Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E4 – Cap. 2: Esclarecimentos Necessários – Parte 2
Na continuação do estudo do Capítulo 2 de Loucura e Obsessão, obra de Manoel Philomeno de Miranda psicografada por Divaldo Franco, o Grupo Suely Caldas Schubert aprofunda a análise das orientações espirituais transmitidas pelo Dr. Bezerra de Menezes. Esta segunda parte amplia o entendimento sobre a influência de entidades desencarnadas em processos obsessivos e sobre os recursos de amparo e esclarecimento que a Espiritualidade Superior utiliza para auxiliar os que sofrem, encarnados e desencarnados. » Host: Gisele Risso » Aprofundamentos: Laudelino Risso e Marcelo Netto 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo2 #ObsessãoEspiritual #EsclarecimentosEspirituais #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #TVMansãoDoCaminho #GrupoSuelyCaldasSchubert *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite, queridos amigos e amigas que nos acompanham neste estudo online, nós do grupo Sueli Caldas Schuber, para continuarmos o estudo da obra Loucura e Obsessão, psicografia pelo médium Divaldo Pereira Franco, pelo benfeitor espiritual Manoel Filomeno de Miranda. Convidamos a todos que nos unamos em oração. Amado Mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores que nos acompanham nestes estudos, agradecemos por mais essa oportunidade. Reconhecemos, Senhor, a gravidade do momento em que nos encontramos no planeta Terra e a necessidade cada vez maior de despertarmos a nossa consciência da realidade que nos toca de espíritos imortais. O nosso profundo agradecimento ao médium Divaldo Franco, ao Benfeitor Filomeno de Miranda e a nossa querida Sueli Calda Schuber, que nos reuniram em nome do Cristo, para em conjunto aprofundarmos esses conhecimentos e recebermos a força que nos chega e o amparo do mais alto. nos envolva, Senhor, no seu amor, na sua paz e seja sempre conosco. Que assim seja. Então, nós gostaríamos, antes de passar para o estudo propriamente dito, fazer algumas explicações a respeito deste estudo, deste livro Loucura e Obsessão, em que os capítulos são um pouco mais extensos do que os livros que estudamos passados. Desta forma, nós iremos abordar os capítulos em dois encontros. o primeiro encontro, onde teremos o resumo e aí os aprofundamentos iniciais até a metade do capítulo e na semana seguinte os aprofundamentos do da metade do capítulo em diante pelos colaboradores, coordenadores do nosso estudo. Então, por isso, um capítulo será estudado em dois encontros. Na semana passada, nós tivemos os nossos queridos amigos que estiveram trazendo o início do estudo do capítulo dois intitulado esclarecimentos necessários, em que a Vânia também nos apresenta o resumo mais completo deste capítulo. Quem não pôde acompanhar, pode acessar que fica disponível, né, na TV Mansão do Caminho, tem lá todos os capítulos. E aí, então, para que nós possamos dar prosseguimento, mas para não ficarmos
pítulo. Quem não pôde acompanhar, pode acessar que fica disponível, né, na TV Mansão do Caminho, tem lá todos os capítulos. E aí, então, para que nós possamos dar prosseguimento, mas para não ficarmos assim eh soltos para iniciarmos os aprofundamentos, nós gostaríamos de trazer breve linhas para remorar sobre o que este capítulo dois então trata. vai tratar, vai descrever a visita a uma casa modesta, afastada do centro urbano, onde se realizava um culto espiritual de tradição africanista adaptado a práticas mais esclarecidas. O ambiente era cheio de aromas, música e movimentação, reunindo pessoas aflitas em busca de ajuda. Médiuns que incorporavam entidades e realizavam trabalhos de descarrego e de limpeza psíquica, atendendo tanto a obsessões graves quanto a problemas cotidianos. O condutor antenor teve um passado de senhor de escravos cruel, resgatando-se agora pela mediunidade, pelo auxílio ao próximo. Sua trajetória é explicada por Dr. Bezerra de Menezes, que enfatiza a obsessão como o fenômeno complexo e a importância do trabalho mediúnico no resgate moral. O grupo amparado por entidades benevolentes vinha evoluindo para práticas mais moralizadas com estudos do Evangelho Segundo o Espiritismo, apesar das resistências iniciais. Anita, mãe adotiva de Antenor, já desencarnada, atuava como acolhedora dos consulentes, analisando seus problemas e designando protetores espirituais para ajudá-los. O texto destaca que o auxílio espiritual depende do mérito e do esforço pessoal, sempre equilibrados pela justiça e pela misericórdia. Então agora sim nós passamos a palavra ao Laudes. Boa noite, Laudes, que vai iniciar os aprofundamentos e na sequência ao nosso querido Marcelo. >> Boa noite, queridos amigos que nos acompanham. Uma alegria estarmos estudando juntos um capítulo de tal importância nesse livro da loucura e obsessão, uma pérola do nosso Manuel Filomino de Miranda, nas mãos abençoadas e saudosas do nosso querido dia. Eu trouxe paraas nossas reflexões algo que me chamou muita atenção nessa
vro da loucura e obsessão, uma pérola do nosso Manuel Filomino de Miranda, nas mãos abençoadas e saudosas do nosso querido dia. Eu trouxe paraas nossas reflexões algo que me chamou muita atenção nessa leitura, que quando o benfeitor estava avaliando, né, a chegada no recinto, ele vem falando que conforme a os rítmicos, né, os ritmos que estavam acontecendo na reunião, ele poderia perceber que vários médiuns começavam a entrar em transe, mas ele coloca algo muito peculiar que fala assim: "O ambiente estava saturado de vibrações rítmicas e como se o corpo começasse a entrar no embalo, ou seja, aquelas vibrações fazendo com que os médiuns pudessem sofrer interferências. Mas depois ele segue que nem toda a interferência estava acontecendo de uma proximidade de espíritos que sim haviam algumas classes de médiuns que realmente estavam vinculados com outros espíritos desencarnados com um tran puro e pleno da mediunidade, mas muitos entravam num transítmico graças às saturações do ambiente Isso é um primeiro ponto que gostaríamos de trazer para as nossas reflexões, a pensar nos ambientes aonde nós estamos frequentando e saber muitas vezes a música, as vibrações, as repetições ou às vezes pequenos rituais que muitas vezes no dia a dia podemos estar inseridos de forma que pode impactar as questões perespirituais a ponto de interferir na nossa rotina de consciência, fazendo com que o espírito sofra um transe, trans numa transição consciencial, podendo afetar as suas condições plenas e se deixar interferir pelo ambiente. Eu achei isso muito valioso, porque como um ritmo que vai se formando ao ponto de entrarmos nessas conexões, às vezes a saturação do ambiente pode começar a gerar sensações a todos nós que somos médiuns. Então é um fato importante para que nós possamos estar alerta com os nossos ritmos vibratórios. Lembro-me aí do carnaval e de tantas outras festividades que às vezes os ritmos vão levando a massa embriagada nesses ritmos vibratórios que podem realmente levar muitas vezes à
os ritmos vibratórios. Lembro-me aí do carnaval e de tantas outras festividades que às vezes os ritmos vão levando a massa embriagada nesses ritmos vibratórios que podem realmente levar muitas vezes à entrega prazeres não por um processo somente de interferência de outros espíritos, mas pelas próprias saturações fluídicas. do ambiente que as músicas ou os ritmos podem afetar. E hoje nós vamos vendo que os próprios ritmos vão ficando cada vez mais vulgares. Saudade quando escutávamos uma palestra de nosso querido Di, quando trazia sobre o processo do Messias de Handel, o Aleluia, ou trazendo obras magníficas como a sétima, nona sinfonia de Beethoven, capaz hoje de nós podermos avaliar na ciência de modificar as questões celulares através de um ritmo. Ou seja, Manuel Filomeno de Miranda vem embasado com bases doutrinárias e científicas profundas, trazendo para nós a ação deletéria dessas vibrações, mas também hoje somos cientes das ações positivas de um bom ritmo que pode embalar as nossas vidas. Então fica uma primeira reflexão. Numa segunda reflexão traz que alguns médiuns começam a então apresentar a comunicação, comunicação realmente de uma interferência direta de um espírito. O espírito então vem se acoplando pelo espírito a pel espírito e começa uma comunicação. Porém, quando essa comunicação acontece, outros médiuns acabam sendo interferidos. pela comunicação primária. Ou seja, o mesmo teor dessas mensagens podem começar a ser compartilhadas pelos outros membros. Não sei, mas se todos ou alguns dos nossos participantes, estudantes, todos nós que o somos, estamos vinculados às atividades do trabalho mediúnico. Mas seja o dirigente, o dialogador ou o médium, é de extrema importância atentarmos que às vezes há uma comunicação mediúnica, aonde o médium apresenta uma comunicação e às vezes um espírito realmente trazendo o seu drama, o seu relato. E aqueles outros médiuns que os escutam, muitas vezes tocados da mensagem o fazem trazer mensagens anímicas. Anímicas. não propriamente porque
um espírito realmente trazendo o seu drama, o seu relato. E aqueles outros médiuns que os escutam, muitas vezes tocados da mensagem o fazem trazer mensagens anímicas. Anímicas. não propriamente porque estarem trazendo das suas próprias reflexões conscientes. Nós vamos estudar um pouquinho mais a respeito desse processo do animismo. Mas o que ocorre? A interferência dessa primeira mensagem fez com que o médium recebesse uma inspiração, mas a inspiração do seu próprio espírito. Porque às vezes quando ocorre o vínculo espiritual que vai estar vinculado a um trabalho mediúnico, como esse mesmo que Manuel Pilomeno de Miranda nos apresenta, o médium muitas vezes vai começar a ter as sensações fisiológicas, a taquicardia, a transpiração, o humor, a raiva, o sentimento talvez de agonia, mas talvez aquele sentimento de bem-estar, talvez de plenitude, dependendo da proximidade, quando as questões fluídicas do espírito que se aproxima faz com que o perespírito, então, do médium possa trazer essas sensações. E isso é muito importante para que nós do trabalho mediúnico possamos estar alertas, porque é uma diferença muito sutil. Até onde a mensagem que eu escutei trouxe essas vibrações positivas como aproximação de um espírito ou até onde isso está movendo-me intimamente para despertar ou trazer mensagens similares àela que foi recebida em primeiro plano. E se eu começo a tentar, eu começo a perceber até onde isso é externo ou até onde isso é interno, seja exógeno ou endógeno, vindo realmente do processo íntimo da criatura. E aqui o benfeitor coloca que quando acontece de forma coletiva, nós lembramos quantos efeitos às vezes podem estar relatados em tantos encontros que vemos publicamente, a pessoa se manifesta, uma música vai tocando e como se fosse aquela a convulsão generalizada. Múltiplas convulsões, múltiplas comunicações. Muitas podem ser estar trazendo consigo a realidade do acoplamento espiritual em um trans mediúnico, mas muitos estão extravazando as sobrecargas do teu do
últiplas convulsões, múltiplas comunicações. Muitas podem ser estar trazendo consigo a realidade do acoplamento espiritual em um trans mediúnico, mas muitos estão extravazando as sobrecargas do teu do próprio sistema nervoso central, embalado pelas vibrações do lugar, do ritmo da música, mas também da ação fluídica do comunicante. Aquele comunicante que apresenta os fluidos espirituais de um espírito desencarnado que pode contagiar positivamente ou negativamente o ambiente, pode fazer com que os outros médiuns também sintam os vapores fluídicos e possam entrar nestes transes da mesma comunicação primária e vão trazendo relatos, mas relatos da vibração que ocorreu já na comunicação primária. O médium vai precisar estar alerta. Por quê? Porque ele está sendo impactado, mas impactado pela comunicação que já está acontecendo. Então, trazendo consigo esse alerta, como que nós vamos diferenciar o que pode ser realmente meu e o que pode vir de uma influência espiritual? E é o trabalho árduo para o descobrimento, o autocontrole, especialmente das funções das sensações e até onde a minha consciência ou o meu próprio pensamento poderia trazer. E essa eram as grandes perguntas dos clássicos do Espiritismo, a ponto de que os grandes cientistas, desde Delane, Richet, Camile Flamarion, Aksakov, começavam a trazer essas perguntas. Um livro que considero fantástico para os nossos estudos é um livro chamado Animismo e Espiritismo, de Alessandre Alexandre Axakov. Ele vem trazer um livro de resposta, mas uma resposta de um outro livro escrito chamado O Espiritismo por Hartman. Hartman fez um livro, nós temos ele em inglês, eu não encontrei ele em português, mas podemos ver críticas com relação ao espiritismo que Axakov realizou. um outro livro para responder essa crítica ao espiritismo. E ele intitula o livro então Animismo e Espiritismo e vem citando Hartman em vários trechos, mas em o trecho que ele fala especialmente sobre o animismo, ele vem nos trazendo quatro divisões anímicas para que possamos estar em
ão Animismo e Espiritismo e vem citando Hartman em vários trechos, mas em o trecho que ele fala especialmente sobre o animismo, ele vem nos trazendo quatro divisões anímicas para que possamos estar em alerta ou conscientes dessas possibilidades que são as seguintes. A primeira que ele fala nas divisões anímicas, ele fala assim: "A ação extracorpórea do homem comportando efeitos físicos, efeitos como telepatia, impressões transmitidas à distância. A segunda com comportamentos físicos ou telcinéticos, transmissão do pensamento do transmissão de movimento à distância ou de algum objeto. Transmitir o movimento sem o toque físico. O terceiro, ele fala ação extracorpória do homem vivo sobre o aparecimento da sua imagem. Ele fala como um fenômeno telefânico, ou seja, é quase uma bicorporiedade, aparece uma imagem à distância, mas não é tangível, mas é visível, é aparente, mas não se torna tangível. Mas ele coloca que a bicorporeedade de fenômenos teleplásticos, formação de corpos materializados, seja a bicorporedade ou mesmo a materialização, também poderiam e levam consigo doses anímicas. E ele divide essas ações por quê? Ele vem trazendo relatos com relação primeiro do estudo do animismo. Ele fala que se de acordo com a memória, ele acreditava que George Stall havia sido o primeiro homem a citar o termo animismo sobre o estudo da ânima, mas com uma outras particularidades que não estavam envolvidas diretamente ao espírito. mas o estudo da alma em um outro sentido antropológico. Depois disso, tem um estudioso chamado Tyler, Edward Tyler, que em 1781 também fala sobre as questões anímicas. Antropólogo, vai falando dos seus estudos do animismo com relação aos animais vegetais e aos homens. Mas ali no livro Animismo e Espiritismo, ele vem falando a respeito do por cunhou a palavra animismo em relação à parte latina, o conhecimento sobre o espiritismo, enfim, ele vem trazendo todo o processo do porquê ele veio apresentar o animismo e dividir nessas quatro fontes de ação do espírito
mismo em relação à parte latina, o conhecimento sobre o espiritismo, enfim, ele vem trazendo todo o processo do porquê ele veio apresentar o animismo e dividir nessas quatro fontes de ação do espírito diretamente para reações externas que poderiam estar captando informações. Mesmo num processo sonambúlico, eu entro em um transe e eu consigo coletar informações externas, mas é uma ação direta do meu espírito. E por ser uma ação direta do meu espírito, é um processo anímico. E às vezes, até para mim, acreditava que o animismo em especial estaria vinculado somente às questões que pudessem estar envolvidas à vivência do meu espírito. as últimas jornadas reencarnatórias da minha memória perespiritual, mas ele vai deixando ali de uma forma clara, dizendo que qualquer ação que é direta do espírito, mesmo em estado sonambúlico, apresentando as reações, seja de uma telepatia, de captar um pensamento externo, é uma ação telepática que pode considerar como bases anímicas. Isso vem trazendo as profundidades para podermos diferenciar o que poderia ser animismo e o que poderia ser então uma comunicação espírita. E aí é algo magnífico, porque aí ele divide no livro e ele vai fazendo algumas reflexões que gostaria de provocar os nossos estudantes para também poder estar olhando e dando uma folhada e um estudo também profundo no livro que ele fala assim: "Como podemos então estudar as manifestações contrárias à vontade do médium ou as manifestações contrárias às convicções dos médicos ou as manifestações contrária ao caráter e ao sentimento do médium. Aí as comunicações de natureza acima do nível intelectual do médium. Ele segue dizendo o médium que se comunica através de línguas desconhecidas para ele, comunicações de fatos desconhecidos do médium, as materializações, comunicações de pessoas completamente desconhecidas dos médiuns ou de qualquer assistentes da reunião, apresentando identidade reconhecida. Ou seja, vai nos trazendo propostas, as reflexões para identificarmos o teor
pessoas completamente desconhecidas dos médiuns ou de qualquer assistentes da reunião, apresentando identidade reconhecida. Ou seja, vai nos trazendo propostas, as reflexões para identificarmos o teor profundo da mensagem. Mas ele vai trazendo nos estudos mais profundos a respeito dessas funções anímicas para que possamos nós médiuns que estão no trabalho da seária mediúnica, podemos identificar não somente as sensações que estão oriundas do próprio fluido ambiental, mas os que o que está sendo irradiado do grupo coletivo, inclusive dos espíritos que estão se comunicando. E agora em profundidade os espíritos que que podem estar se vinculando na minha faixa vibratória. E esses que estão na minha faixa vibratória são capazes de gerar impressões sensitivas ao médium, sensitivas de percepções mentais, mas também fisiológicas. Eu estou sentindo, seja a dor, o drama, sentindo as percepções daquela alma que está aflando ocorre. As questões anímicas, não quer dizer que eu também não tenha, mas a identificação do sentimento próprio, da ação do espírito que pode, será que é uma influência? Será que não é? Agora, não vedar as portas e entrar com os pensamentos céticos. Por quê? Se não teremos feito o fechamento dos sinais, ou seja, dos sensores aonde a glândula pineal que está captando essas ondas vibratórias, ela entra num processo de racionalização e vai fazer com que ocorra um processo de ruptura dos vínculos mentais com às vezes aquelas almas que estão vinculadas ao médium. complexo. Eu também achei muito complexo. Tanto que Charles Richet quando vai fazendo o seu tratado depois de metapsíquica, quando nós vamos pesquisar a terminologia sobre animismo, muitas obras apresentam que o termo animismo foi cunhado por Richet. encontrei já eh antecessores, mas Rich foi um grande estudioso do animismo e no seu livro de metapsíquica, ele vai afirmar como quase uma comparação ao livro de Hartman sobre o espiritismo, trazendo que grande parte das comunicações ou mesmo essas manifestações espíritas são de atividade
o de metapsíquica, ele vai afirmar como quase uma comparação ao livro de Hartman sobre o espiritismo, trazendo que grande parte das comunicações ou mesmo essas manifestações espíritas são de atividade do espírito fora seu nível consciencial, mas é uma ação do espírito que vai fazer um processo de telepatia, que vai fazer um processo de captação de outros níveis de pensamentos na própria reunião ou externo à sua comunidade ou acesso a uma consciência interior. Isso a terminologia que o usam, tanto Hartman quanto Richet. E o que ocorre é esse acesso interior, depois estudamos e vamos compreender que seria o acesso às memórias penespirituais de todas as jornadas que nós o temos. Mas, ou seja, não deixa de ser uma comunicação, porque se considerarmos as nossas múltiplas existências, podemos considerar uma legião de vidas, de espíritos, que estamos moldando conforme o progresso espiritual de cada qual. Agora, essas ações que nós tomamos externamente na atividade em transe ou estados sonambúlicos, como também Kardec coloca, nós vamos perceber que muitas vezes as comunicações sim pode acontecer nessas impressões. Agora, essa identificação, como Axakov coloca, e Gabriel Delane também nos apresenta fragmentos bem importantes dessa identificação do teor mensagem. podemos verificar a integridade da realidade, da comunicabilidade entre os espíritos. Porque um fato desconhecido, ou mesmo para nós que tivemos a honra de poder viver num tempo aonde ainda pegamos um pedacinho existencial, talvez muitos que nos escutam, um pedaço maior existencial de Chico Xavier, de Divaldo Pereira Franco, capazes de apresentar múltiplas mensagens dos entes queridos que partiram, apresentando a realidade da sua peça. personalidade da identidade, fatos aonde comprovavam o desconhecimento do médium daquela alma que se comunicava, bem como os familiares que estavam presentes, incapaz de captar os processos não somente de identidade daqueles familiares, mas a realidade do espírito que se comunicava, como o Chico Xavier,
unicava, bem como os familiares que estavam presentes, incapaz de captar os processos não somente de identidade daqueles familiares, mas a realidade do espírito que se comunicava, como o Chico Xavier, que se apresentava como o carteiro da imortalidade, apresentando tantas caras com tantas identificações que sim, as comprovações vieram firmar cada vez mais a sua realidade em território brasileiro. que já haviam passado o período científico. Esses cientistas que estudaram a profundidade da metapsíquica, que estudaram as capacidades do processo da ectoplasmia, as materializações, o animismo, ele justamente veio no território brasileiro quando a religiosidade, não só por Bezerra e tantos outros que vieram demonstrar a realidade e a pureza dessas comunicações. para nós que somos ainda aqueles estudantes do primário, que estamos começando o estudo profundo dessa realidade da comunicabilidade entre as almas, que possamos levá-la na simplicidade, na entrega, mas mantendo intimamente a asa da intelectualidade, avançando com a moralidade para podermos não mais ser enganados ou levarmos num processo íntimo às vezes de julgamento, como se fosse fôssemos nos levar no melindre, mas avaliar a mensagem com pureza, porque é exatamente esse teor que vai nos dizer da onde veio e da onde procedeu. Se procedeu da minha intimidade, que bom que poderei tirar proveito ao meu amadurecimento. Não veio que o grupo possa avaliar em conjunto essa realidade, porque aí estaremos aprofundando conhecimentos, ganhando maturidade coletiva e cada vez ganhando mais assistência de espíritos que podem colaborar com a nossa tarefa mediúnica. Então, essas seriam as reflexões primárias, talvez provocativas pro nosso Marcelo, mas também pros estudos daqueles que nos acompanham, desses três pontos, não é? das questões fluídicas, dos ritmos que podem estar interferindo, os ambientes que podem nos levar em transe, as liberações somoemocionais, não é? Que o sistema nervoso e o seu sistema límbico pode fazer conforme alguns estímulos
ritmos que podem estar interferindo, os ambientes que podem nos levar em transe, as liberações somoemocionais, não é? Que o sistema nervoso e o seu sistema límbico pode fazer conforme alguns estímulos externos. as comunicações que podem ser por interferências fluídicas, que muitas vezes podem ser da ação do próprio espírito, anímica, a profundidade das categorias do animismo e a comunicação entre os espíritos desencarnados e encarnados. Essa aí seria as primeiras reflexões, talvez, de estudos que podem gerar grandes e profundas reflexões nessa temática que para mim também ainda traz grandes complexidades. Então é para trazer a realidade de de desse processo que a gente vê fluir tão simples com aquele médium que já traz consigo a categoria de desenvolver a mediunidade com Jesus. Mas entender esses sentimentos na realidade não são somente teorias, mas é a realidade dessa vivência que podemos aprender com esses exemplos que todos nós tivemos a oportunidade de conviver num pedacinho. Muito obrigada. >> Obrigada, Laus. Excelente proposta. fica o convite para que a gente possa buscar essas obras, aprofundar o nosso conhecimento. Enquanto você falava, eu lembrei da nossa querida Sueli como uma das maiores, se não a maior estudiosa do espiritismo ah no Brasil, né? Segundo o nosso querido Divaldo, ela, eu lembro que quando ela adoeceu e foi hospitalizada, eu tive a oportunidade de trocar umas palavrinhas com ela e ela disse que estava indo para o hospital levando consigo o livro dos médiuns, que ela o releria enquanto estivesse lá. Então, se Sueli estava relendo o livro dos médiuns até os seus últimos momentos, é porque nós também devemos seguir pelo mesmo caminho. Não basta só ler ou estudar uma vez. Temos que ler e reler quantas vezes nos forem oportunadas. Obrigada, Laus. Marcelo querido, seja bem-vindo. A palavra está com você. >> Muito obrigado, Gi. Nossa Gisele. Muito obrigado, Laudes, nas suas reflexões, na oração da nossa GI e dos comentários iniciais. Nesse resumo, você trouxe
o, seja bem-vindo. A palavra está com você. >> Muito obrigado, Gi. Nossa Gisele. Muito obrigado, Laudes, nas suas reflexões, na oração da nossa GI e dos comentários iniciais. Nesse resumo, você trouxe pontos muito interessantes, Laudes, porque nos fez um convite extra a mergulhar nestas obras para que a gente possa aos poucos perceber, né? E você citou uma personalidade que tenho feito alguns estudos eh recentemente, né? Ele era um barão, um barão alemão, né? O barão Carl Robert e Von Hartman, deve ter um nome ali no meio que eu já não me lembro, né? esse filósofo alemão, né, e traz aquela obra Filosofia do Inconsciente, algo nesse sentido, e contestando as questões das manifestações espíritas. E foi muito bom. Isaacov traz na obra belíssima, né, animismo e espiritismo, todas essas situações que você nos cutucou para que a gente possa mergulhar um pouquinho mais nestas questões. Mas eu queria rapidamente eh trazer um preâmbulo, visitar a primeira parte muito rapidamente porque gostei muito do da última aula, onde Vânia, Jusar e João trouxeram as questões relacionadas à ritualística, os ritos externos, a paramentação, as roupas, todos os estágios que ainda fazem parte de grandes grupamentos religiosos e de comunidades religiosas que muito respeitamos, mas me lembro de uma fala aqui do mestre que um dia Deus será, o Senhor será adorado em espírito e em verdade em todos os templos, independente do local, independente das práticas externas, independente de todos os rituais. E o próprio mestre adverte junto ali a à samaritana, eh, que tempos viriam, que o pai seria adorado em espírito e verdade, né? Essa é a grande, é a grande finalidade do Consolador Prometido, que nos abre as páginas do conhecimento e nos retira das situações ainda da brutalidade, da inconsequência, das questões ainda que nos colocam em posições muito primitivas. Não estamos falando aqui de maneira alguma, sem nenhum desdem, porque o Laudes foi muito feliz. Somos todos estudantes, cada um na sua escola,
stões ainda que nos colocam em posições muito primitivas. Não estamos falando aqui de maneira alguma, sem nenhum desdem, porque o Laudes foi muito feliz. Somos todos estudantes, cada um na sua escola, no seu departamento, nesta grande escola que se chama planeta Terra. E o cristão desperto, acordado, como talvez diria o nosso Emanuel, ele caminha oficiando como se fosse um sacerdote de si mesmo. Acho que isso tá no livro Capacete da Esperança. É um trecho belíssimo. Então, também no Evangelho de João, no capítulo 4, eu acho que no versículo 3, 23, talvez 22, 23, tem alguma coisa, alguma referência a respeito disso tudo. Então, não importa o local. Veja que Manuel Flumes de Miranda está fazendo uma análise e foi convidado por Bezerra a estar neste ambiente espiritualista, onde as práticas que ali muito vinculadas as questões do ritual externo, mas sem dúvida com o medianismo como antenor aquele trabalhador carp marcineiro, né? convidado, auxiliado pela sua mãezinha Anita agora no mundo espiritual, desempenha um papel necessário para a população, aquelas pessoas que ali estavam. Eu separei alguns pontos, algumas algumas perguntas que talvez nós poderíamos fazer referentes a este capítulo dois. E uma das perguntas que separei e eu anotei aqui no papelzinho, a primeira pergunta, né? O grupo tinha como um patrono espiritual um ex-sacerdote. Olha que interessante, uma casa provavelmente eh ligada às questões da Umbanda. Eu não sei se era candomblé ou Umbanda, mas provavelmente isso. E nos capítulos seguintes vocês vão ter a certeza, né? Mas tinha um patrono espiritual que era um ex-scerdote. Sim, esse grupo tinha como patrono um ex-scerdote, uma entidade de elevada espiritualidade que ao longo da sua vida se dedicou à caridade enquanto aqui estava na Terra, mas ele desencarna, como diz Manuel Flamengo de Miranda e como ele descreve. E esse espírito continua o seu trabalho de assistência junto à casa, de apoio a esses necessitados, demonstrando que o amor está disponibilizado
omo diz Manuel Flamengo de Miranda e como ele descreve. E esse espírito continua o seu trabalho de assistência junto à casa, de apoio a esses necessitados, demonstrando que o amor está disponibilizado para todos os grupamentos, para todo o orb, para toda a família de Jesus, o nosso irmão maior. É interessante como é que essa história reforça a ideia de que o serviço prestado em vida pelo sacerdote continua no plano espiritual, como se fosse uma espécie de um foco de continuidade da evolução moral e espiritual que todos nós estamos abraçando. A prática de visitas periódicas daquele patrono, daquele sacerdote para reavaliar o programa das futuras atividades. Veja que é um progresso, vai revelar naturalmente a presença constante de um direcionamento superior, mostrando que tudo tem um método de um plano espiritual bem organizado, mesmo que pareçam coisas ainda muito ligadas à práticas mais primitivas da ritualística. Isso também sublinha e salienta, melhor dizendo, o trabalho de caridade e assistência espiritual de tantos missionários espirituais, espíritos que estão aí espalhados, colaboradores invisíveis que nos orientam, que nos conduzem às ações nesta lei de sintonia, de sintonia de acordo com as necessidades da comunidade que é ali. estava sendo atendida. Tanto há progresso que uma das outras perguntas que eu separei e eu botei aqui, eu escrevi aqui, eu botei assim, ó, por que o grupo utilizava o evangelho segundo o Espiritismo em seus estudos? Olha só, o uso do Evangelho segundo o Espiritismo já visava, de uma certa forma moralizar, esclarecer os membros do grupo. Tanto é que a as companhias espirituais passaram a ser diferentes. Como é muito natural em qualquer transformação, a introdução de um livro deste gabarito, lógico, ela não ocorreu com muita tranquilidade. Veja que houve uma certa resistência, como a gente viu no capítulo e na leitura. Algumas pessoas ali ainda presas às práticas mais primitivas, aos rancores do passado, as questões da escravatura, coisas, páginas
uve uma certa resistência, como a gente viu no capítulo e na leitura. Algumas pessoas ali ainda presas às práticas mais primitivas, aos rancores do passado, as questões da escravatura, coisas, páginas abomináveis da história humana, ainda ligados consciente, inconscientemente a tudo aquilo, não aceitavam bem a mudança, alegando que aquilo, aquela cultura espírita era desnecessária. E olha o termo que eles usam. Um capricho de brancos demagogos. Quantos talvez tentando reconquistar a Terra Santa? Quanto sangue ali foi corrido? Quantas inquisições, quantas pessoas foram postas nos postes, nas labaredas a troco de purificação em nome de Jesus. Olha quanta coisa, quanta coisa abominável. Então essa resistência é natural, representa o conflito interno de muitos espíritos que mesmo após a morte não se libertaram destas destas tramas, desta dos traumas, dessas situações, desses rancores. E esse conflito também está naturalmente relacionado às dificuldades de muitas pessoas em aceitar a renovação espiritual, que naturalmente exige desprendimento de velhos hábitos, de velhos conceitos. E aí o fato de o benfeitor e antenor, o médium terem sido firmes da resolução dessa questão é um exemplo de como a verdadeira transformação espiritual requer às vezes uma liderança forte direcionada para vencer os obstáculos naturais da resistência humana e da resistência espiritual, que ainda caracterizava, ainda caracteriza muitos grupos. Me lembro na obra Nosso Lar, no capítulo 9, quando fala de André Luiz Traz Problema de alimentação. Quem é que lembra dessa obra? Nosso lar, capítulo 9. Aí a gente vai perceber ali naquele trecho do capítulo 9, nosso lar, nós vamos ter a explicação a respeito dos serviços de alimentação daquela colônia espiritual, nosso lar e de como eram complexas as situações do passado. Vamos ver então naquela obra como o governador de nosso lar naquela época decidiu simplificar as expressões materiais, os serviços de abastecimento, que passaram a ser apenas uma uma simples
passado. Vamos ver então naquela obra como o governador de nosso lar naquela época decidiu simplificar as expressões materiais, os serviços de abastecimento, que passaram a ser apenas uma uma simples distribuição de de entendimento sobre o controle da governadoria, né? Há um relato que a gente vai ver nesse mesmo capítulo, um relato que como se ele estivesse fazendo um histórico de que há um século vai dizer André Luiz e vai trazer talvez o governador, não me lembro exatamente quem é que traz, que há um século a colônia enfrentava dificuldades para se adaptar às recém-chegadas leis da simplicidade. Muitos dos espíritos que estavam lá ainda traziam os vícios da vida material, nas exigências, das refeições. E a gente quer um bife com batata frita no mundo espiritual, das refeições, da das bebidas excitantes que eh falavam: "Nossa, mas que impacto! A gente vai viver de sopa, não é bem assim. Eu tô dando uma adaptada e vocês vão ler o capítulo 9, problema de alimentação também. Mas o governador, ao assumir a administração, tomou medidas enérgicas, rigorosas para combater esses esses abusos. Se não me falhe a memória, foram convocados, parece que 200 instrutores espirituais de esferas mais altas, mais elevadas, para ensinar os habitantes sobre as questões relacionadas à respiração e absorção de princípios vitais da atmosfera. E o objetivo era substituir os vícios materiais que pertenciam às questões da Terra por práticas muito mais sutis, muito mais espirituais. Quanto se opuseram, quantas críticas o governador teve? E se a gente pode, de uma certa forma resumir, né? Vamos perceber que nessa tentativa deu trabalho, muito trabalho. Mas apesar destas dificuldades, dos protestos, nós vamos ver a liderança deste governador espiritual, o governador de nosso lar, buscando com muita, com caridade, mas com energia, de forma pacífica, trazer a proposta pedagógica de algo diferenciado. Se a gente pode fazer, de certa forma uma certa analogia e uma correlação, veja a introdução do estudo da obra
e, mas com energia, de forma pacífica, trazer a proposta pedagógica de algo diferenciado. Se a gente pode fazer, de certa forma uma certa analogia e uma correlação, veja a introdução do estudo da obra cardequiana através do terceiro livro, o Evangelho Segundo Espiritismo, para que aos poucos, neste processo de crescimento, de adaptação à simplicidade, tem até lá no começo da obra o Evangelho Segundo Espiritismo, quando fala-se na introdução são das questões que foram objeto de muitas confusões, mas a questão moral, a fala do Cristo, as suas propostas, as suas lições ligadas ao contexto moral, era o ponto de convergência e é o ponto de convergência de todos nós, do amor, do perdão, da caridade, de todas essas belezas. Há um outro, uma outra pergunta que separei também com relação a que espíritos eram utilizados pelo grupo da assistência direta aos casos de obsessão e vampirismo? Anotei isso aqui porque eu achei bem interessante. Então, o grupo na obra que nós estamos estudando nesse capítulo, ele se utilizava de espíritos ainda vinculados às vibrações materiais que, apesar do seu conhecimento limitado, tinha um desejo sincero de ajudar e de se aprimorarem no bem. E esses espíritos desempenhavam um papel muito importante no auxílio daqueles que estavam ali, que chegavam àquela casa. os encarnados, especialmente na prevenção da ação de obsessores e espíritos inferiores, que muitas vezes tentavam e seguiam tentando influenciar negativamente aqueles que estavam em situação de muita vulnerabilidade, até por desconhecimento. Então, a presença desses espíritos, ainda em processo de evolução, todos nós estamos, sem dúvida, mas nesses estágios ainda um pouco eh inferiores do ponto de vista do conhecimento das leis divinas, mostra como a assistência espiritual ela é multidimensional, se eu posso utilizar essa palavra, e vai envolver tantos espíritos mais elevados à coordenação da casa. Bezerra estava ali, mas que já tem alguma capacidade de ajudar esses espíritos um pouco mais inferiores.
sso utilizar essa palavra, e vai envolver tantos espíritos mais elevados à coordenação da casa. Bezerra estava ali, mas que já tem alguma capacidade de ajudar esses espíritos um pouco mais inferiores. a ideia de que esses espíritos então respeitam certos rituais, como nós vimos na na primeira parte da análise desse capítulo e destas práticas, ainda por ignorarem as leis universais, mas permitem naturalmente a coordenação da casa, a renovação das suas vítimas e vai naturalmente ilustrar a importância do conhecimento espiritual. e das leis divinas para a verdadeira libertação e a cura da alma. A cura da alma. Eh, é interessante, né, o trecho em que nós mencionamos essas perguntas que eu separei, que o grupo estava se moralizando, estava se esclarecendo, esclarecendo os frequentadores e que isso gerou esta resistência, esta reação de resistência. E naturalmente, como nós havíamos mencionado até nosso laron o impacto que as mudanças de paradigma podem ter em determinados grupos que estão ainda presos às práticas antigas o que não compreendem as novas abordagens de simplicidade, de beleza. O Senhor será adorado em espírito e verdade. dia seremos templos vivos caminhando pela terra. E a evolução espiritual, tanto em termos de grupos de toda a natureza, quanto do ponto de vista individual, é natural que vamos enfrentar as resistências, as resistências da sombra, as sombras do passado, as nossas próprias sombras ligadas muitas vezes à ritualística, como nós vemos nos relatos e como a obra nos traz. Outro ponto muito importante é a visão de que o amor é tão poderoso. Veja como o amor ele se miscui e ele tenta e segue na resolução equacionando problemas, cada um na sua faixa de compreensão, de compreensão. Vai conseguindo absorver o que lhe é factível de acordo com a sua bagagem intelecto, moral. Nós não conseguimos ensinar cálculo integral, derivações, eh, física quântica a uma criança. Eu não estou colocando aqui de maneira alguma. Parece que estamos falando de uma forma pejorativa aos nossos irmãos.
onseguimos ensinar cálculo integral, derivações, eh, física quântica a uma criança. Eu não estou colocando aqui de maneira alguma. Parece que estamos falando de uma forma pejorativa aos nossos irmãos. Absolutamente. Palavra de honra. Absolutamente não. Mas mostrando que aos poucos vamos ganhando o entendimento e a nossa mente se abre. E aí o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo não se trata apenas de um aprendizado intelectual, como foi a proposta que, graças a Deus começou a entrar naquela instituição, mas a de transformação moral, que é verdadeiramente a cura do indivíduo, a cura do ser. e a presença da benfeitora Anita, aquela que foi a mãezinha adotiva do nosso antenor. e a forma como ela conduzia os trabalhos, ouvindo as dificuldades dos consulentes, organizando a ajuda necessária. É este exemplo de como a assistência espiritual nos envolve, nos acolhe, nos compreende neste infinito amor. E aí a gente vai passar um pouquinho mais. Vamos ver as questões relacionadas ao merecimento, naturalmente, ao esforço pessoal, que são essenciais a meritocracia. Aponta então para a importância da responsabilidade individual. No processo de evolução espiritual que estamos todos inseridos, não há privilégios, há apenas justiça divina, que é naturalmente suavizada com a infinita misericórdia divina. E isso enfatiza a ideia de que mesmo no plano espiritual, cada ser, cada um de nós é responsável pelas suas próprias escolhas, pelas suas próprias ações. A semeadura é livre, mas a colheita será obrigatória e que o progresso se dará através do esforço contínuo e dos desejos sincero de crescer, de evoluir. Esses conceitos, eles se entrelaçam e vão mostrando que no plano material, também no plano espiritual, nesta interdependência, a transformação moral e evolução vão ser alcançadas por meio do estudo, mas prioritariamente através do amor. Espíritas, amai-vos. Este o primeiro mandamento, instruí-vos, este o segundo, mas também o esforço, a prática constante da caridade, como era entendida por Jesus.
mas prioritariamente através do amor. Espíritas, amai-vos. Este o primeiro mandamento, instruí-vos, este o segundo, mas também o esforço, a prática constante da caridade, como era entendida por Jesus. E eu volto naquilo que estávamos comentando no começo, através destas múltiplas escolas, destas diversas, destes estágios que estamos aí participando, vida após vida, um dia alcançaremos, sem dúvida, a construção deste templo íntimo. Cristo, como diz a obra Caminho, verdade e vida, nunca estabeleceu linhas divisórias entre os templos, os locais religiosos, seja lá qual for, entre estes locais e a nossa vida cotidiana, entre a oficina, se eu não me engano, como emano nos fala, porque toda a terra é um altar de oração, é um campo de trabalho ao mesmo tempo. E muitas vezes, e diz Emanuel, se não é do Marcelo, quantas vezes nós louvamos o mestre nas igrejas, nos locais mais diversos, mas menuscabamo nas ruas, tantas vezes nós temos naufragado tantas vezes pela nossa própria culpa. E aí vamos receber uma abordoada na cara, tipo, a isso é prática de branco, prática de branco. E aí a dificuldade de aceitar a proposta libertadora do de Jesus Cristo. Interessante como é que é isso. Quantos de nós fomos padres, sacerdotes, pertencemos a outras doutrinas religiosas e numa tentativa de coibir, de de de uma na brutalidade, na força, quantas vezes nós afastamos muito mais os nossos irmãos em vez de angarear a simpatia, a fraternidade, o amor, para que pudéssemos formar uma só família, a família de nosso Senhor Jesus Cristo. E até agora, hum, quantos altares, quantas igrejas, quantos centros, quantos locais de adoração nós construímos para reverenciar Deus? tantos altares, mas muitas vezes materializando, construindo de pedras e trazendo a beleza, a suntuosidade destes templos, esquecemos de construir intimamente algo diferenciado que pudesse verdadeiramente modificar a nossa primeiro, a nossa paisagem íntima e fazer a grande diferença neste processo de autotransformação, de autoconhecimento,
truir intimamente algo diferenciado que pudesse verdadeiramente modificar a nossa primeiro, a nossa paisagem íntima e fazer a grande diferença neste processo de autotransformação, de autoconhecimento, de amor ao próximo. Eu já falei isso outras vezes aqui e é uma uma passagem que sempre muitas vezes eu repito em algumas palestras, eh, acho bem interessante. É uma obra, reportagens de Além Túmulo, é de Humberto de Campos. Eu eu sei que eu já falei algumas vezes e mostra a história ali no capítulo 5 de um senhor Emiliano Jardim. Ele materialista no começo, mas o filho desencarna, ele passa por muitas dificuldades e começa aos poucos a se aproximar das questões espirituais. transita na Igreja Católica, mas encontra os seus. Ele ainda muito a afeito à questões do passado, era um guerreiro do passado, talvez. E aí pula do catolicismo, vai ao protestantismo, depois do protestantismo pula pro espiritismo. E aí tem o consolador prometido, fica vislumbrado, maravilhado com tudo aquilo, mas através das lições, da mediunidade de outros, ele não entende as lições, as mensagens. E naturalmente as dores e os obstáculos começam a bater na porta, bater a porta da sua vida, desencarne da sua esposa, de filhos e da mãe, tantas situações complicadas. E ele se desilude de tal forma, vale a pena ler o capítulo e decide se matar e planeja tudo. Iria para a praia, iria se jogar no mar, iria se afogar porque não sabia nadar. Mas ele de repente parece que escuta uma voz naquele momento quase que imediato. Ele parece que escuta uma voz e era como se fosse na na história, na crônica que Humberto de Campos nos traz, nos traz esse diálogo intracraniano que se deu entre Emiliano Jardim e Jesus Cristo. E o mestre fala: "Quanto tempo, Emiliano, eu te buscava, mas sempre você me chamava através dos outros. Nunca me procurava dentro de ti mesmo. Dá-me a tua dor, reclina a tua cabeça cansada. Quantas vezes o meu poder opera muitas vezes na fraqueza humana quando a gente tá um frangalho, mas raramente os meus discípulos
rava dentro de ti mesmo. Dá-me a tua dor, reclina a tua cabeça cansada. Quantas vezes o meu poder opera muitas vezes na fraqueza humana quando a gente tá um frangalho, mas raramente os meus discípulos sinceros gozam deste encontro divino na câmara do meus do seu próprio sofrimento dentro dos seus próprios corações. Por isso, Emiliano, quase sempre é necessário que percam tudo a fim de me acharem dentro de si mesmos. e segue o diálogo. No final, ele fala: "O próprio mestre: "Volta ao teu esforço e em qualquer posto de trabalho honesto vais poder ouvir a minha voz na simplicidade, mas desde que me procures dentro do teu próprio coração." A mensagem segue, não me recordo exatamente dos detalhes, mas nos convida a buscar o mestre dentro dos nossos próprios corações e buscando as palavras de Jesus que passam a fazer eco dentro dos ouvidos mocos que ainda possuímos, nos lembramos. atire a primeira pedra aquele que não tem pecado. Das críticas mordazes, muitas vezes das posturas de superioridade que possuímos por termos algum tipo de conhecimento intelectual um pouco mais avançado, mas é tão distantes do sentimento do amor, da proposta verdadeira. Me lembro de uma frase do nosso Chico que ele dizia: "Quem sabe pode, mas quem ama pode muito mais. Por isso, na simplicidade, na rudeza e na ainda na brutalidade de algumas práticas, nós percebemos que André, que Manuel Flumengo de Miranda nos convida a extrair do suco que se faz parte, que faz parte deste caldeirão cultural do planeta. A proposta invidável do Mestre de que fazemos parte de uma mesma família, a família de Deus, a família de nosso Senhor Jesus Cristo. Eram estas as nossas considerações. Eu agradeço muito e perdão pela emoção porque ainda estou longe do que eu estou falando, mas a gente tá caminhando. Um dia a gente chega lá. Muita paz. Muito obrigado, Laudes. Muito obrigado, Gi. >> Nós quem te agradecemos, Marcelo, pela emoção com quem nos tocou nessa noite mais uma vez. Eh, lembrando enquanto você falava que Divaldo sempre fazia questão de
rigado, Laudes. Muito obrigado, Gi. >> Nós quem te agradecemos, Marcelo, pela emoção com quem nos tocou nessa noite mais uma vez. Eh, lembrando enquanto você falava que Divaldo sempre fazia questão de mencionar nas palestras a respeito da mediunidade, que a mediunidade existe desde que a vida existe na na Terra, mas que só Allan Kardec trouxe através do livro dos médiuns esse tratado a respeito da mediunidade, né? Então, foi um livro inédito que veio nos explicar, então, que está aí acessível para todos nós, né? Nem piores, nem melhores, mas que veio até nós, então que está aí para que a gente possa buscar cada vez mais esse aperfeiçoamento com Jesus, né? Conforme você nos convocou essa noite, o Lautos também. Queridos, muito obrigada pela companhia, pelos comentários, pela presença sempre generosa e amiga. Que possamos ter mais uma semana abençoada e nos encontrarmos no estudo da semana que vem. Até lá.
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