Divaldo Franco e Patrick Pires - Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 07/10/2021 (há 4 anos) 1:00:13 34,064 visualizações 3,744 curtidas

Apresentação: Mário Sérgio

Transcrição

A força dinâmica geradora e mantenedora do universo é o divino pensamento. Através do pensamento, o ser humano expressa-se por intermédio de complexas [música] engrenagens que se estruturam em linguagens variadas e ações realizadoras. Bem pensar é elevada forma de viver. De acordo com teor vibratório do pensamento, bom, regular, ma ou infeliz, pode se aferir o nível moral do indivíduo. Em razão disso, cada qual vive no mundo edificado pelo seu pensamento. Graças à educação mental e moral. O pensamento emite ondas vigorosas que contribuem para o bem-estar, não somente daquele que [música] o cultiva, assim como daqueles que eu cercam. Toda [música] obra tem início no pensamento que se responsabiliza pela ideação a ser transformada em realidade. Como ninguém saudável vive sem pensar, é ideal que se opte pela forma eficaz e positiva em favor das suas construções morais. Jesus na sua condição de psicoterapeuta, conhecendo-lhes os pensamentos daqueles que tentavam perturblo, interrogou-os: [música] "Por que pensais o mal em vossos corações?" Ele sabia que o mal preservado no coração é responsável pelas misérias que assolam caráter do indivíduo e o envelhece. sendo seu o ministério do amor. Ele trouxe a mensagem de esperança e de paz, a fim de que os pensamentos humanos se concentrassem na edificação do reino de Deus na terra através da lídma fraternidade da nobre compaixão. À medida que te elevas pelo pensamento, sucedem-te ocorrências agradáveis, geradoras de alegria e de bem-estar, que transformam a tua existência, auxiliando-te na escalada ascensional. Joana de Angeles. Muito boa noite a todos. Estamos dando início ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Para início dos trabalhos, convidamos nossa irmã Solange Seixas para proferir a prece de abertura. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, as nossas vozes se elevam para comungar contigo dos sentimentos que são a carência em nós para aproximarmo-nos de ti, abrindo janelas nas nossas almas. para que sejam bafejadas pela

sso divino pastor, as nossas vozes se elevam para comungar contigo dos sentimentos que são a carência em nós para aproximarmo-nos de ti, abrindo janelas nas nossas almas. para que sejam bafejadas pela misericórdia do teu coração, dando-nos a força e a coragem da fé para [música] enfrentarmos os desafios existenciais. E assim, Senhor, quando tantos estão partindo na direção da espiritualidade, [música] rogamos-te, Senhor, por aqueles que ficam, cuja saudade dilacera os corações, mas te suplicamos que os benfeitores possam recebê-los na pátria verdadeira para comungarem da realidade e desfrutarem das aquisições que o jornadear pela vida terrestre lhes proporcionou experiências [música] e avanço no mundo aonde todos vamos vencê-lo, principalmente para te [música] entregar um coração puro e bom. Vem ter conosco, Senhor. Fica conosco. Fica em nossos corações. Boa noite a todos mais uma vez. No dia de hoje, nosso conversando sobre espiritismo, teremos a companhia de Patrick e de Divaldo Franco. Então, vamos convidar o nosso irmão para fazer a sua apresentação a todos nós. Meus caros amigos e amigas, querido Divaldo, prezados Mário Sérgio e Solange, estimados internautas, o nosso desejo inicial é que o nosso amado Mestre Jesus nos abençoe a todos, iluminando as nossas consciências e acalentando, consolando os nossos corações. De início, gostaria aqui de externar a a minha alegria e profunda gratidão pela oportunidade de mais um encontro em que somos convidados pela mansão do caminho, esta casa aberta, a todos aqueles que buscam a Jesus, para que possamos participar deste verdadeiro banquete de luz proporcionado pela doutrina espírita sobre as bases do evangelho. Então fica a minha alegria e a minha gratidão. Muito obrigado, Patrick, pela sua apresentação. Hoje nós teremos na primeira parte essa pré-eleição inicial do Edivaldo e na segunda parte você então irá responder as perguntas que nos forem formuladas junto com o Divaldo Franco. Então agora a palavra com ele para a parte inicial

te essa pré-eleição inicial do Edivaldo e na segunda parte você então irá responder as perguntas que nos forem formuladas junto com o Divaldo Franco. Então agora a palavra com ele para a parte inicial do nosso Conversando sobre Espiritismo dessa noite. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas e amigos que nos acompanham através da Web TV Manão do Caminho, nossos votos de muita paz. No ano de 1508, um célebre pintor tornou-se imortal. por um gesto incomparável. Ele havia nascido perto de Nurberg, na Alemanha. Era uma família de 18 filhos, todos eles muito pobres. Mas entre esses jovens havia alguns sonhadores e dois que apresentavam tendência para a arte Albert e Alberto, os nomes quase iguais em alemão. Alet desejava infinitamente pintar, realizar atividades compatíveis com o fim do século XV. A renascença italiana estava projetando os grandes vates e vultos da humanidade. Mas naquele recanto sombrio perto de Nurberg, as aspirações iam muito próximo e quase nunca se tornavam realidade. Alt, depois de muito sacrifício, conseguiu uma bolsa da escola de arte, mas o seu irmão Alberto também desejava infinitamente ser artista. Eles trabalhavam ambos numa mina e essa mina era o sustento para a família. Era um trabalho muito grosseiro, exaustivo. Então, Albert conseguiu receber essa bolsa de estudos, mas apesar de tudo, era necessário ter algum dinheiro para viver. E ele propôs ao irmão algo que talvez desse certo. Ambos matricularsiam. Um deles, durante um período, frequentaria a universidade, o outro trabalharia para pagar a alimentação de ambos e depois de um prazo, meses ou ano, aquele que estivesse estudando constataria se tinha ou não valor o seu esforço, cederia o lugar ao seu irmão mais próximo e assim ambos se fariam célebres. Mas aconteceu inesperado. Albert conseguiu logo iniciar as suas experiências e menos de um ano depois estava desenhando, pintando melhor do que muitos dos seus mestres. Com 4 anos de academia estava célebre. E então ele

erado. Albert conseguiu logo iniciar as suas experiências e menos de um ano depois estava desenhando, pintando melhor do que muitos dos seus mestres. Com 4 anos de academia estava célebre. E então ele achou que era justo o momento de dar o lugar a Alberto. E Alberto, ao ver a beleza das pinturas, ao todo ele chegaria a pintar 876 telas. Teve caso de dizer: "Meu irmão, será inútil o meu esforço? Porque veja, as minhas mãos estão deformadas". O trabalho grosseiro fez que muitos calos e outros problemas nos ossos degenerasse os meus dedos. você continuará estudando e nós sentiremos a honra de nossa família ter aparecido um vulto do seu quilate. ficou muito reconhecido. E numa noite, quando ele voltava para casa, antes de entrar naquele tuguro modesto, que era um terceiro andar, por onde uma lua invejosa penetrava com seus raios pálidos e prateados, ao empurrar a porta do quarto, ele viu uma cena inesquecível. Seu irmão estava ajoelhado, as duas mãos estavam postas e ele balbuciava uma prece, pedindo a Deus que amparasse o seu irmão. Albret não teve dificuldade, procurou uma tábua, qualquer coisa ao alcance e de imediato começou a pintar, a desenhar com lápis aquelas duas mãos que passariam a posteridade com vários nomes, mãos em prece, mãos de um apóstolo. E desde então ele dedicou essas duas mãos ao seu irmão e se tornou um dos primeiros nórdicos a fazerem o renascimento na Alemanha e nos países do norte da Europa. Albert Jell tornou-se um dos gênios, porque além desta arte da pintura, dos lápis maravilhosos, dos desenhos, ele era portador também de uma inteligência muito brilhante e sabia como trabalhar para construir o seu mundo. Teve uma vida relativamente breve, 50 e poucos anos. Mas na galeria em Viena está o quadro com as duas mãos do apóstolo que uma vez acompanhado de amigos eu tive ocasião de ir ver e os nódulos, os detalhes daquela mão um tanto grotesca ali estavam eternizadas no poder da prece apresentada há muito tempo. Na internet foram solicitadas algumas

de amigos eu tive ocasião de ir ver e os nódulos, os detalhes daquela mão um tanto grotesca ali estavam eternizadas no poder da prece apresentada há muito tempo. Na internet foram solicitadas algumas opiniões e aquela que mais me comooveu foi de uma jovem que além das mãos viu o poder da prece e disse: "Ore, ore sempre, juntando não as mãos. O que importa é o grito do coração. E se você puder, seda, sei seu lugar alguém reconhecidamente melhor, com mais amplos recursos do que você. O mundo necessita de receber. Recordei-me de Albert Julers, graças a uma amiga muito querida que se me referiu a essa paisagem de amor e de ternura nesses dias de tanto egotismo. Dificilmente pensou, alguém cederia o lugar dos seus sonhos a outrem, por mais amor que houvesse entre eles. Dificilmente alguém iria renunciar às glórias do mundo, dando-as a alguém ao seu lado. Mesmo se houvesse possibilidade de realizar alguns garranchos, atenderia a esta seda egoísmo que existe em todas as criaturas. Daí lembrei-me de que a verdadeira felicidade não consiste naquilo que se tem. Mas naquilo do que anteriormente, Albert teve também a coragem de reconhecer que seu irmão tinha razão. Ele era um gênio. E se não for a renúncia do seu irmão, a humanidade não teria essas obras espalhadas nos mais famosos museus do mundo, desde o rinoceronte até as paisagens mais completas do psiquismo humano. Temos necessidade hoje de observar o pensamento do codificador do Espiritismo quando expande o evangelho de Jesus saindo das águas tépidas do mar da Galileia para acalmarem as tempestades da psicosfera da criatura humana. O evangelho do Mestre faz-nos lembrar essa maravilhosa sávana de valores humanos atirados ao oceano da humanidade para que haja beleza e para que haja paz. Eu recordo-me que também na minha infância eu havia sonhado um dia em ser alguma coisa, em ser uma criatura útil à humanidade. Nossa família lutava com algumas dificuldades e falando a meu pai, que era um homem nobre e justo e que foi pai

ncia eu havia sonhado um dia em ser alguma coisa, em ser uma criatura útil à humanidade. Nossa família lutava com algumas dificuldades e falando a meu pai, que era um homem nobre e justo e que foi pai de 13 filhos. Então ele me disse com toda lealdade: "Neste momento, meu filho, nós não podemos ajudá-lo. Mas se você conseguir, qualquer coisa nós completaremos." Nossa casa não tinha eletricidade, mas de fronte a nossa casa morava um irmão meu biológico. Era uma alma canora, cantor ao violão, um coração doce e meigo que desencarnou muito jovem. E havia um poste com uma lâmpada acesa. Então meu pai disse de não importa como você vai chegar a Deus. Importa que você chegue a Deus suavemente. E o conhecimento, a cultura é o caminho, talvez dos mais belos para entender Deus. Meu pai era de cultura muito modesta, embora soubesse ler e escrever. Então, todo dia você acorda às 4:30 da manhã e senta-se sob a luz do poste para estudar, porque eu não terei como pagar uma professora para lhe auxiliar no exame que deverá fazer. Aquela época chamava-se exame de suficiência. Terminava o curso primário e íamos entrar no curso normal rural da escola de Feira de Santana. Então, a partir daquele dia em que meu pai me liberava para as boas letras, eu comecei a sentar-me ainda muito criança. Eu estava naquele tempo com 12 anos para poder estudar sobre a abençoada luz de um lampião. tarde, conversando com Chico Xavier, eu em silêncio abençoei aquela lâmpada, aquele poste, aquele lampião, porque eu senti uma ternura imensa por esse farol que é ainda o médium de Uberaba e disse: "Senhor, Chico, é uma pena nós estarmos tão distantes. Eu gostaria tanto de aprender, ficaria somente lhe olhando, trabalhando e lhe olhando. Não perturbaria em nada, porque eu sou de temperamento calmo. Ele sorriu e me disse: "Eu também te volto. A sua bondade é extrema." pegou as minhas mãos, ele era mais velho do que eu, 17 anos, e disse-me: "Contam que Deus se compadeceu da terra e na imensa escuridão ele colocou postes

"Eu também te volto. A sua bondade é extrema." pegou as minhas mãos, ele era mais velho do que eu, 17 anos, e disse-me: "Contam que Deus se compadeceu da terra e na imensa escuridão ele colocou postes para que toda área de trevas pudesse ficar iluminada." E então parte da luz que foi para um poste e parte da outra que foi para o terceiro, disseram: "Oh, mas nós poderíamos ficar juntos?" E Deus respondeu: "Juntos estão, porque eu vou colocar entre um poste e outro o fio do amor que vai conduzir a eletricidade, à luz. Vocês se verão e nós teremos a cidade toda iluminada. Mas se ficarem juntos, só os dois ali, teremos um lugar resplandescente e o mais serão trevas. Mas nunca esqueça, se algum dia você tiver a oportunidade de ficar junto a uma luz que brilha mais do que a sua, não trepide, corra na sua direção e vá abastecer-se, porque você sempre poderá ir adiante, levar essa luz que você a um dia no poste da casa de José. Eu não havia dito nada. Ele era José, o meu irmão. Então, nós poderemos sempre fluir de bênçãos, desde que nos disponhamos a ceder, a oferecer, a compreender, conforme com propriedade dizem os espíritos nobres em o Evangelho Segundo o Espiritismo. Durante a minha primeira infância e segunda e um pouco da adolescência, eu transitei como católico fervoroso, sacristão, e celebrava com o padre, um grande pastor, a missa aos domingos e quintas-feiras, porque haviam outros que ajudavam nos dias de mais da semana. que sempre me deslumbrei com o pensamento daquele homem que teve a dizer: "Eu vim para que vós tenhais vida e vida abundante." É fascinante alguém vir por amor a nós, alguém sofrer para que nós tenhamos a vida. Não lhe importou de maneira nenhuma que houvesse tropeços, que houvesse pedras e que a luz radiante de Deus estivesse encaixada dentro dele a ponto dizer: "Eu sou a luz do mundo". Ele tirou um pouco da sua luz e a todos nós ele deu a semente luminosa do amor para que na terra nunca faltasse claridade. Nestes dias tão difíceis, nós perguntamos aos céus: "E agora,

luz do mundo". Ele tirou um pouco da sua luz e a todos nós ele deu a semente luminosa do amor para que na terra nunca faltasse claridade. Nestes dias tão difíceis, nós perguntamos aos céus: "E agora, Senhor, que farei? A psicosfera terrestre ainda está muito densa, os pensamentos ainda estão muito torpes e a onda de loucura criou morbo e criou determinadas vérminas de natureza psíquica que nos agridem, que nos atacam, ou que liberam nossos conflitos asfixiados neste ano e quase 10 meses. ou senão do anos completos. E nós passamos a apresentar enfermidades, desencantos, vida vazia, desinteresse, reaja. A vida é o que há de mais menos a contemplar. Allan Kardec perguntou com bilismo aos espíritos imortais, qual é o significado da vida? Viver. Viva-o intensamente cada momento da sua existência. Coloque o sal do amor, a cor. E então procure o encanto em um formigueiro que tanto ensinou a humanidade, principalmente no século XIX, quando o príncipe de Meterl se dedicou a estudar as abelhas e estudar também as formigas, as suas organizações sociais, os seus odores para manterem diálogo e para poder demonstrar que a sós somos destruídas e em conjunto somos uma grande força. Não ceda, há nenhuma tentação do mal. Se por acaso indisposições orgânicas inexplicáveis lhe aturdem nesta hora doenças que reapareceram, ameaçando a sua estabilidade emocional e o seu bem-estar. Faça uma pausa. Você está aspirando este morbo das minhas, das nossas emanações. E vamos mudar de onda, vamos mudar de paisagem, elevar o nosso pensamento para aspirarmos a beleza do reino dos céus e de pronto experienciarmos a grandeza do paraíso. Você pode, eu posso. Podeis fazer tudo que eu faço e muito mais se quiseres. Vamos querer. Fazemos nossa primeira pausa e logo depois atenderemos as suas perguntas. A livraria Espírita da Mansão do Caminho está lançando um kit promocional com as principais obras do espírito Manuel Filomeno de Miranda, psicografadas pelo médium Divaldo Franco. Este kit promocional é formado por quatro grandes

do Caminho está lançando um kit promocional com as principais obras do espírito Manuel Filomeno de Miranda, psicografadas pelo médium Divaldo Franco. Este kit promocional é formado por quatro grandes obras que tratam das obsessões coletivas e do processo de transição planetária que a humanidade está atravessando neste momento especial de nossa história. O kit é composto pelos livros Transição Planetária, amanhecer de uma nova era, Perturbações Espirituais e o atual bestseller no rumo do mundo de regeneração. Esta é uma oportunidade única de conhecer detalhes do mundo espiritual e ajudar a mais de 5.000 famílias através das nossas obras sociais. Acesse www.livrarialeal.com.br e aproveite esta oferta. Toda a renda será revertida para as obras sociais Mansão do Caminho. Os relâmpagos e trovóis eram pavorosos. Somos quase todos devedores ante as leis soberanas da vida, portanto, sujeitos aos impositivos da evolução. Existem razões profundas para estarmos juntos e conseguirei agora que também ela morra. A mansão do caminho apresenta No rumo do mundo de regeneração. Dedivaldo Pereira Franco pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Que desejam de mim? Não admito o comportamento de tal natureza. Patrick, vamos começar então a nossa segunda parte do Conversando sobre Espiritismo, respondendo as perguntas que nos chegaram. Então, a primeira aqui vem de Cissa. Como encontrar ânimo para o recomeço e melhorar a insatisfação diante de tantas coisas? Obrigado, Cícia, pela sua pergunta. E ela nos leva a uma reflexão interessante já sobre esta palavra ânimo, que muitas vezes nós eh associamos ao contrário, ao desânimo. Ánimo tá ligado a a etimologicamente no latim à ânima, que é alma. Então, quando nós estamos desanimados, é como se nós estivéssemos sem uma vivência efetiva, essencial daquilo que a alma, que o ser, que a consciência, que somos nós, espíritos encarnados, buscamos. E aí vem esse vazio existencial. Muitas vezes nós nos satisfazemos, buscamos a conquista daquelas aspirações naturais que o mundo

ser, que a consciência, que somos nós, espíritos encarnados, buscamos. E aí vem esse vazio existencial. Muitas vezes nós nos satisfazemos, buscamos a conquista daquelas aspirações naturais que o mundo de em regra nos nos oferece. as questões materiais, mas ainda assim nos sentimos num vazio existencial, no vazio interior. E é porque talvez nós estejamos deixando simbolicamente de alimentar a essência, a alma, o ser espiritual que mergulhou na carne com determinados objetivos, com determinados propósitos e que em algum momento, seja por um uma situação ruim, seja por uma uma separação de um ente querido, seja por um revertério em nossa vida, nós nos vemos desanimados, desestimulados. E aí temos que retomar esse curso da vida. Temos que buscar dar sentido à nossa existência, buscar alimentar o espírito com aquilo que ele verdadeiramente anseia. Vemos pessoas que conquistam tudo materialmente, mas estão nesse vazio. Nós precisamos nos reconectar com a vida, na sua essência espiritual, conectar cada um consigo mesmo, com a sua programação reencarnatória, que intuitivamente está em cada um. E então uma um primeiro passo talvez seja nós buscarmos não dar vazão a a uma tendência, uma falta de vontade de me recolher, de me afastar das pessoas. Há uma frase da veneranda benfeitora Joana de Angângeles que eu gosto muito, que ela diz: "Só é solitário quem não é solidário". E ela ali não tá fazendo uma censura em relação às pessoas que não buscam ter uma atividade caritativa, não. Ela está nos chamando carinhosamente a uma reflexão importante. Nós somos seres sociáveis. Isso a ciência humana, os pensadores já nos diziam. Então, nós só encontraremos felicidade, uma completude no nosso momento existencial nós estivermos com outras pessoas e oferecendo os nossos talentos para a vida, porque aí nós vamos nos sentir úteis, nós vamos sentir a importância, a oportunidade, reconhecer a grandiosidade da da grande oportunidade que é reencarnar. Nós todos, em linhas gerais, pedimos para reencarnar, aguardamos,

s sentir úteis, nós vamos sentir a importância, a oportunidade, reconhecer a grandiosidade da da grande oportunidade que é reencarnar. Nós todos, em linhas gerais, pedimos para reencarnar, aguardamos, participamos da nossa programação. Já estávamos avisados em linhas gerais dos grandes obstáculos que pelos quais passaríamos, mas nos foi afiançado pelos amigos espirituais, pelos nossos benfeitores, pela nossa parentela espiritual que observa, que nos ampara, que nós não estaríamos sós. Então, que busquemos eh eh ter encontrar esse sentido na vida. No livro dos espíritos, na questão 922, Allan Kardec faz questionamento sobre a busca da felicidade possível, porque ele já tinha ali a informação de que a felicidade absoluta em nosso mundo não é possível. Mas qual seria, quais seriam esses elementos pelos quais nós poderíamos encontrar a felicidade? Porque para alguns o que basta, para o outro não basta. E a espiritualidade superior nos informou que do ponto de vista material basta a posse do necessário, ter alimentação, vestimenta, ter a a a as bases necessárias para satisfazer ali o que materialmente nós precisamos. Mas do ponto de vista moral, do ponto de vista espiritual, o que de que nós necessitamos para encontrar essa felicidade relativa que vai conviver com momentos difíceis, é a eu buscar ter a consciência tranquila. E eu só encontro a consciência tranquila quando no meu tribunal pessoal eu verifico que estou atendendo o que foi programado, estou colocando os meus talentos à disposição da vida, estou doando-me, dando-me em prol da coletividade, oferecendo os meus talentos em prol de todos. Então aí eu vou ter a consciência tranquila, porque eu vou intimamente saber, ó, estou cumprindo com o meu compromisso. E também o outro elemento, a fé, a certeza no futuro. A fé no futuro, ou seja, a certeza da imortalidade. A certeza de que os corações amigos, os corações em que existe ali relações de afeto se encontrarão. A o o portal simbólico da morte não é capaz de impedir que aqueles que se amam

eza da imortalidade. A certeza de que os corações amigos, os corações em que existe ali relações de afeto se encontrarão. A o o portal simbólico da morte não é capaz de impedir que aqueles que se amam se reencontram. Então, que busquemos isso, ter o nosso processo de higienização psíquica e espiritual, nos fortalecendo pela prece regular e de qualidade, a meditação, as boas leituras, música de qualidade, boas conversas, fazer um curso, alguma atividade que eu deseja e assim eu vou criar uma ambiência positiva que vai eliminando de meu do meu do meu cerco, do meu redor, aqueles miasmas que me colocam para baixo, me deixam desanimado. E aí daí para frente, com essa essa essa base de higienização, eu posso ter agora uma atitude proativa, colocando realmente as minhas habilidades, os meus talentos em prol da sociedade, buscando me relacionar com aquelas pessoas com as quais eu me afino e que tem gostos e tarefas e interesses semelhantes ao meu. Assim é um passo que é individual de cada um, não é fácil, mas que nós vamos conseguir encontrar esse sentido da vida e ter ânimo para viver. Divaldo, Luciano nos pergunta que conselho poderíamos dar a uma pessoa que afirma ver os espíritos, mas que não deseja desenvolver a mediunidade? é dizer que a pessoa está jogando fora um grande patrimônio. Todos os bens que a divindade nos concede e a mediunidade é uma faculdade orgânica que está inscrita entre os bens que a divindade oferece ao ser humano para evoluir. Então, não nos cabe desperdiçar a oportunidade. Se a pessoa se recusa a educá-la, será um médium atormentado, porque ela não desaparece. Os pródromos, as manifestações permanecem e os espíritos do nível do desequilíbrio, por uma lei natural de atração e de afinidade, apresentam ser e termina a pessoa perdendo o equilíbrio, o discernimento. Não é, portanto, racional possuirmos um bem e dizermos que não nos interessa aprimorar, aprofundar, buscar, entender. É quase uma questão infantil. Nós temos o dever de melhorar-nos cada

iscernimento. Não é, portanto, racional possuirmos um bem e dizermos que não nos interessa aprimorar, aprofundar, buscar, entender. É quase uma questão infantil. Nós temos o dever de melhorar-nos cada vez mais. E como a mediunidade não é nada místico, nem é tampouco algo de que se deva colocar no prato dos prazeres, é uma função orgânica importante. Cabe-nos educá-la, aprofundando o conhecimento em torno das suas possibilidades. Patrick, uma pergunta que nos chega de Cissa. Como podemos eh eh superar o luto? Primeiro, o primeiro passo é reconhecer o luto, viver o luto para que ele cumpra a sua função, que é a função de nos sinalizar emocionalmente, psicologicamente, espiritualmente e também materialmente o encerramento de um ciclo, de uma relação em determinado aspecto no nosso contexto funcional material, que não significa de forma alguma o encerramento daquela aquela relação do ponto de vista espiritual. Então, nós precisamos vivenciar o luto. Muitas pessoas têm dificuldades em em ter superações nas suas vidas quando não vivenciam esse luto, esse momento final, o momento ali de despedido, o momento de ver o corpo sendo sepultado, aquele que foi o templo daquele espírito. Então, na no nosso atual contexto de pandemia, muitas pessoas inclusive têm as suas dores majoradas justamente pela dificuldade que em muitos casos houve ou até a impossibilidade de ter essa despedida ali pelas pelas liturgias religiosas próprias dessa despedida. Mas o luto ele tem um tempo, ele tem uma função e ele deve se encerrar porque senão ele vai ganhando contornos patológicos que vão comprometendo a nossa nossa própria vida e viver aqui na nossa experiência. Então, passados ali alguns meses, se meses, um pouco mais, um pouco menos, é natural que a saudade fique, a lembrança fique, momentos em que eu vá chorar, que eu vou me lembrar, mas que a vida possa seguir adiante, que eu possa ir desenvolvendo as minhas atividades. Eu recordo aqui de uma uma fala que a gente vê muito na literatura que trata ali da

rar, que eu vou me lembrar, mas que a vida possa seguir adiante, que eu possa ir desenvolvendo as minhas atividades. Eu recordo aqui de uma uma fala que a gente vê muito na literatura que trata ali da biografia biografia de Chico Xavier, quando ele passando por um momento difícil e que tinha ali as as suas agruras, vivenciando as dores da carne, da situação da da sua tarefa, da sua da sua missão aqui entre nós. Então ele pediu ao seu benfeitor Emânuel que, se possível levasse a Maria de Nazaré, a mãe de Jesus, o pedido dele para que ela encaminhasse alguma mensagem para ele direta a Chico, ele ali externando a sua fragilidade como um ser, apesar de todo aquele papel grandioso que ele exercia. Mas ele fez esse pedido e Emanuel acedeu e levou. E algum tempo depois ele retorna e fala: "Chico, tenho aqui a mensagem da nossa mãe Maria Santíssima". E quando o Chico vai tomar nota, a mensagem era: "Tudo passa, tudo passa, só isso." E Emanu no seu, cumprindo ali a sua tarefa de amigo, de tutor, de benfeitor, de professor, acrescenta mais Chico. Lembra também que assim como as experiências negativas passam, também esses momentos de maior tranquilidade passam, até porque o espírito precisa, nós precisamos ainda no nosso dia evolutivo, de elementos de desafio, de obstáculos para que possamos crescer. Então, nós precisamos ter essa essa essa claro isso em nossas mentes, que vamos eh vivenciar o luto, mas que ele deve passar. E aí nós precisamos dar ao tempo a oportunidade de curar as nossas feridas. Eu me recordo de uma canção que eu gosto muito, que é do daquela dupla Vitor e Léo, escrita a canção, a letra e a melodia por Víor Chaves, um dos dos integrantes, que se chama Momentos. E ele conta num vídeo que tá nas redes sociais, no YouTube, que teve a inspiração para escrever a letra e também a melodia veio junto num a madrugada quando ele acabara de sonhar com o seu avô, que era uma referência moral da família, de segurança, de bondade. E então ele disse que aquela música veio um bloco ali, uma

dia veio junto num a madrugada quando ele acabara de sonhar com o seu avô, que era uma referência moral da família, de segurança, de bondade. E então ele disse que aquela música veio um bloco ali, uma experiência espiritual. E ele fala: "Há momentos inevitáveis que o coração da gente pede respostas. É nessa hora que a gente diz que não entende a vida e chora. Se a gente soubesse o quanto merece cada um, o que cada um tem, a gente pediria, simplesmente o bem faria para merecer o o bem. Eu, que sempre tive o que dizer, hoje ouço em silêncio, levei tempo para entender que apenas o tempo, o tempo nos ensina a viver. Então o tempo ele tem esse é esse elemento necessário, ele cura feridas, mas nós devemos ajudar utilizar o tempo de forma adequada. Lembremos aí quando a gente tem uma ferida e que forma aquele cascão, a pele se recompondo, a gente tem que preservar, deixar que a que a natureza ali cumpra o seu papel. Se eu ficar futucando no Cascão, né? Futucando aí a expressão popular que nós utilizamos, se eu ficar futucando no Cascão, a ferida não vai se curar. Então, possamos vivenciar essa experiência do luto, mas buscar superá-la e entender que o tempo vai diminuindo as nossas dores. Ivaldo, Summer, eh, o nosso perguntador tem uma questão a respeito da sua filha. que tem 10 anos, mas que volta ela é acometida de pensamentos suicidas, não sabe lidar com o caso. Como podemos aconselhá-lo? Há duas técnicas. Quando se trata de uma criança menor, se pode fazer a técnica de conversar no estado de sono. Aproximamos da criança dormindo e dizemos: "Você foi tão esperado. Nós estamos muito felizes porque você chegou. E então falemos, porque o espírito está lúcido ao lado, ouve, ainda está no processo terminal de reencarnação, quando o cérebro absorve totalmente o pensamento espiritual, então diga: "Nem pense em morrer, a vida é tal. Faça uma terapia de boas palavras". Isso também é útil quando a criança tem certas birras, determinados problemas, poderemos retirá-los até os 5 6 anos através desse

Nem pense em morrer, a vida é tal. Faça uma terapia de boas palavras". Isso também é útil quando a criança tem certas birras, determinados problemas, poderemos retirá-los até os 5 6 anos através desse contato quando a criança dorme. No caso, em tela, falar diretamente, porque normalmente o ex-suicida traz na memória atual lembrança de fugir de tudo aquilo que é desafiador. E como não tem discernimento e ouve falar no suicídio, que está sempre de moda na no desequilíbrio psicológico das criaturas, a criança diz que vai morrer, que deseja morrer, que a vida não lhe interessa. Abordarmos frente à frente. Como que você vai morrer? Mas ninguém morre. Vamos falar com naturalidade, acabar com esse medo de que a criança não entende. Entende? A criança moderna que tem uma capacidade de absorção do conhecimento tecnológico imensa e também das nossas conversas mais profundas, depende naturalmente de como lhes expliquemos e dizer: "Mas porque você quer morrer? Você vai continuar a viver? É como se você se mudasse daqui para o Rio de Janeiro ou para Paris. Tudo é lindo, mas os problemas irão com você. Dizer diretamente e procurar ver qual é o ponto vulnerável. no emocional da criança, que é este ponto emocional vulnerável à lembrança do suicídio anterior. A 98% toda criança que fala muito em morrer, em suicidar-se é exuicida. Patrick, uma pergunta de Ed Nelson. Ele gostaria de saber se a concepção se dá no momento da da fecundação, da gestação ou no momento do nascimento. Nós vamos encontrar essa temática sendo tratada em o livro dos espíritos, obra inaugural da codificação espírita, publicada na sua primeira edição em 18 de abril de 1857. E lá é dito que a concepção se dá no momento da fecundação. Então é no momento em que ali se inicia o processo reencarnatório. Começa ali a ver o primeiro o início dos da vinculação do espírito que está designado, que está ali naquele ambiência que eh vai se utilizar daquela oportunidade para retornar à matéria. Então, naquele momento se inicia uma vinculação

io dos da vinculação do espírito que está designado, que está ali naquele ambiência que eh vai se utilizar daquela oportunidade para retornar à matéria. Então, naquele momento se inicia uma vinculação energética naquela célula ovo que está no início da sua formação. E dali para a frente o corpo espiritual, aquele espírito com o seu corpo espiritual, ele passa a ter uma influência direta em todo o processo de desenvolvimento da gestação. Daí, por o livro dos escritos, eh, não há nenhuma dúvida sobre isso enquanto a à espiritualidade superior. é a não é recomendável, pelo contrário, os espíritos são frontalmente contrários a qualquer método que venha interromper uma gestação após ali a féundação, porque está contrariando aos desígnios divinos, está impedindo que um espírito que já está vinculado conclua ali o seu processo reencarnatório, mesmo naqueles casos em que a vida vai se interromper ao longo da gestação ou logo ao nascer. era um espírito que necessitava daquela daquele momento ali junto ao útero materno, com a colaboração do do envolvimento familiar, eh, para sua recomposição do seu próprio corpo espiritual por conta dos, possivelmente de de equívocos passados. E aquele núcleo familiar também se comprometeu porque seja por ter um afeto com aquele espírito, seja porque estava relacionado a algum acontecimento pretérito para eh possibilitar aquele renascimento. Nós vamos encontrar também uma experiência bem interessante que descreve de uma maneira um pouco mais detalhada um processo de reencarnação no livro Missionários da Luz do Espírito André Luiz através da psicografia de Chico Xavier em que André Luiz visita um departamento de reencarnação vinculado à colônia espiritual nosso lar a muitos espíritos dedicados à programação das reencarnações, a programação dos corpos, a programação dos corpos que terão limitações. Pessoas que pedem, por exemplo, uma senhora que tinha uma programação, um corpo muito belo, ela pede: "Ó, por favor, modifica lá o projeto. Eu não quero vir tão bela,

dos corpos que terão limitações. Pessoas que pedem, por exemplo, uma senhora que tinha uma programação, um corpo muito belo, ela pede: "Ó, por favor, modifica lá o projeto. Eu não quero vir tão bela, porque eu já caí muitas vezes por conta da beleza e ela é atendida e é refeito, o outro vem com a limitação na perna. Então, eh, o momento da programação e depois ele vê um segundo momento em que a equipe espiritual auxilia no processo de reencarnação de um espírito chamado Segismundo. Então, é uma obra também bem ilustrativa e que nos ajuda a compreender este processo e lá também confirmando a a vinculação do espírito no momento da fecundação do óvulo pelo espermatozó. Ivaldo, ainda no tema da criança, quando uma criança sofre com a mediunidade, isto seria uma obsessão? O fenômeno se torna obsessivo porque os espíritos que se acercam são naturalmente adversários do passado que estão vinculados e transmitem as suas energias deletérias, seus fluidos perturbadores. E a criança que não sabe definir reage através dos seus momentos tumultuados. E a melhor maneira é irmos falando lentamente e aplicando a bioenergia. O passe antes de deitar é uma necessidade. Os pais, um deles, orar com a criança para protegê-la e envolver em pensamentos bons, a fim de que quando se desloque do corpo, não achem esses espíritos a sintonia para perturbar o espírito durante a fase do sono, em sonhos, pesadelos e etc. Então, toda a infância, quando a mediunidade começa a brotar, é feita de alguns distúrbios, mas o carinho, a boa palavra sempre conseguem lenir desde que nós esclareçamos. Isto também passa, como mandou dizer a senora Chico Xavier, isto também passa, é um momento e etc. Eu experimentei na infância e todos os médiuns com os quais eu tenho convivido tiveram a infância algo turbulenta por causa desse acompanhamento que não era visível ao olho destituído de mediunidade e que os sensitivos infantis observavam e sofriam por medo, por desespero e também pela sua ignorância. Patrick, Giovana nos pergunta se esses

nto que não era visível ao olho destituído de mediunidade e que os sensitivos infantis observavam e sofriam por medo, por desespero e também pela sua ignorância. Patrick, Giovana nos pergunta se esses desencarnes em massa, tais quais agora na pandemia, foram todos programados? O o todos, né? Eu lembro quando eu fazia eh estudava e tinha preparação para vestibular, os professores sempre falavam: "Tomo muito cuidado com sempre, com um todo, com essas expressões que levam para o absoluto." Mas de uma maneira geral, nós precisamos ir ir pensando aqui de uma de com certa lógica. O gênero da morte e o tempo da morte, via de regra, são elementos que já constam da programação reencarnatória de cada um. A gente vê isso inclusive na obra Missionários da Luz que eu mencionei na resposta anterior. Então, e lá no André Luiz quando recebe as orientações eh e visitando o departamento da reencarnação, conforme dito no livro Missionários da Luz, ele aprende que algumas pessoas têm uma programação mais detalhada da sua reencarnação. Normalmente pessoas que têm responsabilidades maiores, que já tem uma condição maior. Outros grupos têm programações que servem seguem certos padrões, mas o gênero da morte e o tempo da morte normalmente estão programados. Então, essas pessoas que foram atraídas, que estão vinculadas a esses essas ocorrências de desencarnações em massa que geram em todos nós, sobretudo nós que ficamos um abalo, elas estão ali dentro de uma programação daquele acontecimento, salvo se por alguma imprudência exagerada acabaram se sendo levadas àquele acontecimento. Mas se estavam dentro de uma normalidade, se viram naquele evento, é porque estava dentro de uma programação. Nós vamos encontrar também numa obra Chico Xavier pede licença um texto de Emânuel que fala das desencarnações coletivas e aí sim o nobre benfeitor registra e ali respondendo a uma pergunta e em torno de por que a divindade permite que muitas pessoas num só contexto venham a morrer de forma trágica, como nes incêndios. E ali era

o nobre benfeitor registra e ali respondendo a uma pergunta e em torno de por que a divindade permite que muitas pessoas num só contexto venham a morrer de forma trágica, como nes incêndios. E ali era uma época que havia pouco tempo da ocorrência de um grande incêndio num circo em Niterói que levou mais de 500 pessoas, muitas crianças, muitos idosos e aquilo abalou muito as pessoas em nosso país. E ali a Emanuel fala, mostra que aquelas pessoas estavam em regime de encontro marcado porque eram espíritos que se vincularam em tempos outros a grandes acontecimentos também dolorosos e ali como protagonistas da dessas ocorrências que ceifaram a vida de muitos e levaram muita gente ao sofrimento. Ao longo dos séculos, essas pessoas vão tendo a oportunidade, pela ação da caridade, pela vivência do amor, de ir compensando aquela ação no tribunal da própria consciência. Quando nós não alcançamos êxito nesta compensação, o nossa própria consciência passa a nos exigir, e aí somos nós mesmos, o tribunal da nossa consciência, que nós nos submetamos a a um acontecimento desses para que nós nos sintamos kits com a lei. E aí somos atraídos a esses acontecimentos. Mas algo que é importante a gente lembrar, embora para quem está de fora e naquele momento as pessoas estejam juntas, o processo da morte e sobretudo o que vem depois, que a desvinculação do espírito da matéria, que é o processo da desencarnação, é único para cada um. Cada um vai ter o seu tratamento, o seu sucesso posterior, conforme de acordo com a a sua vivência. Então, cada um eh de acordo com a sua condição. E aí nós vamos encontrar, por exemplo, um exemplo, um uma situação eh curiosa descrita no livro Ação e Reação do Espírito André Luiz, em que ele vai relatar, registrar ali a queda um de um avião, um acidente aéreo, de uma uma aeronave de médio porte. E quando é descrita ali a situação do momento, é dito pelo benfeitor espiritual que, embora todos estivessem juntos naquela ocorrência, equipes espirituais estavam

de uma uma aeronave de médio porte. E quando é descrita ali a situação do momento, é dito pelo benfeitor espiritual que, embora todos estivessem juntos naquela ocorrência, equipes espirituais estavam lá para acolher a todos, mas cada um ia ter um processo de desencarnação mais rápido, de vinculação, de adaptação ao plano espiritual, mais rápido ou mais lento, conforme o seu nível evolutivo, conforme a sua vivência na última experiência material. Então, alguns já estavam sendo acolhidos, submetidos a uma sonoterapia, sem sentir de nada, não sentir o acidente. Outros estavam atordoados no ambiente, ainda se achando encarnados, sentindo ali o corpo eh eh com as marcas do acidente. Então, é cada um conforme as suas obras, mas para todos os casos, a misericórdia divina está sempre a atuar. Então, nós não devemos ter um olhar de preocupação maior com este fenômeno morte em desencarnações coletivas. Elas marcam sim esse sinal dos tempos que anunciam o nosso mundo de regeneração. Então, precisamos cada um, buscar viver da melhor maneira possível, porque vivendo bem nós morreremos bem. O corpo morrerá bem e nós continuaremos vivendo bem como espíritos. Divaldo, o espiritismo eh já tem mais de 150 anos e ainda nos encontramos bastante dificuldade na aceitação da mediunidade. O que que nós podemos eh dizer a respeito desse reconhecimento da sociedade em relação à mediunidade? A mediunidade sempre foi vista de uma maneira mística. mítica, verdadeira ou fantasiosa. Encontrou muitos desafios no fim do século XIX pelos investigadores da psiquiatria que estavam descobrindo o inconsciente, o superconsciente e o inconsciente coletivo para poder justificar os fenômenos, sejam eles de revelação para o futuro, de evocação do passado. E quando a mediunidade se expandiu, no caso no Brasil, na Espanha, Portugal, que tivemos belas oportunidades doutrinárias, as religiões dominantes tentaram asfixiá-la através da tradicional contradição sobre seus dogmas e a imortalidade da alma. Então, essa luta

nha, Portugal, que tivemos belas oportunidades doutrinárias, as religiões dominantes tentaram asfixiá-la através da tradicional contradição sobre seus dogmas e a imortalidade da alma. Então, essa luta contra o que nós chamamos a verdade contribuiu muito para dar aspectos que não correspondem à realidade, os aspectos de misticismo e de que o médium é portador de um conhecimento que em verdade não tem. O médium é o instrumento. Faz-me muito lembrar de uma história de o notável do pensador inglês sobre a flauta e o sabiá. O sabiá viu a flauta, ficou deslumbrado. A flauta exibiu-se muito e falou que era um instrumento de prata, que servia para as religiões. O sabiá dizia: "Pois eu posso cantar". E a flauta disse: "Ninguém canta como eu". Eu sabia perder: "Então cante para que eu ouço". E ela disse: "Ó, ignorante, não posso. Falta o flautista." Ele sou eu. Disse: "Ah, então bendito sou eu que não preciso de ninguém." e começou a cantar enquanto a flauta no seu estojo de vilud do subano ficava amargurada em silêncio. O médium é a flauta. Se houver alguém, ele vai saber usar da flauta de acordo com seu conhecimento e a flauta irá ser utilizada em notas e em sons que o tipo empírico não consegue. Então, nós sempre atribuímos aos fenômenos mediúnicos certas irregularidades, fantasias, desinformações, problemas imaginativos. É, portanto, por isso que recomendamos o estudo da mediunidade. Allan Kardec o livro dos médiuns, somente para identificação dos espíritos, ele dedica o maior número de páginas da obra, chamando-nos atenção por causa dos perigos, das mentiras, das mistificações, dos fenômenos anímicos, isto é, da própria alma, que são mediúnicos, porém pratificados pelo espírito encarnado. Daí a mediunidade ainda não encontrou o seu lugar. Por falta de esclarecimento, empenhamos-nos todos nós espíritas em tornar o mais claro possível esta faculdade, graças à qual nós penetramos com facilidade no mundo além do túmulo. E este mundo além do túmulo penetra em nossas vidas no

amos-nos todos nós espíritas em tornar o mais claro possível esta faculdade, graças à qual nós penetramos com facilidade no mundo além do túmulo. E este mundo além do túmulo penetra em nossas vidas no intercâmbio extraordinário. Patrick, chegamos ao final do nosso Conversando sobre o Espiritismo desta noite e solicitamos a você então que se dispsos internautas. Gostaria de agradecer a atenção de todos mais uma vez ao carinho do convite da mansão do caminho, Adivaldo, a todos vocês. É uma grande felicidade participar e aprender tanto neste momento com a o que a espiritualidade nos trouxe, com as experiências. para que todos nos sintamos juntos, fortalecidos para seguirem adiante. E como mensagem final, que sempre me conforta nos meus momentos aí de questionamentos, de dúvidas, de lamentações, eu lembro do daquilo que está dito no último versículo do último capítulo do Evangelho de Mateus, que é aquela frase, aquela mensagem de esperança do mestre Jesus, quando ele orienta que sigamos os seus mandamentos e conclui dizendo que eis que estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos. Todos nós estamos muito bem acompanhados com o nosso grande pastor, com o nosso guia e modelo. Então, que ele continue nos abençoando e nos oferecendo o alimento espiritual, o pão da vida, para que nós nos sentimos, sintamos fortalecidos para seguir cada um na sua esfera, dentro do seu compromisso. Muito obrigado a todos. Mais uma vez muito obrigado pela sua participação. Agradecemos a Divaldo, a professora Solange, a doutora Piedade, nossa diretora, ao Sérgio e ao Júnior do estúdio e a todos, enfim, que tiveram a paciência de nos assistir durante essa uma hora de programação. Que Jesus nos abençoe e nos conceda a sua paz.

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