Conversando Sobre Espiritismo - Divaldo Franco e Ivana Raisky

Mansão do Caminho 27/05/2021 (há 4 anos) 1:00:39 42,915 visualizações 4,601 curtidas

Apresentação: Mário Sérgio

Transcrição

Senhor, não somos outros aqueles que aqui nos encontramos. Réprobos que envolvemos no passado de delitos, recomeçamos a senda assinalados pelas deficiências, buscando a estrada perdida. Volvemos aos pélagos vorazes onde nos afogamos, aguardando a barca da tua misericórdia que nos levará ao porto da paz. Não nos atrevemos a pedir-te justiça, que pesaria na economia das nossas almas. Suplicamos misericórdia, Senhor, e piedade para nossas limitações, pelos nossos graves erros. Distende-nos, generosa mão, e alça-nos do abismo em que tombamos para as comiadas da montanha da sublimação evangélica, para onde rumamos. Senhor, dignifica-nos com o hálito da tua inspiração. Não nos deixes outra vez entregues a nós mesmos, pois só tu tens a palavra de luz e de vida eterna. Se contigo, Senhor, estamos desolados e tristes, sem ti como estaremos. Utiliza-te, pois do que resta de nós e da argila imperfeita de que nos constituímos. Herige o santuário da fraternidade para os homens, tornando-nos instrumentos da tua paz. Abençoa-nos a todos nós, os discípulos imperfeitos que reconhecemos ser, e concede-nos a luminosa oportunidade de servir-te um pouco mais a benefício da nossa vida. E fica ainda, Senhor, conosco, para que tenhamos tempo de nos impregnarmos de ti, esculpindo-te no país dos nossos corações que já te amo. Bezerra de Menezes. Muito boa noite a todos. Vamos dar início agora ao nosso Conversando sobre o Espiritismo. Para início dos trabalhos, convidamos a nossa irmã Solange Seixas para para proferir a prece de abertura. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, as nossas vidas oscilam entre os momentos agradáveis e aqueles que são desafios para o crescimento espiritual. Permite, Senhor, que venhamos a enxergar as necessidades mais prementes. Saibamos superar os melindres, a fim de que a coragem da fé nos arroje a sentimentos mais elevados e possamos superar os desafios sem perder a esperança, conduzindo-nos com equilíbrio e bom senso. Ó Jesus, vem reflorir os caminhos da humanidade.

coragem da fé nos arroje a sentimentos mais elevados e possamos superar os desafios sem perder a esperança, conduzindo-nos com equilíbrio e bom senso. Ó Jesus, vem reflorir os caminhos da humanidade. Que nesse instante se debate entre o prosseguir nas paixões ou optar pela libertação através de uma vivência e uma conduta de moral elevada. Dá-nos a coragem de ver e prosseguir, de sentir e valorizar a vida na sua essência, buscando Deus através de Jesus em tudo o que fizermos. Vem ter conosco, Senhor. Tu és o anjo que dirige o nosso melhor. Fica conosco, Senhor. Não nos abandones jamais. Apesar da nossa incipiência. Fica em nossos corações lutando para alcançar-te hoje e sempre. O nosso Conversando sobre Espiritismo é um programa de perguntas e respostas. Envie as suas perguntas que possam ser respondidas na segunda parte da nossa programação por Divaldo Fran. A nossa convidada do dia de hoje e a nossa irmã Ivana. Vamos agora convidá-la para que possa fazer a sua apresentação para todos nós. É uma alegria estarmos juntos aqui nessa programação dessa casa tão amada de todos nós espíritas do mundo inteiro, que é a manção do caminho. Eh, felizes por estarmos ao lado do nosso amigo querido Divaldo Franco, Dr. Mário e toda essa equipe que realizam essa programação iluminada e que chega a tantos corações no mundo inteiro. Nossa gratidão pela oportunidade de juntos conversarmos sobre essa doutrina tão amada e que faz tanta diferença nas nossas vidas. Muito obrigado, Ivana, pelas suas palavras gentis. E vamos agora então à primeira parte da nossa programação, que é uma breve palestra de Edivaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham através da web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Aquele era um dia de sol. A Palestina exultava e em volta daquele desconhecido reuniam-se as multidões. Podíamos dizer que aquela seria uma primavera diferente. O trigo estava sendo retirado do campo. a natureza exultava.

sol. A Palestina exultava e em volta daquele desconhecido reuniam-se as multidões. Podíamos dizer que aquela seria uma primavera diferente. O trigo estava sendo retirado do campo. a natureza exultava. E em uma montanha que mais tarde se denominaria como a do fenômeno que ali ocorreu da transfiguração, estavam Jesus, Pedro, Tiago e João. Era um momento culminante da mensagem de que se fazia portador o Messias do povo judeu e o grande amigo da humanidade. Naquela oportunidade eles tiveram o ensejo de ver o mestre iridescente dialogar fora do corpo com Moisés e Elias. Um deles, o grande profeta, o outro o grande legislador. A autoridade do mestre superava a luz. Aquela beleza em luz suplantava a claridade do sol. E quando tudo voltou ao normal, ainda dominados pela beleza essencial, foi Simão quem, não podendo silenciar as emoções, pediu: "Ó, deixa-nos erguer aqui quatro mansardas, quatro pequenos núcleos para ficarmos em comunhão com Deus". Era uma aspiração perfeitamente normal. E Jesus, olhando aquele homem que ele próprio escolhera para conduzir o rebanho mais tarde, respondeu de conernura: "Não, Simão, é necessário descer. O verbo descer tem aí um significado muito especial. Os rios nascem nas frinchas das rochas, nas alturas. A luz vem do alto diariamente. As bênçãos vêm dos céus. Em uma bela vida de Jesus escrita por Plinho Salgado. Ele diz que a ler o planalto das bênçãos divinas, mas a humanidade se encontra ainda na planície das paixões humanas. O silêncio da montanha permite que ouçamos a beleza esplendorosa da harmonia celestial. Mas cá embaixo, no tumulto, no vozero, no desespero das almas, entre os cadáveres em putefação e os víos abertos derramando perfume, há uma perturbação que a doce paz que vem do alto um dia por fim tranquilizará. E Jesus disse: "É necessário descer, descer aos homens para fazer subir a meu pai. E desce cá baixo a imensa planície do Esdrelon. Ali estavam as pessoas das tricas, das lutas, das necessidades, mas também as pessoas dignas, os homens

r, descer aos homens para fazer subir a meu pai. E desce cá baixo a imensa planície do Esdrelon. Ali estavam as pessoas das tricas, das lutas, das necessidades, mas também as pessoas dignas, os homens nobres, as mulheres dedicadas ao dever. A planície é esse amálgama de vidas, a planície espiritual. E quando ele chegou àela imensa jornada de homens e mulheres de dores, um pai aflito acercou-se e arrojando-se aos pés disse: "Senhor, tem piedade de mim, porque o espírito mal toma meu filho e o faz tremer, bater-se e babar até escorrer sangue. Ali nem os teus discípulos conseguiram nada. Jesus olhou aquele homem pálido, suarento, súpre-se de estender-lhe a mão, ergueu-o e encaminhou-se para o local em que no círculo estava um jovem que se debatia penosamente, estourando a língua presa aos dentes, as marcas sobre os olhos. A sudoreza abundante. Jesus Geno fletindo-se falou com energia: "Espírito imundo, eu te ordeno, sai dele." O jovem deateu-se, a multidão procurou colaborar. E naquele silêncio que se escutava o respirar da natureza, o jovem saiu do letargo, abriu os olhos, sorriu. O mestre tomou-lhe pelas mãos e devolveu a seu pai. Estava curado. A força perniciosa que o deprimia e o destroçava acabara de ser afastada. Então o pai, sem outras palavras, olhou para o rabior e levou seu tesouro na direção do lar. Os comentários foram imediatos, inclusive entre os espíritas, que eram aqueles espíritos do coração, que estavam aturdidos, profundamente aturdidos, e perguntaram: "Rabi, como pode isto? Nós intentamos, nós tentamos expulsar, falamos e da glória de Deus, mas o espírito não nos fez conta. E o mestre paciente respondeu-lhes com doçura: "Sucede que para esta classe de espíritos são necessários jejum e oração." Ele demonstrava que os espíritos somos de diferente ordem, como escreveria 19 séculos depois o insigne codificador Allan Kardec, ao apresentar os espíritos primitivos, aqueles que ainda fossilam entre o reino inferior da animalidade primitiva e o começo da jornada humana,

ia 19 séculos depois o insigne codificador Allan Kardec, ao apresentar os espíritos primitivos, aqueles que ainda fossilam entre o reino inferior da animalidade primitiva e o começo da jornada humana, existem aqueles da abnegação, os devotados, cumpridores do dever, os mártires, os sábios, os apóstolos, os guias da humanidade. Para aquela classe de espíritos infelizes e atormentados, era necessária a oração, mas também era necessário jejuar. A posteridade impossibilidade de realizar o ensinamento de Jesus, adaptou aos códigos da alimentação e estabeleceu que orar era repetir palavras, era exatamente o exercício de fórmulas adred elaboradas, como se as nossas dores pudessem cingir-se ao monte de palavra. trabalhadas literalmente, literariamente, nobremente, de uma forma comum, quando cada dor tem a sua intensidade e tem a sua significação. Orar é abrir a alma a Deus, muitas vezes sem murmurar palavras, ele orava ao Pai sempre que despachava a multidão atordoada. No silêncio do deserto. Orar é exatamente abrir o coração, abrir a boca da alma e falar os que as palavras não podem dizer. E jejuar não é alimentar-se aquilo de que necessita o corpo é nutrir-se daquilo que sustenta a psique, a alma. Jejuar é liberar-se das injunções penosas que nos algemam as imperfeições, a luxúria, a avareza, o egotismo, o sentimento de superioridade em relação ao próximo, a perseguição, tudo aquilo que não é conforme a lei de Deus. E os espíritos devotados ao seu amor saberiam que se torna necessária possuir essa qualidade dupla da oração a Deus e do jejum às perturbações terrenas. Quando ele prometeu enviar o consolador, também ele teve a oportunidade de dar aos seus discípulos amados o poder de sarar feridas, de pisar a cabeça de serpentes, de expulsar espíritos transvariados. E a doutrina espírita que vem confirmar-lhe a promessa que é o consolador de todas as aflições que perturbam a criatura humana, estabelece jejum e oração. Ser espírita ainda definiria Allan Kardec. é ser hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do

promessa que é o consolador de todas as aflições que perturbam a criatura humana, estabelece jejum e oração. Ser espírita ainda definiria Allan Kardec. é ser hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje e lutar sempre contra as suas más inclinações. em jejum, lutar sempre contra as inclinações que vêm dos instintos primários, do comer exageradamente, do desbordar-se das funções procreativas e do dormir a larga sem a dignidade do trabalho. É a necessidade de elevar-se aos planos superiores da vida. Isto é jejuar. Jejuar ao crime, jejuar ao pecado, jejuar ao ódio, jejuar acima de tudo, as manifestações animais de nossa natureza. Temos aquela parte que é do instinto e temos aquele conjunto que é da emoção. Essa parte da natureza é o ego. Esse conjunto de sentimentos nobres é o selfie, que se vai unir através da ponte do trabalho do bem ao divino selfie, a este que atingiu o estado luminoso de transcendência que contém o mundo terrestre e que saar nas suas mãos misericordiosas e o orar Sempre nos recordamos de um fato narrado por Leon Tolstoy, o grande escritor, filósofo e contista russo. Ele narra que certa feita, um religioso voltava do culto da igreja e passando pelo campo, era no interior da cidade, ele viu um homem que trabalhava. E esse homem estava com instrumento de limpar a terra na mão. E então o sacerdote, lembrando-se de que não esteve na igreja, advertiu: "Homem, deves ir à igreja orar." E o homem que era modesto, voltou-se para o sacerdote, com todo respeito, e respondeu: "Mas eu não posso, senhor, e por que não podes?" Porque eu estou arando. O sacerdote reflexionou o momento e disse-lhe: "Muito bem, fazes bem, porque arar é orar. Orar é mais do que repetir palavras. Quando a natureza sebece de luz, ela está orando a Deus. Quando a noite desce o seu manto estrelado, está orando a Deus. Quando a visita no frio, tre-me chamando pelo pai, pela mãe para nutrina-la e agasalhá-la, está orando a Deus. Orar é servir, é reunir a simpleza do coração e apresentar-se a

lado, está orando a Deus. Quando a visita no frio, tre-me chamando pelo pai, pela mãe para nutrina-la e agasalhá-la, está orando a Deus. Orar é servir, é reunir a simpleza do coração e apresentar-se a Deus. Eis-me aqui quando a jovem escutou uma voz que ele dizia: "Tu foste honrada. com a designação de ser o pai, a mãe do Messias, daquele que virá e exaltou o profeta sublime que apareceria no seu seio. Ela meditou um pouco e respondeu com humildade: "Que se faça na serva a vontade do Senhor". Que oração de submissão. Quando Saulo tombou nas areias quentes as portas de Damasco, o Senhor fitava-o naquele foco de luz. E ele, sem outra interrogação, perguntou: "Que queres que eu faça?" E o mestre lhe disse: "Vai a Damasco, ali te dirão o que tu deves fazer. Orar é oferecer-se em holocausto de amor. E a doutrina espírita veio trazendo a oração como sendo o mecanismo que dá forças ao jejum e dá saúde à organização. Através da comunicação dos espíritos nobres, podemos sintonizar com o mundo transcendente através da comunicação com os espíritos infelizes. Permanecemos doentes. Epilepsias aparentes, esquizofrenias típicas, doenças respiratórias, tormentos da emoção, desequilíbrios da mente, tem muito a ver com o estado espiritual da criatura humana. Talvez seja possível que, mesmo sem dar-se conta, a Organização Mundial da Saúde estabeleceu, não existem doenças, existem doentes. E quando vimos a violência tomar conta da terra, a Organização Mundial de Saúde levanta-se e tem a oportunidade de estabelecer. A violência é uma doença da alma e somente na alma ela pode ser tratada. Vivemos um momento de obsessões coletivas. A Terra está sendo varrida pelo transtorno espiritual das obsessões que se derivam da ausência do jejum moral das criaturas. que descer o pedestal do raciocínio para o instinto do prazer exacerbado. Esse acreditando, bons tecnocratas acreditam que tem o poder de Deus, que atingindo o mais elevado nível de tecnologia de ponta pode erguerse e dizer: "Eu sou cocriador

instinto do prazer exacerbado. Esse acreditando, bons tecnocratas acreditam que tem o poder de Deus, que atingindo o mais elevado nível de tecnologia de ponta pode erguerse e dizer: "Eu sou cocriador com a criação divina, lendo engano. Embora tenhamos a inteligência artificial, ainda não logramos sequer desenhar a possibilidade de criar uma vida, porque nos escapa a capacidade criadora que somente Deus possui. Então, vemos neste momento a sociedade atormentada, porque se esqueceu de buscar Deus. permanece no vale cá na planície, enquanto Deus está nas alturas do sentimento, está dentro de nós. Recordo-me de Gande dizendo: "Por que se procura tanto fora o que está dentro, que é a paz? O caminho da paz é a própria paz", disse-o o Mahatratma. Então, o Espiritismo veio despertar-nos para a plenitude onde se pode falar com Deus, onde se tem a transfiguração diante da magnitude do Mestre, onde se pode realmente ouvir o silêncio e amar-se na perfeita integração do espírito criado com o criador transcedente. É necessário que nós, os espiritistas, que as criaturas humanas, por um momento, dediquem-se a sair do vale, a sair da opressão, opressão que a si próprio se impôs, as algemas do medo, as peculiaridades do cárcere e do ódio, a toxicose das palavras insensatas. As feridas pútridas das vacuidades tóxicas da comportamento são o nosso a jejum. E é necessário assumir a superação para que os espíritos enfermos não se aposse de nós. Eis porque a doutrina espírita baseada no evangelho de Jesus evoca o mestre curando. Que queres que eu te faça? Cura-me, mestre", disse o homem que desceu pelo telhado. "Ó Senhor, abre-me os olhos que sossego de nascença, se tu quiseres." E ele respondeu suavemente: "Quero!". E o homem enxergou. Eis-nos pois aqui hoje, para que também enxerguemos, para que nos desalgememos, para que tenhamos a grandeza interior de reconhecer a própria pequenez e nos engrandeçamos ao suave toque do luar na vista de Jesus. São chegados os dias em que as serpentes não nos faram mal.

ememos, para que tenhamos a grandeza interior de reconhecer a própria pequenez e nos engrandeçamos ao suave toque do luar na vista de Jesus. São chegados os dias em que as serpentes não nos faram mal. Que serpentes? A traição, o engodo, essas serpentes terríveis, a crueldade, a insânia, são serpes, ofídios, que nós agasgalhamos no jardim dos sentimentos espinhosos para podermos chegar a esse estado de transfiguração. Ó Senhor, já não sou eu quem vive, mas tu que vives no meu coração. Façamos nossa pausa para darmos continuidadismo Play está de cara nova. Além de assistir quando e onde quiser, há vídeos históricos e inéditos com Divaldo Franco, estudos da série psicológica Joana de Angeles, videoaulas das obras de Filomeno de Miranda. Agora você terá acesso a audiobooks, revistas digitais, músicas, criar a sua própria lista de favoritos e ainda pode assistir a Tudo tudo isso em um só lugar. E o mais importante, colabora com as obras sociais da Mansão do Caminho. Acesse www.espiritismoplay.com espiritismoplay.com e desfrute do melhor conteúdo espírita da atualidade e do maior acervo histórico do médium Divaldo Franco. Então, vamos dar início agora a segunda parte do nosso Conversando sobre o Espiritismo e vamos convidar a nossa irmã Ivana para responder. A nossa primeira pergunta que nos chega aqui de Cláudio Maira Ferreira. Gostaria de saber se as perguntas que Allan Kardec formulou aos espíritos para a elaboração de um livro dos espíritos foram dele ou foram intuição dos próprios espíritos? Uma pergunta muito interessante essa sua, né? Nós sabemos que Allan Kardec ele veio com essa preparação para realizar o trabalho na codificação do espiritismo, mas é claro que ele contou também com todo um amparo de uma equipe espiritual que fazia parte, né, dessa pleade que veio para trazer para nós, pra humanidade, o espiritismo. Então, nós podemos entender que sim, muitas das perguntas vinham do da própria experiência do nosso codificador, né, do seu próprio intelecto, que era

a trazer para nós, pra humanidade, o espiritismo. Então, nós podemos entender que sim, muitas das perguntas vinham do da própria experiência do nosso codificador, né, do seu próprio intelecto, que era privilegiado, que era muito bem preparado, mas também a orientação espiritual, a intuição certamente esteve muito presente para que ele pudesse começar de uma forma magistral com a primeira questão de livro dos espíritos, quando ele indaga o que é Deus, começando acerca das noções da existência de Deus e de todos os seus atributos, mas contemplando uma série enorme, né, variáveis de assuntos compondo essa obra que é a primeira e fundamental, que traz os princípios fundamentais do espiritismo, que é o livro dos espíritos. Imaginamos que tenha sido sim um trabalho em conjunto do nosso codificador com os benfeitores espirituais vinculados a esse projeto de luz. Divaldo, uma pergunta de aena Lira. Tem um neto em tratamento contra a depressão, mas vez ou outra continua agressivo e fala em tirar a própria vida. Fico muito nervosa e não sei mais o que fazer. Agradeço por me ajudar com qualquer orientação que puder dar em relação a ele. A depressão, também chamada transtorno da afetividade bipolar, no caso do seu neto, é apenas unipolar. Ele tem a depressão, a tristeza, a revolta, vez que outra. A atitude é a terapêutica médica inicial, porque os hormônios estão em descompensação do cérebro. O nosso cérebro constituído por uma uma célula muito especial, os neurônios, produz secreções que são harmônicas com a eletricidade produzida com o corpo. Quando alguns desses hormônios disfunciona por qualquer questão, problemas da infância, problemas da hereditariedade, sentimentos controvertidos, alguma coisa que contraria em qualquer período da vida, o indivíduo perde o equilíbrio hormonal e vem a consequência, o mau humor, o temperamento modifica-se, as aspirações também se alteram. É justo que recorramos ao psiquiatra, ao psicoterapeuta, se for o caso, e busquemos oferecer a melhor ajuda técnica. Mas lembrando que

mor, o temperamento modifica-se, as aspirações também se alteram. É justo que recorramos ao psiquiatra, ao psicoterapeuta, se for o caso, e busquemos oferecer a melhor ajuda técnica. Mas lembrando que o nosso familiar é um espírito e que o espírito é que tem débitos perante a consciência cósmica, orientemo-lo a procurar o espiritismo com a sua terapêutica especial de desobsessão. Perguntasse: "Ah, então tudo é obsessão?" Não diria numa linguagem vulgar tudo. Em tudo está presente o ser que somos. E qualquer coisa que esteja em distonia entre nós e o universo, abre campo a disfunção de natureza obsessiva, a depressão, o conflito de variada denominação, a solidão, a o receio da coletividade, o transtorno do pânico que hoje se apresenta cada vez maior. medos por falta desse equilíbrio espiritual. Então, a doutrina espírita fazendo a psicoterapia, a terapia da palavra, orientando a pessoa, mudeu seu mundo interior que está agora com revolta, ore. Leia uma boa obra. Procure mudar de atitude. Veja de quem você tem mágoa, o que é que você carrega aí dentro do coração e não tem coragem de enfrentar. Entre essa psicoterapia, o espiritismo oferece os passes, que é uma terapêutica especial, a água fluidificada, a doutrinação, o esclarecimento do agente perseguidor. E mais do que isto, a nossa transformação moral para melhor. Então, não se irrite, não se desespere. O paciente não é culpado por dizer coisas descabidas. por ameaçar com a morte. Olhe com ternura. Diga: "Meu filho, você tem a liberdade de fazer o que quiser, mas as consequências são inevitáveis. Porque ao invés de estar assim, você não ora, não procura Deus. Ou vamos dar uma caminhada juntos, ou vamos ler uma página, não desanimar, não agredir nunca." Ivana, uma pergunta de Odair. Você poderia explicar qual a diferença entre alma, espírito e corpo fluídico? Sim. Daí Allan Kardec fez de forma didática uma diferenciação entre alma e espírito para facilitar o nosso entendimento. Então ele diz que alma é o espírito encarnado. Eu, por exemplo, que

o fluídico? Sim. Daí Allan Kardec fez de forma didática uma diferenciação entre alma e espírito para facilitar o nosso entendimento. Então ele diz que alma é o espírito encarnado. Eu, por exemplo, que estou agora reencarnada num corpo, seria uma alma nesse momento reencarnada. Aqueles que estão no mundo espiritual, no plano espiritual, são os espíritos. Mas nós sabemos que, na verdade, isso foi apenas uma forma didática para nossa compreensão, porque todos nós somos espíritos imortais, criados por Deus, que ora estagiamos na vida material, ora estamos de retorno ao nosso verdadeiro lar, que é o mundo espiritual. O corpo fluídico é o que nós chamamos de perespírito, que ele é um elemento semimaterial, sempre adequado ao tipo de mundo onde nós estamos reencarnados, que é o elemento que liga o espírito à matéria. Quando nós retornamos ao plano espiritual, nós estamos nos utilizando desse perespírito, desse corpo espiritual, que é justamente aquele que é visualizado pelos nossos médiuns viventes. Então esse nosso corpo fluídico, ele serve para nos expressarmos na vida espiritual, enquanto ainda estamos ligados a planetas, né, a mundos como o nosso de expiações e provas nesse período de transição, mas que nós ainda necessitamos deste corpo fluídico para nos manifestarmos, tá? Então, alma, espírito encarnado, espírito que está no mundo espiritual e perespírito é o elemento que liga o espírito ao corpo físico. É isso. Muito bem, Divaldo. Uma pergunta de Leandro Costa. Chegará em nossa existência um momento no qual perderemos nossa personalidade, nossa individualidade? A individualidade nunca. Eu sou o indivíduo, o espírito imortal. Desde o momento em que eu fui criado, eu posso agora desfrutar da imortalidade. Nunca mais eu deixarei de existir. A personalidade, sim, nós devemos suavizá-la e superá-la, porque personalidade é uma palavra de persona, máscara em grego. Os artistas usavam máscara para os personagens, também vem da mesma raiz. Então hoje eu estou eu estou Divaldo, é

avizá-la e superá-la, porque personalidade é uma palavra de persona, máscara em grego. Os artistas usavam máscara para os personagens, também vem da mesma raiz. Então hoje eu estou eu estou Divaldo, é a personagem. Amanhã poderei vir como Antônio Margarida é outra personagem, mas aquele espírito que sou é a soma de todas as personagens que vivia, que vivi na imensa carreira das reencarnações. livrar-nos das personalidades orgulhosas, presunçosas, da prepotência, das personalidades falsamente humildes, das personalidades agressivas. É um dever de educação espiritual para sermos uma individualidade saudável, que busca Deus para ele vincular-se. Uma pergunta de Jéssica Viana. Se Deus é um só, qual a razão de tantas seitas e religiãos no mundo? Bom, Deus é um só, mas cada um de nós tem uma forma de compreendê-lo. E isso é natural, porque estamos aqui, embora espíritos neste mesmo planeta, né, vivenciando eh essa experiência reencarnatória juntos, cada um de nós está num patamar da escala evolutiva. Eh, muitas vezes compreendemos Deus, como foi no passado, nos fenômenos da natureza. Outras vezes compreendemos Deus relacionando às forças ligadas à matéria. Então, o Deus da guerra, o Deus do amor, o Deus da colheita, eh, hoje compreendemos Deus já de uma forma muito próxima, porque já somos todos eh monoteístas, acreditamos na existência desse ser superior, mas ainda assim muitos de nós enxergam Deus ainda naquela visão antiga, antes da vinda de Jesus. como sendo aquele pai punitivo, aquele pai rigoroso, que não perdoa, que diz olho por olho, dente por dente. Mas na verdade Jesus quando veio nos apresentou o pai de amor. Então é esse pai de amor e bondade é que nós hoje compreendemos como Deus. Mas ainda assim é natural que cada um de nós compreenda Deus de forma diferente, porque somos ainda espíritos muito pequeninos, ainda muito no início da nossa escalada evolutiva. Então, é como se nós quiséssemos que uma criança pequena de 3 anos compreendesse conceitos que são conceitos muito complexos, por exemplo,

equeninos, ainda muito no início da nossa escalada evolutiva. Então, é como se nós quiséssemos que uma criança pequena de 3 anos compreendesse conceitos que são conceitos muito complexos, por exemplo, de um curso de engenharia, de mecatrônica. Aquela criança, ela não teria condições, maturidade para compreensão daquilo. Assim somos nós. Nós ainda somos muito pequenos. Nós ainda não conseguimos compreender exatamente a divindade. Então nós ficamos com aquelas informações que Jesus nos trouxe como sendo esse pai de amor e de bondade. Nós conhecemos os seus atributos. E isso é o mais importante, porque quando nós identificamos a existência de Deus como causa primeira de todas as coisas, como inteligência suprema do universo, isto basta para que nós entendamos que ele é o nosso criador, que ele é o nosso pai. E se nós somos espíritas e nós somos cristãos, nós sabemos que esse pai é pai de amor e de bondade, que só quer o nosso bem. Por isso fica fácil entender que tudo que nos acontece pela permissão divina vem para o nosso bem, porque nós sabemos que Deus está no comando das nossas vidas. E isso é que é o mais importante. Divaldo, uma pergunta de Cláudia Dávila. Como seria o despertar no plano espiritual de uma pessoa que, antes de desencarnar passou 2 anos inerte devido à lesões cerebrais? Naturalmente está já semidesencarnado neste período, porque o espírito não está podendo manipular os órgãos. Agora com a saída, o perespírito está muito impregnado desse largo período de inanição. Durante pouco tempo permanecem essas marcas que estão tão infiltradas no perespírito que lhe dão ainda uma forma de paralisia. Mas em um período muito curto, com as assistências espirituais técnicas, os passes de liberação, o espírito começa a voltar, a funcionar através do perespírito, com as mesmas qualidades que tinha antes daquele largo transe que o imobilizou. Não é um estado de sofrimento, é de um despertamento, reconquista das áreas nervosas que foram paralisadas. E essa libertação produza

qualidades que tinha antes daquele largo transe que o imobilizou. Não é um estado de sofrimento, é de um despertamento, reconquista das áreas nervosas que foram paralisadas. E essa libertação produza alegria. Primeiro são os sentimentos, a capacidade de enxergar, de discernir, a oportunidade de ouvir e de falar. E lentamente os outros órgãos vão saindo do letargo e passam a ter uma ação perfeitamente normal. Ivando, uma pergunta de Simone Caeté. Mesmo sabendo que a morte do corpo físico será inevitável e que já morremos diversas vezes antes desta vida, porque ainda carregamos receios dela? Seria pelo apego que nós temos de tudo? É, Simone, essa é uma reflexão interessante, né? Especialmente nós que somos espíritas e que temos a certeza da sobrevivência da alma após a morte do corpo. Por que que nós ainda tememos? Eh, é natural naquelas pessoas que não conheçam, que não compreendam eh o que acontece após a morte do corpo, esse pavor da morte. Para nós espíritas, mesmo tendo esse conhecimento, nós também já temos a certeza de que nós todos responderemos pelos nossos atos, porque nós estamos, né, todos submetidos à lei de Deus, que diz que nós podemos, nós temos o livre arbítrio para semearmos o que nós quisermos, mas tudo aquilo que nós semearmos necessariamente nós teremos que colher. E muitas vezes nós, isso, isso que você falou bem, nós somos muito apegados a essa vida material. Nós ainda estamos muito apegados aos vícios, aos vícios morais que fazem parte dessa nossa personalidade. Então, esse apego à vida material eh faz com que a gente eh tenha pavor de pensar na possibilidade da morte e também o medo do que nós encontraremos do outro lado no sentido de como é que está a nossa consciência, será que nós estamos fazendo o nosso dever? Será que nós estamos buscando sermos melhores hoje do que fomos ontem? e sermos melhores amanhã do que do que fomos hoje, do que somos hoje. Eh, tudo isso, né, faz com que a maioria de nós temamos a morte. Mas nós precisamos entender o seguinte, nós não devemos

os ontem? e sermos melhores amanhã do que do que fomos hoje, do que somos hoje. Eh, tudo isso, né, faz com que a maioria de nós temamos a morte. Mas nós precisamos entender o seguinte, nós não devemos temer. Nós temos eh a certeza e a convicção de que a morte é apenas uma passagem. Fica-se aqui o corpo, que é a matéria, e nós prosseguimos existindo com seres espirituais, que somos conhecedores desta realidade. É importante que nós estejamos preparados para este momento que vai acontecer com todos nós, que vai acontecer com enteramos compreender que isso faz parte de uma etapa natural, porque renascemos eh eh aqui, reencarnamos, vivemos, desencarnamos, retornamos. e ficamos nesse ciclo de idas e vindas. Agora, tem um outro aspecto também que nós temos que considerar, porque nós estamos também eh, e isso é muito importante, com o instinto de conservação. Nós sabemos da importância dessa reencarnação para nós. Portanto, é natural que nós façamos tudo que estiver ao nosso alcance para evitarmos a desencarnação, que deve acontecer somente no momento previsto. Então, todas as nossas atitudes que possam antecipar este momento, elas são, né, equívocos da nossa parte, porque nós precisamos valorizar ao máximo, então, protegendo a nossa vida, a nossa reencarnação. Mas o mais importante, todos nós vamos partir. O melhor é que nós tenhamos a nossa consciência tranquila de termos feito o melhor que nós conseguimos, de buscarmos domar essas nossas más inclinações para sermos pessoas melhores e retornarmos melhores quando essa reencarnação terminar. Esse é o nosso grande desafio. Divaldo, uma pergunta de Diogo Ridone. Ele disse que gostaria de desenvolver a minha dignidade. Todo ser humano consegue, desde queenda o esforço da transformação moral para melhor, consegue. esse empenho, iremos descobrir que há outras faculdades da alma que nós precisamos atender. A mediunidade ainda se apresenta como algo misterioso, como a faculdade que pode oferecer muitos recursos o que é verdade e muitos

escobrir que há outras faculdades da alma que nós precisamos atender. A mediunidade ainda se apresenta como algo misterioso, como a faculdade que pode oferecer muitos recursos o que é verdade e muitos perigos o que não deixa de ser verdade. E há uma certa mística em torno dela. Por que não desenvolvermos a bondade, o sentimento do perdão, a compaixão, a caridade, o silêncio ante as ofensas? Vale a pena pensarmos nisso e concomitantemente, se sentirmos manifestações que possam ser atribuídas a interferências espirituais. Com o estudo da doutrina, agora iremos participar das reuniões próprias para tentar educar esses fenômenos. Isto é, vamos mergulhar na peculiaridade do fenômeno mediúnico, sabendo de antemão que iremos enfrentar desafios, tanto físicos como emocionais, como psíquicos. Iremos enfrentar perturbações porque fazem parte do início da educação mediúnica. Mas nunca esquecer que esse desenvolvimento deve ter um objetivo, mediunidade com Jesus, estarmos sob sua égede e oferecermos estes recursos para o trabalho que ele tem em favor da humanidade. Então, pode desenvolver. Ia, uma pergunta de Luía Andrade. Antes da do advento da pandemia, ela era passista em um centro espírita e depois que ela aplicava os passes, ela se sentia muito cansada e diz que há alguma coisa de errado nisto. Você poderia dar uma orientação a nossa irmã? Então, olha só, quando nós eh aplicamos um passe, nós estamos ali do nós mesmos, né, as nossas boas energias que são promovidas pelo nosso sentimento, a doação que nós fazemos ali de coração em benefício daquele necessitado. Mas também o passe espírita, ele tem o componente espiritual. Então, nós temos os espíritos amigos que estão nos acompanhando nessa tarefa para trazer para aquela pessoa que está ali naquela postura de recepção tudo que ela necessita naquele momento, não é? de acordo com seu merecimento, de acordo com a necessidade. Eh, toda vez que nós doamos fluido e nós doamos, é como se nós estivéssemos doando também amor. E a

ue ela necessita naquele momento, não é? de acordo com seu merecimento, de acordo com a necessidade. Eh, toda vez que nós doamos fluido e nós doamos, é como se nós estivéssemos doando também amor. E a espiritualidade que está junto conosco, é claro que ela vai repor as energias que nós doamos, não é? De que forma? Por meio da nossa oração, dos nossos bons sentimentos. Então, quando você, após a transmissão do passe, se você se sente esgotada, eh, coloque-se em atitude de prece, agradecendo a Deus pela oportunidade que você tem de ser útil ao seu irmão, de doar aquilo que você tem de si mesma, de doar a sua boa energia para o restabelecimento da saúde do outro, tanto da saúde física quanto do equilíbrio emocional e mental, agradecendo a Deus essa oportunidade de servir que certamente mente tudo aquilo que você precisa também os benfeitores espirituais estarão ali acrescentando, porque nós sabemos que aquele que mais doa, ele é o primeiro a receber. Quanto mais nós doamos de nós, mais nós recebemos de benefícios, porque os bons espíritos se tornam simpáticos a nós, estão o tempo inteiro procurando nos ajudar. Então, a receita é, continue trabalhando no bem, continue aplicando seus passes, confiando que os bons espíritos estão com você, estão te ajudando e que nada vai te faltar. No momento da pandemia, você não está aplicando os passes. Você pode agora direcionar esse mesmo amor à humanidade e promover por meio da oração. Divaldo, vamos com a nossa próxima pergunta. H, é, a respeito de cirurgias espirituais. Em um passado recente, tínhamos notícias frequentes de manifestações espirituais, tais como cirurgias, pintura, transcomunicação instrumental e materializações. Hoje pouco se fala nestas coisas. Isso é decorrente desse nosso processo de transição, não deveríamos estar experimentando mais estas coisas à medida que fôssemos alcançando estágios mais evoluídos. No começo, os espíritos estavam preocupados com a fenomenologia para poder atrair. Nós tivemos os fenômenos de poltergist, que eram muito

isas à medida que fôssemos alcançando estágios mais evoluídos. No começo, os espíritos estavam preocupados com a fenomenologia para poder atrair. Nós tivemos os fenômenos de poltergist, que eram muito comuns, de apedrejamento, de atirar coisas. Vimos as materializações na Europa, no Brasil, em toda parte, com o objetivo essencial de chamar atenção. Apareceram médios cirurgiões extraordinários, mas tudo isso diz respeito ao corpo. Hoje, o interesse dos espíritos é o uso das possibilidades para aprimoramento da alma. Porque já está provado, demonstrado, concluído o trabalho de que nós somos imortais naquele tempo. Não, não tínhamos o material probante. Hoje se dirá: "Bom, mas eu não tive oportunidade de ver, mas eu também nunca vi o micróbio. Eu ainda não vi de maneira nenhuma o Covid-19, mas outros viram. Aí estão as vacinas. Então essa questão de eu ter que viver para crer é anticientífica. Com o descobrimento da atividade radioativa, nós tudo aquilo que nós cremos é invisível na olho nu. Então foi mudado o paradigma. É necessário crer para ver. Os fenômenos diminuíram essa peculiaridade pública, mas eles continuam. Vários médios de materização t operado, mas não em cenas públicas para chamar atenção, para ganhar a imprensa, para ficarem com o nome muitas vezes nas redes sociais, como se fosse uma novidade, uma brincadeira qualquer. No começo, os toques, os ticks, os raps eram curiosidade, como denominou Allan Kardec, curiosidade. Depois se tornaram fenômenos religiosos e ele publicou Evangelho Segundo Espiritismo. Tinha uma seriedade. E à medida que a doutrina foi confortando, eles foram ficando sutis. Notem a psicografia, quantos médiuns notáveis. a partir de Chico Xavier como coroamento, quantas mensagens estão aí consolando o mundo. Quantas cartas do além benéficas, provadoras da imortalidade da alma, consoladoras. Quantas palavras nestes dias de pandemia e até mesmo daqueles que voltaram após a morte e já se comunicaram em nossas reuniões mediúnicas com a finalidade de

ras da imortalidade da alma, consoladoras. Quantas palavras nestes dias de pandemia e até mesmo daqueles que voltaram após a morte e já se comunicaram em nossas reuniões mediúnicas com a finalidade de atender os sofredores. Aí é natural e justo que não se repita essa fase de abusca, porque nós já encontramos, mas os fenômenos continuam. fenômenos oloríferos, fenômenos de materialização com objetivo de cura, fenômenos muitos de curas, algumas instituições que se dedicam exclusivamente a esse trabalho. Agora, devemos esquecer, não devemos esquecer, é a cura de dentro, a cura da alma, porque enquanto a alma não adquire saúde, as doenças estarão conosco. Ivana, vamos então a nossa última pergunta para você. Dona Lúcia, ela disse que tem 66 anos e que tem três filhos e que dão muito trabalho e que ela tá muito cansada. Que que você poderia recomendar a ela? Ô, dona Lúcia, a gente se solidariza com a senhora porque a gente sabe que não é fácil. A maternidade, ela é uma bênção nas nossas vidas, mas é um compromisso que nós assumimos com aqueles espíritos que nós recebemos na condição de filhos. Espíritos que tanto podem fazer parte dos nossos afetos, mas que também podem fazer parte das nossas dívidas do passado, né? Tanto espíritos aos quais nós devemos, quanto também espíritos que nos devem de alguma forma. e que a misericórdia divina oferece a oportunidade de nós renascermos juntos no mesmo lar, eh, para nos para aprendermos a nos amar. Então, esses filhos que são difíceis, vamos imaginar, todos nós somos difíceis, alguns de nós um pouco mais, alguns de nós um pouco menos. Eh, então nós que somos mães, que acolhemos esses espíritos, precisamos ter um amor profundo por cada um deles, aceitando como eles são, tentando fazer o melhor que nós pudermos, no sentido de ajudá-los para que eles aproveitem bem essa oportunidade reencarnatória, mas respeitando as particularidades de cada um, ah, respeitando o momento evolutivo de cada um deles. Nós sabemos que às vezes isso é um processo muito lento. Se

bem essa oportunidade reencarnatória, mas respeitando as particularidades de cada um, ah, respeitando o momento evolutivo de cada um deles. Nós sabemos que às vezes isso é um processo muito lento. Se nós temos então conflitos na família, que nós possamos fazer o possível para amenizar esses conflitos, mas que acima de tudo aprendamos a amar, porque esse é o nosso grande objetivo. A vida em família que nos aproxima mais ainda uns dos outros é a oportunidade que dá que Deus nos dá para desenvolvermos o amor. Então, amemos a todos, mesmo aqueles difíceis, porque nós sabemos que tudo isso é passageiro. Um dia todos nós aprenderemos, todos nós conseguiremos caminhar nessa estrada evolutiva e chegaremos à perfeição. Hoje a sua tarefa é de ser mãe. Então, ame aos seus filhos, por mais difíceis que eles sejam. Peça ajuda a Deus por meio da prece. Os bons espíritos nos ajudam sempre para que a senhora tenha forças para e sabedoria para lidar com esses filhos difíceis e sair vitoriosa da sua missão como mãe. Um grande abraço para a senhora. Ivana, convidamos você então a fazer a sua despedida dos nossos teleouvintes. Bom, nós queremos agradecer Dr. Mário, nosso querido Divaldo, a toda a equipe da Mansão do Caminho, pela oportunidade de estarmos aqui conversando sobre espiritismo, que é algo que nós amamos fazer, essa doutrina que fez tanta diferença na nossa vida e que nós temos muita alegria em compartilhar com todas as pessoas, rogando que Deus possa amparar a cada um de nós, aos nossos queridos amigos que estão aí nos acompanhando e deixando o nosso abraço fraterno a todo, especialmente ao nosso querido Di, que mora no nosso coração. Grande abraço, Ivana. Muito obrigado pela sua participação, brilhante participação, muito ilucidativa e agradecemos também, então, a Edivaldo Franco, a professora Solange, ao Sérgio, ao Júnior, a Dra. Piedade que tiveram aqui conosco neste momento de aprendizado da doutrina espírita. Muito obrigado a todos. Que Jesus nos abençoe e permaneça sempre conosco.

sora Solange, ao Sérgio, ao Júnior, a Dra. Piedade que tiveram aqui conosco neste momento de aprendizado da doutrina espírita. Muito obrigado a todos. Que Jesus nos abençoe e permaneça sempre conosco.

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