe era daquelas que uma pessoa ia falar e a gente estava, ela fazia: "Divaldo, quer dizer, em bom português, saia daí. Você toma um beliscão. Então eu m dizia nada, ela fazia já sabia. Não era um beliscões, era uma palmada. E se a gente de má ela pedia licença, visita e já começava o ensaio da educação. Agora saia. Aí a gente ensaia chorando. Pode ver. E então a visita era muito bem vestida. Eu fiquei deslumbrado e as coisas que a pessoa ia contar eu não entendia, mas era formidável. E então a pessoa falando e eu na técnica e aqui os cantos das unhas bem cortadinho, eu tinha um alicate nesses dois dentes, ainda eu conseguia lixar, era uma coisa maravilhosa. E eu me sentia o rei do pedaço. E mas esta visita era uma visita protocolar e eu não sabia o que era protocolar e era do cotidiano. A visita sentou, ficou toda dura. Porque quem é protocolar não encosta. É falta de educação encostar no espaldar da cadeira. Olha que o povo me arranja coisa. Olha aqui. A rainha mãe de Elizabeth dizia que nunca se permitiu o luxo de sentar na cadeira como quem senta no banco e arriar. Ela sempre engoliu uma bengala. e mantinha a vida toda. Mas para ver como nós somos infantis, não é mesmo?
th dizia que nunca se permitiu o luxo de sentar na cadeira como quem senta no banco e arriar. Ela sempre engoliu uma bengala. e mantinha a vida toda. Mas para ver como nós somos infantis, não é mesmo? Que tem o mecostar é falta de educação. Mas eu tô fazendo mal a quem tô fazendo bem a minha coluna, coitada. Então ainda hoje observe que de vez em quando, para mostrar tórax. A beleza. Muito bem. E então a senhora estava sentada, parecia que tinha engolido a bengala, aquela coisa assim fantástica. E eu derreado e o dedo na boca. Mãe me olhou, me deu mil sinais. Eu entendi todos, mas não obedeci nenhum. Que eu estava interessada era na mulher. Aí a visita compreendeu e me disse assim: "De volta, sua mãe está pedindo para você não ficar roendo unha." Eu digo: "Nossa, como é que ela sabe? Olha, para mim foi um mistério. Eu disse, não é nada. É um cantinho que tem aqui. Porque tem um cantinho aqui que se a gente não tirar a gente não se salva. Vai deitar e fica com aquilo na cabeça até arrancar. E quando arrancar sentia aquela dozinha, já sabe que arrancou a unha. Pois. Então eu tirei e ela me disse uma coisa muito bonita. Eu estou lhe falando porque você é muito jovem e eu sou uma senhora aristocrática. Eu não sabia o que era, mas devia ser coisa boa, né? Aquela mulher bonita, bem vestida, toda atrapalhada assim, aristocrática. Eu digo, eu hei de ser aristocrata. Muito bem. A ela disse: "Eu vou lhe dizer que aqui na intimidade você pode até cortar sua unhazinha, mas diante de uma pessoa é falta de educação e isto é regra da corte inglesa. Porque Margaret, a irmã da rainha, também roi unha. Eu me senti o máximo porque eu roí a unha e a irmã da rainha também. Também era Tomém ruí a unha. Então veja, e ela me disse isto e me falou: "Um dos problemas nossos é que são fugas psicológicas. E a senhora, que pena que eu era criança, ela deu uma aula de psicologia prática. Nós criamos hábitos e a verdadeira arte e ciência de educar e copiar os bons atos. Hoje, por exemplo, é o dia do meu
. E a senhora, que pena que eu era criança, ela deu uma aula de psicologia prática. Nós criamos hábitos e a verdadeira arte e ciência de educar e copiar os bons atos. Hoje, por exemplo, é o dia do meu evangelho no lar. Nós não sabíamos o que era porque nós éramos católicos. E então eu perguntei: "O que é o evangelho do lar?" Ela perguntou: "Você é cristão?" Digo: "Sim, senhora. Eu era super cristão. Eu já dormia de meia para ir pra missa no outro dia de manhã, 5 da manhã. Então eu já dormia de meia para não perder tempo. Ela então falou do respeito que nós devemos ter à crença religiosa, a essa intermediária de Deus, o nosso pai criador e aquela senhora elegante para mim adquiriu uma visão espiritual. Ela pareceu iluminada e falou de que a verdadeira felicidade é cultivar esse sentimento de respeito a Deus, ao próximo e a si mesmo. Não fazer escondido uma coisa que teria vergonha de fazer na vista dos outros. Então, a isso ela chamou respeito a si mesmo. A pessoa que se respeita a si mesma é feliz. é jovial, não tem maus hábitos, pode até ser analfabeta, como era o caso de minha mãe. Era um espírito peculiar, analfabeta de pai e mãe, porque ela nasceu numa fazenda, numa propriedade e não pôde estudar naturalmente, mas era uma dama da aristocracia como aquela senhora. Então eu fiquei olhando para ela e para minha mãe. Minha mãe era baixinha. magrinha. E então ela estava também de bengala. Eu nunca notei que ela sentava espigada. E e um dia que ela estava assim, digo, mãe, a senhora está parecendo dona fulana de tal. Ela disse: "Não, meu filho, eu estou numa posição que me faz bem". Então nós perdemos as técnicas de sentar, de dormir. Tem pessoa que dorme como avião adiato, dorme como feto. Tem aquele que dorme com um travesseiro em cima, outro travesseiro embaixo. Uma vez eu estava acompanhado por um amigo e quando eu olhei para a cama dele, eu digo: "O que será aquilo?" Meu Deus. Ele estava com travesseiro entre as duas pernas e um outro travesseiro cai em cima e outro travesseiro cá embaixo. Se
amigo e quando eu olhei para a cama dele, eu digo: "O que será aquilo?" Meu Deus. Ele estava com travesseiro entre as duas pernas e um outro travesseiro cai em cima e outro travesseiro cá embaixo. Se ele vai viajar para algum lugar porque aí eu acordei, eu digo: "Olha, você vai ficar mal da coluna?" Ele disse: "Não, de Vald, já estou mal da coluna." E continuou quando a gente podia simplesmente deitar para descansar, relaxar. Mas ao invés de relaxar, a gente fica tenso, procurando ver a posição e entra num estado de sono expectante. Daí a pouco acorda, volta a dormir, mas não entra em sono profundo porque os nervos estão tensos. Imagine, é um hábito doméstico na nossa existência educacional, na nossa saúde, desde que eu aprendi pequenas coisas a que não dava importância, que a minha saúde melhorou muito e o meu bem-estar é emocional. Não pode haver nada melhor do que acordar bem. Não precisa bocejar 40 vezes, nem espreguiçasse, basta abrir os olhos e diz assim: "Dormir, que bom!" Então, levanta e faz a higiene espiritual. Alja vai, Pai Nosso, que estais nos céus, enchendo a mente de ideias positivas e abençoadas para poder enfrentar a carga de chumbo na hora do café em diante. Então, eu tenho observado atualmente, mais do que antes, que a maioria dos problemas humanos não chegam a ser problemas. Nós os tornamos problemas, porque ao invés de ter uma atitude educativa em relação ao problema, nós transformamos em um problema na nossa convivência. Por exemplo, na família, uma família que tem muitos filhos, sempre tem alguns que não se gostam. É natural, um é antipático, o outro é enjoado, o outro é feliz, o outro é querido. E então, se a gente olhar, na minha família, nós éramos 13, já imaginou, era uma escola de samba total, dirigido por uma velhinha de uma sabedoria incomparável. Então, quando qualquer coisa ocorria e nós íamos reagir, minha mãe sempre dizia assim: "Podem brigar, vocês são irmãos". Irmãos brigam, mas não se inimizam, porque brigar é diferir ideia. Inimizar
el. Então, quando qualquer coisa ocorria e nós íamos reagir, minha mãe sempre dizia assim: "Podem brigar, vocês são irmãos". Irmãos brigam, mas não se inimizam, porque brigar é diferir ideia. Inimizar é não ter ideia nenhuma. Então, a gente fica com raiva porque não sabe o que falar. Aí apena para a brutalidade. E esta senhora que nos visitava falou da excelência do evangelho, aplicando porque as pessoas que vêm fazer consultas comigo, na maioria das vezes, eu fico pensando: "Meu Deus, mas isso não é problema, não é para mim, é para a lógica. Alguém está lhe devendo dinheiro que não paga". Aí transforma num problema, num ódio, num rancor e passa a viver o ódio de um dinheiro que não vai chegar de jeito nenhum mesmo. Renuncie, diga assim: "O diabo levou suavemente". E não tem pena, porque às vezes aquele dinheiro a pessoa se tornou ainda mais infeliz, gastou, complicou a vida. É atoentada porque gostaria até de recuperar, mas não tem. por fim, perde a dignidade. E nós ficamos pessoas sem responsabilidade, sem palavra. Dizemos uma coisa por dizer, sem aquele sentido de que nós temos um bom conceito da pessoa que diz pelo menos a verdade aceitável. Então, eu tenho visto neste momento um dos maiores problemas, a ansiedade. A maioria das pessoas ansiosas. E aí eu pergunto, há um motivo? Não. Então, qual é o motivo? É a sociedade que está ansiosa. Nós perdemos o relacionamento bom de ter amigos. Eu li há três dias algo muito interessante. Se você quer envelhecer bem ou se já está velhote bem, torne-se ainda melhor adquirindo companhias. Evite o isolamento. Se você vai se isolar, somente as coisas ruins vem para o seu pensamento. Se você dialoga com alguém, ouve ideias novas. Ouve coisas que nunca pensou e varia o seu estado mental. Então, procure conversar, não se isole, porque os seus o seu cérebro está numa elasticidade menor do que na juventude e vai ter mais dificuldade de captar as coisas do cotidiano. Mantenha ativo seu cérebro. É muito não, já estou muito velho, não quero saberão.
cérebro está numa elasticidade menor do que na juventude e vai ter mais dificuldade de captar as coisas do cotidiano. Mantenha ativo seu cérebro. É muito não, já estou muito velho, não quero saberão. Tá muito preguiçoso. Vou dizer uma coisa que eu não faço, infelizmente. Faça ginástica. Faça ginástica. Eu não faço. Nunca fiz. Agora eu tenho tentado. Oro Pai Nosso, oro creio em Deus Padre. Quando chega na hora, me dá aquela coisa que eu só falto morrer, então eu evito morrer. Não faço, mas fácil ginástica. O corpo foi feito para movimento. O ógimenta se atrofia. Um especialista da saúde me disse: "Caminheim". E eu não dei muita importância, pois agora eu tô caminhando na marra, fico caminhando no corredor para lá e para cá uma vez, 10, já estou 50 vezes. Vou e volto. Vou e volto. Largo a bengala, que eu não sei quem é que me arranjou essa bengala. Eu maldigo o que me ofereceu, mas deixa para lá. E de vez em quando já dou uns passzinhos, já balança, digo, balança, mas não cai. E assim por diante. Quer dizer, encontre beleza na sua velhice. Não tenha mágoa porque tá velho, não. Ruim é que morre cedo. Então, quando alguém disser assim: "Ai, já está velhinho, hein?" Ótimo. Não sei se você chega. [risadas] É a vingança da gente. Veja quanta coisa bela. Eu, por exemplo, meu Deus, eu esperava que ia viver 30 anos, vivia triste. Quando eu completei 35, eu digo: "Olha, eu vou colocar minha meta 50". Quando eu completei 50, eu me achei assim tão bonitinho que subi para 70. Quando eu completei 70, já achei um pouquinho pesado. Eu digo, 80 anos, não, 79. Aí fui lá, mas me esqueci. E quando abri o olho, eu tava com 97. e olho no espelho e digo: "Não, eu estou mesmo que Xuxa". Ela foi se olhar no espelho, se achou tão acabada que fez uma cirurgia da unha, do pé ao cabelo. Eu toda hora não digo fazer uma cirurgia, mas reencarnar, porque trocar de corpo para apecer com aquela juventude. E tem pessoas perversas, vem com fotografia de a 50. Olha, Edivaldo, nós e olha, eu digo assim: "É, você não
azer uma cirurgia, mas reencarnar, porque trocar de corpo para apecer com aquela juventude. E tem pessoas perversas, vem com fotografia de a 50. Olha, Edivaldo, nós e olha, eu digo assim: "É, você não mudou nada. [risadas] Eu até que sou bem conservado. É a alegria de viver. Faça isso no evangelho. Leve seu filho, ele vai. Ah, eu não quero não. Mas vai, meu filho. Será que eu sou tão ruim e sua mãe que você não nos pode dar meia hora numa semana? Ah, não, pai. Não é isso não. Exatamente isso. Eu não estou lhe pedindo muita coisa. Tô lhe pedindo meia hora, seja o dia, até que seja meia-noite. De meia-noite, depois que você faz rei, vem meia-noite até meiaite:30 para se arrepender, para tomar água fluida, para tirar os obsessores e criar o evangelho segundo o espiritismo dentro de casa. Nós fazemos aqui na mansão com as tias, os tios, nós fazemos, lemos uma página do Evangelho, um texto, 8, 10 minutos, comentamos, lemos o livro dos espíritos, que é o nosso livro base, o Evangelho. Agora introduzimos o livro de fatos de histórias psiquiátricas de uma grande psicóloga e terapeuta dos Estados Unidos de São Francisco. Esta senhora tem uma doença terrível do intestino. Desde criança. Ela é judia e então ela conta casos que seu avô lhe contava quando ela era judia. E é cada caso, cada caso acontece na vida da gente que quando a gente encontra foi um milagre, um verdadeiro milagre, milagres existem. Einstein dizia o seguinte: Milagres existem. Eu creio em milagres. A vida é o milagre. Sorrir é o milagre. Por que sorrir? Porque os nervos quando vem a alegria, eles se alonga. Esse nervo, principalmente o nervo do sorriso, como ele consegue dar a todo o corpo uma certa leveza e o bem-estar. Os nervos do ódio, da carapa fechada desgastam com tal rapidez que a gente fica com pé de galinha, pé de peru, pé de pato, pé de tudo, porque a gente contrai. Então, descontraia, faça um ar suave e lembre que no dia do evangelho do lar você não pode se contrariar, mas vai aparecer tudo para
alinha, pé de peru, pé de pato, pé de tudo, porque a gente contrai. Então, descontraia, faça um ar suave e lembre que no dia do evangelho do lar você não pode se contrariar, mas vai aparecer tudo para que se contrarie. É incrível. É como hoje é o dia da sessão, então tem contrariedade, vem cobrador na porta, vem aborrecimento, vá pra sessão a si mesmo. Ah, eu sou aborrecida. Vá aborrecida. Ah, mas assim eu não posso porque tô contrariada. Vá contrariada. Outros me dizem: "Eu não vou hoje à sessão porque tô doente. Vá porque tá doente, ué. Vá tomar remédio. Ah, e como é que eu faço?" Ué, vai doente, fica sentada doente, levanta sadil e vou embora. Porque nessas horas as leis de amor do universo velam por nós. Os espíritos bons vem nosso esforço, nos amparam, preparam a nossa casa, visitam, expulsam os espíritos que ali estão. Há poucos dias, quase depois da reunião, uma senhora veio falar comigo, mas eu tive um choque. Ela era vampirizada. A pessoa vampirizada tem um aspecto de pobreza orgânica. Tinha ela o rosto meio triangular e aquela falícia de energia. E eu vi a entidade aqui na base do cerebiro e do cérebro absorvendo e me fez lembrar certos doentes que se alimentam e não se nutrem, porque quando vão se alimentar os obsessores também vão. e absorve o vapor do alimento nutriente e a pessoa toma apenas massa ou água. Daí termos o hábito de orar, de agradecer a comida, mesmo que não seja lá essa coisa, mesmo seja somente carne de sharque frita com farinha. Ai meu Deus, é uma coisinha barata, mas a gente não esquece nunca. E então a gente vai comer quando pegar aquele pedaço que escorrer aquela gordurinha que a gente aumenta kg é uma tragédia. Dá uma limpada assim, toma um vaso com água, Deus, muito obrigado, porque muitos não tem dessa quantidade. Então, hoje eu resolvi pedir a Deus que me ajudasse a apresentar o evangelho do lar como sendo um meio de nos comunicarmos com ele uma vez por semana. Se o marido não quiser e for deitar, aproveitem e apliquem um passe nele. A coisa não está
e ajudasse a apresentar o evangelho do lar como sendo um meio de nos comunicarmos com ele uma vez por semana. Se o marido não quiser e for deitar, aproveitem e apliquem um passe nele. A coisa não está muito boa. Quem não souber como é que aplica passe, numa próxima reunião eu posso dar uma aula, porque o marido tá de mal, a gente tá de costa um para o outro, mas de vez em quando a gente vira assim como que não quer nada. Aí, tira os fluidos ruins. Cuidado para não tirar também os bons. Então, meus amigos, o espiritismo é uma doutrina de alegria porque equaciona nossos problemas. Dizem que o espiritismo resolve, não, não resolve. Ensinam a nós resolvermos os nossos problemas. sobre a abençoada luz dos nossos guias espirituais. E isto é fascinante. Em muitos lares onde eu participei do evangelho no lar, eu vi as entidades venerandas visitarem a casa. Noutras eu cheguei numa terça-feira e encontrei os espíritos amorosos que foram ao culto do domingo e o psiquismo, o clima espiritual da casa era tão bom que eles ficaram. Não apenas ficam os espíritos perturbados, briguentos, desafiadores, provocadores de maldestar, mas também os espíritos de luz. dando lucidez, dando-nos coragem e, acima de tudo, dando-nos forças para manter a saúde. Saúde é paz. Paz gera saúde. E a saúde gerada pela paz dá ao indivíduo razão de viver. Desta forma, nós iremos aplicar o nosso passe da noite de hoje, abrindo o nosso coração ao evangelho de Jesus. Vinde a mim. Notem que beleza poética desta frase de Jesus. Vinde a mim, vós que estais aflitos. Tomai sobre vós o meu fardo e recebei o meu jo. Suave é meu jugo, leve é meu fardo. Vinde a mim, eu vos aliviarei. Ó Senhor, quantas vezes recorremos à Tua misericórdia para que nosso fardo tenha o seu peso diminuído, para o teu julgo ser leve e ter compaixão de nós. Pedimos aos companheiros de mediunidade para que tomem os seus lugares. Nós te pedimos por aqueles que se vão dar, que se vão entregar ao ministério da caridade, cujas energias metabolizadas pelos fluidos dos
aos companheiros de mediunidade para que tomem os seus lugares. Nós te pedimos por aqueles que se vão dar, que se vão entregar ao ministério da caridade, cujas energias metabolizadas pelos fluidos dos espíritos bons, nos faça um grande bem. Nós te pedimos por nós próprios, pelo nosso lar, por aqueles aos quais amamos, por aqueles que não gostam de nós, obsessores e inimigos encarnados. Também te pedimos pelos doentes, os que têm provas difíceis, doenças incuráveis. Nós te pedimos, Jesus pelos suicidas que tombaram no abismo do desespero. Suplicamos inspiração para resolver os nossos problemas e desafios. Pedimos-te por nossa casa o núcleo de amor e de luz e que o teu evangelho esplende. Ó amigo incomparável. Ampara a terra envolta nas paixões inferiores, nas guerras, nas turbulências, nos rancores. E permite, Senhor, que a nossa água se magnetize, podendo ser-nos curativa. Suplicamos mais pela nossa paz íntima. Ajuda-nos a sair daqui melhores do que quando chegamos. Em nome de Deus, de Maria Santíssima, em teu nome, Senhor, dos espíritos bons, nós encerramos a reunião desta noite, formulando paz para todos nós. Está encerrada a nossa reunião.
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