Evangelho no Lar • 04/05/2025
Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo
Olá, sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online. Essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Il Fonso Correia aqui da cidade de Curitiba, no Paraná. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná e aos domingos, aliás, diariamente temos a nossa atividade do Evangelho no Lar Online aos domingos, além de transmitirmos para o canal SEC, temos também a transmissão paraa TV Mansão do Caminho, a quem desejamos ou aqueles que estão conectados pela TV Mansão do Caminho, desejamos também acolher, cumprimentar, abraçar a todos. Aliás, amanhã é um dia muito especial para os baianos e para os brasileiros espíritas, aliás, para todos nós, né? Porque Edivaldo é um cidadão sem fronteiras e amanhã é aniversário do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Então, desde já iniciando a nossa atividade do evangelho aqui e mais uma vez queremos contar com as vibrações de todos, todos que estamos juntos no momento da oração, lembrarmos do nosso Divaldo, envolvê-lo, não é, com as nossas vibrações, especialmente hoje e também amanhã por conta dessa data tão especial, 98 anos de idade. Meu Deus, não é? a gente fica pensando que que vida produtiva, quanto já nos ofertou, quanto já nos ofereceu e e de nossa parte nós nos recordamos da gratidão que todos devemos sentir por este grande trabalhador do movimento espírita mundial. Meus amigos, quero cumprimentá-los. Sempre cumprimentamos alguns de vocês que aqui estão sempre nos prestigiando. Então eu quero dizer boa noite para a Kat Eberly. Ela está em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Boa noite, Ky. Também a Luciane de Covilhã, lá Portugal. Olha que legal. Além Fronteiras, estamos também a nossa querida Sandra Borba. Lúcia, Sandra Bóba é a madrinha desta atividade. Desde o seu início ela esteve conosco mais uma vez. Então, querida Sandra, o nosso abraço. Eh, é uma alegria contar com você, com Assis, aqui na nossa atividade também um xará, o Adriano de Joinville. receba também o nosso abraço a Maria da Silva de Apucarana. Olha que
ndra, o nosso abraço. Eh, é uma alegria contar com você, com Assis, aqui na nossa atividade também um xará, o Adriano de Joinville. receba também o nosso abraço a Maria da Silva de Apucarana. Olha que legal, estivemos em Apucarana na semana passada em atividade federativa aqui pelo estado do Paraná. Também a Bernardete de Juiz de Fora, Minas Gerais. receba, recebam todos vocês, né, que estão conectados conosco, o nosso abraço. Hoje um dia muito especial. Temos uma convidada especial, não sei se vocês já conhecem, mas ela já esteve conosco. Mas eu quero apresentar a vocês Lúcia Moisés, é educadora, tendo atuado por muitos anos como docente na Universidade Federal Fluminense, no curso de pedagogia e no programa de mestrado e doutorado em educação. Então, vejamos. e doutorado em educação. Atualmente é membro da comissão diretora do Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro, o CERGE, e uma trabalhadora da doutrina espírita, tem prestado sua colaboração através de oficinas, seminários, palestras, eh muito especialmente para os trabalhadores da área de infância e juventude. já esteve aqui no Paraná, convite da Federação Espírita do Paraná, coordenando encontros, um encontro estadual na área de evangelização espírita infanto juvenil. Então, uma trabalhadora que tem um livro, tem várias obras publicadas, mas nós queremos destacar pelo menos uma obra, é a mais recente, lançada no início do ano passado para Além das Telas digitais, lançado pela editora M, mas que você encontra também na livraria Mundo Espírita, a livraria aqui da Federação Espírita do Paraná. Fiz o meu comercial, né, Lúci, da obra e da livraria. Boa noite, Lúcia, seja bem-vinda. Uma alegria receber você aqui. Boa noite, Adriano. Boa noite, Aline, Vânia. Alegria é minha poder estar com vocês nesse evangelho no lar tão conhecido, tão respeitado no Brasil, aa e fora daqui, porque eu sei que uma das pessoas que acompanha é uma grande amiga da minha irmã, que no momento inclusive está na casa dela, perto de Washington, nos
ecido, tão respeitado no Brasil, aa e fora daqui, porque eu sei que uma das pessoas que acompanha é uma grande amiga da minha irmã, que no momento inclusive está na casa dela, perto de Washington, nos Estados Unidos. Então, quero mandar um abraço para ela, paraa Efigênia, que está sempre com vocês todos os dias. Legal. Legal. Então, para além das telas digitais, esse é o título da obra, né, da tua obra mais recente. E este para além é para além porque hoje nós sabemos que do, talvez um dos maiores problemas, dos maiores desafios que nós temos na família é o impacto que essas telas digitais estão fazendo. E eu sempre faço questão de dizer o seguinte, nós estamos usando a tela. Nós estamos em tela. Tela é bom, é lei do progresso, veio para ajudar, não veio para atrapalhar. Só que nós ainda somos tão infantis que não estamos sabendo usar uma coisa tão boa. Então, tem um lado extremamente positivo. Eu diria que o lado positivo é maior do que o negativo, mas eh feito criança que ganhou brinquedo que ainda não sabe manipular, todos nós estamos ainda muito envolvidos nos excessos e os excessos não são bons. E é por isso que nós temos o livro, são sete capítulos. Eu tenho um capítulo, são sete partes, diria eu. Então, uma parte é sobre isso e as outras seis partes é sobre como é que se vai além das telas. É exatamente para isso, falando inclusive do evangelho no lar, que é o tema que é o que nós fazemos aqui agora. Beleza? Então, tá aí. Olha gente, quem desejar conhecer essa obra que é muito boa, Paraná que, como disse, trabalhou isso, não é, com a a na área da infância e juventude. Fica aí a nossa divulgação, promovendo aquilo que é bom. Eu quero cumprimentar rapidamente aqui nossas queridas amigas, Aline, Ivan, Aline, boa noite, trabalhadoras da nossa casa espírita, Centro Espírito de Afonso Correia. Tudo bem, Aline? Boa noite. Boa noite, Adriana. Lúcia, mais uma vez seja bem-vinda. Estamos ansiosos por te ouvir. Boa noite, Vânia, a Karina que tá aí nos auxiliando e a todos os nossos
onso Correia. Tudo bem, Aline? Boa noite. Boa noite, Adriana. Lúcia, mais uma vez seja bem-vinda. Estamos ansiosos por te ouvir. Boa noite, Vânia, a Karina que tá aí nos auxiliando e a todos os nossos irmãos de todos os cantos. Eu vi que meu pai já mandou um oi ali, eles estão me ouvindo ali também. Que possamos ter um bom evangelho. Evangelho e família é assim, tem que chamar o pai, tá? Mesmo que ele esteja lá em CIA Norte, né? CIA Norte. Vânia, boa noite, Vânia. Boa noite a todos os amigos que estão online em todos os lugares e mais uma vez obrigada pelo convite. É uma honra, uma satisfação estar com vocês aqui no Evangelho de Domingo. Então vamos lá, meus irmãos, vamos iniciar a nossa atividade unindo os nossos pensamentos em oração. Eu vou pedir a Aline que conduz então os nossos pensamentos na prece de abertura do nosso evangelho no lar dessa noite. Senhor Jesus, mestre amado, modelia de nossas vidas. Neste momento, com as mentes e corações conectados, gostaríamos de agradecer por mais um domingo, por mais uma semana que se conclui, por mais um Evangelho no Lar Online, nos aproveitando dessa tecnologia maravilhosa que nos une, que nos conecta. este propósito de oração, de estudo em conjunto, de trocas, que essas mensagens possamar todos os lares, assim como as boas vibrações, as energias que os nossos mentores desta casa alcançam através dessa conexão. que a nossa irmã Lúcia consiga transmitir tudo que veio aqui nos trazer hoje, nós todos possamos absorver o máximo possível e levarmos para o nosso dia a dia. Fica conosco, Senhor, em mais este obrigado Aline. Texto de hoje do livro SOS Família. E vamos pedir a Vânia faça a leitura para nós. SOS Família, capítulo 11. Cristo em casa. Contrapondo-se a onda crescente da loucura que rompe a vacaladora de toda parte e domina, penetrando os lares e os destroçando, o evangelho de Jesus hoje, como no passado, abre larga faixa para a esperança, facultando a visão de um futuro promissor, onde os desassossegos do coração não terão ensejo de medrar.
e os destroçando, o evangelho de Jesus hoje, como no passado, abre larga faixa para a esperança, facultando a visão de um futuro promissor, onde os desassossegos do coração não terão ensejo de medrar. A par da laívia e do moderno comércio do erotismo, que consomem as mais elevadas aspirações humanas na indústria da devaidão, as sementes luminosas da boa nova, plantadas na intimidade do conjunto familiar, desdobram-se em embriões de amor que enriquecem os espíritos de paz, recuperando os homens portadores das enfermidades espirituais de longo curso e medicando-os com as dád da saúde. Enquanto campeia a caça desacçada aos estupefacientes e barbitúricos, aos narcóticos e aos excessos do sexo em desalinho, a mensagem do reino de Deus cada semana na família representa remédio valioso que consegue recompor das distonias psíquicas aqueles que jazem anestesiados sob o julgo de forças. e vingadoras de existências pretéritas. Há mais enfermos no mundo do que se supõe que existam. Isso porque no reduto familiar raramente fecundam a conversação edificante, o entendimento fraterno, a tolerância geral, o amor desinteressado. Vinculados por compromissos vigorosos para a própria evolução, os espíritos reencarnam-se no mesmo grupo cromossomático, endividados entre si, para o necessário reajustamento, trazendo nos refolhos da memória espiritual as recordações traumáticas e as lembranças nefastas, deixando-se arrastar invariavelmente a complexos processos de obsessão recíproca, graças ao ódio mantido as animosidades conservadas e nutridas com as altas contribuições da rebeldia e da violência. Em razão disso, o desrespeito graça, a revolta se instala, a indiferença insiste e a aversão assília, em tais circunstâncias, se transforma em palco de tragédias sucessivas quando não se faz a duana de traições e insídias, estimulando os desajustes que se encontram inatos nos grupos das consanguinidades, da conseguenidade. A odierna técnica da comunicação Maã tem conspirado ponderamente contra a paz do lar e a
insídias, estimulando os desajustes que se encontram inatos nos grupos das consanguinidades, da conseguenidade. A odierna técnica da comunicação Maã tem conspirado ponderamente contra a paz do lar e a felicidade dos homens. Cristo, porém, quando se adentra pelo portal do lar, modifica a paisagem espiritual do recinto. As cargas de vibrações deletérias, os miasmas da intolerância, os tóxicos nauseiantes da ira, as palavras azedas vão rareando ao suave doce contágio do seu e se modificam as expressões da desarmonia e do desconforto, produzindo natural condição de entendimento, de alegria, de refazimento. Cristo no lar significa comunhão da esperança com o amor. A sua presença produz sinais evidentes de paz e aqueles que antes experimentavam repulsa pelo ajuntamento doméstico descobrem sintomas de identificação, necessidade de auxílio mútuo. Com Jesus em casa acendem-se as claridades para o futuro, a iluminar as sombras que campenham desde agora. Abre o livro da vida e medita nos ditos do Senhor, pelo menos uma vez na semana, entre aqueles que vivem contigo no conúbio familiar. Mergulha a mente nas suas lições, embriaga o espírito na esperança sobre a água lustral da fonte viva, generosa e abundante. Esquece os painéis tumultuados que são habituais e marcha na direção da alegria. Se não consegues a companhia dos que te repartem a consagidade para tal ministério, não desfaleças. Faze-o assim mesmo. Se assomames inesperados, não descorofis, insistindo ainda assim. Se surpresas infelizes conspiram a hora do teu encontro semanal com ele, não desesperes e retoma a as tentativas, perseverando quando Cristo penetra a alma do discípulo. Refala quando visita a família em prece, sustenta. Faze do teu lar um santuário onde se possa aspirar o aroma da felicidade e fluir o néctar da paz. Sob o docel das estrelas no passado, o Senhor, enquanto conosco, instaurou nos lares humildes dos discípulos o convívio da prece da palestra edificante, inaugurando a era da convivência pacífica, da discussão produtiva, do
as no passado, o Senhor, enquanto conosco, instaurou nos lares humildes dos discípulos o convívio da prece da palestra edificante, inaugurando a era da convivência pacífica, da discussão produtiva, do intercâmbio com o mundo excelso. Abrindo-lhe o lar, uma vez que seja, em cada sete dias, experimentarás com ele a inescendível ventura de aprender a amar para bem servir e crescer, para a liberdade que nos alcançará além e acima das próprias limitações, integrando-nos na família universal, em nome do amor de nosso pai, Joana de Angeles. Tá aí que texto de texto de Joana, né? Sempre tem umas palavrinhas, né? Que são quase umas pegadinhas, né? Vân. Ah, foi excelente. Lúcia, por favor, a palavra é sua. Lindo texto, profundo, atual, necessário e bem inspirador para essa semana que começa agora, a semana da família que vocês estão começando. Vai dessa semana até o final, né, desse domingo até o final de semana. e muito oportuno, porque precisamos, precisamos muito falar de família, dar assistência à família, animar a família, orientar dias difíceis, mas como diz o nosso texto, como diz Joana, né? né? Então, nesse momento em que nós aqui paramos para fazer o evangelho no lar, que ela vem ensinar nessa mensagem, pare uma vez por semana e no caso aqui todos os dias, faça o evangelho no lar, reúna a sua família, porque com certeza neste momento estamos recebendo do mais alto todas as bênçãos, a energia boa, positiva para começarmos a semana E Cristo certamente de onde está nos envia todo o amor, toda a luz. Então, agradecer muito a Joana, lembrar do Divaldo, mandar também daqui um abraço e nossas melhores vibrações para ele que amanhã completa 98 anos, como já foi falado. Mas o nosso texto, ele vai mostrar pelo menos dois tipos de problemas que a família enfrenta. Ela, ele mostra, a Joana mostra questões externas, ela começa com as questões externas para depois passar para as questões internas. nas questões externas, ela vai falar dos problemas, né, dessas pressões que nós hoje estamos vivendo. E lembrando
nas, ela começa com as questões externas para depois passar para as questões internas. nas questões externas, ela vai falar dos problemas, né, dessas pressões que nós hoje estamos vivendo. E lembrando que o texto dela foi escrito em 1994, com 31 anos, portanto, mas nós estamos sendo bombardeados diariamente por pressões externas. E ela vai citar no texto pelo menos algumas, duas, três, quatro delas, começando pelo pelas questões do sexo. Ela usa certas palavras, né, no caso aí desse sexo mal usado, do sexo do erotismo tão exacerbado como nós vemos nas telas que chegam pelas nossas casas, porque não é só na rua, no dia a dia, nós vemos na nos vídeos, nos nas músicas, as apresentações. É tanto apelo à sexualidade que chega a ser assustador. Mas ela vai dizer, mas quando você traz o Cristo, isso se afasta. Traz também para nós as questões ligadas a outros excessos, que são os excessos das drogas. que tendo contato, às vezes eu até tenho medo de falar certas coisas, mas tendo contato com famílias, com pessoas que tem muito jovens na família, de classe média, gente que tem um poder aquisitivo bom, então é comum nós ouvirmos dizer, não tem família, não tem ninguém que não esteja usando droga e nós ficamos assustados com isso. A maconha, todo mundo fuma. Então, há uma uma situação assim de tornar natural algo que não deveria ser, porque é fuga, porque perturba, porque atrai. Ninguém faz isso sozinho. A droga, a bebida, ninguém faz sozinho. Então, ela vai mostrando todos esses excessos. que vem. E aí ela vai apontar entre esses que nós já falamos os excessos que vêm da dos meios de comunicação que atordoam, que trazem mensagens ruins, que não facilitam a vida da família. E nós pensamos, se ela diz isso há 31 anos atrás, como é que estamos hoje em relação aos meios de comunicação? Então, por tudo que nós temos estudado, lido, há uma grande preocupação com a nossa infância, com a nossa juventude, com os nossos meninos, com os nossos jovens. em relação ao que eles estão consumido e
tão, por tudo que nós temos estudado, lido, há uma grande preocupação com a nossa infância, com a nossa juventude, com os nossos meninos, com os nossos jovens. em relação ao que eles estão consumido e que muitas vezes é dentro do lar, é trancado dentro de um quarto, nessa família que cada um tem acesso à sua tela ou seu celular, o seu tablet, ao videogame, onde se liga uma televisão, se vê vídeos, se vê filmes, eh, com tanta facilidade, ao mesmo tempo que tem coisas excelentes para serem vistas. Quanto que nós temos aprendido com palestras espíritas, quanto que nós temos feito trabalhos para evangelização através das telas. Esse programa mesmo, quantos já há 5 anos, eh, mais de 1000, eu acho que caminhando para 2000. Adriano, já passou. Acho que a Sandra fez quando deu 2000, não foi? Foi não, 1870, se não me engano. É o programa de hoje. 1870. Isso mesmo. Que a Sandra foi quando então fez 5 anos ou 4 anos que eu estava presente. C anos. Sandre Assis. Pois bem, eh, tem ao lado de tanta coisa boa, tem também uma infinidade de coisas muito ruins. Eu chamo atenção para videogames violentos, violentíssimos. para vídeos, novelas, coisas ou músicas com conteúdo muito baixo, muito erótico, eh o incentivo a a uso da droga, da arma, da da violência. E aí a gente pergunta, que sintonia é essa que está entrando pelo lar? Com quem você está se conectando? Quem seus com quem seus filhos estão se conectando? Então hoje fala assim: epidemia de transtornos mentais paraa infância e juventude. Por quê? epidemia de transtornos mentais para infância e juventude. Por quê? com tantas questões ligadas a esses meios modernos de comunicação, que nós estamos chamando de mídias digitais, de modo geral, o que nós temos é um apelo incessante, incessante a se consumir, consumir os próprios canais, os próprios vídeos, sem parar o tempo todo. a criar dependências fortíssimas e com essas dependências há um afastamento de todo o resto das interações, da leitura, das brincadeiras, da infância mesmo, eh, do
rios vídeos, sem parar o tempo todo. a criar dependências fortíssimas e com essas dependências há um afastamento de todo o resto das interações, da leitura, das brincadeiras, da infância mesmo, eh, do contato, contato visual. E eh nós todos sabemos como é que isso se forma, são os algoritmos, todo mundo sabe nessa história, né? Basta que a gente de manhã cedo ligue até o computador para fazer uma pesquisa sobre qualquer assunto que a gente queira. Quer comprar alguma coisa aqui, ó, preciso comprar uma caneca nova. Escrevo lá caneca. Daí é quando eu voltar vou tomar o café. Quando eu voltar, tá cheio de ofertas de caneca, né? Não, Adriana, são os É isso mesmo. É isso. É, são os algoritmos, né, que percebem, capta tudo aquilo que a gente se interessa. Pois bem, hoje nós temos problemas gravíssimos de ansiedade, de depressão, de muito cyber bullying, bullying feito pelas telas através das redes sociais, que tem muito, causando automilação, autoestima baixa, causando sedentarismo com todas as suas consequências. graves, causando dificuldades no relacionamento eh intergeracional. Aponto. E é interessante que Kardec diz isso lá na Gênese. Seu último capítulo, ele vai dizer que a geração que está vindo não teria nada a ver com a geração que está partindo. Não teriam pontos comuns. E é interessante que eh um dos grandes eh pensadores que nos deixou aí há uns 4 c anos, o o Balman, Zigmund Balman, ele diz exatamente o que Kardec fala: "Não tentem igualar uma geração com a outra, porque elas serão completamente diferentes." Só tem o seguinte, por mais diferente que as gerações sejam, a tarefa dos pais é a mesma, é de aproximar de Deus os espíritos que lhes foram que lhes foram entregues. É aproximar de Deus essa alma que vem pro seu lar com endereço certo. Ninguém vem com endereço errado. Então a gente diz: "Ah, o mundo mudou muito a agora minha, a juventude de hoje é muito diferente da outra juventude. É verdade. A infância é muito diferente. É verdade. Os pais são muito diferentes. É verdade. Mas em nada, em
mundo mudou muito a agora minha, a juventude de hoje é muito diferente da outra juventude. É verdade. A infância é muito diferente. É verdade. Os pais são muito diferentes. É verdade. Mas em nada, em nada muda o compromisso dos pais em educar os filhos, em elevá-los espiritualmente. Então, creio eu que quando Joana fala nessa questão do desses embates externos eh e da comunicação, hoje a situação tá muito mais grave. Inclusive sabemos que de ação suicida e suicídio entre crianças e jovens está em níveis em patamares elevadíssimos. as estatísticas mostram. Então esse é um problema que tem solução. Tem solução porque cumpre aos pais buscar diálogo. Não é proibir. Não adianta proibir nem largar para lá. O que precisa é muita informação, conversar com os filhos, mostrar os prejuízos, fazer tratos, cumprir tratos, inclusive dando exemplo. Vamos todos aqui em casa usar de uma forma comedida. Então, é preciso isso, é preciso que a gente condicione situações, porque temos que usar, faz parte da realidade. Estamos usando, faz parte da nossa realidade, mas não dessa forma. Então, em boa hora o governo proíbe isso na escola e hoje os resultados já estão aparecendo. Interação entre os jovens, interação entre as crianças, brincadeira na hora da da do recreio. E um outro problema que vem sendo apontado é total falta de concentração, porque com o ritmo que nós temos na internet das coisas que se vê, que eles vêm, é tudo tão acelerado que não dá para acompanhar. Então isso seria assim uma das etapas fundamentais, né, do dos do das, eu diria que da regra fundamental é conversa, orienta, faz acertos, faz combinados e cumprem. Mas por outro lado tem também os controles. Existem controles para tudo isso. E a família deve deve procurar como é que eu posso controlar tempo e combinar com o filho. Ó, estou controlando, quero saber o que que você vê. E eu não vou entrar por esse caminho, mas sabemos de consequências gravíssimas que estão acontecendo dentro do quarto. da vista aí uma das séries mais
estou controlando, quero saber o que que você vê. E eu não vou entrar por esse caminho, mas sabemos de consequências gravíssimas que estão acontecendo dentro do quarto. da vista aí uma das séries mais discutidas no momento que foi a adolescência, que eu sugiro que todos os pais assistam para ver que naquilo que você imagina que seja tão sereno e tão tranquilo, que tá lá dentro do quarto, não é assim tão sereno. Pois bem, mas tem também eh a consequência mais direta disso tudo dentro do lar. Por quê? Com esse tempo todo usado, cada um individualmente, falta interação, falta conversa, falta o convívio, falta amorosidade e sabemos que tem um dos maiores problemas é a precocidade com que é intensidade e precocidade. Criança muito pequenininha, começando a vida já está de posse da usando a tela de alguma forma. Quando falamos em tela, são todas essas que nós conhecemos que vão desde da da televisão, celular, o computador, o tablet, o game, todas elas, né? Então, com tudo isso, nós estamos vendo famílias que vão se afastando da criança na hora que ela chega. E na hora que ela chega, ela precisa ser socializada. Ela é um ser social. Ela veio para melhorar a pergunta. Quando se pergunta Kardec, Kardec pergunta qual a finalidade da reencarnação, ele vai dizer, eh, além de espiar as seus erros, suas faltas, ele vai dizer, além de dizer que é para aprendizado, ele vai dizer que é para ajudar o progresso do mundo, do planeta, da sociedade. Então, essa criança precisa ter dos pais a confiança básica, a certeza de que haja o que houver, eu tenho meu pai, tenho minha mãe, eles é que estão me orientando. E aí, nessa sequência, quando ela vai falar que ao lado de todas essas fatores, essas pressões externas, tem também todo o aspecto ligado à própria constituição disso que posteriormente ela vai chamar de constelação familiar. Aí sim nós, com todo o nosso conhecimento espírita, nós vamos ter certeza que se por um lado tem famílias que já vieram lá de trás se acertando e que hoje renascem espíritos amigos,
stelação familiar. Aí sim nós, com todo o nosso conhecimento espírita, nós vamos ter certeza que se por um lado tem famílias que já vieram lá de trás se acertando e que hoje renascem espíritos amigos, afins, onde as coisas fluem, a educação flui, eh, com com amorosidade. com respeito, com confiança, grandes parcelas ainda precisam se reajustar. E é aquele caso que nós vamos ver com tanta clareza no Evangelho Segundo Espiritismo e no capítulo 14, quando Santo Agostinho vai dizer, né, pais, eh, atentai, porque quando o espírito reencarna, né, ele vem do espaço para progredir, onde toda a sua força, toda a sua energia, todo o seu empenho é aproximar de Deus essa alma. Porque você será recompensado de ver esse espírito evoluir. Então é isso. Você não sabe quem é que chegou na sua casa. Você não sabe quem é esse espírito. Eu me lembro muito da parábola do semeador. Quantas vezes eu já falei tratando do tema da família, fazendo comparações com os solos. Será que somos todos solos, férteis? Ou será que muitos de nós estamos ali ainda lutando entre os espinhos, entre as pedras? Ou seja, aquela criança que chega, que não tem escrito na testa quem é ele, ele precisa desde que nasce, sobretudo nós espíritas, quer dizer, precisa da confiança básica. Isso é fundamental, porque é assim que ele vai ler o mundo. Se eu tive quem segurasse, isso não sou eu quem diz, né? Quem diz isso a vida inteira disse é o Eric Ericson, um grande psiquiatra que já não está mais entre nós. Ele falava da confiança básica. É esse sentimento que faz você levar pro mundo confiando, dizendo: "Eu posso confiar no mundo contrário disso é desconfiança, mas eu preciso exercitar isso com meus pais. Se eu não tenho isso com meus pais, eu vou desconfiar do mundo. E aí nessa família onde vem espíritos que precisam se reajustar, que lá atrás já se desentenderam e que foram orientados por guias maravilhosos, protetores daquela família que combina antes. vocês vão reencarnar nesse lar com esse pai, com essa mãe, que talvez lá atrás tivesse ficado
desentenderam e que foram orientados por guias maravilhosos, protetores daquela família que combina antes. vocês vão reencarnar nesse lar com esse pai, com essa mãe, que talvez lá atrás tivesse ficado tanta animosidade, mas para isso vai passar pela infância e na infância você vai ser seu o filhinho amado, a criança querida. Para isso você não pode estar junto ali, deixá-lo terceirizar. Você tem que estar ali junto, desde pequenininho, aproximar de Deus essa alma. E hoje nós temos no movimento espírita tanta coisa que auxilia. Então, além de ensinar a orar, levar pro evangelho, que daqui a pouco a gente vai aprofundar um pouco mais, se ainda teremos tempo, mas ensinar a orar, levar paraa evangelização. Nós sabemos que hoje temos a evangelização no ventre, o trabalho com as gestantes, a evangelização de bebês, a enveliação da criança, do jovem, do jovem adulto. estudos na casa espírita. São tantas as coisas que nós podemos fazer, entregar livros interessantes às crianças, mostrar vídeos que falem de Jesus, do evangelho. São tantas as possibilidades que nós temos que não conseguimos entender como é que ainda tem famílias espíritas que dizem: "Deixa crescer para depois a gente ver". Não. E fazer o evangelho no lar, reunir a família, trazer os livros infantis, se tem criança, para que eles também participem. dá um lápis, um papel para desenhar, para conversar, trazer o jovem com com com assuntos que eles consigam participar sem crítica, com amorosidade, com aceitação, ainda que se faça sozinho. Mas nós sabemos que na hora que nós estamos aqui, como agora, nós não estamos sozinhos. Os bons espíritos estão conosco. Jesus se faz presente. Então, como é fundamental, queridos, como diz Joana nesse belíssima mensagem, né? Cristo entra no lar e modifica a paisagem espiritual da própria família. Então aquele que um dia sofreu, que foi inimigo, ele vai dia a dia, semana semana com o evangelho, com as orações, vai se transformando e aquele aquela raiva, aquele ódio, aquele aquela
ópria família. Então aquele que um dia sofreu, que foi inimigo, ele vai dia a dia, semana semana com o evangelho, com as orações, vai se transformando e aquele aquela raiva, aquele ódio, aquele aquela animosidade vai se transformando. Porque na hora que nós falamos de Jesus, nós trazemos a mensagem do perdão, do amor ao próximo, da amor a Deus, de do amor a si mesmo. É tão difícil hoje com tanta gente, com autoestima baixa, porque se compara o tempo todo. A mensagem da simplicidade, da fé, da prática da caridade, da tolerância. Então tudo isso para aquele que está formando a sua personalidade é a forma de aproximar de Deus aquele espírito que lhe foi entregue, que foi entregue na mão dos pais. Eu sei que nós estamos aí com o horário e eu queria já passar para você, Adriano. Olha, Lúcia, eh esse tema é tão importante, né? Eh, bom, se nós tivéssemos aí realmente mais tempo para explorar esse toda a riqueza desse conteúdo, dessa mensagem de Joana, que é riquíssimo, mas eu penso que você nos fez eh importantes alertas eh e com relação a esses problemas, né, apresentados por Joana, especialmente esse da comunicação que adentra o nosso lar e se e o evangelho, como o evangelho pode ser esse contraponto, né? Sim. E esse momento em que a gente vive eh um momento tão rico, tão especial com as e sobretudo quando há a presença das crianças. Acho que eu falei na apresentação aqui na abertura, mas você tem, a gente tem aqui conosco Arline e Van, que são mães, né? E muito atentas a isso, né? com a Aline já tivemos a oportunidade de conversar a respeito, muito atentas a essa questão, né, Aline, de como as como temos que estar vigilantes e ativos. Eu acho que você, Lúcia, também tocou num ponto muito importante, o nosso exemplo. Há pouco tempo eu vi uma mensagem e e li uma matéria de como as crianças se sentindo órfãs, porque elas sai aquilo que antigamente se fazia assim, você eh ia buscar teu filho na escola e quando a criança via os pais, né, no carro ou na esquina ou na na porta do colégio, iam
e sentindo órfãs, porque elas sai aquilo que antigamente se fazia assim, você eh ia buscar teu filho na escola e quando a criança via os pais, né, no carro ou na esquina ou na na porta do colégio, iam correndo, né, a mãe olhando pra criança, a criança olhando paraa mãe naquele reencontro como aquele aquele momento era mágico, mas a matéria dizia que hoje muitas vezes os pais estão com a cabeça baixa olhando pro celular, a criança vê naquela expectativa do reencontro e já não tem mais esse contato visual tão importante, né? Então nós mesmos estamos ensinando essas gerações a darem valor, não é, a Estelas ou dar uns a supervalorizar porque não não valorizamos esse esses momentos mágicos dos encontros, né, e também das refeições. Então, quantos momentos e claro o tema de da noite, o do evangelho. Então, é uma é um tema extremamente importante para todas as nossas famílias que estão conosco, os nossos lares. Não sei se a Aline quer falar alguma coisa. Aline ficou assim, sentiu-se provocada. Só agradecer e é isso. Eu acho que a gente ensina, o exemplo, não é a melhor forma de educar a única, né? Então a gente só vai poder mudar algo se realmente dentro de nós a gente aproveitar esse brinquedinho, né, Lúcia, de uma forma mais equilibrada, né, pro bem, mesmo que seja, ah, mas eu tava vendo uma palestra do Divaldo, mas não é a hora, né? O olhar da criança que pede essa essa esse apoio é a hora. O vídeo dá para pausar e ver daqui a pouco, né? Vem lembrando, Vânia, algum toque? Eh, eu, o maior toque, do evangelho de hoje foi em mim mesmo, que há dois dias atrás eu fiz esse propósito aqui dentro de casa, eh, da gente ficar zero telas por alguns dias, eh, muitos dias eu planejei e maravilhoso o tema, o texto riquíssimo, né, traz esse consolo até dizendo que traga Jesus para dentro do lar, que que existe uma forma, né, dessa comunicação. ão melhorar. Então, eh, agradeço imensamente. As palavras da Lúcia foram maravilhosas. Obrigada. E eu acho que temos que nos educar com as telas, né, para podermos ser exemplo
, né, dessa comunicação. ão melhorar. Então, eh, agradeço imensamente. As palavras da Lúcia foram maravilhosas. Obrigada. E eu acho que temos que nos educar com as telas, né, para podermos ser exemplo pros nossos filhos. Olha, meus amigos, eu queria fazer um convite a vocês. Essa mensagem e esse texto, né, acho que precisa ser relido. Ele tem um uma densidade, não é? Um conteúdo muito especial. esses alertas que a Lúcia fez. Eh, então eu os convido, né? É o capítulo 11, não é Kina? Capítulo 11 do livro SOS Família, que é uma coletânea. Então, acho que deve haver, deve estar também em outra obra. Depois a gente pode olhar com mais cuidado e colocar. E lembrando sempre que o texto fica fica no vídeo, né? Cristo em casa, ele fica também no na descrição do vídeo, certo? texto está na descrição do vídeo. Então, vamos eh agradecer a presença, a participação de todos vocês. Vamos fazer a nossa prece, depois a gente volta para nós nos despedirmos. Vamos fazer a nossa prece de encerramento e voltamos, tá bom? Senhor mestas vidas. Tu que és essa luz que chega iluminando as nossas almas, que nos legaste o teu evangelho, que nos dá a oportunidade de vivermos momentos de esclarecimento como este que vivemos hoje. Queremos te dizer muito obrigado, Senhor, mas queremos pedir que o Senhor possa estar sempre ao nosso lado, pois que ainda somos tão frágeis nas nossas decisões. Ainda vacilamos, ainda nos equivocamos nas nossas caminhadas. Quantas vezes tombamos pelo caminho, escorregamos? Então, o que te rogamos hoje é que o Senhor nos fortaleça, fortaleça os nossos propósitos de mudança. Auxilia-nos a nos mantermos em oração, em vigilância. Mesmo com relação a esse tema tão importante, o do evangelho no lar, vezou outra percebemos famílias que desvalorizam a atividade. Quantos já as iniciamos para depois esquecermos de lado por um tempo e retomamos, demonstrando ainda nossas fraquezas. Rogamos-te então, Senhor, ser conosco hoje e sempre, auxiliando-nos a caminhada, fortalecendo-nos este espírito de
is esquecermos de lado por um tempo e retomamos, demonstrando ainda nossas fraquezas. Rogamos-te então, Senhor, ser conosco hoje e sempre, auxiliando-nos a caminhada, fortalecendo-nos este espírito de decisão, para que de uma vez por todas possamos caminhar com passos seguros ao teu encontro, ao teu lado, hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado, Aline, pela tua presença. Eu que agradeço ao professor Campos fez o convite para estar aqui hoje. Vou novamente compartilhar o vídeo para outras pessoas. Alguns já estão aqui assistindo, vou compartilhar, continuar compartilhando. Muito obrigada, Lúcia, pelas suas palavras, pela sua presença. Obrigado, Vânia. Agradeço também o convite e por estar com vocês hoje aqui, com todos os amigos da, né, que estão aí nos escutando. Muito obrigada. E Lúcia, obrigado, Lúcia. E olha, se prepara aí, viu? se prepara para voltar pra gente fazer a parte dois, não é? É um prazer. Eu que agradeço sempre a oportunidade de servir. Isso é uma bênção, uma bênção. A gente que recebe tanto, tanto soua tão ajudada. Então é o mínimo que a gente pode fazer é compartilhar, apesar aí, ó, da idade, apesar das dificuldades, né? Sabedoria. Esse cabelo branco é sabedoria. Lúcia, gentileza sua. Vamos embora. Mm. Obrigada a você pelo convite. Obrigada às meninas que estão aí comigo. Muita paz no lar e aos nossos amigos que chegarão, aqueles que já estão conosco. Que Deus os abençoe, que haja muita paz. Sejamos nós os portadores dessa mensagem da Joana e de tantas outras que no fundo no fundo é a mensagem de Jesus. Obrigada, queridos irmãos. Obrigado a todos vocês que estiveram conosco participando de mais desse evangelho. Renovo o convite para amanhã no mesmo horário, 21:50 estarem aqui conosco no canal SEC ou então todos os domingos no canal SE na TV Mansão do Caminho. Eu esqueci, quero ver se dá tempo de corrigir ainda. Agradecer também a Web Rádio Fraternidade, a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas, que são parceiros de transmissão. Muito obrigado. Fiquem com
dá tempo de corrigir ainda. Agradecer também a Web Rádio Fraternidade, a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas, que são parceiros de transmissão. Muito obrigado. Fiquem com Deus, ten um excelente final de domingo, um excelente início de semana e tchau tchau um para vocês também aí, meninas. Ciao. Ciao.
Mais do canal
Para Viver o Evangelho | Episódio 207 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 11)
1:00:52 · 1.1K views
Evangelho no Lar • 05/04/2026 | Depois da ressurreição
Literatura Espírita | T12:E03 • O Sermão do Monte
Momentos Evangélicos com Paulo de Tarso • Reflexões Espíritas na Atualidad
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Leonardo Machado
Justiça da reencarnação • Herculis Romano